Jorge Cruz – Passou Tanto Tempo (2024) (single)

Jorge Cruz – Passou Tanto Tempo (2024) (single)

‘Passou Tanto Tempo’ é o single de estreia de Jorge Cruz, o jovem alentejano, natural de Beja, conhecido do grande público pela sua passagem pelo The Voice Portugal 2023. 

Começou muito cedo a ouvir as histórias do seu avô, que tinha uma casa de Fados em Queluz por onde passaram nomes como Alfredo Marceneiro, Fernando Farinha e até o grande guitarrista Carlos Paredes, e essas histórias sempre o fascinaram. Com apenas 10 anos, este avô que tanto o influenciou, começou por lhe ensinar algumas modas do cancioneiro alentejano na guitarra e desde então a música começou a ganhar asas nas suas mãos e mais tarde na sua voz.

A par das aulas de guitarra de Jazz, do Rock e da guitarra clássica autodidata, o artista depressa percebeu que junto aos instrumentos podia vir aquilo que herdou da família libertando os sentimentos na voz. Entre modas alentejanas com amigos nos cafés, nos intervalos da escola, começou a perceber que de facto havia uma fusão mágica naquilo que era o instrumento e a sua voz. 

Participa no THE VOICE PORTUGAL e é então, depois de virar quatro cadeiras a cantar “O meu nome é saudade” canção original de Luís Trigacheiro, seu conterrâneo (Beja), que percebe que o seu caminho é na música e muito mais do que imaginava. É nesta fase que começa a criar a sua identidade artística.

“Passou Tanto Tempo” surge no meio de tantas canções que começou a coleccionar, mas esta tem a particularidade de conter na letra palavras escritas pelo avô que lhe deu asas para começar neste caminho que é agora o sonho.

Este é o primeiro single de Jorge Cruz, que conta com letra de Jorge Cruz e uma quadra do seu avô, vozes de Bandidos do Cante e Jorge Benvinda, e produção de Eduardo Espinho.

“Passou tanto tanto tempo, que de tanto fica pouco. 

Passando tanto assim tão louco, não sobra mais que um momento”.

“Escolhi esta canção para primeiro single em parte porque tem um toque especial do meu avô. Houve um dia que ao jantar com a minha família ele começou a declarar a quadra do refrão, perguntei logo ao meu avô se a podia usar numa música minha e decidi escrever o resto da letra à volta desta quadra, esta canção carrega para mim um valor sentimental muito grande” afirma Jorge Cruz sobre o single de estreia.

Jorge Cruz é atualmente o substituto de Luís Aleixo, em guitarra e voz, na banda do Buba Espinho, que somou mais de 70 concertos este ano. Este tem sido o projeto que, para o artista, lhe tem dado a “maior bagagem de palco e uma experiência única”.

Por agora podemos ouvi-lo no YouTube e em todas as plataformas digitais com o seu primeiro de muitos singles num registo Pop com muitas influências de Cante Alentejano, aquele que carrega consigo e se orgulha de levar pelo país. 

Fushi – Luz (2024) (single)

Fushi – Luz (2024) (single)

A banda FUSHI, formada pelo guitarrista André Fernandes, a cantora Sara Badalo e o baterista Alexandre Frazão, acaba de lançar o single “Luz”, que antecipa o lançamento do seu álbum de estreia, a ser editado em novembro pela Timbuktu Records. “Luz” distingue-se pela fusão entre uma sonoridade futurista e eletrónica, com uma letra introspetiva que reflete sobre o desenvolvimento humano, a liberdade de expressão e a busca pela autenticidade.

A letra evoca imagens poéticas, como corpos que se transformam em templos e telas, sugerindo uma jornada de crescimento pessoal. A frase “Entre os muros movem-se na luz” ilustra essa evolução e a complexidade das experiências humanas. A música celebra a luz interior de cada ser e convida os ouvintes a refletirem sobre a sua própria trajetória.

