O Meu Disco É Melhor Que O Teu (2a temporada)EP#9 João Espadinha “Em Terra Alheia Sei Onde Ficar”

Sucessor de “Kill The Boy”, de 2018, “Em Terra Alheia Sei Onde Ficar” traz-nos uma aproximação do autor ao universo das canções, mas sem nunca virar as costas à matriz jazzística que marca o seu percurso artístico.

Encontrar lugares comuns entre diferentes contextos musicais, nomeadamente resgatar o espaço que a canção (ainda) tem no universo do jazz, e o espaço que a improvisação pode ter no universo das canções. Estes são alguns dos desafios a que o compositor e guitarrista se propõe neste novo trabalho.

O resultado final combina eléctrico e acústico, escrito e improvisado, cantado e instrumental, num universo musical onde cada um tem o seu lugar, mesmo em terra alheia.

Venham connosco visitar esta terra, a nova terra de João Espadinha… em mais um… O Meu Disco É Melhor Que O Teu.

Ruca Rebordão Feat Luiz Caracol – Minha Terra (2022) (single)

O terceiro single “Minha Terra” descreve a forma de estar e viver num lugar ideal, livre igualitário, justo. Um texto sempre atual, um sonho que guia a construção do álbum “Mestiço Atlântico” que estará disponível no mercado digital no início de 2023.

“Minha Terra” – letra de José Fialho Gouveia, e conta com a participação especial de Luiz Caracol – composição da música, voz e guitarras.

A produção do tema e do disco é de Ciro Bertini, que também participa como músico convidado em diferentes temas e composições em parceria com Ruca Rebordão.

Singles já editados do álbum “Mestiço Atlântico”
• “Vale Santiago” (2020) com interpretação de Rão Kyao na flauta de bambu, Tony Pinto nas guitarras, Gustavo Roriz no baixo eléctrico, Ciro Bertini no Acordeão, Ivo Costa na bateria e Ruca Rebordão na percussão e voz; (2021) – todos os instrumentos e voz de Ruca Rebordão.

Ficha técnica de “Minha Terra” – Ruca Rebordão
Música – Luiz Caracol
Letra – José Fialho Gouveia
Percussão e co-produção – Ruca Rebordão
Voz, Guitarras, Cavaquinho e Baixo – Luiz Caracol
Flautas – Ciro Bertini
Coros – Luiz Caracol e Ciro Bertini
Produção – Ciro Bertini
Mistura e masterização – Ivo Costa

Gravado nos estúdios: Pimenta Preta, Ruma

Foggy – Hold Tight (feat. JoLy, Gino Soccio Cover)(2022) (single)

Foggy – Hold Tight (feat. JoLy, Gino Soccio Cover)(2022) (single)

“Hold Tight”
Feat. JoLy
https://www.instagram.com/joly.bmore/

Gino Soccio Cover (from 1981)

Video by Contra Campo:
https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=j2gXk0ySFnI&t=96s

Ruca Rebordão – O Dundo (2022) (single)

Percussionista e compositor com mais de 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA. Atualmente vive em Portugal. Iniciou a sua paixão pela percussão ainda em Angola, mas foi já no Brasil que tomou contacto mais aprofundado sobre instrumentos e ritmos brasileiros. Estudou na Escola de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, na Juventude Musical Portuguesa em Lisboa e na Universidade de Sydney na área de World Music.

As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba
são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão – onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, JP Simões, João Gil, Mariza, Sergio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Luiz Caracol, Joana Amendoeira, Ana Laíns, Silvana Peres, Maria João entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Susan Palma-Nidel, Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Leo Travessa, Melissa Meell (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém, Fred Martins, Flávia Bittencourt, Daniela Mercury (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); Karl Seglem (Noruega); entre outros. Membro e/ou fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (banda Pop de grande sucesso em Portugal), N’Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola),
Orquestra Salpicante, D’Alambre, Couple Coffee e Takatum. Em 2011 formou o duo Samadhi com
Rão Kyao e gravaram o álbum de estreia “Pure Light”. Participa igualmente no projecto solo de Rão
Kyao há 18 anos tendo já gravado 8 álbuns do flautista português.

