Carmen Souza – Interconnectedness (2023) (álbum + entrevista)

A Radio Olisipo entrevista Carmen Souza e publica a entrevista no dia em que sai o seu último álbum “Interconnectedness” em Portugal.
Boa escuta!

Interconnectedness is the name of Carmen Souza’s 10th album. Interconnectedness is about humanity and the way we are all Interconnected. The pandemic challenged and questioned values, morals, humanity, and everything is still so uncertain and vulnerable, this music exposes exactly that vulnerability. Interconnectedness was recorded and produced by Carmen Souza and Theo Pascal between Lisbon and London with different formations, morphing into another chapter of this duo musical partnership. “As with every album that we have made throughout all these years, the music always evolves to other perspectives and meanings as it is performed in the many stages of the world, so I look forward to seeing what this music has in store and to accompanying its evolution.”

Rogério Godinho – SOS Planet (2023) (single)

Música “SOS Planet”
alerta para os desafios ambientais.

No dia 20 de Janeiro, será lançado “SOS Planet” em todas as plataformas digitais, o segundo single do novo Álbum de originais de Rogério Godinho, “We Change”.

Num disco cantado em inglês, o músico e “ex-engenheiro” do ambiente considerou que deveria contribuir com a sua arte para alertar as pessoas para a urgência que existe em que se tomem decisões efectivas para travar a iminente destruição da Terra. Uma abordagem errada na gestão dos recursos naturais, assim como a poluição, nas suas mais diversas formas, têm conduzido a alterações climáticas que, consequentemente, geram desequilíbrios difíceis de travar.
 
Não tendo sido antes, o momento de agir é AGORA!

Já é possível fazer a pré-compra do CD físico e digital, no site oficial do músico, para não ter de esperar pelo lançamento do próximo single nas plataformas digitais. 

Ficha técnica de SOS Planet:
Música: Rogério Godinho
Letra: Sam Azura
Arranjo: Rogério Godinho, Francisco Sales
Produção Musical: Francisco Sales
Piano, voz: Rogério Godinho
Guitarra Elétrica: Francisco Sales
Mistura e Masterização: Mo Hausler

Imagem original da capa: Jorge de Sá
Design Gráfico: Rogério Godinho, Crisálida Agency, Tiago Alves
Sponsor: Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores
 
All rights reserved 2023 © Rogério Godinho 

Bio
Rogério Godinho é um artista multifacetado – pianista, cantor e compositor, cuja formação passou pela Universidade de Évora, Lemmensinstituut (Bélgica) e no Hot Club de Portugal, que tem na fotografia, nas filmagens e na poesia outras manifestações do seu universo artístico, como criador. O seu passado como engenheiro do ambiente

Nos seus trabalhos e espectáculos procura sempre que haja uma forte ligação entre a mensagem e a música, servindo um conceito e uma estética que vai definindo. 
 
O seu novo álbum “We Change”, que começou a ser divulgado a 9 de Dezembro de 2022, com o single “Reset”, surge da necessidade que sentiu em ter a sua mensagem entendida para além da Língua Portuguesa, quebrando fronteiras numa arte em que, na realidade, estas não devem existir. Este disco é a prova que não devem, também, existir limites na criação, dado que cada pessoa tem em si muitas “outras personalidades” e facetas, devendo manifestá-las quando assim lhe fizer sentido. 

Em 2015, editou o seu primeiro trabalho discográfico – “ETERNO REGRESSO”, num estilo distinto, também com música original por si composta e uma narrativa subjacente, em que transpareciam algumas das suas influências: o Fado, o Jazz e a Música Popular Brasileira (MPB), com muitos elementos clássicos também presentes. Tratou-se de um conceito maioritariamente intimista, onde a palavra, a imagem e a música são indissociáveis.

Em 2017 editou uma música que compôs em homenagem a Bernardo Sassetti, artista que muito admirava, a que chamou “Para Sassetti”.

