Juliano Costa – Tudo Bem (2024) (single)

Juliano Costa – Tudo Bem (2024) (single)

Vida Real: terceiro disco de Juliano Costa carrega sinceridade de cronista e leveza de poeta

Álbum chega às plataformas em 28 de novembro, acompanhado pelo clipe de “Tudo Bem”, marcando a narrativa envolvente e divertida do músico paulistano

Três anos depois do lançamento de “Barco Futuro”, sucessor do álbum visual “A Trilha da Trilha”, o músico e escritor Juliano Costa (Primos Distantes, Renato Medeiros) mistura sua inventividade sonora, criativa e literária no disco Vida Real, disponível em fonograma a partir do dia 28 de novembro, quinta-feira. O resultado é uma obra sincera, envolvente nas suas diferentes camadas, de leveza agridoce. Um trabalho que se parece com uma festa entre amigos íntimos, na qual você, ouvinte, está. 

 Vida Real é também um retrato do dia seguinte da festa, de ressaca e dúvidas existenciais. “Existem várias camadas de vida. Tem a vida íntima, tem a vida social, tem a vida de rede social. Tem a vida choradeira de pitanga e tem a vida de coragem e bola pra frente. Tem a vida arte, a vida canção, a vida palco, a vida tela, a vida personagem. Em todas essas vidas dá pra ter um pouco de sinceridade. Não é fácil, mas dá. Sempre dá pra ter um pouquinho de vida real no meio da ficção”. 

A produção do disco é dele, ao lado de Renato Medeiros, que também mixou e masterizou o trabalho. O álbum conta com as já lançadas “Oração à Música”, “O Mundo é Gigante”, “Todo Amor do Mundo”, que ganhou clipe, “América do Sul”, “Glória”, também acompanhada por videoclipe, e Tudo Bem – que acaba de ganhar um clipe divertido e sensível: assista – somadas às inéditas “Filho do Vento”, “Quando a Noite Cai’, “Estrelas Solitárias em Constelação”, “O Sol”, “O Vazio” e “Eu Não Vou Deixar”.

São canções que funcionam como crônicas da vida e da fantasia da vida – memória ou imaginação. Feitas de momentos sinceros e sugestivas de uma experiência terna de vida, das que dão contorno aos sentidos de estar por aqui. “As participações de Luna França, Maria Tereza, Cauê Benetti, Caio Costa, e a presença constante do Renato Medeiros no disco, são resultado de encontros reais, coisas vividas e coisas cantadas e tocadas”. 

Pra além de sua carreira solo, Juliano é baterista da banda de Renato Medeiros e escreve literatura. Seu romance Fumo (Patuá, 2023) figurou na lista de melhores livros do ano da revista de livros 451. Ele é também autor de um conto do livro “As Páginas do Relâmpago Elétrico” (Garoupa, 2023), baseado no disco de 1977 de Beto Guedes.

Ligados Às Máquinas – (Dormir) Em Direcção Ao Sonho (2024) (single)

Ligados Às Máquinas – (Dormir) Em Direcção Ao Sonho (2024) (single)

Os Ligados às Máquinas são, provavelmente, a primeira orquestra de samples composta por músicos em cadeiras de rodas do mundo. Nascidos há uma década no seio da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra, lançam no próximo dia 6 de dezembro, pela Omnichord Records, o seu impressionante disco de estreia, Amor Dimensional.

Cruzando diferentes géneros musicais e explorando novas fronteiras criativas, os Ligados às Máquinas têm desenvolvido, com o musicoterapeuta Paulo Jacob, ferramentas e metodologias de trabalho inovadoras e promotoras da plena participação artística.

O processo criativo dos Ligados às Máquinas sempre se destacou pelo uso, adaptação e criação de soluções de hardware e software que permitem aos integrantes – músicos com alterações neuromotoras – ter controlo e autonomia para disparar samples em tempo real em dispositivos adaptados.

Nos primeiros anos, os elementos dos Ligados Às Máquinas foram convidados a partilhar, nas sessões de trabalho, as músicas e os sons mais importantes e significativos na sua vida. Com a utilização do hardware Makey Makey (que converte objetos do quotidiano – condutores de corrente elétrica – em controladores), deu-se a epifania: E que tal constituir uma “orquestra” de amostras musicais? Uma espécie de melting pot musical, onde cada um participa ativamente no processo criativo do coletivo, partilhando a sua identidade musical e cruzando-a com a dos outros. O resultado foi uma amálgama poética de construção sonora coletiva.