André Fernandes, um dos mais conceituados músicos de jazz em Portugal, construiu uma carreira sólida, marcada por colaborações de relevo com figuras como Bernardo Sassetti, Mário Laginha e Maria João. Além disso, tem explorado outros géneros musicais, integrando projetos de rock, como The Spill, e eletrónica, em parceria com artistas como Kalaf, João Gomes e Dmars. Sara Badalo, que já fez parte de vários projetos musicais, como Rádio Royale, The Happy Mess, The Spill, Sam Alone & the Gravediggers e STORM & the Sun, é atualmente a vocalista de The Legendary Tigerman. Alexandre Frazão, um dos bateristas mais requisitados do panorama musical português, tem colaborado com bandas como Dead Combo, Mário Laginha Trio e Led On. Juntos, oferecem uma sonoridade singular e envolvente, que foge a qualquer rótulo convencional.

A faixa foi gravada nos Timbuktu Studios, em Lisboa, por Ricardo Riquier e André Fernandes, com mistura e masterização também a cargo de André Fernandes. O álbum de estreia será apresentado ao vivo no Tokyo, em Lisboa, no dia 27 de novembro, data em que será lançado oficialmente.

O visualizer que acompanha “Luz” foi realizado por Mike Ghost, que também assumiu a direção de fotografia e edição. A direção de arte e o styling ficaram a cargo de Sara Badalo, enquanto a maquilhagem foi feita por Tânia Doce.

O single “Luz” e o visualizer já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.

Gustavito – E Se Vier (2024) (single)

Gustavito – E Se Vier (2024) (single) Id

“E Se Vier”, novo single de Gustavito, chega nas plataformas de música no próximo

dia 18 de outubro, antecedendo a chegada do seu novo e aguardado disco, com

previsão de lançamento para 2025. A canção de autoria de Camila Borenstain em

parceria com o cantautor mineiro poderia ter como principal sinônimo a palavra

“delicadeza”. Na gravação, Gustavito convida Tainá para um dueto cuja doçura e

suavidade têm o poder de envolver o ouvinte numa profunda sensação de

acolhimento. Tainá, cantora e compositora brasileira radicada em Portugal, tem

vivido uma ascensão no cenário internacional, e acaba de lançar “Âmbar”, seu novo

disco sob produção de Marcelo Camelo.

“E Se Vier” foi produzida por Fabio Pinczowski (produtor de “Belezas São Coisas

Acesas por Dentro”, de Filipe Catto) e teve direção musical de César Lacerda

(compositor já gravado por nomes como Gal Costa e Maria Bethânia). O arranjo de

cordas é de Felipe Pacheco Ventura (que já trabalhou com nomes como Elza

Soares, Tim Bernardes e Nando Reis).

Gustavito

Gustavito é um cantautor brasileiro, de Minas Gerais, com doze anos de carreira. Circulou em

diversos estados do país e também em festivais pelo mundo em países como Canadá, México, Itália,

República Tcheca e Portugal. Seu som é marcado pela presença dos ritmos brasileiros em seu estilo

característico ao violão. Gustavito canta em diferentes línguas trazendo mensagens de notória

sensibilidade. A experiência de suas apresentações ao vivo leva o público numa jornada por ritmos e

melodias, sempre convidando as pessoas a participar com vocalizações, danças e visualizações.

Nos últimos tempos, realizou alguns lançamentos envolvendo diversas vertentes de seu trabalho. Os

mais notórios dentre eles foram “O Destino do Clã”, álbum em parceria com Nanan e Luizga, que foi

lançado em 2023 com 2 digressões passando por 6 capitais do Brasil e 7 concertos entre Portugal e

Galiza; “Mahàtupã”, EP de sonoridade eletroacústica produzido em parceria com o DJ português

Mushina, pelo selo “Resueño”, que tem sede na Guatemala; e o álbum duplo de música medicina

“AHO AHA”, com 3 videoclipes. Dentre os festivais onde Gustavito já se apresentou destacam-se

Embodiment Festival (Guatemala 2023), Transcendence Festival (México 2023), Sacredsoul Fest

(Portugal 2023/22), Medicine Festival (UK 2023), MUMI – Musicas do Minho (Galiza 2023), Vibrant

Ecstatic Gathering (Portugal 2023), Mundo Sol (Brasil 2022/19), Virada Musical Xamânica (Brasil

2022), Kiva Fest (Itália 2022), FMM Sines – Músicas do Mundo (Portugal 2017), Sunfest (Canadá

2017), Ollin Kan (México 2017).