Mais recentemente, editou a sua composição “Évora, Cidade do Mundo”, que fez parte do documentário do realizador Jorge de Sá, dedicado à distinção de Évora como cidade Património Mundial, por parte da UNESCO.

A ligação da sua música à obra de Fernando Pessoa tem despertado interesse junto da “comunidade pessoana”, nomeadamente, através da Casa Fernando Pessoa, onde já actuou por diversas vezes.

A partir da edição do seu primeiro disco, “Eterno Regresso”, teve a oportunidade de ver o seu trabalho apresentado nomeadamente na Antena 1, RTP, Rádio Amália, Rádio Nacional Española e Rádio Clásica, ambas pertencentes à rTVE, de Espanha.

One Time Child – Bitten Lips (2022) (single)

One Time Child – Bitten Lips (2022) (single)

Miguel Oliveira – guitar, vocals
Rui Silva – guitars
Hugo Pereira – drums
Rodolfo Cardoso – guitars, bass, drums
Darina Lokhvytska – bass
Maria Oliveira – style, make-up, visual design
Dresses THE SOURCE by Maria Oliveira
Sergio Carmona – video production
Beatriz Lachowski – model
Gonçalo Espinola – model

Produced, recorded, mixed and mastered by Rodolfo Cardoso
Location – Metier Boutique Hotel Porto by Convo hotels
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Blunder – KI__YOU (2023) (EP)

BLUNDER, o jovem músico português que tem começado a fazer barulho na cena Pop Punk/ Alt Rock, acaba de lançar o seu EP de estreia KI__YOU.

O disco é composto por 4 faixas únicas produzidas por Rykord, contando ainda com a participação de um dos mais notáveis produtores e guitarristas portugueses, FRANKIEONTHEGUITAR, no single “Survive”.

Em KI__YOU, BLUNDER explora temas como o desgosto amoroso, conflito entre necessidades emocionais e indisponibilidade emocional, e a procura de validação externa, que se traduzem em vozes sentidas, acompanhadas por guitarras e baixos pesados, baterias energéticas e até instrumentos de orquestra. O projeto combina influencias de punk, rock, pop e trap, resultando numa sonoridade marcada por familiaridade e experimentalismo.

O nome do EP joga com as palavras KISS e KILL, referenciando a ambiguidade associada aos sentimentos fortes que vêm com a paixão, que muitas vezes podem coexistir e alternar entre prazer e dor.

O design da capa ficou a cargo de Flávio Ferreira.

O EP está disponível em todas as plataformas.

Metamito – Transmutação (2022) (single + Entrevista)

Metamito – Transmutação (2022) (single + Entrevista)

Metamito prepara-se para editar o seu primeiro disco, homónimo. Lança o novo videoclip “Transmutação” e anuncia as primeiras datas de apresentação: 21 de Janeiro no Centro Cultural Malaposta em Lisboa, 16 de Fevereiro no Mais Hábitos no Porto e 28 de Abril na Sala 6 no Barreiro.

SINGLE “TRANSMUTAÇÃO”

Metamito apresenta o terceiro single do seu álbum de estreia. “Transmutação” é uma música colorida que passeia entre o neo-folk e o psych-pop. Fala sobre mudar e aceitar a mudança, sobre como explorar novos horizontes pode ser uma forma de chegar mais próximo de si mesmo. Instrumentalmente, guitarra clássica e voz abrem o tema dando eventualmente lugar a synths cremosos e batidas rústicas e experimentais.

O single é acompanhado de um vídeo de animação, realizado pelo próprio, com recurso a tecnologia de inteligência artificial. Uma abordagem experimental e fresca a uma ferramenta fascinante que permitiu o artista criar um universo visual surrealista a par do mundo sonoro que nos traz “Transmutação”. Isto foi conseguido através da geração de cerca de 50 000 imagens que se moldam ao longo do tempo, criando uma ilusão de continuidade.

