Wave Flow – Storms Arise (2024) (single)

Wave Flow – Storms Arise (2024) (single)

Os Wave Flow, originários de Braga, são uma banda influenciada pelos grandes nomes do Rock/Hard Rock, e marcados pelo seu irreverente espírito jovem.

Fundada em 2017 pelos seus membros originais Zé (guitarra e voz), Esteves (baixo) e mais tarde Quim (bateria), os Wave Flow contam hoje com 3 álbuns na sua discografia, caracterizada por uma tendência crescente de intensidade, dinâmica e groove.

O seu álbum de estreia “Big Bang” foi lançado em versão demo ainda no ano de fundação, e reeditado em abril de 2018. Em dezembro do mesmo ano, é lançado o segundo disco “Electric Breath”, melodicamente mais maduro, centrado na mensagem crítica e de revolta.

Com vontade de dar mais corpo ao seu som, dá-se a entrada de Miguel (guitarra solo) no início de 2019, trazendo consigo uma dualidade de power chords e solos melódicos.

Com a chegada do ano de 2020, chegou também um momento negro da história da banda, e da amizade que os caracteriza. O falecimento de Esteves, membro fundador, marcou os restantes integrantes com uma ferida que nunca irá cicatrizar. Após meses de incerteza, Zé, Quim e Miguel decidiram que a única forma de honrar o legado de Esteves seria continuar a fazer o que sempre fizeram juntos e continuar a batalhar pelo objetivo que os uniu. Assim, Zé passou da guitarra para o baixo, e um novo álbum, que viria a definir o seu som enquanto trio, começou a ser trabalhado.

O processo de composição e gravação do novo disco serviu como anestesia para a dor que ainda pairava sobre todos, e é então que é lançado o terceiro e mais recente album dos Wave Flow, “Freak Out”, em julho de 2021, no seu concerto de apresentação, num esgotado Auditório do IPDJ, em Braga.

Chegado o ano de 2022, a banda lançou dois novos singles “Stargaze” e “Value Of Time”, descolados de qualquer álbum ou EP, no sentido de mostrar a nova vertente musical da banda, abraçando um som mais progressivo, sem deixar morrer a personalidade crua e agressiva do Rock, que tanto os caracteriza.

Com o intuito de continuar a evoluir nesse sentido, no inicio do ano de 2023, a banda admite um novo membro, Acácio, incorporando novas harmonias vocais e na guitarra.

Ela Li – Metamorfose Feat Azart (2024) (single) Id

Ela Li – Metamorfose Feat Azart (2024) (single) Id

A cantora e compositora ela li editou o novo single ‘Metamorfose’, uma parceria com o rapper Azart. Já disponível em todas as plataformas digitais, via Warner Music Portugal, esta é uma canção sobre o tema desafiante da mudança.

“Sinto esta música como uma canção quente, que mistura as sonoridades afro e eletrónica de uma maneira dinâmica e divertida. É sobre a mudança, um tema que, para muitos, pode ser desafiante, mas que abordamos de uma maneira leve. Muitas vezes resistimos à mudança por medo e ansiedade, por não sabermos o que esperar ou por receio de sair da nossa zona de conforto”, afirma ela li.

A cantora acrescenta que “‘Metamorfose’ é sobre o facto de não podermos aceitar que o que já não nos preenche nos prenda. Como diz o Azart num dos versos: ‘tudo vai, tudo vem, tudo sai, tudo bem’. É um chegar à conclusão de que ‘toda a tristeza é feita pela natureza’, onde nada se perde, ‘tudo acaba por se transformar’, conforme canto no tema. Essa metamorfose é inevitável, só temos de enterrar o que já não nos faz falta e esperar a mudança que virá”.

A canção é acompanhada por um visual 3D de Santiago Caiado, que segue a inspiração na metamorfose da natureza para expressar o conceito de mudança.

