Jacaranda- lançamento do nosso novo single e videoclipe “Wolves & Gasoline” Concerto e presentaçao do vídeo clip 12 de novembro as 18.30, no espaço da PENHA SCO. Wolves & Gasoline – Escrito e gravado por Jacarandá Mixado e Masterizado por Mathieu Morin (BEMO Studio) O videoclipe resulta da segunda colaboração da banda com o realizador Sebastian Bolenius, cujas dinâmicas narrativas e criatividade visual sobressaem uma vez mais. A canção é uma celebração do poder e da mística do feminino. Para encarnar a “mulher de espírito livre” da letra tivemos o prazer de trabalhar com a coreógrafa e performer Andresa Soares, destemida e misteriosa no meio do assombroso cenário de um cemitério de automóveis. Sediada em Lisboa Jacaranda e formada por Alban Hall (voz, harmónica, flauta, percussões), Gonçalo Zagalo(baixo, percussões) e Philippe Lenzini (guitarra, percussões). Lançando a sua primeiro EP em 2019 “Jacaranda”, 2022 o Primeiro video single\video clip “Home” e agora “Wolves e Gazoline” como single e video clip. As suas performances ao vivo são experiências cruas e imersivas, onde a música e as palavras, cantadas ou declamadas, celebram a alegria de viver e as lutas dos nossos tempos.
“Muy poco se sabe de este power trio proveniente de Lisboa, más que su pasión por Hendrix, por el blues del Delta actualizado y por el hill country blues, se ha plasmado en un EP debut formidable, cuatro temas producidos por Philippe Lenzini y publicados en 2019 en formato digital. Alban Hall, Gonçalo Zagalo y Philippe Lenzini forman Jacarandá, un proyecto realmente entusiasta y digno de seguimiento. El boogie de John Lee Hooker y la intensidad de Junior Kimbrough se abren caso a través de riffs psicodélicos de alto voltaje. Absolutamente recomendable, nos encantaría tener más noticias suyas pronto en forma de un LP. “ Extremasound blog Espania
Ser feliz de novo é o novo single do Sereno Manifesto, eis um bolero brasileiro, que flerta com um tango mariachi , experimentando as fronteiras e as perspectivas do cancioneiro popular mais genuíno. “
Jaco abre caminho para Sereno Manifesto, seu primeiro álbum solo previsto para abril de 2023.
Fundador da Stone Milk Records, Thiago de Almeida, aka Jaco, é uma personagem única; artisticamente complexa, cheia de mitos e tangentes, artista-epifania a nos mostrar a coragem da arte.
Depois de surgir com La Macchina Volante e Coruja Project, traços de uma jornada musical marcada por aparições imprevisíveis, ditadas talvez por sua alternativa vocações de filósofo e cineasta.
Com composições encontradas no repertório da premiada cantora Lívia Nestrovski, onde aparece ao lado de compositores como Tom Jobim, Milton Nascimento, Kurt Weill, Lô Borges, Djavan, entre outros;
Entre a produção e realização de diversos curtas e videoclips, Jaco figura também em participações como no excitante Piedra Solar , de Francesco Valente, ao lado de Marco Susano e Aline Frazão.
Jaco compõe atualmente para séries e curtas francesas, e tem músicas em filmes de José Oliveira (Os conselhos da noite), Gal Oppido (Cross), e para uma dezena de curtas-metragens premiados.
Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=QvqcfN9zF4E
Cantodiscanto – “Pandemusica” (2022) (álbum)
Cantodiscanto – “Pandemusica” (2022) (álbum)
Guido Sodo e Marcello Sacco visitaram a Radio Olisipo durante os dias da Womex em Lisboa. Durant esta interessante conversa, Guido Sodo apresenta o último álbum da banda italiana Cantodiscanto, com título “Pandemusica”.
Esta conversa é interessante para saber mais sobre a produção do álbum durante a pandemia, sobre as colaborações e os músicos que participaram neste trabalho discográfico que revela também uma interessante conexão entre Nápoles, a música do sul de Itália e a música portuguesa.
Marcello Sacco, escritor, participa neste disco na parte das letras e comenta ao longo da entrevista sobre a sua participação nesta obra discográfica.
As conexões com a literatura, com a música e a cultura italiana e portuguesa são várias e interessantes nesta entrevista, ao longo da qual poderemos também ouvir o disco na integra. Boa escuta!
