The Invisible Age – The Hell Is Everywhere (2022) (single)
Nascida das cinzas (que teimam em não esfriar) de uma banda de post-rock, a vontade de voltar aos refrões e canções pop juntou Luiz Alberto Moura (vocais e guitarras) e Marcelo Caldas (baixo), conhecidos de longa amizade que atravessou o oceano e que veio do Brasil para Portugal, na The Invisible Age. O nome remete aos enfrentamentos e questionamentos que a idade vem trazendo, à passagem do tempo inequívoca que, apesar de pesar, não abala a vontade de produzir canções que vão além do próprio corpo e da própria mente. Com o primeiro disco gravado em cinco dias – após ter sido exaustivamente ensaiado durante a pior parte da pandemia de Covid 19 – em Leiria, nos estúdios da Casota Collective e na casa onde os Silence 4 deram os primeiros passos, os dois resolveram expandir os horizontes, em busca de uma coesão que ainda estava por vir. Mudaram a formação, trouxeram mais músicos conectados com os novos caminhos pretendidos pela banda e renasceram. Algo que ficaria num cruzamento entre a simplicidade e a beleza de arranjos ousados, com ambiências que remetem ao infinito, ao inesgotável, em um disco a ser gravado neste momento e que remete aos melhores momentos de Tindersticks, Nick Cave and the Bad Seeds, Portishead, The Cure, entre outros, motivados agora pela introspecção e pelo que de ‘invisível’ tem a vida e que passamos por ele todos os dias e não nos percebemos. São mudanças internas que se refletem em composições que se explicam em si mesmas, e que quase deixam as guitarras de lado, pedindo passagem para instrumentos e arranjos que ficam escondidos nas fronteiras preguiçosas e rígidas do ‘rock n’ roll’. A ‘nova’ The Invisible Age é um convite para o entendimento da vida dentro de canções que a desafiam, as relações, as contradições e os passos atrás e para frente nesta curta caminhada que fazemos.
Ines Apenas & Avalanche – Batata Frita (2022) (single)
O teu date não corresponde às expectativas? Os astros não estão alinhados? Não há nada para falar? A solução é ‘Batata Frita’, o terceiro single de avanço do álbum de estreia da AVALANCHE, escrito para a despedida do Verão, com todos os dilemas a que um millennial tem direito.
‘Batata Frita’ junta a escrita e voz de INÊS APENAS, as teclas de Tom Maciel e produção de NED FLANGER, num combo de virtuosismo musical. Com toques de neo-soul e R’n’B, a complexidade da harmonia contrasta com a descontração dos versos, com linhas como “Tá tudo OK, menos o teu signo”. O lançamento vem acompanhado por um visual produzido pela equipa AVALANCHE, que conta um episódio de uma consulta astrológica eficaz, em formato fast-food.
‘Batata Frita’ sucede ao irreverente ‘Contigo’, que junta as vozes de iolanda e SOLUNA à produção de Luar, e ‘Assim’, o colorido e fresco primeiro single do projeto – escrito, produzido e interpretado por Choro, Inês Lucas, iolanda e Matheus Paraizo. Estas canções vão fazer parte de “Volume I”, álbum com lançamento previsto para o final deste ano, que envolve 18 artistas e um total de 10 músicas, descritas como um “best of” daquilo que foram as quatro primeiras edições de Writing Camps Avalanche, em parceria com os Great Dane Studios.
