Gatos Bomba – Não Perguntem Porquê (2024) (single)
Gatos Bomba – Não Perguntem Porquê (2024) (single)
Gatos Bomba lançam novo single “Não Perguntem Porquê”
A banda Gatos Bomba, composta por Tiago Inácio (acordeão), João Pedroso Antunes (voz e guitarra), Edgar Gama (baixo) e João Messias da Silva (bateria), acaba de lançar o vídeo oficial de “Não Perguntem Porquê”, segundo single do álbum “A Alegria de Estar Desaparecido”, editado no passado dia 27 de outubro. Oriundos do Barreiro, os Gatos Bomba continuam a explorar a fusão entre a música popular portuguesa e a energia crua do punk, reafirmando a sua identidade artística neste novo lançamento.
“Não Perguntem Porquê” é uma balada que reflete um exame de consciência profundo, marcado pela alienação e pela rejeição das exigências societais. Inspirada por canções como “La Guitarra” da banda argentina Los Auténticos Decadentes, a música apresenta uma trindade de desafios – “estudar, trabalhar, casar” – que são questionados através da perspetiva de uma geração em busca de sentido e liberdade, mas frequentemente imobilizada pela inércia e pelo desespero. A letra traça um retrato de um personagem preso na melancolia, explorando temas como o vazio existencial, as tendências esotéricas e os sonhos não realizados.
O nome Gatos Bomba possui uma história peculiar e é inspirado numa tática militar experimental dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, onde gatos armados com explosivos eram enviados ao mar com o intuito de atingir navios inimigos. Esta imagem de deslocamento e confusão em meio a uma guerra serve de metáfora para o projeto, que se dedica a expressar sentimentos de contestação e introspeção.
A escolha de “Não Perguntem Porquê” como segundo single reflete o desejo da banda de destacar uma canção mais acessível e convencional, em contraste com outras faixas mais intensas do disco. Musicalmente, combina elementos de tango, música popular portuguesa e ecos de bandas como The Smiths, criando um diálogo entre o clássico e o contemporâneo.
Os Gatos Bomba descrevem “Não Perguntem Porquê” como um documento musical de uma condição geracional, oferecendo espaço para uma catarse e um convite à reflexão sobre o rumo das nossas escolhas. O vídeo oficial, disponível desde hoje, amplia a narrativa da canção com uma linguagem visual que explora as questões existenciais e as emoções capturadas pela letra.
Memória De Peixe – 03:13 (2024) (single)
Memória De Peixe – 03:13 (2024) (single)
MEMÓRIA DE PEIXE
Em vésperas de iniciar a tour de pré-apresentação do
próximo álbum III, o power-trio revela o 2.o single
05.12 – Sala 6 – Barreiro
06.12 – Galeria Zé dos Bois – Lisboa 07.12 – GrETUA – Aveiro
12.12 – Maus Hábitos – Porto
13.12 – Salão Brazil – Coimbra
14.12 – Festival Impulso – Caldas da Rainha
O relógio marca 03:13.
É nesta hora misteriosa que realidades paralelas se cruzam,
desencadeando coincidências enigmáticas e eventos inexplicáveis.
Inspirados por este fascínio, os Memória de Peixe lançam hoje o 2.o single do seu próximo álbum III, com edição no início de 2025 pela Omnichord Records.
“03:13” – Uma Viagem às Horas Misteriosas
Se o 1.o single Good Morning nos leva a mergulhar numa paisagem pacífica e renovadora, o 2.o tema a ser retirado de III é uma celebração do inesperado e um convite a explorar as profundezas do desconhecido.
03:13 leva-nos para a inquietante sensação de ver uma hora recorrentemente, como se uma mensagem nos chegasse de uma realidade alternativa. É neste ambiente surrealista e ficcional que o tema se inspira.
Neste novo tema, José Soares junta-se a Miguel Nicolau (guitarras, electronics, vozes), Filipe Louro (baixo, electronics, vozes) e Pedro Melo Alves (bateria, electronics, vozes) com o seu saxofone electrizante e caótico. Um cruzamento com beats de jazz experimental e texturas psicadélicas, criando uma atmosfera vibrante e cinematográfica – como se David Lynch tivesse dirigido uma jam session.
