L – Blues – A Preto E Branco (2023) (single)

Os L-Blues editam o seu quarto disco intitulado euphemismo.
“Chegamos a 2022 convictos que as coisas positivas que conseguimos nos dois últimos anos de negativismo, incerteza
e dificuldade só nos fortaleceu e inspirou-nos a compor as novas músicas para este novo disco.
Seguimos a preto e branco nesta vida de dúvidas, pois somos iludidos por reflexos que outrora nos magoaram devido ao nosso instinto de seguirmos em frente. Tornámos a nossa música num eufemismo para as nossas vidas.”

É um disco composto por 6 temas, gravado no estúdio da Mobydick Records com a produção do Budda Guedes, músico
e produtor de bandas como Budda Power Blues, Trio Pagú, Mundo Cão, Budda Power Blues & Maria João, Vitor Bacalhau, etc.
A masterização realizada por Frederico Cristiano no Mastering Sessions.
O Artwork da capa foi da autoria da artista Beatriz Ferraz.
O disco “euphemismo” tem distribuição mundial, em todas as plataformas digitais e em formato físico, com a edição em CD que podem adquirir através das redes sociais da banda, bem como nas principais lojas de discos.

Os L-Blues tem na sua formação:

Ana Neto: Voz
Bruno Lopes: Guitarras
Céu Neiva: Piano, Fender Rhodes, Hammond e Guitarra Elétrica Diogo Silva: Baixo
Jorge Braga: Bateria

Mutu – Terra Dos Cegos (2023) (single) ID

SINGLE “TERRA DE CEGOS”

“Em terra de cegos, quem tem olho é rei” – o provérbio popular que dá nome e corpo a este single dos mutu representa sucintamente a mensagem deste tema: numa sociedade cada vez mais seccionada por classes, o “peixe graúdo come o miúdo”.

O sonho da conquista da liberdade pelo dinheiro leva o “peixe miúdo” pela corrente dos contratos laborais cada vez mais exigentes, tanto a nível de carga horária como mental e/ou física. Apresentamos, hoje, um nível de desgaste pós-laboral sem precedentes, que nos deixa inertes perante todas as outras dimensões da nossa existência: negligenciamos a família, amigos, passatempos e sonhos pela eterna busca do conforto financeiro, que tende a tardar ou a nunca chegar.

Encurralados nas leis do capital, procuramos um pouco de conforto nos nossos mundos virtuais, nos dispositivos, nas compras, nas coisas vazias que nunca nos chegam a preencher.

O personagem do videoclipe “Terra de Cegos” encontra-se neste estado de instr

Luto – Trintas (20239 (single)

“trintas” é o novo single de luto, uma canção sobre a passagem do tempo e os tempos que passam. 3 minutos de nostalgia moderna, pela normalidade da solidão, das cinturas a alargar, do viver sem pensar no fim.

o teledisco foi realizado pelo próprio, uma viagem pela rotoscopia e psicadelismo minimal.

“trintas” antecipa o lançamento do primeiro EP de luto, “pés”, a sair no dia 28 de fevereiro

SPITZ & NOXIN – KANNIBAL (2023) (single)

SPITZ & NOXIN – KANNIBAL (2023) (single)

Os artistas nortenhos, apresentaram uma colaboração que promete marcar o rap tuga em 2023- Kannibal, uma faixa de rap com vibes macabras.

Kannibal é uma música violenta e agressiva que combina os skills de Spitz e Noxin como rappers e conta com uma produção do mesmo. Apresenta caraterísticas dark e expõe uma sonoridade intensa e perturbadora, que mostra a face mais obscura da humanidade.. O instrumental, fruto de uma produção de Noxin, procurou capturar a essência da história e das relações entre os personagens, uma jornada épica conduzida através da tensão e da energia do filme.

Este tema é inspirado no filme “Silêncio dos Inocentes” e no confronto entre os personagens principais, Dr. Hannibal Lecter e a agente especial Clarice Starling. A própria capa do tema, com o design de José Cunha (em anexo)  , consegue passar uma primeira impressão muito clara sobre a essência da música, sendo este destaque visual um elemento importante, que contribui para a experiência do ouvinte. 

