MaZela surge da procura de equilíbrio entre a aceitação da dor e as tentativas de a diminuir.
Ao mesmo tempo que celebra mazelas, zela por elas. O projecto iniciado em 2020 por Maria Roque na voz e guitarra, entrelaça-se agora com uma segunda guitarra, a Alexandre Mendes.
“Naveguei”, editada no final de 2023, é agora acompanhada pela novíssima canção “Luz no Escuro”, para juntas nos revelarem um pouco do que será “Desgostos em Canções de Colo” – EP de estreia, que será lançado no final do ano. Para os mais distraídos, é a voz e a guitarra de Maria Roque que se podem ouvir em “Canção a Zé Mário Branco” no premiado disco “2 de Abril” de A Garota Não.
No passado mês de Maio, MaZela foi a grande vencedora da edição de 2024 do Festival Termómetro e irá marcar presença nos festivais NOS Alive e Vodafone Paredes de Coura.
B/GAMIA – Incondicional (2024) (single)
B/GAMIA – Incondicional (2024) (single) Id
Os B/GAMIA acabaram de lançar o seu disco de estreia “AMOR E UMA CATANA” no Rock Station Lisboa. Um álbum inspirado no amor perdido, memória e nostalgia, auto-superação, solidão e as transformações do mundo pós-pandémico nos últimos quatro anos. Algumas das músicas presentes neste disco, licenciado pela FAROL MÚSICA, incluem o single “Incondicional”, “A Razão” e “Corpo com Corpo”.
Depois de já ter sido banda de abertura para the Gift ou Os Quatro e Meia, B/GAMIA está a preparar uma tour para o ano de 2024 e gostaríamos de expressar a nossa disponibilidade para apresentar este trabalho junto de vós, com a vossa ajuda na divulgação.
Zé Menos & Pedro, O Mau – Corpo Que Gira (2024) (single)
Zé Menos & Pedro, O Mau – Corpo Que Gira (2024) (single)
Sucedendo a “arena”, o primeiro single e manifesto de abril, zé menos lança o seu novo EP, “quatro partos”. O artista gaiense juntou-se ao produtor Pedro, o Mau (parte integrante do projeto ALMA ATA) para um registo colaborativo, composto por 6 faixas produzidas por Pedro, o Mau; escritas e interpretadas por zé menos.
Se no seu estreante e aclamado disco “o chão do parque”, editado em 2019, a
agulha musical revelou novos traçados para o hip hop nacional, num registo outonal e exploratório, criado inteiramente por si, da escrita à composição, agora, em “quatro partos”, zé menos caracteriza-se enquanto cantautor contemporâneo, servido de instrumentais eletrónicos melancólicos, alimentados a notas soltas de guitarra e a ritmos espaçados, que dão liberdade à experimentação de novas abordagens criativas na utilização da voz e das palavras expressas pelo artista.
“Tenho pensado nestas canções como as canções que fiz enquanto não pude fazer outras.”
– zé menos
Da vulnerabilidade transportada em “borratado”, passando pela cândida “canção de embalar” ou a sonhadora “corpo que gira”, as músicas que formam o EP são peças que se ligam não por uma temática em específico, mas pela leveza do seu ser. Mesmo que os temas soem “tristes”, tal como descreve o artista, eles apontam para um lugar de esperança e tranquilidade. Um pequeno passo antes de um grande salto.
Disponível nas plataformas digitais a partir de 31 de maio, o EP “quatro partos”
merecerá em breve uma edição física em cassete pela Biruta Records. Este novo trabalho de zé menos conta com concertos de apresentação a 5 de julho no Maus Hábitos, Porto e a 12 de julho na Casa do Comum, Lisboa.
Mirza Lauchand – Sunsetlove (2024) (single)
Mirza Lauchand – Sunsetlove (2024) (single)
M I R Z A Lauchand revela “Sunset Love” Primeiro single retirado do novo disco, “HÍBRIDO VOLUME 2”
Esta é a segunda vida de M I R Z A Lauchand: diferentes géneros musicais e um handwriting com estórias de outras gentes
“Sunset Love” é o primeiro single retirado de “HÍBRIDO VOLUME 2” e com data de lançamento a 31 de Maio.