BIOGRAFIA METAMITO

Metamito é um projeto musical que visa diluir a fronteira entre o sonho e a realidade. Fruto da imaginação de António Miguel, músico multi-instrumentista e produtor da zona de Sintra, tem vindo a ser descrito por alguns como um dos mais inovadores e promissores projetos do panorama musical português.

É um projeto totalmente independente, desde a criação até à distribuição, o que se reflecte na sua expressão musical autêntica e livre. Com uma sonoridade “dreamy” e “neo-psicadélica”, aborda temas como o mito, a mística, o amor, a verdade e a vida mas o seu som é diversificado e em constante mutação por isso é difícil de o fechar numa caixa. Existem travos de dream pop, rock psicadélico e world music, entre muitos outros.

Em 2019 lançou independentemente o seu primeiro EP Reflexo. Em 2020 saiu “Pandora”, single de pop alternativo, mais sintetizado e dançável do que os seus registos anteriores.

Inspira-se em artistas como Tash Sultana, Noiserv, FKJ ou binkbeats para apresentar as suas músicas em formato “one man band”, tocando diversos instrumentos, com uma Loopstation como “cérebro” do espetáculo. O seu maior recurso é a guitarra e a voz mas recorre também a sintetizadores e efeitos variados. Todas as camadas são criadas no momento e cada concerto é sempre diferente do anterior, havendo bastante espaço para improvisação e viagem.

Já pisou vários palcos em Portugal e Espanha. Em 2020 foi o vencedor do concurso Music Unlock by SBSR, tendo assegurado a sua presença no cartaz da edição seguinte do Festival Super Bock Super Rock.

Cavalo 55 – Hi’s&Lo’s (2022)(single)

Cavalo55 is delighted to finally announce his debut single ‘Hi’s&Lo’s’ which arrives off the back of an extremely productive last couple of years in which he has played extensively with various bands around Portugal (his current home base), recorded and released a handful of live sessions (leading to his first radio plays), serving as an early showcase for his forthcoming debut EP set for release early next year, and work extensively on his first set of songs under his own moniker. The sweepingly beautiful ‘Hi’s&Lo’s’ is one of them, and an early indicator of what an incredibly special EP it will be, once it arrives.

Cavalo55 is the musical project of very well-travelled Simone Carugati, a multi- instrumentalist, folk singer-songwriter. Since his first encounter with a guitar at 8 years old, he went on study guitar and music theory from age 12 and eventually started playing electric guitar in early 2000, becoming pretty much his sole focus for almost the entirety of his teen years. It was around this time that he also got into bass, slide guitar, banjos, and every string-based instrument. Growing up in Northern Italy, Cavalo55 didn’t have much to do apart from learning how to play the guitar and dreaming that he was somewhere in America.

Not only because of the Great Italian Diaspora, which had shaped both Italian and American culture in so many reciprocal ways, but mostly because by the 1990s American cinema had overflowed into the living rooms of families all around the globe, thus becoming the fabric of wonder for so many kids and teenagers: «The American city seems to have stepped straight out of the movies, » wrote the French philosopher Jean Baudrillard. «To grasp its secret, you… should begin with the screen and move outwards to the city. » And as his fingerpicking gradually synced up to some of the Coen Brothers or Paul Thomas Anderson’s film scores, Cavalo55 marveled at the vast landscapes he himself was able to call forth with his music.

After playing in a few bands and studying at a film school, he quickly realized he’d never settle to be an armchair wanderer, so he started saving some money working as a sound technician on many reality shows (the Italian version of the Apprentice and some other talent shows), as well as more fulfilling documentaries and short films. As soon as he got a chance, he left Italy and traveled to Australia, Indonesia, Scotland, and the United States, where he mingled with anarchists and jammed with New Orleans’ music- loving crust punks. During those days of busking and train-hopping, he dug deep into the great legacy of old-time folk guitar music, absorbing the Delta blues of Robert Johnson, Blind Willie Johnson’s slide guitar, and picking up the Appalachian banjo. One day he found himself in the deep redwood forests of Humboldt County, California, wondering if he had finally jumped out of the screen.