Ruca já gravou mais de 180 álbuns e 8 Dvd ́s ao vivo. Tocou nos melhores teatros e salas de espectáculo de várias capitais mundiais e cidades importantes de cada país. Para além disso, foi professor de vários workshops e master classes para alunos de percussão no Japão e em escolas e conservatórios em Portugal. Foi também o convidado especial no Festival de Percussão e Bateria
no Lavra em 2010.
Mais recentemente tem também desenvolvido projectos que interligam música, dança e teatro,
destacando:
Espande! (2015) no Museu do Papel em Paços de Brandão com direcção de Madalena Victorino;
“Roda Atlântica” (2016) com coreografia de Marta Coutinho; “
Bule-Bule – Novas Danças Tradicionais” (desde 2016 em apresentações várias); Tour na Argentina (2019) no âmbito da troca e mostra cultural com o projecto Bule-Bule e Luiz Caracol em Santa Fé, Rosário,Tostado e Buenos Aires; Espetáculo comunitário “Afluentes” com Marta Silva e Marta Coutinho em Mangualde, Fornos de Algodres, Nelas e Gouveia, 2022; Grupo Takatum, actualmente com três espectáculos em carteira.


Atualmente toca em diferentes projectos musicais (Rão Kyao, Nancy Vieira, Trio Orfeu, Susan
Palma-Nidel, Joana Amendoeira, Silvana Peres, Bule-Bule e Takatum). Lançou em 2020
Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a editar em 2023. Em outubro de 2020 lançou
mais um single de sua autoria “O Dundo”, onde homenageia a sua cidade natal em Angola.

www.rucarebordao.com

Ruca Rebordão – Vale Santiago (2022) (single)

Percussionista e compositor com mais de 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA. Atualmente vive em Portugal. Iniciou a sua paixão pela percussão ainda em Angola, mas foi já no Brasil que tomou contacto mais aprofundado sobre instrumentos e ritmos brasileiros. Estudou na Escola de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, na Juventude Musical Portuguesa em Lisboa e na Universidade de Sydney na área de World Music.
As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba
são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão – onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, JP Simões, João Gil, Mariza, Sergio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Luiz Caracol, Joana Amendoeira, Ana Laíns, Silvana Peres, Maria João entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Susan Palma-Nidel, Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Leo Travessa, Melissa Meell (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém, Fred Martins, Flávia Bittencourt, Daniela Mercury (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); Karl Seglem (Noruega); entre outros. Membro e/ou fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (banda Pop de grande sucesso em Portugal), N’Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola), Orquestra Salpicante, D’Alambre, Couple Coffee e Takatum. Em 2011 formou o duo Samadhi com Rão Kyao e gravaram o álbum de estreia “Pure Light”. Participa igualmente no projecto solo de RãoKyao há 18 anos tendo já gravado 8 álbuns do flautista português.

Ruca já gravou mais de 180 álbuns e 8 Dvd ́s ao vivo. Tocou nos melhores teatros e salas de espectáculo de várias capitais mundiais e cidades importantes de cada país. Para além disso, foi professor de vários workshops e master classes para alunos de percussão no Japão e em escolas e conservatórios em Portugal. Foi também o convidado especial no Festival de Percussão e Bateria
no Lavra em 2010.
Mais recentemente tem também desenvolvido projectos que interligam música, dança e teatro, destacando:
Espande! (2015) no Museu do Papel em Paços de Brandão com direcção de Madalena Victorino; “Roda Atlântica” (2016) com coreografia de Marta Coutinho; “Bule-Bule – Novas Danças
Tradicionais” (desde 2016 em apresentações várias); Tour na Argentina (2019) no âmbito da troca e mostra cultural com o projecto Bule-Bule e Luiz Caracol em Santa Fé, Rosário,Tostado e Buenos Aires; Espetáculo comunitário “Afluentes” com Marta Silva e Marta Coutinho em Mangualde, Fornos de Algodres, Nelas e Gouveia, 2022; Grupo Takatum, actualmente com três espectáculos em carteira.
Atualmente toca em diferentes projectos musicais (Rão Kyao, Nancy Vieira, Trio Orfeu, Susan Palma-Nidel, Joana Amendoeira, Silvana Peres, Bule-Bule e Takatum). Lançou em 2020 Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a editar em 2023. Em outubro de 2020 lançou mais um single de sua autoria “O Dundo”, onde homenageia a sua cidade natal em Angola.

