Félix Gambino – É Tudo Mentira Ft MONA LINDA (2024) (single)

Félix Gambino – É Tudo Mentira Ft MONA LINDA (2024) (single)

Félix Gambino acaba de disponibilizar “É tudo mentira” em colaboração com MONA LINDA. O tema é o primeiro single de antecipação ao disco “Águas Furtadas (Volume I)”, a ser editado no fim do ano pela BAIT Records, e apresenta uma roupagem trip-hop, estilo que o músico natural de Pedrouços adotou para contar estas novas histórias.

“É tudo mentira” é um grito de revolta dos dois artistas; a perfeita mixórdia entre a crença e a descrença num ambiente essencialmente sombrio, próprio dos subúrbios das freguesias de Pedrouços, Águas Santas e Ermesinde, ambas ligadas pela Rua Dom Afonso Henriques, e com o seu auge no Alto da Maia. O single abre as hostes para um disco que se promete suburbano e onde Félix Gambino sentiu a necessidade de se entregar ao fundo do poço para voltar a respirar.

“Esta foi a primeira música que escrevi para o disco. Quando acabei o esboço, enviei mensagem ao Edgar (MONA LINDA) e convidei-o para dar voz e letra ao tema. Sinceramente, o processo de composição foi tão pessoal e desconstrutivo a nível mental que só o Edgar é que poderia pegar neste tema; sabia que, sem trocarmos uma única palavra sobre o assunto, o resultado final iria tocar-nos na ferida”, sublinha o músico, acrescentando ainda que este novo espaço, meio que sinistro e soturno, é o lugar que pode chamar de casa para as suas inquietações. Se em “Pedrouços Clandestino (Amor & Narcotráfico)”, Félix Gambino navega de fato e gravata num ambiente “Escobar” entre paixões quentes ao ritmo flamenco, em “É tudo mentira” e, posteriormente, no futuro “Águas Furtadas (Volume I)”, entrega-se ao streetwear e aos escombros da sonoridade que abalou Bristol nos anos 90.

“É tudo mentira” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Dannii – Descalço N’Areia (2024) (single)

Dannii – Descalço N’Areia (2024) (single)

Dannii lançou hoje o novo single “Descalço N’Areia”.

A canção reflete sobre as mudanças nas pessoas e na sociedade, resultando em sentimentos de alienação e desilusão. Dannii observa que os seus amigos de infância mudaram ao longo do tempo, seguindo as correntes da sociedade, sentindo-se por isso isolado a enfrentar os desafios.

“Andas descalço n’areia sem veres onde pões os pés” simboliza a falta de atenção e a perda de oportunidades. Há uma crítica à superficialidade e à moralidade da sociedade atual, onde as pessoas não valorizam o amor e a bondade. O cantor valoriza a autenticidade e a memória das origens, destacando a importância da bondade e da alma. Lamenta ainda a volatilidade das coisas modernas e como as pessoas não se preocupam muito com o seu destino e futuro, acabando por se deixar levar por forças externas. A canção é um lamento pela perda de valores fundamentais e uma busca por autenticidade num mundo superficial.

“Descalço N’Areia” marca uma nova etapa na vida e carreira do artista. “É um tema muito importante para mim. Para além de ser a primeira canção produzida por mim, é uma sonoridade que quero muito explorar. Foi uma canção que surgiu e aconteceu muito rápido. Produzi a base em dois dias e depois foi juntar camadas e deixar que o Pedro Sampaio fizesse a magia acontecer. Um mês depois tinha a versão final. O Pedro é uma pessoa muito importante no meu processo e que faz a diferença no culminar da canção.”

“Descalço N’Areia” foi escrito e composto por Dannii e a produção foi em parceria com Pedro Sampaio que também fez a mistura e masterização.

MONiMO – Open Lights (2024) (single)

MONiMO – Open Lights (2024) (single)

Depois de editar, no ano passado, o single de estreia, “the swing of sonder”, o MONiMO regressa com “open lights”, segundo single de antevisão ao primeiro disco do projeto.

“open lights” é um single de rock progressivo, e o videoclipe/curta foi realizado e criado em animação 3D pelo compositor Diogo Marrafa. Desta vez, com a letra na primeira pessoa, ao contrário de “the swing of sonder”, conjugado em “ela/she” (característica do disco de estreia, em que cada tema tem a sua própria conjugação), o artista apresenta ao público uma faceta mais sóbria e descreve de uma forma mais evidente a mascote da banda.