03:13 já disponível nas plataformas digitais!
Sandra Martins – Névoa (2024) (single)
Sandra Martins – Névoa (2024) (single)
“Névoa” representa a fase mais escura e sombria de um luto.
É a viagem solitária ao interior da mente,onde habitam as vozes mais gritantes e inquietas.
“Névoa” é o 2°single da violoncelista, Sandra Martins.
Tainá Ambar – Caminhante (2024) (single)
Tainá Ambar – Caminhante (2024) (single)
Tainá lança “Caminhante”, o quarto single do novo álbum “Âmbar”
Tainá, cantora e compositora brasileira de ascendência indígena residente em Portugal, continua a fazer o seu caminho na música com o lançamento de “Caminhante”, uma ode à jornada de autoconhecimento e conexão com a natureza. Este single faz parte do segundo álbum de originais, “Âmbar”, editado em outubro de 2024, produzido pelo aclamado Marcelo Camelo e composto por 11 faixas, conta com as participações de Tiago Nacarato e da cantora brasileira Roberta Campos, trazendo uma fusão autêntica de influências brasileiras com a harmonia universal da música contemporânea. “Caminhante” é o quarto single a ser revelado deste álbum, que já apresentou temas como “Menina da Praia”, a etérea abertura deste projeto, “Vaga-lumes”, um manifesto com Tiago Nacarato, e a faixa-título “Âmbar”, uma bossa nova de cadência marítima que convida a um mergulho na sua essência. Em breve, estes recentes lançamentos serão acompanhados por um documentário produzido e realizado por Nuno Dias em que Tainá partilha, em primeira pessoa, as suas raízes e o processo criativo por detrás deste trabalho tão pessoal e ainda, a viagem ao Brasil da artista.
quem é Tainá Tainá é uma cantora e compositora brasileira de ascendência indígena que encontrou em Portugal o palco para a sua arte. Aos 27 anos, e com uma ligação profunda à natureza e às suas raízes, reflete essas inspirações em cada composição. Em Lisboa, e por acaso, conhece Erlend Øye, dos Kings of Convenience, quando, na Bica, cantou, para o seu grupo, o imortal tema “Corcovado” de António Jobim. Impressionado com o seu talento, Erlend convidou-a para atuar nos seus concertos em Portugal. Desde então, Tainá brilhou em palcos como o MEO Sudoeste, Super Bock em Stock e Marés Vivas, e colaborou com artistas como Ana Moura, Dino D’Santiago, Carolina Deslandes, Gal Costa e António Zambujo. O seu primeiro álbum, “Tainá” e lançado em 2019, incluiu o single “Sonhos”, que lhe valeu o Prémio Lusofonia nos Play – Prémios da Música Portuguesa, em 2020. Em 2021, destacou-se no Festival RTP da Canção com a música “Jasmim”, composta e interpretada por si, e lançou ainda o single “Peito Dividido”. O ano de 2022 trouxe o lançamento de “Rio”. Em 2024, Tainá apresenta o seu segundo álbum, “Âmbar”, produzido por Marcelo Camelo. O disco inclui 11 faixas e colaborações com Tiago Nacarato e com a cantora brasileira Roberta Campos.
Slowburner – Daydreaming (2024) (single)
Slowburner – Daydreaming (2024) (single)
A música é, talvez, a arte que melhor capta a matéria indefinível de que são feitos os sonhos. Por exemplo, Élvio Rodrigues, mais conhecido por Slowburner. Senta-se ao piano e aquilo sai-lhe quase naturalmente. Uma gravidade emocional colocada ao serviço de uma música generosa que parece captar esses estados liminares quando o dia dá lugar à noite, ou quando desejamos que um sonho se prolongue, como se não quiséssemos acordar para a mundanidade, ou quando um rumor emocional que vem de dentro se dilui no som, luz ou nas formas abstratas da água em movimento.