Senhora do Ó feat. Tarwa N-Tiniri e Marjo Smolander – “Peace Evolution” (2022) (single).
PEACE EVOLUTION, decifra uma linha musical que parte de Portugal e se funde com a banda Tuareg, Tarwa N-Tiniri de Marrocos, que acabou tocando e cantando em Tamazight, uma língua Berbere, e também com Marjo Smolander da Finlândia, evocando sons sagrados com a sua Kantele. O cruzamento entre a produtora Senhora do Ó e estes artistas, nasce na comunidade/plataforma europeia Beyond Music, em 2020.
SENHORA DO Ó, é o projeto solo da cantora sintrense Andreia João, adufeira, compositora, arranjadora e produtora musical desde 2012. Uma fusão entre o sagrado e o profano, inspirado inicialmente no repertório da tradição oral portuguesa. Uma busca da voz interior independente da lírica.
TARWA N-TINIRI, é uma banda de seis músicos, e o seu Blues do Deserto tem dado ao grupo de Ouarzazate, Marrocos, fãs crescentes em todo o mundo. A banda começou a jornada musical juntos em 2012, primeiro com uma guitarra caseira chamada Lohtar. Desde então, participaram em variados festivais em Marrocos e compartilharam a sua paixão e o seu amor, por fazerem e tocarem música juntos. Estrearam-se internacionalmente no festival Transform na Noruega em 2018 e depois na França em 2019. Graças a “Simon e Greg gravam o mundo”, Tarwa N-Tiniri lançou assim o seu álbum de estreia intitulado “Azizdeg”. Simon Walls e Greg Bonnier, dois canadenses, viajaram para Marrocos e Ouarzazate e instalaram-se na garagem da banda, onde gravaram o álbum. Alguns meses depois, o álbum foi lançado pela Atty Records, Canadá.
MARJO SMOLANDER, nasceu em Rääkkylä, uma pequena vila no norte de Carelia, na Finlândia. É a mesma aldeia de onde vem o renomado grupo de world music Värttinä. Ela toca o instrumento tradicional finlandês chamado Kantele. Depois de se mudar de sua nativa Rääkkylä, estudou música folclórica, música do mundo e pedagogia musical. Tem dois mestrados em música folclórica (Sibelius Academy, Finlândia)) e música global (música real de Aarhus, Dinamarca). Em 2006, Marjo, de 19 anos, teve a possibilidade de se apresentar num festival em Dakar, no Senegal. No mesmo festival também se apresentou Ellika Frisel e Solo Cissokho Duo. Esta ocasião tornou-se um ponto de virada na carreira musical de Marjo. Um ano depois, ela voltou ao Senegal para estudar música por cinco meses. Desde então, ela visita regularmente o Senegal e a África Ocidental. Marjo conta histórias irregulares da vida, presença forte com arranjos multifacetados. Vislumbres musicais, por exemplo, de Ismael Lo, Ali Farka Toure e Värttinä podem ser ouvidos. toca o instrumento finlandês Kantele e canta. O seu álbum de estreia foi lançado em janeiro de 2021.
CRÉDITOS Senhora do Ó I Composição, Arranjo, Letra e Voz em Inglês, Coros, Produção e Mistura Tarwa N-Tiniri I Composer, Arranger, Tamazight (Berber) Lyrics by Omar Derouich; Lead Voice, Acoustic and Electric Guitar by Hamid ait Ahmed; Bass Guitar by Smail ait Nacer; Congas and Bandir by Ayoub Taoraght; Rythme Guitar by El Mokhtar ait Nacer Gravado no Studio Room Record – Ousama Taouraght (Marrocos 2021) Marjo Smolander I Composer, Kantele Misturado e produzido por Senhora do Ó (Portugal 2021) Masterizado por Tryambaka (Portugal 2022) Capa I AnaF Fotografia Capa I Josh Sorenson (Pexels), Rui Zilhão Conceito I Andreia João
Folkatomic – Polaris (2022) (álbum)
Folkatomic – Polaris (2022) (álbum)
L’ALBUM D’ESORDIO DI UN NUOVO PROGETTO CHE AFFONDA LE RADICI NELLA MUSICA TRADIZIONALE DEL SUD ITALIA E ATTRAVERSO I SUONI DEL MONDO E DELL’ELETTRONICA.
