“In Palo Canto we find our truth.” – the Budapest based, multicultural organic electronica formation and producer duo (Bertalan Toth and Peter Kedves) both aims to gravitate its listeners to their absolute higher self and implies to get infiltrated in their soul as an indigenous medicine like sacred smoke of burning palo santo. Their music does not only consist of different mixtures of organic and electric sounds but also hypnotic guitar riffs, warm synths, ancient chants, ecstatic pulses, smooth textures, and powerful rhythmic beats subserving the deepest living of the moment.
There is no stopping for the organic techno pilgrimage regarding Palo Canto. The producer duo formation that exploded last November and has several hundred thousand streams and counting, has come out with a new track called Healing Sound. This one returns to the atmosphere of their first single, West Wind, by building organic guitar sounds and harmonic electronica beats on top of each other, associating vocals that sound like out-of-this-world chanting by Soma Nóvé. The metaphorical image of the desert journey that is the main motif of the clip is the inner journey and thoughts related to spiritual awakening, which are the basic meaning of all the tracks. Together with the other Palo Canto songs, Healing Sound can be both a relaxing organica meditation and an elemental dance music that won’t tire the listener even if looped one after the other. The track was mastered by Zino Mikorey (Christian Löffler, Kerala Dust, Ry X, Thom Yorke).
“A month ago we had a small songwriting session around the countryside, where we also finalized this new song, maybe it’s the softest one from our four releases, but definitely a special one for us. We think that we’re close to finding our own sound and working a lot on our first album, also really excited about the first shows” – said the fusion techno formation about the new song and plans.
In February the organic indietronica duo dropped a live session video, where we can check how they will sound live around summer, when they will have their first shows around Europe. Palo Canto is currently working on its first LP, inviting all listeners for an unforgettable inner trip of healing.
Ela Jaguar – 17 (2024) (single)
Ela Jaguar – 17 (2024) (single)
Depois do lançamento do EP “Ela Jaguar Vol.1”, durante o ano passado, os Ela Jaguar acabam de disponibilizar o single “17”, em colaboração com Nomi (Tiago Cardoso), e que antecipa o álbum de estreia da banda, formada no final de 2019, após dias épicos vividos no Festival Vodafone Paredes de Coura.
A banda, que tem como objetivo criar uma estrutura independente e auto-sustentável para a produção da sua música, revela uma canção sobre o florescimento e crescimento do projeto. A letra de “17” é um “coming of age” partilhado entre Nomi (que dá voz ao tema) e Ela Jaguar, com rimas positivas e indicando mais sucessos futuros para ambos. Surgiu num “free flow” de Nomi e o primeiro take que ficou gravado é exatamente igual a esse momento de faísca inicial, apresentando ainda esboços de romantismo particularmente influenciados por Frank Ocean.
Concentrando a sua atenção nos detalhes de produção em cada novo tema criado, Ela Jaguar planeiam o lançamento do seu álbum de estreia homónimo “Ela Jaguar” para 25 de outubro de 2024, com temas instrumentais e canções que cruzam géneros como R&B, Indie, Soul, Hip-Hop e World Music, de uma forma elegante.
Daniel Galvão – Sem Refrão (2024) (single)
Daniel Galvão – Sem Refrão (2024) (single) Id
O cantor e compositor Daniel Galvão lançou o primeiro single ‘sem refrão.’, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do artista e produção de João Sampayo e Martim Tonic, esta é a canção em que o artista se estreia a solo e se questiona sobre encontrar inspiração e criatividade em estímulos emocionais fora dos convencionais amor e paixão.
“Esta música é um testemunho de não-conformismo, perseverança e honestidade. Conceptualmente, aborda a minha frustração relacionada com as noções sociais que ligam a inspiração criativa exclusivamente ao amor ou à paixão. Ao questionar este pressuposto, exploro a possibilidade de criatividade para além dos estímulos emocionais convencionais”, revela Daniel Galvão. O músico acrescenta ainda que o processo de composição e gravação surgiu a partir de “um arranjo acapela que tinha feito anteriormente e decidi criar uma canção à volta dele. Quis que o groove do refrão contrastasse com o das estrofes e, em colaboração com um amigo, escrevi a letra e, mais tarde, tive a ajuda dos produtores, que me ajudaram a aprimorar o que lhes tinha apresentado. Foi um processo complexo ao início, mas que, inesperadamente, se tornou muito enriquecedor”.
