Dinis Mota, produtor, cantor e multi-instrumentista, disponibilizou o primeiro single “No Stress”. Com letra e música escrita pelo próprio, esta é uma música que fala sobre a vontade de sentir intensamente sem se apegar, capturando a essência do verão e dos amores efémeros.
Com influências de AfroSwing, Amapiano, R&B, House e Hip-Hop, “No Stress” promete mover o público pela sua energia e frescor.
Parte do primeiro álbum a ser lançado ainda em 2024, a música mistura inglês e português, refletindo suas influências e evolução artística, convidando todos a embarcar nessa vibrante viagem sonora.
Este trabalho foi selecionado para fazer parte do Projeto “O Monitor”, promovido pelo Teatro Aveirense e pela Câmara Municipal de Aveiro, que conta com um ano de mentoria e aprendizagem sobre o mundo da indústria musical, sob a responsabilidade de Rafaela Ribas.
quem é dinis mota
Dinis Mota, de 22 anos e natural de Aveiro, é um artista multifacetado que se dedica à música desde a infância. Desde cedo, desenvolveu uma paixão pela música, começando a ouvir discos e a tocar instrumentos como guitarra e piano. Lançou a sua primeira música instrumental no Soundcloud e YouTube em 2019, ainda no secundário. Estudou Produção e Tecnologias da Música e fez mestrado em Artes e Tecnologias do Som, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto, enquanto lançava os seus projetos musicais.
202 foi um ano produtivo para Dinis Mota: lançou o EP “TRIAGEM”, na sequência do lançamento em 2022 do single “Longe”, que foi masterizado na Sine Factory e ainda, em dezembro desse mesmo ano, o EP “REFLEXO”. Seu trabalho mistura diversos estilos musicais e busca uma estética sonora única.
Para Dinis, a música é uma forma de comunicação universal. Ele cria para o mundo, desejando conectar-se profundamente com seu público e evoluir continuamente como músico.
Sabi Sá – Liga Para Mim (2024) (single)
Sabi Sá – Liga Para Mim (2024) (single)
SABI SÁ é o nome artístico de Silvia Barros, cantora e compositora, natural de São Tomé.
Com as suas raízes bem assentes, é em Portugal que descobri o mundo da música e a sua maior paixão. Participou no FACTOR-X e posteriormente inicia a sua carreira de originais.
A artista espelha na sua arte, as vivências da infância e do crescimento, o que dá uma densidade muito própria às suas letras. Cantar para si é, sobretudo, um acto de liberdade. Inspirada pelas sonoridades do Rnb, Jazz e Hip hop, o seu timbre viciante e letras acutilantes têm conquistado o público e nomes reconhecidos como Valete, Rui Unas, Virgul, Dino d’Santiago, entre outros. Na sua discografia conta com dois EPs, “Nome” e “Nua”, e vários singles.
Depois de “Defesa”, tema que marcou a apresentação do livro “Para que fique bem escurecido” de Sanda Baldé e que defendeu na gala dos 25 anos da RTP representando o seu país, São Tomé, Silvia Barros apresenta-nos “Liga para mim” como SABI SÁ, o seu novo nome artístico.
SABI SÁ é o lado forte da artista, com o qual a mesma pretende defende a partir daqui a sua música e composições. SABI SÁ é para a artista “marcha de revolução de pé descalço e cabelo solto”.
Neste novo single “Liga para mim”, a artista traz-nos uma visão mais sensível sobre a saúde mental e as relações interpessoais. “Esta canção é como um abraço a mim mesma, é como olhar-me ao espelho e dizer – eu estou aqui para ti” acrescenta a artista.
“Liga para mim” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Peculiar – Escura Noite (2024) (single)
Peculiar – Escura Noite (2024) (single)
“Lágrimas de Pérola”, o EP de estreia de PECULIAR está prestes a chegar a todas as plataformas digitais, sendo lançado ainda esta semana a 10 de novembro. Para celebrar este lançamento o artista anuncia agora as primeiras datas de apresentação ao vivo.
