Tsunamiz, alter-ego de Bruno Sobral, músico e produtor português, lança “Dreamz”, quarto single de apresentação do seu próximo álbum.
“Dreamz” é um trabalho que mostra a versatilidade e crescimento de Tsunamiz enquanto compositor, intérprete e produtor.
É notório que estamos perante um artista que vive a música intensamente e que sonha com “canções livres de barreiras de género e preconceitos” como o próprio assume.
Desses sonhos, chega-nos agora uma magnética canção synth pop e indie rock, que dá início à contagem decrescente para edição do seu sétimo álbum “Behold the Man”, que chegará às lojas em dezembro de 2024.
“Dreamz” está disponível em todas as plataformas digitais.
Midus Feat. Tim Alford – Shakin’ All Over (2024) (single)
Midus Feat. Tim Alford – Shakin’ All Over (2024) (single)
E dois anos depois do álbum “Minhas Canções, Meus Amigos”, Midus está de volta aos discos. A antecipar a edição de um novo álbum, a cantora e baixista que agitou e marcou o rock “made in Portugal” nos 80’s, apresenta-se em “tons” do melhor rock, com uma versão de “Shakin’ All Over”, tema que marcou os primórdios do rock britânico no início dos anos 60.
A viver em Londres há décadas, onde, recordo, tocou com nomes como Anne Clark, Tanita Tikaram, Bryan Ferry ou Mel C, entre muitos outros, numa conversa de amigos sobre música, Midus embarcaria numa “viagem” pelo rock britânico até 1960, ano em que Johnny Kidd & The Pirates, dava nas vistas nos meios roqueiros precisamente com este tema.
E Midus e Tim Alford, um dos amigos envolvidos na “viagem”, aterrariam no tema mais emblemático da banda e que esteve no Top 20 britânico, durante 4 meses naquele ano, tendo atingido a liderança do mesmo: “Shakin’ All Over”.
O tema seria, anos mais tarde, incluído no álbum “Live at Leeds” dos The Who, o que atesta a sua importância no mercado britânico. A banda, que terminaria em 1966, pela morte de Johnny, aos 31 anos de idade, é agora revisitada com uma eletrizante versão por Midus.
“Shakin’ All Over” de Midus feat. Tim Alford aí está para “agitar” os meios musicais, com uma inesperada, mas sempre expectável energia roqueira. Ou não fosse Midus uma mulher de e do rock.
A deixar ainda mais expectativas quanto ao álbum de originais que se seguirá.
António Ramos
Magano – Terra Dos Meus Pais (2024) (single)
Magano – Terra Dos Meus Pais (2024) (single) Id
“Terra dos meus Pais” é o primeiro single do novo álbum de Magano, “A caminho de Casa” com data de lançamento marcada para 20 de Setembro. O novo disco da banda vai ser apresentado no Auditório Fernando Lopes Graça, em Almada.
Ficaram conhecidos do grande público em 2018, quando editaram o seu primeiro disco através da Universal Music Portugal. Este álbum contou com 12 temas do cancioneiro popular alentejano, o nos leva ao nome da banda e à sua origem.
Magano é um rapaz malandro. Era a avó Rosa quem usava esse adjetivo, com origens em Safara, no baixo Alentejo. O grupo é composto pelos netos Sofia Ramos e Nuno Ramos, e ainda um terceiro elemento, Francisco Brito. Neste novo projeto contam com músicos convidados André Santos e André Sousa Machado.
Ainda em 2018, acerca do primeiro álbum de Magano “É como se dos coros passássemos a versões de câmara, onde os instrumentos amparam as vozes numa leveza que não dispensa profundidade, surgindo como distinta ousadia o bom jogo tímbrico das vozes masculina e feminina.” afirma Nuno Pacheco, in Jornal Público.
“Terra dos meus pais” é o primeiro avanço do segundo disco da banda intitulado “A caminho de casa”. Este single conta com letra e música de João Espadinha e produção de Magano.
Ao contrário do primeiro disco, onde a banda deu uma nova roupagem a modas alentejanas, este contará com 7 temas originais, compostos e escritos por Joana Espadinha, João Espadinha, André Santos, Edumundo, Sofia Ramos, Nuno Ramos e Francisco Brito, e apenas 3 modas populares. Este segundo projeto conta também com a participação de Carlos e Henrique Leitão, e de Rui Poço.