His travels thus far soon becoming something that continuous to inspire him, with the constant state of flux and tales they bring informing so much of his songwriting, now manifesting itself for the first time on ‘Hi’s&Lo’s’. As he explains, recounting one trip in particular, and how it went on to provide the inspiration for the track: “I wrote this song on the way back from France to Portugal. There’s this little place called Santo Tomé, close to Madrid, very dry, desert like hills, highways, and nothing else”.

A place which he manages to sonically depict on the track and its accompanying video. With evocative widescreen imagery here setting the tone for a breathtaking song that addresses the literal meaning of life’s highs and lows, seen through the lens of his own personal experience, and hinting at the possibility that there is always another side to the story, one that is left open to ponder as we all navigate the peaks and troughs of our lives and actions. Cavalo55 goes on to explain: “it’s about opposing forces that want us to keep some things unchanged, forever unspoiled, and at the same time our need to go forward. And it’s about being happy, and being sad, and then being ok, and then in the end, it being all good”.

Interweaving his travels, his touring musical career took off on the blues circuit in northern Italy and Switzerland. Later joining Filippo Dallinferno (now guitarist in LA band Crazy Town) on his first solo album and eventual tour, whilst on his Australia and

Scotland trips he joined bands such as The Spinning Blowfish and then Holy Locust upon his arrival in America.

Since decamping to Portugal, (because “the ticket to Lisbon was the cheapest”, he adds), he has been creating and collaborating in the Lisbon music scene, playing solo and regularly with artists such as Marinho, as her current guitarist, Time for T, and Monday, all of which are label mates, and The Lemon Lovers in bars, clubs, and venues the country over.

He has also played with the Grammy winner Paulo Novaes, joining him on tour recently, and Latin Grammy nominated artist Rubel, contributing guitars to their track ‘Paz Interior’. With Paulo he also played on the track ‘Casca do Ovo’. He has also shared the stage with Tiago Nacarato and Janeiro as well as playing and recording with Marta Miranda, from the band Oquestrada. In addition he has recently played live with Leo Middea, rapidly rising Brazilian artist Ana Vilela, Mbye Ebrima, Carapaus Orkestra, Afrobeatz and Lilocox among others.

With all of these collaborations further bolstering his reputation and songwriting, now the right moment has presented itself for him to create and release the first songs under his own name and his first coherent work as he looks to shape his musical identity as a solo artist.

Mainly self-produced and in large part self-recorded at his home studio with a few tools and with additional production coming from Hugo Valverde and Tiago Saga (Time for T), it was mastered by Philip Shaw Bova (Marlon Williams, Bahamas, Andy Shauf) with Catarina Falcão (Monday), Paulo Novaes and Tiago Saga adding backing vocals. ‘Hi’s&Lo’s’ is the kind of gorgeous song you will soon come to expect from Cavalo55. It’s the track he has chosen to emerge with, a perfect gateway to his ‘Late Harvest’ EP which will contain the tracks he has started to perform live for anyone fortunate enough to catch them already, creating moments of true intimacy and rhythms set to shake your body and soul.

Armed with an incredible batch of songs that are already more than ready to see the light of day, Cavalo55 has a continued determination and willingness to make them reach as far and wide as possible and play them as much and to as many people as he can. Hi’s&Lo’s will be released on October 14th, 2022. EP ‘Late Harvest’ will follow early next year, both on Street Mission Records, distributed by [PIAS].

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Pinehouse Concerts Live Session

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Label: dm@streetmissionrecords.net

The Strange Algorithm Series – Demais (2022) (single)

The Strange Algorithm Series – Demais (2022) (single)

Lançamento: 13 Janeiro 2023

“TSAS, straight out of Portugal, with the EDM energy of like 2010-15, like SKRILLEX, KNIFE PARTY kind of thing, but it comes out with a playful energy to it” – BBC Radio 1

The Strange Algorithm Series (ou TSAS abreviado) tem um novo single chamado “Demais”, mostrando que a música electrónica portuguesa não tem que ser aborrecida ou soar a velha/datada. Este single, seguindo um estilo mais house, tem a energia certa para fazer as pistas de dança tremerem a partir de 2023.