Il titolo del disco, Polaris, prende il nome dal brano inedito: la stella polare, guida per i naviganti, una luce che fissa la rotta, ma che muta durante il viaggio portando con sé un bagaglio di suoni ed esperienze .
Formatasi lo scorso 2019, la band torinese parte dall’esperienza maturata nel mondo della riproposta delle musiche tradizionali da parte di Franco Montanaro, Oreste Forestieri e Valeria Quarta, e dall’incontro con il chitarrista e producer di musica elettronica Li Bassi. Nella sintesi delle esperienze e delle storie che ognuno portava con sé, nasce subito un sound unico e riconoscibile, riconducibile alla commistione fra la musica tradizionale del sud e avantgarde elettronica. I suoni evocativi e arcaici degli strumenti tradizionali, le cadenze ossessive e catartiche delle ritmiche coreutiche, unite ai colori e alla profondità dei suoni elettronici, creano un linguaggio fresco e contemporaneo, ma con forti e robuste radici. Gli strumenti acustici usati nei brani e che interagiscono con l’elettronica, sono strumenti tradizionali del Sud Italia e del mondo: tamburi a cornice, tamburelli, percussioni arabe, latine e africane. Chitarre portoghesi, très cubano, charango, bouzouki greco e mandolino. Flauti arabi, turchi, irlandesi e andini, friscaletti siciliani e flauti armonici, marranzani e percussioni minori. Le sonorità partono dal Sud Italia per arrivare ad abbracciare un Mediterraneo più grande e al quale il Sud culturalmente appartiene. Folkatomik gioca con diversi linguaggi musicali ispirandosi a luoghi, popoli, vicende e persone di tutto il mondo per creare un meticciato musicale figlio del meticciato culturale di Torino, città natale della band. L’intento è quello di dialogare attraverso il linguaggio universale della musica popolare, far conoscere a un più ampio pubblico la bellezza dei dialetti e delle sonorità del sud e promuovere le diversità facendole convivere sotto il tetto della musica da festa e da ballo, musiche che da sempre uniscono popoli e generazioni. Polaris, il titolo del primo album dei Folkatomik, è la Stella Polare, la stella più luminosa e più vicina al Polo Nord celeste, la stella che indica uno dei due punti di rotazione terrestre. Per i Folkatomik, Polaris è dunque una guida, una luce che fissa la rotta della partenza e che sarà in continuo mutamento.
SOCIAL FACEBOOK https://www.facebook.com/FolkatomikPage INSTAGRAM https://www.instagram.com/folkatomika/?hl=it Contatti etichetta www.italysona.com – info@italysona.com
One Time Child ft. Nastia Balog – Russian Ship (2022) (single)
One Time Child – Russian Ship (2022) (single)
A banda portuguesa One Time Child está a lançar em colaboração com a finalista do The Voice Ucrânia, Nastia Balog (finalista do The Voice Ucrânia). O single “Russian Military Ship” é uma homenagem ao povo ucraniano.
A ideia partiu do líder da banda, Miguel Oliveira, cuja família é Ucraniana e que viveu até 2019 em Kiev. Desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia que o músico e a esposa têm-se dedicado a ajudar crianças e mulheres a encontrar refúgio em Portugal. Mais de 100 pessoas já foram ajudadas.
“Russian Military Ship” simboliza a luta do povo Ucraniano, em especial a dos heróis da Ilha das Serpentes, contra a tirania e a guerra. O vídeo do tema foi filmado em Portugal e na Ucrânia e já está a ter destaque naquele país.
Nastia Balog é uma das grandes revelações da música Pop na Ucrânia: depois de ter sido finalista no programa The Voice, venceu outros concursos de talento e atualmente é uma das jovens artistas mais bem sucedidas na Ucrânia.
Os One Time Child surgiram em 1999 e em 2006 lançaram o álbum “Frambalnation” que alcançou sucesso em especial com o tema “Ganza na Areia”. Depois de uma pausa na carreira, a banda formada por Miguel Oliveira (voz e guitarra), Rui Silva (guitarra) e Hugo Pereira (bateria) está de regresso em 2022 com uma missão de passar uma mensagem ao mundo através do single “Russian Military Ship” e está já a preparar o novo álbum que deverá ser lançado em 2023.