Nesta história, representada no videoclipe/curta de animação, o gigante acorda preso numa caverna, tendo metade do seu corpo apoderada pelas rochas e com minerais em si formados. Em toda a parte vê caminhos e túneis luminosos, os quais o monstro não consegue alcançar. Evidencia-se a angústia do protagonista, enquanto admira a vegetação e os insetos que pela caverna voam livremente. A personagem, tentando-se libertar da situação em que se encontra, acaba por ser consumida pelas rochas na sua totalidade, revelando que o mundo, do outro lado, não é assim tão mau, e era, na verdade, tudo o que procurava, entrando num oceano de movimento e luzes, no qual nada livremente até encontrar um sítio demasiado luminoso, que o assusta e o faz retornar à caverna, mas, desta vez, preso debaixo de água.

Entre composições melancólicas e dramáticas, baterias ora potentes, ora subtis, o disco de estreia do MONiMO invoca a introdução do artista ao mundo dos sintetizadores, juntamente com guitarras acústicas, elétricas e vários tipos de piano, destacando músicas que seguem estruturas de storytelling e, ao mesmo tempo, nem sempre previsíveis.

“open lights” é uma reflexão sobre como somos iludidos pelos desejos e sobre como, por vezes, achamos erroneamente que é o contexto que nos acorrenta. O lançamento do disco está previsto para este verão e contará com cinco músicas e dois interlúdios, onde o artista irá revelar ainda mais um vídeo.

Chek1 – Tinder (2024) (single)

Chek1 – Tinder (2024) (single)

Depois do lançamento do tema “Genesis”, no ano passado, Chek1 regressa com novo single “Tinder”. O artista gaiense, membro integrante da banda Enigmacru, retrata nesta nova faixa – primeiro single do futuro álbum “Sinais” – uma aventura do próprio numa aplicação de encontros.

“Ouvi falar numa famosa fórmula de engate / uma plataforma que era usada pela maior parte / na hora peguei no tele fiz a minha parte / abri a playstore e instalei a app”.

“Tinder”, considerado pelo artista como o thriller de 2024, surge em forma de sátira, na procura do tão improvável match perfeito. É para quem se sente misterioso, e dá “swipe right” atrás de “swipe”. A produção da faixa ficou ao encargo do mc que pertence à banda Enigmacru e ao coletivo 6Sentido, sendo a mesma gravada, misturada e masterizada por Minus & Mr.Dolly.

Chek1 deu os primeiros passos como músico, precocemente, aos 10 anos, altura em que entrou para o Conservatório de Música do Porto para estudar oboé. Terá sido por volta de 2002 que começou a escrever as primeiras letras e, em 2005, a produzir os primeiros beats. Ao longo do tempo colaborou com artistas como Minus & Mr.Dolly, Virtus, Keso, Mundo Segundo, Ace, Barrako27, Dj Nelassassin, Br!sa, João Tamura, Beiro e Pedra, Chulo, entre outros.

O videoclipe de “Tinder” foi produzido e realizado pelo próprio Chek1, em colaboração com Maria Tavares, captado e editado por Pedro Santasmarinas, e já se encontra disponível. A faixa estará em todas as plataformas digitais no dia 21 de junho.

Alice – Se As Paredes Falassem (2024) (single)

Alice – Se As Paredes Falassem (2024) (single)

A música de Alice é como uma viagem de carro ao por do sol. A artista de 23 anos, começou no final de 2023 a sua carreira enquanto artista, mas é em jovem que começa a compor as suas primeiras canções, tornando-se, em 2021, songwriter em vários estúdios de Lisboa (Panela Rec, Klasszik…). Inspirando-se em Taylor Swift, Olivia Rodrigo e Gracie Abrams, cria um manifesto pop que promete deixar cada um melancólico e pensativo com a relatividade das suas letras.  A artista lança o seu novo single “Se As Paredes Falassem”. Um pop acústico que se transforma numa produção épica e grandiosa. Foi escrito pela cantora, ao refletir acerca dos momentos pós-término de uma relação,  das incertezas desses tempos e da culpa que nos consome, assombrada pelo peso da despedida. A produção é feita pela cantora e Konxious, com guitarras de Eduardo Faustino. 

“Às vezes escrever o que sinto é a única forma de processar as minhas emoções, que nem eu própria as consigo entender até por em papel. Esta foi uma dessas ocasiões.” Diz a cantora acerca deste do seu mais recente single.

ALSO – The Unknown (2024) (single)

ALSO – The Unknown (2024) (single)

   “the unknown” é o segundo single a sair do esperado álbum de estreia dos ALSO programado para sair em Junho de 2024. Este é uma viagem às memórias das histórias de vida dos avós de Alex e Sofia, membros do duo.