Tainá

Tainá aterrou em Portugal vinda do seu Brasil natal, onde estudou música à revelia da família,

trabalhando na escola para pagar o seu curso. Com 21 anos gravou um disco de estreia em Lisboa,

quando se propunha gravar apenas uma maquete. O talento transbordante não cabia numa demo,

nem sequer num EP, pelo que urgia registar toda aquela música cheia e prístina, até à última nota, à

derradeira palavra, ao silêncio final… Passeava Tainá pelas ruas de Lisboa, quando se juntou

espontaneamente a uma jam de um grupo de músicos e foi desafiada a cantar “Corcovado”, de Tom

Jobim. No final soube que se tratava da banda de Erlend Øye, dos Kings of Convenience, que no dia

seguinte actuava a solo no Capitólio, em Lisboa. Convidada a assistir ao concerto, Tainá cantava à

porta do Capitólio quando Erlend Øye a ouviu e se lhe juntou e, impressionado, propôs-lhe actuar na

primeira parte dos seus dois concertos seguintes em Portugal. Mas estes e outros factos

transformam-se em histórias fascinantes quando relatados por Tainá, exímia contadora, cantora e

compositora, que em “Sonhos” revela apenas o primeiro capítulo de uma estreia notável. O namoro

oficial da artista com o público português começa hoje e continua ao longo de todo o verão, em

vários concertos de norte a sul do país, com datas e locais a revelar em breve, que antecipam a

edição do disco prevista para meados de Setembro. Porque há paixões de verão que se transformam

em amores de uma vida.

Abril Belga – Velhos Amigos (2024) (single)

Abril Belga – Velhos Amigos (2024) (single) Id

Abril Belga e a ironia à adultez de “Superadultos/Velhos Amigos”, que abre caminho para álbum inédito

Os dois singles de indie rock estão permeados de bom humor, enquanto discorrem sobre nostalgia e a crise millennial

Abril Belga é o projeto musical de Gabriel Franco, artista carioca que começou a tocar violão aos 10 anos. É estrada. Por mero acaso da vida, em 2022 a ponte de seu violão quebrou e desde então Gabriel compõe tocando com as suas guitarras. A experiência resultou no disco inédito Metrô Hi-Fi que estreia no dia 01 de novembro e, vale antecipar, é dotado de uma ironia envolvente. Para abrir caminhos para a obra completa, Abril Belga apresenta o duplo “Superadultos/Velhos Amigos”, dois singles que chegam no dia 11 de outubro, uma sexta-feira, e dão o tom do que podemos esperar do álbum. Ouça nas plataformas digitais e assista ao lyric video no YouTube.

“Compor tocando guitarras é uma experiência completamente diferente. Fazer acordes com pestana e cantar por cima é libertador e muito satisfatório”, conta o artista, que mostra um trabalho diferente dos anteriores, agora bem humorado e permeado pela crise millennial.

“Superadultos” tem participação do baterista Pedro Richaid (Dibob & Jimmy & Rats) e do baixista Pedro Tambellini. A faixa é um Indie Rock com guitarras marcantes, instrumental enérgico e letra divertida, no estilo de Courtney Barnett, sobre falhar miseravelmente ao tentar aderir à não-monogamia. Já “Velhos Amigos” é uma canção nostálgica que ganhou lyric video feito pelo próprio Gabriel, ilustrando a faixa que declara a relação pessoal do compositor com a cidade do Rio de Janeiro, onde sempre viveu.

Abril Belga nasceu em 2017 como um projeto focado em canções autorais, o nome do projeto é (quase) um anagrama de Gabriel, para dar uma ideia de “embaralho” em si mesmo e em suas ideias. Como Abril Belga, Gabriel gravou dois discos, 99 (2018) e Sol de Mel (2022). Suas influências como compositor e como guitarrista sempre tiveram raízes no Indie e no Rock antigo. Os Beatles sempre tiveram um papel crucial em sua educação musical e as influências em seu jeito de tocar guitarra, passam pelo Blur, Pavement e Courtney Barnett.

Créditos: Mike Zimmermann

SUPERADULTOS | VELHOS AMIGOS | CAPA | FOTOS 

Ficha técnica

Gabriel Franco – Composições, letras, vocal principal, guitarras e teclados. 

Pedro Tambellini – Baixo, vocal de apoio, mixagem e masterização. 

