Bodhi apresenta video do primeiro avanço do disco a ser editado em Novembro
Após duas décadas de espera, acontece a 25 de outubro de 2024, o lançamento do video do primeiro single do novo disco de Bodhi.
Fake Positive People é o primeiro single a ser lançado do disco “The Beauty of Degraded Media” a ser editado no dia 15 de Novembro. Apesar de ter sido a primeira escolha, este tema foi o último tema a ser composto e gravado. Por isso para Paulo Jacob: “(o tema) mantém, ainda, aquela energia de “caçula” e aborda uma temática que me apraz: a hipocrisia (o que é hipócrita da minha parte).”
BODHI, banda formada por Paulo Jacob em 1995, sempre se destacou pela sua capacidade de cruzar influências e géneros. Com a energia do indie rock, a sensibilidade melódica, e uma abordagem musical marcada pelo caos controlado, o grupo já havia deixado a sua marca no panorama musical português com o lançamento do EP “The Haunted Sessions” (1998) e do seu primeiro álbum de longa duração em 2001.
quem são os Bodhi
A banda, formada por Paulo Jacob, deu os primeiros passos em finais de 1995, participando no primeiro festival Sempre no ar, promovido pela Rádio Universidade de Coimbra (RUC). A gravação de uma maqueta ultrapassa todas as expectativas e resulta num micro mediatismo fomentado pelos apoios da RUC e FM Radical (este último levando a banda aos tops de airplay da estação, ao lado de nomes internacionais como U2 e Offspring). Em 1996 arrecadam o primeiro prémio na segunda edição do mesmo festival e, resultado disso, os BODHI registam o seu primeiro trabalho discográfico. Entre dois anos de azares de estúdio, problemas financeiros, monumentais concertos, cursos universitários, participações especiais (Miguel Guedes – Blind Zero, Rui Duarte dos Ramp) e muita distorção, o disco é concluído e a edição levada a cabo no ano de 1998. The Haunted Sessions – EP (o título não poderia ser mais irónico!) recebe críticas favoráveis de toda a imprensa musical portuguesa, elogiando a sensibilidade melódica e a simplicidade das canções. O tema Sue’s Side Story extraído do EP viria mais tarde a integrar a banda sonora da curta-metragem Respirar (debaixo d’água) de António Ferreira. A 24 de Setembro de 2001 (data escolhida como forma de homenagear a banda responsável pela formação do projecto: os Nirvana!) seria editado pela Lux Records o primeiro longa duração dos BODHI. Um disco marcado pela heterogeneidade de estilos, pelo cinismo e causticidade das letras, por uma perspectiva estrutural antitética de caos/ordem e, acima de tudo, não fugindo aos seus princípios, pela sensibilidade melódica. O álbum contava com as participações especiais de Helder Bruno, Sérgio Costa e Marco Henriques (Belle Chase Hotel), Rodrigo Gomes, João Borges e de John Adrian Coburn (a.k.a. Le Petit Prince). Na altura a banda contava na sua formação com Rodrigo Antunes no baixo, Nuno Leite na guitarra, Cândido Jacob na bateria e Paulo Jacob na guitarra e voz. Os Bodhi assumem influências directas de: Guided by Voices, Captain Beefheart, Sebadoh, Built to Spill, Beck, Nirvana, Serge Gainsbourg, Beat Happening, Pussy Galore, Beatles, Make Up, Air, Sonic Youth, Atari Teenage Riot e Soulwax. Em 2003, Paulo Jacob inicia as gravações de um novo disco nos estúdios Mastermix em Tentúgal. Pelo estúdio passam João Baptista (Belle Chase Hotel) que grava o seu baixo inconfundível em oito canções e também Rodrigo Queirós que regista violinos em quatro canções. Tudo o resto foi gravado por Paulo Jacob num disco que ficaria enfiado na gaveta durante largos anos. Em 2020, o confinamento provocado pela pandemia Covid-19 levou Paulo Jacob a re-ouvir as gravações de 2003 e decidir encerrar esse capítulo. João Rui (aka John Mercy) misturou o disco que finalmente, 21 anos depois, será editado pela Lux Records.