É assim “Daydreaming”, o novo e terceiro single, que é também videoclipe, do projeto Slowburner. É um tema instrumental para piano e ambientes, retirado do álbum “Life Happens In The Interim”, lançado no mês de Setembro. É um tema que serve também para comunicar que vêm aí as primeiras datas de apresentação do disco em palco, que irão acontecer em 2025. Em Janeiro e Fevereiro será realizado um circuito de apresentação por várias FNAC, sempre às 17 horas. A 11 de Janeiro, Colombo, e a 12, em Oeiras. Em Fevereiro, a 8, será a vez do Chiado, enquanto a 9, Almada, a 22, Alfragide e 23, Vasco Da Gama. A 13 de Fevereiro, a Casa do Comum, ao Bairro Alto, pelas 19h, também vai receber o piano de Slowburner. Mais tarde serão reveladas novas datas por outros pontos do país.
Não é fácil categorizar a música encantatória de Slowburner, ou seja, Élvio Rodrigues, algures entre a sensibilidade clássica, melodias e ambientes mais pop, e a omnipresença de um piano insinuante, imprevisível e misterioso. Antes do álbum, já havia lançado o EP “Before I Return To Dust” (2017) e a mixtape “Sunday Mornings Are For Piano” (2019), mas dir-se-ia que, este ano, é como se estivesse a recomeçar tudo de novo, apostando numa música contemporânea delicada, com atenção a noções como tempo, espaço e atmosfera, partilhando nesse campo algumas afinidades com figuras europeias de afirmação global como Nils Frahm, Ólafur Arnalds ou Max Richter. Depois do álbum e singles, segue-se a prova dos palcos.
Erika P. David – Pai (2024) (single)
Erika P. David – Pai (2024) (single)
O meu nome é Erika P. David, sou cantora e compositora das minhas próprias músicas, e escrevo para apresentar o meu projeto musical, que nasce de uma paixão genuína pela música e pela sua capacidade de tocar corações.
A minha motivação principal vem das histórias que carrego e das emoções que transformo em melodias e letras. Acredito que a música é uma ponte que nos conecta ao outro, independentemente de fronteiras ou barreiras, e espero contribuir para essa conexão por meio das minhas canções.
André Marques – Cosmicsouls (2024) (single)
André Marques – Cosmicsouls (2024) (single)
André Marques lança o novo EP “sailingspaceships”, uma viagem introspetiva e musical em busca de calma e refúgio
O músico e produtor André Marques apresenta o seu mais recente trabalho, o EP “sailingspaceships”, composto por cinco faixas que refletem um período de intensa introspeção e necessidade de tranquilidade. Este projeto nasce de uma fase pessoal em que o caos do quotidiano levou o artista a encontrar na música um escape, resultando num conjunto de composições que remetem para uma atmosfera de paz e recolhimento. Descrevendo este EP como uma viagem musical, André Marques explica que as faixas foram pensadas para criar uma experiência sensorial e contínua, onde as extensas durações e a ambiência crua transportam o ouvinte para um estado de serenidade e contemplação. A unidade sonora e visual do EP, desde a tonalidade das faixas até à capa, constituem uma proposta imersiva, oferecendo um refúgio musical que agora partilha com o público.
André Marques é um apaixonado por filmes e bandas sonoras desde sempre, o que o levou, há alguns anos, a aprender e a compor música instrumental. Em 2022, lançou o seu primeiro álbum instrumental, “Nightmares”, com uma ambiência ligada ao universo do terror e inspirada nas sonoridades presentes em filmes de suspense. No ano seguinte, em 2023, apresentou “MYSTICAL BORDERS”, um álbum mais experimental e eletrónico, explorando uma temática mística e ligada ao espaço. Em 2024, colaborou com a cantora Nora Jankovic no EP “Our Freedom”, em janeiro. Mais tarde, lançou a compilação “Half of Zero”, em duas partes, um projeto com 30 faixas que explora influências de synth wave, synth pop, dark synth e EDM.
Ao longo deste percurso, André Marques tem vindo a expandir as suas habilidades em produção musical, explorando diferentes instrumentos e géneros, e atualmente também produz para outros artistas em estilos que vão do Indie e Pop ao R&B e Rap Contemporâneo. A sua música mantém-se fortemente ligada a uma estética cinematográfica, fruto do seu background em Audiovisual e Multimédia. O EP “sailingspaceships”, disponível em todas as plataformas digitais, reflete este lado introspetivo do músico, proporcionando uma experiência de audição profunda para quem procura tranquilidade e evasão através da música.
