Guilherme Gomes apresenta Napa – Logo Se Vê (2023) (entrevista)

Guilherme Gomes apresenta Napa – Logo Se Vê (2023) (entrevista)


Entrevista com Guilherme Gomes (12/07/23)
Autor: Francesco Valente


Napa – Logo Se Vê (2023) (álbum)


“Assim, Sem Fim” marcou o início de um novo capítulo dos NAPA. A banda não é de agora, mas o nome é novinho em folha. Antes conhecidos como Men On The Couch, os NAPA trazem um novo nome para o público mantendo intacta a sua identidade musical.
 
Os NAPA nasceram na cave de uma avó no Funchal no ano de 2013. Os contornos da banda foram-se formando entre a energia dos Arctic Monkeys e Red Hot Chilli Peppers, o à vontade dos Beatles e a sensibilidade de Caetano Veloso e Tom Jobim. A fórmula amadora e inocente das primeiras composições da banda (em inglês) cativou a atenção de amigos, família e não só. Trocaram o inglês pela língua materna, e a cave da avó pelo estúdio. Em 2019 gravaram o seu primeiro disco Senso Comum nos conhecidos Black Sheep Studios em Sintra, ainda sob o nome Men On The Couch. As melodias contagiantes e o espírito cru e melancólico do disco ressoavam gradualmente nos corações dos portugueses apaixonados. A apresentação esgotada no Sabotage e os consequentes concertos só vieram reforçar a força das canções.
 
A banda lançou o seu segundo LP Logo Se Vê com uma roupagem mais madura, mas um espírito sempre moço. O novo álbum vem com novo nome de banda e desafia as premissas estabelecidas em Senso Comum, trazendo para cima da mesa maior complexidade e inventividade na estrutura de muitas das canções. A veia pop romântica continua a pulsar no corpo do disco, mas a fome de descobrir novos ritmos e texturas musicais é evidente ao longo do álbum.
 
O novo álbum dos NAPA é uma edição de autor com distribuição da Universal foi lançado no dia 26 de Maio. 
 
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Mallina – So Many Ways (2023) (single)

Mallina – Fuso (2023) (single) ID


Mallina edita o novo single ‘FUSO’, uma canção sobre desencontros amorosos, inspirada no R&B e Hip Hop dos anos 90. O tema foi composto e produzido por Miguel Ferrador e Mallina, que também assina a letra e melodias, em parceria com André Matos e João Nicolau Quintela.
“Este ‘FUSO’ fala sobre estar mal de amores, sobre não acertar o tempo com quem se ama, como se nunca acertassem o ponteiro. Quando dois corações estão em fusos diferentes, amam-se, mas sabem que nunca acabarão juntos e está tudo bem com isso”, revela a artista. “Para mim, esta canção serviu para expressar esse mesmo sentimento de aceitar que por mais que se goste, não estamos sempre em sintonia nem no timing certo da outra pessoa”, acrescenta Maliina.
Este novo tema sucede a ‘ASTROLOGIA’, single de estreia editado por Mallina em março deste ano. ‘FUSO’ é acompanhado por um videoclipe realizado pela cantora e o irmão André Matos. Estas canções antecipam o EP de estreia de Mallina, com edição prevista para o final de 2023. 


SOBRE MALLINA 
Conhecida entre a família como Moça Malina, mulher de força, feitio e raça fortes, Mallina cresceu entre o litoral do Alentejo e o Algarve. A música não foi algo imediato e só depois de terminar a universidade decidiu explorar aquilo que, até há pouco tempo, era “apenas” um hobbie e estudar produção musical. 
Para Mallina a música é o seu porto seguro e aquilo que mais a conforta, com uma aposta forte em compor e produzir canções assumidamente pop, influenciadas por vários ritmos e artistas, entre eles Ana Moura, Bárbara Bandeira, Doce, D’Alva, Madonna, Bad Bunny, Charli XCX ou Tove Lo. Além da música, a cultura pop, a moda e o cinema são também algumas das suas grandes referências artísticas.
Com uma identidade visual própria, Mallina propõe-se a ser uma cantora e performer que apresenta uma roupagem inovadora e disruptiva, através de canções e videoclipes singulares e cativantes.