Pedro Richaid – Bateria e baixo gravados no Estúdio Casa do Mato. 

Guitarras gravadas entre o Estúdio Casa do Mato e o home estúdio do Gabriel Franco. 

Vocal principal gravado no home estúdio do Gabriel Franco. 

Vocal de apoio no home estúdio do Pedro Tambellini. 

Produzido por Pedro Tambellini. 

Arte da capa por Mike Zimmerman e Gabriel Franco. 

Técnico de som da gravação na Casa do Mato – Rafael Sentoma.   

Jay Mezo – Tudo O Que Lá Vai, Um Dia Volta (2024) (single)

Jay Mezo – Tudo O Que Lá Vai, Um Dia Volta (2024) (single) Id

Depois de nos dar a conhecer “Dor de Cabeça”, “Areias do Deserto” e “Serão da Noite”, temas que alcançaram alguma notoriedade nas rádios e no digital, Jay Mezo regressa com “Tudo O Que Lá Vai Um Dia Volta”.

Numa fusão de géneros e estilos musicais, mantendo-se sempre fiel às suas raízes e essência artística, o que Jay Mezo já nos tem vindo a habituar, este novo single fala-nos sobre o término de uma relação mas na perspetiva em que existe uma reflexão sobre o crescimento individual e a possibilidade – ou não – de uma reconexão futura. 

O artista traz-nos um single fresh onde funde elementos do hip-hop com influências brasileiras, que vem abrir portas a um novo capítulo e um novo projeto que surgirá em 2025.

“Deixa-me 

Sair sem trancar a nossa porta 

Porque tudo o que lá vai um dia volta 

Tudo o que lá vai um dia volta”

“Tudo O Que Lá Vai Um Dia Volta” parece-nos uma lenga-lenga, um ditado popular ou até um troca-línguas, mas é o certo de que tudo o que damos, um dia poder retornar. Este single foi produzido por Jay Mezo mas depressa passou para as mãos de Bmywingz que lhe aplicou a sua produção sofisticada ao pormenor, e foi masterizado por Mic Ferreira.

“Musicalmente, sinto que mais uma vez consegui inovar-me sem deixar a minha essência para trás. Tentei trazer uma pequena parte da minha raiz brasileira, mas sem entregar tudo que ainda tenho para dar desse meu lado. Estou entusiasmado por partilhar esta música e espero que a mensagem de auto reflexão possa fazer o seu efeito, porque o que é verdadeiro encontra sempre o seu caminho de volta.” afirma Jay Mezo.

O novo single do artista já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. 

SOBRE JAY MEZO

Jay Mezo, nascido em 5 de fevereiro de 1998, conhecido por Jay Mezo, é um jovem músico, compositor e produtor independente, com uma vasta versatilidade musical. Concluiu o curso de produção e criação musical na ETIC em 2023 onde alargou o seu conhecimento na área da produção e da indústria da música. Atualmente, o artista divide o seu tempo entre a produção e composição no seu estúdio.  A sua música é influenciada por variados géneros musicais desde o Pop, Hip-Hop, passando pelo Pop-Rock, até ao MPB e Funk brasileiro, sendo as suas letras sempre inspiradas na sua vida tanto no Brasil, a sua terra natal, como em Portugal, para onde emigrou com os seus pais ainda em criança.

Sofia Hoffmann – In Love (2024) (single)

Sofia Hoffmann – In Love (2024) (single)

Sofia Hoffmann apresenta o single “(In)LOVE”

Novo álbum, produzido por Ivan Lins, disponível a 8 de Novembro

Ao vivo:

8 Novembro, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

13 de Dezembro, “Christmas Jazz by Sofia Hoffmann”, Auditório Carlos Paredes, Lisboa

Sofia Hoffmann está de regressao com “[In]LOVE”, o primeiro single do seu terceiro álbum de estúdio com o mesmo título, e que conta com a produção do cantor, pianista e compositor Ivan Lins – vencedor de inúmeros prémios internacionais e do Grammy Latino para “Melhor Álbum”, e com alguns dos nomes mais proeminentes do jazz e da música em Portugal.

