J.MYSTERY APRESENTA NOVO SINGLE “REVERIE” Novo single sucede após Live nos Arda Recorders
”Reverie, é um tema enérgico com uma componente mais eletrónica onde o principal objetivo é o de levar os ouvintes numa viagem de memórias. O tema fala sobre aquele amor que te deixa sonhar acordado”, afirma J.MYSTERY.
O tema foi produzido por Francisco Reis e gravado nos ARDA & Lockdown Studios. “Queremos acima de tudo nesta fase mostrar uma nova vertente de J.MYSTERY enquanto Artista”, revela Tiago Martins.
“Para o vídeo de Reverie, contámos novamente com a realização de André Tentugal que retrata todo o tema de uma perspectiva diferente em termos visuais”, afirma J.MYSTERY. “Todo o vídeo foi filmado com um drone que percorre todos esses momentos e memórias cantadas na música”, conta J.MYSTERY.
“O estilo cinematográfico, que caracteriza o trabalho do André Tentugal, é a ligação perfeita para os meus temas e traz uma envolvência bastante especial que prende as pessoas aos vídeos e música”, assume J.MYSTERY.
O single fica hoje disponível em todas as plataformas digitais.
J.MYSTERY é um cantor e compositor, um artista enigmático que desafia a categorização, misturando perfeitamente várias influências musicais para criar um som cativante. Com uma abordagem única para a composição e uma presença inconfundível, leva os ouvintes numa viagem através do mistério e introspecção. J.MYSTERY combina elementos de rock alternativo, pop electrónico e atmosférico, que resulta numa paisagem sonora cativante, bela e profundamente reflexiva.
A personalidade enigmática de J.MYSTERY não se prende apenas na sua música, mas também na presença em palco e em toda a sua estética visual. A sua música e performances magnéticas, criam uma atmosfera transcendental que envolve o público. J.MYSTERY está a começar a traçar um caminho único na indústria da música, desafiando as tradições e expandindo os limites da exploração sonora. O seu som enigmático e performance cativante conquistaram seguidores dedicados que aguardam ansiosamente cada novo lançamento, antecipando os mistérios que estão por vir na música de J.MYSTERY. Dono de uma voz única, apresenta canções em inglês e a profundidade das letras e melodias mostram que se encontrava escondido há demasiado tempo. J.MYSTERY lançou já os singles de avanço “Better Days”, “Breakdown”, e “Everlasting Love”, e mais recentemente editou versão live destes 3 temas, nos Arda Recorders.
A edição do seu novo EP está prevista para breve. Vão poder ouvi-lo ao vivo no emblemático Hard Club no Porto, dia 19 de outubro. Os bilhetes já se encontram à venda na Bol.
Boémia – Nem Jeová Vai Lá ( À Palestina) (2024) (single)
Boémia – Nem Jeová Vai Lá ( À Palestina) (2024) (single)
A urgência é ontem.
Os Boémia não quiseram ficar calados nem de olhos fechados perante a barbárie que é cometida todos os dias e a toda a hora em Gaza.
É urgente a denúncia.
É urgente um cessar fogo imediato.
É urgente a Paz.
Os Boémia juntam-se com a música “Nem Jeová vai lá (À PALESTINA)” ao coro de vozes que por esse mundo fora pede que pare a guerra e o genocídio contra o povo da Palestina, que pare a insana mortandade de um povo despejado da sua terra, um povo que ainda guarda as chaves das suas casas e que sonha voltar a abraçar as suas oliveiras.
Esta é a homenagem a todos os homens, mulheres e crianças que morreram ao longo dos últimos 76 anos, 10 meses e 2 dias e a todos os que lutam por uma Palestina Livre.
