Contraluz – Pedra Mole em Agua Dura (2025) (single)
Contraluz – Pedra Mole em Agua Dura (2025) (single)
Após um ano de trabalho, que encerrou um período de regresso aos palcos no seguimento do álbum de estreia “Onze”, Contraluz, uma banda de rock e indie de Lisboa, está de volta de forma abrasiva com o seu single “Pedra Mole em Água Dura”.
O mundo arde, polarizado; a violência e o ódio encontram terreno fértil nos corações humanos; a História está de volta; e a morte está na moda. Será que alguma vez deixou de estar, desde que o primeiro ser humano pegou num pau e numa pedra para matar outro? E será que a pedra, símbolo da calma e da estabilidade, é assim tão dura, ou verga perante a nossa persistência fratricida?
São estas reflexões que Contraluz partilha no seu caótico, ritmado e pulsante single “Pedra Mole em Água Dura” em antecipação do segundo disco BATEQUEBRAFURA, acompanhado de um vídeo surrealista realizado por Fábio Rebelo.
Contraluz são Pedro Verdelho (Voz), João Francisco Pinto (Guitarra), António Rolo (Baixo), Hugo Pereira (Bateria) e Vasco Guerlixa (teclas).
Peculiar – João Pestana (2025) (single)
Peculiar – João Pestana (2025) (single)
Depois de ‘Adamastor’, no Festival da Canção, Peculiar lança ‘João Pestana’
Peculiar acaba de lançar ‘João Pestana’, o terceiro single do seu segundo EP ‘E No Sétimo Dia Deus Criou’. O artista que defendeu a canção ‘Adamastor’ no Festival da Canção 2025, continua a explorar o mesmo universo da canção levada a concurso, e apresenta agora ‘João Pestana’ no seguimento do seu estudo sobre Mitologia Popular Portuguesa.
Com uma sonoridade pop alternativo dark, como já nos habituou, no mesmo universo de Billie Eilish, ‘João Pestana’ explora a incapacidade de dormir devido à inquietação mental de uma mente criativa que não consegue desligar, nem ao deitar. A temática da música é também uma metáfora sobre os sonhos, sugerindo que as pessoas que cumprem os seus sonhos na vida real, na verdade, nunca acordam.
Este novo single continua a explorar a tradição portuguesa fazendo referência à figura de João Pestana, o ser mitológico português responsável por trazer o sono às crianças, adicionando uma camada cultural que diferencia a música de tudo o que está a acontecer no universo do pop alternativo.
Acompanhado de um videoclipe realizado novamente por Maria Beatriz Castelo, ‘João Pestana’ tem todos os elementos para se destacar: uma sonoridade única, uma temática cativante, uma produção visual impactante e um artista bastante irreverente.
Ainda sobre o tema anterior e a sua passagem pelo Festival da Canção, o artista refere: “A minha passagem no Festival foi uma constante superação de barreiras pessoais e profissionais. Uma prova a mim próprio de que sou capaz. Só tenho de agradecer a toda a minha equipa por toda a fé, dedicação e carinho que colocaram neste projeto. Porque apesar de ser cliché a realidade é que “aqui ao leme, sou muito mais do que eu”, somos um conjunto de pessoas que luta todos os dias para mostrarmos quem realmente somos, sem máscaras. Espero que o público tenha sentido isso, que a coragem está dentro de cada um de nós, apenas à espera de ser descoberta.”.
Peculiar conta já com algumas confirmações nos festivais de 2025, como o Festival Vivacidade, na Madeira, várias cidades de Portugal como Estoi e Pinhal Novo e, em breve, no Musicbox do artista Xico Gaiato, como convidado especial.
O novo single ‘João Pestana’ promete fazer sonhar todos os que o ouvirem, como bons suplementos que garantem ser. Encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
PZ – Blame It On Other People (2025) (single)
PZ – Blame It On Other People (2025) (single)
PZ está a celebrar 20 anos de carreira, mas não há tempo para festas – o fim do mundo continua a ser o grande tema. Desde “Anticorpos” (2005), o músico tem espalhado grooves marados, ironia fina e reflexões absurdas que, no fundo, fazem todo o sentido. Agora, com “Apocalypse Later”, troca os sintetizadores pelas guitarras e deixa o seu alter-ego Joe Zé ao volante. O rock toma conta do recado e a eletrónica vai para o banco de trás.
