António Vale da Conceição – “Slower” (2022) (single)

ANTÓNIO VALE DA CONCEIÇÃO ANUNCIA SEGUNDO EP AT YOUR SERVICE, MA’AM 2 COM SINGLE “SLOWER”.

SINGLE “SLOWER”

“Slower” – A canção de uma só frase.

O que inicialmente parece ser a gravação de uma confissão, rapidamente se transforma num tema de banda sonora dos anos 60 onde os violinos choram a única frase cantada e os metais acentuam a gravidade da confissão.

“Slower” é o tema que vem arrastar as memórias deste verão para o outono e inverno, abrandando o tempo e perpetuando os prazeres que não queremos terminados, nunca – não fosse a única frase da canção: “If this is dying slow… make it slower, babe.”

DISCO AT YOUR SERVICE, MA’AM

At your service, ma´am 2 (AYSM2) é o nome do EP sequela de António Vale da Conceição com edição marcada para 2 de Dezembro. O produtor e compositor traz-nos a conclusão à sua colecção de músicas At your service, ma´am com 7 temas que prometem manter o calor do Verão pelo Outono e Inverno dentro.

O que soava à banda sonora de um filme policial/ cómico/ romântico revela-se nesta sequela um filme, afinal, mais maduro e espiritual. AYSM2 debruça-se sobre uma paleta de estilos que oscilam entre o pop gingão, o Cha-Cha (50s & 60s) e as vozes de um coro clerical ou tribal. Mas não são só canções. São histórias, montagens áudio (do que parecem ser arquivos de televisão, gravações pessoais, depoimentos policiais…).

António Vale da Conceição já nos tem vindo a habituar a um filtro cinematográfico na sua música e este EP é, sem dúvida, um aprofundamento dessa assinatura ao explorar sentimentos, moods, personagens que vão além do enamorado/a, dos amores perdidos ou achados. AYSM 2 fala-nos de desafiar a monotonia, de confiança, de libertação espiritual, de “olhares largos” como nos diz na canção “Confidance” (Dança da confiança).

Eis o final de AYSM!

Melting Dreams – Serenity (2022) (single)

Melting Dreams – Serenity (2022)(single)

JUST LIKE THEY TOLD ME SERENITY SHOULD BE

O terceiro single dos Melting Dream, SERENITY, do LP de estreia CAN YOU SEE ME? foi lançado no passado dia 22 de setembro em todas as plataformas de streaming.

Serenity é uma balada de Dream Pop inspirada em contos de fadas, mitologia e na peça Sonho de Uma Noite de Verão. O tema reflete sobre a intensa relação entre um artista e as suas musas e sobre quão intensa e voraz a criatividade pode tornar-se, transformando-se numa papoila intensamente vermelha que flameja contra a terra negra e exige que os nossos olhos nela pousem, e que pousem nela apenas. Alcançar a verdadeira essência de uma ideia nunca é tarefa fácil. A musa é evasiva, raramente se deixa ver. Existe então o medo paralisante de jamais ser-se capaz de alcançar a sua verdadeira forma, e existe o medo de que o resultado seja terrível; de que o público o deteste. A verdadeira paz parece, então, ser alcançável apenas quando o artista abandona a ideia por inteiro. “Mato a semente e puxo os caules de debaixo dos meus pés, antes que comecem a exigir algo de mim.” A canção reflete a jornada criativa quando esta se torna esmagadora: primeiro repleta de sonho, depois bela, gloriosa; depois desconcertante, repleta de ansiedade; em seguida impotente; finalmente, abandonada. A melodia e o arranjo, com a sua esvoaçante e encantadora flauta ney, o violino alegre, os pratos ride urgentes, a guitarra cintilante e celestial, lembra-nos, ora contos de fadas, a beleza das criaturas Fae a vaguear pela floresta em noites de verão; ora desespero: os seu truques e travessuras caíram sobre nós. A voz navega por estas florestas; os puxões gravitacionais do rio e as vocalizações das criaturas, oferecendo ora abundância, ora terror, sentidos em cada inflexão. A questão que este tema coloca é a seguinte: Será que uma mente que vivencia um fluxo criativo intenso pode alguma vez sentir o calor envolvente da verdadeira serenidade?