José Valente – O Circo (2024) (single)
José Valente – O Circo (2024) (single)
“A música é uma coisa espiritual”
Fela Kuti
José Valente está de volta com um novo e, claro, surpreendente trabalho.
“Quem é o José Valente” traduz-se numa autêntica carta de amor dirigida à música. Mas é também uma auspiciosa combinação de possibilidades ilimitadas, onde o compositor portuense torna a levar a viola d’arco a diferentes patamares. Uma posição artística que continua a gritar por liberdade e a reforçar o espírito transgressor embutido no seu percurso.
Afirmação ou pergunta, “Quem é o José Valente” gera vários resultados. “Deve ser um artista qualquer”, responde o título da faixa de abertura do álbum a ser editado esta semana, a 24 de Outubro. Seguem-se outras teorias, ouvidas ao longo do mesmo tema: “uma autêntica enciclopédia no que toca aos sítios para comer as melhores francesinhas do Porto”, “artista plástico”, “médio centro”, “poeta galego”. “O Valente da viola” é a que mais se aproxima da verdade, num disco cuja pintura da capa, da autoria de Marco Mendes, ilustra algumas das suas referências, como José Mário Branco, Frank Zappa, Fela Kuti ou Ludwig van Beethoven.
Através de 9 peças, José Valente acerca-se de uma série de músicos convidados que enriquecem a paleta sonora deste inovador registo em que a voz é um dos elementos predominantes: João Geraldo (violoncelo e baixo eléctrico), José Silva (percussão), António Ribeiro (voz falada), João Diogo Leitão (viola braguesa), Luís Bittencourt (percussão e berimbau), Patrícia Costa (voz cantada) e Tiago Manuel Soares (percussão).
Os concertos de apresentação acontecem já esta quinta-feira, dia 24 de Outubro, no Maus Hábitos, no Porto, e domingo, dia 27 de Outubro, no Festival Instrumensal, em Coimbra. Duas oportunidades especiais para se escutarem, em estreia absoluta ao vivo, a inquietação e a intensidade emocional dos temas de “Quem é o José Valente”, longa- duração com todas as músicas e letras da autoria do violetista.
Depois de “Trégua” (2021), em colaboração com a Orquestra Filarmónica Gafanhense, e de “Águas paradas não movem moinhos” (2022), aqui a liderar o colectivo 6 Violas, numa homenagem à obra de José Mário Branco, “Quem é o José Valente” foi gravado em casa, pelo próprio, e misturado e masterizado no Estúdio de Som Musibéria, por André Espada. Tem edição da Respirar de Ouvido e o apoio da Antena 2.
“Josés há muitos”, atira alguém na primeira faixa, mas este é José Valente, um impressionante artista que, munido do seu instrumento de cordas e das suas partituras, derruba barreiras musicais, seja a partir dos discos ou das prestações únicas que protagoniza nos palcos mundiais.
O álbum está disponível a 24 de Outubro de 2024, nas principais plataformas digitais e numa edição física em CD.
Zaina Woz – Boneca De Porcelana (2024) (single)
Zaina Woz – Boneca De Porcelana (2024) (single)
Em clima de balé eletrônico – uma espécie de caixinha de música clubber – Zaina Woz apresentou ontem o single Boneca de Porcelana, o primeiro a antecipar o disco de estreia. O tema conta com produção musical da artista em parceria com Arthur Kunz (Strobo, Os Amantes), e traz uma temática feminista abordada pela letra de Zaina sobre uma relação tóxica. “A imagem da boneca de porcelana, que é rígida e inanimada, possibilitou-me explicar o que eu sinto como uma pessoa que relaciona-se afetivamente, e que muitas vezes sente-se como um objeto na mão do outro”, conta Zaina. A música chega com videoclipe inspirado no desfile de alta costura da Maison Margiela deste ano, e tem direção de Marilia Curtolo. A direção criativa e o figurino são assinados pela própria artista, que tem formação em Design de Moda. Oiça a música aqui e assista o clipe aqui.