“Cantei esta canção ao vivo logo nos meus primeiros concertos ao vivo em 2021. Quis perceber se as pessoas sentiam o mesmo do que eu, de que este beat nos entra no coração com uma ginga própria, cheia de personalidade e que quase nos obriga a dançarmos sozinhos com a mão ao peito. Não me enganei! O público à minha frente reagiu como eu, com uma felicidade nos olhos, com uma leveza no corpo que poucos sons nos despertam ao longo da vida. As certezas estavam escritas – este seria um dos singles do meu próximo EP – Híbrido Vol. 2. “Sunset Love” ganhou uma nova roupagem depois disso, ficou ainda mais volumoso e com uma identidade única. Nao seria mentira se dissesse que é um dos temas mais improváveis do meu caminho até aqui. Não foi musicado por mim, nem teve a minha caneta na escrita, pela primeira vez. O mestre disto tudo é 40D, um produtor moçambicano que se cruzou na minha vida pelo acaso. Depois o também produtor Tayob J. completou a tela desta bonita canção com um bom gosto fora de série. A escola World Academy tratou de tudo isto como se fosse um filme. Para o vídeo, imaginei o Wilds Gomes como a personificação de um amor próprio que tantas vezes negligenciamos. Acho que fizemos eternidade! “ – M I R Z A Lauchand
Single “Sunset Love” música, letra e mistura: 40D masterização:Tayob J lançamento: 31 de Maio de 2024
Bia Maria – Marcha Da Paridade (2024) (single)
Bia Maria – Marcha Da Paridade (2024) (single)
Bia Maria, uma das cantautoras portuguesas mais inquietantes do mundo da
música emergente portuguesa, apresenta “Marcha da Paridade”, o single
introdutório e bandeira do seu disco de estreia, a sair em novembro 2024.
Esta canção marca uma nova fase do percurso da artista, depois da edição de 3 EPs, de atuações em datas próprias e festivais, do lançamento de singles como o mais recente “Campo/Cidade”, a artista prepara-se para [nalmente lançar um álbum de longa-duração.
“Marcha da Paridade” conta com uma letra mordaz e incisiva sobre o que é ser mulher e artista mulher na atual sociedade. Zeca Afonso já dizia “Mulher na democracia não é biombo de sala”.
Nem na democracia nem na arte.
“Em pleno séc. XXI ainda se contesta o papel da mulher na sociedade, ainda hoje vemos direitos conquistados a ser postos em causa. A marcha da paridade surge como um acordar para esta realidade. É tal e qual como o nome designa, uma marcha, uma revolta. Nasceu como uma súplica
à mulher que vive dentro de mim e que eu não sabia existir até ter sido confrontada com diferentes lutas e desigualdades no meu processo de amadurecimento. A minha arte avança em paralelo ao meu crescimento enquanto pessoa e portanto vai ser sempre o reflexo das minhas inquietações, das minhas dúvidas mas também das minhas certezas. É nela muitas vezes que encontro a força para continuar a viver em harmonia com o mundo.” refere Bia Maria.
O lançamento da canção é acompanhado pelo lançamento de um videoclipe realizado por Camila Ciardi e que é protagonizado pela própria artista.
“Marcha da Paridade” é o primeiro grito de Bia Maria que ao longo dos próximos meses até novembro de 2024 promete mais lançamentos, novidades e concertos.
Yakuza – Penha (2024) (single)
Yakuza – Penha (2024) (single)
YAKUZA anunciam ‘2’, o segundo álbum do coletivo de novo jazz português
“PENHA” e “BATOTA” são os singles que surgem em antecipação
Os YAKUZA estão de volta com um novo álbum. Depois do aclamado e celebrado ‘AILERON’, a banda fez-se ouvir em palco durante os anos que se seguiram. Pelo caminho, ainda pudemos escutar versões de músicas suas em concerto com ‘LIVE at Festival Iminente’, um natural indicador de uma banda que não se ficou pelo estúdio e que, tanto na pandemia como no seu posterior desconfinamento, ocupou-se com esta importante faceta da sua música.