Melting Dreams Melting Dreams é um duo independente de Dark Dream Pop formado por Inês Rebelo (Voz, Produção Vocal e Edição) e Asaf Rahamim (Composição e Produção), que se juntou a Artur Lenivenko (Piano e Sintetizadores) e convidou músicos de todo o mundo para gravar o seu álbum de estreia, Can You See Me?, com lançamento previsto para o final de 2022. A sua estética e estilo são inspirados em cinema noir, filmes de animação, e atos como Kate Bush, Florence and the Machine, Lana Del Rey, Chelsea Wolfe e Patrick Watson.

Créditos Composição, Produção; Backing Vocals – Asaf Rahamim
Voz, Arranjo Vocal; Edição; Sampling de Prato Ride – Inês Rebelo
Piano e Sintetizadores, Arranjo de Sintetizadores Artur Lenivenko Guitarra e Baixo (Arranjo e Performance) Sami Turunen
Cordas (Arranjo e Performance)Lucia La Rezza
Ney (Arranjo e Performance) Ido Romano
Bateria (Arranjo e Performance) Emiliano Di Fiori
Prato Ride (Performance) Timo Brülls
Mistura e Masterização Xavier ‘Hill’ Collado
Artwork Kupu Senja

T3D Bunny – J.O.T.A. (Just Open The Audio)(2022)(single)

T3d Bunny (Ted Bunny), é uma entidade artística que surgiu em 2020, em plena pandemia, sob o formato de A.R.G. Começou a sua epopeia musical com o tema “Electro Nana” em 2021, tendo já lançado 3 Singles, 2 EPs e um Álbum de 11 faixas nomeadas: “MAIS DO QUE UMA MÁQUINA”.
Sediado em Lisboa, Portugal, o artista não se detém na música para expressar a visão do mundo que o rodeia, mas utiliza outros meios como Ilustração, Videoarte, Código, Foto-manipulação … e colabora anonimamente com outros artistas de várias disciplinas da criatividade.
Está presente uma forte componente de música electrónica e Eurodance, bem como synthwave, dark synth, Electro-punk, techno, etc … Podemos dizer que nomes como: Master Boot Record, Fartbarf, Mr. Oizo, Deadmaus, Aphex Twin, MSTRKRFT, Perturbator, SebAstian, SayMaxWell, Trey Frey, Driver86 e Acacia Carr são nomes que ele respeita muito.

Não mostrar o seu rosto, vem de todos os problemas de um projecto marginal e interventivo, muitas vezes confundido como bot, muitas etiquetas, revistas, estações de rádio e espaços acabam por não lhe dar espaço para actuar ou exposição.

Um dos objectivos do projecto é que o público o encontre e mergulhe nesta toca de coelho de código, arte, melodias e ritmos, e descodifique cada peça que coloca à disposição do público em todas as plataformas de streaming e redes sociais.
A 7 de Outubro será lançado o novo single J.O.T.A. (Just Open The Audio), que estará disponível em todas as redes sociais. Este single tem a colaboração de Luiz Loureiro Ferreira, um artista 2D de Pernambuco, Brasil, que fez o trabalho artístico para a imagem do single, após encontrar o projecto online e apaixonar-se pela filosofia da liberdade criativa que tenta transmitir.

O single é também acompanhado por um vídeo musical que está disponível no mesmo dia. Co-produzido pelo jovem realizador Tiago Gameiro e Márcia Gonçalves. T3d Bunny contou também com a participação da artista austríaca Indie Folk Verena Bachinger, que aparece como actriz no vídeo.
A melhor maneira de ajudar T3d Bunny é ouvir, seguir o projecto nas redes e, claro, partilhar a sua música. Quanto mais coelhinhos dentro da toca, mais túneis se abrirão, e maior será o fluxo musical, assim como a colecção de novos coelhinhos nesta família.



LINK TREE DO ARTISTA
https://linktr.ee/T3DBUNNY

Cristina Clara no Teatro da Trindade no dia 18 de Outubro

Cristina Clara reúne elenco de luxo no Teatro da Trindade!
e convida Maria João, Marco Mezquida, Batucadeiras Freirianas Guerreiras e Bárbara Faustino.

