André, Diogo e Gonçalo formam os WAVE, uma banda de rock,
natural de Barcelos. Juntaram-se em 2018, sem grandes objetivos
traçados, para tentarem fazer música juntos. 6 anos depois, lançam
finalmente o primeiro EP – “MATÉRIA”.Em 5 faixas, a banda explora questões existenciais e distópicas, comsonoridades mais energéticas e maduras. Estas músicas são consequência do projeto “Criar a Criatividade”, organizado pelas Guitarras de Manhente: Escola de Rock. Aí nasceu a música“Finalmente”, a primeira em português escrita pela banda.Perceberam que o português resultava com o tipo de música quecriavam, e continuaram a escrever. O EP conta com três músicas emportuguês e uma em inglês. Em comparação ao que faziam anosatrás, este EP marca um capítulo muito mais energético e madurodos WAVE.Uma das maiores inspirações criativas da banda passa muito pelaprópria cidade de Barcelos, de onde nasceram tantas outras. OsWAVE consideram urgente continuar a fazer música rock, sobretudopara não deixar morrer a tendência de aparecerem todos os anosbandas novas.
Luís Braz Teixeira – Sonhos (2024) (single)
Luís Braz Teixeira – Sonhos (2024) (single)
Luís Braz Teixeira estreia o novo single “sonhos”
Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista com influências de R&B, Indie Pop e Soul, Luís Braz Teixeira começou a aprender música com 4 anos e desde 2020 conta com 26 temas originais e 2 EP’s.
Quando queremos deixar a realidade para trás, existe uma melodia que nos leva para longe, sem sair do lugar: “sonhos”, a segunda música do primeiro projeto em português de Luís Braz Teixeira
Com uma fusão entre o Pop e o R&B, “sonhos”, a segunda música do primeiro projeto em português de Luís Braz Teixeira, tem uma atmosfera calma e letra profunda, transmitindo uma mensagem triste e introspectiva, perfeita para momentos em que nos queremos fugir à realidade.
Uma bonita dualidade entre o significado da música e as melodias vibrante torna este tema ainda mais reconfortante.
sús – Abdolmen (2024) (single)
sús – Abdolmen (2024) (single)
“Entre” é o álbum de estreia de sús
Depois dos singles, “Primavera Deserta”, “Cicatriz” e “Além do Tempo”, sús edita o seu álbum de estreia “Entre”, um álbum que é tanto um convite como uma ode à impermanência das transições.
Para sús, foi um “processo longo e muito empoderador” assinar pela primeira vez a produção, composição, gravação e performance de todo o disco cujas canções foram escritas na Dinamarca, mas terminadas em diversos lugares.
A forma como percecionamos o conceito de interior, de casa, de útero e de tudo que nos é íntimo e que tem como consequência a demanda pelo exterior, é a reflexão que a artista nos propõe no seu primeiro longa duração a solo.
“É nesta reflexão que me deparo com o “Entre”, com as membranas ou paredes que nos confrontam com o facto de estarmos unidos pelo que nos separa.”
É um disco sobre processos, transições, relações consigo e com o outro, com lugares, memórias, ideias, palavras, e sobre o encontro com os lugares de calma entre as tempestades. Num tom contemplativo e melancólico, “Entre” fala também sobre o amor, a perda e o afeto.
Com uma sonoridade que se acerca do folclore, do misticismo e do realismo mágico, “Entre”, é um disco que abraça o experimentalismo, a música eletrónica e a art-pop mas com a palavra em evidência.
No fundo são “canções sem receita, mas com uma vaga memória daqueles livros de culinária que percorrem gerações”, como nos explica a artista. Na música de sús, subsiste um paralelismo entre os saberes antigos, a música tradicional portuguesa no alto da sua ritualidade e um fascínio da artista pela tecnologia, a eletrónica e uma estética avant-garde.
Esta pluralidade marca o ponto de partida para a busca incessante de uma sonoridade que procura o novo, transportando consigo o antigo. sús bebe da tradição mas olha a vanguarda nos olhos.
