“Canções Concretas e Outras Histórias” é o quarto disco do Lisboa String Trio, editado a 21 de Abril de 2023.
Na inquieta continuação da exploração de uma linguagem que foi definindo e criou raizes, agora com formação renovada, o Lisboa String Trio preparou um novo repertório e um novo disco para 2023.
Da formação anterior, mantém-se dois músicos, José Peixoto (guitarra) e Carlos Barreto (contrabaixo). E a estes juntam-se o músico catalão Marc Planells (alaúdes, sitar e permissões) e, como convidada, Sofia Vitória (voz), na sequência de gratificantes colaborações anteriores com outras vozes (Cristina Branco, Maria Berasarte e Ricardo Ribeiro).
A sonoridade do grupo ganha novas matizes, explora novas direções, mantém a “localização cultural” e, sem perder de vista a matriz instrumental que caracteriza a sua musica, para alem das canções, conta com a capacidade de Sofia Vitória poder usar a voz como se de um instrumento se tratasse, graças ao seu background ligado ao jazz.
Este novo passo contempla 11 temas, dos quais seis canções assinadas por José Peixoto são baseadas em inédita “poesia aberta” do autor João Monge, rompendo com o processo mais habitual de “música-letra”. Esta construção, uma novidade nunca ensaiada na relação criativa destes dois autores, permite formas musicais mais “abertas” e mais abstratas o que os aproxima profundamente da própria tais e identidade do Lisboa String Trio.
Constam ainda do alinhamento temas de Carlos Barreto, Sofia Vitória e Marc Planells.
Novos e inexplorados territórios se abrem para acolher o novo futuro deste original grupo.
Terra Livre – Decomposed (2023) (álbum)
Terra Livre – Decomposed (2023) (álbum)
Seeds, Roots, Flowers & Fruits: DECOMPOSED
No espirito de criação e partilha, os Terra Livre convidaram produtores de vários estilos para fazerem uma homenagem ao seu album de estreia, “Seeds, Roots, Flowers & Fruits”. Aquilo que foi um marco na sua carreira e sonoridade ganha assim uma nova vida, num album eclético com 13 músicas de estilos variados desde o Dub ao Downtempo. Cada produtor escolheu livremente a música que quiz “decompor”, assim criou-se um espaço onde a mesma musica pode-se tornar em várias novas, bem como onde um produtor pode pegar em mais que uma canção para tornar sua. O album foi lançado no passado dia 19 de Abril e está disponível em exclusivo no site Bandcamp dos artistas (terralivre.bandcamp.com ), uma plataforma que distribui as vendas de forma clara e transparente, directamente aos artistas sem mais intermediários, antes de entrar nas plataformas de streaming mais populares. A própria arte visual do album, criada por Alex Louza, foi uma “decomposição” do album original, uma pintura por Sara Baga. Fica assim em modo de fecho de ciclo este novo album, resultante da decomposição do album de estreia, e que abre novos caminhos e horizontes para a banda.
Em “Seeds, Roots, Flowers & Fruits: Decomposed” participam Dublessing, Magupi, Dedy Dread, Tempura the Purple boy, Ha Kwai, Beat Laden, Kota Alex, Dominik Borde, Cano Guru, Natty Fred, The Rebel e Chico Norris.
Pedro Teixeira – Unquestioned (2023) (single)
Pedro Teixeira – Unquestioned (2023) (single)
Unquestioned, é uma música que contém um discurso entre vários argumentos.
Um dos argumentos ou melodia presente na música é o argumento principal, daí o título “Unquestioned”. Porque é aceite como verdade perante os restantes argumentos. A inspiração para esta dinâmica entre as melodias surgiu devido à minha curiosidade pelas personagens dos filmes do Woody Allen.
Pedro Teixeira é um jovem compositor português que tem publicado o seu trabalho de forma independente nas principais plataformas de streaming. O seu single “Unquestioned” foi recentemente destaque no programa Olhar a Lua da Antena 2.