A sonoridade dos novos temas talvez se possa afastar da sonoridade original do Cante, mas junta três temas transversais a todo o disco: o Alentejo, a Família e Almada. O nome do novo álbum surge das viagens entre cá e lá – “A caminho de Casa” – nada melhor do que celebrar os quase 10 anos de Património Imaterial da Humanidade de Cante, se não com um novo disco onde as raízes se fundem nas raízes do Alentejo.
O projeto Magano surge de uma história comum a muitos alentejanos que se mudaram para Almada em busca de uma vida melhor. O avô João, que cantava no grupo coral de Safara, trabalhava na Lisnave. Rosa era costureira. Aí criaram duas filhas que já não voltariam para a aldeia. Os netos, que sempre estiveram ligados à música, tiveram a ideia de criar um projeto musical que unisse os seus dois mundos. Foi assim que as modas que sempre cantaram em família se tornaram a raiz de Magano — um projecto de jovens que nasceram na cidade mas que têm uma ligação profunda às suas raízes alentejanas.
“O interior do Alentejo traz sossego ao coração!”
O novo single “Terra dos meus pais” traz-nos o embalo daquilo que é viver longe mas saber-se e sentir-se as origens de perto, e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Homem Em Catarse – Gueto Da Paz (feat. Luca Argel, Sara Yasmine E Nuno Prata) (2024) (single)
Homem Em Catarse – Gueto Da Paz (feat. Luca Argel, Sara Yasmine E Nuno Prata) (2024) (single)
Por mais que o céu da paz nos pareça distante, todos temos a esperança de um dia vivermos em comunhão, na partilha, na união, na igualdade…
a cor dos nossos corações não é diferente. Lutar para sobreviver num futuro no qual possamos amar livremente parece nada, quando os senhores da guerra agem como se as pessoas, como nós, fossem números. Não podemos ignorar! Eu sonho com um mundo, um país, uma cidade, um bairro, onde a guerra nunca entrou, no qual as diferenças não segregam, mas celebram-se, onde toda a gente tem voz. Se a paz for utopia, não devemos recear ser os maiores utópicos do mundo, ainda que esse mundo seja apenas um gueto, o nosso “Gueto da Paz”. Na união, um somos todos nós.
Homem em Catarse
No tema “Gueto da Paz”, editado hoje digitalmente nas principais plataformas digitais, Luca Argel, Sara Yasmine (Sopa de Pedra, Retimbrar), Nuno Prata (Ornatos Violeta, Cara de Espelho) uniram-se a Homem em Catarse para celebrar qualquer reduto de paz onde se possa dançar livremente e abraçar quem vier. Ainda há esperança neste gueto, onde não nos cortam as asas e a economia é abrir corações. “Gueto da Paz”, tal como “O tempo vem atrás de nós” e “Hipoteca”, vai fazer parte do novo e ecléctico disco “catarse natural” que o músico vai editar dia 11 de Outubro e que vai apresentar ao vivo nas seguintes datas:
28 Setembro | Póvoa de Varzim | Sons no Património 05 Outubro | Vila Nova de Famalicão | Parque da Devesa 16 Outubro | Bragança | Teatro Municipal
18 Outubro | Chaves | Festival Bilhó
19 Outubro | Lisboa | Musicbox
08 Novembro | Porto | Maus Hábitos
Antonio Norton – O Meu Pais (2024) (single)
Antonio Norton – O Meu Pais (2024) (single)
António Norton Novo single – O meu país Edição 20 de Setembro
“Somos domados pelos senhores da ilusão”
Esta canção é um retrato musical trágico-cómico do estado em que o nosso país se encontra.
O texto duro e contundente é servido disfarçadamente numa espécie de fanfarra jocosa, leve, brincalhona, solta e alegre, trazida pela tuba, trompete, trombone e saxofone.
A canção tem uma toada alegre, que convida a um pulo de dança, trazido pelo balanço da percussão, do piano e da guitarra eléctrica.
E, tal como os ratos da história do flautista de Hamelin, lá seguimos hipnotizados, a eterna ladainha dos lugares comuns dos mestres da ilusão.
Dos fanfarrões que cegamente entoam as suas palavras, rumo ao precipício.