A cantora conta que “o processo de composição foi muito bonito. Eu sabia que queria falar sobre este tema, já tinha escrito alguns versos soltos no computador, bem como o sample que queria incorporar, um pedacinho de ‘Deixa A Gira Girar’, que a banda de MPB Os Tincoãs editou em 1973. Encontrei-me no estúdio com os Mogno – o Luís Sanches e o Bernardo Gonçalves – e começámos a trabalhar na música. Enviei a demo ao Azart e ele adorou e escreveu os versos dele quase de rajada. Estamos muito orgulhosos do tema que construímos”.

‘Metamorfose‘ tem letra da autoria de ela li e Azart, música e produção com assinatura da artista, Luís Sanches e Bernardo Gonçalves e mistura e masterização a cargo do colaborador habitual Tayob Juskow.

Este novo tema é o primeiro que ela li edita após o álbum de estreia, “Choradeira”, de 2023, que deu a conhecer os singles ‘Apaixonei’, ‘Coisa Boa’, ‘Faltam-me as Cores que Nunca Vi’ e o tema título.

“Lancei o álbum “Choradeira” há uns meses e, agora que estou a compor músicas novas, sinto que estou numa fase de mudança e que nada acontece por acaso. Sabia que queria falar sobre este tema nesta música mas sem saber muito bem porquê. Agora faz todo o sentido porque, de alguma maneira, parece que, inconscientemente, eu estava a dizer a mim própria para aceitar todas as mudanças que aí vêm”, revela ela li.

Além de ‘Metamorfose’, a artista está a trabalhar em novas canções e promete mais lançamentos ainda durante 2024.

Jau Mur – Anfitriã (2024) (single)

Jau Mur – Anfitriã (2024) (single) 

O músico, cantor e compositor Jau Mur disponibilizou o novo single ‘Anfitriã’. Com letra, música e produção da autoria do artista, esta é uma canção sobre a nostalgia de recordar um lugar que foi importante numa determinada fase das nossas vidas.

“A ‘Anfitriã’ é uma música sobre aquele momento e espaço que nos foi importante num determinado momento da nossa vida e a sensação agridoce que é saber de saber que aquele período de tempo, apesar de ter terminado, será sempre bom recordar”, revela Jau Mur. “É, mais concretamente, sobre o período em que vivi na Covilhã onde, além de ter sido estudante universitário, descobri e reafirmei quem sou e o que quero fazer. Tentei que a música oscilasse entre o minimalista e o grandioso, porque a peculiaridade da cidade foi para mim, precisamente, a mistura de momentos pacatos e momentos intensos”, conta ainda.

Formado em cinema, Jau Mur idealizou e realizou o videoclipe que acompanha a faixa ‘Anfitriã’, que foi filmado, precisamente, na cidade da Covilhã.

O novo single e vídeo sucedem a ‘Em Contratempo’, um tema igualmente escrito por Jau Mur e cujo videoclipe foi, também, realizado pelo artista.

Nas suas próprias palavras, esta é uma canção autobiográfica sobre “a procura de equilíbrio entre trabalho, lazer, responsabilidades e o quotidiano, partindo do caos e desordem total até se tentar ter tudo sob controlo. Eventualmente encontramos o nosso próprio ritmo, seja ele no tempo ou em contratempo”.

O videoclipe da música segue a narrativa da letra, “retratando pequenas peripécias do meu dia a dia, e acrescentando um contexto narrativo aos momentos da música exclusivamente instrumentais”, diz Jau Mur.

‘Anfitriã’ e ‘Em Contratempo’ fazem parte do álbum de estreia do músico, “Mundano”, marcado por uma sonoridade indie-rock. Inteiramente composto, escrito e produzido pelo artista, este é um conjunto de canções sobre temáticas ligadas ao quotidiano, às quais deu um toque dramatizado.