“Russian Military Ship”
Idi na hui Russian military ship
You can use all your bullets or use just one Cause one looks good on you You can bring all your horror into the night But your tirany will die with you Mothers cry soldiers die because of you Human life is cheaper in times of war You attack we resist not afraid of you You can hide in your nuclear lie
Do you know who I am The blood that runs under my skin You’ll never understand the beating heart of who I am I’ve seen I’m now all wise There is no hell no paradise The freedom will be mine And soon you’ll see my glory rise
I believe we believe the sun will shine again Healing our wounds and pain And we agree we can see this dark spring will end And flowers will bloom again Soon this all will be past , The past is knowledge and the future is the source of hope There is no magic pill, We call it love and with love we can do what we need
Idi na hui Russian military ship
Нездоланная рідна моя
Hossam Hilal – Stranger (2022) (álbum)
Released June 1, 2022
By Hilal records
Written and produced by Hossam Hilal
Mastered by Jason Kohnen
Artwork by A.Hafez
Hossam Hilal is an Egyptian experimental producer, multi-instrumentalist, song-writer and sound engineer. His work merges oriental elements with the psychedelic and ambient. hossamhilal.com
Palankalama – Chulaná (2022) (single)
Os Palankalama estão de regresso com o terceiro disco de originais, “Lama Pela Anca”, editado pela Saliva Diva. O projeto de música instrumental da cidade do Porto constituído por Afonso Passos na bateria e percussão, Aníbal Beirão no contrabaixo, Pedro João no cavaquinho, bandolim, viola braguesa, guitarra elétrica, e Ricardo Nogueira na guitarra e viola braguesa vai apresentar o novo disco no dia 6 de Novembro, no Auditório CCOP no Porto. Os Palankalama têm atuado em vários Festivais nacionais e internacionais: desde o Bons Sons, Paredes de Coura- Jazz na relva, até a concertos na Hungria, Espanha, entre outros.
O single “Chulaná” é a primeira amostra do novo disco: https://youtu.be/mYcZg2rzYu0
João Espadinha – Em Terra Alheia Sei Onde Ficar (2022) (álbum)
Em terra alheia sei onde ficar é o novo álbum do guitarrista e autor João Espadinha. Sucessor de Kill the boy (Sintoma Records – 2018), este novo trabalho faz uma aproximação ao universo das canções – toda a música e letra é escrita pelo guitarrista, sem abandonar totalmente a matriz jazzística que marca o percurso artístico do autor.
Encontrar lugares comuns entre diferentes contextos musicais, nomeadamente resgatar o espaço que a canção (ainda) tem no universo do jazz, e o espaço que a improvisação pode ter no universo das canções, são alguns dos desafios a que o guitarrista se propõe neste novo trabalho.
O resultado final combina eléctrico e acústico, escrito e improvisado, cantado e instrumental. É um universo musical onde cada um tem o seu lugar, mesmo em terra alheia. Com esse propósito, o disco alia um conjunto de intérpretes convidados de diferentes espectros musicais – Primeira Dama e João Firmino (Cassete Pirata) do lado do Indie/Rock, Marta Garrett (Zoe, Just in trio) e Mariana Dionísio (Pedro Melo Alves OMNIAE)do lado do jazz; a um Ensemble que cruza diferentes gerações do Jazz nacional: Luís Cunha (dir. Orquestra de Jazz do Hot Clube) no trompete e Bernardo Tinoco (Garfo) no saxofone , João Pedro Coelho (Ricardo Toscano Quarteto, Trio de Jazz de Loulé) no piano e João Pereira (Idem, Centauri) na bateria; Ricardo Marques (F.E.R.A., H.O.M.E.) e Francisco Brito (Centauri, Saga Cega) no contrabaixo.