Um país que não sabe para onde ir, moribundo, confuso e domado…
A euforia fiscal, a pensão de invalidez, o desnorteio…
A canção de tom irónico e crítico, tem um refrão forte, que remete para a ideia de nos mantermos sóbrios para expulsar os impostores.
A canção termina com a entrada das cordas que convidam a uma evocação do sonho como motor de mudança para voltarmos a ser uma nação.
Uma canção forte e actual para nos arrebitar de um sono hipnótico e preocupante.
Camila Ribau – Última Noite De Agosto (2024) (single)
Camila Ribau – Última Noite De Agosto (2024) (single) Id
“Última Noite de Agosto” é o single de estreia de Camila Ribau.
Com apenas 18 anos, a jovem atriz e cantora começa o seu percurso na música a solo com uma história pessoal e apaixonante.
O dia em que a pequena inocência de aprender a amar pela primeira vez se revela em descobrir aquilo que nos move e nos faz querer continuar a viver intensamente a vida.
A noite em que tudo passou a fazer mais sentido porque afinal o que seria de nós sem o amor?
Este primeiro avanço de um EP de estreia a ser lançado em 2025 faz-nos também perceber que estamos perante uma jovem promessa da música portuguesa.
Para em breve também nós questionarmos: afinal, o que seria de nós sem a Camila?
Fabiola Beni – O Céu Da Minha Cabeça (2024) (single)
Fabiola Beni – O Céu Da Minha Cabeça (2024) (single)
A talentosa musicista Fabiola Beni, conhecida por seu estilo único de tocar viola e por suas composições cativantes, lança seu novo EP “O Céu da Minha Cabeça” no dia 30 de agosto de 2024. Este trabalho reflete sua maturidade artística e aborda temas contemporâneos com uma perspectiva otimista e esperançosa.
Detalhes do EP
“O Céu da Minha Cabeça” é composto por quatro faixas: “O céu da minha cabeça”, “100%”, “Vôo Livre” e “Como é bom estar viva”. O EP apresenta uma sonoridade que mistura folk, blues e rock, com uma atmosfera acústica e pop. Os instrumentos incluem viola, guitarra slide, baixo acústico e elétrico, coro de vozes e percussão. Fabiola desenvolveu um estilo particular de tocar viola, combinando elementos regionais da música caipira com influências adquiridas da guitarra.
Temática e Conceito
As letras das músicas abordam questões emocionais e mentais contemporâneas, como ansiedade, confusão mental, baixa autoestima e depressão. Fabiola propõe soluções através do distanciamento das redes sociais, proximidade com a natureza, contatos reais, celebração da vida, autoconhecimento e autocuidado. “O Céu da Minha Cabeça” simboliza um espaço interno de paz e criatividade, onde a artista encontra suas respostas para os desafios emocionais.
Declaração da Artista
“A ideia do céu da minha cabeça, além de ser o meu universo imaginativo e lúdico, também é uma imagem daquele lugarzinho interno, dentro de todos nós, que devemos buscar em momentos tão caóticos quanto este que vivemos das redes sociais e do mundo digital. A música, a poesia, o acolhimento de si, o contato com a natureza, o autoconhecimento e o amor próprio são alguns dos meus antídotos para muitos dos problemas emocionais que enfrentamos.”
Processo de Criação
Produzido na Gravadora Experimental FATEC Tatuí, o EP contou com a colaboração de estudantes do curso de Produção Fonográfica, sob a direção musical de Fabiola Beni e supervisão do guitarrista e professor José Pires. A mixagem e masterização foram realizadas por Gustavo Koshikumo, renomado produtor que já trabalhou com Ekena e Mel Gonçalves.
Lançamento e Promoção
O EP “O Céu da Minha Cabeça” estará disponível nas principais plataformas de streaming a partir de 30 de agosto de 2024. Além disso, o disco físico poderá ser adquirido através das redes sociais da artista. Na mesma data, será lançado o videoclipe da faixa-título no Youtube, canal Fabiola Beni, e ainda divulgação em portais de notícias, podcasts e rádios.