PECULIAR, um dos mais curiosos e magnéticos artistas emergentes da pop portuguesa, apresenta-se ao vivo em Lisboa e Faro, duas cidades que fazem parte da vida e do percurso do artista e que o acolhem agora para os seus primeiros concertos de “Lágrimas de Pérola”.
A 18 de novembro PECULIAR sobe ao palco do Tokyo, sala no Cais do Sodré em Lisboa, num concerto que começa pelas 22H00. Já no fim do mês, a 25 de novembro, toca na sua cidade natal, no IPDJ de Faro pelas 22H0.
Os bilhetes para ambas as datas já estão disponíveis. No concerto do Tokyo (Lisboa) podem ser comprados através da aplicação da sala “Tokyo Jamaica” por um valor de 6€, no IPDJ (Faro), pode ser adquirido à porta.
Desde o início do ano que PECULIAR já revelou temas do seu EP de estreia “Lágrimas de Pérola”, com os lançamentos de singles e videoclipes de “Lua”, “Chora” e “Chover”.
Na sexta-feira, 10 novembro, não só a totalidade do EP “Lágrimas de Pérola” é conhecido, como um novo videoclipe.
Quem é PECULIAR?
Ser PERCULIAR não se trata de querermos ser diferentes, isso é apenas uma consequência. Trata-se de querermos ser quem somos: isentos, independentes e livres.
É assim que se apresenta João Nicolau Quintela aka Joaquim Tela, um artista multifacetado de 21 anos oriundo de Faro, Portugal.
Inspirado no tradicionalismo musical português (Carlos Paredes, Madredeus, Zeca Afonso, entre outros), PECULIAR navega até ao modernismo e procura misturar estas influências na sua música juntamente com referências como Rosalia, Stromae e Tyler the Creator.
PECULIAR explora então, a sua própria sonoridade musical numa manifestação de liberdade de expressão, movimento e individualidade, com uma imagem que se desenquadra do que é suposto, distinguindo-se pelas suas letras, sombrias e realistas, inspiradas no mundo dos livros do fantástico que leu, onde não existem padrões e cada um é como é e há espaço para todos serem o que querem ser.
Para além da participação no festival de curtas-metragens 48 Hours como compositor de banda sonora, Peculiar conta com a bagagem musical de outros projetos de música autoral como o 4.º lugar no concurso algarvio Música Já em 2019, ser um dos artistas do projeto Cápsula do Faro2027, ter tocado em 2021 no South Music e em 2022 no Festival F em Faro. Mais recentemente contribuiu na composição de 3 temas para o novo álbum de Aurea “Moods”. Alcançou o 8.º grau com guitarra clássica e canto no Conservatório e encontra-se atualmente a estudar Criação e Produção Musical na ETIC e Canto e Guitarra Jazz no Hot Clube.
O Marta – Dia (2024) (single)
O Marta – Dia (2024) (single)
Associamos a palavra dia ao começo de algo e a noite ao fim. E, por isso, “Dia”, a nova música d’O Marta que antecipa o álbum “Casta Brava”, marca também o começo do disco. Neste single, somos introduzidos por uma orquestra de timbalões que nos convocam para iniciar o álbum, como um despertador que nos acorda para começar o dia. Depois podemos ouvir um conjunto de percussões variadas, desde os bombos tradicionais, aos adufes, às tarolas das marchas e às cabaças. Apesar de ser um single que vive muito do ritmo, a letra também se constrói com força. Ela fala de uma luta desesperada em querer fugir às responsabilidades, de um combate constante contra a falta de atenção e a procura de uma liberdade que não é fácil de atingir (e que parece cada vez mais inatingível). Tudo isto se torna até desesperante, dando vontade de rir, chorar e gritar, tudo ao mesmo tempo, como podemos ouvir pela voz de Francisca Tadeu no solo final.
Notas de autor:
O que mais me deu gozo neste single, foi levar-me a mim e aos músicos a fazer coisas que nunca tínhamos experimentado antes, como colocar 3 bateristas completamente diferentes a tocar música tradicional sincronizados e cheios de power. Pedir a uma flautista clássica para tocar com o som sujo e distorcer completamente a sua flauta. Pedir á Francisca para gritar, rir e chorar para o microfone enquanto faz um solo vocal, tentando ser melódica nessa euforia. Foi uma experiência de produção fantástica e libertadora, tal como era objetivo transmitir na música.