O videoclip realizado e editado pelo próprio Noxin, contou com a captura das imagens por Telmo Lopes, a escolha do preto e branco encalça a atmosfera sombria que este transmite, onde todos os efeitos visuais complementam essa tensão. 

Kannibal foi lançada através do seguinte link:

Sobre Spitz e Noxin 

Spitz é uma artista com uma perspetiva única sobre o rap, onde a fusão com o cinema de terror dá vida às suas letras, prova disso é o seu álbum Infâmia. Por outro lado, Noxin cruza o limiar onde o metal e o rap se misturam, e essa influência é evidente nas suas produções. Ele é influenciado pelo mundo da eletrónica e concebe uma atmosfera sci-fi nas músicas, concedendo-lhe uma abordagem única e inovadora no rap português.

 @noxinpt: https://www.instagram.com/noxinpt/ 

@a_spitz_: https://www.instagram.com/a_spitz_

Dannii – Continuo Aqui (2023) (single)

“Depois de dois anos sem lançar canções, Dannii está de regresso com o tema “Continuo Aqui” que diz ser o início de uma história pessoal que precisava de contar. É a primeira de 4 músicas que sairão no decorrer da primeira metade do ano e fará uma tour acústica pelas lojas Fnac para apresentar o EP. A canção saiu dia 10/02 para todas as plataformas digitais e fala sobre amarmos tanto alguém que aceitamos uma relação mesmo sabendo que as coisas não são recíprocas.”

Beatriz Villar – Viragem (2023) (EP)

No dia 18 de Fevereiro de 2023, Beatriz Villar apresentou pela primeira vez o EP Viragem, no Convento São Francisco, em Coimbra. 
A jovem cantora foi convidada para integrar o ciclo “Santos de casa fazem milagres” (II), dedicado a artistas e projetos na área musical originários ou com vincada ligação a Coimbra.

Nele, irá transmitir a sua visão do Fado de Coimbra, onde o papel da mulher ja não é de mera ouvinte. Coimbra, cidade que a inspira, é também ela uma mulher que respira tradição e música. Os que por ela passam, levam-na para a vida. Quem não a ama, não vive. E na busca de mostrar esse encantamento, Beatriz Villar abraçou esta ideia com a juventude, visão, sofisticação e coragem necessárias para levar a cabo um projeto que ambiciona revolucionar o Fado que habita em Coimbra.
Com Diogo Mendes, na Guitarra Portuguesa, João Ferreira na Viola, Daniel Chichorro no Baixo, Ricardo Mingatos na Percurssão, Maria Sá Silva na Harpa e Vânia Couto, Rita Dias, Inês Martins, Mafalda Duarte, no Coro.

Mário Costa – Chromosome (2023) (álbum)

MÁRIO COSTA APRESENTA O NOVO DISCO “CHROMOSOME”


“I love it. The more I Iisten to it, the more I love it. The compositions are very inspiring. No unnecessary notes. Four masters who play with an amazing interaction. Each musician gives what is needed and is handed what he needs, like in an ideal, perfect democracy. I can feelthe pleasure they had playing together. Magic. ” – Enrico Rava (trompetista jazz).

O baterista e compositor Mário Costa está a lançar o novo álbum “Chromosome” que vai ser apresentado ao vivo no dia 24 de Fevereiro, no Festival Antena 2, no Centro Cultural de Belém, seguindo depois para Braga no dia 25 onde vai atuar no espaço Maison 826, e seguirá depois para Paris no dia 26 onde vai apresentar “Chromosome” na Galerie Paul Fort.