Sobre a Artista
Fabiola Roberta Ognibeni, artisticamente conhecida como Fabiola Beni, tem raízes musicais profundas que remontam à sua infância no sítio onde cresceu, influenciada pela música caipira das rodas de violeiros e das festas de São João. Na adolescência, expandiu suas referências para a MPB e o pop rock, tocando diversos instrumentos como o violão, a guitarra e, anos depois, a viola. Com 15 anos de carreira, Fabiola participou de várias bandas e projetos musicais, abrangendo gêneros como MPB, pop rock, soul, samba-funk e blues. Sua formação em Letras (UNESP) e seu amor pela poesia moldaram sua identidade como compositora, resultando, a partir de 2019, em diversos singles, três EPs e um álbum instrumental.
Lilboy Bruce – Criminal Body (2024) (single)
Lilboy Bruce – Criminal Body (2024) (single)
‘CRIMINAL BODY’ vem completar o ‘PROCESSO’ de Lilboy Bruce
Depois de nos dar a conhecer o ‘PROCESSO’ há uns meses, Lilboy Bruce apresenta agora ‘CRIMINAL BODY’, o seu mais recente single.
‘CRIMINAL BODY’’ é uma ode sensual e explícita à intimidade física e à conexão intensa entre duas pessoas. A junção propositada de ‘Criminal’ e ‘Body’ no título traz-nos a sensação do tentador prazer mas fatal, aclamando o corpo e a paixão proibida entre danças e olhares onde o auditivo passa a sensorial não só nas imagens do videoclipe que acompanha a canção, mas no próprio ouvinte.
Deu-nos a conhecer o seu EP de estreia ‘Black Mind’ e mais de 10 singles originais, como Zoom, Julieta e EX, que contam com mais de 52 mil visualizações no YouTube, neste momento, o artista presenteia-nos com esta visão única e dual entre o sagrado e o profano do sentimento mais badalado no universo das canções.
Este novo tema vem na sequência do seu mais recente trabalho ‘PROCESSO’ que nos descreve também, graficamente, o amor e o prazer proibidos, também produzido por VMBEATZ, ‘CRIMINAL BODY’ conta com letra de Lilboy Bruce e Kasha, e ainda com master de MIXEDWFINESSE.
“Let smoke your juice, Bu entra na nha mente suma cannabis” e “Puxa gatilho a minha gun despara” são duas das frases usadas neste novo tema, sugerindo um retrato quase psicadélico da atração. A repetição de “Tchiga so, txhiga so, tchiga so, ami I di bo” ao longo da música intensifica a intenção de entrega física e urgência em estar com essa figura quase angelical porém proibida, aumentando ainda mais a atmosfera sensual da canção.
LilBoy Bruce mistura Afropop, Amapiano e R&B, criando um som muito único, o qual já nos tem vindo a habituar. A batida descontraída mas pulsante espelha as ondas físicas e emocionais de prazer descritas na letra. ‘CRIMINAL BODY’ é uma prova da capacidade de Lilboy Bruce em criar música que não apenas move o corpo, mas também conta uma história de desejo, prazer e a experiência humana de intimidade.
O novo single do artista já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Alvaro Lancellotti – A Calma (feat Mateus Aleluia) (2024) (single)
Alvaro Lancellotti – A Calma (feat Mateus Aleluia) (2024) (single)
Alvaro Lancellotti junta-se a Mateus Aleluia para apresentarem o single A Calma
A faixa integra o terceiro álbum do artista brasileiro, que será editado em Outubro pela label norte-americana Amor in Sound
Como um mantra dedilhado na guitarra acústica, guiado por uma linha melódica, A Calma é assentada. O segundo single a ser apresentado por Alvaro Lancellotti integra o aguardado disco intitulado Arruda, Alfazema e Guiné, que não poderia existir sem a benção (e influência) de figuras atemporais da música brasileira, como Mateus Aleluia. Músico, compositor e pesquisador brasileiro, Seu Mateus é integrante remanescente da formação original de Os Tincoãs, grupo musical que é celebrado no show “Pra Gira Girar”, o qual Alvaro assina a produção. Os encontros entre os dois artistas evoluíram para o tema que, agora, é editado pelo selo norte-americano Amor in Sound. A Calma chega às plataformas de streaming hoje, 30 de Agosto. Oiça aqui e assista ao visualizer aqui.