Ao vivo numa das mais belas salas da capital, a artista prepara o aniversário do seu primeiro álbum – Lua Adversa – da forma que melhor a caracteriza: transformando o palco numa verdadeira praça Lisboeta, onde culturas de diferentes partes do mundo se encontram.

Reuniu para isso uma banda brilhante, com músicos de Cabo Verde, Brasil, Espanha e Itália para apresentar temas do seu disco de estreia e revelar algumas surpresas.

Na noite de 18 de Outubro, pelas 21h00, Cristina Clara partilhará o palco com nomes incontornáveis do panorama musical nacional e internacional, como a cantora de jazz Maria João, uma das suas maiores inspirações, e o virtuoso pianista espanhol Marco Mezquida. Fascinada pela cultura de Cabo Verde, convidou o mais jovem grupo de batucadeiras – Freirianas Guerreiras – e ainda a bailarina Bárbara Faustino.

Foi no palco do Café -teatro da Trindade que Cristina Clara se estreou, pouco depois de se mudar do Minho para a capital, onde durante anos conciliou a enfermagem com a música.

Regressa agora ao Teatro da Trindade no mês da Womex, a maior feira internacional de música, para um espectáculo vibrante e diverso, criado especialmente para esta noite.

Bilhetes à venda na BOL: https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/114231-cristina_clara-teatro_da_trindade_inatel/

Carmen Souza – Kuadru Pintadu” (2022) (single)

https://soundcloud.com/user-376867927/carmen-souza-kuadru-pintadu-2022-single/s-TgalbKzWFlP?si=3731efe1173c432793e1c0251e6b51be&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

Carmen Souza – Kuadru Pintadu (2022) (single)

New single “Kuadru Pintadu” is out!

ABOUT this song:
“I do not believe that we are all a blank canvas when we are born.
I think that we are born with energetic and genetic information embedded in our beings. Our lives are the most beautiful paintings, and as we go through this journey we give ourselves and we receive from others.
The strokes of paint in our lives are what make us unique and give us a sense of belonging.” Carmen Souza

Musica – @theopascalmusic | Lyrics – Carmen Souza
feat Carmen Souza, Theo Pascal, @marcosmendesalves and @Indiapascal

Tiago Vilhena – Canções Mundanas (2022) (álbum)

TIAGO VILHENA EDITA CANÇÕES MUNDANAS DIA 7 DE OUTUBRO
 
Canções Mundanas é um conjunto de músicas que foram compostas e executadas por Tiago Vilhena que, ao sabor da corrente, toma um rumo folclórico e alternativo revelando uma personalidade de cantautor.
 
É o segundo álbum de Tiago Vilhena em nome próprio, terceiro álbum a solo contando com o seu passado como George Marvinson. Durante os últimos 2 anos aproveitou o isolamento para compor todas as músicas que conseguisse e o álbum que sairá dia 7 de Outubro é o resultado disso.
 
Com influências demasiado variadas para justificar serem referidas, cria uma atmosfera sem nação, ainda que petisque costumes portugueses. Em 8 temas, fala-se de vontades, delírios, frustrações, ambições, paixões e personalidades. Nestas, emanando uma aura colorida, o artista convida-nos a aligeirar os problemas e a agradecer os sucessos sem que nos tenhamos de tornar despreocupados pelo que requer dedicação. A vida é uma construção e assim é a música também.
 
Mais uma vez, e como é comum com o artista, houve uma reinvenção da sua essência musical. Tiago Vilhena apresenta-se desta vez com músicas divertidas, esperançosas, coloridas e que dão vontade de dançar. O ritmo é a chave das novas canções e a boa disposição é nítida e contagiante.
 
Canções Mundanas revela-se um disco composto por músicas construídas com atenção ao detalhe. Com pormenores e arranjos que concretizam uma obra onde o pilar é a canção, o ligante é o instrumento e a estética é a emoção. O formato pop está presente quando escutamos o álbum, quer nas estruturas, melodias ou significados e assim se revela um trabalho coeso, animado e apaixonado.
 
Tiago Vilhena é um músico português, vive em Lisboa e foi parte de projetos como Savanna e George Marvinson. Hoje apresenta-se com o nome Tiago Vilhena e canta na sua língua de nascença.
 
