Inesh Bueno – Tell Me If I’m Wrong (single) (2025)
Inesh Bueno – Tell Me If I’m Wrong (single) (2025)
Inesh Bueno é uma artista independente, cantora e compositora residente em Lisboa, Portugal, de origem Espanhola e Portuguesa. Mistura a variedade de emoções sonoras nos seus temas através do Pop Alternativo, Rock alternativo, Rock Espanhol, tal como algumas emoções do Blues.
Com projetos caseiros feitos em 2021 (os seus dois singles “Green Tea” e “Butterfly Lullaby”), em 2024 começou a querer levar a sua música a um patamar mais alto, investindo assim no seu primeiro álbum (ainda por vir em 2025), gravado no Louva- a-Deus Estúdios, contando com a presença de co-produtor Daniel Chen (Compositor, Produtor e guitarrista dos Elan Mess)
A Inesh Bueno traz o que sente e o que vê no mundo nas suas melodias e nas suas letras. Irá contar com um cartaz de sete temas originais, nos quais cinco deles serão em Inglês e dois deles em espanhol.
O álbum que sairá em 2025, cujo nome será “My Song By The River”, traz a sua bolha de dor e caos emocional ao de cima: “Uma conversa com o meu Eu sobre as dores que a vida me trouxe. É um álbum sobre a esperança na melancolia, sobre encontrar-me”. Conta já com um single acabado de sair do forno “I HAVE TO GO”, lançado a 27 de Fevereiro de 2025, tal como o seu e brevemente irá sair o segundo, “Tell Me If I’m Wrong”
“I HAVE TO GO é como se fosse uma pequena lágrima neste caos que é a vida. Um querer voltar a reencontrar o meu pequeno ser que ainda habita, algures, dentro de mim”.
Nayr Faquirá – Brinde (single) (2025)
Nayr Faquirá – Brinde (single) (2025)
Nayr Faquirá lança “Brinde”, terceiro e último single em antecipação álbum de estreia “Entrelinhas”, com edição prevista para o final de maio
Nayr Faquirá partilha “Brinde”, o terceiro e último single de antecipação para o seu álbum de estreia, “Entrelinhas”, com lançamento agendado para o final de maio. Depois de “On & On” e “Tua”, a artista apresenta agora um grito de urgência e liberdade.
Num gesto simbólico e pessoal, o tema é lançado no dia 25 de abril como forma de homenagem à liberdade conquistada e à liberdade ainda por alcançar — especialmente para tantas mulheres cuja voz continua a ser subestimada ou silenciada. “Não é fácil ser livre e ter voz, mas é urgente”, afirma Nayr.
“Brinde” é, acima de tudo, esse manifesto: um ato de coragem, uma tentativa de dar luz às próprias sombras e, quem sabe, também às de quem escuta. As palavras chegam afiadas e meditadas, como um brinde ao que fomos, ao que somos e ao que ainda temos de conquistar.
“Entrelinhas”, o aguardado primeiro álbum da artista, será editado no final de maio. Ao longo de 14 faixas, Nayr Faquirá apresentará um registo profundamente pessoal e honesto, onde canta tudo o que tantas vezes fica por dizer. Através da fusão entre géneros e de uma escrita lírica e confessional, a artista constrói um espaço de liberdade criativa e emocional, firmando-se como uma das vozes mais relevantes da nova geração da música lusófona.
“Brinde” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Fernando Girão – 7 Já foram 50 Anos (single) (2025)
Fernando Girão – 7 Já foram 50 Anos (single) (2025)
Fernando Girão lança “Já Foram 50 Anos”, primeiro avanço para o novo álbum “Migalhas Cósmicas”
Fernando Girão apresenta “Já Foram 50 Anos”, o primeiro single de antecipação para o seu próximo álbum, “Migalhas Cósmicas”, com lançamento agendado para 25 de abril. O tema, já disponível em todas as plataformas digitais, reflete sobre a Revolução dos Cravos e o impacto da liberdade conquistada há meio século, numa análise crítica e emotiva do percurso da democracia portuguesa.
Com uma narrativa intensa e profundamente pessoal, “Já Foram 50 Anos” revisita o espírito de esperança e euforia vivido em 1974, quando Portugal se libertou de um regime autoritário e abriu caminho para um novo futuro. “A Revolução dos Cravos trouxe democracia, felicidade e abriu as portas de um mundo que não nos deixavam ver. Uma gigantesca sensação de liberdade invadiu radiante as vidas de milhões de homens e mulheres portugueses. Foram tempos fantásticos no seu começo…”, reflete Fernando Girão.