“Esta música foi extraída de uma safra de composições que se fazem presentes nos meus trabalhos e as quais gosto de chamar de mantra-canções, pela forma cíclica que dedilho a guitarra e também pela linha melódica que elas carregam”, resume Lancellotti. O multiartista adicionou ainda à música as linhas de guitarra elétrica gravadas por Pedro Costa, com inspiração no grupo Tinariwen – formado por músicos tuaregues do norte do Mali, da região do Deserto do Saara. O percussionista Adriano Sampaio, que também participa da canção, conta que: “Para este tema, inspirei-me no toque ‘Rumbita de Obatalá’, dos tambores Batá. A música, como o título sugere, tem a calma muito associada ao Rei do Pano Branco (Obatalá), então explorei os timbres usando congas e atabaque, instrumentos utilizados na tradição da religiosidade iorubá”.
Criador do projeto Roda de Santo, que tem cativado público em Lisboa por ser uma poderosa celebração da espiritualidade afro-brasileira, Alvaro nutre uma relação antiga com tais referências – atenuadas no seu terceiro álbum solo que está previsto para Outubro. Não à toa, o nome de Mateus Aleluia manteve-se presente entre uma criação e outra. “Seu Mateus costuma dizer uma frase que eu adoro e gosto sempre de lembrá-la quando estou a cantar, a tocar ou simplesmente a ouvir música. Ele diz: ‘vamos desinflamar a alma’”, conta Alvaro.
O compositor, cantor e produtor musical brasileiro (que reside em Lisboa atualmente) estava responsável pela produção do show “Pra Gira Girar”, uma celebração da obra d’Os Tincoãs, ao mesmo tempo em que estava em estúdio a gravar seu novo álbum. “Foi uma vivência intensa em que mergulhamos no repertório e no estudo das vozes para aprender a cantar do jeito como eles cantavam. Então, eu que já era muito fã e tenho os Tincoãs como referência desde meu primeiro disco solo, pude aprofundar ainda mais essa relação com a música deles”, afirma Lancellotti, que traz muito da sonoridade e dos arranjos do grupo para o novo álbum.
O primeiro contato com Seu Mateus, como é carinhosamente conhecido o artista baiano, deu-se nos bastidores do projeto “Pra Gira Girar”. O grau de influência de Aleluia na música de Alvaro Lancellotti foi amplificado a partir deste convívio. “Tê-lo cantando comigo no meu disco é um presente que vou levar pra sempre”, finaliza. A Calma sucede o lançamento de Maneira de Ver, single que debutou o novo disco, e que traz uma reflexão sobre a forma de existir e estar na vida. Em Outubro, o projeto completo chega ao público pela label norte-americana Amor in Sound, liderada por Samantha Caldato e Mario Caldato Jr, produtor musical reconhecido com vários Grammys.
Yeti Pop – Appletown (2024) (single)
Yeti Pop – Appletown (2024) (single)
On September 14, YETI POP will release their EP Sunday BBQ Massacre. A 5-song blueprint of their eclectic, orchestral rock sound, the EP ranges from upbeat singalongs, to dark ballads, to crushing rock dramas, all accompanied by a healthy dose of storytelling. The band will also be releasing a video for their new single Appletown to support the EP. Hear Sunday BBQ Massacre in its entirety on Radio Olisipo on September 14 and find YETI POP’s music on all streaming platforms.
Sintoma Records #1: Lost Train Trio – Orient Express (2024) (single)
Sintoma Records #1: Lost Train Trio – Orient Express (2024) (single)
Lost Train Trio anuncia o lançamento do EP de Estreia “Diolkos”
Lisboa, 7 Maio 2024
• Lost Train Trio tem a satisfação de anunciar o lançamento do seu aguardado EP de estreia, intitulado “Diolkos”.
O EP representa um marco significativo na jornada do trio, oferecendo uma fusão envolvente de elementos de jazz tradicional com influências contemporâneas.
Diolkos é um testemunho do compromisso do trio em ultrapassar os limites do jazz, ao mesmo tempo em que permanece fiel às suas raízes.
Este disco traz uma abordagem refrescante e inovadora ao jazz contemporâneo. Desde as melodias cativantes e improvisos arrojados, o EP encapsula a essência da música jazz, enquanto incorpora elementos modernos que ecoam a energia vibrante da cena musical atual.
O EP apresenta uma coleção eclética de faixas. Cada música é uma peça do quebra-cabeça sonoro do trio, demonstrando sua versatilidade no entendimento e interpretação da linguagem jazzística.