“[In]LOVE” é o prelúdio deste novo disco que pretende explorar o conceito do Amor nas suas várias vertentes, com uma linguagem musical mais simples mas sempre sofisticada, transparecendo as experiências musicais que Sofia Hoffmann reuniu ao longo dos últimos anos e transformou em temas cujo o gênero musical navega entre o jazz, os blues, a bossa nova e a música do mundo. 

A sitar tocada pela própria artista – instrumento espiritual e simbólico na India – marca presença neste tema como complemento da voz e como solista instrumental, enaltecendo ainda mais a mensagem que o single transmite. 

A parceria com o veterano Ivan Lins no novo álbum, resultou da visão que ambos têm sobre o papel da música nas emoções e no bem estar das pessoas, nas mensagens que a mesma tem a capacidade de transmitir, com a esperança de se acrescentar valor ao mundo, e torná-lo melhor.

Segundo Sofia Hoffmann, “[In]LOVE” foi escrito para todos, pois todos precisamos de Amor, e cada vez mais, de viver em Amor. “

Biografia:

Sofia Hofmann é uma artista luso-alemã, que vive em Portugal. Sofia iniciou a sua formação musical com o estudo e execução da guitarra clássica/acústica durante 4 anos com Walter Lopes. A sua formação vocal foi iniciada pela cantora lírica e professora vocal Maria do Rosário Coelho. Juntamente com uma banda no liceu, Sofia começou a escrever as suas próprias canções e a partilhá-las nos palcos de Lisboa e do Algarve aos 20 anos. Mais tarde, em Milão, Sofia fez um mestrado em jazz com a cantora de jazz Laura Fedele, continuando os seus estudos em Lisboa com a cantora de jazz portuguesa Maria João. Nesse mesmo momento, Sofia conheceu o pianista e compositor Nuno Tavares, com quem trabalhou num repertório de standards de jazz, apresentando-o maioritariamente em Portugal.

Em 2014, Sofia conheceu o seu professor indiano de música clássica e meditação, o falecido Acharya Roop Verma (discípulo de Ravi Shankar e Ali Akbar Khan, e também Mestre de Yoga), que a inspirou profundamente e impactou o seu desenvolvimento como musicista e como pessoa. Após o falecimento do seu guru, Sofia escreveu canções originais que foram apresentadas ao público durante os 4 concertos que produziu durante os anos de 2017 e 2018 em Lisboa. Estas músicas originais fizeram parte do seu primeiro álbum, ONE SOUL, lançado em 2019, que Sofia produziu e interpretou em conjunto com alguns dos melhores músicos de jazz em Portugal, ocupando a 14ª posição no ranking nacional de lançamentos de álbuns.

Depois de conhecer um dos seus professores, o músico clássico indiano Gaurav Mazumdar (discípulo do falecido Pandit Ravi Shankar), Sofia desenvolveu não só as suas capacidades de sitar, mas também progrediu no estilo vocal clássico indiano. Sofia também estuda este instrumento com o sitarista internacional Arjun Verma, filho do seu guru e discípulo de Ali Akbar Khan.

Com a notoriedade do álbum de estreia, Hoffmann trouxe para o seu segundo álbum “Rebirth”, lançado em 2022, uma mistura eclética de músicos nacionais e internacionais: o pianista, arranjador e produtor americano vencedor do Grammy John Beasley, o nomeado para o Grammy (e discípulo direto de Ravi Shankar) o sitarista Gaurav Mazumdar, e dois dos nomes mais icónicos da música portuguesa, Rui Veloso e Rão Kyao.

O próximo álbum, “[In]LOVE”, que será lançado no final de 2024, conta com o prestigiado músico Brasileiro Ivan Lins na produção e “convida-nos a resgatarmos o melhor que há em nós a nível de qualidades humanas, e a olharmos para o mundo com mais amor – o tal que nos permite sermos melhores connosco e com os que nos rodeiam”.

Sana – Só Não Te Sei Dizer Que Não (2024) (single) Id

Sana – Só Não Te Sei Dizer Que Não (2024) (single) Id

A dupla multi instrumentalista do norte, conhecida pelos temas “black velvet”, “my love can’t”, “hello, love” e “someone else”, apresenta-se agora com o primeiro tema em português num prolongamento da sonoridade que a distingue.