Para expressar a mensagem da música no videoclipe, Zaina quis dar vida às duas bonecas de porcelana que cruzaram sua vida: uma bailarina de caixinha de música (vista em um porta joias de sua mãe) e uma Coquette Doll (herdada de sua avó paterna). Ambas são bonecas de porcelana levadas para o sul do Brasil por imigrantes alemães, e que ganharam popularidade na década de 1960. Para isso, a dançarina e coreógrafa (além de diretora do clipe), Marilia Curtolo, guiou a artista pela jornada de interpretar esses objetos. “As bonecas que interpreto e que enfim se rebelam, parecem-me ter um futuro muito mais colorido e rico em experiências do que as que ficam nas caixas e nos pedestais. Mas a passagem para esse outro lado pode ser dolorida e cheia de raiva”, divide Zaina.
O clipe é marcado por teatralidade, com presença de um corpo de baile interpretando outras bonecas, e iluminação que tem como referência o filme Cisne Negro (2011). “Optei por elementos cênicos que trouxessem significado ao invés de cenários. Como a cama, por exemplo, que é uma das primeiras cenas do clipe (e também a minha preferida). Mesmo quebrada, a boneca está ‘impecável’”, conta Marília Curtolo.
A música de electropop experimental foi inspirada por um sample de electro house que levou Zaina Woz a criar a linha de baixo, um dos pilares de construção do tema. A partir disso, o baterista e produtor Arthur Kunz fez a base do beat eletrônico e a partir daí a dupla deu forma à música. “Chamamos o Rodrigo Coelho (grassmass) para interagir com a música com os sons submundanos de seus sintetizadores modulares. Ele trouxe uma série de arpeggios analógicos lindos, pôs meus vocais num sintetizador de delay e criou vários ecos de coros em melodias aleatórias, muito elegante”, comenta Zaina.
Fontayne – Voa (2024) (single)
Fontayne – Voa (2024) (single)
Depois do lançamento do seu EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo” na primeira metade do ano, fontayne apresentou os singles “Tem Calma” e “Sem Ti”, continuando o seu percurso artístico, numa procura pela perfeita forma de expressão e de transmissão dos seus sentimentos, preocupações e angústias.
Artista de sentimentos fortes, foi assim que surgiu “Voa”, o seu mais recente single.
Este novo tema fala-nos de um passado menos feliz do artista, de uma relação sofrida da qual o próprio se quer desprender, sabendo que está errado, apesar de não o querer admitir. Numa procura por fugir ao passado e a um love onde sofreu, fontayne agora só quer voar em direção a um novo capítulo, numa dualidade de sentimentos que batalham entre si, o querer esquecer ou o querer voltar às boas memórias do passado.
“Voa” é a história do que foi, mas já não é, ou do que ainda poderá voltar a ser. Amor, desilusão, sofrimento ou liberdade, voa. Voa para longe daqui.
O single “Voa” combina emo-rap, trap e pop, numa perfeita união de ritmos e sonoridades, resultando num tema contagiante e que fica no ouvido, impossível de não gostar. Encontra-se disponível em todas as plataformas digitais!
A Sul – Tela (2024) (single)
A Sul – Tela (2024) (single)
A SUL acaba de lançar o seu novo single ‘Tela’
‘Tela’ é o mais recente single de A SUL, a artista que nos brindou com o inesquecível ‘Gin’ e momentos memoráveis no seu projeto anterior. Desta vez, oferece-nos uma nova canção, uma autêntica pintura sonora, onde cada nota se transforma em cor e emoção, e nos envolve de uma forma muito particular. Canção esta que fará parte do seu próximo projeto.
A SUL é o nome do projeto musical de Cláudia Sul, também compositora e produtora das canções que integram a sua obra. Em 2022, lançou o seu EP de estreia ‘Já Agora’ composto por cinco faixas. No ano seguinte, apresentou o single ‘Gin’, e ganhou os Novos Talentos FNAC com a canção ‘Bleba’, retirada do seu primeiro curta-duração.