O tema trata um forte relacionamento amoroso, sem a necessidade de “escolher entre dar e receber”, onde tudo vem de forma natural “em danças nada formais”.
Já foi tocado algumas vezes nas “street raves” (=raves de rua) que TSAS tem feito por diversas cidades a norte do país, tendo recebido um bom feedback por parte do público.

“Demais” sairá a 13 Jan nas lojas digitais e streaming.

António Vale Da Conceição – AT YOUR SERVICE, MA’AM 2 (2022)(EP)

António Vale Da Conceição – AT YOUR SERVICE, MA’AM 2 (2022)(EP)

António veio do Porto para o estudo da Radio Olisipo apresentar o seu EP “AT YOUR SERVICE, MA’AM 2”. Segue o resultado desta boa conversa.

At your service, ma´am 2 (AYSM2) é o nome do EP sequela de António Vale da Conceição com edição marcada para 2 de Dezembro. O produtor e compositor traz-nos a conclusão à sua colecção de músicas At your service, ma´am com 7 temas que prometem manter o calor do Verão pelo Outono e Inverno dentro.

O que soava à banda sonora de um filme policial/ cómico/ romântico revela-se nesta sequela um filme, afinal, mais maduro e espiritual. AYSM2 debruça-se sobre uma paleta de estilos que oscilam entre o pop gingão, o Cha-Cha (50s & 60s) e as vozes de um coro clerical ou tribal. Mas não são só canções. São histórias, montagens áudio (do que parecem ser arquivos de televisão, gravações pessoais, depoimentos policiais…).

António Vale da Conceição já nos tem vindo a habituar a um filtro cinematográfico na sua música e este EP é, sem dúvida, um aprofundamento dessa assinatura ao explorar sentimentos, moods, personagens que vão além do enamorado/a, dos amores perdidos ou achados. AYSM 2 fala-nos de desafiar a monotonia, de confiança, de libertação espiritual, de “olhares largos” como nos diz na canção “Confidance” (Dança da confiança).

Eis o final de AYSM!

BIOGRAFIA ANTÓNIO VALE DA CONCEIÇÃO
António Vale da Conceição é o nome do autor do EP At your service, ma´am. O Produtor e Músico de Macau, integrante da banda Turtle Giant, é agora residente em Portugal e exerce os papéis de compositor de bandas sonoras e produtor de projectos diversos.
Desde 2011 que António Vale da Conceição integra a banda Turtle Giant, o trio de rock de Macau que se veio a internacionalizar em 2009 com o seu o primeiro álbum Feel to Believe, onde temas como “Sunlight” foram usados em séries Norte Americanas como Ghost Whisperer e 90210. De seguida lançam em 2011 o EP All Hidden Places, agora já com Conceição. O EP reclamou espaço no círculo musical Norte Americano, fazendo-se ouvir em estações de Rádio como KEXP e em filmes como 10000 Saints de Ethan Hawke, estreado em 2015 no Sundance Film Festival. Foi também com esse EP que ingressam numa tour Norte Americana onde tocam no SXSW (South by Southwest), em Austin, Texas, no palco da KEXP e no Toronto Music Week.
Ainda em 2015 Turle Giant lançam o seu álbum Many Mansions part 1 com o tema “Georgie” a destacar-se com a integração na série Super Girl da CBS e CW, agora disponível na Netflix, e com o tema “Orange Grape” destacado na série Chicago Fire da NBC.
Conceição é também autor de temas e bandas sonoras para Cinema e Televisão, destacando-se na relação próxima com o realizador António Caetano Faria, assinando a música dos seus filmes RUTZ, O Cravo, INA e, em 2021, A beautiful game – um filme que conta a história de um menino de Macau que aspira jogar no Benfica em Portugal, inspirado pela figura do grande “Pantera Negra”, Eusébio da Silva Ferreira.
Em 2021, António Vale da Conceição lança o seu primeiro álbum de piano Four Hands Piano, disponível no Spotify e qualquer outra plataforma, um conjunto de temas para filmes não utilizados recuperados da gaveta.
É igualmente em 2021 que Conceição realiza e compõe a música para o documentário Beyond the Spreadsheet: The Story of TM1, um documentário que conta a história de vida e contributo tecnológico de Manny Pérez – o génio matemático que criou em 1983 a tecnologia que permitiu ao mundo efectivamente lidar com a complexidade de dados no mundo – A Base de dados Funcional (ou o Excel em esteróides). O documentário foi vencedor do Festival Internacional de Cinema de Anatolia, Turquia 2021 e Selecção Oficial do OFF Berlin e Madrid, e do Portland Film Festival 2021.