Birds Are Indie – So Many Ways (2023) (single)

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Birds Are Indie – So Many Ways (2023) (single)


BIRDS ARE INDIE
So Many Ways – novo single e vídeo do LP Ones & Zeros
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Os Birds Are Indie assinalam o início do verão com um novo single. “So many ways” é o segundo tema retirado do mais recente álbum, “Ones & Zeros”, e é um autêntico banger de pista de dança.


O trio de Coimbra volta a apresentar-se com o rasgo demonstrado em “21st Century Heroes” – o primeiro single – , onde a sua pop é salpicada pelo fuzz das guitarras, entre o nervo e a catarse. Contudo, em “So many ways”, desce uma bola de espelhos e Joana Corker, Ricardo Jerónimo e Henrique Toscano montam uma matiné dançante. Os sons quentes dos sintetizadores e o passo marcado pela drum machine são agora o motivo perfeito para mexer o esqueleto. Apesar do irresistível convite, Joana, co-adjuvada por Jerónimo na voz, canta sobre um sentimento de não-pertença, insatisfação e sem rumo à vista, que vai de encontro à narrativa monocromática e dicotómica de “Ones & Zeros”. Mas, como os próprios Birds Are Indie explicam, “para fugir a melancolias, resolvemos juntar-lhe o ritmo mais disco sound que conseguimos”.


João Couto – Massa Do Meio – Dia (2023) (single) ID

João Couto – Massa Do Meio – Dia (2023) (single) ID
O cantautor João Couto regressa aos palcos já a partir de Setembro com o novo espetáculo Canções Sobre o Meu Carro e o Meu Quarto. O título surge de uma conversa com o produtor Pedro Pode (doismileoito e S. Pedro) e é o ponto de partida para uma viagem pelos temas mais íntimos da carreira do cantor e compositor nortenho, numa busca de sinergia e proximidade com o público.
Para abrir o apetite para esta digressão João Couto lança ainda uma versão especial do single “Massa do Meio-Dia” (Carro e Quarto).
No dia 16 de Setembro a digressão começa em Chaves, na Sala Amarela; o músico segue depois para Argoncilhe no dia 21 de Outubro. Em Novembro é a vez de Lisboa, onde atua no dia 17 no Auditório Carlos Paredes. Dia 3 de Dezembro o músico sobe ao palco do Novo Ático – Coliseu do Porto.
Nesta digressão não vão faltar os êxitos radiofónicos do músico como “Canção Só” e “Os Meus Amigos”, mas também canções que vão certamente surpreender e impactar o público, entre elas o novo single “Caixas” que será lançado em Setembro. Haverá espaço também para temas mais pessoais do seu álbum de estreia Carta Aberta (2018) e do aclamado sucessor Boa Sorte (2021), para além de músicas que escreveu ou partilhou com artistas de renome nacional, tais como Ana Bacalhau, Os Azeitonas, Perpétua, Samuel Úria, Tomás Adrião, entre outros.
Desde cedo habituado aos grandes palcos e numa altura em que se encontra a trabalhar no terceiro registo de originais, faz mais sentido do que nunca mostrar-se num formato mais intimista e despido, onde a ligação com o público será uma constante.
O músico cujo último disco de originais, lançado em 2021, “Boa Sorte”, foi considerado um dos álbuns do ano por alguns meios de comunicação social, segue assim para a estrada com aquela que promete ser a sua digressão mais confessional e marcante até à data.