A arte de A SUL é distinta ao ponto de, mesmo sem vídeo, de olhos fechados, ser possível imaginar a tela, na janela, na mão dela. Ainda assim, o tema conta com um videoclipe também idealizado por Cláudia Sul.
“A Tela, está junto à minha janela
Mas que bem que bate a luz na mão dela”
Dentro dos temas mais escuros, da finitude, do luto com uma aura de mistério e de melancolia, A SUL transmite-nos em melodias indie e relaxantes o que conseguiu extrair de uma residência artística que decidiu fazer em casa dos seus avós, em Viseu.
“Curiosamente, levei comigo um livro de contos do Edgar Allan Poe, que é conhecido precisamente por ter um estilo de escrita bastante expressivo e até mórbido. Levei porque sabia que podia ser útil para me inspirar pois senti que estava no mesmo campo criativo que eu pretendo enaltecer no meu primeiro disco.” acrescenta A SUL.
Os singles ‘Gin’ e ‘Tela’ fazem parte do primeiro álbum de A SUL, ‘QUER, QUER, QUER’ com data prevista para o primeiro trimestre de 2025.
Depois de duas datas em Vila Real e Fafe, A SUL apresenta-se com Marta Fonseca, no Bota, em Lisboa já no próximo dia 11 de dezembro, onde poderemos escutar a ‘Tela’ pela primeira vez ao vivo, depois da sua estreia.
Com produção da própria e de Miguel Marôco, mistura e masterização de Nuno Simões, ‘Tela’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, uma edição Cuca Monga.
A Mansão – Rapariga (2024) (single)
A Mansão – Rapariga (2024) (single)
A MANSÃO acabam de lançar EP de estreia e novo single ‘Rapariga’
Depois de ‘Respirar’, o mais recente single lançado por A Mansão, chega o aguardado EP de estreia, intitulado ‘Casa Grande’, nome também do primeiro single da banda.
Este EP ‘Casa Grande’ “nasce da vontade de passar tempo de qualidade com bons amigos” nas palavras de Luís Palha, um dos elementos d’A Mansão, que acrescenta “Dá sempre bom fruto, o encontro de talentos, e se for sustentável, faz bem ao mundo!”.
Para além do artista, também José Maria Freitas e José Guilherme Saraiva Lima fazem parte da banda que lança agora o primeiro curta duração e o single ‘Rapariga’ como foco principal.
‘Rapariga’ é uma canção cheia de autenticidade diante das cativantes expectativas alheias, fala sobre entrega feliz e inteira, caminho de apego até à liberdade, passando pela necessária e difícil dor de largar.
A banda refere ainda que “A Rapariga representa assim tudo aquilo de que gostamos e em que colocamos o nosso afeto. Tudo é bom, contando que nos aproxime de nós mesmos. Se o apego fizer com que um se perca, então é preciso largar.”.
“Tanta canção está por cantar,
E eu tenho mais que escrever,
Estejas tu onde estiveres.”
A Mansão canta para a Rapariga, como quem canta saudades de algo que ainda não tem. E é neste embalo que, neste EP de estreia, a banda nos presenteia com letras que abordam temas como a conexão com as raízes, o amor tranquilo, a saudade e a esperança. Este EP ‘Casa Grande’ acaba por transmitir uma mensagem de união e resiliência. “Cada canção toca no que é pertencer a uma casa, família, tribo, e nos desafios e alegrias que vêm de ser quem somos e estarmos onde estamos.” acrescenta a banda.
São cinco as faixas que compõem o resultado final deste primeiro projeto, esta ‘Casa Grande’ que celebra a beleza e a complexidade das relações. A banda quer com este lançamento entreter, inspirar e, quem sabe, conectar pessoas. Todas estas canções são fruto da amizade e colaboração d’A Mansão com M1ke (Miguel Coimbra, produtor e vocalista dos D.A.M.A).
‘Casa Grande’ terá casa cheia sexta-feira dia 6 de dezembro no Camones, local onde vai ser apresentado o EP ao vivo, pelas 20h30.
O EP de estreia d’ A Mansão e o single ‘Rapariga’ já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.