Créditos:
Cover Art – Beatriz Teixeira
Foto – Pedro Martins
Composição:
Guilherme Marta
Produção, arranjos e gravação:
Guilherme Marta e Tomé Silva
Assistência de gravação:
Leonardo Patrício
Mistura:
João Bessa
Masterização:
Miguel Marques
Baterias e percussões:
Tomé Silva
Bombos:
Luís Sousa
Ricardo Pereira
Tomé Silva
Guitarra elétricas e acústicas:
Guilherme Marta
Guitarra PT:
João Barreirinhas
Sintetizadores:
Tomé Silva
Vozes:
Guilherme Marta
Tomé Silva
Francisca Tadeu
Coro:
Pedro Novo
Ruben Dias
Guilherme Marta
Tomé Silva
Leonardo Patrício
Sara Machado
Mariana Costa
Francisca Tadeu
Isabella Rollim
Rossana – À La Portugaise (2024) (single)
Rossana – À La Portugaise (2024) (single)
ROSSANA EDITA SINGLE “À LA PORTUGAISE”
TEMA SURGE EM ANTECIPAÇÃO AO SEGUNDO LP DA ARTISTA
“À La Portugaise”, é o primeiro single e a faixa-título do segundo álbum de Rossana, artista portuguesa radicada em Londres, e apresenta uma amostra emocionante do que está para vir.
De volta à língua portuguesa, a artista convida-nos a conversar numa linguagem que todos temos a sorte de saber falar: a dança. Por muito hábeis que sejamos, podemos sempre tentar. “Deixa o corpo falar / E é tão fácil”, ouve-se cantar o alter-ego de Inês Barroso. E é mesmo assim tão simples, sobretudo ao som de uma música como “À La Portugaise”, que através de um groove verdadeiramente colorido de influências que vão dos ritmos populares
portugueses à neo-psicadelia e melodias orientais, encontra uma forma única de pôr o ouvinte a mexer.
Gravado no Studio Alouette, em Confolens, França, por uma banda composta por músicos portugueses, franceses e ingleses, juntamente com as restantes canções do próximo LP, “À La Portugaise” marca o início de um novo capítulo para Rossana, onde apesar de se aproximar cada vez mais da sua herança, se recusa a diluir-se nela. Em vez disso, aproveita a oportunidade para procurar uma expressão musical cada vez mais abrangente, em que não só deixamos o nosso corpo falar, mas também nos lembramos de como isso é revolucionário.
O single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Dullmea – Noite Curva Dia Morchella (single)
Dullmea – Noite Curva Dia [Morchella] (2024) (single)
Dullmea apresenta Ñe’ẽsẽ, um álbum com componente visual que parte da recolha de elementos da natureza para a criação de material sonoro e visual. Segundo a criadora artística Dullmea, “Ao longo do último ano tenho recolhido elementos da natureza e trazendo-os para o meu processo criativo. À medida que fui ficando mais fascinada com as minhas descobertas, quis convidar o meu querido amigo João Pedro Fonseca para criar vídeos para algumas das minhas composições. O álbum foi concluído quando o meu talentoso amigo Ricardo Pinto trouxe à tona toda a emoção e maravilha que eu procurava com as suas misturas. “Ñe’ẽsẽ” significa “voz” em guarani.”
O álbum terá uma edição física especial: um marcador de livros feito com papel biodegradável de sementes, contendo um código de acesso ao álbum digital. Uma vez feito o download, este marcador pode ser usado como qualquer marcador de livro, ou plantado, gerando as sementes nele contidas (margarida ou camomila).
Em Ñe’ẽsẽ podemos encontrar as seguintes personagens:
– Tema “Noite Curva Dia (Morchella)”: As linhas que compõem o chapéu de uma morchella (cogumelo) são vozes com caminhos individuais que se separam e encontram sucessivamente, deslizando e criando alvéolos.