“Este é um álbum que fala não só de peripécias e acontecimentos da minha vida que senti que davam uma boa história mas, também, de situações do dia-a-dia de outras pessoas que chamaram a minha atenção. Assim surgiu o título, nessa ironia de encontrar relevância no que é mundano. Gosto de pensar que o disco convida o ouvinte a desfrutar de um outro ângulo sobre o que é vulgarizado, seja este um ângulo mais leve, mais atento, mais contemplativo, ou mais nostálgico”, afirma Jau Mur.

“Mundano” conta com a participação de vários intérpretes e instrumentistas, como Yara Mara, Maria Moura, Filipa Pinto ou Zé Moreira, e, por isso, Jau Mur considera-o um trabalho de parcerias. O disco inclui os singles ‘O Carmo e a Trindade’, ‘Crias e Progenitores’, ‘−£10,000’, ‘Em Contratempo’ e ‘Anfitriã’.

Bombazine – Cartago (2024) (single) Id

Bombazine – Cartago (2024) (single)

Os bombazine são uma banda portuguesa de indie pop/ rock formada em 2022 que conta com cinco amigos de longa data: Filipe Andrade (baixo), Manuel Figueiredo (teclas), Manuel Granate (bateria), Manuel Protásio (guitarra) e Vasco Granate (voz/guitarra).

Após trabalhar nas primeiras maquetes, a banda uniu forças com o músico e produtor João Sampayo para gravar e produzir o seu primeiro trabalho de estúdio, o EP de estreia – “Grã-Matina” – e o seu primeiro single “Tábua Rasa”. Lançado em abril de 2023, o EP marcou o início da jornada musical da banda, assumindo uma verticalidade pop e indie, envolvida na tendência dos grooves que se ouvem lá fora. 

Em 2024, regressam com “Cartago”, o primeiro single de avanço do novo trabalho de originais da banda, a ser lançado ainda este ano. O tema retrata uma exploração imersiva da amizade, explorando as nuances boas e más no confronto entre sonoridades quentes e dançantes com tons psicadélicos e sombrios.

“Cartago” assinala também o primeiro videoclip da banda, que conta com a realização e edição de João Alkmim e Francisco Osório, gravado entre as paisagens campestres do Alto Alentejo e a histórica cidade de Elvas.

Maya Blandy – Calor (2024) (single)

Maya Blandy – Calor (2024) (single)

ESTREIA EM PORTUGAL DA JOVEM ARTISTA COM ORIGEM AUSTRALIANA, ALEMÃ E BRITÂNICA, E QUE CRESCEU NA MADEIRA

O single “Calor” marca a estreia em português da jovem cantora e compositora Maya Blandy no mundo da música nacional. O tema foi produzido por Jake Wherry, conceituado produtor e fundador da banda de jazz/hip-hop, The Herbaliser. A autoria do single é partilhada por Maya e Jake Wherry. A música explora sonoridades Afrobeats e R’n’B com lírica poética sobre amor e a natureza. O vídeo foi filmado na Madeira, com realização de Michel de Freitas.

Maya vai atuar pela primeira vez em Portugal, no Music Box, em Lisboa, no dia 27 de Junho, às 21h30. A artista funde ritmos e melodias soul / rhythm and blues com a energia contagiante da disco, o apelo intemporal do pop e a essência sincera do soul e do jazz.

Maya Blandy nasceu na Austrália, tem família inglesa e alemã, mas cresceu na Madeira, onde tem vivido grande parte da sua vida. A sua infância foi influenciada por várias culturas e estilos de música criando assim o estilo único da artista que explora jazz, soul, funk e música portuguesa. Maya adora artes: no seu tempo livre pinta, escreve e lê. Tem um amor profundo por biologia marinha e se não estivesse a fazer música provavelmente seguiria esse percurso. Maya estudou música na Universidade de Manchester onde tem passado os 3 últimos anos da sua vida a construir a sua carreira. 

A artista de 21 anos lançou o seu primeiro single em 2023, “Stardust” (feat. Kathy Brown), produzido por Jake Wherry. Desde então os dois colaboram a criar sons únicos que misturam jazz, soul e R’n’B e que têm tido reconhecimento internacional com airplay em Inglaterra, Portugal, Estados Unidos e Japão (BBC Radio 6, Radio Oxigénio, Antena 3 Madeira, entre outros).  