AGENDA:
16 Setembro, 21h30 – Chaves (Sala Amarela) – BILHETEIRA
21 Outubro, 21h30 – Argoncilhe (Grupo Musical Estrela de Argoncilhe) – BILHETEIRA
17 Novembro, 21h30 – Lisboa (Auditório Carlos Paredes) – BILHETEIRA
3 Dezembro, 19h – Porto (Novo Ático – Coliseu do Porto) – BILHETEIRA

Hossam Hilal – Cidade De Mil Caras (2023) (álbum)

Hossam Hilal set to release new album “Cidade de mil caras (Live at Zaratan)”
The Egyptian multi-instrumentalist mixes the oriental and African elements with the psychedelic and ambient ones. In his new album, recorded live in Lisbon, he explores the common origins of traditional Arab and Portuguese music; in his own way.
The idea behind the album set to be released on July 15th started with fado guitar tracks on some Arab vocals and evolved into a journey of mixing influences and traditions. Hilal -who composed the music, performed percussion and electric guitar, as well as recorded and produced the record- collaborated with the Portuguese poet Dinis Lapa to translate the lyrics of three Arabic songs -sung by Mohamed Abd el wahab and Fairouz- and two parts of a poem entitled by the Algerian writer Dalila Si Larabi about her relationship with Cairo to Portuguese. He then worked with three Portuguese musicians; Joao Madeira on double bass, M-Pex on fado guitar and Patricia Domingues on vocals to create an experimental mix between both cultures.
“Bateu-me à porta do peito is a great trip. The vocals are really nice, the singer is reminiscent of Leila Bounous, it sounds like Hilal’s project is nicely taking shape, really good work,” said Jason Kohnen (Bong-Ra)

The process:
Hilal was an artist in residence during September and October 2022 at Zaratan arte contemporana in Lisbon, Portugal. The concept is based on Fado music origins, which include several Arabic references, especially in the vocals and the way lyrics are written; and also the Fado guitar, which is a direct descendant of the Oud. The Arab tracks that he chose,
which are “Daket ala sadry” (Bateu-me à porta do peito) and “Law kan qalbi mai” (E nem aceita a culpa) by Fairouz, and “Hann el wed” (Ouvi dizer) by Mohamed Abd el Wahab are already heavily inspired by Andalusian music. When making the initial trials for the tracks by
adding Fado guitar pieces that are performed in similar keys and styles, it was evident how well the timbre of the instruments and the broken rhythms mix together.
He worked on composing the tracks, using the same maqams as their respective Arab tracks, with intended spaces left for improvisation.
The two tracks based on the poem entitled “Cairo 90” are meditations on themes, one of them is composed by Hilal (Almas asfaltadas) and the other is an ode to the track “a singer’s childhood” (Cidade de mil caras). The last track “ Não creio que o zombo fará diferença” is the Encore of the concert, it is the only fully improvised track in the album.

Pre-save the album here
For more information about the artist: hossamhilal.com
For more information, album artwork, photography or to request interviews with the artist, contact hossamhilalmusic@gmail.com

Os Sabugueiros – Boa Sorte (2023) (single)

Os Sabugueiros – Boa Sorte (2023) (single)

Inspirados na floresta do Alto Alentejo, este leque de músicos viajantes conheceram-se em Marvão, onde se juntaram para criar e misturar melodias vindas de várias regiões do mundo. Oferecem um concerto interativo cheio de energia, humor, histórias e de ritmos variados criando um som próprio e sólido como a paisagem serrana do interior.
As suas letras transmitem uma clara mensagem de esperança e resistência e recordam-nos a necessidade de retornar aos ritmos naturais de outrora num mundo onde cada vez mais é necessário recuperar os valores ancestrais que a Mãe Terra nos ensinou.

Juan Abalos – voz, guitarra e timbales
Zé Conde – baixo, harmónio e hammond
Agostino Aragno – voz, violino, percussão
Andrea Versè – congas, cajon e percussão

Próximas datas:

15/07 Folk Ancas

18/07 Festival do Teatro de Almada

Cálculo – Já Sei (feat. Left) (2023) (single)

Cálculo – Já Sei (feat. Left) (2023) (single) ID


Cálculo lança “Já Sei” em colaboração com LEFT.