   Esta canção conta a história do avô de Sofia que fugiu de casa com apenas 10 anos, indo sozinho de uma pequena aldeia para o “desconhecido”.A viagem de Santar a Lisboa que foi feita escondido num camião de laranjas é contada pela voz de Sofia, as guitarras de Alex e a bateria gravada por Francisco Santos.

Com este single ALSO aproximam-se da nova onda de UK Jazz fazendo uso de progressões harmónicas pouco comuns, um refrão que faz uso do “scat singing” e harmonias vocais fora do universo Pop.

Disco de estreia da dupla é uma mistura elegante de pop, jazz, R&B e neo soul

Os ALSO editaram o álbum de estreia “water lilies and other stories”, já disponível em todas as plataformas digitais. O disco, inteiramente escrito, composto e produzido pela dupla portuguesa – formada pelo guitarrista e produtor Alex Sweeney e a vocalista Sofia Costa – é uma homenagem aos avós dos dois artistas e apresenta uma mistura elegante de sonoridades pop, jazz, R&B e neo soul.

“Este álbum é muito importante para nós porque, além de ser o primeiro que lançamos, falamos de histórias muito pessoais, como nunca fizemos antes. É uma homenagem aos nossos avós e todas as músicas foram criadas em honra deles. À exceção de ‘A.S.C’, todas as faixas foram concebidas tendo como inspiração histórias que eles nos contaram e que partilhamos agora com o mundo. A primeira canção a surgir e que deu origem a este conceito foi a ‘water lilies’ e, por isso, acabámos por chamar ao disco “water lilies and other stories””, revelam os ALSO. 

“Em “water lilies and other stories” conseguimos visualizar o nosso progresso e foi com este conjunto de canções que encontrámos a sonoridade que melhor reflete quem somos enquanto artistas. Estamos muito orgulhosos do nosso caminho e especialmente orgulhosos deste álbum”, conta a dupla.

O primeiro disco dos ALSO foi escrito entre o conforto da casa e do estúdio de Alex e Sofia, num processo de composição orgânico, com as músicas a surgirem gradualmente. Reunidas todas as maquetes juntaram-se a Choro, nos Great Dane Studios, para gravar as vozes finais, tendo a mistura e masterização ficado a cargo de Alex Sweeney. O alinhamento de “water lilies and other stories” inclui os singles ‘water lilies’, ‘the unknown’, ‘always’, ‘walls’, ‘more’ e ‘dance’.

Lilboy Bruce – Processo (2024) (single)

Lilboy Bruce – Processo (2024) (single)

LilBoy Bruce acaba de lançar o seu mais recente single ‘Processo’, o cartão de visita para uma nova etapa da sua carreira musical.

Depois de nos dar a conhecer o seu EP de estreia ‘Black Mind’ e mais de 10 singles originais, como Zoom, Julieta e EX, que contam com mais de 52 mil visualizações no YouTube, o artista encontra-se a preparar o seu novo projeto e abre o véu com este novo tema, produzido por VMBEATZ e escrito na totalidade por LilBoy Bruce.

Este novo single ‘Processo’ vem propor uma reflexão sobre a importância de lutarmos e acreditarmos no processo, num discurso autobiográfico, destacando-se como a figura central no seu desenvolvimento e abordando a luta constante contra nós mesmos. “Esta música transmite também a necessidade de jamais esquecermos o ambiente e as pessoas que nos rodeiam, e exalta a todos que acreditem num futuro melhor, para si e para a comunidade.” acrescenta o artista.

LilBoy Bruce, artista revelação no afropop/afrobeat, é natural de Guiné-Bissau, e cresceu entre a Nigéria e o Senegal, de onde traz influências únicas que podemos comprovar ao escutar os seus temas. O artista bebe das mais variadas fontes de inspiração, salientando alguns dos grandes nomes da música de África: Fela Kuti, Salif Keita, Baaba Mal, Youssou Ndour, entre outros.

O artista conta já com várias colaborações, ‘Céu Azul’ no projeto Versos & Poesia com vários artistas, ‘Alma Gémea’ com DJ Mandas, ‘Live My Life’ com Rony Fuego e ainda ‘Bin Sinam’ com a cantora Eneida Marta.

Todo o trabalho de LilBoy Bruce vem de um desejo e compromisso com a comunidade africana e, com isso, fala de amor, da união entre os povos e da luta pela liberdade de expressão. Traz-nos também na sua figura humana e artística um romper de paradigmas sobre o que é a mistura de estilos e tendências, não existindo o masculino nem o feminino, e sim uma harmonia entre todas as cores, texturas e pensamentos

‘Processo’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

canalzero – Mazelas (2024) (single)

canalzero – Mazelas (2024) (single) 

Descubra as “Mazelas” de canalzero

canalzero vai de férias durante um período indeterminado. Antes disso, porém, deixa uma prenda aos fãs na forma de um novo single, “Mazelas”, disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais.