Em Maio deste ano, Maya Blandy lançou o seu primeiro álbum “Stardust” com a participação de artistas internacionais, como Kathy Brown, Muneshine, Trevor Mires e Ryan Quigley.  

Para além do concerto no Music Box, dia 27 de Junho, a artista vai atuar também no dia 20 de Julho no Summer Opening Madeira; e no Algazarra Festival, em Porto Santo, no dia 15 de Agosto.

AGENDA:

27 Junho, 21h30 – Music Box, Lisboa

20 Julho – Summer Opening, Funchal, Madeira

15 Agosto – Algazarra Festival, Porto Santo, Madeira

Rita Onofre – Não Mereço (2024) (single)

Rita Onofre – Não Mereço (2024) (single)

Rita Onofre inaugura uma nova era de lançamentos com a apresentação de “não mereço”, canção que chega às plataformas digitais já na próxima quarta-feira, dia 5 de junho.

“não mereço” é uma canção que explora sonoridades pop e indie, um assumir da artista da aglutinação destes dois territórios sonoros num tema que Tca no ouvido após a primeira audição e promete tornar-se naquelas canções obrigatórias de ouvir nos indolentes mas eufóricos dias de verão que se aproximam.

A canção embebe admitidamente de um universo “y2k”, a pop reminiscente dos anos 2000, coreografada e harmónica, uma sonoridade bem familiar para Rita Onofre, uma homenagem à música que ouvia ao crescer.

Ao lado do produtor NED FLANGER, em “não mereço” a artista explora o auto-tune e as palavras transparentes para ilustrar um acto de amor próprio. “Há que saber largar para continuar a engrandecer”, refere Rita Onofre sobre a inspiração de composição e da criação da letra.

A partir de 5 de junho o novo single de Rita Onofre chega a todas as plataformas digitais e conta com o lançamento de um videoclipe gravado em casa e criado com Vasco Souto e João Vieira.

Este é o tema que segue à sua passagem pelo Festival da Canção no início de 2024 com a canção “Criatura”, que chegou à Tnal do festival.

Rod Krieger – Cai O Sol E Sobe A Lua (2024) (single)

Rod Krieger – Cai O Sol E Sobe A Lua (2024) (single)

Rod Krieger revela primeiro tema de disco registado em aldeia Portuguesa

Quatro anos após a estreia a solo com o disco A Elasticidade do Tempo, o artista brasileiro edita Cai o Sol e Sobe a Lua, que dá vida ao novo álbum

Cai o Sol e Sobe a Lua foi a primeira canção a ser escrita, “talvez a única composta em Lisboa”, lembra o brasileiro Rod Krieger que escolheu Portugal como sua segunda casa desde 2019. Hoje, a viver entre o oeste português e o Rio de Janeiro, ele lembra de quando teve acesso a obras de compositores portugueses, tendo se conectado principalmente com os primeiros discos de Jorge Palma. Foi neste momento que nasceu a música que depois viria a ser o pontapé inicial para o disco, que será editado em Outubro.

“Como essa música é mais antiga, e quando foi criada não existia a pretensão de registar um álbum, fiz algumas versões até chegar ao resultado final. Então, ela acabou por ser uma espécie de laboratório para o que viria a surgir, como se fosse uma matriz. Às vezes, estava a criar versões para ela e surgiam outros fragmentos que se transformavam em novas canções. Sem querer acabei por gerar o que viria a ser o segundo disco”, comenta Krieger.  