Se “O Fim do Mundo em Cuecas” (2024) foi um aperitivo para o colapso global, “Apocalypse Later” carrega na distorção e mostra que a desgraça pode ser compreendida por mais gente – desta vez, em inglês. É a primeira vez que PZ canta exclusivamente noutra língua, mas o sarcasmo, a crítica social e os refrões viciantes continuam intactos.
O mundo parece cada vez mais à beira do abismo e PZ afia a ironia como arma da transparência. Entre guerras, crise climática e líderes a brincar com o caos, a humanidade está a viver um plot twist escrito por alguém sem noção. É aí que entram faixas como “Blame It On Other People”, “The Shithole Countries” e “Apocalypse Later”- três temas que deitam sal na ferida de uma realidade cada vez mais distorcida. O primeiro, um hino punk-rock perfeito para uma sociedade onde a culpa é sempre dos outros e ninguém assume responsabilidades. O segundo, uma sátira mordaz à falta de decência e empatia de uma visão política que transforma países desfavorecidos em slogans de campanha, reduzindo vidas humanas a meras palavras de efeito corrosivo. O terceiro, um grito sarcástico que resume a atitude coletiva perante o apocalipse: “Deixa andar, lidamos com isso depois” – se ainda houver um depois. O dedo aponta-se, a culpa roda, e a instabilidade cresce – mas a música não deixa passar nada em branco.
Wildchains – Another Lie (2025) (single)
Wildchains – Another Lie (2025) (single)
A mais recente e emocionante novidade da nossa banda, Wildchains, é o lançamento da versão acústica de “Another Lie” – “Another Lie (Heavenly Version)”.
Esta reinterpretação intimista e emocional, com voz crua e instrumental minimalista, destaca a vulnerabilidade da letra e aborda questões existenciais profundas.
Francisco Mascarenhas – Fácil Falar (2025) (single)
Francisco Mascarenhas – Fácil Falar (2025) (single)
A ‘Fácil Falar’ é um hino para os people pleasers – aquelas pessoas que, tal como eu, vivem para agradar a alguém que não nós próprios. Funciona também como uma ode à empatia que, quando é usada e excesso, pode tornar-se num fardo demasiado pesado para se carregar sozinho! Com um estilo mais upbeat e como promete uma mudança em todo o meu estilo artístico e na minha tão bem definida ‘zona de conforto’, a ‘Fácil Falar’ é a primeira canção do meu ainda-secreto-novo EP que, também ele funciona como uma nova página na minha vida, no meu processo criativo e em toda a minha carreira artística!
Decline and Fall – As All Ends (2025) (single)
Decline and Fall – As All Ends (2025) (single)
A primeira introdução a “Scars and Ashes”, álbum de estreia dos Decline and Fall, aconteceu com “Lost Astray”, mas “As All Ends” é, no sentido clássico do termo, o primeiro single do disco. Partindo da sonoridade electrónica que está na génese da banda, a canção tem um sentido orgânico muito particular, e perpassa um sentimento de claustrofobia e impotência perante a inevitabilidade do fim. Num mundo cada vez mais incerto e polarizado, parece que a única certeza que temos é a da finitude de tudo, de alguma forma.
37 anos depois, José de Pina reencontra-se com Armando Teixeira para quem tinha filmado, na altura, num vídeo premiado dos Ik Mux, uma das bandas de que o músico fez parte. “As All Ends” marca este reencontro e poderá não ficar por aqui. Nas palavras do realizador, “As músicas sofisticadas dos Decline and Fall têm ambientes sonoros que pedem e merecem ter um filme“.
“Scars and Ashes” é editado dia 4 de Abril em formato digital e em vinil, podendo as pre-orders ser realizadas no Bandcamp oficial dos Decline and Fall em https://declineandfallmusic.bandcamp.com. “Scars and Ashes” parte das explorações iniciadas nos EP anteriores, “Gloom” e “Pulse”, mas acrescenta-lhes um vocabulário musical cada vez mais vasto e sofisticado.
Farko – Sadim (2025) (single)
Farko – Sadim (2025) (single)
FARKO
rock trio not so jazz
Riffs intensos e ritmos complexos sob uma paisagem sónica onde o improviso torna cada performance numa experiência única.
“Sadim” é o novo single, começa e termina em força. Um estrondo, com a habitual improvisação FARKO™ pelo meio.