A AVALANCHE assume-se como um entusiasmado coletivo de músicos, focado em criar espaços para a música feita em colaboração e a união de talentos ímpares, com o objetivo de criar arte porque sim
A Garota Não – Prédio Mais Alto (2022) (single)
Prédio mais alto – vídeo estreia
Esta canção nasceu numa noite de solidão. Aquela que às vezes sentimos nos ossos. Mesmo quando temos tanta gente perto, mesmo quando estamos à mesa com quem nos quer bem. É como se estivéssemos numa dimensão paralela de onde vemos melhor, de onde medimos melhor os lugares onde estamos: o trabalho, as relações mais estreitas, o envolvimento e compromisso com a nossa própria vida. É bom não recearmos descobrir as camadas de quem somos. E depois voltar à tona e respirar como quem ganha mais espaço nos pulmões. E depois dançar, dançar… dançar
Que no fundo é o que esta música propõe. O voto de gratidão para os mesmos do costume, que metem estes videos de pé com o maior profissionalismo e amor: Pedro Estêvão Semedo, Mário Guilherme, Raquel Moreira, Sónia Margarido. Obrigada também ao Raimundo Cosme e à Ena Sadicovic, pelos personagens, ao Bobby Baq pelo Argumento, à Iza da Costa pela paciência e tempo, à Maria João Frade pela Casa da Avenida, ao José Luis Palma pela ajuda, à Tom & Jelly e Los Manolos por providenciarem em tantas frentes.
A garota não – Prédio mais alto
Letra: Cátia Mazari Oliveira Música: Cátia mazari Oliveira e Fred Pinto Ferreira Arranjos e Produção: A garota não, Fred Pinto Ferreira e Sérgio Mendes Álbum: 2 de Abril
Vídeo Com: Raimundo Cosme Realização: Pedro E. Semedo (www.instagram.com/pedroesemedo) Argumento: Bobby Baq Direção de Fotografia: Raquel Moreira e Mário Guilherme Assistente de Câmara: Manuel Lino e André Areias Edição: Pedro E. Semedo Produção: Tom & Jelly, Los Manolos Assistente de Produção: Sónia Margarido Rapariga: Ena Sadikovic
Agradecimento especial: Iza da Costa, Maria João Frade, Casa da Avenida, Quinta das Pites, José Luís Palma
Créditos instrumentais: AGN guitarra e voz Sérgio Mendes guitarras Fred Pinto Ferreira palmas, bateria, synths e piano
Letra:
Prédio mais alto
já caminho descalço para ninguém me ouvir para ninguém me sentir lá no rés do chão moro no último andar do Prédio mais alto da nossa rua
já não aguento esse amor de perdição estou tão cansado… o espelho tem razão moro sozinho nimbado no prédio mais triste da nossa rua
esse amor, não bate certo dói que mata a céu aberto já não sei como tocar-te tudo em nós agora parte e eu já não sei…
Edição de Autor.
Muana – Um Monge na Cidade (2022) (álbum)
Muana – Um Monge Na Cidade (àlbum) (2022)
Muana em dialeto Xisena – umas das muitas línguas nativas de Moçambique – quer dizer o mais novo. Neste caso, o mais novo de 4 irmãos. Nascido em Moçambique na cidade da Beira em 1967, filho de uma professora primária e de um empresário madeirense, vivi até aos 4 anos numa pequena vila, literalmente, no meio da selva – Inhaminga. Posteriormente mudei-me para Maputo (Lourenço Marques) onde fiquei até aos 10 anos. Um período fundamental na formação da minha personalidade e no desenvolvimento de uma consciência profunda de liberdade, que tem acompanhado toda a minha atitude de vida. Com 10 anos mudei-me definitivamente para Portugal. Com 14 aprendi a tocar guitarra através do meu irmão 4 anos mais velho. Mantivemos uma parceria musical durante muito anos. Sempre me senti um cabo de alta vibração, um vórtice de energia que traz ventos de criatividade e agitação. Aos 16 anos tive a minha primeira experiência com bandas de garagem, seguindo-se uma segunda experiência com 18 anos. Em ambos os casos deu-se um rompimento abrupto com esses projetos, visto um e outro dedicarem-se apenas aos covers. Já na altura o meu mundo era diferente, era o mundo da descoberta dos originais. Não há muitos exemplos de músicos a iniciarem a sua carreira com 54 anos e talvez seja este elemento, completamente fora da caixa, que faz toda a diferença. A música que crio atualmente é apenas a consequência lógica de toda a minha vivência.