Sobre “Mazelas”

“Mazelas” não perde tempo a revelar aquilo que é. Uma faixa carregada de emoção, exagerada no seu sentimento, sem quaisquer medos de assim ser. Se é para chorar, é para chorar. Se é para rir, é para rir. Se a pop é suposto ser maluca, então canalzero é a nossa maior estrela pop escondida.

O lançamento de “Mazelas” segue o lançamento dos dois singles anteriores, “Popstar” e “Babsi”, e antecipa uma breve período de hiato para canalzero preparar novas canções e projetos a sair em breve.

O teledisco de “Mazelas” foi realizado por Camilla Ciardi.

canalzero é a persona musical que Bernardo Ramos escolheu assumir para apresentar-se a solo. Para chegar a este momento, a carreira do músico lisboeta tem sido construída por etapas, cada uma a acrescentar uma camada de maturidade que lhe permite agora assumir esta nova etapa.

Entre 2015 e 2017, por entre os estudos, Bernardo começou experimentar com alguns métodos de gravação DIY com bandas que integrava na altura, o que o levou a desenvolver um interesse particular pelas áreas do som e produção em musical. 

Em 2018, com dois colegas de faculdade, funda a Chinfrim Discos, editora, agência e promotora independente, de onde surgiram artistas como Bia Maria, RAKUUN, Biloba ou Ana Lua Caiano.

Desde então que Bernardo Ramos divido o seu tempo entre múltiplas funções, assumindo a sua polivalência como cartão de visita na música portuguesa. Toca guitarra com Chinaskee (desde 2017), é o técnico de som ao vivo e colaborador de artistas como Vaiapraia, bbb hairdryer ou xtinto, e responsável pela gravação, mistura e master de diversos artistas, incluíndo Ana Lua Caiano, Bonança, Polivalente ou Bergalgo.

Desde 2022, Bernardo desempenha o papel de formador na Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra, no curso de Produção Musical. Agora, a partir de 2023, Bernardo é também canalzero, estrela pop.

João Gonçalves – Deixem Me Ir (2024) (single)

João Gonçalves – Deixem Me Ir (2024) (single)

João Gonçalves, é mais que um nome próprio, que acredita na força das palavras que se vão soltando nas suas músicas. Se existe arte, esta emerge como o veículo de reais mensagens e um verdadeiro caminho de sentimentos despidos.

As suas ideias centram-se em temas contemporâneos que, na verdade, são intemporais: na emoção humana, na bondade, na esperança, na felicidade e na gentileza, porque o hoje só será um amanhã mais rico e puro – uma história por escrever, uma história por cantar. Diz-se e escreve-se que as somas dos pequenos passos produzem grandes feitos e são as singelas ações que levam à diferença.

Permite que o conheçam, palavra a palavra, revelando a sua luz aos ouvintes, com ambiência intimista. Cada mensagem é apresentada como uma pequena história cantada, distintamente para quem as ousar ouvir e interpretar. Assim, os concertos são uma autêntica viagem, sendo o simples intuito passar a palavra e a sua marca intemporal.

Menino Manequim – Peso Certo (2024) (single)

Menino Manequim – Peso Certo (2024) (single)

Rock Progressivó-Teatral para agradar a todos

Menino Manequim é um quarteto que gosta de fazer barulho com química, humor e atitude.

A música nasce do acaso, trazendo ao de cima instabilidades rítmicas, melodias memoráveis e letras introspectivas, perfazendo um bolo recheado de Rock, Jazz e Fusão.

Dando os seus primeiros passos, o Menino procura mostrar uma sonoridade autêntica e um espectáculo sem igual pelo país fora.

Formação:

Gonçalo Almeida: Voz e Bateria

Guilherme Sequeira: Voz e Guitarra

Henrique Oliveira: Voz e Baixo

Kenny Caetano: Voz e Saxofone

“Gula”, o álbum de estreia de Menino Manequim, estará disponível em todas as plataformas em 2024. Os singles “Escravos”, “Peso Certo” e “Estranhos” são o convite para visitar o seu universo em expansão.

Rumia – Desfado (2024) (single)

Rumia – Desfado (2024) (single)

Usando a letra da música ‘Desfado’ de Ana Moura, Rumia apresenta seu novo single.