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Gabriel De Rose – Cenas (2022) (single)

https://soundcloud.com/user-376867927/gabriel-de-rose-cenas-2022-single/s-GzTFfhJ3y5m?si=befb8cd11d584a31ab642fecef146e25&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

Depois do lançamento como single de estreia, chega agora o videoclip de “Cenas”, que traz Gabriel De Rose de volta ao ringue de wrestling, uma das paixões do artista. O tema integra a banda sonora da novela “Sangue Oculto”, da SIC, e já ultrapassa os 15 mil streams nas plataformas digitais.

Gabriel De Rose, filho de pais italianos, nasceu na África do Sul e cresceu no Algarve. Com 18 anos, entra na Berklee College of Music, em Boston, onde é premiado com uma bolsa de mérito. Conheceu músicos como Charlie Puth, Meghan Trainor e teve aulas de composição com John Mayer. Mais tarde, continuou os estudos em Londres.

Em 2019, foi finalista e alcançou o 2.º lugar no programa “The Voice Portugal”, conquistando jurados e o público. Em 2022, apresenta “Cenas”, o single de estreia criado em conjunto com LEFT. e Mikkel Solnado. Em janeiro de 2023, apresenta o segundo single, “Ninguém”, que faz parte do EP de estreia, previsto para o próximo ano.

Fabrizio Piepoli – Maresia (2022) (álbum)

Un emozionante viaggio in musica nel terzo disco del compositore pugliese. ‘Maresia’ esplora fado, cultura arbëreshë, tarantella e Mediterraneo.
Il mio canto è sogno e Maresia: il nuovo album di Fabrizio Piepoli.

«In portoghese la parola “Maresia” significa la spuma di mare che si vaporizza nell’aria quando il vento sferza la cresta delle onde. È il sudore del mare che gioca a rincorrersi. È una corsa a braccia spalancate che ha in sé l’incedere terzinato della tarantella e comunica un senso di espansione, di apertura alare, di gioia oceanica. Maresia è l’incessante mescolarsi di lingue, storie, genti del passato, del presente, del futuro. Il mio canto è sogno e maresia».

Più che una presentazione, più che un manifesto programmatico di composizione e ispirazione, le parole di Fabrizio Piepoli sono poesia, percorsi, visioni. Il suo nuovo album Maresia (Zero Nove Nove – Self/Believe) è un itinerario mediterraneo, un progetto in cui emerge definitivamente la sua poliedricità di polistrumentista e compositore, di autore e studioso delle tradizioni musicali del Mediterraneo, e di ammaliante interprete. Dieci brani che rappresentano perfettamente gli orizzonti musicali di Piepoli – noto in particolare per la sua militanza con La Cantiga de la Serena, Raiz e Radicanto, oltre che per le sue numerose collaborazioni – il quale dichiara: «Sono canti di una storia fluida che ogni volta racconta qualcosa di nuovo. Ho raccolto tra le mie mani suoni, parole, gesti e memorie, le ho lanciate in aria e mi sono ricadute addosso, mischiate.