O rapper e produtor Cálculo lança sexta-feira, 30 de junho, “Já Sei”. O tema resulta de uma colaboração com LEFT, estreando também novo vídeoclipe. Este é o quarto lançamento do artista este ano pela Cosmic Burger.


Em “Já Sei”, Cálculo deixa brilhar as influências do groove e da dance music no instrumental, estilos com os quais se tem vindo a identificar cada vez mais no decorrer dos últimos dois anos. Com a malha sonora composta, faltava apenas voz e letra a que servisse — é aí que entra LEFT, alias artístico do cantautor António Graça, que também participou na pós-produção do tema.


Podemos dividir a história de “Já Sei” em dois atos. No primeiro, encontramos a leveza e a excitação dos primeiros encontros e do flirt descomprometido, em que as ações não parecem carregar em si consequências e tudo é simples, direto e inocente. Entrando no segundo ato, a trama adensa-se e os sentimentos aprofundam-se — o que era leve já não o é e alguém acaba por inevitavelmente se magoar. É o clássico “player getting played” a ganhar nova vida pelas mãos dos dois artistas.


O single vem ainda com novo vídeoclipe realizado por Ana Viotti, onde Cálculo e LEFT embarcam numa boys night out porque, por vezes, no final de tudo, o melhor que temos a fazer é espairecer.

Duque Província – Prato Da Casa (2023) (single) ID

Duque Província – Prato Da Casa (2023) (single)


DUQUE PROVÍNCIA REGRESSAM COM ‘PRATA DA CASA’


Os Duque Província regressam com o novo single ‘Prata da Casa’. A banda composta por Henrique Gonçalves (voz, guitarra), António Horgan (teclados), Philippe Keil (baixo) e Francisco Cunha (bateria) aventura-se pela primeira vez no universo da produção e apresenta uma nova sonoridade. ‘Prata da Casa’ é uma música fresca e nostálgica,  fortemente influenciada pela synth pop e a new wave da década de ‘80 com a leveza, frescura e descomprometimento típicos do verão.


“O que começou por ser uma música acústica, com mais tendências indie rock do que outra coisa, acabou por transitar para uma canção upbeat em que substituímos as guitarras pelos sintetizadores. O processo de gravação foi ar fresco para nós porque nos aventuramos no universo da produção. É um ângulo muito diferente de ver a música mas é, sem dúvida, mais recompensador”, afirma o vocalista Henrique Gonçalves. 


‘Prata da Casa’ abre caminho para a estação mais quente do ano, que será recheada de surpresas, nomeadamente, a estreia da banda no festival Sol da Caparica, no dia 19 de agosto. 


“Esperamos muito deste Verão, mas sabemos que a cereja no topo do bolo será o Sol da Caparica. Depois do ano passado nos termos estreado nas Festas do Mar, em Cascais, dar agora este passo para um festival com ainda mais renome é absolutamente fantástico”, promete a banda. 
O novo tema sucede ao álbum de estreia “2032”, editado em setembro de 2022, que inclui os singles ‘Cai-me a Ficha’, ‘Chuva’, ‘Entretive a tua Insónia?’, ‘Silhueta’ e ‘Tempo Sem Ti’.




SOBRE OS DUQUE PROVÍNCIA
Naturais de Cascais e Lisboa, é na escrita de canções originais que os Duque Província encontram um lugar no panorama musical português, unidos pela boa energia e amizade. O projeto conta com influências vindas particularmente dos anos ’60, ’70 e ‘80.


Com a abordagem fresca das sonoridades indie-pop-rock, a banda fundada no final de 2018 começa a gravar o primeiro disco em 2021. Incluído nos Novos Talentos FNAC 2022 e presença assídua no top A3.30 da rádio Antena 3, o tema ‘Cai-me a Ficha’ veio desenhar a ambição crescente da banda.