Rumia vê “Desfado” como uma canção cheia de contradições. Embora os fados sejam tradicionalmente canções portuguesas, Rumia interpreta “Desfado” de forma diferente. Para ela, a canção desafia os fados convencionais e canta sobre algo que não te pertence inherentemente. 

Como artista meio espanhola, meio portuguesa, esta perspetiva ressoa profundamente com ela – “É como se não tivesse nenhum fado em mim; de qualquer forma, canto-o. Mas no final, embora não me pertença, sinto-o como qualquer outra pessoa”.

A versão de Rumia destaca-se com ritmos energéticos de drum and bass, criando uma cativante e inovadora canção eletrónica.

Este é o single de estreia de Rumia em português, e marca o primeiro lançamento do seu aguardado segundo álbum. O single vem acompanhado de um vídeo musical gravado no norte de Portugal. 

Mallina – Nas Tuas Mãos (2024) (single)

Mallina – Nas Tuas Mãos (2024) (single) Id

Depois do lançamento de ESPELHO, o seu EP de estreia, a ‘‘moura encantada do sul” traz-nos o irreverente single ‘NAS TUAS MÃOS’ que nos mostra a raça de que é feita esta ‘moça’ MALLINA.

Conquistou o público de Lisboa, num quente e cheio Musicbox, no final do ano passado, e está desde então a preparar o próximo grande projeto que inicia com este Pop Eletrónico para soltar os corpos e dançar, mas sempre com a chamada de atenção habitual da artista, temas delicados mas dançados e cantados,  para que se tornem leves mas nunca ignorados.

‘NAS TUAS MÃOS’ é um beat Jersey misturado com influências de Fado e Pop Eletrónico que, nas palavras da artista, “usa para dançar até os sentimentos mais reprimidos”.

“Esta música nem era para ser escrita. Mas em conversa com amigas apercebi-me que não estava sozinha no tema ‘assédio’. Na verdade, já nos tinha acontecido a todas de alguma forma. Assim nasceu esta canção, que fala de um par de mãos que ultrapassa o limite que lhe é permitido e que anula, tira, magoa e muda para sempre, com o impacto que tem no corpo de quem lhe é roubada a liberdade.” afirma a artista sobre o novo single.

É no mote “dançar as nossas dores” que a artista enaltece a força de que podemos ultrapassar até mesmo os desafios mais sombrios e ainda dançá-los e cantá-los. Para que isto seja possível, e na tentativa de ser essa VOZ que fala por todos os que de alguma forma já passaram pelo mesmo, MALLINA juntou-se a DØR e Alex Sweeney para chegar à sonoridade de produção que pretendia para a canção, e contou com a ajuda de Brisa, na letra da música.

Tal como já nos tem habituado, MALLINA nunca nos entrega a sua arte apenas a nível sonoro mas sempre com uma componente visual impactante e distinta. A produção fotográfica e o videoclipe têm como inspiração estátuas e objetos inanimados, para mostrar a sensação de ser-se objetificada. O vídeo é todo ele passado num libertar de tensão e conta com planos onde mãos de várias pessoas com muita vida, ultrapassam o seu limite do toque, mostrando assim, mãos que tiram sem perguntar e que nos marcam para sempre. Para cobrir o seu corpo em grande parte do vídeo, e também na foto de capa do single, MALLINA utiliza um tecido longo e metálico, que para além de trazer o efeito industrial e polido, simboliza a proteção e defesa, em caso de risco.

É assim que percebemos que, esteticamente, a artista tenta cruzar o bizarro com o editorial, tentando dar sempre a sua nota de Cultura Pop e Moda às imagens que produz. Para que este videoclipe e toda a estética acontecessem contou com a preciosa visão da fotógrafa Tatiana Saavedra, e de Andreia Pereira da Silva, no vídeo e edição.

“Quero muito dançar esta música com todas as pessoas a quem um par de mãos lhes roubou o que quer que fosse. Seja isso, consentimento, respeito, espaço pessoal, saúde mental. Uso muito o mote “dançar para avançar! Usem-no também” é o desejo de MALLINA com este novo single.

MALLINA vai apresentar este single pela primeira vez ao vivo já no próximo dia 20 de junho, num concerto único no ESPAÇO MOCHE, com curadoria de Estúdio Zeco e três convidados especiais: Lázaro, Peculiar e Alex D’alva. Uma onda do sul invadirá novamente Lisboa, trazendo a boa hospitalidade que tanto a caracteriza.

‘NAS TUAS MÃOS’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e ao longo do ano de 2024 podemos esperar vários lançamentos, a culminar num projeto com saída em 2025.