Letra e música de Rogério Oliveira
Arranjo e direção musical de Marco Ferreira
Rogério Oliveira – voz
Marco Ferreira – Piano e coros
Patrick Simeão – bateria, percussão e coros
Hélia Silva – acordeão
Isa Peixinho – flauta transversal
Jorge Anacleto – guitarras acústicas e coros
Ricardo Duarte – baixo elétrico e coros
Gravado, misturado e masterizado em julho de 2024 nos estúdios da Valentim de Carvalho por Suse Ribeiro.
Produção de Rogério Oliveira
Imagens de estúdio por André Soares
Imagens locais autores desconhecidos
Vídeo Rogério Oliveira
Joaquim Rosa – Abandonado (2024) (single)
Joaquim Rosa – Abandonado (2024) (single)
Este novo single “Abandonado” escrito e musicado por mim, Joaquim Rosa, descreve a história de final de vida de uma pessoa.
Baseada numa história real, fala sobre o final de vida de um homem com grandes posses, apesar disso faltava lhe a principal riqueza da vida, a amor da sua família..
Rod Krieger – Este Comboio Não Para Em Arroios (2024) (single)
Rod Krieger – Este Comboio Não Para Em Arroios (2024) (single)
Rod Krieger avança com a hipnótica Este Comboio Não Para em Arroios
A frase que remete ao metro de Lisboa o acompanhou mesmo já não estando mais a viver na capital portuguesa
“A maioria dos artistas que me inspiram, ou me influenciaram de alguma forma, já tiveram músicas instrumentais, e alguns deles já até se arriscaram a compor álbuns. E este é um caminho que estou a trilhar, passo a passo”, comenta Rod Krieger que edita hoje (19) o tema Este Comboio Não Para em Arroios, segundo single do disco A Assembleia Extraordinária, após Cai o Sol e Sobe a Lua, lançado em Maio.
Assista ao vídeo aqui e ouça nas plataformas de streaming aqui.
A canção instrumental segue uma tradição, uma vez que Raio, também foi single do álbum que marcou a estreia a solo, A Elasticidade do Tempo (2020). E desta vez vem com uma mensagem que marcou um período da vida do artista: “Este comboio não para em Arroios” era uma frase repetida todas as vezes que o metro passava pela estação de Arroios, em Lisboa, que naquela altura estava interditada para obra. Era pré-pandemia, uma outra realidade. E foi quando o tema ganhou os seus primeiros acordes. “Lembro de quando comecei a esboçar a música, recém tinha montado a minha banda, ainda em Lisboa. Depois de quinze anos como baixista, foram os primeiros ensaios de volta ao meu instrumento de origem, no caso a guitarra elétrica. O volume dos instrumentos era muito alto e isso colaborou para que nascessem canções mais pesadas”, recorda Krieger.
“Nesta época, o disco que fazia a trilha sonora das minhas caminhadas até o estúdio era A Página do Relâmpago Elétrico, do Beto Guedes e o Com Uma Viagem na Palma da Mão, do Jorge Palma, dois álbuns que influenciaram todo este meu momento. E numa dessas idas e vindas aos ensaios, peguei o telemóvel do bolso e registei a voz que tanto ressoou nos meus ouvidos”, conta.
No fim, a canção acaba por marcar a mudança de Lisboa para o Sobral do Parelhão, aldeia no oeste português onde o álbum foi registado e finalizado. “E a partir do momento que me mudei de Lisboa, a frase fez ainda mais sentido, pois a linha de trem da imagem da capa do single – no caminho entre Sobral do Parelhão e Bombarral – realmente não para em Arroios”, comenta Krieger.
Vídeo
“O trajeto percorrido durante o vídeo pode ser chamado de ‘o caminho da aprovação’, pois foi durante esse percurso que ouvi as misturas do álbum e as versões das músicas que estavam a surgir no processo de composição do disco”, recorda. Além da cena bucólica do caminho de Krieger, na estrada que liga Sobral do Parelhão a cidade de Bombarral – onde está a trilha da capa do single -, imagens urbanas captadas pelo fotógrafo Daryan Dornelles se misturam a pessoas em movimento com um certa dose de voyeurismo, quase um sujeito oculto no meio do caos.