Greek Lungs – Nihilis Tales: In Aplós (2022) (EP)
Greek Lungs – Nihilis Tales- In Aplós (EP) (2022)
Greek Lungs lança o seu primeiro EP “NihilisTales: in aplós”, no dia 29 de setembro
Greek Lungs é uma projeto musical criado em 2016 nas ruas de Lisboa, e conhecida pelos pequenos bares de open mic. Greek Lungs apresenta o seu primeiro EP em 2022 com “NihilisTales: in Aplós”, que sairá digitalmente no dia 29 de setembro!!!
«NihilisTales» explora a filosofia niilista: a crença de que tudo no mundo é desprovido de valor objetivo intrínseco e, por isso, igualmente desprovido de sentido. O EP utiliza o rock clássico e o liricismo surrealista, para explorar a vivência niilista, nos seus diferentes parâmetros sociais.
Podem ver o single “Jim Morrison” já em todas as plataformas digitais, ou podem carregar na imagem seguinte.
Luizga, iZem – “Txaísmo” (Feat. Txana Tuin Hunikuin & Oreia) – From Elis Records (single) (2022)
“Uma canção que escrevi durante minhas jornadas à Floresta Amazônica, no trabalho que tenho desenvolvido com uma comunidade indígena do Acre, o povo hunikuin. Conta um pouco do maravilhamento e da alegria por essa partilha, essa parceria. É um reggae astral celebration vibes gostoso pra meter na pistinha / na playlist / nos fones
Essa gravação, conta com dois convidados muito especiais o Oreia, meu iconoclasta-rapper-gangsta-da-roça-preferido e o Txana Tuin Hunikuin, artista e liderança do povo hunikuin, cantor e compositor do KAYATIBU, banda de haux-rock-indígena com quem estou produzindo um álbum”.
(Luíz Gabriel Lopes).
Gonçalo e Pronto – Caju (2022) (single)
Gonçalo e Pronto – “Caju” (2022)(single)
Caju Gonçalo e Pronto 2022 Guardo o sabor a caju Que como pela manhã Podia ser outro fruto Mas seco ajuda o jejum Acalma a barriga Que já vai vã… Sabes-me a fruto-vermelho Quente como o verão Ácido quando trincado E doce espremido à mão O caju vem disfarçado Faz o papel de vilão Prolonga o teu sabor frutado Para não me fugir da mão O caju, O caju, O caju… É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina quanta era A vontade de Eva por Adão É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina como era Poder viver a tentação Fruto-vermelho é riqueza Para qualquer refeição Amora, morango ou framboesa Sempre que agarro a tua mão Quero um sabor salgado, Um fruto seco talvez Que acalme a tensão que guardo Que me sacie de vez Caju, O caju… É a receita divina, Melhor proteína pela manhã É a receita divina, Melhor proteína pela manhã É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina quanta era A vontade de Eva por Adão É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina como era Poder viver a tentação É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina quanta era A vontade de Eva por Adão É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina como era Poder viver a tentação Só a maçã não chega, Só a maçã não chega, Só a maçã não chega, A maçã não chega, Só a maçã não chega, A maçã não chega…
Also – No Good (2022) (single)
Also – “No Good” (2022)(single)
ALSO lançam novo single “No Good” com Irati e El Guito
Os ALSO, dupla pop e R&B formada por Sofia Costa e Alex Sweeney, editam hoje o novo single “No Good”. Com a participação do cantor moçambicano Irati e produção de El Guito e Alex Sweeney, o tema surge depois do EP de estreia, “Day Dreaming”, e do single “From My Heart”, lançados em 2022.
Sofia Costa é cantora, começou a ter aulas de canto aos 15 anos e frequenta a licenciatura em Jazz e Música Moderna na Universidade Lusíada, em Lisboa. Em 2021, participou no programa “The Voice Portugal” e chegou à fase das Batalhas, na equipa do músico Diogo Piçarra.