No primeiro dia de setembro de 2022 pisaram o palco principal das Festas do Mar, em Cascais, e no último dia do mesmo mês lançaram o álbum de estreia, “2032”, produzido por António Vasconcelos Dias (Benjamim, Flak, MONDAY).

Treewax – Forget You Again (2023) (single)

Treewax – Forget You Again (2023) (single)


‘Forget You Again’ é o terceiro single (e segundo EP) que os Treewax, banda de rock alternativo do Porto, lançam para promover o segundo álbum de estúdio que se encontra a caminho, ‘Only Yesterday’.
Escrita ainda antes do lançamento do primeiro álbum,’Bleak Fall’, ‘Forget You Again’ materializa o ciclo interminável após o fim de uma relação ou depois de deixar algo não tão bom para nós ir. Querer esquecer, vivendo na mesma uma rotina que nos faz lembrar de tudo ao mesmo tempo. E então continuamos a esquecer… uma e outra vez. Muito inspirada nas grandes bandas dos anos 90, faz uma junção da ‘The World Has Turned And Left Me Here” de Weezer e de “Emotion Sickness” de Silverchair, para quem gosta de saber de onde veio a inspiração.
A fórmula soft-loud-soft e as camadas orquestrais transformam este single no tema mais complexo em termos de produção que a banda lançou até hoje e também definitivamente numa canção essencial para qualquer Treewaxeiro, nome oficial dos fãs de Treewax.


Música: Treewax
Produção
Mistura e masterização: Calhambirintho Studios (@calhambirinthostudios)
Gravação: Calhambirintho Studios e Yellow Cat Studios (@calhambirinthostudios e @yellowcatstudios)
Artwork: Gabriela Cardoso (@focushuckleberry)
Videoclip: Gabriela Cardoso, Rodrigo Ferreira e Gonçalo Ferreira (@focushuckleberry, @rodrigotf11, @burntherain)

Birds Are Indie – 21st Century Heroes (2023) (single)

Birds Are Indie – 21st Century Heroes (2023) (single)


“21st Century heroes” é o primeiro single do álbum “Ones & Zeros”, o sexto longa-duração do trio conimbricense Birds Are Indie. Esta faixa insere-se num disco que aborda temáticas até ao momento pouco habituais no grupo, como distopia, inteligência artificial e alienação, às quais não serão alheios os estímulos absorvidos no cenário pandémico, reforçando uma carregada ambivalência entre o mundo real e virtual.


Os “uns e zeros” presentes na letra são remetem para o código binário informático que rege boa parte do mundo actual, mas também, neste caso, expressam a dualidade entre o tudo e o nada, entre o certo e o errado, entre o preto e o branco. No tempo que vivemos parece não haver espaço para posições intermédias, para compromissos, para diálogo, cara a cara. E “Ones & Zeros” é um reflexo deste contexto e uma reflexão sobre o mesmo.


Musicalmente, “21st Century heroes” surge naturalmente no seguimento de canções do disco anterior, como “Black (or the art of letting go)”, mas vai mais longe em termos pulsação e textura sónica. Mostrando um novo caminho, mas não perdendo uma certa essência pop, o trio mistura guitarras distorcidas com uma bateria e um baixo pujantes, aos quais se somam vozes acutilantes, a servir a urgência da letra. 


“Ones & Zeros” é o novo e conceptual álbum da banda de Coimbra, editado a 14 de Abril 2023, pela Lux Records.
Depois de darem a conhecer 21st Century Heroes, a entusiasmante primeira amostra do novo álbum, os Birds Are Indie lançam hoje os restantes temas de “Ones & Zeros”.