 Em 2018, com a edição de Oxy Patina, iniciou uma muito elogiada carreira enquanto líder e compositor, acompanhado por duas figuras incontornáveis do jazz europeu: Benoît Delbecq e Marc Ducret. A estreia em nome próprio, além de inúmeras críticas internacionais, recebeu a classificação máxima pela revista Jazz.pt, que lhe atribuiu os títulos de “melhor disco do ano” e “músico de jazz nacional do ano”. O segundo capítulo desta aventura mais autoral, lançado agora em Fevereiro pela editora Cleanfeed, e com o apoio da Fundação GDA, tem o título de “Chromosome”, numa referência directa à composição de Mário Costa, pensada especificamente para o ADN de cada um dos músicos que agora o acompanha.

É esse sentimento, de temas preparados com o cuidado para permitir a cada elemento a exploração das suas qualidades, que engrandece o brilhantismo de um disco tão cativante quanto inesperado nos seus nove temas. Se lembrarmos que a trompete de Cuong Vu costuma ser escutada em projectos de Bill Frisell, Pat Metheny, David Bowie ou Laurie Anderson, que o contrabaixo de Bruno Chevillon surge amiúde ao lado de Louis Sclavis, Michel Portal ou Daniel Humair, e que o piano de Benoît Delbecq, além dos projectos próprios, tem tocado com gente tão díspar e especial quanto Evan Parker, Mark Turner ou Mary Halvorson, fica-se com uma pálida ideia do encontro que aqui acontece. Mas porque esta música é muito mais do que a soma das partes e porque cada composição funciona como uma passadeira vermelha que Mário Costa estende a cada um dos seus cúmplices, é também muito mais aquilo que, qual milagre, se revela na união destes quatro músicos. E, por isso, tudo fica por dizer. Só a música pode falar pelo deslumbramento e pela explosão de criatividade que se liberta de “Chromosome”.

Cave Story – Sing Something For Us Now (2023) (single)

CAVE STORY
Sing Something for Us Now – novo single

Novo LP ‘Wide Wall, Tree Tall’ com edição prevista a dia 31 Março.

Clica para ver Sing Something For Us Now

“Art is for anyone, it’s just not for everyone”.
A frase é de Jerry Saltz, aclamado crítico de arte do New York Times, mas parece condensar a mensagem do single que marca o regresso dos Cave Story.

E é de arte quando falamos de Sing Something For Us Now, a sólida introdução ao terceiro álbum da banda das Caldas da Rainha – ‘Wide Wall, Tree Tall’ – cuja edição está marcada para Março. Nela, Gonçalo Formiga, Bia Diniz, Ricardo Mendes e Zé Maldito fazem-se personagens da sua própria história e levam-nos numa viagem pela vertigem quotidiana de quem é e quer vingar enquanto artista. Para isso, armam-se do mais refinado humor, de guitarras enérgicas na conta certa, de teclados que não os deixam – nem nos deixam – desistir e, claro, do tom satírico que já lhes reconhecemos.

No novo vídeo, com realização e edição de Zé Maldito, as letras são desenhadas a Bic Cristal. Mas Sing Something For Us Now não é escrita normal. É sim uma declaração ousada onde a expressão das pequenas frustrações, desilusões, expectativas e preconceitos em relação a uma carreira nas artes está ombro a ombro com a celebração da paixão e desejo de criar, apesar de todos os reveses.

Se no disco de estreia “West” (2016) colocaram em dialética as linguagens do rock e da pop num equilíbrio minucioso e em “Punk Academics” (2018) empunharam a cartilha que dá nome ao álbum, em 2023, os Cave Story estão definitivamente apostados em explorar os termos pelos quais definem a sua identidade artística.

Fazem-no dizendo: “cantem connosco, juntem-se às guitarras, abanem a cabeça ligeiramente para a frente e para os lados, sintam-se em casa.”
É isso mesmo que vamos fazer porque os Cave Story estão de volta!
Sing Something For Us Now está disponível nas plataformas digitais.