A banda… bem, sejamos sinceros: nem mesmo os membros olham para esta entidade como uma “banda”. YAKUZA é um coletivo móvel, um grupo de músicos experientes que nunca foi dado a estas noções fronteiriças. No novo álbum ‘2’ há apenas a certeza que Afonso Serro, Afta3000, Pedro Ferreira, Alexandre Moniz e Pedro Nobre são os 5 dedos de uma mão que transborda impressões digitais únicas.
Além de YAKUZA, todos estes músicos estão muito envolvidos no tecido musical português. Afonso Serro fundou Mazarin e Atalaia Airlines; Afta3000 é um baixista experiente, com um projeto de música eletrónica; Pedro Ferreira faz parte de Quelle Dead Gazelle, e já produziu nomes de Pedro Mafama, a Criatura e Expresso Transatlântico; Alexandre Moniz tem estado presente no universo indie, principalmente como membro dos Galgo; e Pedro Nobre é um músico de jazz, com um pé em Portugal e outro na Holanda e, em tenra idade, liderou a numerosa banda Loosense.
Há uma direção estética que aponta para os recantos mais modernos do jazz, mas não ignora a eletrónica e a vontade de dançar que existe entre os sintetizadores, a bateria sincopada, os teclados luxuosos e as grandes linhas de baixo, movimentado e possante. Há liberdade para criar novos mundos no free jazz, como em “AIDA INTRO”, mas não esqueçamos as paisagens para sonhar e uma composição que não olha para o jazz como uma noção estanque, seja em “TRUQUE DI MENTE”, “BATOTA” ou “MEIA DOSE”.
Para já, os dois primeiros singles, “PENHA” e “BATOTA”, saem neste dia, 31 de maio, em todas as plataformas digitais. Duas faixas que abrem a porta para este mundo, numa toada soalheira, tanto contemplativa como intensa.
Créditos
Artwork/Capa: Cláudio Ivan Fernandes
Composto e produzido: Afonso Sêrro; Pedro Ferreira; Afta 3000; Alexandre Moniz;
Pedro Nobre.
Misturado: Pedro Ferreira
Masterizado: Diego Reis
Trovador Falcão – Talvez Um Dia (2024) (single)
Trovador Falcão – Talvez Um Dia (2024) (single)
‘Talvez um dia’ é o novo single de Trovador Falcão, ele que a solo já nos havia apresentado um Disco e um EP, e vários lançamentos com Hércules, a sua banda.
Depois de ‘Melros’ e ‘NEO-RURAL’, surge ‘Talvez um dia’, o single de avanço do próximo trabalho discográfico a solo ‘Pedra, Papel, Tesoura’.
Nesta nova canção, o artista aborda o amor recusado, a atracção não correspondida – “É sobre alguém que tenta a sua sorte várias vezes, com a mesma ou pessoas diferentes mas falha sempre. É uma canção alegre e mexida, mas ao mesmo tempo pessimista e melancólica. Em termos instrumentais, o arranjo foi composto para ser fácil de ouvir, reconhecer e tocar, ao mesmo tempo que tem influências na harmonia jazzística e no indie-pop.” afirma Trovador Falcão.
‘Talvez um dia’ foi escrita e composta por David Simões que também assegurou guitarra, voz, teclas, baixo, bateria, composição e produção. Ainda nas teclas conta com Henrique Rosário, e na masterização conta com Bernardo Ramos.
Trovador Falcão, heterónimo de David Simões, assegura um lugar na música portuguesa desde 2017, mas é com ‘Talvez um dia’ e posteriormente ‘Pedra, Papel e Tesoura’ que definirá o seu lugar no contexto indie pop-rock em Portugal.
O artista soma também algumas apresentações ao vivo em espaços como Musicbox, Com Calma em Benfica, no Sabotage Club, no Tokyo, entre outros.
O novo single de Trovador Falcão já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming.
Tiago Cardoso – Leanor (2024) (single)
Tiago Cardoso – Leanor (2024) (single)
Tiago Cardoso, músico e compositor, disponibilizou o primeiro single “Leonor” enquanto artista solo. Com letra e música escrita pelo próprio, esta é uma música que conta a história de Leonor a partir da primeira estrofe do poema “Descalça Vai para a Fonte” de Luís de Camões e coloca a personagem principal, Leanor, nos dias de hoje.