Il mio passato, quello che ancora continua a parlarmi, lo inseguo e si disintegra, si mescola ad altri elementi come voci nelle stradine di un mercato e poi di nuovo riappare, a dirmi cose che ancora non so».
Maresia esplora la musica popolare e d’autore pugliese e del Sud Italia con un’attitudine mediterranea e una minuziosa ricerca del suono, da sempre segni distintivi del musicista barese. La voce di Fabrizio Piepoli è un universo fluido, dallo stile fortemente melismatico. È una voce di tenore leggero capace di toccare i suoni gravi del registro baritonale e di estendersi a quelli acuti di mezzo-soprano. Una vocalità sofisticata che gioca continuamente con la propria identità, col maschile e il femminile, l’Oriente e l’Occidente. La chitarra battente tipica della tradizione del Sud Italia, l’oud arabo, il saz turco, filtrati spesso attraverso effetti e loop machines, sono gli strumenti che accompagnano il canto di Piepoli, il racconto appassionato delle sue radici, per dare vita a un nuovo sound: la TARABTELLA, l’incontro fra tarantella pugliese e il tarab della melodia araba, la gioia della danza e l’estasi dell’ascolto. L’incedere terzinato della tarantella, la reinvenzione di Marisa Sannia e Amalia Rodriguez, il dialogo tra tarantella garganica e fado portoghese, lo studio dei cantori di Carpino e l’amore per gli strumenti tradizionali arabi e turchi, la tradizione arbëreshë e i canti di migrazione: tutto ciò anima e muove un disco prezioso, un cammino di melodie e filigrana.
Le lingue come gli strumenti musicali sono creature permeabili. La necessità del racconto e della narrazione spinge loro a mutare, ad adattarsi, a evolversi. La musica di Piepoli va alla ricerca di questi innesti sonori, indispensabili per esprimere la sua visione personale. Maresia è il simbolo dei destini incrociati di genti, storie, lingue e canti che hanno mosso e fecondato la storia, rendendola ibrida e caleidoscopica. Un passato che transita nel presente e ispira il futuro.

Maresia:

  1. Maresia
  2. Melagranada ruja
  3. Ave Maria fadista
  4. Stella d’ori
  5. Ninna nanna di Carpino 06. Sair
  6. Occhi de monachella 08. Qifti
  7. L’America
  8. Tetuán

Fabrizio Piepoli: voice, chitarra battente, oud, saz, classic guitar, bass, shruti box, dayereh, daff, sajat, moorchang.

Links:
www.fabriziopiepolimusic.com
www.facebook.com/fabriziopiepoliofficial

www.instagram.com/fabriziopiepoliofficial

Recorded, mixed and mastered by Fabrizio Piepoli Additional mixing and mastering by Guglielmo Dimidri Photo: Gabriele Vitale 

Artwork: Giulio Rugge

Distribuzione digitale: Believe
Distribuzione fisica: Self (Italia), Inouïe (Francia), Xango Music (Benelux)

Produced by Zero Nove Nove www.zeronovenove.com www.facebook.com/zeronovenove099 www.instagram.com/zeronovenove

Fleuma – Lena (2022) (single)

Compor temas originais maioritariamente cantados em português foi o mote para a criação do projecto FLEUMA no início de 2020. Todos os temas são compostos em banda pelos três elementos criando assim um som inusitado, sem rótulos e que é moldado por múltiplas influências. Os FLEUMA são compostos pelos músicos Bruno Santos (bateria), Miguel Marafuz (voz e baixo) e Samuel Marques (guitarra e vozes),
Após várias paragens forçadas nos últimos dois anos, a vontade e a determinação de compor motivou a banda a reunir vários temas para se apresentar ao vivo em dois concertos em Maio e Outubro de 2022.
Até ao final do ano estarão a gravar mais três temas que irão acompanhar o single de estreia já lançado – LENA – preparando assim o seu primeiro EP.

Lançamento do single “LENA”
Em 12 Outubro de 2022 a banda lançou oficialmente o seu single de estreia “LENA” que transporta para a música a sua permanente observação do quotidiano, das pessoas, das cidades e do mundo. Um retrato do crescimento e formação da pessoa, das escolhas, das relações, dos amigos e das prioridades que nos definem e vão construindo a nossa personalidade. Este single, gravado e misturado na Audiospace Maia por Miguel Oliveira é também acompanhado por vídeo produzido por Rui M. Costa disponível no canal de Youtube da banda.

FLEUMA NA INTERNET

www.fleumamusic.bancamp.com
www.youtube.com/channel/UCKy-BYlqLwzoSNj3zg74zLw www.instagram.com/fleumaonline
www.fleumaonline.com

BOOKING
fleuma@fleumaonline.com | Samuel Marques | 918 591 948

Henrique – Up All Night (2022) (single)

Henrique é um artista pop independente com o sonho de alcançar sucesso internacional.