– Tema “Dores de Crescimento (Árvore)”: Anéis de crescimento de uma árvore que ditam a proporção, altura e duração de “anéis” sonoros; a rugosidade de um tronco nos batimentos gerados pelo desvio gradual de afinação.
– Tema “Folhas Gerando Vento de Outono (Folha, Líquen)”: O padrão de desenvolvimento das nervuras de uma folha de plátano que se traduz na organização rítmica de uma melodia.
– Tema “Vinte Mil Léguas Submarinas (Ouriços)”: Ouriços espinhosos, perigosos, afiados são feedbacks organizados numa variada paleta. Um lamento com baixo ostinato, mas em vez de viola da gamba, feedbacks.
– Tema “A Estranha Esperança dos Pássaros”: O canto de pássaros: alguns que existem e outros que ficaram por inventar, em toda a sua polifonia, estridência, inocência e muitas vezes inconveniência.
– Tema “Folha de Mão Aberta “Ave Abanando Leque)”: A textura aveludada da Mentha Suaveolens é o cenário da antecâmara para um oásis de pássaros nunca antes escutados.
Dullmea (Sofia Fernandes) é uma artista e compositora que explora as inúmeras possibilidades da voz e da eletrónica desde 2016. O novo trabalho vai ser apresentado nos seguintes locais:
Apresentações (conversa com o público sobre conceito, processos de criação, acesso ao
material de recolha e outras curiosidades):
24 de Maio, 18h – Galeria MIRA | Artes Performativas
25 de Maio, 17h – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura
Biografia:
Dullmea é uma artista e compositora que explora as inúmeras possibilidades da voz e da eletrónica desde 2016.
Lançou Keter (2016), Hemisphaeria (2019) e [dʊl’mjə̯] (2020) um álbum em andamento, Orduak (2021), LOGLIBRO N-RO. 01, Ao Vivo no Sinsal Outono 2022 e Lloc Comú (2023).
Entre outros, Dullmea já se apresentou ao vivo em Nijmegen (NL), Eindhoven (NL), Lisboa (PT), Porto (PT), Barcelona (ES) – Festival LEM, São Paulo (BR) – MAC, Berlim (DE) Copenhaga ( DK), Milton Keynes (Reino Unido) – Exposição de Paula Rego “Obedience and Defiance”.
Dullmea também compõe música para teatro.
Créditos:
Mistura e masterização por Ricardo Pinto
Capa: Fotograma do vídeo “A Estranha Esperança dos Pássaros”
Vídeo por João Pedro Fonseca
Vídeo “A Estranha Esperança dos Pássaros” com edição adicional de Joaquim Fernandes, João Bico, Nuno Figueira
Apoios:
República Portuguesa – Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes
Arte Institute – Portuguese Contemporary Culture
Galeria MIRA
Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura
Antena 2
Carla Pontes – Será O Que Será (2024) (single)
Carla Pontes – Será O Que Será (2024) (single)
NOVO SINGLE
C a r l a P o n t e s * Será o que será
Uma canção alegre e vibrante que nos fala da possibilidade de olhar e viver a vida de uma forma leve, apesar das dificuldades que possamos experienciar.
Circe – Supernova (2024) (single)
Circe – Supernova (2024) (single)
Já disponível em todas as plataformas digitais.
No passado dia 17 de Maio celebrou-se o lançamento de “Faux Départ”, EP de estreia dos Circe, solidificando desde já a marca sónica da banda em que a palavra de ordem é Distorção.
O lançamento foi antecedido por um vídeo da banda em estúdio, no estilo mockumentary, e um concerto na NAV Lisboa (Nunca Antes Visto) juntamente com as bandas Flor Girino e Ice Screams.
Pedro Casais – Casa Da Música (2024) (single)
Pedro Casais – Casa Da Música (2024) (single)
“Sótão” é o meu primeiro EP do meu projeto a solo. O nome nasce do facto de querer captar esta última fase que tenho vivido, sendo que, o sótão da minha casa é onde passo mais tempo, é também aí que escrevo, componho e produzo a minha música.