Space Rock com batidas eletrônicas e melodias pop psicodélicas: é nesta fusão de ritmos que o artista aposta a sonoridade. Já sobre a letra, ele reforça a influência da vida numa aldeia portuguesa: “Penso que nessa nova fase estou escrevendo de uma forma mais introspectiva, muito influenciado pela minha vivência na aldeia Sobral do Parelhão, que fica no oeste português. De uma certa forma, aquela vida um tanto bucólica acabou caracterizando um pouco as letras”. O processo de composição foi sob controle total do compositor, tanto que todos os instrumentos foram registrados por ele mesmo, no seu próprio estúdio, com exceção da flauta por João Mello, e das teclas que ficaram por conta de João Nogueira. 

A obra completa, que será editada em Outubro, vai compor um filme que tem como pano de fundo a pequena aldeia de Sobral do Parelhão, localizada no concelho do Bombarral, no distrito de Leiria, em Portugal, onde o disco foi registado de 2021 a 2023. 

Cidadela – Onde Não Vais (2024) (single)

Cidadela – Onde Não Vais (2024) (single)

Cidadela lançam segundo single “Onde não vais”

Banda portuguesa segue estilo rock alternativo e está a trabalhar no primeiro álbum de estúdio

Lisboa, 03 de junho de 2024: A banda Cidadela lançou o seu segundo single, “Onde não vais”, tema que integra o primeiro álbum de estúdio do projeto português a editar no final de 2024.

Para os músicos da banda, “a música sempre foi, para nós, uma forma de expressar o que nem sempre conseguimos por palavras e este novo single, ‘Onde Não Vais’, quisemos debruçar-nos sobre as experiências e as expectativas que não vamos viver, à medida que crescemos. São escolhas e versões de nós que nunca iremos conhecer, deixando sempre espaço para dúvidas e ansiedade mas sabendo que, um dia, teremos de fazer as pazes com tudo o que não concretizámos”.

Além dos instrumentos que compõem a base da música (bateria, guitarras, teclas e baixo), as vozes foram também utilizadas como samplers com efeito ao longo do tema. “Quisemos que funcionassem como uma espécie de eco dessas versões de cada pessoa que nunca serão conhecidas, perdidas no tempo e no espaço, em realidades alternativas que não nos tocam”, explicam os músicos.

O tema esteve em desenvolvimento por cerca de três anos, atravessando diferentes transformações até à versão que hoje se ouve. Por curiosidade, os acordes que lhe servem de base e o refrão foram os primeiros elementos a surgir e mantiveram-se inalterados para esta edição final, como fios condutores entre as várias versões que o single foi tomando.

Estão previstos vários concertos de apresentação do projeto, em datas a anunciar, pelo país. Além de “Onde Não Vais”, que já está disponível em todas as plataformas digitais, é possível ouvir “Fragmento”, single lançado no ano passado.

Too Many Suns – 1974 Feat. Surma (2024) (single)

Too Many Suns – 1974 Feat. Surma (2024) (single)

Os Too Many Suns acabam de editar o seu segundo longa duração, “Reverie”, acompanhado pelo single e respetivo videoclipe, “1974”, em colaboração com Surma. O disco surge com o selo da novíssima Reverie Records e assume o “pop” como papel mais central, não impedindo a simplicidade deste registo de abordá-lo com mais maturidade, explorando diferentes registos sonoros. São nota disso as diferentes parcerias com as vozes femininas de Surma (‘1974’), Beatriz Nunes (‘Take Me Home’) e a estreante So (‘Gold’), bem como o Bansuri Nepalês de Sunil Pariyar (‘C’mon’).

Em “Reverie” – produto da imaginação ou do sonho; fantasia; quimera – a banda divaga, como é seu hábito, por entre canções e explorações sónicas, mas os temas apresentam um cunho onírico que os agrega, contemplando o significado do disco, seja na lírica, seja na atmosfera criada por Hugo Hugon (guitarra e voz), João Cardoso (bateria), Vasco Rato (baixo) e Simão Reis (guitarra e teclas).