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4LNwjlVorhFaH23ASPzKTA?si=0PG1Z99aQ-S6Y2YrWBQYzg
Instagram: https://www.instagram.com/tiagovilhena/
Facebook: https://www.facebook.com/GeorgeMarvinson

Pete Astor – Time On Earth (2022) (álbum)

Pete Astor – Time On Earth (2022) (single)

PETE ASTOR EDITA TIME ON EARTH DIA 7 DE OUTUBRO


 
“The master of less is more.”
The Guardian
 
DISCO TIME ON EARTH
 
Nos meus 50 anos percebi que o passado se torna lentamente num lugar maior que o futuro. Como sempre, o futuro é para onde vou mas agora o passado e tudo o que vem com ele está empilhado atrás de mim. E, com o passar do tempo na terra, mais e mais dos meus contemporâneos começaram a desaparecer do planeta.
 
Fiz 11 álbuns de material novo desde 1987. Eu dou-me conta que tudo o que eu achava que importava, que contava a verdadeira história, está nesses discos. Já passou 5 anos desde o meu último disco de música nova. Talvez mais do que antes, houve muito tempo nos últimos anos para pensar e refletir. Como qualquer trabalho, Time On Earth é uma tentativa de dar sentido à vida fazendo um trabalho sobre ela.
 
Como antigo editor do NME e do Q, o jornalista Danny Kelly escreveu recentemente ao entrevistar The Loft: ‘a lifetime of listening to them has led me to believe that Pete Astor’s songs would have always found a way to reach an audience. If he’d been a Californian baby boomer, he’s have ended up in the Capitol Records building in Los Angeles, laying down late-night grooves with the Wrecking Crew for a largely-neglected, slightly gloomy, pop album that’d now be worth a fortune. If he’d been born into post-War Britain, earnest girls in sweaters would’ve fallen in love with him, and his songs, in Embassy-fogged folk clubs.’ É claro que eu amo essa citação. E acredito que Time On Earth é a maioria dessas coisas. Mas então eu diria isso, não é?
 
Time on Earth tem canções que foram escritas em resposta direta à perda e luto (“Undertaker”, “Fine and Dandy”); canções que lutam por diferentes tipos de crença (“New Religion”, “Time on Earth”, “Miracle on the High Street”); histórias de ambas as extremidades do ciclo de vida (“Sixth Form Rock Boys”, “English Weather”). E algumas ainda buscam a satisfação do coração. (“Stay Lonely”, “Grey Garden”, “Soft Switch”).
 
Tive a sorte de poder fazer a música com a ajuda do multi-instrumentista Ian Button (Wreckless Eric, Death in Vegas, Papernut Cambridge) na bateria, o baixista Andy Lewis (Spearmint, Paul Weller e DJ no lendário Blow Up Club e Soho Radio), o guitarrista de longa data Neil Scott (Everything But the Girl, Denim) e por último, mas não menos importante, Sean Read (Dexys, Edwyn Collins, Rockingbirds) que gravou e produziu o álbum no seu Famous Times Studios . Como seria de esperar, estou convencido de que é o melhor disco que fiz.
 
BIOGRAFIA
 
Pete Astor é músico, escritor e educador. Ele liderou os grupos da Creation Records The Loft e The Weather Prophets, compôs músicas e lançou discos que ajudaram a definir o som da editora e o emergente género indie. Passou para uma longa carreira a solo na qual escreveu, gravou e lançou música em várias editoras, incluindo Matador, Heavenly, Warp, EMI e Fortuna Pop. Ele é professor sénior de música na Universidade de Westminster. Para além das extensas tours, ele também faz discos com David Sheppard na banda Ellis Island Sound e lança o seu trabalho de spoken word The Attendant na sua editora Faux Lux com a ajuda de Ian Button. Desde 2017, Astor assinou contrato com a Tapete Records, lar de Robert Forster, Lloyd Cole e Comet Gain, entre muitos outros grandes artistas.
 
http://www.peteastor.com/
https://www.instagram.com/peteastor/
https://www.facebook.com/pete.astor
https://twitter.com/astorpete
https://open.spotify.com/artist/3hOyXm00iqGbv7BvoPyGbn
https://soundcloud.com/pete-astor
https://peteastor1.bandcamp.com/

Mirza Lauchand – “Dear God” (2022)(single)

Mirza Lauchand – “Dear God” (2022)(single).