“Como faz parte de um filme que vai ser ilustrado com vídeos das músicas do álbum, a ideia de aparecer de costas foi pelo fato da música ser instrumental. Pensei que seria interessante brincar com isso. E as referências do vídeo, acabaram por ser o próprio áudio, como se as cenas se encaixassem. Outro ponto interessante é que o disco, os vídeos, capas e símbolos acabam por se encontrar em algum momento, e a cada processo que avanço crio uma interferência no outro. Trabalhar com todas essas frentes tem sido uma experiência estimulante”, comenta.
Till Sunday Pirate – Introspeção A Dois (2024) (single)
Till Sunday Pirate – Introspeção A Dois (2024) (single)
Artista em ascensão na música nacional prepara-se para brilhar no Japão
O talentoso músico português Till Sunday Pirate foi selecionado para se apresentar na prestigiada KANSAI Music Conference, que terá lugar em Outubro deste ano. Este evento proporcionará ao artista a oportunidade de mostrar o seu talento ao vivo para um público profissional da indústria da música nas cidades de Quioto, Osaka e Kobe.
Till Sunday Pirate tem vindo a afirmar-se como uma força inovadora na música portuguesa, combinando habilmente elementos da música tradicional com influências modernas. A sua recente atuação no SPIKE Bulgarian Showcase Festival, em Maio passado, foi um marco importante na sua carreira, chamando a atenção de líderes da indústria musical e do público do festival, solidificando a sua reputação como uma estrela em ascensão.
Reconhecimento internacional
A seleção de Till Sunday Pirate para o lineup oficial da KANSAI Music Conference é um testemunho do seu crescente reconhecimento internacional. Este evento, conhecido por atrair profissionais influentes da indústria musical, oferece uma plataforma crucial para o artista expandir ainda mais o seu alcance e cativar uma nova audiência no Japão. Este feito é apoiado pela GDA e pelo Programa Shuttle da PLAKA, que fornecem fundos essenciais para apoiar artistas do Porto.
Com apresentações ao vivo, workshops e colaborações, Till Sunday Pirate pretende promover a cultura portuguesa, fortalecer as relações culturais entre os dois países e abrir novas oportunidades de mercado para artistas portugueses. Como artista selecionado para a KANSAI Music Conference 2024, Till Sunday Pirate (Renato Oliveira) tem a oportunidade de uma vida de exportar a música inovadora do Porto para o Japão, destacando a riqueza cultural e musical de Portugal neste importante país asiático.
Till Sunday Pirate
Till Sunday Pirate, baseado no Porto, destaca-se pela sua capacidade de transcender géneros tradicionais através da fusão inovadora de sons. Com uma paixão pela inovação e pela troca cultural, o artista tem cativado audiências em todo o mundo com as suas performances dinâmicas e composições provocadoras. A sua música não apenas entretém, mas também provoca reflexão e emociona, deixando uma marca duradoura em todos que a escutam.
+ infos: 13barra27@gmail.com / T, 913 149 816
“Introspecção a Dois” dá título ao último single revelado – 19 de Julho – por Till Sunday Pirate | www.youtube.com/watch?v=Rm7LrGEaojA
Juao Nyn – Karaimonhang (2024) (single)
Juao Nyn – Karaimonhang (2024) (single) Id
O lançamento antecipa a chegada do primeiro disco solo do artista, intitulado NHE’ETIMBÓ, com previsão para agosto
“A gente nasce, a gente vive, a gente morre… Mas o nosso povo permanecerá nesta terra para sempre”. Este é o significado que o provérbio potiguara recitado pelo ativista e estudante Poran Potiguara, liderança indígena do Povo Potiguara da Paraíba, em uma Câmara do Senado de Brasília. Foi ali que o multiartista potiguara Juão Nÿn ouviu o provérbio pela primeira vez, e desde então vem sendo impactado pela força e significado que ele carrega. O artista conectou o ditado com uma performance que realiza desde 2015, em que renasce de dentro de uma betoneira, ferramenta responsável pela mistura do cimento e, então, construção de qualquer prédio. Tal relação, do equipamento como “útero” de toda cidade, desencadeou uma metáfora da força da natureza, com toda planta que persiste e nasce do asfalto. “Carrego comigo esta perspectiva de que a gente vai continuar nascendo onde plantarem cimento”, afirma Juão. A partir de tal conexão surge “ASÉ”, segundo single apresentado do disco que marca a estreia solo do artista. Ouça a canção aqui e assista ao registro documental com os bastidores da gravação aqui.