• Citação da banda:
“A criação de Diolkos foi uma jornada incrível para nós, cada faixa é uma expressão autêntica da nossa paixão pelo jazz e a nossa jornada como músicos. Esperamos que os ouvintes se sintam inspirados e transportados pela nossa música.”
Lançado pela editora Sintoma Records, o EP Diolkos está disponível em todas as principais plataformas de streaming.
Para mais informações sobre Lost Train Trio e seu EP de estreia, visite:
Lost Train Trio é uma formação musical que combina o talento e experiência de cada membro com paixão pela improvisação criativa contribuindo com o seu toque único para o som dinâmico do grupo.
Composto por Eduardo Faustino na guitarra, Sérgio Ferreira no baixo e Rui Lucena na bateria, o trio traz uma abordagem fresca ao jazzfusion contemporâneo nacional, incorporando elementos modernos enquanto mantém a essência e a tradição do género.
Com o lançamento de seu EP de estreia o trio convida os ouvintes a mergulharem num mundo de melodias cativantes e improvisações arrojadas.
Rumia – Emergency (2024) (single)
Rumia – Emergency (2024) (single)
RUMIA apresenta o novo single – ‘Emergency’
Blanca Pereira aka Rumia, apresenta-nos “Emergency”, o segundo single do novo álbum que será lançado no início do próximo ano.
A artista luso-espanhola radicada em Berlim traz-nos uma canção que aborda a saúde mental e os modos pouco saudáveis de enfrentar os problemas do dia a dia, como recorrer ao álcool e sair à noite com os amigos. A letra explora a busca por um alívio imediato da dor, destacando o conflito entre a evasão temporária e a necessidade de uma conexão real.
O videoclip foi filmado em Chaves e realizado pela espanhola Silvia Coca.
Sobre RUMIA:
Com uma herança cultural que abrange tanto o espanhol quanto o português, Rumiamudou-se para Berlim para seguir os seus sonhos e aprofundar os estudos em composição musical.
Influenciada pela vibrante cena musical da cidade, combina elementos electrónicos com instrumentação orgânica, criando um som único que mistura nostalgia e modernidade, com influências que vão dos anos 50 aos 2020.
A sua visão criativa é moldada pelos mais variados géneros, desde o trip-hop clássico dos anos 90 até sensações pop contemporâneas como Gracie Abrams e Taylor Swift.
No currículo tem já vários singles e o álbum de estreia, “Forget Me Not” (2022), que lhe valeu destaque internacional em meios como Radio 3, RTVE, Jenesaispop, Earmilk, entre outros.
Ao vivo, o projecto já se apresentou em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Suíça e Coreia do Sul.
Actualmente dividida entre Madrid e Berlim, Rumia prepara-se para lançar o seu segundo álbum no início do próximo ano.
Rumia – Emergency (2024) (single)
RUMIA apresenta o novo single – ‘Emergency’
Blanca Pereira aka Rumia, apresenta-nos “Emergency”, o segundo single do novo álbum que será lançado no início do próximo ano. A artista luso-espanhola radicada em Berlim traz-nos uma canção que aborda a saúde mental e os modos pouco saudáveis de enfrentar os problemas do dia a dia, como recorrer ao álcool e sair à noite com os amigos. A letra explora a busca por um alívio imediato da dor, destacando o conflito entre a evasão temporária e a necessidade de uma conexão real.
O videoclip foi filmado em Chaves e realizado pela espanhola Silvia Coca.
Sobre RUMIA: Com uma herança cultural que abrange tanto o espanhol quanto o português, Rumiamudou-se para Berlim para seguir os seus sonhos e aprofundar os estudos em composição musical. Influenciada pela vibrante cena musical da cidade, combina elementos electrónicos com instrumentação orgânica, criando um som único que mistura nostalgia e modernidade, com influências que vão dos anos 50 aos 2020. A sua visão criativa é moldada pelos mais variados géneros, desde o trip-hop clássico dos anos 90 até sensações pop contemporâneas como Gracie Abrams e Taylor Swift. No currículo tem já vários singles e o álbum de estreia, “Forget Me Not” (2022), que lhe valeu destaque internacional em meios como Radio 3, RTVE, Jenesaispop, Earmilk, entre outros. Ao vivo, o projecto já se apresentou em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Suíça e Coreia do Sul. Actualmente dividida entre Madrid e Berlim, Rumia prepara-se para lançar o seu segundo álbum no início do próximo ano.