Luca Bassanese & la Piccola Orchestra Popolare – “Reset” (2022) (single)
Luca Bassanese & La Piccola Orchestra Popolare – Reset (2022) (single) & more songs
Luca Bassanese Apresenta-se hoje 29/10/22 no Teatrocine de Torres Vedras às 21:30.
É uma das figuras mais relevantes da música popular italiana e um cantor e compositor a conhecer. A sua música pode ser entendida como uma fusão entre Fabrizio de André, Goran Bregovic e Manu Chao, com uma abordagem digna de Fellini.
Luca Bassanese lançou treze discos, desde 2006. Destaca-se pela força de suas performance cheias de energia positiva. Luca tem uma missão como todos os guerreiros romanticos dos tempos modernos, com uma particular atenção para as questões sociais.
Hoje Às 19h vamos ouvir o último single “Reset” que preanuncia o novo álbum que a banda gravou com o apoio dos seus fans, graças a um projeto de crowdfounding e que irá sair nos próximos meses. Além disso, vamos ouvir algumas das suas canções mais conhecidas.
Line-up:
Luca Bassanese: Voz, acordeгo, tammorra, guitarra, bass drum Stefano Florio: Guitarras, bouzouki, efeitos e voz Tommaso Maddalena: Percussгo Elodie Lebigre: Voz e danзa Domenico de Nichilo: Trompete Paolo Cecchin: Baixo e voz
Equinōcio,- “Metamorfose” (2022) (álbum)
Equinôcio – Metamorfose (2022) (álbum)
Os Equinōcio, grupo formado por Beatriz Capote e Diogo Santos, lançam o EP de estreia “Metamorfose” a 28 de outubro. Numa fusão de estilos, com passagens pelo jazz, pop, folk, eletrónica e R&B, surgem 6 faixas originais, interpretadas em português e inglês.
Nesta “Metamorfose” de géneros musicais, os Equinōcio guiam uma viagem com início no “dentro” e a passagem até ao “fora”. Os temas contam com a colaboração de diversos músicos portugueses, entre os quais Isabel Azevedo (flautista), Catarina Silva (acordeonista) e Francisco Sá (trompetista).
Beatriz Capote é cantora e violinista. Natural de Aveiro, começou a formação musical no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian. Estudou no Porto, em Itália, formou-se mestre em Ensino de Música, em Aveiro, e é também vocalista e teclista dos Perpétua.
Diogo Santos é pianista e compositor. Natural da Guarda, iniciou os estudos musicais em Leiria. Licenciou-se e tirou mestrado em Música, na Universidade de Aveiro. Em 2020, criou o projeto Philip, com arranjos clássicos de canções pop ao piano, contabilizando mais de 8 milhões de streams no Spotify.
Depois de “Dentro de Mim” e “Moreno”, “Metamorfose” inclui ainda o novo single “Oarendê”, a faixa-transformação que simboliza o contacto com o mundo imaginário. O tema conta com a participação das redoma, dupla formada por Carolina Viana (cantora e rapper) e Joana Rodrigues (produtora). O videoclip em formato animação estreia a 26 de outubro e tem autoria do realizador Tiago Iuri.
“Metamorfose” é lançado em todas as plataformas digitais a 28 de outubro.
Entrevista com Pietro Paris Quartet – “Underneath” (2021) (álbum)
Pietro Paris Quartet – Underneath (2021) (álbum)
Apresentamos a entrevista com Pietro Paris, um contrabaixista italiano que acabou de realizar uma residência artística no Quartel (Lisboa), em que se cruzou com músicos locais. Vamos apresentar também o seu recente trabalho discográfico, que é também o seu primeiro álbum á solo: “Underneath” (2021).
Bio: Born in Perugia in 1984. A bachelor degree in Physics and a deep love for jazz that moved him to dedicate himself full time to music.
In 2019 has been released “Seamless”, the first album from “The Sycamore”, pubblished by Emme Record Label.
In 2020 won the “Artist in Residence” endorsed by Midj (the Italian Association for Jazz Musicians) that consists in an artistic residency of a month in Lisbon, Portugal.
Passione scolorita già al primo lavaggio. Amore consumato una volta e subito stantìo. Passione ordinata e portata a domicilio. Amore in confezioni monodose, come lo zucchero al bar. Passione subordinata alle leggi del mercato. Ammore [ai tempi del capitalismo:] consumato.