Bombazine – Continuar Assim (2024) (single)
Bombazine – Continuar Assim (2024) (single) Id
A banda bombazine apresenta “Continuar Assim”, o último single de avanço do álbum Samba Celta, o primeiro longa duração da carreira do grupo, com lançamento marcado para o dia 15 de novembro de 2024.
O novo disco é fruto de cerca de um ano de trabalho criativo da banda em estúdio, culminando numa viagem por 9 faixas que consolidam as raízes e influências do grupo, pintando-as na tela de um Portugal moderno.
O título Samba Celta simboliza as balizas criativas que a banda usou na definição da estética do novo trabalho: “Estávamos com algumas influências de sonoridades mais tropicais e queríamos contrastá-las com uma emoção mais local, mais portuguesa. O resultado não é seguramente samba nem celta, mas acreditamos que as músicas têm todas um paralelismo estético que as une”.
Gravado no Bairroup Studios, em Lisboa, o disco conta com a produção e mistura de João Sampayo e a masterização de Miguel Pinheiro Marques (Arda Recorders).
Conta ainda com a participação dos músicos Fernão Biu (sopros), Sofia Ribeiro de Faria (violinos), Inérzio Macome (violoncelo) João Sampaio (percussões, coros) e Quica Granate (coros).
Em relação ao EP de estreia Grã-Matina, que assumiu uma verticalidade indie mais “rock”, Samba Celta representa “uma procura consciente por novos horizontes estéticos, sem nunca perder de vista os elementos de um tecido sonoro vincado pelo groove”.
A base do novo disco está, segundo o grupo, na opção por uma base rítmica mais seca e orgânica, temperada com a presença dos elementos psicadélicos dos sintetizadores e com outras texturas mais dramáticas, como as cordas.
“Os arranjos de cordas acabaram por se tornar um elemento característico do álbum e foi para nós uma experiência muito enriquecedora trabalhar com a Sofia e o Inérzio e perceber o processo e os desafios de dar vida às nossas composições fora da dinâmica normal da banda”.
Em Samba Celta predomina o lado mais alegre e festivo, mas também há espaço para momentos mais introspectivos.
Depois das notas quentes de “Cartago” e “Pouca Dura”, “Continuar Assim” é uma das canções do lado mais “chuvoso” do disco, assumindo uma balada que não descura o ritmo e explorando liricamente a tensão entre a presença e a ausência, entre o estar acompanhado e o estar só. “É um tema que convida à reflexão sobre as relações e os seus altos e baixos, lembrando que também há dias sem refrões”.
É uma canção que dá a conhecer a camada mais emotiva que a banda pretendeu introduzir no novo trabalho e que também estará presente noutras faixas do disco.
Samba Celta estará disponível em todas as plataformas digitais no dia 15 de novembro e já há planos para a sua apresentação nos palcos, a anunciar em breve.
Formados em 2022, os bombazine são uma banda lisboeta de indie pop/ rock que conta com Filipe Andrade (baixo), Manuel Figueiredo (teclas), Manuel Granate (bateria), Manuel Protásio (guitarra) e Vasco Granate (voz/guitarra).
Redoma – 2572 (2024) (single)
Redoma – 2572 (2024) (single)
As redoma voltam em tom confessional no vídeo de “2572”
Este é o primeiro single do álbum de estreia que sai no primeiro trimestre de 2025
Depois de se terem estreado há dois anos com o aclamado EP “parte”, seguindo-se o single solto “delírios mensais” no ano passado, as redoma estão de volta com “2572”, primeiro tema que antecipa o álbum de estreia a ser editado no primeiro trimestre de 2025.
A cada passo que dá, a dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues, mostra-se cada vez mais interligada na sua expressão musical. O instrumental rap, numa cadência trip-hop, com uso delicado de texturas e samples, embala uma voz que se apresenta em tom introspectivo. Segundo a vocalista, Carolina, “2572 é uma reação bruta a uma ação indesejada. É também uma confissão e um bruto pedido de desculpas, uma vez que o sujeito a quem se direciona se foi tornando plural com o tempo”.