‘não te sei dizer que não’ é o primeiro single do EP ‘Rua de Rassagem’ que tem lançamento marcado para breve. “Esta é uma música que procura explorar os sentimentos que já todos sentimos de não pertencer àquele lugar/amor e não o conseguir  largar, nem deixar ir, mesmo sabendo que já não nos cabe, que já não pertencemos lá” afirma a dupla sobre o novo tema.

Não só neste novo single mas também no EP que chegará, SANA pretenderam juntar ao já característico indie pop alternativo, sons mais experimentais, numa tentativa de elevar ainda mais a intensidade e a emoção das suas canções. 

SANA significa SOM, e SANAR significa SARAR, CURAR e é nesse mote que a sonoridade do duo pretende assentar. 

A banda é composta por Diana Mendes e Rita Lima, ambas multi instrumentistas, e todas as canções são resultado da sua união e da criação das letras em conjunto, bem como as melodias que nos transmitem a alma intensa que já nos têm habituado. 

Sendo este o primeiro single de SANA, em português, a banda pretende mostrar que para além das canções em inglês também é possível termos indie em português nesta sonoridade de cura e aconchego, que mexe com as emoções de quem escuta. ‘não te sei dizer que não’ conta com produção de Foque, e masterização de Birou.

‘não te sei dizer que não’ conta com um visual único que ficou a cargo de Free Your Soul e já pode ser visto no canal das artistas.

Bruno Pereira – Ainda Espero Que Me Escrevas (2024) (single)

Bruno Pereira – Ainda Espero Que Me Escrevas (2024) (single) Id

“Nascido a 8 de Setembro de 1995, Bruno Pereira deu os seus primeiros passos na música com apenas 7 anos, ao integrar as fileiras de um grupo coral no município mais a norte de Portugal (Melgaço), projeto no qual permaneceu durante 14 anos.

Em 2016, iniciou um percurso em formato acústico, onde realizava covers em concertos para diferentes públicos, num trajeto em crescendo a solo ou em companhia de amigos que teve como momento de maior destaque a sua participação num concerto de António Zambujo em Agosto de 2019. 

Em Março de 2024 apresenta “Ainda Espero Que Me Escrevas”, o primeiro tema original que nasceu através de um poema da autoria de Joana Malheiro, em jeito de homenagem a alguém que partiu cedo de mais. 

Gravada nos míticos BoomStudios (Vila Nova de Gaia, Portugal) a 3 de janeiro de 2024, esta canção contou com a produção e arranjo de cordas de Rui Paiva (produtor nos BoomStudios) e com a colaboração do Quarteto de Cordas Viana D’Arcus (Viana do Castelo, Portugal), composto por Jean-Philippe (Violino I), Joana Viana (Violino II), Pedro Alves (Viola D’Arco) e Susana Lima (Violoncelo).”

Raquel Santos – Losing (2024) (single)

Raquel Santos – Losing (2024) (single)

“LOSING” É O SEGUNDO SINGLE DE RAQUEL SANTOS

RAQUEL SANTOS LANÇA “LOSING”, UM CONFRONTO INTERNO ENTRE O AMOR E A FÚRIA

Raquel Santos, uma das vozes mais promissoras da nova geração de Soul e R&B, lança hoje o seu aguardado single “Losing”, um tema que resulta do confronto interno entre o amor e a fúria, materializada nas personagens de Raquel e Kelly (alter ego de Raquel). Este lançamento revela uma narrativa intensa e crua, onde Raquel se desdobra numa representação visceral de sentimentos conflitantes.

“Losing” não é uma típica história de amor encantado. É um retrato emocionalmente carregado de uma paixão que, apesar de fervorosa, está destinada ao fracasso. Neste enredo, Raquel ama alguém que sabe desse amor, mas o relacionamento nunca se concretiza. Não há lugar para finais felizes, mas sim para a verdadeira essência do que é estar apaixonado: uma mistura de ira, paixão, revolta e uma intensidade quase insuportável.

 A canção é uma poderosa fusão de ritmos que complementam a letra profundamente pessoal, onde as emoções transbordam em cada nota e em cada verso. Raquel, com a sua voz inconfundível, conduz-nos por esta jornada emocional, enquanto Kelly emerge como a voz interna que desafia e questiona as decisões do coração.