E o que torna isto possível? Para além da paixão musical que une o coletivo, o outro grande aliado é … a tecnologia. Um computador, um Makey Makey, muita cablagem e controladores personalizados ao movimento funcional de cada um dos músicos. Cada músico “dispara” um ou mais samples, de acordo com uma organização que foi previamente acordada entre todos (desde o processo de amostragem e tratamento dos excertos musicais até à composição colectiva).

Em 2023, em colaboração com a Omnichord e numa residência artística para o Festival NASCENTES, o projeto adotou uma nova abordagem criativa e participativa, iniciando um processo de colaboração direta com diversos músicos e compositores, que cederam excertos musicais inéditos. O poder da música e da criação participativa foi o mote para o convite lançado a diversos nomes para que, através da cedência de samples da sua voz ou dos seus instrumentos, permitissem aos Ligados às Máquinas a criação de um arquivo sonoro que potenciaria novas composições feitas a muitas mãos, vozes e corações. Entre os que aceitaram o convite estão nomes como Ana Deus, Bruno Pernadas, Cabrita, Carincur, Catarina Peixinho, Coro Ninfas do Lis, Dada Garbeck, Filipe Rocha, First Breath After Coma, Gala Drop, Gui Garrido, Joana Gama, Joana Guerra, João Doce, João Maneta, João Pedro Fonseca, José Valente, Lavoisier, Mano a Mano, Moullinex, Nuno Rancho, Orquestra e Coro da Gulbenkian, Pedro Marques, Retimbrar, Ricardo Martins, Rita Braga, Rita Redshoes, Salvador Sobral, Samuel Martins Coelho, Samuel Úria, Selma Uamusse, Senhor Vulcão, Surma e Vasco Silva. O resultado acaba por ser uma fusão única de estilos musicais, do hip-hop ao fado, do rock ao techno, do blues à world music e da música erudita à música concreta, culminando num disco que se traduz numa linguagem única.

Amor Dimensional é o resultado de uma década de trabalho e amadurecimento de um processo coletivo que começou a explorar o universo sonoro familiar dos seus elementos para depois conseguir explorar, interpretar e compor algo realmente novo e seu a partir da novidade e do desconhecido que lhes foi apresentado por mais de 30 artistas nacionais. 

São nove temas originais, que desenham um dia na vida de cada um: do amanhecer ao acordar, da procrastinação à tensão, da obrigatoriedade à liberdade de escolha limitada, da melancolia confortável à refeição aconchegante até ao merecido descanso (enriquecido pela possibilidade de sonhar).

O grupo estreou-se em palco em 2014, a convite do Teatro Municipal da Guarda e, desde então, apesar da desafiante logística, tem vindo a apresentar-se ao vivo todos os anos e os seus espetáculos são muitas vezes descritos como um confronto de duas forças fundamentais opostas e complementares: a estaticidade física e o movimento musical.

A música dos Ligados às Máquinas é uma construção sui generis: junta excertos cuja coabitação pode parecer improvável ou impossível, apresentando um todo unificado e harmonioso que, muito provavelmente, não soa a nada do que se tenha escutado até hoje. 

Os Ligados Às Máquinas são Andreia Matos, Dora Martins, Fátima Pinho, Hélia Maia, Jorge Arromba, José Morgado, Luís Capela, Mariana Brás, Paulo Jacob, Pedro Falcão e Sérgio Felício.

Mateus Aleluia – Papel Machê (2024) (single)

Mateus Aleluia – Papel Machê (2024) (single)

O cantor, compositor e instrumentista brasileiro Mateus Aleluia Filho revisita o clássico Papel Machê, canção de Capinam e João Bosco, em releitura que evoca as raízes do reggae da Bahia – estado centro da cultura afro no Brasil. O tema tem participação dos conterrâneos Rafael Pondé (Diamba, Natiruts) e Eduardo Escariz – que assina a produção musical ao lado de Átila Santana (IFÁ). O single celebra o encontro dos músicos e traz à tona a importância do estilo que ajudou a embalar e projectar a música baiana. Gravaram também na canção o baterista Iuri Carvalho e o tecladista João Leão. A edição chega com um visualizer gravado na Ponte Dom Pedro II, que liga a cidade de Cachoeira à São Félix sob o Rio Paraguaçu. Oiça a música aqui e assista ao vídeo aqui.