O provérbio contemporâneo que inspirou a canção foi criado por um ancião chamado Josafá Freire, e, agora, tem sua potência eternizada em “ASÉ”. “Desde que ouvi este provérbio pela primeira vez fui impactado pelas conexões que me atravessaram. A performance que faço há quase 10 anos, em que eu nasço de uma betoneira, é uma reafirmação de que vamos continuar nascendo, brotando da desertificação”, conta Juão, que recita o provérbio: “ASÉ O’AR – ASÉ OIKOBÉ – ASÉ OMANÕ – YANDE ANAMA TE OIKOBÉ KÓ YBYPE AUIERAMANHENE”
Marcando o encontro entre os Povos Potiguaras de Paraíba e do Rio Grande do Norte, o single resgata uma história que começou no século 17, quando o estado que abriga a capital João Pessoa acompanhou o líder indígena Pedro Poty, lutando ao lado dos holandeses. Enquanto isso, o Povo Potiguara do Rio Grande do Norte ficou do lado dos portugueses, liderados por Felipe Camarão, o que causou uma divisão histórica. “Ver esta conexão, assim como a do cocar potiguara, mostra como a nossa história está conectada, a partir da nossa cosmovisão e cultura. Enfatizando que as fronteiras que os estados coloniais inventaram não persistiram”, afirma Nÿn.
Para elevar a potência da canção, Juão convidou dois artistas potiguaras da Paraíba para compor a letra baseada neste provérbio. Clara Potiguara e Valber Félix se juntaram a Nÿn e o produtor Kastrup em uma Tábua Potiguara, que se tornou estúdio para o nascimento de todo o projeto. “O disco nasceu com a nossa ida, minha e de Kastrup, para o território potiguara da Paraíba, onde vivenciamos uma semana de encontros, composições e gravações. Nós captamos tudo dentro de uma casa indígena de palha, ao lado de onde é a Baía da Traição”, lembra Juão, que finaliza: “A nossa geração é a que está reconstruindo e reconectando tudo, curando algumas dores do passado do nosso povo e do Brasil”.
FICHA TÉCNICA
Composição e Vozes: Juão Nyn, Clara Potiguara e Valber Felix
Letra: Lema/Provérbio Potyguara de @josafa_freire
Violão: Valber Felix
Beats: @nelsondofficial
Produção musical, gravação e percussões: @kastrup
Beatbox: @_alv_lara
Mixagem e Masterização: Caca Lima
Sincronização e Dystrybuyção: @ybmusic
SemprAleste – Princesa Do Aladdin (2024) (single)
SemprAleste – Princesa Do Aladdin (2024) (single) id
“Sabes quando um amigo compra um brinquedo que todos gostavam de experimentar? Estávamos no Verão de 2019, e o Cientista entrou no estúdio de gravação e ligou o seu novo baixo “Fender V/1967”. Eu, o Melo (baterista), o Maia (guitarrista) e o Houdini (guitarra solo), sentados que estávamos a conversar sobre o que se seguiria nos nossos percursos musicais, saltámos, quase que por instinto, para os instrumentos, e em poucos minutos era consensual que não íamos ficar por ali!”. Esse foi, segundo Yuki (vocalista), o primeiro dia dos SemprAleste tal como se dão agora a conhecer!