Nile Valley – Lighter Than Thoughts (2023) (single)

ARTISTA: Nile Valley
TÍTULO: lighter than thoughts
DATA DE LANÇAMENTO: 16 de fevereiro em todas as plataformas digitais (12h no YouTube e Bandcamp, 18h restantes plataformas digitais)

RESUMO: “lighter than thoughts” é o segundo single da banda , e apresenta-se de caráter leve e contemplativo, mas dançante e enérgico. Estão presentes ideias como liberdade, nostalgia e a natureza . É um dia bom, numa paisagem nostálgica daquilo que nos faz sentir bem e nem sabemos muito bem o que é, dentro das inquietações constantes de um mundo que por sua vez parece cada vez menos bom.

BIOGRAFIA: Nile Valley é um trio do Porto, no ativo desde 2022, formado por Teresinha Sarmento (voz, eletrónica), João Pedro Almeida (eletrónica, bateria) e Ricardo Martins (baixo, fx). No mesmo ano, a banda estreia o seu primeiro single “new beginning” e faz as suas primeiras atuações ao vivo.
O projeto tem por base a vontade de explorar sonoridades modernas do nu- soul, nu-jazz e hip-hop, e concretiza-se na composição e produção de um disco de registo muito próprio, num espectro híbrido entre o acústico e o eletrónico.

INFO DO LANÇAMENTO: lighter than thoughts é o segundo single da banda, depois de new beginning, e antecede o disco de estreia “floating lines”, com saída prevista para 9 de Março de 2023.
A gravação e produção foi inteiramente feita pela banda, e a masterização ficou a cargo do Miguel Tenreiro . A capa foi feita pelo João Pedro Almeida e o visualizer pelo Olho de Peixes. O tema estará disponível em todas as plataformas digitais no dia 16 de Fevereiro, e será editado pela Saliva Diva.

Cidadela – Fragmento (2023) (single)

Cidadela lançam primeiro single, “Fragmento”

Banda portuguesa segue estilo rock alternativo e vai lançar o primeiro álbum no final do ano.

Lisboa, 13 de fevereiro de 2023: A banda Cidadela lançou no início deste mês o seu primeiro single, “Fragmento”. O projeto nasceu em 2021 e o single é marcado pela inspiração em diferentes bandas e artistas de rock alternativo.

Assinado a quatro mãos, “Fragmento” é o novo tema do grupo português Cidadela, composto por quatro elementos que tocaram juntos de forma casual nos últimos anos. A composição do single parte da vontade de partilhar palavras, emoções e memórias, refletindo as experiências dos músicos Rui Sequeira na voz e guitarra, Tiago Fernandes no baixo, Rui David na bateria e David Tomás na guitarra.
“Os últimos anos foram tempos de reclusão sobre nós mesmos, com muitas dúvidas sobre o presente, nostalgia pelo passado e ânsia pelo futuro. A música sempre fez parte do nosso dia a dia e na composição de ‘Fragmento’ encontrámos uma forma de dar sentido a todas as questões vividas. É um tema que fala, sobretudo, da espera por algo incerto, da saudade do que ainda nem vivemos e do pesar de podermos nunca chegar a viver”, afirmam os músicos da banda.
Partindo de sons de violino interpretados com as guitarras, o tema destaca uma dimensão dramática conseguida através da conjugação de todos os instrumentos, da voz à percussão, passando pelas cordas e pedais de efeitos.
Estão previstos vários concertos de apresentação do projeto, em datas a anunciar, pelo país. “Fragmento” já está disponível em todas as plataformas digitais e fará parte do álbum de estreia da banda, a lançar no final do ano.

Spotify:https://open.spotify.com/album/7q2qxTqWxh7MtHOlWowbMk?si=_YLEOP5KT5uU-4 3YcsAROA&nd=1

Apple Music: https://music.apple.com/us/album/fragmento-single/1667811661 YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=gi6Tme9WW68

Bandcamp: https://cidadela.bandcamp.com/track/fragmento

Re Imaginar Banda Monte Cara (2022) (EP)

Re Imaginar Banda Monte Cara (2022) (EP)

A semente da cultura africana em Portugal

Re Imaginar Banda Monte Cara (2022) (EP)

A semente da cultura africana em Portugal.