Mateus Aleluia Filho traz para a música sua herança que vem de Cachoeira, no Recôncavo Baiano. Do canto aos sopros dos metais, a cidade onde nasceu o Tincoã Mateus Aleluia – pai do músico – também foi berço da identidade que originou a forma de tocar e compor o reggae da Bahia. Além de toda história de resistência e cultura, a cidade que beira o Rio Paraguaçu é um celeiro de instrumentistas de sopro, como é o caso de Mateus Aleluia Filho, que, inclusive, no single, além de cantar, também toca trompete, instrumento no qual é especialista.

A tradição do estilo musical na Bahia se desdobrou em diversas vertentes, entre elas, o samba reggae, que projectou o Pelourinho para fora do Brasil; o reggae de Gilberto Gil, que trouxe para o português versões de Bob Marley dando sua contribuição com grandes canções brasileiras sem perder a referência da fórmula básica jamaicana; e o reggae do Recôncavo, protagonizado por artistas como Edson Gomes, e conduzido por letras que denunciam a desigualdade social nas periferias, contos de personagens locais, protesto, religiosidade e pertencimento.

A versão de Papel Machê por Mateus Aleluia Filho tem mistura e masterização de Pedro Itán, multi-instrumentista e engenheiro de som que comanda o Hitlab. Itán conta com uma lista extensa de contribuições nas produções da nova música urbana de Salvador, com destaque para indicação ao Grammy Latino pela produção musical do disco “Território Conquistado”, de Larissa Luz. As bases da música foram gravadas no estúdio de Átila Santana em sociedade com o sueco Sebastian Notini, por onde passaram Tiganá Santana, Luedji Luna e Mãe Ana.

A versão de Papel Machê por Mateus Aleluia Filho tem mistura e masterização de Pedro Itán, multi-instrumentista e engenheiro de som que comanda o Hitlab. Itán conta com uma lista extensa de contribuições nas produções da nova música urbana de Salvador, com destaque para indicação ao Grammy Latino pela produção musical do disco “Território Conquistado”, de Larissa Luz. As bases da música foram gravadas no estúdio de Átila Santana em sociedade com o sueco Sebastian Notini, por onde passaram Tiganá Santana, Luedji Luna e Mãe Ana.

Direção, fotografia, montagem e correção de cor: Eduardo Escariz

Menino Marino – 31 Megatons (2024) (single)

Menino Marino – 31 Megatons (2024) (single)

MENINO MARINO, nome artístico do músico e produtor português André Marino, apresenta o seu mais recente projeto, “31”, um double single que inaugura uma nova fase na sua carreira e será lançado em duas partes. O lançamento inicial de “31” inclui a faixa principal, “31 MEGATONS”, acompanhada pelo instrumental “A NEW WORLD COLLIDES”. Este trabalho é complementado pelo videoclipe de “31 MEGATONS”, assinalando o primeiro vídeo oficial do artista.

Com uma sonoridade marcadamente experimental, “31” explora atmosferas electrónicas que remetem para influências de nomes como Daft Punk, em sintonia com o estilo alternativo que MENINO MARINO já evidenciou no seu EP de estreia. A canção “31 MEGATONS” conta uma história de amor intenso e autodestrutivo, onde o protagonista, movido pelo medo de magoar a pessoa amada, acaba por a excluir da sua vida – uma ideia traduzida na linha recorrente “I’ve built a fallout shelter tight around your heart”. Esta abordagem lírica sublinha a profundidade emocional e a autenticidade que o artista imprime na sua música.

Este lançamento será seguido de um segundo double single, intitulado “SKELETONS”, que complementa o conceito ao oferecer a perspetiva da pessoa que é afastada, numa narrativa em duas vozes e com uma estrutura única, em que cada single integra uma canção e um instrumental.