Site:
www.antoniovaledaconceicaomusic.com

seBENTA – Cabeça Dura (2022) (single)

Os seBENTA assumem cada vez mais um lugar de excelência no panorama do rock nacional como uma das melhores bandas da atualidade. Com uma qualidade inquestionável, a banda vai evoluindo de álbum para álbum. Estando sempre junto dos seus fãs, a sua história é hoje, maior que ontem, porque acreditar é mais que tudo.

O Inicio… 18 de Maio de 2004! Os seBENTA, iniciam a sua atividade, e lançam um EP em formato digital e com download gratuito, tornando-se um verdadeiro trampolim para o começo da gravação do primeiro álbum… “Bem, Pensando Assim” foi o primeiro single da banda. Retirado do álbum “O Beijo” (2006), estreou na Antena 3 e tornou-serapidamente num sucesso de popularidade de rádio. Dois anos depois, com o tema “Ver Vamos” (2008), retirado do álbum “Efeito Secundário”, lançado no mesmo ano, a banda criou um verdadeiro hino de rádio e televisão. E quem não se lembra de ouvir “Balas de Prata” e “Olhos de Quem”? Temas que foram tantas vezes ouvidos e preferidos dogrande público em séries televisivas de grande audiência.

Em 2012 e 2013, anos em que o mundo podia acabar, os seBENTA fizeram-nos acreditar que o amor tudo pode com “Grita Pelo Nosso Amor” e iniciam uma Tour com mais de 100 espetáculos por todo o país, com concertos marcantes, como foi o caso da sala principal do Cinema São Jorge em Lisboa, durante este ano é lançado o álbum“Coração Parte Um”.

Em 2016 a banda surpreendeu tudo e todos com o álbum Raio-X, reunindo Zé Pedro (Xutos & Pontapés) e o famoso surfista Garrett McNamara no single “VIVE”. Foi um álbum que colocou a banda em lugar de destaque nos escaparates do rock nacional. Seguindo-se uma Tour por clubes e grandes espetáculos por todo o país.

Nos anos de 2017/18 e ainda no rescaldo do álbum “Raio-X” destacam-se dois grandes concertos internacionais, o “Musicfest” no Luxemburgo e o “Grito Rock Praia” na cidade da Praia em Cabo Verde.

2019: os seBENTA assinalaram os 15 anos da banda e proporcionaram um grande concerto no Lisboa ao Vivo (LAV), para uma plateia completamente rendida.

Em 2020/21 os seBENTA assinam contrato com a multinacional Sony Music e lançam o single “Mundo Irreal” que vê a sua estreia na Antena 3, num ano pandémico e com fortes confinamentos, a banda é convidada por Tim (Xutos & Pontapés), a fazer dois espetáculos na “A Casinha” via streaming, tornando-se num sucesso de bilheteira e no mesmo ano, os seBENTA são convidados a fazer a sala principal da Casa da Música (Sala Suggia), com um concerto memorável. Em 2021 os seBENTA lançam novo single “Ao Teu Lado”, e preparam-se para entrar em estúdio, para a gravação do novo álbum “(Maior)idade), que contou com a produção de Samuel Palitos (GNR, Censurados, A Naifa, etc), dos próprios seBENTA, tendo sido misturados alguns temas por Makoto Yagyu (Paus). 2022 A Maior idade dos seBENTA! Os seBENTA editam “(Maior)idade)” em Março e o álbum entrou diretamente para o 14o lugar do Top de Vendas Nacionais