No entanto, o single não se limita à celebração do 25 de Abril: propõe uma leitura sobre as desilusões e desigualdades que persistem cinco décadas depois. “Os anos foram esmorecendo a euforia que sentíamos, e pouco a pouco, a ganância pelo poder foi corrompendo os ideais. A igualdade e a dignidade ainda estão longe dos que trabalham e fazem tudo crescer. Só desejamos que as promessas sejam finalmente cumpridas.”
Musicalmente, “Já Foram 50 Anos” apresenta uma sonoridade rica e envolvente, sustentada pela assinatura artística de Fernando Girão, cuja fusão entre diferentes géneros musicais continua a definir o seu percurso. A canção insere-se na estética exploratória do próximo álbum, “Migalhas Cósmicas”, um trabalho que promete desafiar convenções e mergulhar em reflexões sobre o presente e o futuro.
Composto por 11 temas, “Migalhas Cósmicas” é descrito como um álbum que “privilegia a palavra e o humanismo, sob uma base instrumental riquíssima”. Entre sonoridades de fusão jazzística, rock, world music e fado, Fernando Girão mantém o seu registo inconfundível, sem comprometer a sua identidade artística em função de tendências ou modismos.
“Já Foram 50 Anos” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. O álbum “Migalhas Cósmicas” será lançado no dia 25 de abril.
Ben&G – Sara (single) (2025)
Ben&G – Sara (single) (2025)
“Sara” é o novo single apresentado pela dupla nortenha e já se encontra disponível com visualiser no YouTube e nas variadas plataformas digitais.
Depois de “Antídoto”, a banda chega numa onda mais Pop, mas a manter uma teatralidade na sua estética, dramatizando a narrativa, que retrata um episódio de um jovem-adulto que é rejeitado por uma mulher mais velha e a perspetiva de quem já tem uma relação com alguma diferença de idades.
ben&G é uma banda emergente do Grande Porto, composta por Rúben Pérola (ben) e Manuel Gonçalves (Manel G) que surge após um writing camp, proporcionado pela Pluma, label de Viana do Castelo, em 2024.
A dupla encontrou rapidamente um “lugar comum” que passa pelo universo do Pop e do Hip-Hop e, através de uma estética teatral, abordam temas do seu dia a dia de uma forma amplificada e dramática, muitas vezes com uma energia kitsch contemporânea muito contagiante.
Depois do primeiro single Antídoto, apresentado em Janeiro, a dupla tem trabalhado no LP, a ser lançado ainda este ano, 2025.
FICHA TÉCNICA
Música: ben&G Letra: ben, Manel G Produção: Manel G e ben Baixo: Rato Violinos: Miguel Tavares Mix: Manel G Master: TALVS
Visual e Fotografias: Bruno Silva e Elisa Vieira Capa: Pedro Gonçalves
Vossemecê é uma banda portuguesa que reúne a voz inconfundível de Matilde Almeida e a guitarra de Martim Broa.
O encontro entre os dois músicos aconteceu no icónico Hot
Club de Portugal, onde estudavam, e rapidamente deu origem a uma parceria criativa que floresceu em canções originais. Misturando influências da música pop com tradição portuguesa e jazz, os Vossemecê destacam-se pela criação de narrativas sonoras, com um resultado único e difícil de rotular.
O single de estreia, “Tempo”, lançado em 2025, é o culminar de 4 anos de colaboração.Vossemecê – Nunca Mais É Sabado (2025) (single)
Vossemecê é uma banda portuguesa que reúne a voz inconfundível de Matilde Almeida e a guitarra de Martim Broa.
O encontro entre os dois músicos aconteceu no icónico Hot
Club de Portugal, onde estudavam, e rapidamente deu origem a uma parceria criativa que floresceu em canções originais. Misturando influências da música pop com tradição portuguesa e jazz, os Vossemecê destacam-se pela criação de narrativas sonoras, com um resultado único e difícil de rotular.
O single de estreia, “Tempo”, lançado em 2025, é o culminar de 4 anos de colaboração.