“Seguiram-se dezenas de ensaios, semanas de estúdio, meses de isolamento, e, por fim, novo regresso à “sala de partos”, para as primeiras gravações à séria”. – Confidencia Yuki Casanova.
Hoje, percorrido esse longo caminho, é hora de decolar. “Princesa do Aladdin” é a primeira viagem, em tom leve, juvenil e fantasista. O Mundo é o que cantamos dele, e os SemprAleste cantam-no puro, colorido e feliz!”
“Princesa do Aladdin” a 05 de julho nas plataformas digitais.
Faqhiri – Duas Faces (2024) (single)
Faqhiri – Duas Faces (2024) (single)
Natural de Campo Maior, Faqhiri entrou no mundo da música para causar a diferença, começou por ser um
hobby de adolescente mas eventualmente tornou-se algo maior. Já conta com várias faixas que fizeram
sucesso como Peter Pan, Cura e Pensa em Mim, todas elas de géneros e letras diferentes que
prometem ficar no ouvido dos ouvintes. Lançou-se no mundo da música aos 15 anos e apesar de estar numa pequena vila, a paixão pela música nunca o fez desistir de sonhar e apresentar as suas ideias em música. A prova do seu empenho e gosto por esta arte é o facto de já ter passado por alguns palcos como o Festival Raya em Campo Maior, São Mateus em Elvas e no incontornável festival Meo Sudoeste, juntamente com o seu grupo B3L2.
No dia 14 de julho lançou o seu mais recente single DUAS FACES, que está disponível em todas as plataformas de streaming (Youtube, Spotify, Apple Music, etc). Este tema é um recomeço da visão artística de Faqhiri, é uma representação de como na arte não existem barreiras e, principalmente, pretende proporcionar a soundtrack ideal para os bons momentos na vida do ouvinte.
Com planos e projetos em preparação para o final de 2024 e 2025, Faqhiri é um artista que está pronto para deixar sua marca em Portugal.
Acid Acid – Live @ Barracuda, Porto (14.04.2023)
Acid Acid – Live @ Barracuda, Porto (14.04.2023)
Acid Acid, projeto a solo do músico e radialista Tiago Castro, lança agora nas plataformas digitais uma versão ao vivo de “Jodorowsky”, gravado num concerto a 14 de abril de 2023 na Barracuda, Porto.
“Jodorowsky”, lançado em 2020, ganha uma nova edição nas plataformas digitais. São perto de 40 minutos de uma viagem sonora que aconteceu no contexto de uma performance ao vivo de Acid Acid no Porto o ano passado. Em abril de 2023 a programadora, DJ e artista plástica Bunny O’Williams organizou duas noites com concertos de Cavernância e Acid Acid. No Porto aconteceu no Barracuda e em Braga no Lustre. Pedro Roque (Cavernância) propôs gravar os concertos do Barracuda. Na mesa de som estava Miguel Azevedo (Cobrafuma, Plus Ultra, O Bom, o Mau e o Azevedo), que captou os espectáculos dessa noite. E é assim que nasce esta nova edição de Acid Acid.
Na sala portuense, a reinterpretação de dois momentos do álbum “Jodorowsky” de 2020, com Tiago Castro sozinho em palco com guitarra, sintetizadores e camadas de loops, numa sequência contínua, sem paragens.
O artista volta em breve à estrada com concertos a passar por várias localidades de Portugal. Só em agosto a guitarra, os sintetizadores e toda a restante parafernália elétrica de Acid Acid atua em Lisboa (08 agosto, Digraça), Paredes de Coura (15 agosto, Vodafone Paredes de Coura – Jazz na Relva) e em Alenquer (30 agosto, Festival ExtremaPura).
Acid Acid promete edições de música nova até ao fim do ano e novas datas a anunciar em breve.
INSERIR MATERIAL GRÁFICO PAREDES DE COURA
INSERIR NOVA FOTO PROMOCIONAL
Quem é Acid Acid?