João Espadinha é um guitarrista e compositor português, nascido em 1991. Natural de Cascais, começa a tocar guitarra aos 12 anos. Em 2009 ingressa na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, estudando em Lisboa durante 3 anos, e frequentando paralelamente a licenciatura em Ciências da Comunicação. No verão de 2012 ingressa no Conservatório de Amesterdão, cidade onde vive durante 4 anos. Nesse período estabelece contacto com músicos de diferentes nacionalidades e culturas, e é nesse contexto que começa a trabalhar nas suas composições originais. Regressa a Portugal em 2016, estabelecendo-se em Lisboa. No final de 2017 lança o seu disco de estreia – Kill the boy, editado pela Sintoma Records. Ao longo do seu percurso artístico e profissional teve oportunidade de apresentar a sua música ao vivo em diversas ocasiões, colaborando também com outros projectos na área do Jazz e da Pop. Quer enquanto líder como enquanto sideman, pisou já palcos como o EDP CoolJazz, Hot Clube de Portugal, Teatro Nacional São Carlos, entre outros. Em 2022 prepara-se para lançar o seu segundo trabalho discográfico – Em terra alheia sei onde ficar, com apoio da Fundação GDA. Neste novo trabalho, para o qual escreveu toda a música e letra, convidou um grupo de intérpretes tanto do jazz (Mariana Dionísio, Marta Garrett) como do indie/rock (João Firmino, e Primeira Dama). É professor na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, na Sociedade Musical Capricho Setubalense e na Academia de Música de Telheiras, tendo ainda passado pelo Serviço Educativo de Música da Fundação Gulbenkian. Colaborou ainda, durante um ano, com a Associação Gerador, escrevendo uma crónica quinzenal dedicada a diferentes espaços com programação de música ao vivo em Portugal.
Orfélia (entrevista/álbum): “Tudo O Que Move “(2022)
“Tudo o que Move” é o disco que apresenta Antera e Filipe Mattos, que criaram o seu universo musical a partir das suas origens, Portugal e Brasil. Na intimidade lusófona da sua música, Orfélia mistura ritmos tradicionais com o mistério envolvente do psicadelismo. Filha do tropicalismo, expõe e celebra a música multicultural entre dois povos irmãos.
Em 2020 lançaram o single “Lagos”, que foi um dos temas vencedores do concurso Inéditos Vodafone, promovido pela Vodafone e Sony Music Portugal.
Este mês lançam finalmente o álbum de estreia que vai ser apresentado ao vivo no dia 2 de Novembro, no B.LEZA.
Diogo Picão – Palavras Caras (2022)(álbum)
Diogo Picão – Palavras Caras (2022)(álbum)
Colorido, alegre, diverso, profundo. Estas poderão ser algumas das palavras que descrevem o novo álbum do cantautor Diogo Picão: “Palavras Caras”.
Caras de estimadas, caras de custosas, caras da vintena de músicos que o gravaram sob a influência da cosmopolita Lisboa. Dez temas que viajam pelos vários portos do Atlântico, misturando Samba, Jazz, Son Cubano, e outros. Participam, também, com suas vozes marcantes: Salvador Sobral, Mônica Salmaso e Luca Argel.
Carinhoso, reflexivo, divertido, incisivo, é um trabalho com palavras extraídas das próprias vivências e memórias e das palavras emprestadas de autores que admira, como Fernando Pessoa e Paulo Lemniski.
Depois do seu álbum de estreia, “Cidade Saloia” (2018), Diogo Picão apresenta “Palavras Caras” um disco de ouvido fácil, mas com linhas instrumentais ricas e vozes maravilhosas.
Lançado a 30 de Setembro, com o apoio da Antena 1, Garantir Cultura e Sociedade Portuguesa de Autores, “Palavras Caras”, está disponível nas plataformas digitais e no site oficial (www.diogopicao.com) em CD e Vinil.
Francisco Sales – Fogo na Água (2022) (álbum)
Anunciamos o concerto de lançamento do novo álbum de Francisco Sales no âmbito do Misty Fest hoje dia 30/10, no Espelho d’Agua em Lisboa.
Francisco Sales – Fogo na Água (2022) (álbum)
Com Fogo na Água, o músico e compositor Francisco Sales entra numa nova fase da sua carreira. Neste terceiro álbum – com que sucede ao muito aclamado Miles Away de 2017 -, o guitarrista investiu quatro anos de trabalho e apresenta-se a explorar a sonoridade de diferentes instrumentos – não apenas as guitarras elétrica e acústica, mas também a de 12 cordas ou a icónica guitarra metálica conhecida por dobro – para erguer um muito emocional conjunto de peças que evocam ideias de força, luta e resiliência, navegando igualmente por algumas noções contrastantes já apontadas no título: o fogo e água, a terra e o ar, elementos primordiais que aqui se traduzem em música altamente evocativa e em que a identidade funda portuguesa é explorada – como acontece em “Pulsar da Terra”, por exemplo.