Il brano è un misto di suoni derivanti dai miei assidui ascolti di canzone napoletana e suoni magrebini: due mie grandi passioni. L’ammore consumato è l’amore “usa e getta”: qualcosa in perfetta sintonia con i tempi che corrono, in cui tutto si consuma velocemente, nei quali si rastrella lì dove è necessario invece scavare (e provare a piantare qualcosa?). Apparire conta più che essere, l’individuo solo e [IN]felice è un modello per la società. L’amore come pratica da fastfood in una vita spesa a sgobbare, competere, accumulare – non c’è tempo per soffermarsi.
musicisti: Sergio Peón, Andres Balbucea, Alessio Pignorio, Antonino Anastasia e Michele Signore. Registrazione e mix di Kammermuzak (Napoli), cover di Lavinia Parlamenti.
Matteo Nocera, musicista, arrangiatore, compositore e storico dei movimenti musicali, si interessa su tutto ciò che concerne le musiche popolari e l’universo sonoro mediterraneo. Lavora tra la Francia e l’Italia spaziando tra attività di ricerca, di studio e pratica musicale. È il fondatore e batterista del gruppo ISMA!, collettivo di musicisti che fonde le sonorità popolari del mediteraneo a quelle del jazz contemporaneo, ha pubblicato a suo nome un primo EP, la sua musica è disponibile online in tutti gli store digitali. Si interessa maggiormente alle opportunità date dall’incontro tra la musica di Napoli della Sicilia con quelle cugine del Maghreb e della sponda occidentale del Mediterraneo.
ÁLBUM DE ESTREIA DE DESCONECTADOS JUNTA GRANDES NOMES DA MÚSICA PORTUGUESA
“Liberdade Incondicional” é o álbum de estreia de Desconectados, o projeto liderado por Pedro Vidal, guitarrista e diretor musical de Jorge Palma, parceiro de estúdio e palco dos Wraygunn, guitarrista e companheiro de discos e digressões durante oito anos dos Blind Zero, assim como produtor musical de “Filhos do Rock”, série da RTP. Pedro Vidal faz-se acompanhar por músicos de excelência, Eurico Amorim nas teclas, Miguel Barros no baixo e Bruno Oliveira na bateria. O disco apresenta 12 temas, que são o culminar de um percurso trilhado por Pedro Vidal, na busca da sua voz, da sua palavra, da sua música. “Liberdade Incondicional” apresenta três temas da autoria de Carlos Tê, um dos maiores autores da música portuguesa, outro com a colaboração de Manuel Cruz, que deu palavras a uma música de Pedro Vidal com o seu génio lírico, um dueto com o seu mestre e amigo Jorge Palma, “Frio de Inverno”, e a participação de Mário Laginha que fez também os arranjos do tema “Se eu fosse Deus”. O disco foi masterizado por Mário Barreiros, outro dos grandes talentos da história da música portuguesa. A distribuição é da Sony Music. Destaca-se também a participação das secções rítmicas compostas por Pedro Santos (Clã) e Pedro Vasconcelos, Nuno Lucas (Bruno Pernadas, Jorge Palma) e João Correia (Tape Junk, Jorge Palma). O elenco de luxo do disco inclui ainda arranjos de cordas de Filipe Melo, interpretados pelo quarteto da violoncelista Ana Cláudia Serrão. A inspiração para o nome do projeto “Desconectados” e segundo Pedro Vidal, “surge por causa da falsa conexão que existe hoje em dia, mas principalmente devido a um livro que li do Johann Hari, “Lost Connections. Não paramos para prestar atenção às coisas simples, mas que nos fazem falta, à nossa ligação ao próprio planeta, à ligação às pessoas.” “Liberdade Incondicional” viaja entre a energia elétrica das guitarras e ritmos intensos liderados por vozes rasgadas ou apenas melodias vocais acompanhadas por um só piano. É um disco de canções abraçadas pela língua portuguesa e transportadas pela energia do rock, seja na sua vertente mais enérgica, seja em momentos de pura contemplação. O génio musical de Pedro Vidal espelhado num disco seu, brindado com algum do melhor talento nacional.
