Novo Single da Y.azz: LATE NIGHT, em colaboração com YANAGUI
“Depois de ter feito as pazes com o desgosto amoroso e o peso do passado, dei-me espaço a mim própria para refletir o presente na música e assumi um lado que até agora tinha sido impossível – fazer música por diversão, com vontade de espelhar a minha personalidade exatamente como a sinto em cada momento. Acho que com a Drip marquei um ponto de viragem para re-afirmar-me e está cada vez mais presente.Late Night foi escrita num impulso, antes de ter muita certeza de qual seria a minha caminhada artística depois de ter lançado o EP e inicialmente não foi pensada como um single mas sim como uma introdução para um concerto – que acabou por ser a conclusão espiritual desse processo. Acho sempre engraçado como a arte é tão sincera quando reflito sobre onde estava quando comecei a escrever. É uma música que é sarcástica, divertida e ao mesmo tempo muito séria sobre como tudo se reduz sempre a uma coisa – amor. Eu que sempre tive tantas reticências relativamente a escrever sobre o assunto vi-me numa posição de ter assumido o conceito por inteiro (de corpo e alma) e quando acabei escrevi uma música quase em crítica disso. Mas eu vivo sempre na contradição e não é assim tão surpreendente.”
A colaboração com o YANAGUI foi assumida porque esta música é um balanço perfeito entre a sonoridade do produtor e a lírica da artista, que considera que esta foi uma música muito deles e por isso faz sentido apresentar como uma colaboração.
Y.azz – Late Night (2023) (single)
Evacigana – Anáguas (2023) (single)
SINGLE “ANÁGUAS”
Anáguas não demoram sem demónios. O primeiro single de Fiasco dobra algas cegas, numa bruma colorida onde guitarras cintilantes são conduzidas num pulsar contínuo e, num jogo de espaços permanente, as duas vozes guiam as melodias a um auge de euforia caleidoscópica.
BIOGRAFIA
Nascidos em 2018, os EVACIGANA praticam uma entusiasmante e colorida mistura de rock alternativo, pop e post-hardcore efervescente (como aquele que se fazia na viragem do milénio), cheia de ganchos orelhudos, riffs em zig-zag e fortes contrastes sonoros. A banda lisboeta conta, até agora, com EVACIGANA, demo auto intitulada lançada em 2019 e produzida pelos próprios e Fortuna, o primeiro EP, produzido e misturado por Nuno Monteiro (Monday, Memória de Peixe, Filho da Mãe), e editado em 2020, que os levou a actuar em salas como Bang Venue, Texas Bar, Side B e SHE, em festivais como o Emergente e lhes garantiu lugar na compilação Novos Talentos Fnac 2021.
https://www.facebook.com/evaciganamusica/
https://www.instagram.com/evaciganamusica/
https://evacigana.bandcamp.com/
https://open.spotify.com/artist/5F4jwmBaorol71jC2zwIXm
Voz Unbound – Kate Smith (entrevista)
Kate Smith visitou o estúdio da Radio Olisipo, para apresentar a sua performance que envolve canto, eletrónica e audiovisual.
Voz Unbound – Kate Smith
Concerto Performativo, Electrónica e audiovisual
11 Fev. Sáb. 20h
Sala Estúdio A, Largo Residências – Quartel do Largo do Cabeço de Bola
M/3
1h30 (aproximadamente)
Bilhetes
theembodiedvoice
€8 – Admissão
€16 Bilhete Fã – incluí admissão e o download digital do EP Songs From the Body, incluindo as canções Seeds, e Lullabies – Triptych
€25 Bilhete Apoiante – incluí admissão e o download digital do EP Songs From the Body, incluindo as canções Seeds, e Lullabies – Triptych e também um poster assinado
- https://www.tickettailor.com/events/katesmith/833249#
Sinopse
Uma experiência visceral, íntima, imersiva – de voz – como nunca vivenciaste…
A compositora e vocalista Kate Smith apresenta uma noite de música nova com foco na voz, movimento e eletrónica, partindo do seu novo EP Songs From the Body.
Frequentemente distribuída pelxs diversxs cantorxs e através de movimentações pelo espaço, a música cria um ambiente espacial-o-sónico onde a voz palpita, salta, transfere-se e funde-se em convergências invulgares. Fluindo entre a melodia e texturas sónicas, dançando entre canção e paisagem, estas peças musicais transpõem a linha entre a música, dança, e o teatro, e frequentemente desafiando as nossas expectativas.