Throes + The Shine – Chapa (2025) (single)
Throes + The Shine – Chapa (2025) (single)
No dia 11 de abril, os Throes + The Shine lançam “Chapa”, um single que encapsula a energia frenética e a
essência vibrante dos transportes coletivos moçambicanos. Esta nova faixa antecipa o próximo EP da banda, com lançamento previsto para breve, reafirmando a sua capacidade de transformar vivências urbanas em pura celebração sonora.
Nos becos apertados de Maputo, entre poeira e multidões, há um coração que nunca para de bater: o chapa. Mais do que um simples meio de transporte, é um microcosmo da cidade, onde vidas se cruzam ao ritmo dos motores e das vozes que ecoam em uníssono. Inspirados por essa pulsação incessante, Throes + The Shine criam em “Chapa” uma fusão explosiva de batidas frenéticas, melodias vibrantes e uma lírica que transporta o ouvinte diretamente para o interior de um chapa em hora de ponta.
Com esta nova faixa, o trio luso-angolano volta a provar a sua capacidade de captar o espírito dos espaços urbanos e traduzi-lo em música, oferecendo um convite irresistível a embarcar nesta viagem sonora.
“Chapa” chega a todas as plataformas digitais no dia 11 de abril.
Dreia – Para de lutar (2025) (single)
Dreia – Para de lutar (2025) (single)
Ficha Técnica – Para de Lutar
Letra: Andreia Monteiro, Rita Onofre
Música: Andreia Monteiro, Rita Onofre
Sample: excertos da “Cantiga dos Ais”, de Armindo Mendes de Carvalho, declamado por Mário Viegas
Produção: Choro
Vozes: Dreia, Rita Onofre, RIMA
Ukulele: Rita Onofre
Percussão: Choro, Rita Onofre
Guitarras/Baixo/Teclados: Choro
Trompete: Inês Marques Lucas
Mistura e Masterização: Choro
Composto, produzido, gravado, misturado e masterizado na Great Dane Studios
www.greatdane.pt
www.instagram.com/greatdane_studios
Sandrino – Casa (2025) (single)
Sandrino – Casa (2025) (single)
Sandrino destacou-se com o seu primeiro single ‘Ser Pra Não Ser’, ainda em 2024, apresentando uma sonoridade muito própria e distinta. Natural do Algarve e formado no Hot Clube de Portugal, trouxe para a música portuguesa, logo na primeira canção, a questão da dualidade e essência do Ser. 2025 começa agora para o artista, com o lançamento do seu segundo single ‘Casa’ que fará também parte do seu EP de estreia ‘Ser’ a sair em meados deste ano.
MPB, Jazz e Pop são talvez os três géneros principais que se fundem nos temas do artista, ainda assim, Sandrino explora outras sonoridades introduzindo neste ‘Casa’ o bolero e também o tango, resultando numa balada Indie/Bedroom Pop. Em ‘Ser Pra Não Ser’ o cantor já nos apresentou esta particularidade de explorar o Eu, as regras, os valores, as maneiras simples de viver, o minimalismo material e até emocional. Em ‘Casa’ nada mudou, apenas a sonoridade se elevou — um registo orgânico, nostálgico, bem ritmado e que não deixa de soar íntimo, como um lugar seguro e confortável.
Tal como o tema apresentado no final do ano passado, também este segundo single foi cantado e escrito por Sandrino, com produção musical e executiva de Meoli (Francesco Meoli). A voz de Sandrino não nos deixa indiferentes, curioso o nome do novo single, pois é em ‘Casa’ que o artista nos deixa entrar sempre que escutamos o seu timbre característico e leve rouquidão, ambos cativantes.
Estas sonoridades refletem e amplificam perfeitamente a letra e mensagem desta canção, que nos fala da conclusão tão familiar: não há lugar como a nossa casa — mesmo quando tentamos procurar esse lugar e uma vida melhor noutros países. “A vida é um jogo de escolhas e tantas vezes chegamos à conclusão que só em casa é que temos mesmo o nosso lugar (felicidade é ter onde pousar)” afirma o artista e acrescenta “este é um sentimento bem conhecido pelos vários portugueses que tentam procurar uma vida melhor noutros países.”.