Em 1976, o lendário Bana abre as portas do clube Monte Cara, o primeiro espaço cultural africano em Portugal. Monte Cara foi ainda uma editora, que à época lançou incríveis discos cabo-verdianos, e produtora responsável por levar a Lisboa artistas como Celina Pereira, Cesária Évora, Fantcha, Paulino Vieira e Tito Paris. Com o espírito da época e as possibilidades infinitas do século XXI, renasce uma banda com a mais pura alma cabo-verdiana e inigualável swing. Um jazz-funaná com veia pop, pronto para as pistas de dança e reluzente nos registos históricos da nova lusofonia.

Em 1976, Bana inaugura em Lisboa o primeiro espaço dedicado à cultura de Cabo Verde, na Rua do Sol ao Rato, a que deu o nome de um monumento natural da ilha de São Vicente: Monte Cara

Monte Caratornou-se no primeiro espaço cultural africano em Portugal: um ponto de encontro, um clube cocturno; uma escola e laboratório musical, onde cantores e instrumentistas tinham a oportunidade de aperfeiçoar o seu talento; uma editora responsável pelo lançamento de alguns dos melhores discos da música de Cabo Verde

Foi um espaço de reencontro para os músicos que chegavam a Lisboa com o desejo de apresentarem o melhor das sonoridades e tradições das suas ilhas, assumindo um papel indelével na popularização da cultura dos países africanos de língua oficial portuguesa. Acolheu, ainda jovens, vários músicos e cantores das ilhas – nomes hoje consagrados como Armando Tito, Celina Pereira, Cesária Évora, Fantcha, Paulino Vieira, Tito Paris, Toy Vieira, entre muitos outros.

Leonel Almeidana voz, Zé António na guitarra, Toy Paris na bateria e Manuel Paris no baixo fazem agora renascer a mítica banda Monte Cara– que tanto prazer deu a quem dançava e aa escutava nessas noites dos anos 70 e 80.

O EP tem novas versões de temas emblemáticos, com a produção musical de TitoParis e que conta ainda com a participação especial de Toy Vieira nos teclados.

T3D Bunny (feat. Marian Yanchyk) – N1C3 L34P (2023) (single)

T3d Bunny e Marian Yanchyk dedicam tema a Mariupol – Ucrânia
“O artista tem responsabilidade moral naquilo que cria” – é o mote de “T3d Bunny”, entidade artística que surgiu em 2020 sob o formato de A.R.G.

Foi a 24 de Fevereiro que o impensável se materializou no romper da madrugada entre clarões vermelhos e nuvens de enxofre a vir de terra – Mariupol, entre outras cidades ucranianas, foram das primeiras imagens da desumanidade dantesca, um cenário impensável a um mundo chamado civilizado, que chegou no clarim da manhã a todas as capitais europeias.

Passado um ano, “T3d Bunny” convidou Marian Yanchyk, violinista Ucraniano, com residência atual em Lisboa, para juntos honrarem não só Mariupol, como todas as vítimas da guerra, opressão, censura, preconceito, fanatismo e violência, que todos os dias nos surgem em todos os espaços noticiosos.

“N!C3 L34P” (Nice Leap) é a faixa produzida pelo “T3d Bunny” com a participação muito especial do violinista, Marian Yanchyk, tornando o seu instrumento como a voz principal da peça.

Segundo os dois artistas, o tema não aufere de letra, pois consideram o mesmo, “como reminiscências da língua universal, antes do homem ter o desaire de Babel e as tribos se dividirem”.

Assim deixam que a melodia e a voz arqueada do violino se tornem oradores principais desta homenagem, e sejam o grito rouco pela paz e pela liberdade de um povo que tem sido abafado por bombas, mísseis, explosões e tiros de metralhadora, numa assinatura temporal infernal…
“Que o mar que banha Mariupol, se expresse com uma raiva de amor, que mesmo na tempestade mais violenta apresenta maior humanidade que o agressor, pois de manhã presenteia as praias com a candura das brancas espumas, filhas da tempestade da véspera”