O cenário de Camões é belo e romântico, mas a Leanor que ganha vida nesta canção não é a mesma, não nasceu no mesmo local. A Leanor que a música retrata nasceu num país como a Palestina, a Ucrânia ou o Sudão e vive uma realidade muito diferente. Leanor está descalça porque não tem nada para calçar, vai à fonte, mas não consegue trazer muita água, é uma mulher bela, mas isso pouco lhe serve quando vive o sofrimento da guerra.
“Leonor” é a primeira canção apresentada pelo músico, depois da sua passagem pela banda Vila Martel e o primeiro de vários lançamentos de Tiago Cardoso previstos para 2024.
A canção conta com um videoclip, realizado por Francisca Carreira, e gravado no Hub Criativo do Beato, onde Leanor é representada por uma bailarina, Bonnie Hiron, retratando a realidade das pessoas que vivem neste cenário. Foi possível contar com 13 refugiados de diferentes países para participarem como figurantes, tornando a mensagem e o simbolismo da canção ainda maiores.
Gravado no Shepherd Studios e no Clube Capitão Leitão
Tiago Cardoso- Composição, Produção, Letra, Voz, Baixo, Guitarra Lead, Guitarra Elétrica, Sintetizadores, Piano Acústico, Piano Elétrico
Carolina Nóbrega- Guitarra Ritmo
Mariana Tereso- Piano Acústico
Afonso Alves- Bateria
João Centeno- Co-produção
Diogo Castelo Branco – Mistura e Masterização
quem é tiago cardoso
Tiago Cardoso desde cedo começou o seu percurso no mundo da música, estudando na Academia de Música de Santa Cecília. Anos mais tarde, e já afastado da música, começou a ganhar o gosto pela escrita e ouvindo aquela que seria a sua banda preferida, Pink Floyd, percebeu que podia expressar o que sentia através de canções. Assim, numa mudança de rumo repentina e, seguindo o coração, arriscou neste mundo!
Iniciou a sua aventura na banda Vila Martel, com dois discos editados, onde foi baixista, compositor e letrista. O disco “Nunca Mais é Sábado” esteve bastante presente por diversas rádios (Antena 3, Vodafone FM, Radar) com os singles “Não Nos Deixem Ir Embora” e “Ninguém”.
Agora, procura a sua estreia a solo, com temas mais conceptuais e que abordam temas como os Direitos Humanos. A evolução musical prende-se no género que assume, onde procura um Rock mais progressivo e psicadélico, sem se prender tanto ao “óbvio”. Assume também uma postura mais atrevida, arriscando na megalomania e grandiosidade, tentando sempre juntar vários artistas, de diferentes áreas, na criação de projetos muito completos e diversos,focados na música criada, mas que tragam novas interpretações, visões e criações!