e que apresenta o rock dos seBENTA com o carimbo de qualidade que nos foram acostumando, Na mesma data sai um novo single “Meio Amor”, que rapidamente se alastrou nas rádios nacionais, tendo sido apresentado o álbum a 20 de Maio, num concerto no Village Underground Lisboa, bem como, continuam a apresentar a sua Tour “(Maior)idade” por todo o país!

2022 foi ainda o seguimento da Tour (Maior)idade por todo o país!

2023 será um ano de novos singles e de 19 anos de carreira… A 6 de janeiro os seBENTA lançam “Cabeça Dura”, o último single a ser lançado do último álbum “(Maior)idade”, com apresentação em concerto no Tokyo Lisboa, ainda no decorrer primeiro trimestre do ano, sairá um single inédito, denominado Maré! 2023 terá um novo espetáculo e a continuação da força do rock dos seBENTA, estando a ser preparadas muitas novidades para a Tour que se segue… Os seBENTA com tantas provas dadas continuam a fazer dos seus concertos momentos únicos e imperdíveis! A banda continua a ser contagiada com a energia recebida pelo público tanto nas melhores salas nacionais como fora do país. E de olhos postos no momento presente, a banda promete voltar a surpreender!

Ines Apenas – Um Dia Destes (2022) (single)

https://soundcloud.com/user-376867927/ines-apenas-um-dia-destes-2022-single/s-yGNaIy4pFGy?si=36d9b39908314568ba5f73768b6a91c2&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

A versão acústica de “um dia destes” antecipa a participação de INÊS APENAS no Festival da Canção 2023

A cantora, compositora e pianista INÊS APENAS lança a versão acústica da faixa-título do EP de estreia. A artista nasceu em Paris e reside em Leiria desde os 3 anos de idade. Depois de se formar no Orfeão de Leiria e da licenciatura em Piano Clássico na ESMAE, no Porto, junta-se a Surma, como ‘backing vocal’ na atuação do Festival da Canção 2019.

Em 2022, edita o EP de estreia que contabiliza mais de 80 mil streams nas plataformas digitais. No verão, lança com o coletivo AVALANCHE, NED FLANGER e Tom Maciel, o tema “Batata Frita”, que ocupa semanalmente lugares cimeiros no top A3.30 da Antena 3.

INÊS APENAS prepara-se agora para o Festival da Canção 2023, depois de ter sido escolhida através da livre submissão de temas originais que contou com mais de 650 participações públicas. A canção candidata a representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em Liverpool, será revelada a 19 de janeiro, nos canais oficiais do Festival da Canção da RTP.

O Marta – Fado à Portuguesa (2022) (single)

O MARTA 
MELHOR PROJETO MUSICAL SUPER EMERGENTE

O Marta,  projeto artístico a solo do artista viseense Guilherme Marta, vence o prémio para Melhor Projeto Musical Super Emergente na 4.ª edição do Festival Emergente, do qual fez parte do cartaz.Depois de subir ao palco num Musicbox cheio no passado dia 28 de dezembro em Lisboa, O Marta conquista o principal prémio do Festival Emergente, aquele que dá destaque ao Talento Super Emergente da música nacional, confirmando-o como uma das grandes apostas do amanhã.Recentemente o artista editou o novo e desafiador single, “Fado à Portuguesa”, canção que nos vem colocar em contemplação das nossas raízes, do cancioneiro nacional e da nostalgia associada a ser-se português. Esta canção/provocação conta ainda com um vídeo realizado por Diogo Pontes que já se encontra disponível no canal de YouTube do artista.