Marta Lima – No Mesmo Instante (2022) (single)
Marta Lima – No Mesmo Instante (2022) (single). O fiel retrato do caminho da vida de Marta Lima surge pela primeira vez eternizado na sua canção. “No Mesmo Instante” assume-se não só como single de estreia do EP que decerto sucederá, como da carreira que promete prosseguir. A nostalgia do vivido, motivada pela ausência de presente, levaram Marta Lima à escrita de canções sinceras, com a devida importância ao detalhe e à mensagem que pretende transmitir. “No Mesmo Instante” aborda a diferença emocional de momentos, entre a intensidade do tão breve vivido e do nefasto brilho que o presente vislumbra. Misturado por João Ornelas e masterizado por John Ruberto, conta ainda com a produção do músico terceirense Cristóvam e da prestação musical do baterista Francisco Santos, da teclista Maria Carvalho, do baixista Vasco Trindade e do guitarrista Afonso Lima. A ambição de Marta Lima em conferir ao pop português uma nova visão, com pequenas incursões pelas cores e ambientes do jazz e do indie, levou a que no início do ano de 2020 iniciasse a escrita de canções delicadas, denotando um claro cuidado pela harmonia entre a palavra e a música. Em fevereiro de 2022, inicia o trabalho em estúdio, desaguando no nascimento do seu primeiro EP, com previsão de lançamento para o início do ano de 2023. pelas cores e ambientes do jazz e do indie, levou a que no início do ano de 2020 iniciasse a escrita de canções delicadas, denotando um claro cuidado pela harmonia entre a palavra e a música. Em fevereiro de 2022, inicia o trabalho em estúdio, desaguando no nascimento do seu primeiro EP, com previsão de lançamento para o início do ano de 2023.
Zoe Dorey – Mundo Novo (2022) (single)
Zoe Dorey – Mundo Novo (2022) (single)
Transe & Transe Espiritual e carnal, o novo som de Zoe Dorey
Um disco nascido na pandemia, que inspira encontros Há anos afastada de sua trajetória discográfica, Zoe Dorey volta batizando de “Transe” um novo álbum. O impacto de uma experiência espiritual profunda e a feliz exaustão de uma fase de intenso prazer sexual trouxe o título e ditou o conceito. “Transar é também entrar em transe”, diz ela, conectando os sentidos. O álbum gerado e produzido no meio da pandemia, em uma cidade em outro continente, parece trazer uma atmosfera brasileira que inspira o encontro, seja espiritual ou carnal. Logo na primeira faixa, a carioca moradora de Lisboa canta: “Eu estou vendo/um mundo novo está nascendo/só pra gente se encontrar” (“O Mundo Novo”). E se o disco fecha com uma música sobre separação, é com certa maturidade que faz isso: “Meu amor agora é tarde/ Nos perdemos no caminho/Esquecemos que o amor escapa sozinho” (“Fim”).
Nas cordas da música brasileira A forma como Zoe usa os elementos eletrônicos em sua música tem uma assinatura que é parte importantíssima da sua obra e em “Transe” não é diferente. No entanto, assim como antes, o trompete jazzístico, tocado por ela, tinha (e ainda tem) seu espaço de destaque, agora é o violão que chega junto sem qualquer timidez. O instrumento traz mais Brasil para dentro da música de Zoe. Ela chegou a ter aulas com Cezar Mendes – o violonista e compositor baiano já gravado por nomes como Caetano Veloso, Marisa Monte e Chico Buarque – o que possivelmente teve influência no caminho que sua música tomou. “Foi a melhor escola que eu poderia ter feito. Eu aprendi a mão direita através de músicas de GIl, Caetano, Joao Gilberto. Cezinha sabe tudo, é um gênio! E essas aulas me inspiraram a compor outras coisas. ganhei vocabulário e pude experimentar novos terrenos”, confirma ela.
As músicas Entre o que Dorey realizou em alguns de seus álbuns anteriores e o ponto que agora está, “Rainha do Amor” (faixa 5), é o elo de ligação maior. As bases eletrônicas criam o clima, um Downtempo tropical. Por cima, o piano costurando uma bela melodia de claro DNA BR. A doçura da já citada “Mundo Novo” começa o disco de forma convidativa. “Bem Vinda” é a delícia pop do álbum. “Morena” parece nascida em alguma passagem inspiradíssima pela Bahia. “Shhh” é a cantada em inglês, mas é carregada da MPB “doreyana”. “Continente” acontece como uma bossa, só na voz e violão. Basta para arrepiar. Como única faixa não composta por Zoe, “Inquietação”, do cantautor José Mário Branco, é o som popular de Portugal convertido para o “Transe”. “Derreti” não tem pressa e sem ostentar vai como que sinuosa num clima de sensualidade. A reflexiva “Fim” fecha o álbum com uma atmosfera de intimidade com o ouvinte.