Ficha técnica e artística
Compositora e vocalista: Kate Smith
Apoio: Circular Vozes https://www.facebook.com/circular.vozes
Música electrónica: Filipe Sousa
Composição visual: Luciano B Cieza
Produção musical: Dave Ridley
Produção do evento: Golden Blue Promotions / Produção musical: Dave Ridley Parceria: Largo Residências
Cantores(as):
Aida Rose www.facebook.com/aida.rosa.395
Aixa Figini www.facebook.com/aixa.figini
Camila Masiso www.facebook.com/Masiso
Elena La Conte www.facebook.com/elena.laconte
Filipe Sousa www.facebook.com/filipe.santos.sousa
João Castelo Branco www.facebook.com/joao.castelobranco.14 Josina Côrte-Real Filipe www.facebook.com/josina.corterealfilipe Lioba Grunow www.facebook.com/Lioba.Grunow
Miguel la Feria/www.facebook.com/macaquinho69 Sara Afonso www.facebook.com/sara.marques.961
BIOS
Kate Smith
Kate Smith é uma artista que não se encaixa numa categoria particular. Ela é uma cantora e performer fascinante, versátil e capaz de improvisar, produtora e empreendedora, líder e colaboradora – uma viajante entre culturas e formas de arte. A sua prática centra-se na procura por conexões entre pessoas e disciplinas. Essa missão levou-a, entre outras coisas, a filmar documentários nos campos de óleo Chineses, a liderar coros com foco em saúde mental, e atuar em teatro de rua em zonas rurais da Croácia.
Actualmente baseada entre Londres e Lisboa, a Kate tem uma paixão pela transformação, através da criação musical, da nossa relação com o nosso corpo; pela facilitação de composição musical colectiva – para corpos e vozes em movimento. Ela criou The Embodied Voice, uma prática que combina voz, movimento, consciencialização plena e improvisação.
Como Diretora do THAT! Ensemble, a Kate criou peças de voz e movimento para o Barbican, TATE, Charterhouse, entre outros. Enquanto facilitadora e educadora, ela
lecionou workshops para clientes incluindo a Guildhall, Harvard University, AAU University, Barbican, BBC e CREATE.
Kate Smith lançou vários álbuns de improvisação vocal incluindo Source (Wellspring Collective, 2022), Songs of Humanity (Anthropos, 2022), and Remembering (2021). Anteriormente recebeu comissões de criação da Whitechapel Gallery, Eugénio de Almeida Foundation Art and Culture Center, and Isodea Festival; as Songs from the Body serão o seu primeiro lançamento a solo.
www.KateSmithMusic.com / @katesmithmusic www.TheEmbodiedVoice.net / @theembodiedvoice
Ningue Ningue – No Paço E No Terreiro (2023) (álbum)
“No Paço e no Terreiro” é o segundo disco do projeto Ningue Ningue (César Prata e Maria Isabel Mendonça) sobre música de compositores anónimos, temas tradicionais e textos dos séculos XIII, XVI e XVII, D. Dinis, Afonso X e Pêro Garcia.
O novo disco versa sobre a composição, a adaptação e o arranjo de músicas e textos dos séculos XIII a XVII, pressupondo a confluência entre a música de tradição oral e os círculos de composição musical erudita. Sustenta este argumento o facto da música em línguas romance ter circulado na Península Ibérica e ter sido livremente transformada e adaptada a diversas circunstâncias, como rituais litúrgicos, teatros, festas e círculos aristocráticos. Estas premissas e o ambiente sonoro conferido pelos instrumentos selecionados levaram ao lançamento deste “No Paço e no Terreiro”.
Cinema: “Ennio, O Maestro” (2021) – Entrevista com Giuseppe Tornatore (Risi Films)
“Ennio, o Maestro” (2021)
Realizador: Giuseppe Tornatore
Estreia em Portugal: 02/02/23
Risi Films
https://risifilm.pt
Género: documentário
Trata-se de um retrato documental do maestro Ennio Morricone, o compositor de bandas sonoras de cinema mais popular e prolífico do século XX. Ganhou dois prémios Óscar e realizou mias de 500 partituras.
O documentário apresenta este compositor, através de uma entrevista de Tornatore e depoimentos de outros realizadores e músicos, como Bernardo Bertolucci, Marco Bellocchio, Dario Argento, Quentin Tarantino, Wong Dar Vai, Bruse Springsteen, John Williams, Hans Zimmer, entre outros.
Esta película apresenta fragmentos, gravações e excertos de filmes famosos, assim como revela alguns mistérios por detrás da extraordinária criação musical do maestro.