O modo de expressão e escrita do Sandrino refletem bem o sentimento de portugalidade, de ter saudades de casa e de vontade de voltar (a ter onde pousar). Esta é uma canção com vocais quentes e suaves, acompanhados por um final bem melodioso que nos leva a viajar para esse lugar. Para manter o tema com uma sonoridade viva e orgânica, “Casa” conta com a participação de músicos na guitarra acústica, fliscorne e teclas. Gabriel Salles Silva adicionou os baixos, e o mix e master é de Pedro Serraninho.
Ainda em abril sairá o terceiro single de Sandrino, intitulado ‘Tá Em Aberto’ que retrata a vontade de fugir a uma vida padrão e de deixar mais espaço para o inesperado acontecer. Temas estes abordados ao longo de todas as faixas do EP de estreia.
Por agora é em ‘Casa’ de Sandrino que ficamos, podendo escutar as suas melodias e letras em todas as plataformas digitais.
Tinta Persona – Chico, Chicao (2025) (single)
Tinta Persona – Chico, Chicao (2025) (single)
O rapper e ator Tinta Persona lança PLATEIA, o seu primeiro álbum de estúdio, um trabalho que transcende o rap para explorar uma dimensão performativa e conceptual, um convite à reflexão sobre identidade e movimento, um apelo à união em tempo de cisões. Este trabalho resulta de um período em que o autor dividiu o seu tempo entre Setúbal, Aljezur e Serres, na Grécia e em que visitou duas dezenas de países.
Disponível a partir de 07/03/2025 em todas as plataformas digitais, PLATEIA é uma viagem pelo hip-hop, soul e world music, entrançando ritmos e histórias que atravessam fronteiras. Num disco altamente colaborativo, podem ouvir-se as vozes de A garota não, Sand, Xoto e da emergente Amora. O álbum ganha mundo com as participações internacionais de Federica Gallus (Sardenha), Synik (Zimbabué), Uxué Caño (País Basco), Rhodália Silvestre (Moçambique).
A produção ficou a cargo de westah e Zé Zambujo, que trouxeram para as composições alguns dos melhores músicos portugueses da nova vaga, como Iúri Oliveira, João Lourenço, Tiago Martins ou André Gravata.
🗣️”Este álbum é uma plateia aberta ao mundo. Cada faixa representa um olhar sobre as nossas viagens, tanto interiores quanto exteriores, e a forma como nos conectamos com os outros”, explica André Moniz – ou, antes, Tinta Persona.
Entre outras que poderiam nomear-se num álbum plural, destacamos:
“Alma Mater” – Introspeção sobre a chegada aos 30 anos e a preponderância dos processos terapêuticos.
“Chico, Chicão” – Uma homenagem ao lendário Chico Buarque – inspiração maior do autor – com refrão de A garota não, abrindo uma janela para o mundo sonoro do samba e da bossa nova.
“Onde o Sangue Ferve” – Uma viagem ao imaginário greco-turco, em que Tinta Persona revisita e homenageia o tempo em que viveu em terras helénicas.
“Ressurreição” – Uma ode à ancestralidade, ao culto da natureza e à ligação dos povos além do tempo e do espaço.
Além do lançamento digital, PLATEIA terá uma edição especial limitada de 100 cópias físicas. O artista prepara também uma série de apresentações ao vivo, criando um espetáculo imersivo que reflete a sua experiência enquanto ator e performer.
Nuno Bracourt – Tudo Tudo (2025) (single)
Nuno Bracourt – Tudo Tudo (2025) (single)
“Tudo Tudo” é o novo single do cantor e compositor Nuno Bracourt
Nuno Bracourt acaba de lançar o terceiro single que fará parte do seu EP de estreia, a editar em breve. ‘Tudo, Tudo’ é a primeira canção totalmente produzida pelo artista.
Apresentou ‘Madalena’ em 2024, o primeiro single de Nuno em português, e ‘Sabe Sempre Tão Bem’ já em 2025. Em ‘Tudo, Tudo’, o artista assume a produção, algo novo no seu universo mas que pretende começar a assumir também na sua música.
Num Indie Pop alternativo, o artista entrega neste terceiro single, totalmente escrito por ele, um registo Pop dançável que já nos tinha apresentado em ‘Madalena’.
Quase Nicolau – Vidairada (2025) (single)
Quase Nicolau – Vidairada (2025) (single)
Ao fim de três anos de trabalho, eis que agora, a 11 de Abril, chega FELICIDADE MODERNA, o primeiro álbum de longa duração dos Quase Nicolau.