O seu passado é embebido no gospel e no soul. A reminisciência a Marvin Gaye, a irreverência de James Brown vão aparecer
mais tarde ou cedo e isso transforma-o num quase
produto perfeito. Encontrou a espiritualidade em Gospel Collectiv, onde a potencialidade da sua voz é um estandarte de bandeira. Ali reencontrou a música negra que deixara em terras africanas, o sonho e o caminho certo. Passou a olhar nos olhos de plateias cheias em palcos como Cinema São Jorge, CCB ou Aula Magna. Ou em festivais como Rock in Rio, Belém Art Fest ou ainda na Bélgica, no Festival de
Gent. A bênção do gospel também lhe deu novas sensações, quando se juntou em 2012 também aos Soul Gospel e com eles fizeram o musical Oh Happy Days no Teatro Villaret, em Lisboa.

A caminhada fez-se também com microfones ao lado de Bernardo Sasseti, Dengaz, L1NK, Legendary Tiger Man, NBC, Matay ou com Selma Uamusse.

Prehistoricos – Repeat/Tones (2022) (single)

Repeat/Tones é a música de estreia de prehistoricos

O single Repeat/Tones, como toda a sonoridade da banda, gira em torno do jazz, do funk e do rock. Esta música é o avanço do primeiro EP da banda que será lançado no dia 14 de Outubro.
Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções.
O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico.

Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte.
O álbum, que terá uma edição física e digital, já está disponível em pré-venda no site da editora tuff.pt. Todas as cópias, adquiridas antecipadamente, serão enviadas em primeira mão no dia 11 de Outubro.
No dia 15 de Outubro será a festa de apresentação do projecto e do EP na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

O single Repeat/Tones, como toda a sonoridade da banda, gira em torno do jazz, do funk e do rock. Esta música é o avanço do primeiro EP da banda que será lançado no dia 14 de Outubro.
Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções.
O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico. Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte.


O álbum, que terá uma edição física e digital, já está disponível em pré-venda no site da editora tuff.pt. Todas as cópias, adquiridas antecipadamente, serão enviadas em primeira mão no dia 11 de Outubro.
No dia 15 de Outubro será a festa de apresentação do projecto e do EP na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

Ana Lua Caiano – Cheguei Tarde A Ontem (2022) (single)

Ana Lua Caiano – cantora, compositora, letrista e produtora – começou a compor as seis músicas que viriam a fazer parte do seu primeiro EP, Cheguei Tarde A Ontem, em 2020, em plena pandemia. Durante
o isolamento provocado pelo Covid-19, em Março de 2020, Ana Lua Caiano viu-se no seu quarto com um sintetizador, um bombo tradicional e diversos “objetos do dia-a-dia” (copos, chaves, cadeiras, etc). Com
isto, Ana Lua Caiano começou a explorar a junção da música tradicional portuguesa, com a música eletrónica e os “sons do dia-a-dia”.

Desde Março de 2022, Ana Lua Caiano tem apresentado essas seis músicas ao vivo em formato de one woman show, tendo atuado em mais de 15 palcos em todo o país passando pela MusicBox, Festival Impulso, MEO Sudoeste, entre outros. Assim, Cheguei Tarde A Ontem, depois de já ter passado por vários palcos, chega finalmente em formato digital e físico com selo da Chinfrim Discos.

O EP revela-nos um conjunto de seis músicas ritmadas, fortes e energéticas que fazem uso de elementos que remetem para a tradição portuguesa, como coros, harmonias e cânones, bem como elementos que remetem para a música experimental e eletrónica como sintetizadores, sons retirados do quotidiano e beat-machines. As seis músicas do EP, refletem sobre a sociedade atual abordando temas como amores tóxicos, pressa, medo de morrer, poder, entre outros.
Aos três singles que Ana Lua Caiano lançou ao longo deste ano – Nem Mal Me Queres, Sai Da frente, Vou Passar e Cheguei Tarde A Ontem – juntam-se agora as músicas Um Menos Um, Que O Sangue Circule e
Olha Maria que mantêm ironia, a força e o ritmo característicos das músicas da artista.