André Marino, é um jovem músico e produtor de 25 anos, originário do Porto. Com uma formação musical influenciada tanto pelo prog rock e metal, como pelo lado mais experimental da música eletrónica e alternativa, o artista começou a tocar guitarra aos 12 anos. A música sempre foi uma presença constante na sua vida, desde os vinis clássicos de Pink Floyd, Yes e Kraftwerk do seu pai, até às influências mais modernas como Kanye West e Daft Punk, partilhadas pelo irmão mais velho.

Durante a adolescência, André aprofundou a sua prática musical, desenvolvendo-se na guitarra inspirado por David Gilmour, e eventualmente expandiu-se para a produção musical, experimentando com sintetizadores e baixo. Após anos de criação, lançou o seu single de estreia “DNR” em agosto de 2023, seguido por outros lançamentos que culminaram no seu primeiro EP, “THE THIRD SUSPECT”, editado em janeiro de 2024. O EP explora temas de solidão e frustração, delineando uma jornada emocional que marca o estilo introspectivo do artista.

O double single “31” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, e o videoclipe de “31 MEGATONS” pode ser visualizado no canal oficial de MENINO MARINO.

Rita Ventura – Mente-me (2024) (single)

Rita Ventura – Mente-me (2024) (single) Id

‘Mente-me’ é o mais recente single de Rita Ventura, o terceiro desta sua viagem. Após lançar ‘Porque Foste?’ e ‘Eu Disse Adeus’, a artista aposta numa sonoridade que há muito desejava apresentar, num embalo mágico sobre o desamor, onde conseguimos imaginar um universo Disney envolto nas cordas que soam delicadamente.

Esta nova canção é o último avanço antes do lançamento do EP de estreia de Rita Ventura, que tem data de lançamento marcada para o primeiro trimestre de 2025 e se intitula ‘Sotão’. 

É neste ‘Sotão’ que a artista se debruça sobre o amor e o desamor e os temas que a inquietam e os apresenta através das canções. “‘Mente-me’ é o último single a sair antes do meu EP. É também o último que fala sobre o amor e é assim que me despeço de um momento onde não quero voltar – a não continuar a perpetuar a ilusão de que é melhor mentir a mim mesma a aceitar a verdade do fim das coisas.” afirma a cantora.

Tal como todas as canções que vão integrar o seu primeiro curta duração, ‘Mente-me’ conta com produção de João André, produtor que Rita Ventura assume melhor caracterizar a sonoridade que procura e, com ele, encontrou. 

“Sempre foi um sonho para mim imaginar um arranjo de cordas numa composição minha… Nesta produção tive essa oportunidade e o João André, que acompanha este projecto desde o início, percebeu desde logo isso e conseguiu concretizar tudo facilmente.” acrescenta Rita sobre a produção do single.

Tal como nos anteriores videoclipes que acompanham as suas canções, Rita Ventura realiza este ‘Mente-me’ numa harmonia única e extensão daquilo que aborda na canção, aliada à imagem que realiza. A artista é formada em Audiovisual e assume também este papel na sua carreira artística. 

O Ep de estreia da artista contará com canções vulneráveis como já nos tem habituado. “Percebi que o propósito das minhas canções é precisamente ter coragem de as escrever, de as mostrar, e que isso é muito mais sobre mim do que sobre os outros – a música é um dos meios que encontro para me enfrentar e isso faz-me sentir mais capaz.”.

Enquanto esperamos pelo lançamento de ‘Sotão’, é ao som do arranjo de cordas de ‘Mente-me’ e da voz celestial de Rita Ventura que ficamos. Este novo single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. 

Sobre Rita Ventura 

Rita Ventura deu-se a conhecer ao grande público, em 2020, após aparição no programa The Voice Portugal com o duo de versões “Andor Violeta”. Em 2022 assume-se como compositora com o primeiro single “Porque foste?”. O seu segundo single “Eu disse adeus” distingue-se pela sonoridade acústica-eletrónica e ganha notoriedade nos media. “Mente-me”, é seu o terceiro single: uma balada pop que marca o regresso da artista e anuncia para 2025 o tão esperado EP de originais.