Para um disco cheio de delicadezas, a produção precisa entender o espírito da coisa. Foi o que fez Fred Ferreira, que produziu todas as faixas. O músico integrante da Banda do Mar veio para o projeto por meio de seu parceiro no trio, o brasileiro Marcelo Camelo, que além de participar em algumas músicas contribui de outras formas. Dorey conta como: “Ele é um dos homens mais delicados e dedicados que conheço. Mandei umas gravações voz e violão e ele me voltou com comentários importantes e sensíveis”.
A trilha percorrida Zoe Dorey chega nesse “Transe” com bagagem e história consistente. Por exemplo: ainda usando o nome Claudia Dorey realizou a trilogia musical “Respire” (2009), “Inspire” (2014) e “Justpire” (2015). Entre um e outro, em 2012, se transformou em Malika e lançou “One”, uma experiência eletrônica ousada. Já produziu outros artistas, fez trilhas para teatro e cinema, trabalhou com nomes como Gerald Thomas e Denise Stoklos. O bonito é que tudo isso está presente, de uma forma ou de outra, nesse mais recente álbum.
Kimi Djabaté – Alidonke (2022) (single)
Alidonke is a joyful celebration of finding love and friendship and the various forms of communication–– smiling, talking, caring for each other and dancing together––that strengthens these relationships. Words & Music by Kimi Dkabaté
Published by Cumbancha Music Publishing (BMI)
Alidonke (Original Mandinka) Djelennhe kanunhoko djelenhe Kumanhe ikanunhoko kumanhe Ipulu dinma ikanunhoko ipulu dinma dé Ntebilele fé ntebilele fé molu Yoo ndjarabi ntebilele fé Ikanunho n nata de Ifuronho n nata dé Djelenhe Ikanunhoko djelenhe niman Djelenhe by djonbe djelelanhe Kumanhe ikanunhoko kumanhe niman Kumanhe by djon by kumalanhe Yoo ndjarabi ntebilele fé Yoo ndjarabi ntebilele fé Ikanana malya ikanana mokani Dianamola maluya djamaro alidonké Ifuronho nata dé Ikanunho nata Ifuronho nata Ikanunho
Let’s Dance (English Translation) Smile at me My love Speak to me Give me your hand It’s you that I want The love of my life arrived My friend has arrived Smile at me If you don’t smile at me, who will? Speak to me If you don’t speak to me, who will? Let’s take care of each other Let’s dance Let’s dance It’s you that I want The love of my life has arrived My friend has arrived
Kimi Djabaté was raised in Tabato, Guinea-Bissau, a village known for its griots, hereditary singer-poets whose songs of praise and tales of history and legends play an essential role in Africa’s musical life. Centuries ago, Djabaté’s ancestors, a wandering troupe of musicians from Mali, traveled to the region and the king of Guinea so loved their songs he invited them to stay and offered them the territory of Tabato. Ever since, the area has been a recognized center for music, dance, handcrafts and other creative arts.
In 2005, Djabaté independently released his first solo album, Teriké , followed by Karam in 2009, which was released by Cumbancha and met with resounding praise. His third album, Kanamalu , came out in 2016. Djabaté’s albums pay tribute to his griot heritage and the spirit of Africa, laying a foundation for his latest musical masterpiece, Dindin , scheduled for release by Cumbancha on February 24, 2023. Recently, Djabaté has worked with the pop star Madonna , who moved to Lisbon in 2017 and become entranced with the vibrant Afro-Portuguese music scene. She credits Djabaté with introducing her to the distinctive sound of gumbé music, which she then became committed to sharing with her millions of fans. In 2019, Djabaté was a featured singer on her song “Ciao Bella ,” and continues to strengthen his friendship with Madonna through their mutual love of African rhythms. The central themes of Djabaté’s music are the joys and challenges of life in Africa, from freedom and poverty to the rights of women and children and the many forms of love. Continuously optimistic about the power of music and its message to create a better future for Africans, Djabaté’s magical songs remain uplifting and hopeful even as they reflect on contemporary struggles and challenges. An expression of his griot roots, Djabaté pays tribute to the people, soul and spirit of Africa that is at the heart of his music.