Contradição – Carlos Sanches, Filipe Keil (2024) (single)
Contradição – Carlos Sanches, Filipe Keil (2024) (single)
Dois cantautores Flavienses, Carlos Sanches e Filipe Keil, juntaram-se e combinando as suas habilidades musicais distintas, criaram “Contradição”, uma obra que é um mergulho na complexidade e dualidade dos relacionamentos. Esta canção retrata a desconfiança e o ceticismo dos afetos de uma forma que é ao mesmo tempo pessoal e universal. É um convite para uma reflexão sobre a intimidade.
Carlos Sanches é conhecido pelas suas canções introspetivas de indie folk, que capturam a essência do amor, desamor e solidão. Com a sua habilidade única de traduzir emoções em palavras, Sanches conquistou a crítica com o segundo EP – “A Migração das Andorinhas” – e recebeu uma menção honrosa nos Novos Talentos Fnac 2023 com o tema “Clara em Contraluz”.
Filipe Keil, também nascido em Chaves, é um músico multifacetado que, desde cedo, demonstrou talento para a música, escrita e produção musical. Com um corpo de trabalho diversificado, que inclui diversos singles e EPs, Keil não tem medo de explorar temas profundos e diversificados nas suas composições. O seu mais recente lançamento foi o EP, “Artificial”. Para Keil, a composição e a escrita são exercícios diários, uma paixão que transporta para cada projeto.
A produção musical de ‘Contradição’ ficou a cargo do músico Gustavo Almeida (Guss What) e está disponível em todas as plataformas digitais.
CONTRADIÇÃO
Carlos Sanches, Filipe Keil
Composição: Carlos Sanches, Filipe Keil
Letra: Carlos Sanches, Filipe Keil
Direção e Produção musical: Carlos Sanches, Gustavo Almeida
Mixagem e Masterização: Diogo Costa – MLN Studios
Distribuição: Morada
Daniel Galvão – Búzios (2024) (single)
Daniel Galvão – Búzios (2024) (single)
O cantor e compositor Daniel Galvão lançou o EP de estreia “perfil.”, já disponível em todas as plataformas digitais. O curta duração ê uma mistura de R&B, Neo-Soul, Pop, Jazz e Bossa Nova e retrata o mundo na perspetiva do artista, com as canções a representarem símbolos de coragem e liberdade. Todas as letras e músicas são da autoria de Daniel Galvão, que assina também a produção do EP, exceto na faixa ‘sem refrão.’, co-produzida com João Sampayo e Martim Tonic.
Nas palavras do artista, “o EP “perfil.” simboliza liberdade, perseverança e coragem de criar contra todas as adversidades e limitações. Representa, também, uma expressão irrestrita do meu universo musical através de 5 temas que, musicalmente, traduzem viagens distintas. Estou grato por finalmente dar a conhecer o meu ‘perfil.’ e partilhar o mundo segundo o meu ponto de vista”.
‘búzios.’ é o segundo single do EP de estreia de Daniel Galvão. Inspirado por uma viagem a Búzios, no Brasil, este é o tema do curta-duração que o próprio diz ser o mais biográfico e que descreve como “um antídoto de alegria”.
“A ‘búzios.’ é, para mim, uma das músicas mais especiais do meu EP “perfil.”. É, talvez, a menos parecida com as outras, musicalmente, porque representa uma viagem, uma fase da minha vida de pura inspiração e encantamento. É a única canção que escrevi completamente sozinho e, talvez por isso, seja a que melhor me traduz”, revela Daniel Galvão. “Eu queria fazer um tema que fizesse o ouvinte sorrir, que o levasse a um lugar de paz. E, para mim, esse lugar é Búzios, no Brasil. Eu apaixonei-me completamente por aquele sítio, pela luz, pelas melodias que fluíam pelas ruas, pelas praias, pelas pessoas. É, fundamentalmente, uma canção que fiz para ouvir naqueles momentos em que a tristeza parece avassaladora, como uma espécie de antídoto de alegria”, conta ainda.
Composto por um total de 5 canções, entre elas o single de avanço ‘sem refrão.’, o EP “perfil.” marca a estreia discográfica de Daniel Galvão em nome próprio.