Uma música sobre querer tudo, e lidar com isso quando lá chegas.
www.linktr.ee/farko.band
Sophia & Os Senhores Roubados – Fora Do Tempo (2025) (single)
Sophia & Os Senhores Roubados – Fora Do Tempo (2025) (single)
Libra – Use Your Pain Wisely (2025) (single)
Libra – Use Your Pain Wisely (2025) (single)
LIBRA lança “USE YOUR PAIN WISELY”, um retrato intimista sobre resiliência e superação
Depois do lançamento de “SPELLS”, no passado dia 31 de janeiro, LIBRA disponibiliza “USE YOUR PAIN WISELY”, o segundo single em antecipação ao seu álbum de estreia. A rapper, cantora e compositora regressa, assim, com uma faixa que mergulha no seu passado e na forma como transformou a dor em força.
“USE YOUR PAIN WISELY” é um boom bap de raiz, onde LIBRA nos conduz por um storytelling íntimo sobre como usou a adversidade para evoluir. Através de um flow preciso e versos introspetivos, revisita a casa onde cresceu, reflete sobre a sua própria relação com a dor e dá-se a conhecer ao público de uma forma ainda mais intrínseca. A música assume-se como um mantra de resiliência, aquela voz interna que, no momento de maior fragilidade, ordena que se continue a lutar.
Com este single, LIBRA continua a expandir a sua narrativa artística, posicionando-se na interseção entre o Conscious Rap e o R&B. A sua linguagem musical e performática resiste a definições rígidas, procurando o equilíbrio entre contrastes e raízes. Através da arte, explora a sua ancestralidade e a sua própria consciência sociopolítica, contagiando quem a ouve com essa mesma busca.
“USE YOUR PAIN WISELY” e o videoclipe que acompanha a faixa já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Rumia – Role Model (2025) (single)
Rumia – Role Model (2025) (single)
A cantora e compositora Rumia regressa com o seu aguardado segundo álbum de estúdio, no dia 4 de Abril. ’Old Enough to Save Myself’, é um disco introspectivo, onde a electrónica pulsante dos anos 90 se funde com a intimidade dos sons orgânicos, criando um universo sonoro tão íntimo quanto expansivo.
O novo single, ‘Role Model’, é já a quarta canção apresentada, depois de ‘Emergency’, a versão de ‘Desfado’ de Ana Moura e, ‘Shift In The Air’.
‘Role Model’, não é apenas de uma canção sobre crescer e libertar-se das expectativas externas, mas um lamento silencioso que se transforma em libertação. Entre os acordes suaves e as palavras cruas, a música celebra a força de quem aprende a soltar o que nunca foi verdadeiramente seu, como se de uma dança do desapego se tratasse.
O single já está disponível em todas as plataformas digitais.
A partir de Março 2025, Mariana começa a viagem de lançamento do seu segundo álbum. Sairá um single por mês até sair o álbum completo no Outono deste ano. A primeira canção chama-se “Perguntas Respostas” e sai no dia 14 de Março em todas as plataformas digitais. É uma música que foi escrita a chorar e com a consciência de que algo bom estava para vir, porque a vida redirecciona-nos para onde temos de estar. É uma ode à perda, à desilusão, ao não saber o que aí vem depois de tudo parecer desmoronar, mas também à confiança de que caminhando vamos descobrindo as respostas e o sentido de tudo o que acontece. Mariana Guimarães escolhe esta música pop-rock-folk, como o primeiro single do seu segundo álbum,
single este que cantou ao vivo durante o último ano e que já conquistou muitos corações.
Se o seu primeiro álbum, “Alguém me leve”, muito bem acolhido pela RTP e outros canais de media nacionais, apresentado ao vivo nas FNACs e Café da Casa da Música, “cheira a campo”, como bem disse Jorge Afonso da Antena 1, este seu segundo álbum dá voz à experiência ao longo da uma fase de radical mudança na sua vida, uma fase de reposicionamento no mundo artístico, de separação, de estar solteira e todas as experiências associadas, os tabus a desfazerem-se, a verdade a vir ao de cima, uma mulher a empoderar-se e subir no seu amor- próprio mais um nível. As canções são de uma sinceridade que harmoniza e catalisa, de um lugar de consciência que expande e inspira, escritas em transformação e abrindo espaço para
a transformação de quem a escuta e sente.
Este seu álbum vai ser promovido entre os media, nas redes sociais, em workshops, e ações de rua e os espetáculos de apresentação cruzarão a música, com a dança, com a palavra e contarão com a participação de comunidades locais e artistas convidados numa experiência
única e completamente inesquecível para público e participantes.