Acid Acid é uma criação do músico e radialista Tiago Castro (RADAR / Rádio SBSR e autor do premiado programa “A FLORESTA ENCANTADA”).
Esta aventura arrancou no final de 2014 quando aceitou um desafio da promotora lisboeta Nariz Entupido para um concerto.
Desde então as coisas desenrolaram-se rapidamente, com sucessão de vários concertos e participações em festivais, ao mesmo tempo que Tiago Castro começava a gravar o primeiro álbum. Recrutou para a produção Tiago Raposinho, que entretanto se tem destacado no Cinema como Director De Som, sendo mesmo galardoado com o Prémio Sophia pelo filme “Variações” em 2020.
O álbum de estreia é editado em 2016 com selo da Nariz Entupido. Para além da produção de Tiago Raposinho, o registo tem também a contribuição das percussões de Baltazar Molina. Segue-se uma edição ao vivo (na verdade o segundo lançamento em concerto, depois de um CD-R em 2015), fruto da parceria com o lendário músico Vítor Rua (G.N.R.; Telectu). Tudo aconteceu no palco do extinto Sabotage Club em Lisboa em 2016, um concerto que conheceu edição digital em Abril de 2018 (e em 2023 em formato físico, em K7 áudio).
O mais recente álbum é “Jodorowsky”, criado em estúdio depois de um concerto a convite do MOTELX – Festival Internacional de Terror de Lisboa, a propósito de uma homenagem ao realizador chileno Alejandro Jodorowsky. O espectáculo, no Largo da Rua da Moeda em Lisboa, contou com a colaboração de Violeta Azevedo (flauta e manipulação de efeitos) e da produtora Droid – I.D. que contribuiu com os visuais. Após o concerto, Tiago Castro rumou ao estúdio Spring Toast onde trabalhou com o produtor Rui Antunes e com Violeta Azevedo. O resultado é “Jodorowsky”, aplaudido pela crítica em 2020 (e colocado mesmo entre os melhores do ano para o site BLITZ, por exemplo).
Créditos:
Promotora: Bunny O’Williams
Gravação – Miguel Azevedo
Masterização – José Lourenço @ Viriato Studios
Capa – Filipa Ferreira
Putto – Volátil (2024) (single)
Putto – Volátil (2024) (single)
Na alma vibrante do hip-hop português, surge um luminar cujos versos ressoam com o próprio ritmo da vida. Nascido e criado no encanto costeiro de Leça da Palmeira, este virtuoso músico foi batizado de MC’Putto no início do seu percurso. No entanto, recentemente ele optou por se reinventar, abandonando o apelido de “MC” para simplesmente abraçar a essência de sua arte – Putto.
A evolução de Putto como artista transcende meras palavras; é uma prova de seu compromisso inabalável com a autenticidade e o crescimento. A cada verso, ele convida os ouvintes a um mundo onde emoções cruas dançam ao ritmo de suas batidas, tecendo histórias que falam da sua essência como ser humano.
Dos becos da sua cidade natal aos grandes palcos de Portugal, a proeza lírica de Putto pinta retratos vívidos das suas experiências e das da sua comunidade. As suas rimas, uma mistura melódica de introspecção e comentários sociais, servem como espelho para as paisagens urbanas que ele chama de lar.
Na atmosfera eletrizante de um local lotado, Putto comanda o palco com energia e carisma incomparáveis. A cada verso, a sua destreza lírica hipnotiza a multidão, atraindo-a para um mundo onde a rima e o ritmo reinam. À medida que as batidas pulsam no ar, a performance de Putto torna-se uma experiência transcendente, unindo o público numa viagem partilhada de emoção crua e paixão desenfreada. O seu nome pode ter mudado, mas a sua capacidade de cativar e inspirar permanece inabalável, solidificando o seu lugar na cena rap portuguesa.