O projecto “My Deer Watson” nasceu em Agosto de 2016, no parque de campismo do festival Vilar de Mouros. Após uma reunião motivada pela pandemia, o quarteto portuense gravou o seu primeiro álbum, “Alice”, em 2022, na Arda Recorders. “Alice” é uma coletânea de histórias e experiências de jovens universitários a iniciarem a sua transição para a fase adulta. Com o nome baseado nas obras de Lewis Carroll, é realizado um paralelismo com os sentimentos de Alice quando confrontada com uma nova realidade à qual não considera pertencer.
O primeiro single deste álbum, “Left Turns”, fala sobre a forma como somos inevitavelmente moldados pela dor e pelas partidas que a vida nos prega.
Inês Apenas (feat. Malva) – Tensa (2023) (single) (ID)
Inês Apenas (feat. Malva) – Tensa (2023) (single) (ID)
INÊS APENAS lança ‘Tensa’, o primeiro single do próximo EP de originais.
Novo tema antecipa a edição de “Leve(mente)”, o segundo trabalho de originais da artista A artista INÊS APENAS edita ‘Tensa’, o primeiro avanço do próximo EP de originais. Em parceria com Malva – cantora e rapper da dupla redoma – ‘Tensa’ é uma canção leve e descontraída, que surgiu da necessidade urgente de relaxar e de “ser abanada” para alcançar esse estado de espírito.
“Existe uma dicotomia engraçada na canção pela temática de estar ‘tensa” mas a melodia e harmonias nos levarem numa viagem tranquila e calma, a dançar ao som das coisas boas que a vida nos dá”, revela INÊS APENAS, que viu em Malva a pessoa indicada para esta “entrada grátis num spa auditivo”. Para a cantora e rapper Malva, a colaboração chegou na altura certa. “Quando a INÊS APENAS me mandou este refrão, eu estava a precisar de levar um abanão da vida ou de alguém para me sentir mais leve e o tema fez todo o sentido. Acabámos por criar os versos juntas e descobrimos a leveza que estávamos à procura”, afirma Malva. A produção de ‘Tensa’ ficou a cargo de Joana Rodrigues – a outra metade da dupla portuense redoma.
Com este primeiro single, INÊS APENAS trilha o caminho para “Leve(mente)”, o novo EP com lançamento a 5 de maio. Neste trabalho de originais – que inclui ‘Fim do Mundo’, o tema que defendeu no Festival da Canção – a cantora, compositora e pianista leiriense marca uma posição firme no Pop português e apresenta um EP visual, em que cada música habita um espaço, uma cor e um aspeto distinto, através de visualizers únicos.
“Hoje em dia tudo muda a cada segundo e vivemos num imediatismo constante. Quando escrevi estas canções libertei muita energia, dor apaziguada e um desejo por dias mais leves, felizes e cheios de ritmo: para dançarmos ao som da vida”, declara INÊS APENAS. Além de ‘Tensa’, a artista lança nas próximas quartas-feiras dois novos singles: ‘Shhinfrim’ (26/04) e a faixa-título ‘Leve(mente)’, em parceria com LEFT. (03/05).
O concerto de apresentação do novo EP de INÊS APENAS está marcado para 13 de maio, no espaço Musicbox (Lisboa), com banda e convidados especiais.
SOBRE INÊS APENAS Pianista, cantora e compositora, INÊS APENAS nasceu em Paris e reside em Leiria desde os 3 anos de idade. Começou a sua formação musical no Orfeão de Leiria e, mais tarde, licenciou-se em Piano Clássico na ESMAE, no Porto. Em 2019, integra a equipa de Surma no Festival da Canção como backing vocal e alcançam o 5º lugar na final. Depois desta participação, começa a descobrir-se como compositora e intérprete e, em 2021, lança ‘Tu Fazes Tão’, o primeiro tema como INÊS APENAS. Em 2022, edita o EP de estreia, “um dia destes”, que conta com mais de 100 mil streams nas plataformas digitais. No verão do mesmo ano, junta-se ao coletivo AVALANCHE, NED FLANGER e Tom Maciel e cria o tema ‘Batata Frita’, que figurou no top semanal da Antena 3 e outras rádios nacionais. Colabora no álbum “Moods”, da cantora Aurea, assinando a coautoria do tema ‘Vou Tirar um Break’. Atualmente, prepara a edição de “Leve(mente)”, o segundo trabalho de originais composto por 6 faixas, com lançamento a 5 de maio. Entre temas a solo e colaborações com Malva, SOLUNA e LEFT., o novo EP “Leve(mente)” promete declarar INÊS APENAS como o novo nome do panorama Pop português.