O músico que em Inglaterra trabalhou de perto com os Incognito de Jean Paul Maunick, agora chamou Beatriz Nunes, aclamada cantora de jazz que chegou a integrar os Madredeus, para pela primeira vez adicionar vozes a composições de sua autoria. Garante Francisco que Beatriz representa a sua própria alma. Neste trabalho que o próprio compositor descreve como sendo mais cinematográfico e em que garante ter-se reinventado como compositor, a produção foi divida com Tiago Gomes.
Ao vivo, Francisco Sales vai pela primeira vez apresentar-se em trio, assumindo ele mesmo todas as guitarras enquanto Sandra Martins assegura violoncelo e voz e Edu Mundo se ocupa de baterias, percussões e ainda dá uma ajuda em guitarras e voz. Um novo trio para uma nova música que Francisco Sales agora quer partilhar com o mundo.
Song by Francisco Sales and Beatriz Nunes Vocals: Beatriz Nunes Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Mix & Master by Mo Hausler
2 – GRITO NO SILÊNCIO (1º single)
Song by Francisco Sales, Beatriz Nunes and Pedro Pires Acoustic and Dobro Guitars: Francisco Sales Vocals: Beatriz Nunes and Pedro Pires Strings Arranged by Rui Ribeiro Violin 1: Denys Stetsenko Violin 2: Viviane Tupikova Viola: Bruno Miguel Castro Silva Cello: Carlos Tony Gomes Double Bass: Miguel Menezes Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Mix & Master by Mo Hausler
3 – ALMA ERRANTE
Song by Francisco Sales and Tiago Gomes Acoustic, Electric, Dobro and 12 Strings Guitars / Flutes: Francisco Sales Electric / Fretless Bass: Tiago Gomes Percussion / Nature Sounds: Sebastian Scheriff Drums: André Silva Strings Arranged by Rui Ribeiro Violin 1: Denys Stetsenko Violin 2: Viviane Tupikova Viola: Bruno Miguel Castro Silva Cello: Carlos Tony Gomes Double Bass: Miguel Menezes Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Mix & Master by Mo Hausler
4 – O ENTERRO DO SOL (2º single)
Song by Francisco Sales Acoustic, Electric, Dobro and 12 Strings Guitars: Francisco Sales Vocals: Beatriz Nunes and Pedro Pires Percussion / Nature Sounds: Francisco Sales and Sebastian Scheriff Synth Bass: Bruno Miguel Strings Arranged by Rui Ribeiro Violin 1: Denys Stetsenko Violin 2: Viviane Tupikova Viola: Bruno Miguel Castro Silva Cello: Carlos Tony Gomes Double Bass: Miguel Menezes Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Co-Produced by Bruno Miguel Mix & Master by Mo Hausler
5 – HORIZONTE
Song by Francisco Sales and Tiago Gomes Acoustic Electric and Dobro Guitars/Synth Bass: Francisco Sales Percussion: Marito Marques Vocals: Pedro Pires Synth pad: Joaquim Rodrigues Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Co-Produced by Bruno Miguel Mix & Master by Mo Hausler
6 – DANÇA DO FOGO
Song by Francisco Sales and Tiago Gomes Acoustic Guitars: Francisco Sales Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Mix & Master by Mo Hausler
7 – CHAMA SUBMERSA
Song by Francisco Sales Acoustic and Dobro Guitars: Francisco Sales Sine Bass: Bruno Miguel Synth pad: Joaquim Rodrigues Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Co-Produced by Bruno Miguel Mix & Master by Mo Hausler
8 – PULSAR DA TERRA
Song by Francisco Sales Acoustic Guitars: Francisco Sales Synth Bass written by António Quintino Trumpet: Gileno Santana Percussion: Marito Marques, André Silva, João Lencastre, Miguel Casais e Alexandre Tomás Strings Arranged by Rui Ribeiro Violin 1: Denys Stetsenko Violin 2: Viviane Tupikova Viola: Bruno Miguel Castro Silva Cello: Carlos Tony Gomes Double Bass: Miguel Menezes Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Co-Produced by Bruno Miguel Mix & Master by Mo Hausler
9 – CHEGADA
Song by Francisco Sales, Beatriz Nunes and Pedro Pires Acoustic and Dobro Guitars/Percussion: Francisco Sales Vocals: Beatriz Nunes and Pedro Pires Strings Arranged by Rui Ribeiro Violin 1: Denys Stetsenko Violin 2: Viviane Tupikova Viola: Bruno Miguel Castro Silva Cello: Carlos Tony Gomes Double Bass: Miguel Menezes Produced by Francisco Sales Co-Produced by Tiago Gomes Mix & Master by Mo Hausler