No seu último EP “Clima”, Putto explora a intrínseca paisagem das emoções, focando particularmente na montanha-russa do amor. Através de melodias comoventes e licismo comovente, ele navega pelos altos da paixão e pelos baixos da dor, convidando os ouvintes numa jornada catártica de autodescoberta e ressonância emocional. A cada faixa, a capacidade de contar histórias de Putto brilha, solidificando a sua reputação como uma voz profunda no rap português.
Bandidos Do Cante – Amigos Coloridos (2024) (single)
Bandidos Do Cante – Amigos Coloridos (2024) (single)
‘Amigos Coloridos’ é o primeiro single de um percurso que promete ter um caminho singular e muito especial, que não podia ter começado da melhor forma.
Depois da participação no single de quinta platina ‘CASA’ dos D.A.M.A com Buba Espinho, o grupo alentejano colaborou também na canção ‘Um Dia Hei de Voltar’, do segundo álbum de Buba Espinho. Com estes sucessos e a participação nos Coliseus, surgem os Bandidos do Cante e, um ano depois, nasce a primeira canção original do grupo.
Com foco nas novas sonoridades, esta canção traz-nos a tradição única do Alentejo com muitas influências Pop, invocando sempre a identidade do Cante Alentejano, sendo este, Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O grupo de música popular entrega-nos assim um single repleto de referências à sua região, de sonoridades muito particulares e com uma produção muito própria. Rico em vivências de um Amor que podia ter sido só isso, mas que protegido e sem compromisso podia ter sido Colorido sem ecoar num fim.
Neste primeiro tema, a banda fala-nos sobre alguém que ao longo de uma relação foi criando indiferença e desinteresse, apercebendo-se demasiado tarde que a amizade “colorida” lhe traria mais felicidade que uma relação assumida com responsabilidades.
“A música CASA que fizemos com os nossos amigos Buba Espinho e DAMA fez nascer este projeto, após isso gravamos o “Um dia hei-de voltar” com o Buba, foi muito importante para nos impulsionar a fazer também originais. Trazemos o Alentejo na voz, com uma perspetiva mais atual, de evolução e transformação do cante alentejano até aos dias de hoje.” afirmam os Bandidos do Cante.
A banda colaborou ainda no EP “Canções Bonitas em Português Vol.I” dos D.A.M.A e começam agora o percurso de originais com ‘Amigos Coloridos’ que conta com composição própria e de Jorge Benvinda, e co-produção da banda com Eduardo Espinho.
‘Amigos Coloridos’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Minta And The Brook Trout – Cantaloupe (2024) (single)
Minta And The Brook Trout – Cantaloupe (2024) (single)
“Cantaloupe” é o novo single do grupo lisboeta Minta & The Brook Trout e antecipa um novo álbum de estúdio a ser editado no início de 2025. Este é o primeiro lançamento do grupo desde 2021, e está desde agora disponível em todas as plataformas.
“Cantaloupe” é uma canção que nos submerge, que nos relaxa e se torna fácil ao ouvido, com uma letra que nos transporta para as memórias de verão, da sonolência à beira da piscina enquanto estamos num limbo entre consciência e dormência. Um tema que nos ativa as sensações, as memórias visuais de cheiros e sabores associados à “época dos melões”.
Francisca Cortesão, voz principal do tema e também responsável pela letra e composição, diz-nos que “‘Cantaloupe’ é uma espécie de canção de embalar aquática que se ouve especialmente bem de auscultadores, com os olhos fechados, se não for pedir demasiado.”
Este é o primeiro avanço daquele que será o 5.º disco de Minta & The Brook Trout que, apesar de estar planeado ser editado no início de 2025, terá novos singles de antecipação a sair em breve até ao fim deste ano.
É possível ver nos próximos tempos Minta & The Brook Trout ao vivo, já que estão pela estrada em Portugal. No dia de lançamento do novo single, há um concerto a solo gratuito junto à Buvete das Termas de Chaves, pelas 21H30, associado ao 10.º aniversário da INDIEROR. Outros serão anunciados em breve.
“Cantaloupe” já está disponível em todas as plataformas digitais.