Dannii – Escuro (2024) (single)

Dannii – Escuro (2024) (single) 

Dannii lança “Escuro” , o segundo single do primeiro álbum de originais com data prevista para o primeiro trimestre de 2025.

A canção transmite uma mensagem de resiliência e coragem diante das dificuldades e dos julgamentos por parte das pessoas. É sobre luta pessoal para superar as inseguranças internas e as críticas que surgem ao tentar alcançar objetivos ou sonhos. O “escuro” representa um lugar de desafios, onde as limitações, o medo e as barreiras sociais impedem muitos de seguirem o seu próprio caminho.

“Falar desta canção é falar um pouco do que vivi, uma vez que sempre senti que as pessoas não têm abertura nem coragem para lutarem pelo que querem. É mais fácil resignarem-se ao básico. Quando temos palas nos olhos não nos permitimos olhar o mundo com clareza e abrir os horizontes. Sinto que vim do escuro precisamente por saber que quem ainda lá está e ficará tem essas limitações. A letra destaca a importância de ter força de vontade, resiliência e uma visão clara do que se quer alcançar, mesmo que a sociedade com olhares críticos e julgamentos limitados critique as nossas ações.” – confidencia Dannii.

“Escuro” tem a produção de Dannii e Tiago Barbosa dos Musicbycozy e autoria de Dannii.

Assista o vídeo aqui.

Bruno Celta – Atira-me ao Chão (2024) (single)

Bruno Celta – Atira-me ao Chão (2024) (single) Id

“A Catarse Não é o Fim” é o novo álbum de Bruno Celta.

Depois de quase duas décadas de estrada com outros trabalhos lançados em diversos projectos, Bruno Celta dá-nos agora um álbum pop rock com várias influências, totalmente pensado, executado e produzido pelo próprio.

Entre uma sonoridade mais pop (John Mayer), até referências mais Emo (Thirty Seconds to Mars), passando pela notória influência do grunge e de Chris Cornell, Bruno Celta traz-nos uma lufada de ar fresco no panorama da música nacional, 100% cantado em português.

Peculiar & Mallina – Escura Noite (2024) (single)

Peculiar & Mallina – Escura Noite (2024) (single)

Após nomeação nos Prémios Play da Música Portuguesa para Melhor Videoclipe da canção ‘Escura Noite’ de Peculiar, MALLINA convida o artista,  num concerto esgotado, para juntos cantarem o tema ‘Escura Noite’. Foi após essa noite que o tema ganhou uma nova luz: emerge, então, uma versão renovada da canção onde os dois artistas se juntam.

A letra e a história da canção são exatamente as mesmas: ‘Escura Noite’ é uma conversa entre uma mãe e o seu filho. A mãe tem medo que o seu filho saia de casa, tem medo sobretudo que ele cresça e deixe de precisar dela, que deixe de ser o seu menino. O filho diz-lhe para não ter medo, diz-lhe que, para crescer e se tornar um homem, precisa de se aventurar e descobrir o mundo sozinho, mesmo que se magoe pelo caminho. 

Tal como um passarinho que saltou do ninho para aprender a voar, também ele segue o seu próprio caminho, mas nunca está sozinho pois sabe sempre como voltar. A nível sonoro esta colaboração, e nova versão da canção, vai buscar inspiração à música tradicional portuguesa, os coros alentejanos sobre o tal passarinho, num balanço muito mais acústico e despido do que a versão original. 

Esta nova versão surge da vontade dos dois artistas em colaborar juntos e numa co-produção de Bruno Mota e do próprio artista Peculiar. O mix e o master ficou a cargo de Janga e o resultado final é este embalo nostálgico e emotivo sobre sair debaixo das asas da mãe, voar, aprender mas nunca esquecer o sítio onde, de facto, pertencemos. 

“A Escura Noite é uma canção muito especial para mim, para além de abordar o sentimento que muitos de nós temos ao sair de casa dos pais para procurar o nosso futuro e realizar os nossos sonhos, trouxe-me muitas alegrias como a conquista de uma nomeação nos Prémios Play.” afirma Peculiar. 

“Sinto que a junção das nossas vozes nesta versão, tornou a canção mais quentinha, com sabor a casa dos pais com lareira acesa. Tal como o João, eu sendo do Algarve, também sai de casa e voei, mas é lá que quero sempre voltar. Fez-nos muito sentido juntar forças neste poema, podemos chamar-lhe assim, que tão bem define a nossa história.” acrescenta MALLINA.