Num estilo lo-fi e simples, o videoclip que acompanha o single, reforça visualmente a mensagem da música: imagens projetadas na Carolina levam-nos por uma viagem interior com início numa reação, mas sem um fim à vista. No meio está a virtude, num caminho que se faz percorrendo na descoberta do que somos.
“2572” foi escrita por Carolina Viana e a produção ficou a cargo de Joana Rodrigues. O vídeo foi realizado por Carolina Viana e produzido também por Joana Rodrigues e Diana Gil.
As redoma fecham o ciclo de concertos deste ano com atuação no espaço cultural SOMA (Braga) no dia 9 de novembro.
Chek1 – Sinais (2024) (single)
Chek1 – Sinais (2024) (single)
“Sinais” é o álbum de estreia de Chek1
Este disco retrata a perturbação obsessiva-compulsiva do artista
Após editar ao longo de 2024 o single “Tinder” e o tema homónimo do álbum, o rapper e produtor Chek1 apresenta-se agora, pela primeira vez, no formato longa-duração com “Sinais”. Conhecido também como membro integrante da banda Enigmacru e da crew Sexto Sentido, o artista oferece uma visão exaustiva sobre o seu interior num álbum composto por 19 faixas que segue a linhagem estética consciente e cinzenta do Rap do Porto.
“Sinais” tem tanto de pessoal, como de social. A temática geral do disco, que aborda a perturbação obsessiva-compulsiva do artista, revela-se como sintoma de uma sociedade cansada. Este é um retrato de alguém que sofre com a sua própria mente: a experiência de Chek1 prende-se na obsessão pelo passado, pela incerteza do futuro e em tudo o que isso desencadeia. É sobre pensamentos intrusivos e a tentativa de fugir dos mesmos.
Num disco autobiográfico, encontram-se os lugares-comuns da felicidade, do amor, do sofrimento e da saudade descritos com sensibilidade compassiva. A cadência de rimas e as texturas dos instrumentais, inteiramente criados por Chek1, fazem jus aos vários “sinais” refletidos na vida do próprio.
O álbum “Sinais” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e em breve será anunciada a edição física nas redes sociais do artista.
A produção e letras do disco são da autoria de Chek1, enquanto que a gravação, mistura e masterização ficaram a cargo de Hugo Oliveira.
Francisca – Falinhas Mansas (2024) (single)
Francisca – Falinhas Mansas (2024) (single)
FRANCISCA EDITA SEGUNDO ÁLBUM DE ORIGINAIS COM VERSÃO FÍSICA E DIGITAL
“RECORDAÇÕES” CONTA COM PRODUÇÃO E ARRANJOS DE JOÃO SÓ
“FALINHAS MANSAS” É O SINGLE QUE ACOMPANHA O LANÇAMENTO DO NOVO TRABALHO DE ORIGINAIS DA ARTISTA DE LEIRIA
Francisca, edita hoje “Recordações”, o seu segundo álbum de originais, que conta com produção e arranjos de João Só. Depois de revelados quatro singles de avanço, o disco é finalmente relevado na sua totalidade, contando com nove faixas, já disponíveis em todas as plataformas de streaming, com edição física a chegar a todas as lojas no próximo dia 27 de outubro.
A acompanhar o lançamento do disco, Francisca revela no seu YouTube oficial o vídeo do novo single “Falinhas Mansas”, uma animação de Martins Artista – RNM ART. Este é o novo tema que chega às rádios nacionais, seguido dos já conhecidos “As Recordações”, “Vício De Te Amar”, “Ele Tem Um Dom” e “Não Sabes Nem Metade”.
“Recordações”, é o segundo trabalho de estúdio da cantora de Leiria e o legítimo sucessor do disco homónimo, editado em outubro de 2019. Este primeiro longa-duração contou com entrada direta para o Top de Vendas de discos em Portugal e o single “Dia de Bailarico” foi a canção escolhida para a banda sonora da telenovela da SIC “Terra Brava”.