Sogranora – O Que For Será (2024) (single)
Sogranora – O Que For Será (2024) (single)
Os Sogranora editaram o EP “Dançar Sobre Arquitetura”, já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade indie-pop, este é o terceiro curta-duração do trio composto por Ricardo Sebastião (voz, guitarra, baixo, sintetizadores), Tomás Andrade (guitarra, baixo, sintetizadores, voz) e Vasco Gomes (bateria, sintetizadores, voz). O EP é o primeiro em que todos os elementos da banda assumem a voz principal e inclui 5 canções com letra, música e produção da própria banda. Nas palavras do grupo, o curta-duração é um conjunto de “histórias e pensamentos sobre desamor. O Frank Zappa disse uma vez que “falar sobre música é como dançar sobre arquitetura”. Gostámos muito deste conceito e achámos que faria sentido para estas músicas, que são canções sem grandes preconceitos ou racionalizações. São apenas para se sentir e levam-nos a dançar sobre a arquitetura complexa dos nossos pensamentos e sentimentos”. Os Sogranora revelam que encontraram nas canções do novo EP “uma forma de libertação e expressão de sentimentos e pensamentos, num ambiente de melancolia harmoniosa que leva o ouvinte numa jornada emocional que vai desde a tristeza e desespero até à esperança e aceitação. “Dançar Sobre Arquitetura” é um registo de baladas sentimentais, pinceladas com camadas de guitarras acústicas e elétricas nostálgicas, ruidosas e funky, coros e vocais épicos, baterias acústicas e eletrónicas e sintetizadores variados”. Além dos temas habitualmente interpretados pelo vocalista principal Ricardo Sebastião, “Dançar Sobre Arquitetura” “apresenta um novo universo criativo e performativo, no qual os três elementos da banda assumem o papel de compositor e vocalista principal. ‘Que Distância É Essa?’, por exemplo, conta com a voz groovy do baterista Vasco Gomes e é uma música que aborda a importância da demonstração de vulnerabilidade e empatia, caracterizada por um ambiente dançável e percussivo, enquanto o carácter intimista e, de certo modo, conformista de ‘O Que For Será’ faz da canção uma balada soft-rock melancólica e sentimental, marcada pela leveza da voz do Tomás Andrade e do seu piano. A partir desta ambivalência musical expandimos a nossa sonoridade para novos rumos sonoros que não tínhamos explorado até agora”, confessa a banda.
Os Sogranora anteciparam o novo EP com o tema ‘Sereias do Mal’, que “conta a história de umas sereias que nos seduziram e embalaram, apenas para diversão pessoal”, conta o trio. “Ao contrário das restantes canções, que são mais íntimas e sentimentais, esta é mais em tom de brincadeira”, acrescenta a banda. “Dançar Sobre Arquitetura” é acompanhado pelo novo single ‘O Que For Será’, uma balada indie pop que o trio descreve como “um grito de libertação e crescimento pessoal, uma necessidade de despertar e um mantra que nos lembra que a vida fluirá sempre como tiver de ser, de forma genuína e não forçada”. “Dançar Sobre Arquitetura“ é o terceiro EP dos Sogranora. O curta duração sucede a “Amarílis”, de 2023, e “Altivez e Castigo”, de 2020, projetos que deram a conhecer temas como ‘Qualquer Impasse’, ‘Alguém’, ‘Cá Pra Ver’, ‘Semilisboeta’ ou ‘Se Ficares Sem Chão’.
Ligados à música desde cedo, Tomás Andrade e Vasco Gomes estudaram no Hot Clube. Já Ricardo Sebastião descobriu a paixão pela música mais tarde e aprendeu tudo o que sabe praticamente de forma autodidata. Além de músicos são todos professores de música, com formação pela ETIC e pela ESML.
Pipa Maldonado – Flores (2024) (single)
Pipa Maldonado – Flores (2024) (single)
‘Flores’ é o terceiro single a solo de Pipa Maldonado
Depois de, no passado mês, nos apresentar ‘Quem sabe’, o primeiro levantar do véu do seu EP de estreia que tem lançamento já no próximo mês de junho, Pipa lança mais um inédito que dá seguimento à história que todo o EP nos contará.
‘Flores’ é o novo single de Pipa, que surge de um lugar bonito, totalmente escrito e musicado pela artista. Numa estética quase “etérea”, Pipa fala-nos sobre a canção “A ‘Flores’ foi uma música que escrevi do início ao fim em, talvez, uma hora. Surgiu verdadeiramente de uma necessidade de musicar as coisas maravilhosas que estava a sentir. É uma canção de amor, leve e simples que procura transportar-nos para o sentimento de entrega quando percebemos que nos foi dada a oportunidade de viver algo verdadeiramente especial.”.
Este novo single é o segundo single do EP ‘Florescer’ que contará com o já conhecido single ‘Quem Sabe’ e outro inédito a ser lançado no próximo mês. Será um EP de uma leveza tal que nos transporta para sítios bonitos tanto pelas letras como pelas suas produções. ‘Flores’ conta com a produção dos Mogno.
De relembrar que Pipa ficou conhecida do grande público depois da sua especial participação no THE VOICE Portugal e do lançamento do seu single de estreia, na altura em colaboração com Sebastião, a canção ‘Vem’ que conta com mais de 1 milhão de streams nas plataformas digitais.