Comecei a compor este EP no fim do 12.º ano e escrevo sobre o facto de estar completamente perdido no que toca ao que ia ou não seguir e o que fazer da minha vida. Passado um ano, e agora no fim do meu primeiro ano da universidade, continuo perdido, mas pelo menos consegui passar o que sinto para esta obra. De certa forma, acabar este EP faz com que sinta que se encerrou uma fase e, assim, siga em frente.
Posso dizer quanto ao estilo, que é talvez uma mistura entre o rock alternativo e a música eletrônica, muito graças à influência de Radiohead, porém, tento dar à minha música um toque único tendo em conta quem sou e o que vou vivendo.
O meu objetivo é fazer música diferente e única e criar uma identidade musical própria.
Pedro Casais
Comancho – Selva (2024) (single)
Comancho – Selva (2024) (single)
A selva urbana dá abrigo a várias espécies de emoções. O ritmo, os cheiros, as interações – é tudo tão rápido que precisamos muitas vezes de improvisar para florescer.
Decorridos 5 anos após o lançamento do seu último EP – II – os Comancho apresentam o segundo dos singles que dão a cara ao tão aguardado álbum de estúdio. Depois de Hasia, o tema “Selva”, também cantado em português, mantém as raízes vibrantes das músicas mais dançáveis dos seus anteriores EPs, num ritmo crescente de emoções, fruto de uma construção simples mas intuitiva, como se pede numa música de rock.
Os Comancho retornam energéticos cheios de vida, e fazem antecipar o álbum imersivo que tem data de lançamento para o próximo dia 3 de Junho. “Selva”, o novo single dos Comancho, é mais uma tentativa do Universo desvendar-se a ele próprio.
Comancho. (desambiguação: Comanche/ Camacho): O oposto de fixe ou popular. Originária de Lisboa, a banda reúne influências que vão desde o heavy metal old school às novas correntes do dark jazz, surfando nas variações de ritmo e explorando riffs imersivos. Comancho representa a diversidade do contexto urbano e o conjunto de emoções que flutuam na nossa vida quotidiana. A banda, composta por João Coelho (voz), João Chambel (guitarras), João Palma (baixo) e Afonso Pinto (bateria e percussão), foi criada em 2012 e desde então tem vindo lentamente a cozinhar o seu álbum de estreia. Conta hoje com 2 EPs de estúdio e várias live performances – a banda de rock floresce no palco com a sua vibe únicas e profunda conexão com o público. Afinal de contas, existe um Comancho em cada um de nós. E não há melhor forma de o descobrir do que através da música da banda.
Inês Monstro – Nunca Te Esqueço, Meu Amor (2024) (single)
Inês Monstro – Nunca Te Esqueço, Meu Amor (2024) (single)
A cantora e compositora Inês Monstro editou o novo single ‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra da sua autoria e música coescrita pela artista com Rita Onofre e Choro, o produtor do tema, esta é uma versão alargada e com novos versos do tema Pop, originalmente incluído no álbum “Brilho”, editado no final de 2023.
“Escrevi esta canção numa noite, quando estava no meu quarto, e falo sobre um amor desmedido por alguém, tão grande ao ponto de acreditar que se pode morrer de amor ou de desgosto quando nos sentimos abandonados. É uma música que aborda a devoção, não só a uma relação amorosa mas, também, ao que se quer fazer no resto da vida”, afirma Inês Monstro. “Escolhi estender esta música porque, sempre que a canto ao vivo, é uma das faixas do álbum que mais gosto de cantar. Então, após seis meses do “Brilho”, decidi que seria um bom momento para dar uma nova roupagem a este tema”, confessa ainda a artista.
‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’ é acompanhada por um videoclipe realizado por Vasco Souto, inspirado pela estética cinematográfica de Pedro Almodóvar, uma das maiores influências visuais da artista. O visual conta ainda com a participação especial dos guitarristas Alex Sweeney e Eugénia Contente.