A música é parte integrante da vida de Daniel Galvão desde que se lembra: cresceu rodeado de cantores e músicos. Começou a gravar canções ainda muito novo e teve educação musical formal com cinco professores de canto diferentes, sendo que cada um deles lhe transmitiu técnicas distintas. No entanto, foi na igreja que frequentava com a família que conheceu a voz como “veículo” e “instrumento” e, ainda, a importância de ouvir e sentir os músicos em seu redor e executar, independentemente de qualquer improviso ou adversidade.
Muito por conta da sua educação e contexto familiar as principais inspirações e referências musicais de Daniel Galvão encontram-se no Gospel. Em casa ouvia Whitney Houston ou Sade, mas, também, cantores e músicos de Jazz, como Melody Gardot e Louis Dowdeswell, compositores como Claude Debussy e Tchaikovsky, e os contemporâneos Kings of Convenience, Tom Misch, Gal Costa ou Margarida Campelo.
As suas próprias composições são e serão um reflexo da fase da vida em que foram criadas. Daniel Galvão acredita que a música transcende a linguagem e, por mais que tenha uma mensagem em mente, cada pessoa que ouvir as suas canções poderá interpretá-las de maneira diferente. Assim, um dos objetivos passa por conseguir que as pessoas que o ouvem, independentemente de falarem ou não a língua em que escreve, possam simplesmente sentir, e associar cada tema a memórias e momentos das suas vidas, os passados e os que ainda estão por vir.
2024 é o ano da estreia discográfica de Daniel Galvão, com o lançamento do EP “perfil.”. Do alinhamento do curta-duração fazem parte os singles ‘búzios.’ e ‘sem refrão.’.
Beatriz Villar – Especial (2024) (single)
Beatriz Villar – Especial (2024) (single) Id
Beatriz Villar, cantora e compositora, disponibilizou o seu novo single. Com letra escrita pela própria e música escrita a par com Diogo Mendes.
Especial é o início do novo caminho da artista de Coimbra, combinando sonoridades da música tradicional e popular portuguesa e elementos da pop contemporânea, tendo esta música sido produzida por Filipe Survival.
Após a sua passagem pelo fado tradicional de Coimbra, Beatriz lança um novo single onde revela a sua verdadeira identidade musical. Com um toque de frescura, ela pretende adicionar a sua visão ao panorama da música pop portuguesa através de elementos de sonoridades tradicionais e uma forma de cantar que pretende cativar o ouvinte.
“Especial” celebra a essência do amor, mostrando-o como ele deve ser: livre de amarras e preconceitos, manifestando-se nas pequenas coisas.
Para a cantora, o amor deve ser cúmplice, priorizar a amizade e o diálogo, o abraço e a celebração.
Luís Capitão – Casa Incerteza (2024) (single)
Luís Capitão – Casa Incerteza (2024) (single)
O álbum de estreia de Luís Capitão, Vida Dupla, a editar no dia 17 de Maio, ganha novo single com o tema “Casa Incerteza”.
Dizem que a água não se mistura com azeite. E é verdade. O mesmo não acontece com o fado e o rap. “Casa Incerteza” surge como uma criação de algo novo: a mistura dos versos de Bruno Sena, rapper sadino especialista em improviso, com o cantar da guitarra de Luís Capitão acompanhado por Leonardo Pisco nesta aventura. Será uma premonição de um novo estilo? Neo típico, corrido e com uma energia tão própria?
Honrando o espólio da Dona Amália na letra com uma mensagem actual, aqui fica o single produzido e pensado por Capitão com videoclip realizado por Cross Eye. “Casa Incerteza” faz jus ao trabalho que tem vindo a ser apresentado, misturando vários ingredientes e chegando a novas receitas, nos vários sabores apresentados nos temas deste longa duração.
Vida Dupla é o primeiro Longa Duração de Luís Capitão ao leme da Guitarra Portuguesa adocicada pela viola de Leonardo Pisco.
Vida dupla, a dualidade mundana em que vivem muitos autores. Entre vida familiar e laboral, muitos artistas mergulham no seu universo privado para construir a obra.
São 7 temas como os 7 mares deste mundo, do rap ao fado e instrumentais exóticos diferentes da estética associada à guitarra portuguesa. Experimentar para viajar, arriscar para fazer dançar, chocar para agradar, Luís Capitão e Leonardo Pisco agarram na tradição como veículo para a energia deste conjunto de músicas.