Tracklist:
Ennio Morricone – Meglio Stasera (Vocals: Miranda Martino) (1964)
Ennio Morricone – Città Viva (1980)
sinopse
Ennio é um retrato profundo de Ennio Morricone, o compositor de filmes mais popular e prolífico do século XX, o mais amado pelo público internacional, duas vezes vencedor do Oscar e autor de mais de quinhentas partituras inesquecíveis.
O documentário, exibido no 78o Festival de Veneza, apresenta-nos o compositor e maestro através de uma longa entrevista conduzida por Tornatore e depoimentos de realizadores e músicos, incluindo alguns bem conhecidos do grande público como Bernardo Bertolucci, Marco Bellocchio, Dario Argento, Quentin Tarantino, Wong Kar Wai (um dos produtores e distribuidor do filme), Bruce Springsteen, John Williams ou Hans Zimmer. A esta longa lista de admiradores e colaboradores, juntam-se fragmentos da vida privada de Morricone, gravações dos espectáculos, excertos dos filmes e imagens inéditas dos arquivos pessoais. Embora seja impossível circunscrever o génio superlativo e revolucionário de Ennio Morricone em duas horas e meia, este belo tributo ao “Il Maestro” consegue revelar parte do mistério por detrás da sua extraordinária criatividade. Tal como a sua paixão pelo xadrez, que talvez tenha uma ligação misteriosa com a sua música. E, também, a verdadeira origem de algumas das suas intuições musicais, como acontece com o grito do coiote que sugere o tema de O bom, o mau e o vilão, ou as palmas rítmicas das mãos em algumas latas pelos grevistas na cabeça a uma procissão de protesto pelas ruas de Roma que o inspirou com o belo tema de Afirma Pereira. Uma aptidão única e inventiva, confirmada pelo seu constante amor pela música absoluta, e a sua vocação para a experimentação persistente.
Youtube link:
https://www.youtube.com/watch?v=L5Shs9O2u5o
O Gajo – Tarântula (2023) (single)
O Gajo – Tarântual (2023) (single)
O GAJO
Aqui fica o novo videoclipe da música “Tarântula” retirada do novo disco “Não Lugar” que estará disponível a 24 de Março.
Leonor Baldaque – Few Dates Of Love (2023) (single)
Leonor Baldaque – Few Dates Of Love (2023) (ID)
Leonor Baldaque dá início a sua aventura musical. Celebrizada pelo seu trabalho de atriz, e com dois romances já publicados em França, a sua estreia como cantautora acontece com o single “Few Dates of Love”. Esta canção-poema, a primeira a ser revelada do trabalho musical de Leonor Baldaque, introduz-nos a um universo de sonhos, sentimentos e vivências da artista, um mundo que será completamente conhecido no último semestre do ano com a edição do disco de estreia. Este primeiro longa-duração, que pode ser visto como uma declaração de amor à poesia e à vida, é composto por uma dezena de extraordinárias canções em inglês, que revelam uma lindíssima voz, servida do poder interpretativo da atriz, a dar vida a melodias que abraçam de forma perfeita os seus poemas. A poesia está no âmago da vontade de Leonor Baldaque de fazer música. “Few Dates of Love” (ver letra completa aqui), é uma composição íntima, sobre deixar-se apaixonar e permear pela beleza envolvente de um verão, num registo delicado, que nos transporta de imediato para o universo que a artista criou com o seu videoclipe, realizado e editado pela própria.. 2023 será um ano preenchido para Leonor Baldaque; apresenta a nova faceta, a de cantautora, de uma artista plena, com uma carreira e uma vida nascida e mergulhada nas artes. As gravações do disco têm estado a decorrer no estúdio Arda Recorders, no Porto. Ainda este ano o segundo romance de Leonor Baldaque, “Piero Solitude”, será traduzido para português e editado pela Quetzal em data a anunciar em breve.
Conheça Leonor Baldaque:
Leonor Baldaque nasceu no Porto, instalou-se em Paris há mais de vinte anos, tendo também vivido em Roma.
Foi protagonista de vários filmes de Manoel de Oliveira, desde os seus 19 anos. Foi nomeada em 2003 uma das Shooting Stars europeias pela European Film Promotion e recebeu o prémio de Melhor Actriz da Fundação GDA pela participação em “A Religiosa Portuguesa”, do cineasta Eugène Green, em 2009.
Como escritora, escreve em língua francesa, e publicou em Janeiro de 2012 na prestigiada editora Gallimard o seu romance de estreia Vita (La Vie Légère), na sua célebre coleção branca. Em 2020, a prestigiada e exclusiva editora Verdier, publicou o seu segundo romance Piero Solitude. A caminho, está a publicação do seu terceiro romance.