‘Flores’ vem assim trazer-nos mais um bocadinho daquele que será o seu primeiro curta-duração a sair ainda antes do verão.
Freddy Locks – Pure Smile (Infinite Roots) (2024) (single)
Freddy Locks – Pure Smile (Infinite Roots) (2024) (single)
Freddy Locks comemora 20 anos de carreira em 2024 com um lançamento especial, o álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice” são os 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para assinalar a data.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
O novo single “Pure Smile (Infinite Roots)” transporta uma mensagem tão simples quanto universal: o poder de um sorriso puro. Com melodias soul e ritmos envolventes, Freddy Locks traz as vibrações desta expressão brilhante. Canta sobre empatia e a luz que irradia dos nossos olhos quando compartilhamos um sorriso verdadeiro, enquanto as harmonias capturam a essência do que chamamos de Amor, uma força que muitas vezes é melhor expressa sem palavras.
“Pure Smile” é um verdadeiro clássico no repertório de Freddy Locks. Remonta ao verão de Lisboa de 2003: um momento especial para o reggae português. Foi então, que dois artistas visionários, Asher Guardian e Freddy Locks, produziram RootsRockStruggeling, o álbum de estreia de Freddy. “Pure Smile” é uma das faixas desse álbum.
Quando Fred Oliveira iniciou a sua jornada musical, encontrou a sua voz nestas letras poderosas. Levando-as consigo desde o início, apoiaram-no através dos altos e baixos da vida. Agora, está aqui a nova versão, “Pure Smile (Infinite Roots)”, que reúne 20 anos de vida, amor e desamor.
Desde o seu álbum de estreia até agora, os lançamentos de Freddy Locks são uma declaração de unidade e harmonia. Cada faixa, imbuída da essência do reggae, fala das lutas e triunfos do espírito humano. “Pure Smile (Infinite Roots)” destaca-se como um farol de esperança e conexão.
Para celebrar estes 20 anos, e depois de fechar o ano de 2023 com uma passagem pelo festival Le Guess Who? U? (NL), Freddy Locks regressa à estrada com um novo álbum pronto para espalhar as suas vibrações positivas por todo o país.
Para celebrar os 20 anos de carreira, Freddy regressa à estrada para espalhar suas vibrações positivas por toda a Europa: 12 de julho em La Cham (GER), 13 de julho na Gemmi Taverne (CH), 14 de julho em Kandersteg (CH), 15 de julho no Tollwood Festival (GER), 30 de agosto no Arrendas Folk Fest (PT) e 31 de agosto em Vendas Novas (PT).
Acompanhado pela talentosa banda Groove Missions, Freddy Locks rapidamente se destacou como um dos artistas mais promissores, sendo selecionado entre 13 artistas para tocar no 13º aniversário da Antena 3 (2007). A sua digressão subsequente, que durou até o final de 2008, incluiu performances memoráveis no Festival Med e no Festival Mestiço na Casa da Música, compartilhando o palco com nomes consagrados da música global como Amadou & Mariam, Danny Silva, Timbila Muzimba, Azagaia, Maytals, Lee Scratch Perry, Gladiators, Fat Freddys Drop, Alborosie entre outros.
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens. Com uma carreira que se estende por duas décadas, Freddy Locks continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Infinite Roots, a editar dia 7 de junho, promete marcar um verão sem tempo e de muitas liberdades.
Raquel Santos – Bills (2024) (single)
Raquel Santos – Bills (2024) (single)
O aguardado single de estreia, intitulado Bills que chega hoje às plataformas digitais, juntamente com um videoclipe onde a estética impera, é uma poderá canção, que promete cativar os ouvintes com a sua fusão elegante de ritmos contagiantes e letra profundamente pessoal.
Bills é mais do que uma simples música é uma expressão autêntica da fase emocional de Raquel.
Com uma voz que transcende fronteiras e uma presença magnética em palco, Raquel Santos está destinada a conquistar os corações dos amantes da música me todo o mundo O seu talento inegável e a sua paixão pela arte prometem inspirar uma nova geração de artistas e music lovers.