É quase num agradecimento ao ninho de onde vieram que estes dois passarinhos voam juntos em direcção a um futuro onde cada um possa voar mais alto, mais longe. Que este sabor a casa vos recolha e vos abrace sempre que de lá saem, e sempre que para lá voltam. Saberá sempre a saudade.

‘Escura Noite’ uma colaboração de Peculiar e MALLINA, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. 

Esteves – Os Fortes Não Choram (2024) (single)

Esteves – Os Fortes Não Choram (2024) (single)

“Fortes Não Choram” marca o regresso de Esteves com o primeiro single do seu próximo álbum, previsto para 2025.

Após o lançamento do seu disco homónimo em 2019, do bem recebido O Alpinista em 2022, e da gravação ao vivo Ao Vivo na Av. da Boavista em 2023, Esteves, letrista e vocalista dos Trêsporcento, está de regresso, com um hino à resiliência, que chega às plataformas digitais no dia 15 de novembro.

Neste novo tema, Esteves conta com a colaboração da sua banda habitual, formada por João Gil (SAL, You Can’t Win, Charlie Brown), David Santos (Golden Slumbers, Márcia) e João Sousa, além das participações especiais de Pedro Branco na guitarra elétrica e João Capinha nos sopros.

Esteves refete: “Os fortes choram, os homens choram, os pais choram, os músicos ainda mais. Mas, não serve a música para cantarmos não só aquilo que somos como aquilo que queremos ser?”.

“Os Fortes Não Choram” vem acompanhado de um vídeo de Miguel Esteves, >lmado durante as gravações do tema nos Estúdios Namouche, em Lisboa.

No seu último álbum, O Alpinista , abordou questões contemporâneas como o drama dos refugiados (Que o Mar Leve ), a pandemia (Ter Onde Ficar ) e a celebração da beleza natural de Portugal (Caminho Plano). Agora, prepara-se para continuar a explorar, através da sua música, temas que capturam a realidade humana, social e cultural do país (e não só), fundindo a tradição da música popular portuguesa com a folk anglo saxónica, sempre com a sua inconfundível escrita em português.

Ficha Técnica:

Letra e música por Tiago Esteves

Vídeo por Miguel Esteves

Esteves: Vozes e guitarra acústica

João Gil: Piano

David Santos: Contrabaixo

João Sousa: Bateria

Pedro Branco: Guitarra elétrica

João Capinha: Sopros

Gravado nos estúdios Namouche e Louva-a-Deus, por Diego Salema Reis, Nelson Carvalho e Tiago Correia.

Produzido por Esteves, misturado por Nelson Carvalho e masterizado por Diego Salema Reis.

Luis Pucarinho – Animal (2024) (single)

Luis Pucarinho – Animal (2024) (single)

“Animais” é o nome do primeiro single de avanço do novo álbum de Luís Pucarinho “Só as perguntas abrem portas” que será editado a 15 de Novembro.

“Animais” sintetiza nas palavras do cantautor o que este novo álbum nos oferece.

“Animais” designa metaforicamente o comportamento quase generalizado, humano ou desumano, que a atualidade espelha socialmente. Na sequência desta reflexão, surge a necessidade urgente de um virar de página que responsabiliza cada um de nós, a compreender que a sociedade é só um reflexo das nossas ações. Afinal somos mais que “Animais”, se em cada gesto pessoal, acrescentarmos valor coletivo.