Mário Costa – Chromosome (2023) (single)
Mário Costa, baterista e compositor, apresenta o single “Chromosome”, o primeiro tema a ser desvendado do novo álbum com o mesmo título, a ser lançado no mês de Fevereiro pela editora portuguesa CleanFeed (considerada Editora do Ano 2022 pelo jornal The New York City Jazz Record). Mário Costa faz-se acompanhar de músicos de excelência no seu novo trabalho: Cuong Vu, trompetista de jazz vietnamita-americano que tocou com David Bowie, Laurie Anderson, Pat Metheny Group, entre outros; e os conceituados músicos franceses: Benoît Delbecq no piano e sintetizadores, e Bruno Chevillon no contrabaixo. O músico é uma das grandes referências do jazz contemporâneo nacional e da bateria em particular, e construiu um notável percurso ao longo dos últimos anos. Tornou-se também um caso sério de sucesso no jazz internacional, atuando ao lado de músicos lendários como Michel Portal, Wynton Marsalis e Joachim Kühn, e pertencendo a formações tais como o quinteto da revelação do jazz europeu, Emile Parisien, ou o quarteto do saxofonista britânico Andy Sheppard. Em Fevereiro Mário Costa irá apresentar o novo álbum e tem já agendados alguns concertos de apresentação:
24 de Fevereiro – Centro Cultural de Belém, Lisboa
25 de Fevereiro – Maison 826, Braga
26 de Fevereiro Galerie Paul Fort, Paris
https://mariocosta.bandcamp.com/
Moon In Motion – Petroleum (2023) (álbum)
Janeiro 2023
Os MOON(in)MOTION são um duo português que combina a música eletrónica com instrumentos, sons e ambientes mais característicos da música de cinema.
‘Petroleum’ é o segundo LP (Long Play) da banda que já havia lançado em 2011 ‘the silent room’.
O álbum composto por 8 temas, convida a um percurso pelo meio de sonoridades eletrónicas intercaladas por instrumentos de orquestra, violinos e violoncelos aludindo a atmosferas cinematográficas ou à categoria bandas sonoras.
‘Petroleum’ conta ainda com a participações de Márcio Alfama (NO!ON, Dead Men Talking; Vanished Into Nowhere) no tema ‘Beautiful Monster’, Martha Rocha (Invicta Big Band, Sensual Theme Show) no tema ‘Mirror Heart’ e Hugo Moreira (Unfolded Vision, Y?, In Solitude) nos destinos da bateria em ‘Ignition’ e ‘Petroleum’.
O álbum está disponível em todas as plataformas digitais
Slimmy – How Long Can A Fool Go Wrong (featuring Nuno Norte) (2023) (single)
Slimmy – How Long Can A Fool Go Wrong (featuring Nuno Norte) (2023) (single)
Slimmy está a apresentar o mais recente single a ser retirado do álbum “Close Enough to be Seen, Far Enough Away to be Safe”: o novo tema conta com a participação de Nuno Norte.
“How Long can a Fool go Wrong” foi gravado e produzido durante a pandemia com o produtor Mike More, segundo Slimmy o tema fala de “por quanto mais tempo continuaremos a ser loucos ao tentar alcançar os nossos próprios sonhos e não os que nos impingem, seguindo o nosso caminho e não o que nos tentam dizer que é melhor, lutando para sermos nós próprios até ao fim.”
Conta com a participação do carismático e poderoso Nuno Norte, não só amigo de há mais de 25 anos, mas também uma das primeiras influências de Slimmy, com a sua banda Parkinson, que revolucionou o rock na cidade do Porto para toda a geração que cresceu nos anos 90.
Slimmy tem atuado pelo país a apresentar o 5º disco de originais depois de completar 20 anos de carreira. O título do novo álbum foi inspirado numa passagem do livro “Hollywood” de Charles Bukowski, em especial num momento em Venice Beach em que o escritor descreve as ondas do mar dessa forma: close enough to be seen, far enough away to be safe. Slimmy adoptou esta frase como uma analogia à sua vida, o “estar presente e visível, mas longe de tudo e (quase) todos”.
AGENDA:
24 FEVEREIRO | MAFRA
27 MAIO | PORTO
14 JULHO | ANGRA DO HEROÍSMO
DISCOGRAFIA:
2007 – Beatsound Loverboy
2008 – Slimmy Unplugged
2010 – Be Someone Else
2013 – Freestyle Heart
2016 – Left in the dust EP
2017 – beatsound loverboy remastered + B sides
2019 – I’m not crazy, I’m in Love
2021 – 20 Years, The Best (Of) is Yet To Come
2022 – Close Enough to be Seen, Far Enough Away to be Safe
Búfalo Sentado – Revolução (2023) (single)
Búfalo Sentado – Revolução (2023) (single)
O Búfalo Sentado é uma criatura mutante, especiaria sonora de raiz indecifrável.