Com “Losing”, Raquel Santos continua a sua missão de deixar uma marca indelével no panorama musical atual. A sua capacidade de transformar experiências pessoais em arte ressoa com os ouvintes, criando uma ligação íntima e poderosa. Este single não só cativa pela sua sonoridade envolvente, mas também pela narrativa forte e autêntica que promete ressoar com quem já experienciou a dor de um amor que nunca encontrou o seu caminho.

Sobre Raquel Santos

Nascida nas vibrantes ruas de Lisboa e inspirada por lendas como Aretha Franklin, James Brown e Alicia Keys, Raquel Santos oferece em “Losing”, o seu segundo single que sucede a “Bills”, uma performance que transcende fronteiras, confirmando o seu lugar como uma das artistas mais genuínas e cativantes do momento.

“Losing” já está disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado de um visualizer que reflete a dualidade entre Raquel e Kelly, criando uma experiência visual que é tão intensa quanto a música que a inspira. Preparem-se para se perderem nas facetas deste amor impossível!

Sophia & Os Senhores Roubados – Patinho Feio (2024) (single)

Sophia & Os Senhores Roubados – Patinho Feio (2024) (single) id

“Patinho Feio” é o segundo single do álbum que será lançado em breve.

Sophia & Os Senhores Roubados destacam-se pela fusão de World Music e Pop, criando uma sonoridade única que reflete as diversas influências dos seus membros.

“Uma revelação. Do nada surgiu uma luz na penumbra. O momento descrito cobriu o manto negro da noite e a eloquência refletiu-se num todo. Um enleio”.

Sophia (voz)

Marco Cesário (baixo, percussão, programações, 2as vozes)

José M. Afonso (guitarras, programações, 2as vozes, percussão).

“Patinho Feio” foi produzido pelos Três, misturado e masterizado por José M. Afonso no Joy Enabled HomeStudio.

Kiko & The Blues Refugees – Ghosts (2024) (single)

Kiko & The Blues Refugees – Ghosts (2024) (single)

Kiko and The Blues Refugees apresentam o novo álbum “Ghosts”: uma profunda exploração das complexidades da condição humana, navegando por temas de isolamento, passagem do tempo, memórias e a luta pela autenticidade num mundo dominado por interações digitais e pressões sociais. Através de uma combinação poderosa de blues, letras introspetivas e narrativas emocionais, o álbum captura a essência de um mundo onde o medo e a desconfiança são omnipresentes, e a verdade é frequentemente suprimida.  

Gravado no início de 2024, “Ghosts” foi produzido por André Indiana e conta com a participação especial de artistas como BJ Cole, AG Weinberger, Telmo Marques, Eduardo Cardinho, Patrícia Silveira e Patrícia Antunes, entre muitos outros convidados. O grupo mantém a sua formação original, com Kiko Pereira na voz e composição, António Mão de Ferro nas guitarras, Jorge Filipe Santos nos teclados, e Carl Minnemann e João Cunha no baixo e bateria. As canções do álbum cruzam ambientes musicais distintos, que vão do blues ao funk, passando pelo soul e pelo rock’n’roll.  

O novo disco apresenta 9 temas originais e é, acima de tudo, um convite à reflexão sobre o que significa viver com autenticidade num mundo em que o real e o virtual se misturam, onde o isolamento emocional é tanto uma escolha quanto uma consequência. Kiko and the Blues Refugees desafiam o ouvinte a enfrentar os seus medos, a valorizar as conexões verdadeiras e a partilhar suas histórias antes que seja tarde demais. 

O single “Wise Old Man”, é a primeira amostra do novo disco e conta com a contribuição da guitarra vibrante de AG Weinberger.

De destacar que Kiko and the Blues Refugees conquistaram o 3º lugar na edição de 2024 do European Blues Challenge, um dos mais prestigiados concursos de blues da Europa.

A capa é da dupla de designer MainWell e Celestino Fonseca com foto de Anabela Trindade.

Silva Lining Band – I Don´t Really Mind (2024) (single)

Silva Lining Band – I Don´t Really Mind (2024) (single) Id

” DON’T PEALLY MIND” É O NOVO TEMA

DA SILVA LINING BAND

‘I Don’t Really Mind” descreve a doce vulnerabilidade de um novo relacionamento. Se calhar queimas-te ou então apaixonas.

te. No entanto, vale a pena, pelo menos por um momento fugaz.