Luís Pucarinho nasceu no ano de 1976 na cidade de Alcácer do Sal. Iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos de idade e o seu primeiro instrumento foi o clarinete. A partir dos 14 anos iniciou- se no conservatório nas classes de Oboé, Guitarra Clássica, Classes de conjunto (coro e orquestra), história da música, práticas de teclado e acústica. Começou a escrever canções e a cantar com 15 anos de idade. Aos 21 anos mudou-se para a cidade de Évora onde fundou o grupo “Sons de Cá” cujas canções escritas por si (música e letra) cruzavam estilos entre a música tradicional até ao Rock. Esta formação que perdurou 10 anos, editou um EP “ Sons de Cá 2003” e gravou um outro álbum “Liberdade Condicional” inédito até aos dias de hoje. Destacaram-se algumas atuações como; Festival Vilar de Mouros; Festival Tejo; Queima das Fitas de Leiria, com passagens por programas televisivos e radiofónicos que por si promoveram inúmeras atuações por todo o país. No ano de 2011 edita com o nome de Pucarinho e escreve o disco “Na Rua Amarela” com edição a cargo de Vachier & Associados. Este disco promoveu o seu trabalho além fronteiras com atuações por todo o país, passando ainda por Espanha, França e Itália. Seguiram-se os álbuns “Orgânica Mente Humana” (2015) e “Saia Rodada” (2018) com edição por AVM Music Editions e distribuição por Altafonte. Estes últimos dois trabalhos são resultado das experiências de pré e pós produção formativas que o autor prestou em África (São Tomé e Príncipe) e Oriente ( Timor) onde também atuou com músicos locais. Todos os discos contam com mais de 12 músicos diferentes que acompanharam o autor desde a criação até ao palco. “Só as Perguntas Abrem Portas” é o quarto álbum em nome próprio de Luís Pucarinho com edição marcada para 15 de Novembro (2024).

Chandi – Oxalá (com Celina Da Piedade) (2024) (single)

Chandi – Oxalá (com Celina Da Piedade) (2024) (single)

Chandi, cantoautora e voz recente no panorama artístico nacional, apresenta Oxalá, o primeiro single do seu disco de estreia. Uma canção folk contemporânea, adornada com laivos de world music e fusão, onde diversos universos e estórias dialogam.

Oxalá manifesta a esperança na reconexão com uma sensação interna de lar – “almoços de domingo”, um convívio à volta da mesa, a escuta de um disco em conjunto, a observação da natureza e dos seus ciclos, a urgência de ser em detrimento do parecer ou ter.

Numa era em que as polarizações se apresentam de forma tão radicalizada, a artista almeja o estabelecimento de pontes de encontro, mas também a provocação e agitação de consciências: como, onde e o que nos faz “sentir realmente em casa”?

A letra remete para um amor intemporal que une o Norte ao Sul, num encontro destas polaridades ao Centro. Convida-nos, ainda, para o processo de apaziguamento e enraizamento da cantautora na sua terra MATER (Portugal). Este encontro, por conseguinte, sustentado por outro(s) chão(s) potencia a descoberta de outros territórios como os da sua terra PATER (Índia). Estas indagações manifestam-se na musicalidade diversa e com influências assumidamente distintas.

Oxalá conta com a participação de Celina da Piedade no acordeão e na voz.

Durante o processo de produção e arranjos musicais, o produtor do disco, Nilson Dourado, sentiu que o tema se desenvolveu num caminho que ia ao encontro da estética de Celina da Piedade, cujo convite foi respondido com uma calorosa participação.

No seguimento da edição de Oxalá, o álbum de estreia Portal sairá para o Mundo em 2025.

Sérgio Onze – Por Saudade Ou Por Memória (Disse – Te Adeus) – Ao Vivo (2024) (single)

Sérgio Onze – Por Saudade Ou Por Memória (Disse – Te Adeus) – Ao Vivo (2024) (single) Id

Sérgio Onze acaba de editar o single ‘Por Saudade Ou Por Memória (Disse-te Adeus)’. Composto por Raul Pinto, com letra de Manuela de Freitas e produção de Ricardo Ribeiro, o tema foi gravado ao vivo na Casa de Fados Tasca da Bela, em Lisboa, e encerra o alinhamento do álbum de estreia do fadista, “NÓS”,

CITAÇÃO SÉRGIO ONZE

‘Por Saudade Ou Por Memória (Disse-te Adeus)’ é, ainda, acompanhado por um videoclipe filmado no mesmo espaço do bairro de Alfama, da autoria de Sebastião Vences.

Considerado um dos novos artistas que estão a marcar a música portuguesa em 2024 pelo Expresso/Blitz, o fadista Sérgio Onze lançou este ano o disco de estreia “NÓS”. O álbum foi produzido por Ricardo Ribeiro e Agir, inclui canções da autoria de artistas como CONAN OSIRIS, Joana Espadinha, Agir e Teresinha Landeiro e é editado pelo Museu do Fado.