Um coletivo humanimal que faz da música abrigo e rebelião. O Búfalo Sentado tem vindo a forjar uma sonoridade muito particular, enchendo de vida temas que sobressaem pela sua originalidade. A música é um fermentado de World, Folk, Afro, Rock, temperado com uma mão cheia de poesia abstrata, orgânica, à procura de sentidos. O som é orgânico, biológico, respira na vibração fundamental, a que permite plantar as sementes da imaginação e incitar a revolta do espírito.
Ao longo do tempo, vários músicos vieram a dar corpo, suor, alma e coração para que esta criatura de grande porte continuasse sentada, seguindo caminho. Fundado inicialmente por Miguel Soares, que ancorou um coletivo que se foi desdobrando em várias formações, o Búfalo Sentado tem tido uma vida irregular que se avizinha mais estável com a edição do primeiro disco – Folklore Terrestre. Depois de uns anos a cozinhar o repertório em diversos palcos, com formações distintas (duo, trio, quarteto, sexteto), o coletivo decidiu assumir o projeto de forma definitiva com a gravação do primeiro disco.
O disco foi sustentado por um núcleo de 6 músicos e um conjunto de 5 convidados: Miguel Soares – guitarra acústica, voz e composição / Daniel Neto – guitarras elétricas / Xico Santos – baixo elétrico e contrabaixo / Diogo Andrade – bateria / David Menezes – percussões / Carolina Varela – vozes / Eva Parmenter – concertina / Braima Galissa – kora / Li Cheong – guqin, bansuri / Francisco Andrade – saxofone tenor.
Bem haja
Miguel Soares
April Marmara – Who Know Where The Love Goes (2023) (single)
April Marmara – Who Know Where The Love Goes (2023) (single)
April Marmara – Who Know Where The Love Goes (2023) (single)
Beatriz Diniz, conhecida como a cantora e compositora April Marmara, apresenta o seu novo single “Who Knows Where the Love Goes” em antecipação a um novo disco de longa-duração com edição a 14 de abril de 2023 pelo selo da nova Lay Down Recordings.
“Who Knows Where the Love Goes” é a primeira canção a ser relevada do segundo disco de April Marmara, um single de música folk que nos transporta de imediato para um universo de inquieta quietude.
A canção abre-nos à ambiguidade de uma artista que observa, de forma atenta, a passagem do tempo, mas que de forma alguma se senta passivamente à sua margem, sem interagir com ele.
Tendo um cariz quase cinematográfico a música de April Marmara, este single não poderia deixar de ser acompanhado por um etéreo videoclipe, com uma fotografia e cenografia bastante impactantes. O vídeo foi realizado por Martim Braz Teixeira.
O seu segundo e futuro LP, “Still Life”, será lançado pela Lay Down Recordings e é um mergulho profundo no isolamento, na solidão, na qualidade das relações humanas e, acima de tudo, na relação de alguém com a natureza e seu próprio lugar neste mundo. É um avanço definitivo em relação ao trabalho de estreia de April Marmara, “New Home” (2018), tanto espiritual quanto artisticamente.
“Who Knows Where the Love Goes” já está disponível em todas as plataformas.
April Marmara é o solitário projeto folk cantado e composto pela Beatriz Diniz, artista lisboeta. Com uma invulgar serenidade nos dedos e na pose, e com um registo vocal cuidado e arrepiante, April Marmara apresenta-nos as suas negras canções de amor.
São canções sem espinhas ou gorduras desnecessárias que ora lembram as noites de vendaval vistas pela janela do quarto, ora lembram os passeios ao sabor da brisa das pálidas manhãs de outono. Imagens e mais imagens, que Beatriz Diniz canta sem qualquer pudor. Uma coragem fora de série, que é friamente catapultada para os ouvidos de quem ouve, e reconhece a nostalgia, a solidão e a universalidade de quem escreve canções folk assim. Sim, tudo isto é folk, e é como folk deve ser, solitário, bem cantado, e que podia não ter língua nem terra.
Who Knows Where The Love Goes
In a town far from the city, a couple met!
But their love was forbidden!
As their age grew older, their love grew with them too “
But soon they asked them selves!
‘where does this love goes?’
Well who knows where the love goes?
Who knows where the love goes?
Shortly the woman cried each night as the man
Would never write her back!
And soon she found another loving man!
After fifty years her husband died of age
And their children kept her safe!
It was then she heard a call saying
Well who knows where the love goes?
Who knows where the love goes?