Cheguei Tarde A Ontem é um EP que pretende trazer a herança da música tradicional portuguesa para o mundo moderno, eletrónico e tecnológico, reunindo de forma natural flautas, sintetizadores, guitarras clássicas, sons de máquinas e beat-machines. Ana Lua Caiano com este disco criou um universo próprio em que todos os elementos, vindos de mundos musicais diferentes, se unem de forma simbiótica.

A acompanhar todas as músicas do EP, juntam-se vídeos realizados por Joana Caiano. Estes vídeos irão estrear ao longo das próximas semanas.
O concerto de apresentação do EP Cheguei Tarde a Ontem de Ana Lua Caiano será no B’Leza, em Lisboa, a 6 de Outubro – Jhon Douglas fará a abertura do espectáculo. Este concerto irá ser realizado no formato
habitual da artista de one woman show, em que com um sintetizador, uma loop station, um microfone, um bombo e vários instrumentos percussivos, sozinha em palco e em direto, Ana Lua Caiano concilia a música eletrónica com a música tradicional portuguesa e os “sons do dia-a-dia” através da sobreposição de loops.

Depois do lançamento do EP, a artista já tem diversos concertos marcados até ao final do ano passando por palcos e festivais como Sons do Património, WOMEX 22, Oficinas do Convento, GrETUA e Blue House.

Ficha técnica música
Composição e letra: Ana Lua Caiano
Produção: Ana Lua Caiano,
Guilherme Simões,
Rodrigo Domingos
Voz: Ana Lua Caiano
Coros: Ana Lua Caiano
Percussão: Ana Lua Caiano,
Guilherme Simões
Sintetizadores e teclado:
Ana Lua Caiano, Rodrigo Domingos
Flauta: Beatriz Lerer Castelo
Guitarra Clássica: André Mendes
Arranjos vozes: Ana Lua Caiano,
Bernardo Ramos
Gravação: Guilherme Simões,
Rodrigo Domingos, Bernardo Ramos
Mistura: Guilherme Simões
Masterização: Bernardo Ramos
Ficha técnica capa EP
Fotografia: Joana Caiano
Ficha técnica fotografias
Fotografias: Nuno Conceição e Valentina Vagena.

Manuel Linhares – Dança macabra (2022) (single)

Manuel Linhares lança novo single “Dança Macabra” e anuncia novo disco Suspenso em tour com a participação especial de David Binney

Depois de Traces of Cities (2013) e Boundaries (2019), o cantor Manuel Linhares lança este novo álbum Suspenso. Um trabalho apoiado pela DGARTES, lançado pelo carimbo Porta-Jazz e que conta com um extraordinário elenco de músicos nacionais e internacionais que trabalharam parcialmente à distância, procurando desafiar os limites físicos impostos por esta pandemia. Suspenso conta com a produção e participação do músico e multi-instrumentista brasileiro António Loureiro, que compôs e escreveu a letra de “Oxigénio”, que juntou à banda de Manuel Linhares – Paulo Barros no piano e José Carlos Barbosa no contrabaixo – a participação especial do Coreto Porta-Jazz, do saxofonista americano David Binney ou dos brasileiros Frederico Heliodoro, Rubinho Antunes e ainda Alexandre Andrés. Um elenco internacional que contou ainda com um arranjo do conceituado pianista argentino Guillermo Klein e com a letra “Dança Macabra” da rapper e letrista Capicua.

Manuel Linhares – Marcha Lenta (2022) (single)

Manuel Linhares- Voz, Composição e Letra
António Loureiro- Produção Musical, Arranjo, Baixo Eléctrico e Bateria
Paulo Barros- Piano
Alexandre Andrés- Flauta Transversal
Rubinho Antunes- Flughel
José Pedro Coelho- Saxofone Tenor
Andreia Santos- Trombone
Daniel Dias- Trombone

Video:

Marta Ramos e Manuel Linhares – Direcção de Arte
Bruno Lopes e Tiago Carvalho – Imagem e Montagem

Agradecimentos:
Hotelier
Porta-Jazz
Gira Sol Azul

Apoio:
DGartes

Booking:
13_31 Booking

manuellinhares.com
manuellinhares.bandcamp.com
facebook @manuellinharesmusic
Instagram @linhares_manel