Em colaboração com o músico e compositor Cláudio Duarte, que a tem acompanhado no percurso musical, Francisca tem alimentado a necessidade de contar a sua própria história através da composição de canções. A produção do novo registo de originais foi entregue ao produtor, cantor e compositor João Só, que contribuí em várias faixas com a mestria das suas guitarras e baixos.
A artista conta que “em termos musicais este novo trabalho apresenta temas com uma sonoridade que mistura uma linha mais moderna com vários sons retro, que vão desde o ruído do vinil até aos sons de órgão usados nos discos dos Beatles. Uma das coisas que adoro neste tipo de processo criativo musical é a experimentação, onde por vezes uma simples alteração do tipo de som num mesmo acorde musical pode-nos conduzir para caminhos tão distintos.
Sandrino – Ser Para Não Ser (2024) (single)
Sandrino – Ser Para Não Ser (2024) (single) Id
Com influências de MPB, Pop e Jazz, Sandrino apresenta-nos a sua primeira canção: ‘Ser Pra Não Ser’. Natural do Algarve e formado no Hot Clube de Portugal, o artista começa agora a sua carreira a solo, trazendo um single impactante e, ao mesmo tempo, que nos descansa num balanço muito aconchegante.
Com influências claras e indiscutíveis, foi na procura da sua sonoridade junto de várias referências nacionais e internacionais que Sandrino encontrou a sua identidade única e a partilhou com Meoli para juntos criarem este single de estreia. Como o artista refere – uma procura de identidade e um esforço para se encaixar que acaba anulando o verdadeiro eu “A letra deste single surgiu de reflexões constantes sobre a busca de uma identidade e de um propósito. Fala sobre o exercício de nos moldarmos às circunstâncias ao nosso redor, em detrimento do nosso próprio ser. Este balanço entre pertencer e sujeitar-nos a algo em detrimento daquilo que somos.”.
Com produção de Meoli e letra de Sandrino, este primeiro single é o mote para o seu primeiro trabalho em nome próprio, ainda sem data definida.
“Esta música é essencialmente sobre desorientação, incerteza e a procura de estímulos que nos amparem. Explora ainda a sensação de vazio e a busca por um significado mais profundo na existência.” acrescenta o cantor sobre o single.
No universo do pop alternativo, ‘Ser Pra Não Ser’ convida-nos a uma imersão que transcende a experiência musical convencional. Após ouvir a canção, sentimos que somos algo mais, transformados pelo envolvente percurso sonoro do início ao fim. A composição oferece-nos ritmos melódicos inesperados, equilibrando inovação e sensibilidade, e destaca-se como um primeiro single que marca não só pelo timbre singular de Sandrino, mas também pelo cuidado artístico na produção.
‘Ser Pra Não Ser’ destaca-se também por combinar texturas e nuances que nos tocam o lado mais emocional, enaltecendo uma profundidade que diferencia o estilo do artista no panorama musical português. É nesta angústia existencial mas refrescante que Sandrino apresenta a sua sonoridade ao mundo. Disponível em todas as plataformas digitais.
Gatos Bomba – Maldita Espera (2024) (single)
Gatos Bomba – Maldita Espera (2024) (single)
Gatos Bomba lançam o single “Maldita Espera” após a edição do álbum de estreia
A banda Gatos Bomba, composta por Tiago Inácio (acordeão), João Pedroso Antunes (voz e guitarra), Edgar Gama (baixo) e João Messias da Silva (bateria), acaba de lançar o single “Maldita Espera”, que segue o lançamento do seu álbum de estreia, “A Alegria de Estar Desaparecido”, editado a 27 de outubro. Oriundos do Barreiro, os Gatos Bomba misturam música popular portuguesa com a energia do punk, criando uma sonoridade crua e expressiva.
“Maldita Espera” combina letra poética e sonoridade visceral para expressar uma profunda desilusão com o mundo e o tédio existencial: “Já não leio os jornais / E já não, já não me interessam os demais”. A história reflete uma personagem que, após uma amarga experiência, vagueia por Lisboa em busca de refúgio e entrega-se ao ciclo repetitivo da espera e dissolução, reiterado pela repetição de “Nesta maldita espera”.