Hadessa – Fortuna (2022) (single)

Em dia de reis nasce HADESSA, artista emergente da música portuguesa, que lança o seu single de estreia “Fortuna” em conjunto com um videoclipe oficial realizado por Ana Ladislau e JoannaCorreia. Esta é a sua primeira apresentação ao público e antecipa a edição do seu primeiro trabalho.

HADESSA promete ser a artista-sísmica que vem abalar a cena musical portuguesa em 2023. Com uma estética sumptuosa, a cantora, compositora e multi-instrumentista cria lugares imaginários com música cantada em português e que alia a uma vertente visual carregada de símbolos e referências para deleite dos nossos sentidos.

A cantautora refere: “Fiz um álbum de estreia. As minhas canções anseiam por se mostrarem ao mundo e não me faria sentido mostrar-me a mim, também, a medo. Estreio-me no esplendor que mereço, obstinada a criar um lugar na música que seja meu, à minha imagem.”

O tema “Fortuna” é esta ocupação do lugar que a artista quer criar para si mesma, é a primeira música do álbum de estreia com o mesmo nome, e define-se como prólogo de uma história. Tal como nos clássicos, é uma invocação, não à musa mas à deusa Fortuna, para que conceda os dons, em troca de devoção.
A canção, originalmente inspirada nos spirituals da América do Norte, foi produzida por Momma T, conferindo-lhe uma aura trip hop à qual foi acrescentada uma guitarra portuguesa frenética saída dos dedos de L-Capitan. A decorrência desta mistura é um hino tenso, intenso, sensual e sensorial que encapsula a persona artística de HADESSA e a eleva ao estatuto da diva pop que há muito ansiávamos ver em Portugal.

O vídeo, lançado juntamente com o single-prólogo “Fortuna”, parte de uma ideia original de HADESSA. O ambiente do vídeo é, tal como o nome aponta, opulento e luxuoso, ainda que com um pendor decadente.

“A música tem um simbolismo tão forte que o vídeo não podia também deixar de o ter. Estão presentes referências culturais complexas que me definem enquanto mulher e artista: a alusão ao panteão romano, ao Rosh Hashaná, que aliás é celebrado no início do ano judaico com vinho e romãs, aos rituais do dia de reis, daí a escolha desta data para a estreia. Na concepção dos ambientes, inspirei-me em três quadros de Josefa de Óbidos com temas católicos. Existem várias camadas de leitura”. Para a artista, a reinterpretação da sua herança cultural assim como a apropriação e ressignificação de símbolos e conceitos é ponto de honra na sua estética. 

”Fortuna” é a primeira canção do disco de estreia de HADESSA que será editado, de forma completamente independente, ainda no primeiro semestre de 2023.

Conheça HADESSA:
HADESSA é um novo projeto da música portuguesa. A infância passada a ouvir Fado, a juventude a descobrir as músicas tradicionais e a curiosidade pelas músicas do mundo são audíveis no seu trabalho, que não é alheio às influências blues, jazz, hip-hop, rock, pop. Cada canção é única e reflete uma faceta diferente da artista, que não se enquadra em apenas um género musical. 

A música de HADESSA é o veículo das suas palavras. No princípio é o verbo e a sua mensagem. Os poemas das suas composições abrangem as inquietações e alegrias do coração e da vida, e cada canção é um planeta. Fala-nos de maternidade, sexualidade, precariedade, desigualdade e clandestinidade, mas também de abandono, relações tóxicas e doença mental em intricadas mas tangíveis fábulas. “Escrevo sobre o que conheço, o que vivo, o que observo e o que imagino. Cada capítulo da minha vida tem mil finais alternativos que me levam, na minha imaginação, porém invariavelmente, à destruição. Sinto necessidade de contemplar as possibilidades trágicas da vida para reconhecer a minha existência feliz e pacífica, como se apenas conhecendo a dor profunda, pudesse também conhecer o zénite do prazer”, diz-nos HADESSA.