Depois dos dois EPs ‘Garden’ (2019), ‘Quiet’ (2022) e do álbum ‘Meaning of Light’ (2020), os Lisboetas Too Many Suns sublinham ainda que, com este novo trabalho, não fugiram à sua identidade feita de contrastes, em que o “pop” e o “rock” são desenhados de forma imprevisível (oiça-se ‘Parallels’), e em que canções (‘Gold’) se misturam sem medo com temas mais conceptuais (‘Kim Gordon’).

“Reverie” está disponível a partir deste dia, 24 de maio, em formato CD, com uma primeira edição de 200 exemplares, e na loja online storeindiemusic.pt. A acompanhar o lançamento do disco, a banda foca as atenções no single “1974”, em colaboração com Surma, um dos nomes mais impactantes da música alternativa portuguesa, e que conta a história de dois potenciais amantes que se deparam com a nossa Revolução dos Cravos e com tudo o que isso poderá representar no seu futuro. Uma alegoria necessária em tempos de intolerância e de futuro incerto, mas também de esperança e luta por valores de liberdade.

O disco será apresentado ao vivo no dia 22 de maio no Musicbox em Lisboa, no dia 21 de junho no Maus Hábitos no Porto e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. “Reverie” conta com gravação de Ulpiano Cabalbo nos Waahs Studios e produção de André Isidro na Ducktape Melodies, com edição a cargo da Reverie Records e gestão, distribuição e suporte da Indie Music PT.

Novos Románticos – Intergalático (2024) (single)

Novos Románticos – Intergalático (2024) (single)

“Saudade Internacional” é o novo EP dos Novos Românticos. “Intergalático” é o single que acompanha o disco e fala sobre o condicionamento que as redes sociais e as novas tecnologias provocam nas relações humanas.

Este novo trabalho da banda, influenciada pela onda que, a certa altura, invadiu o póspunk e a synthpop do Reino Unido, aborda a temática da crítica social e política, presente também no EP de estreia, lançado simbolicamente no Dia do Trabalhador do ano passado, mas desta vez centrada nas relações humanas.

“Mocidade”, “Escadas” e “Intergalático” são canções (substantivo aligeirado por quem expressa provocações um tanto ou quanto punk) que vivem de saudade e inquietação, em tempos vividos 24/7 agarrados ao ecrã e conectados com o mundo. A influência que estas novas tendências têm no nosso humor, pensamento e forma de estar; a nostalgia de um passado recordado pelas memórias do Facebook; e as caras que outrora nos eram tão

próximas e agora são apenas um story diário no Instagram. A conexão mantém-se, mas a verdadeira conexão do calor humano e dos abraços está a perder-se nas ligações wi-fi.

A banda de David Félix (Malibu Gas Station, Félix Gambino e David From Scotland), Emanuel Ribeiro (The Silence In Between) e Marcos Cândido chega-nos assim, na sua tradução literal para português do movimento “New Romantics”.

Os Novos Românticos irão apresentar “Saudade Internacional” dia 21 de junho no Maus Hábitos, no Porto, e dia 11 de outubro no Mavy, em Braga.

Fr3ddy – Quem Sou (2024) (single)

Fr3ddy – Quem Sou (2024) (single)

Fr3ddy está a revolucionar o panorama da música nacional com o lançamento do seu novo single “Quem Sou”. Este talentoso artista, que pertence à vanguarda da nova música portuguesa, destaca-se pela sua abordagem híbrida que combina elementos de R&B, Indie e Pop/Rock para criar uma sonoridade verdadeiramente única.

“Quem Sou” não é apenas mais uma música, é o marco inaugural de uma carreira promissora e uma obra significativa. O single marca a primeira incursão oficial de Fr3ddy no mundo da música, depois de ter partilhado um conjunto de músicas de forma espontânea e descomprometida nas plataformas digitais, utilizando-as como veículo de expressão artística.

Produzido por CVIEIRA, anteriormente membro dos Puzzle e agora a solo, “Quem Sou” transporta-nos para um universo sonoro que evoca sonoridades de artistas como Frank Ocean e Marvin Gaye, com uma pitada inspirada em The Strokes e Chuck Berry.