O nome Gatos Bomba possui uma história peculiar e é inspirado numa tática militar experimental dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, onde gatos armados com explosivos eram enviados ao mar com o intuito de atingir navios inimigos. A imagem de um ser deslocado e confuso em meio a uma guerra que lhe é alheia serve de metáfora à banda, que expressa através da música sentimentos de deslocamento e contestação.
A banda escolheu “Maldita Espera” como o single principal por encapsular a sua proposta musical em toda a extensão, permitindo que os ouvintes capturem a essência dos Gatos Bomba em pouco mais de um minuto e meio. A faixa reflete a intensidade e melancolia do fado, combinada com a vitalidade do punk e influências de cúmbia villera que surgem na sua introdução.
Concebida num momento espontâneo de inspiração, “Maldita Espera” tornou-se um “amuleto” musical, pois foi em torno dela que se desenhou a identidade e estética musical do grupo. A canção explora a relação entre queda e ascensão e aborda o tempo de maneira cíclica e inexorável, transmitindo movimento contínuo e inevitável entre destruição e regeneração.
Os Gatos Bomba referem que cada faixa é um “pequeno filme” criado a partir de sons e palavras, esperando que o ouvinte se deixe envolver pelas imagens e emoções. Assim, “Maldita Espera” transforma-se numa experiência sensorial profunda, apelando à reflexão e à catarse de quem, talvez, já tenha sentido esse peso nunca antes ouvido ou expresso.
O single “Maldita Espera” está disponível em todas as plataformas digitais.
The Orange Buzz Band – Native Son (2024) (single)
The Orange Buzz Band – Native Son (2024) (single)
The Orange Buzz Band são uma banda de rock de Setúbal que pega no som intemporal do rock dos anos 60 e 70 e lhe dá uma nova vida.
O grupo é composto por Chico, na voz e guitarra ritmo, Alca, na bateria, Gonçalo Silva, no baixo, e Manga na guitarra solo.
Inspirados pela música de uma era em que a irreverência, a inovação e a liberdade reinavam, os Orange Buzz Band trazem para o cenário musical português uma viagem auditiva marcada pelo seu som psicadélico e enérgico.
Com uma atitude e presença inigualáveis, os Orange entregam uma performance transcendente e prometem pôr qualquer plateia a dançar.
O seu álbum de estreia, ‘Electric Kiss’ saiu dia 21 de junho e está disponível em todas as plataformas. Este álbum não só demonstra o som vibrante da banda, mas também reflete sobre temas como política, paixão, sensualidade, vício e moralidade. É uma experiência obrigatória para todos os amantes de música.
Freddy Locks – Freedom Is My God (2024) (single)
Freddy Locks – Freedom Is My God (2024) (single)
A digressão “Infinite Roots” celebra os 20 anos de carreira de Freddy Locks e é um reflexo da sua evolução como músico e compositor. Cada concerto é único, marcado por uma entrega total, onde todos os músicos vibram ao som do groove e da mensagem intemporal das composições de Freddy Locks. Para além de apresentar o novo álbum, serão revisitados muitos dos temas mais icónicos da sua carreira, uma experiência única para os fãs do “Roots Reggae” que acompanharam a carreira do artista ao longo de duas décadas. Mais do que simples concertos, são momentos de verdadeira cumplicidade e partilha, uma viagem musical que alimenta a alma e conecta corações.
Freddy Locks apresenta-se ao vivo nos próximos meses pelo país: 25 de Outubro no 7Arte em Castro Verde, 26 de Outubro no Rock da Baixa-Mar em Tavira, 12 de Novembro no Bang Venue em Torres Vedras e 20 de Dezembro no Tokyo em Lisboa.
A acompanhar o anúncio destas novas datas ao vivo, Freddy Locks lança o novo single “Freedom Is My God” (Infinite Roots). Compôs esta canção no seu diário aos 18 anos, em 1995, mantendo-a guardada na sua intimidade até 2012, quando a gravou pela primeira vez, numa versão acústica, para o álbum Rootstation. “Freedom is My God” renasce, 20 anos depois, com novos arranjos e uma abordagem renovada, celebrando a sua carreira no álbum Infinite Roots. Esta canção é a expressão pura da essência musical de Freddy Locks, refletindo uma mensagem intemporal de Liberdade. Hoje, essa mensagem ganha ainda mais relevância ao ser associada à luta pela independência da Palestina.