Eleito um dos Melhores Álbuns de 2023 pela Blitz/Expresso, “Brilho” marca a estreia discográfica da cantora, compositora e atriz Inês Monstro. Totalmente escrito e composto pela artista com as colaborações de Rita Onofre, na composição e letras, Matheus Paraizo, na faixa ‘Perto’, e com produção de Choro, o disco é uma coleção de canções com ritmos fortes e disruptivos apoiados em guitarras e percussões marcantes que cruzam as sonoridades Pop, Hyperpop, Eletrónica e Urbana.
Além de ‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’, “Brilho” inclui os singles ‘Porque Te Quero’, com rotação na Rádio Comercial, ‘Tanto Tempo’, ‘Hipnose’, em rotação na Antena 3, e ‘Sina’. A par da componente musical, Inês Monstro liderou a direção criativa de todos os videoclipes e dos espetáculos ao vivo, que já passaram por salas como o Musicbox ou festivais como o Super Bock em Stock 2023. A cantora e compositora vai atuar no próximo dia 22 de junho no Rock In Rio Lisboa 2024, no Super Bock Digital Stage, ao lado dos guitarristas Alex Sweeney e NED FLANGER e das bailarinas Sasha Costa e Meg Reis.
Depois do sucesso do álbum de estreia, Inês Monstro prepara agora novos temas originais e mais datas de concertos ao vivo, a anunciar em breve.
Inês Monstro, nome artístico de Inês Laranjeira, ficou conhecida pelo público aos 16 anos, como finalista do programa “Ídolos”, da SIC, em 2009/10. A irreverência que carrega desde cedo reflete-se, agora, numa artista madura e com narrativas únicas.
Depois de ter estudado Canto e de se ter formado como Atriz na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, Inês Monstro colaborou com vários artistas nacionais e internacionais de diferentes áreas e géneros musicais, experiências que lhe permitiram evoluir não só como cantora, atriz e performer mas, também, como songwriter.
No início de 2023 lançou o primeiro single, ‘Porque Te Quero’, ao qual se seguiram ‘Tanto Tempo’, ‘Hipnose’ e ‘Sina’. Os temas anteciparam o álbum de estreia, “Brilho”, editado em outubro de 2023 e eleito um dos Melhores Álbuns de 2023 pela Blitz/Expresso. O disco foi apresentado em salas lotadas como o Musicbox ou a Casa do Alentejo, em Lisboa, este último integrado no cartaz do festival Super Bock em Stock 2023.
Os Senhores – Regresso (2024) (single)
Os Senhores – Regresso (2024) (single)
Os Senhores apresentam o novo single do disco de estreia “Sr. Saraiva”: segundo o vocalista e autor da letra, David Pinheiro, “Regresso” fala sobre a importância que o MAR pode ter na vida e na criatividade de uma pessoa. Sobre a importância deste tipo de elementos para nos sentirmos completos enquanto seres humanos. E claro, é também uma história de Amor. Ou seja, o MAR ganha uma importância tal que até o Amor se encontra lá. A personagem principal do vídeo volta a ser o Sr. Saraiva que se percebe que esteve muito tempo afastado do MAR por razões que o ultrapassam…porém, a vida encaminha-nos sempre para o sítio certo, para o devido lugar e neste caso o Sr. Saraiva regressa ao MAR. Ainda assim e durante todo o tempo que esteve afastado do seu destino, nunca deixou de acreditar e de procurar ao mesmo tempo aquilo que nos une a todos, o Amor. E quem sabe se não foi também isso que lhe permitiu o tal REGRESSO. É uma metáfora simples da vida que nos mostra que nunca devemos deixar de lutar por aquilo em que acreditamos.”
O vídeo conta com a realização de Tiago Albuquerque, ilustrador e responsável pelos vídeos da banda.
Os Senhores contam com dois elementos dos Amor Electro, Tiago Pais Dias e Ricardo Vasconcelos, Bruno Jardim Fernandes, e tem como líder David Pinheiro. É um projecto que tem como principal objectivo voltar aos elementos que caracterizaram grande parte da música dos anos 90: a honestidade, a sinceridade, a emoção. As suas canções são um regresso à importância das palavras.
No dia 7 de Junho Os Senhores atuam na 4ª Edição do Douro Wine City, no Peso da Régua.