Natural do distrito de Coimbra, desde pequeno explorou as mais diversas áreas artísticas como forma de expressão, tanto nas artes plásticas como nas artes performativas. Consciente de que a escrita é a sua melhor ferramenta para comunicar e compreender as suas emoções, começou a compor e produzir temas originais que tem vindo a lançar nas plataformas digitais.

Além de cantor e compositor, é ator e bailarino, com formação em teatro musical. Um dos seus grandes objectivos é poder representar Portugal no Festival Eurovisão da canção.

Contatos
Para mais informações:

songsbyhenrique@gmail.com

redes sociais
@songsbyhenrique

Captain Boy – Dissolver (2022) (single)

CAPTAIN BOY APRESENTA O VÍDEO “DISSOLVER”
O TERCEIRO SINGLE DO ÁLBUM “DOMINGOS LENTOS”

Captain Boy está a lançar o terceiro single e vídeo do álbum “Domingos Lentos”: o tema que já toca nas rádios, “Dissolver”.

O músico de Guimarães apresenta o terceiro vídeo de uma trilogia que começou com “Só Se Estraga uma Casa”: um atrasar do luto de uma relação terminada que deu origem a uma trilogia em vídeo de negação e raiva, depressão e aceitação. Tudo se encaixa agora. Vemos nos videoclipes, um assassino que mata Captain Boy (“Só se Estraga uma Casa”). Não aguenta com a culpa e apaga-a com a auto-destruição (“Domingos Lentos”) e no final é submetido, à força, a lidar com a dor. Regressa então às águas de quem o faz sentir maior e por fim, resolve-se (“Dissolver”).

O novo vídeo foi realizado por Giliano Boucinha e pelo próprio Captain Boy.

O álbum “Domingos Lentos” foi totalmente escrito em português, inspirado por autores como Bukowski e Hermann Hesse e fala sobre autodestruição, perda e descoberta. Foi gravado num moinho em Torres Vedras, conta com a produção de Giliano Boucinha e Pedro Sousa Moreira e foi masterizado por Timothy Stollenwerk (Morphine, Kevin Morby, Chromatics).

“they say that hell is crowded, yet,
when you’re in hell,
you always seem to be alone.
& you can’t tell anyone when you’re in hell
or they’ll think you’re crazy
& being crazy is being in hell
& being sane is hellish too.“
Charles Bukowski, in Lost

Malú Garcia – Dois Mundos (2022) (single)

MALÚ GARCIA APRESENTA O ÁLBUM DE ESTREIA “CAMINHOS”
Concerto de Apresentação | 20 Janeiro, 21h30 – Auditório Carlos Paredes, Lisboa

Malú Garcia lança o seu álbum de estreia “Caminhos”, escolhendo a versatilidade para se definir como artista. Um álbum muito desejado, tendo a violinista trabalhado nos temas durante os últimos dois anos. Músicas cheias de ritmos contagiantes, de influências e amplitudes que vão do Jazz até à World Music, com incursões por estilos muito diversos, como, por exemplo, a Morna, o Tango, o Swing, o Samba e, até mesmo, o Fado.

Malú Garcia começou os seus estudos de violino aos 8 anos e, recentemente, sentiu necessidade e curiosidade de ir em busca de novos estilos, novas formas de tocar, novos ritmos e este disco é o resultado vivo dessa incursão. Com um percurso fascinante, a violinista já atuou tanto em performances clássicas com a orquestra Gulbenkian, como em performances pop, ao lado de Carlão, Capitão Fausto, entre outros artistas.

Uma das fortes características do projeto musical de Malú Garcia é a diversidade de estilos num só álbum, influências que advêm da sua paixão pela música e da sua busca incessante por novas culturas, sons e ritmos, tornando a sua música numa linguagem verdadeiramente universal.

O primeiro concerto do lançamento do primeiro álbum de originais de Malú Garcia, “Caminhos”, está agendado para dia 20 de janeiro, às 21.30h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa. Promete ser um concerto intimista, cheio de ritmos contagiantes, com a cumplicidade dos músicos Sebastian Scheriff, Pedro Baião, Rui Poço e Ricardo Marques. Os bilhetes vão estar disponíveis na Ticketline, Palácio Baldaya e Quiosque Grão Vasco.