A celebração dos 20 anos de carreira este ano foi assinalada com o lançamento do álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice”, 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para este disco.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens, continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Peculiar – Mão Morta (2024) (single)
Peculiar – Mão Morta (2024) (single)
Não só de nome é PECULIAR, também o estilo musical que nos apresenta se distingue de qualquer outro no panorama musical português. Numa época em que todos estamos cansados da monotonia e da repetição, o artista arrisca mais uma vez numa sonoridade própria, já característica dele, disruptiva e singular. Talvez emane a estranheza à primeira escuta, mas torna-se imediatamente viciante daí em diante – Já dizia Fernando Pessoa “Primeiro estranha-se depois entranha-se”.
‘Mão Morta’ é o mais recente single de Peculiar, que pretende dar a conhecer através da sua arte, a história por detrás da Mitologia Popular Portuguesa, essa que muita gente desconhece. Todos ouvimos falar dos Deuses Romanos, do Olimpo e dos Reis, mas e o que está escondido na nossa história? Existem Seres por explorar e Histórias por contar, ‘Mão Morta’ abre o véu a esse caminho, abordando a Morte e o caminho divino que é explorado na nossa Mitologia.
Depois de um primeiro EP ‘Lágrima de Pérola’ aclamado pela Indústria, de uma nomeação nos Prémios Play da Música Portuguesa como melhor videoclipe do single ‘Escura Noite’ e ainda vários concertos, um deles na FATACIL sendo o concerto de abertura para Ivandro, Peculiar apresenta-nos o início daquele que será o seu próximo projeto, um segundo EP cheio de mitos, lendas, histórias reais e cultura portuguesa num misto de sonoridades tanto vulneráveis como transformadoras.
Uma manhã fria, e uma campa vazia são o berço da vida que tinge o campo com flores. ‘Mão Morta’ parece saída de uma noite de Halloween, mas apesar da sua sonoridade sombria e misteriosa (semelhante a “Unholy” de Sam Smith) possui uma mensagem de esperança relembrando-nos que é o Fim que traz novos começos e o crescimento que dá sentido à vida.
Peculiar procura expandir os limites da Pop Portuguesa misturando a tradição e cultura portuguesa com a realidade da atualidade, seguindo pelo caminho irreverente de artistas internacionais como Rosalia, Stromae e Mahmood.
Na faixa que dá início ao seu 2º EP conta-nos através de uma lengalenga de crianças a história da Morte, uma das personagens menos compreendidas da Mitologia Popular Portuguesa. Esta, tal como um agricultor na colheita, cria espaço para a vida, mantendo o equilíbrio e trazendo, sem discriminar, consolo a todas as almas no momento da sua passagem.
“Um dos meus maiores receios desde criança é a Morte e o mistério insondável que a envolve. Seja a morte da minha família, o medo de ficar sozinho, ou a minha própria morte, antes de conseguir alcançar os meus sonhos e objetivos. A personificação da Morte na Mitologia Popular Portuguesa e todas as histórias que lhe estão associadas, contadas de gerações em gerações, permitiram-me entender a importância de sabermos que o nosso tempo é limitado. Permitiu-me deixar de ver a Morte como algo negro e triste e passar a vê-la como o que dá sentido à nossa vida. Sabemos que independentemente de quem somos ou do que fizemos, a “Mão Morta” há de sempre vir bater à nossa porta. São histórias como estas que nos ensinam a ser humanos outra vez.” afirma o artista.
Mão Morta, Mão Morta, vem bater à minha porta!
Este novo single foi escrito na íntegra por João Nicolau Quintela e produzido por Cozy e Peculiar. Os visuais não são exceção e são também eles peculiares e esclarecedores daquela que é uma cultura escondida e que Portugal precisa de conhecer.
As novidades não tardam em chegar e a Mitologia Popular Portuguesa ficará certamente na ponta da língua do povo português com todos os ensinamentos que Peculiar nos trará em todas as suas canções e produções.