Bela Noia – Para Que Voltar (2023) (single)
Bela Noia – Para Que Voltar (2023) (single) ID
A Bela Noia existe… e é vossa.
Após mostrar a sua habilidade lírica e a sua capacidade de contar histórias em projetos anteriores, o artista multidisciplinar Pedro Vieira aventura-se por um outro caminho que o leva a refletir, procurando uma solução para uma realidade que o inquieta. Tentando reinventar-se, acaba por explorar uma nova linguagem, criando assim uma série de canções que amotinam os alicerces da música pop e inquietam quem as ouve, pelo constante salto ao rock e folk, sem largar a mão do noise e do prog rock. A Bela Noia surge quase que por vontade própria, como uma necessidade de espelhar o lado não explicativo e menos racional do processo criativo de Pedro Vieira.
A Bela Noia cresce e amadurece com colaboração do músico e produtor viseense Gonçalo Alegre que acompanhou todo o processo desde o início, criando os arranjos para as canções e produzindo o primeiro disco de Bela Noia. A banda fica completa com Miguel Rodrigues, que assume as baterias e percussões do projeto, e Leonardo Outeiro, que interpreta os temas na guitarra, baixo ou teclado.
“Para quê voltar” assinala o avanço do disco de estreia de Bela Noia. Num single com fortes influências de música rock, folk e tradicional, edifica-se um hino à nostalgia, incitando uma reflexão sobre o conceito de memória. O sujeito poético grita por atenção e ajuda, procurando responder às suas dúvidas e apelando, sobretudo, à esperança, num misto de emoções que constituem esta viagem. Se recordar é viver e faz parte do que somos, então para quê querer voltar?
“Para quê voltar” é o quarto capítulo do disco Os Miúdos estão Bem, com lançamento marcado para este ano. O álbum exprime uma fase algo conturbada na vida do autor, que expõe os seus medos e turbulências emocionais. A Bela Noia procura, sobretudo, respostas para uma fase de emancipação e transição. A mudança é algo assustador e ao procurar uma resposta acaba por perceber-se que a falta dela é uma possibilidade… e está tudo bem!
A componente visual que acompanha o tema é realizada e filmada por Pedro Vieira e Leonardo Outeiro e editado por Pedro Vieira criando uma estética intima, caseira e pessoal sem grandes artifícios e recursos.
Beak Scenatrio antecipam EP de estreia com “Coastal Breeze”.
“Coastal Breeze”, o single de avanço do EP de estreia dos Beak Scenatrio, acaba de ser lançado hoje em todas as plataformas digitais. A base da faixa é orientada pelo groove e construída a partir de um caldeirão de influências que variam entre o rock, soul, jazz e a world music, enquanto as linhas funky de guitarra elétrica adicionam um toque melódico ao dreamscape psicodélico que complementa o som único do trio Lisboeta.
O EP de estreia da banda, “Follow Your Nose”, será editado no dia 7 de abril e estará disponível exclusivamente para download digital na página Bandcamp da banda e no site da Yoyobel Records antes de chegar a todas as plataformas digitais em Maio.
No verão de 2022, os três músicos experientes e versáteis juntaram-se com o objetivo de misturar o amor partilhado pelas boas vibrações da dubfunkadelia e o rock instrumental com a improvisação do jazz e blues num som único. O resultado é um EP de cinco faixas gravadas em dois dias nos Canoa Studios em Torres Vedras. Desafiando a categorização, o grupo oferece uma experiência musical expansiva, cativante e dinâmica que não o deixará indiferente!