“O disco chama-se “NÓS” e nenhuma música tem esse título, propositadamente. Cada faixa é um nó fortalecido pelo laço e o seu desenlace – tanto desafio como processo, tanto pergunta como resposta”, conta Sérgio Onze. “A base é firme e concreta: o fado inequívoco. E é com ele que se desatam outras luzes. São “NÓS” que ligam produções tão antagónicas como Ricardo Ribeiro e Agir, é no seu centro que coexistem composições tradicionais e poemas clássicos ao lado das visões estelares de CONAN OSIRIS ou Joana Espadinha”, revela ainda o fadista. 

“NÓS” conta com a participação dos músicos Bernardo Romão (guitarra portuguesa), Luís Guerreiro (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola), Rodrigo Correia (viola), Manuel Oliveira (piano) e Daniel Pinto (viola Baixo). O álbum foi antecipado pelos singles ‘Canto Ainda Por Alguém’ – produzido por Ricardo Ribeiro e com base no poema com o mesmo título, da autoria de Manuel de Andrade – e ‘Sapatinhos’ – com produção de Agir e música e letra de CONAN OSIRIS. 

Sérgio Onze já apresentou o álbum “NÓS” em salas e festivais nacionais como o Centro Cultural de Belém, Museu do Fado, Sol da Caparica e Caixa Alfama. O fadista passou, ainda, pela FNAC Chiado no início deste mês e marca presença na FNAC Colombo no próximo dia 24 de novembro, pelas 17h00, com entrada gratuita.

Sérgio Onze começou a cantar aos seis anos. Venceu vários concursos nacionais – entre eles a Grande Noite do Fado, em 2003 -, estudou guitarra clássica no Conservatório de Setúbal porque a voz ainda não tinha amadurecido tanto como as suas ambições e aos 17 anos começa a viver de noite, nas Casas onde ainda se sente Fado. Passou pelas Jovens Vozes de Lisboa no São Carlos, atuou no Belém Art Fest e já pisou palcos como o Campo Pequeno, o CCB, o Salão Preto e Prata, o São Luiz, o São Jorge e o Tivoli. Internacionalmente, já fez espetáculos na Alemanha, França, Finlândia, Itália e Roménia. Em simultâneo, cultivou a sensibilidade artística na Faculdade de Belas Artes e explora a multidisciplinaridade da Moda enquanto stylist, concretizando uma elevada consciência conceptual e a exigência de um propósito em tudo o que faz.

Sérgio Onze não vem do Fado, não carrega um legado ancestral nem antepassados para honrar. O Fado foi, por isso, uma decisão. Uma escolha que pareceu intrínseca, natural, como se tivesse sido encontrado, ou nele se encontrasse. Como se só a noite, a vulnerabilidade e o espanto soubessem a casa. Começar a cantar desde cedo e construir-se em contacto direto com os grandes mestres fez com que se deslumbrasse por todos os mundos que cabem dentro do Fado tradicional. Com o Fado enquanto fim para um meio e uma voz profunda e retumbante, cheia de certezas mesmo quando só se pergunta, Sérgio Onze entrega-se ao precipício que é cantar sem deixar os pés em terra firme. Na viagem, leva-nos a todos com ele com tanta firmeza que, quando nos vemos de volta ao cais, temos o corpo virado do avesso e sentimo-nos, finalmente, inteiros. 

Após várias oportunidades e convites surge finalmente o seu primeiro disco “NÓS”. Uma resposta a várias perguntas que o foram assaltando durante o processo ao qual se foi enleando, fazendo, desfazendo: o próprio caminho. Não um lugar, não uma referência, mas ele por inteiro. Os nós criados com as pessoas, os processos porque passou, os caminhos que decidiu ou não escolher, refletem a sua personalidade e os mais diferentes lugares do fadista. Desde a própria produção, que conta com o cruzamento do fadista Ricardo Ribeiro e Agir; fados tradicionais, a poetas populares; a composições de CONAN OSIRIS e Joana Espadinha são pequenos mundos que se cruzam, entrelaçam e dão vida ao seu primeiro trabalho.