BIOGRAFIA Francisco Sales é um músico que gosta de aventura, o que não é uma característica assim tão comum nos músicos. Autor de dois álbuns aclamados pelos mais fervorosos conhecedores de música, Valediction e Miles Away, Francisco Sales acaba de editar Fogo na Água, o seu terceiro registo em nome próprio, projeto que, confessa-nos está a servir para se reencontrar como artista: “Sinto a tentar-me encontrar de novo como artista, mas de uma forma diferente. De certa forma como qualquer grande artista sempre fez. É fácil perceber porque a Joni Mitchell ou o Miles Davis entre tantos outros foram sempre tendo momentos diferentes nas suas carreiras. Simplesmente porque as nossas criações são fruto das nossas vivências. É isso que me atrai na arte”. O espírito de aventura de Francisco Sales levou-o a criar um som próprio, bastante cinemático, com muitas das nuances e lições que aprendeu a estudar jazz, mas a espraiar-se em peças atmosféricas capazes de carregar a imaginação para longe, tal como mestres da estirpe de Ry Cooder ou John Scofield pontualmente fizeram. O caminho de Francisco Sales levou-o a licenciar-se em jazz, linguagem que descobriu nas jam sessions promovidas pela ESMAE no Porto, levando até ao fim os seus estudos na escola Superior de Música de Lisboa. E depois de aprender, foi preciso colocar em prática o que os livros e mestres lhe ensinaram: mal sabendo inglês e com muito pouco dinheiro no bolso abalou para Londres. “Via tantas vezes o canal Mezzo e só sonhava em um dia poder tocar naqueles festivais todos de jazz!”, diz-nos. As suas demandas colocaram-no no caminho de Bluey, líder dos míticos Incognito. Tudo começou quando conheceu João Caetano, percussionista que tocava com a veterana banda de acid jazz, tendo-o ajudado a fazer o seu primeiro disco a solo como cantor. Foi esse trabalho que lhe abriu as portas do estúdio de “Bluey” Maunick. E de repente, tocar com Incognito em vários locais do mundo trouxe-lhe um outro universo de possibilidades. “Com os Incognito não só tocamos muito pelo mundo inteiro como também fazemos de banda de suporte para outros artistas. Já fizemos uma tour com a diva do soul Chaka Khan, outra com o famoso DJ Carl Cox, com gente como Amp Fiddler, Omar…” No fundo, e mesmo que a modéstia não lhe permita dizer mais, Francisco Sales tem tocado com uma certa elite de música sofisticada, gente que tem feito do jazz e da soul, da eletrónica e do funk terrenos de inventividade máxima. E, claro, Francisco tem colecionado todas essas experiências com a avidez de quem quer deixar a sua própria marca. “Voltei para Portugal em 2017 onde vivo desde então. É o país onde me sinto mais inspirado para compor, onde gosto de apreciar a vida e onde me sinto mais seguro e feliz. Hoje em dia continuo a tocar com outros artistas pelo mundo inteiro, mas estou a viver em Portugal”, diz-nos o Francisco, que se mostra centrado e focado em desenhar agora o seu próprio futuro. “Quando regresso a casa destes concertos todos, tenho sempre trabalhado muito na minha carreira a solo e tenho tentado crescer com ela”. Esse trabalho passa pelo desenvolver da sua visão artística e pelo aprofundar da sua relação com um instrumento que pode soar surpreendente nas mãos certas. Essa surpresa tem sido uma constante quando Francisco Sales se apresenta a solo, mostrando a sua forma particular, aventureira e altamente hipnótica de tocar guitarra. Essa originalidade já lhe valeu, aliás, convites para abrir concertos para gente como Rodrigo Leão, Avishai Cohen ou Diana Krall. Agora é o seu momento, com um terceiro capítulo de um livro longo quase pronto para ser revelado, levando a guitarra e o seu som particular até novos planos com um conjunto de ambiciosas novas composições.