Alex Sweeney começou a ter aulas de guitarra aos 8 anos e formou-se em Jazz e Música Moderna, também na Universidade Lusíada de Lisboa. Atualmente, acompanha artistas como Luís Braz Teixeira, Luís Fernandes e Clara.
Os ALSO surgiram em 2020, com o single “Ready”, e contabilizam mais de 25 mil streams no Spotify. Recentemente, atuaram nas Festas do Mar, em Cascais, e estão previstos mais concertos e singles até ao final do ano.
Francisco Sales – Grito no Silêncio (2022)(single)
Francisco Sales – “Grito No Silêncio” (2022)(single)
Grito No Silêncio é a expressão que corta, o acto que interrompe, o alerta que nos acorda. Francisco Sales oferece o seu virtuoso guitarrismo como a tela que Beatriz Nunes e Pedro Pires usam para pintar com as suas vozes um poético e abstrato quadro em que cada um de nós poderá ver o que as suas emoções ditarem. Este é o novo single de Fogo na Água, álbum com que o músico e compositor Francisco Sales assinala nova fase na sua carreira.
Neste terceiro álbum – com que sucede ao muito aclamado Miles Away de 2017 -, o guitarrista investiu quatro anos de trabalho e apresenta-se a explorar a sonoridade de diferentes instrumentos – não apenas as guitarras elétrica e acústica, mas também a de 12 cordas ou a icónica guitarra metálica conhecida por dobro – para erguer um muito emocional conjunto de peças que evocam ideias de força, luta e resiliência, navegando igualmente por algumas noções contrastantes já apontadas no título: o fogo e água, a terra e o ar, elementos primordiais que aqui se traduzem em música altamente evocativa e em que a identidade funda portuguesa é explorada.
O músico que em Inglaterra trabalhou de perto com os Incognito de Jean Paul Maunick, agora chamou Beatriz Nunes, aclamada cantora de jazz que chegou a integrar os Madredeus, para pela primeira vez adicionar vozes a composições de sua autoria. Garante Francisco que Beatriz representa a sua própria alma. Neste trabalho que o próprio compositor descreve como sendo mais cinematográfico e em que garante ter-se reinventado como compositor, a produção foi divida com Tiago Gomes.
Equinócio – Dentro De Mim (2022) (single)
Equinôcio – “Dentro De Mim” (2022) (single)
“Dentro de Mim” e “Moreno” antecipam EP de estreia dos Equinōcio
Beatriz Capote e Diogo Santos formam os Equinōcio. Criado em Aveiro, o grupo surge em sessões de improviso, em 2019, e edita, este ano, os primeiros temas originais, numa fusão de folk, jazz, pop e worldmusic. Um projeto que representa opostos próximos, como outono e primavera, morte e nascimento, a flor e a folha caída.
Beatriz Capote, cantora e violinista, nasceu em Aveiro e começou a formação musical no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian da cidade. Estudou no Porto, em Itália e formou-se mestre em Ensino de Música, também em Aveiro. Desde 2020, apresenta-se como vocalista e teclista dos Perpétua. Em banda, colabora com artistas como himalion e a cantora de jazz Jacinta.
Diogo Santos, pianista e compositor, nasceu na Guarda e mudou-se com 2 anos de idade para Leiria, onde iniciou os estudos musicais. Licenciou-se e tirou mestrado em Música, na Universidade de Aveiro. Em 2020, criou o projeto Philip, com arranjos clássicos de canções pop, ao piano, contabilizando mais de 7 milhões de streams no Spotify.
Em 2022, os Equinōcio lançam “Dentro de Mim”, single de estreia com videoclip realizado por Tiago Iúri, e “Moreno”, com a participação da flautista Isabel Azevedo.
O EP de estreia dos Equinōcio tem lançamento previsto para o último trimestre de 2022.