Em FELICIDADE MODERNA há lugar para muita coisa diferente. Ao longo de onze canções, entre as quais suites, baladas, valsas e outros temas mais dançantes ou roqueiros, os Quase Nicolau não se prenderam a um só som. O mais importante, aliás, era que cada canção se parecesse apenas consigo mesma. Daí que a banda, com a ajuda do produtor João Correia (Tape Junk, Bruno Pernadas, Benjamim), se tenha entregue a uma constante experimentação musical que atravessou todas as estações do ano. Entre as paredes do estúdio todos puderam tocar tudo. Assim surgiram não só instrumentos que a banda toca ao vivo, qual uma profusão de guitarras clássicas, acústicas, eléctricas e regionais, teclados, baixo e bateria, como os timbres mais coloridos de metalofones, melódicas, sintetizadores, slides, percussões de todos os feitios, ruídos naturais e digitais, samples vocais e instrumentais e até uma conversa à chuva com um pequeno cão dourado. A palete instrumental não estaria completa, no entanto, sem as contribuições dos músicos convidados Vasco Robert e João Capinha, que tocaram, respectivamente, piano em quatro faixas e saxofone tenor, saxofone alto e flauta transversal em três.
Mas claro que para quem ouvir FELICIDADE MODERNA o mais evidente serão as vozes. Muita da força e da diferença da música dos Quase Nicolau vem das vozes, dos coros com que, entre os cinco membros da banda, entoam letras delicadas, honestas e sentidas, em que a língua portuguesa tem um papel fundamental. Não quer isto dizer que uma voz nunca venha sozinha. Uma das principais aprendizagens que os Quase Nicolau trouxeram de ALVORADA, o seu EP de estreia, para FELICIDADE MODERNA, foi a de que menos pode ser mais. Com essa ideia em conta a banda também se aventurou, mais do que nunca, pelos seus momentos mais despojados e vulneráveis.
Antes de chegar FELICIDADE MODERNA, a 11 de Abril, vem ainda o seu último single, “VIDAIRADA”, uma semana antes. De todos os avanços que precederam o disco é, a um mesmo tempo, o que tem os momentos mais experimentais e os mais dançantes, os coros mais abstractos e os refrães mais pop. O fio condutor que une tudo é o humor e a melancolia de uma letra cantada com terna ironia.
Depois de terem vencido, a 21 de Março, a eliminatória lisboeta do Indie Music Fest, os Quase Nicolau têm já dois concertos de apresentação de FELICIDADE MODERNA na agenda: o primeiro em Lisboa, no Musicbox, a 18 de Junho; e o segundo no norte de Portugal, por ocasião da final do Indie Music Fest, em Paredes, a 21 de Junho. Ao vivo, a banda apresenta-se como sexteto, contando, além da formação nuclear, com Luís Beirão na voz, teclados e clarinete. Nos alinhamentos podem-se esperar as canções de FELICIDADE MODERNA e ALVORADA, bem como algumas surpresas e primeiros temas de um próximo trabalho cuja composição já começou.
Cláudia Zarro – Nazare (2025) (single)
Cláudia Zarro – Nazare (2025) (single)
Cláudia Zarro, natural da Nazaré, iniciou a sua carreira em 2010, ano em que venceu o Concurso de Fado Amador dos “Amigos do Fado de Tomar”, um marco que assinalou o início da sua afirmação como fadista promissora. Dotada de um talento capaz de embalar qualquer plateia, Cláudia Zarro tem uma voz marcante que lhe permite alternar entre momentos de suavidade e explosões emocionais que chegam ao coração de quem a escuta. A sua interpretação autêntica e apaixonada é uma celebração à Canção Nacional, onde homenageia a beleza e a força do mar da sua terra natal.
“ReCente” é o primeiro trabalho discográfico da fadista nazarena. Um convite para uma viagem musical entre o passado e o futuro, entre o Tradicional e a Modernidade, entre as suas próprias palavras e as dos Mestres da Poesia conhecidos do grande público. Faz-se acompanhar por sete virtuosos músicos e juntos aliam o Fado a novas sonoridades, explorando uma linguagem contemporânea e transversal, prometendo um concerto versátil, inovador e atual, que ficará na memória de todos.
“Nazaré” é o single de apresentação com autoria de Mafalda Veiga.