Com uma passagem pelo Got Talent 2024, chegando às semifinais, muitas actuações ao vivo, colaborações e 2 anos de árduo treino para dominar a técnica deste complexo instrumento, surge Luís Capitão com esta proposta mais madura e curada.
Luís Capitão, sempre acompanhado por Leonardo Pisco, pretende rumar a todos os cantos deste país à beira mar plantado. Os próximos concertos confirmados são: 8 de Junho em Reguengos de Monsaraz, 18 de Julho no Trombone Jazz na Foz do Arelho, 24 de Julho em Portimão e 25 de Julho no Castelo de Silves.
Depois do lançamento de “Reino da Fruta”, EP de estreia da iguaria de Lisboa, distinta mistura de diferentes aromas, no passado dia 1 de março, o duo de João Abelaira Nascimento, aka Doctor Mobooze, e Gonçalo Costa acaba de disponibilizar videoclipe para o tema “Fruta do Reino”.
Este novo single, que se destaca pela sua vertente instrumental, segue a premissa do EP: uma sonoridade peculiar e dançável, navegando pelos universos da synthpop, eletrónica, house, disco, pop e, nesta faixa em particular, até do techno.
“Quisemos fazer um banger. Foi este o resultado!”, sublinham João Abelaira Nascimento, aka Doctor Mobooze, e Gonçalo Costa, acrescentando ainda que “Fruta do Reino” é um convite para dançar.
Reino da Fruta revelam assim o terceiro single do EP homónimo, um trabalho que aborda diferentes tipos de humor, entre outras coisas, através do recurso descomplexado e desregrado a várias línguas, e que se entrelaça em experiências melódicas que tanto nos criticam como nos acariciam: uma viagem distinta e sugestiva, composta por seis faixas, incluindo os primeiros singles do projeto, “Ganso Preto” e “Hulala”, último tema em antecipação, que conta com a participação da artista Femme Falafel.
O videoclipe de “Fruta do Reino” já se encontra disponível e foi realizado pela Inês Matias. A faixa foi produzida com a ajuda de Filipe Paes (Sequin, Whosputo) e masterizada por Luís Lucena.
Natacha Oliveira – Bitter (2024) (single)
Natacha Oliveira – Bitter (2024) (single) Id
Natacha Oliveira é uma cantora e compositora portuguesa, com raízes profundamente influenciadas pelo Soul e Blues.
Com a sua voz aveludada e letras sinceras, Natacha canta sobre amor, perda, e todas as emoções que surgem dessas experiências. Cada música é um capítulo do livro da sua vida, narrado com autenticidade.
Após o lançamento do seu single de estreia “Why”, no final do ano passado, Natacha continua a cativar ouvintes, agora com o seu novíssimo single “Bitter”, canção que já está em rotação em programas da rádio britânica BBC Radio 1 e BBC Radio 3.
Bernardo Bravo – Desassossego N.10 – Sigilo (2024) (single) Id
Retratando uma relação amorosa em conflito, o brasileiro Bernardo Bravo apresenta o single Desassossego n.10 – Sigilo, com produção musical de Du Gomide. O tema transita por universos distintos ao colher referências musicais do pagodão baiano – gênero musical do nordeste do Brasil – e da bachata, ao mesmo tempo em que bebe da fonte poética de Fernando Pessoa. A canção faz parte do repertório do Disco do Desassossego Deluxe, reedição do álbum homónimo de 2019 que traz trechos declamados do Livro do Desassossego em diálogo com as temáticas das canções. O tema está entre as quatro músicas inéditas que foram acrescidas ao disco, e chega com visualizer assinado por Carolina Bassani. Assista aqui.
“Esta música aborda uma relação em conflito, ou melhor, relata a conversa entre protagonista e personagem a partir de uma relação que se sabia ser conflituosa antes mesmo de começar. Uma relação sigilosa, em segredo, que possui tensão (e tesão) por não poder ter sido revelada”, comenta Bernardo. No vídeo que acompanha a canção, o artista está em uma piscina – cenário aquático que esteve presente também na versão anterior do álbum – e utiliza o elemento água como metáfora visual do desassossego que busca retratar.