Desidério Lázaro, nome incontornável no panorama do jazz português, apresenta o seu 9º álbum, “Oblivion”, a ser lançado em Setembro de 2022. “Eclipse” (YouTube) é o título do 4º e último single e acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais.
Após os singles “Morning Hum”, “Supernova” e “Rebound”, Desidério Lázaro apresenta-nos o quarto e último single do seu novo álbum “Oblivion”, que tem data de edição agendada para o próximo mês de Setembro. “Eclipse” é a nova faixa revelada e está disponível em todas as plataformas digitais.
“Eclipse” é uma canção com letra (a única não instrumental a constar no disco) e tem poema e interpretação da artista emergente Mimi Froes. Trata-se de uma reflexão acerca da solidão e dos efeitos nocivos do enclausuramento imposto durante a pandemia. A escrita de Mimi Froes é despretensiosa e honesta, capturando com leveza um assunto que revela sempre alguma gravidade emocional. A interpretação da cantora é doce e simultaneamente vigorosa, o que confere a esta jovem artista um leque de recursos invejável em termos interpretativos.
“Oblivion”, 9º álbum em nome próprio do autor algarvio, surge como álbum conclusivo da tetralogia iniciada com “Samsara” (2012), seguida de “Moving” (2018) e “Homegrown” (2019), cuja temática dominante foi sempre uma reflexão filosófica sobre a condição humana e respetivas emoções, e será editado pelo selo AsUR, de forma independente.
Neste álbum e consequentes concertos, Desidério Lázaro faz-se acompanhar do aclamado guitarrista Mário Delgado e dos sempre sólidos Cícero Lee no baixo e Carlos Miguel na bateria. Fizeram também parte deste disco os guitarristas Ricardo Pinheiro e Eduardo Faustino, assim como a cantora Mimi Froes.
Dia 2 de Outubro terá lugar o concerto de estreia do álbum “Oblivion” na sala lisboeta, o Espaço Espelho d’Água.
Miguel Feraso Cabral – Indo Por Ali Longe (2022)(single)
Miguel Feraso Cabral – “Indo Por Ali Longe” (2022)(single)
Single “Indo Por Ali Longe”, 16 setembro 2022 – Rudimentol Records
Miguel Feraso Cabral: guitarras eléctricas, percussões, bateria, electrónicas; composição, gravação e misturas.
Texto descritivo:
Após uma viagem de alguns anos pela música experimental, onde abordou técnicas de gravação alternativas com instrumentos alterados ou inventados por ele próprio, actuou ao vivo com regularidade (ZdB, Jazz em Agosto – Gulbenkian, Festival Alkantara, Music Box…) e editou diversos álbuns (pela AnAnAnA e pela sua editora Rudimentol), Miguel Feraso Cabral toma agora a guitarra eléctrica como o seu principal instrumento melódico.
Em meados de 2017 começou a fazer apresentações improvisadas ao vivo (Sofar Sounds Lisbon, O Povo, Zaratan, Café Tati, SMUP…) num formato a solo com guitarra eléctrica e electrónicas, explorando composições instrumentais em tempo real sobre loops e recolhendo material sonoro para, posteriormente, trabalhar no estúdio caseiro. Sobre essas gravações assentam os temas deste projecto; são executadas manobras de corte e costura e adicionadas camadas de percussões caseiras, bateria, electrónicas lo-fi, gravações que ficaram na gaveta – e mais guitarras. A música é enérgica, cinematográfica e, por vezes, melancólica.
Em 2018, acerca de uma maquete de ‘Indo Por Ali Longe’, a Vice comentava: “Há uma alma lusa que os Dead Combo recriam da melhor forma. Miguel Feraso Cabral também está no bom caminho.”
Outros links: http://miguelferaso.com/music/ https://open.spotify.com/artist/77zTgadch7DoGZHv6Ok5xK https://miguelferasocabral.bandcamp.com/ https://soundcloud.com/miguel-feraso-cabral