‘Mão Morta’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
“A ideia da morte, ou o mistério insondável que a envolve, constitui para o homem, desde sempre, a sua maior obsessão. Por se tratar de um momento único, em que todos os anseios e ilusões terminam e todas as luzes se apagam para sempre, não admira que a morte tenha também um lugar personificado na mitologia popular.” Alexandre Parafita
Canções Do Sofá – Fome De Paz (2024) (single)
Canções Do Sofá – Fome De Paz (2024) (single)
Canções do Sofá lançam novo single “Fome de Paz”
Canções do Sofá, com origem em Santa Maria da Feira, acabam de lançar o seu mais recente single, “Fome de Paz”, um apelo urgente à humanidade e à necessidade de encontrar soluções pacíficas em tempos de incerteza e conflito. Esta faixa, marcada por uma sonoridade visceral, reflete sobre o custo da guerra e a responsabilidade coletiva de agir em defesa da paz.
O refrão da canção é um grito à guerra em nome da paz, convidando todos a refletir sobre como a violência tem sido usada como resposta às divergências e ambições individuais. “Fome de Paz” pretende inspirar uma mudança de paradigma, promovendo o respeito pela vida humana e a busca por soluções que evitem o sofrimento de inocentes.
Este lançamento insere-se na linha de música de intervenção característica da banda, que explora temas como a sociedade, educação e valores humanos. O projeto, liderado por Cristina e Paulo, tem raízes em experiências pessoais e conversas profundas, que resultam em canções que misturam influências world, retro-pop e indie, com uma forte base de autor.
Canções do Sofá lançaram o seu primeiro single em 2023 e o EP, “Datilograma”, em 2024, trazendo ao público temas de intervenção social e referências à música portuguesa dos anos 90. A banda cita influências de projetos como Clã, Três Tristes Tigres, Rádio Macau e GNR, numa combinação de sonoridades que continuam a marcar a sua identidade musical.
Com “Fome de Paz”, a banda reafirma o seu compromisso com uma música que leva à reflexão, sendo um manifesto sonoro em prol da paz e do entendimento entre os povos.
O single e o videoclipe que acompanham a faixa já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
Virgem Suta – Cantar Até Cair (2024) (single)
Virgem Suta – Cantar Até Cair (2024) (single)
“Cantar até cair” é o terceiro single extraído do novo álbum dos Virgem Suta que será lançado a 25 de outubro. O tema, originalmente escrito por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo para o álbum do Rancho de Cantadores de Vila Nova de São Bento, é agora recuperado e re-arranjado para integrar No céu da boca do lobo, o novo álbum dos Virgem Suta.
“Esta canção é um tema circular, uma espécie de ladaínha e, simultaneamente, um hino ao amor, que vai crescendo de intensidade à medida que se estende no tempo”. Na sua gravação, para além de Jorge Benvinda nas vozes e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, o tema contou com a participação de JP Coimbra nos sintetizadores e produção, Jorge Costa na bateria e percussões, João Martins nos coros, Pedro Santos no baixo e João Salcedo no acordeão.
No céu da boca do lobo é o quarto álbum de originais dos Virgem Suta, composto por nove temas originais, recheados do habitual humor sagaz em torno da vida quotidiana, passando por paisagens e rotinas do Alentejo profundo e histórias de amor que chegam a público no ano em que a banda assinala 15 anos de existência.
Os primeiros concertos de apresentação do álbum serão a 12 de novembro, em Lisboa, no Teatro Maria Matos, a 21 de novembro, na Casa da Música do Porto e a 22 de novembro na Casa das Artes de Felgueiras. Nestes concertos a banda propõem uma viagem sonora com passagem obrigatória por novos temas, clássicos incontornáveis e temas já editados, nunca antes apresentados em concerto. Ao vivo, além de Jorge Benvinda na voz e guitarra e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, a banda contará com Bruno Vasconcelos nas guitarras, programações e coros, Hélder Morais no baixo, sintetizador e coros e Jorge Costa na bateria, percussões e programações.