“Follow Your Nose” EP
Lista de faixas: 1 Three Ghosts in the Rune 2 Mysteriosa 3 The Gull, the Whale and the Gale 4 Coastal Breeze 5 Slither and Strut
Produzido por Abel Beja Gravado, Misturado e Masterizado por Nelson Canoa nos Canoa Studios, Torres Vedras
BIOGRAFIA Beak Scenatrio é um trio instrumental de Lisboa, formado por Abel Beja na guitarra, João Sousa na bateria e Pedro Pinto no contrabaixo. A base da banda é orientada pelo groove e construída a partir de um caldeirão de influências que inclui o dub, rock, soul, funk jazz e world music, enquanto linhas ecléticas de guitarra eléctrica adicionam um toque melódico de psicodelia que completa o som único do grupo.
Matilde Fachada – Senso De Vida (2023) (single)
Matilde Fachada edita “Senso de Vida” . MIC – Música Independente de Coimbra de 2022
Matilde Fachada edita “Senso de Vida” No passado dia 23 de Março, Matilde Fachada editou Senso de Vida, tema produzido no âmbito do projeto MIC | Música Independente de Coimbra. Senso de Vida fala-nos de uma felicidade imensa que nos leva a dançar e a cantar, perto de um sentimento de euforia, que segundo a autora “devíamos procurar todos os dias da nossa vida”. É uma música simples, só tem voz, acompanhada à guitarra. O projecto MIC | Música Independente de Coimbra, da produtora Blue House, pretende descobrir novos talentos da região de Coimbra. A iniciativa procura apoiar a criação e a promoção da música emergente, ao incentivar a profissionalização dos artistas selecionados. Os projetos escolhidos integram a programação do ‘Café Curto’, um ciclo de concertos que acontece todas as terças-feiras, no Café Concerto do Convento São Francisco. Para além da apresentação ao vivo, os novos artistas têm, ainda, direito a uma sessão fotográfica e a oportunidade de gravar um tema original no estúdio da Blue House e de produzir o respetivo videoclipe com a realização do fotógrafo e videógrafo Tiago Cerveira.
Café Curto & MIC | Música Independente de Coimbra O ciclo ‘Café Curto’ convida o público a sentar-se à mesa com a música, todas as terças-feiras, às 19H30, no Café Concerto Coimbra do Convento São Francisco. Esta programação tem a curadoria da Blue House e o apoio da Câmara Municipal de Coimbra. Desde outubro de 2020 até ao final de 2022, servimos mais de 70 showcases de 30 minutos, mantendo a aposta em jovens artistas e projetos emergentes, providenciando-lhes um espaço onde podem mostrar o seu trabalho à cidade. Na última sessão de cada mês, o ‘Café Duplo’ proporciona um espetáculo de 60 minutos, fruto de um processo de sinergias e cocriação, em que dois artistas, — um local e um nacional — apresentam os seus temas separadamente, mas juntando-se em palco para duas músicas conjuntas, desenvolvidas em residência prévia, no estúdio da Blue House.
O ‘Café Curto’ integra, ainda, uma vertente de formação artística e profissional, com a convocatória ‘MIC | Música Independente de Coimbra’, em que os/as artistas selecionados/as têm a oportunidade de apresentar o seu trabalho no Café-Concerto do Convento São Francisco.
Quem é Matilde Fachada? Matilde Fachada tem apenas 21 anos e assume que não é música, nem cantora, e que pouco percebe de música. No entanto, tem por hábito (e prazer) pisar o palco enquanto atriz e, atrás das cortinas, criar som e canções para os espetáculos onde participa. No teatro, costuma dizer as palavras de outras pessoas e, agora, propõe-se a cantar as suas, resultado de um processo experimental em que tenta juntar e brincar com as duas formas de arte que se entrecruzam na sua vida.