Hadessa – Ávida (2024) (single)
Hadessa – Ávida (2024) (single)
O derradeiro tema do disco FORTUNA remete para o momento em que tudo começou. Ávida, a última canção a ser apresentada neste disco de estreia de HADESSA, foi a primeira a ser escrita para o disco, e ao invés de invocar a abundância e a opulência que ouvimos nos primeiros temas, é uma canção nervosa e inquieta, aparentemente simples, mas de métrica e compasso complexos. Nela encontra-se a verdadeira génese de FORTUNA: um sentimento eufórico e de grandiosidade, um grande desejo de entregar ao mundo um disco de estreia altamente impactante, mas ao mesmo tempo uma grande dificuldade em visualizar o caminho até lá chegar. Em Ávida, ouvimos cantar sobre a constante necessidade de mudança e de estímulo, o pendor para o risco, a agitação e descontrolo que caracterizaram o momento em que a artista – que vive com doença do espectro bipolar – atravessava quando começou a conceber o seu disco de estreia.
Se há quem considere HADESSA artesã da palavra, Ávida é uma jóia em filigrana, com cada sílaba perfeitamente pensada para cada lugar. Junto com harmonias que se vão adensando ao longo da música, o tema produzido e gravado com Catarina Branco é um exemplo de colaboração entre duas artistas, autoras e produtoras onde o resultado é maior que a soma das partes.
Human Natures – The Meaning Song (2024) (single)
Human Natures – The Meaning Song (2024) (single)
Pela voz de Maria Roque (recém-vencedora do Festival Termómetro com o projeto Mazela, onde irá atuar nos festivais NOS Alive, Bons Sons e Vodafone Paredes de Coura) e entoada em coro, The Meaning Song expressa o turbilhão de emoções que é sentido ao longo da vida. Desde a paixão ao ódio, descrevendo os altos e baixos da experiência humana. Aprender a saber amar, e deixar partir. A música foi gravada nos Estúdios da EMA (Coimbra), misturada e produzida por Buga Lopes, masterizada por Miguel Pinheiro Marques na Arda Recorders (Porto) e conta com videoclip realizado pela We Are Frames (Lisboa).
A criação de HUMAN NATURES, alter-ego baseado em Lisboa, surge a partir das ideias que João Ribeiro criou ao longo da última década, encontrando na música uma forma de expressar as suas emoções, culminando com o lapidar das canções com um novo grupo de artistas provenientes de vários projetos nacionais emergentes, tais como Eigreen, Líquen, LVI, Masena, MaZela e Peixinhos da Horta, nomeadamente: Alexandre Loureiro, Carlos Serra, Constança Ochoa, Francisco Frutuoso, José Santos, Luísa Levi, Maria Roque e Vasco Faim.
Os primeiros singles The Now e The Road foram bem recebidos pelo público, rádios ibéricas e norte-americanas (Antena 1, Antena 3, RUC, RADAR, FUTURA, RUM, SBSR, esRadio, WPRK, entre outras) sendo a banda selecionada a integrar o CD de Novos Talentos FNAC 2023, a Mostra Nacional de Jovens Criadores 2023 do Gerador e ainda o Festival Emergente 2023 no Musicbox, Lisboa.
Surge assim o LP de estreia ELECTRIC DREAMS (TBR 2024), através da fusão de diversos géneros musicais – desde o dream rock, trip hop, indie eletrónica e shoegaze – tendo como principais influências nomes tais como Beach House, David Bowie, Fleet Foxes, Hania Rani, Massive Attack, Radiohead ou Slowdive, onde são exploradas texturas melódicas, criadas através de guitarras elétricas, vozes e coros modulados, pianos, sintetizadores, e ainda contando com a participação do quarteto de cordas Almedina Ensemble e septeto de sopros Coimbrass Band.
O novo single The Meaning Song, pertence ao Capítulo II do álbum que contará com 12 faixas, divulgando assim as músicas que farão parte dos 2 capítulos iniciais. Ao longo dos próximos meses serão desvendadas um total de 4 músicas, todas acompanhadas por videoclipes criados pela filmográfica WE ARE FRAMES com realização e produção por Laura Couto e Júlio Droguetti.