Fr3ddy não se limita a criar música; ele está determinado a construir uma carreira sólida e duradoura, edificando um legado que ressoará entre uma fervorosa tribo de fãs indie.

As suas letras carregadas de emoção e significado capturam a essência da sua jornada artística e pessoal, oferecendo uma experiência auditiva que transcende o convencional.

“Quem Sou” já está disponível em todas as plataformas digitais e convida os ouvintes a embarcarem nesta viagem musical extraordinária com Fr3ddy!

Mars County – Luminous (2024) (single)

Mars County – Luminous (2024) (single)

Mars County, o conjunto rock psicadélico, conhecido pelos seus ambientes sonoros vibrantes e as suas performances com alma, disponibilizam o novo single “Luminous” no mesmo dia da edição do álbum de estreia Echoes Through Time.

“Luminous” promete ser um tema essencial para a discografia da banda e é mais uma prova da evolução da banda e de sua exploração de novos territórios sonoros. A faixa apresenta uma mistura hipnotizante de riffs de guitarra etéreos, linhas de baixo ressonantes e uma percussão dinâmica, tudo harmonizado com as vozes de Rui Gamito e coros de Filipa Lopes.

Produzido por Guilherme Gonçalves, conhecido pelo seu trabalho com Keep Razors Sharp, Sean Riley, “Luminous” debruça-se sobre temas de superação pessoal e descoberta interior. As letras convidam os ouvintes a entrarem numa viagem através das suas paisagens sonoras, guiados pelos ritmos pulsantes e as melodias de guitarra envolventes, próprias do psicadelismo.

A acompanhar o lançamento do single “Luminous” será também disponibilizado um vídeo com várias fotografias tiradas em analógico, pelo fotógrafo Márcio Barreira, com os Mars County em estúdio e em palco. 

“Com a “Luminous” nós quisemos criar um tema que não fosse apenas musicalmente forte, mas também visualmente atractivo.”, diz o vocalista/guitarrista Rui Gamito. “Acreditamos que esta canção demonstra bem a nossa evolução enquanto banda.”

Echoes Through Time é um disco muito especial para os Mars County por ser a sua estreia num longa duração. Gravado nos míticos BlackSheep Studios, em Sintra, a produção esteve a cargo do Francisco Dias Pereira (Keep Razors Sharp, Them Flying Monkeys). 

Inspirada pelas paisagens sonoras dos desertos americanos, esta banda tem a alma dividida entre Lisboa e o Texas. Os Mars County são David Vistas na guitarra principal, Francisco Miranda no baixo, teclas e coro, Ricardo Espiga na bateria e percussão, e Rui Gamito na voz e guitarra ritmo. Os seus membros já passaram por projetos como Miss Lava, Yardangs, They Must Be Crazy e Zebra. O rock, esse, é psicadélico como se quer.

Em 2023, os Mars County foram os vencedores do XXVII Festival de Música Moderna de Corroios e agora, Echoes Through Time, o seu álbum de estreia, vê finalmente a luz do dia. Echoes porque as canções, tal como ecos, ecoam no tempo e remontam a 2021. Em 2022, a banda lançou três singles, que também integram o disco, gravado nos Black Sheep Studios, em Sintra, com a produção de Guilherme Gonçalves (Keep Razors Sharp, Sean Riley, Sonic Boom).

“Após uma intensa viagem, ao longo de três anos, marcada por uma paixão inabalável pela música, estamos muito entusiasmados em partilhar o nosso álbum Echoes Through Time. Este álbum espelha toda a nossa evolução enquanto banda, tanto no estúdio, como na escrita de canções. É um orgulho imenso poder partilhar este esforço colectivo com ligação directa à nossa alma sonora.” explica Rui Gamito, vocalista.

Para mais informações sobre os Mars County e as suas datas futuras, sigam as suas redes sociais ou no site https://linktr.ee/marscountyband