Mema. – De Cabeça (2023) (single) ID
“De Cabeça” é o último single que antecipa o primeiro longa-duração de MEMA., “LeveEscuro”, com data de lançamento já na próxima semana, a 21 de abril de 2023.
Este single é uma canção assumidamente pop e electrónica, mas ainda assim despida de preconceitos de género musical, notórios nas suas pesadas guitarras eléctricas e apontamentos de RnB. Em “De Cabeça”, MEMA. canta (com alguma ironia) sobre o seu espírito impulsivo, ansioso, mas também destemido.
“É sobre atirarmo-nos a tudo de cabeça, cometer várias vezes o mesmo erro e mesmo assim parecer não aprender a lição.” refere a artista.
O lançamento do single é acompanhado por um videoclip realizado por Luís Água, artista que também participou de algumas das canções que fazem parte de “LeveEscuro”.
Henrique – Down Again (2023) (álbum)
Biografia do Henrique:
Henrique é um artista pop independente com o sonho de alcançar sucesso internacional. Natural do distrito de Coimbra, desde pequeno explorou as mais diversas áreas artísticas como forma de expressão, tanto nas artes plásticas como nas artes performativas. Consciente de que a escrita é a sua melhor ferramenta para comunicar e compreender as suas emoções, começou a compor e produzir temas originais que tem vindo a lançar nas plataformas digitais. Além de cantor e compositor, é ator e bailarino, com formação em teatro musical. Um dos seus grandes objetivos é poder representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção.
Mary Ann – Wake Up (2023) (single)
Mary Ann – Wake Up (2023) (single)
Mary Ann’s new alternative/indie single “Wake Up Call” is a thought-provoking release from the rising singer/songwriter
About The Release Mary Ann is excited to announce the release of her newest alternative single, “Wake Up Call.” This powerful track showcases Mary Ann’s incredible vocals and message-heavy lyricism, laid seamlessly on top of a guitar and drum- driven production. The song delivers nostalgic rock elements while infusing a modern alternative/indie style, making it a perfect blend of old and new.
“Wake Up Call” is a song about taking responsibility for your actions and making a change for the better. Mary Ann’s lyrics are powerful and thought-provoking, encouraging listeners to take a step back and evaluate their lives. The song is an anthem for those who are ready to listen and reflect.
The production of the song provides the perfect backdrop for Mary Ann’s powerful vocals. The guitar riffs are nostalgic and reminiscent of classic rock, while the synths provide a modern and alternative feel. The production is expertly crafted, making the song a standout in the alternative genre.
The release of “Wake Up Call” is a pivotal moment for Mary Ann, as it marks a new chapter in her career. The song is a reflection of her growth as an artist and a message to her fans that she is not afraid to take risks and push boundaries. Mary Ann’s fans can expect more powerful and thought-provoking music in the future, as she continues to evolve as an artist. “Wake Up Call” will be released on February 27 on all digital streaming platforms.
About Mary Ann Mary Ann is a talented rising singer/songwriter from Porto, Portugal. Music has been in her life since a very young age. Throughout her career, she has had several bands, including the progressive-metal band Sollar. With Sollar, she released a 10-track album in 2019 and was featured on various websites, blogs, and magazines worldwide. She was also recognized as the face of Porto Hard Rock on International Women’s Day.
After completing her studies in marketing, Mary Ann decided to pursue her passion for music by studying at the music conservatory. She studied musical theater and took courses on singing and voice technique, becoming a professional singer. During the COVID pandemic, Mary Ann became a vocal teacher at the same music conservatory where she studied, and began working on solo songs with producer friend Mike More.
Mary Ann’s biggest influences include Amy Winehouse, Lana del Rey, Maria Brink, Billie Eilish, Puscifer, and Florence + the Machine. She is determined to leave her legacy and pass meaningful messages through her music.
Mary Ann’s passion for music and drive to inspire others make her an artist to watch in the alternative and indie music scene.