Segundo Malú Garcia, “”Caminhos” é o começo, é fruto do início desta caminhada que sonhei e que quero continuar a percorrer. Sou violinista, de base clássica, mas a música é o que me define, sem barreiras algumas, e pretendo levar um pouco desta cultura universal e dos sons que me movem, me influenciam e me emocionam até todas as pessoas, de norte a sul. Quero que ouçam a minha música, que a sintam e que percorram no seu interior paisagens tão bonitas quanto as que eu imagino ao interpretá-las.”

Constituição:
Malú Garcia – Violino
Rui Poço – Guitarra Portuguesa
Ricardo Marques – Contrabaixo
Pedro Baião – Piano
Sebastian Scheriff – Percussão

Créditos Fotografias: Tomás Monteiro

BIOGRAFIA:

Malú Garcia conta com um percurso admirável na música clássica, tendo iniciado os seus estudos musicais aos 6 anos de idade na Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa. Participou em diversas masterclasses com professores em Portugal, Inglaterra, Alemanha, País de Gales e Espanha. Em 2013, foi selecionada para a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). Um ano mais tarde foi selecionada para integrar na Young Franco-German-Hungarian Philharmonics com o maestro Nicolaus Richter, onde tocaram obras de Richard Strauss e Richard Wagner na grande sala Franz-List-Music-Academy em Budapeste.
Em Junho de 2015, terminou a sua licenciatura na Universidade de Évora em Música. Entre 2016 e 2018, tirou uma Pós-Graduação em Performance (Violino). No Reino Unido, foi selecionada para fazer parte do ensemble “String Soloists” onde trabalhou com maestros como Valery Gergiev. Em 2018, fez parte do Projeto Ibérico Orquestral. Neste mesmo ano ganhou o prémio de Menção Honrosa no Festival Verão Clássico, onde participou com o Trio Presságio.
Em Setembro de 2018, foi selecionada para fazer parte da Neue Philharmonie München onde realizou concertos pela Alemanha.
Em 2020 criou o seu próprio projeto, de nome Malú Garcia onde inclui composições originais que partilham estilos entre o jazz, fado e world music. Atualmente é professora de violino na Academia de Música de Santa Cecília e no Conservatório de Música e Dança de Lisboa. Colabora regularmente com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra de Câmara Portuguesa, Sintra Estúdio de Ópera, Orquestra Sem Fronteiras.

Mary Anne – Cores da Procissão (2022) (single)

Mary Anne começou a compor originais aos 13 anos, sempre acompanhada pelo seu piano, e dando voz às suas letras.
Começou no violino, mas foi em piano clássico que terminou o Curso
Secundário de Música. Frequentou aulas e masterclasses do curso de Jazz, na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo oportunidade de trabalhar com a cantora de jazz, Maria João, e com outros nomes como Afonso Pais, Ricardo Pinheiro, entre outros.

Em maio de 2021 ganhou o “Concurso de Bandas de Palmela”, e o prémio “Melhor Banda do Concelho de Palmela”. Atualmente está a tirar a licenciatura em piano jazz pela Universidade de Évora.

Já conta com três singles lançados, e prepara-se para lançar o seu primeiro álbum em 2023. Sem um género musical definido, as suas músicas que bebem inspiração do mundo jazz e pop, são acompanhadas de letras e poemas criados em tons nostálgicos e crus.

O seu primeiro Single “Cores da Procissão”, nasceu de uma conversa entre Mary Anne e o seu piano, a letra e a música são de sua autoria, e nesta música fez-se acompanhar de Pedro Antunes na bateria, Nuno Adão no baixo e Paulo Araújo na guitarra.

“Não Sei Quantas Quantas Almas Tenho”, foi o segundo single de Mary
Anne. Desta vez, a letra não é de sua autoria, é um poema de Fernando
Pessoa, que serviu de inspiração para a música que viria a acompanhar este poema. Este tema leva-nos para um universo tranquilo e poético, juntando sempre o piano e a voz de Mary Anne.

Saiu em Julho deste ano, “Monet” é o mais recente single de Mary Anne. Este tema remete para sonoridades mais entre o Jazz e o Pop, e conta mais uma vez com letra e música da artista.