Manuel Linhares – Suspenso (2022) (álbum)
Manuel Linhares – Suspenso (2022) (álbum)
Suspenso do cantor Manuel Linhares é reeditado dia 14 de Outubro em antecipação da tour com a participação especial do saxofonista David Binney
26 de Outubro/ 22h30m e 00h00m/ Hot Clube, Lisboa 28 de Outubro/ 22h30m/ Casa da Música, Porto 29 de Outubro/ 21h30m/ Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima 6 de Novembro/ 20h00m/ Sala Clamores, Madrid
especial do saxofonista americano David Binney já esta sexta-feira dia 14 de outubro. Suspenso está disponível no site e bandcamp do artista, bem como estará à venda nos concertos que aí vêm.
A primeira edição, limitada e numerada de 300 cópias, apoiada pela DGARTES e lançada pelo carimbo Porta-Jazz em Janeiro de 2022, esgotou com um considerável número de vendas para o mercado japonês. Supenso suscitou o interesse do distribuidor japonês Disk Union que conheceu o disco através do músico e multi-instrumentista brasileiro António Loureiro, produtor de Suspenso, que tem um forte percurso artístico no Japão.
Esta reedição numerada e de 300 exemplares assinala a tour com David Binney, o músico convidado de Manuel Linhares que diferencia e eleva estas apresentações ao vivo de Suspenso de todas as anteriores.
David Binney possui uma das mentes mais originais da música contemporânea, segundo a Stereophile Magazine. Aclamado como um talento da composição e da performance, o saxofonista David Binney é um dos músicos de jazz mais relevantes da atualidade. Recebendo elogios de críticos e colegas, David foi recentemente apontado pelo Jazz Times como um dos poucos músicos que criaram uma estética de jazz alternativa … todos tocando música original e aventureira. Binney venceu por três vezes o prémio dos críticos da revista Downbeat na categoria de Saxofone Alto, foi capa das revistas Jazz Times, Downbeat e do editorial de arte do NY Times Magazine. David Binney irá dar uma Masterclass no dia 27 de Outubro, pelas 14h00m, no Auditório 4 da Universidade Lusíada de Lisboa (entrada livre) onde irá partilhar a sua experiência artística, dar a conhecer a sua carreira, a forma como compõe e toca.
Manuel Linhares traz ainda para esta tour a sua banda de sempre – Paulo Barros no piano, José Carlos Barbosa no contrabaixo e João Cunha na bateria. A este elenco de luxo, juntam-se ainda os portugueses Paulo Perfeito no trombone e Gonçalo Marques no trompete.
A acompanhar esta reedição temos o lançamento do videoclip “Dança Macabra”, o segundo single de Suspenso, tema composto pelo cantor em parceria com a rapper e escritora Capicua e a sua extraordinária forma de escrever, através da letra que compôs para esta canção. Margarida Rêgo ficou a cargo da direcção artística do videoclip feito em colaboração com Miguel C. Tavares.
Spitz – “Slasher” (2022) (single)
Slasher é o single do seu recente álbum Infâmia que foi lançado em Julho 2022. Convidamos-vos a visualizar o vídeo na íntegra através do link https://youtu.be/sXL1Dtz0ado
Segue também uma breve uma explicação do projeto e do álbum:
Spitz é a união entre o rap e o cinema de terror, e fruto dessa ligação macabra nasceu o álbum Infâmia, que surgiu no dia 22 de Julho aos olhos de todos. Esta rapper nortenha, tem como primeiro destaque pertencer ao duo Poker, 2008. Entre participações em vários projetos, a rapper,recente membro do coletivo MCNk. Infâmia promete ser uma viagem cheia de mudanças e epifanias com pulso firme, e sobretudo sem dar qualquer quietude aos causais bons impulsos através da voz de uma interlocutora psicologicamente instável e deveras subversiva na sua visão de bem e mal. Inspiradas sobre as obras de Stephen King, as líricas particularmente sádicas deste álbum projetam o paralelismo entre o universo misterioso e a cultura hip-hop.
O projeto pode ser escutado através do seguinte site: www.spitz.pt
Seguem as outras redes sociais caso seja do vosso interesse www.instagram.com/a_spitz_ www.facebook.com/aspitzdazona4
Prehistoricos – “7488” (2022) (EP)
Prehistoricos – 7488 (2022)(EP)
7488 é o disco de estreia de prehistoricos!