E que novos temas!
Ao 6.º disco, Joana Corker, Ricardo Jerónimo e Henrique Toscano constroem um álbum assumidamente conceptual onde exploram, sem medos, novas temáticas e novas sonoridades.
A distopia, a inteligência artificial e a alienação são o ponto de partida de um disco que, como o código binário que o inspirou, é também ele feito de contrastes, de sombras e de clarões, revelando um novo capítulo da banda que contabiliza já 12 anos de trabalho profícuo.
No novo longa duração, a banda de Coimbra, sem perder a essência pop, faz co-habitar audazes guitarras distorcidas, caixas de ritmos dançantes, sintetizadores de calor analógico, bateria e baixo pujantes, assim como letras urgentes cantadas com tons a condizer. As histórias essas, carregadinhas da ironia – agora mais acutilante – a que os Birds habituaram, são as de personagens presas entre mundos, divididas nas suas vontades, cujos percursos levam a uma reflexão sobre os equilíbrios possíveis na relação com a tecnologia.


Em suma, “Ones & Zeros” são 10 canções – mais uma faixa bónus exclusiva para quem não dispensa o formato físico – em que experimentamos, hoje e agora, o futuro visto pelos Birds Are Indie onde o forte e o delicado, o intenso e o harmónico, o real e o virtual, o rock e o pop, se relacionam livremente e abrem mil e uma possibilidades. Principalmente no que é e será a produção artística deste trio irrequieto.


A nova intensidade e pulsação dos Birds are Indie, bem diferentes dos tons garridos, leves e minimalistas a que nos habituaram nos primeiros álbuns, é hoje editada em CD e em vinil (prensado em 3 cores – preto, branco e amarelo translúcido – cada uma em 101 unidades numeradas), e chega também às plataformas digitais com o selo da Lux Records.


LETRA + MÚSICA + PRODUÇÃO
Birds Are Indie (Ricardo Jerónimo, Joana Corker, Henrique Toscano)


RICARDO JERÓNIMO
Voz, Guitarra Eléctrica, Baixo


JOANA CORKER
Voz, Teclado, Sintetizador


HENRIQUE TOSCANO
Bateria, Guitarra Eléctrica, Coros


GRAVAÇÃO
Henrique Toscano / João Silva
no Bluehouse Studio


MISTURA + MASTERIZAÇÃO
João Rui
no Bluehouse Studio


ARTWORK + DESIGN
Joana Corker

Cultoras #15 (2ª Temporada) – Paullete Labibe Bueras

Eduardo Branco – Vou Ficar (2023) (single) ID

Eduardo Branco – Vou Ficar (2023) (single) 


Eduardo Branco partilhou no dia 30/06/23 o novo single, “Vou Ficar”. Já se pode escutar nas mais diversas plataformas (Spotify, Deezer, Apple Music, Tidal).




“Vou Ficar”, nas palavras de Eduardo Branco “é uma música melancólica de reflexão de uma relação que correu mal, em que a personagem principal se questiona de forma figurativa a pessoa com quem estava sobre o porquê de essa pessoa ter deixado tudo para trás. Ao aperceber-se que o sentido de culpa era bastante carregado e que as saudades apertavam decide ficar!”


Ficha técnica
Letra e Música: Eduardo Branco
Voz e Guitarras: Eduardo Branco
Percussão e Bateria: João Santiago
Teclas e Piano: Jorge Marinheiro
Baixo: Miguel Duarte
Gravação e Mix: Submarine sound studios
Foto: Bruno Lé Photography




www.instagram.com/eduardobrancomusic/
www.youtube.com/c/EduardoBrancomusic
Eduardo Branco | Spotify


Eduardo Branco descreve a sua sonoridade como uma tentativa de “misturar o mainstream do pop com a força e intensidade do blues e rock”. 
Caracteriza-se como sendo um estilo Pop/Rock moderno, mas com traços do Pop/Rock dos anos 80 e 90. Pegando e várias influências desde Eric Clapton a Rui Veloso, e BB King a John Mayer. O meu estilo também apresenta características de Soul e R&B, presentes em alguns temas ao longo do álbum”.