Uma explosão de jazz, rock, funk e muito mais.
Prehistoricos tem na sua sonoridade uma combinação de gerações, fruto das vivências que cada um dos músicos traz para estúdio. Prehistoricos trazem-nos uma fusão de jazz, rock, world music, funk e até hip-hop no seu EP de estreia.
O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico. Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e para ser ouvido com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte. Um disco que é quase que uma compilação das longas horas de ensaios e concertos que foram tendo ao longo dos anos.
Ao comando do baixista César Correia juntam-se no núcleo duro os irmãos André Gomes, Pedro Rodrigues, Rúben Garção Silva e Carlos Pires. O EP conta ainda com a participação de André Moreira, Dikas, Tânia Tavares e Vicente.
O disco foi gravado entre os estúdios tuff, BEEP e Comcordas e foi misturado por João Santos e masterizado por Paulo Abelha. O EP, que terá uma edição física e digital, já está disponível no site da editora tuff.pt, para pré-reserva, dado que o mesmo sairá no dia 14 de Outubro.
A festa de apresentação do projeto e EP será já no dia 15 de Outubro na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.
Sobre a música “Repeat/Tones”: Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções. Vejam o video Repeat/Tones aqui: https://youtu.be/r_H3Vu51aQA
Sobre a música “T3”: O projeto prehistoricos existe na cabeça de César Correia e dos outros músicos há vários anos. E o problema foi sempre um: o Tempo. E é disso que o T3 fala. Da voracidade do tempo que nos leva momentos e que faz com que não aproveitemos a vida como o espectáculo que deve ser. O tempo que nos consome e não nos deixa fazer aquilo que mais gostamos. Este que foi o primeiro tema a ser composto pela banda. Vejam o video T3 aqui: https://youtu.be/ckCowkC4ehk
Sobre a música “Zé Libório”: Zé Libório é uma daquelas personagens que existem em todos os bairros. Um pintas com a mania que era maior que os outros. É uma personagem da infância de César Correia, que marcou muito o seu crescimento e esta música seria a banda sonora perfeita para se um dia fizessem um filme sobre o Zé Libório.
Vejam o video Zé Libório aqui: https://youtu.be/3imMbXZhhvQ prehistoricos no Spotify: https://bit.ly/prehistoricos-no-spotifyMais informações em: tuff.pt/prehistoricos/
Lobo Mau – “Agarrado ao Mundo” (2022) (álbum)
Lobo Mau – Agarrado Ao Mundo (2022) (álbum)
AGARRADO AO MUNDO é o 3º álbum de LOBO MAU com lançamento marcado para 14 de Outubro de 2022.
LOBO MAU é a banda de David Jacinto, Gonçalo Ferreira e Lília Esteves. Depois de colaborarem na mítica banda TvRural, uniram-se na criação do universo sonoro das canções que nascem da sua partilha artística, enquanto músicos, autores, compositores, intérpretes e produtores.
Depois de NA CASA DELE (LP, 2020) e VINHA A CANTAR (EP, 2021), a banda prepara-se para apresentar o seu mais recente trabalho de originais, numa edição de autor apoiada pela República Portuguesa, através do ‘Programa Garantir Cultura’.
São 9 canções que nos transportam para o universo folk/rock português, tão característico da banda, em comunhão com o resultado da experimentação de novas texturas sonoras, como vem sendo habitual na composição do trio lisboeta e na personalidade sonora do lobo. À linguagem melódica e lírica que nasce da comunhão criativa dos 3 autores, compositores e músicos de Lobo Mau, juntam-se nestas canções a ousadia da electrónica, o arrojo dos trompetes e dos kazoos, e a insistência da caminhada no ritmo das peles, das cordas e das teclas que acompanham a génese das canções – a guitarra e as duas vozes.
Agarrado ao mundo, o lobo continua a sua perpétua caminhada e contempla, reflecte, transforma-se e uiva por trilhos sinuosos e desconhecidos, mas aos quais pertence.
Com a contribuição dos músicos João Pinheiro na bateria, David Santos no baixo, Jorge Machado na percussão e electrónica, João Gil nas teclas e Moisés Fernandes no trompete, este álbum é a afirmação poética e musical que se segue no percurso da banda.