‘sem refrão.’ é o single que apresenta o EP de estreia de Daniel Galvão que será editado em maio. Nas palavras do artista, “o EP “perfil.” simboliza liberdade, perseverança e coragem de criar contra todas as adversidades e limitações. Representa, também, uma expressão irrestrita do meu universo musical através de 5 temas que, musicalmente, traduzem viagens distintas. Estou grato por finalmente dar a conhecer o meu ‘perfil.’ e partilhar o mundo segundo o meu ponto de vista”.
Composto por um total de 5 canções, entre elas o single ‘sem refrão.’, o EP “perfil.” marca a estreia discográfica de Daniel Galvão em nome próprio.
A música é parte integrante da vida de Daniel Galvão desde que se lembra: cresceu rodeado de cantores e músicos. Começou a gravar canções ainda muito novo e teve educação musical formal com cinco professores de canto diferentes, sendo que cada um deles lhe transmitiu técnicas distintas. No entanto, foi na igreja que frequentava com a família que conheceu a voz como “veículo” e “instrumento” e, ainda, a importância de ouvir e sentir os músicos em seu redor e executar, independentemente de qualquer improviso ou adversidade.
Muito por conta da sua educação e contexto familiar as principais inspirações e referências musicais de Daniel Galvão encontram-se no Gospel. Em casa ouvia Whitney Houston ou Sade, mas, também, cantores e músicos de Jazz, como Melody Gardot e Louis Dowdeswell, compositores como Claude Debussy e Tchaikovsky, e os contemporâneos Kings of Convenience, Tom Misch, Gal Costa ou Margarida Campelo.
As suas próprias composições são e serão um reflexo da fase da vida em que foram criadas. Daniel Galvão acredita que a música transcende a linguagem e, por mais que tenha uma mensagem em mente, cada pessoa que ouvir as suas canções poderá interpretá-las de maneira diferente. Assim, um dos objetivos passa por conseguir que as pessoas que o ouvem, independentemente de falarem ou não a língua em que escreve, possam simplesmente sentir, e associar cada tema a memórias e momentos das suas vidas, os passados e os que ainda estão por vir.
Bonança – Reflexos (2024) (single)
Bonança – Reflexos (2024) (single)
Já te sentiste desconectado da realidade? Como se estivesses a olhar para o mundo visto de fora, enquanto a vida passa diante dos teus olhos como um reflexo distorcido? Se sim, então prepara-te para uma experiência musical que desafia os limites entre a fantasia e a realidade. Bonança está de volta com o seu mais recente single, “Reflexos”, uma viagem sensorial com notas vulneráveis e tom profundo.
Não se enganem, “Reflexos” não é apenas uma canção para ser escutada passivamente. É uma introspecção de peito aberto que nos convida a olhar para dentro: “Eu não sou eu / Imagens são corpos que sentem mais do que eu / E se mais alguém souber que não me sei reconhecer?”. Em jeito de purga, Bonança cria a sonoplastia dos dias modernos: A existência desligada do corpo, um retrato de desconexão emocional ao mundo real que vem de dentro para fora e de fora para dentro, onde nos encontramos como meros espectadores da nossa própria vida.
Com influências que vão desde os clássicos do rock até à vanguarda da música contemporânea, Bonança cria uma experiência que é ao mesmo tempo familiar e inovadora. Cada acorde é como uma pergunta, desafiando-nos a encontrar as nossas próprias respostas.
Composição por Bonança, captação e gravação por Bernardo Ramos e mistura e masterização por Metamito. Estará disponível a partir do dia 19 de Abril em todas as plataformas digitais.
Sobre o artista:
Bonança começa a ganhar forma em 2018 num quarto de Massamá Norte, quando Ricardo Barroso decide tentar materializar as ideias musicais que lhe vêm à cabeça. O nome que iria adoptar não surge logo, mas quis a contingência que se cruzasse com ele esquecido numa parede de um estabelecimento comercial devoluto. Em 2020 lançou o primeiro EP “Mui Nobres Intenções” e em 2021 o EP “Exorcício” onde a música “Oceanário” fez parte da coletânea de 2021 dos Novos Talentos Fnac. Desde o seu nascimento, o projecto já passou por salas como Musicbox, Sala 6, Titanic Sur Mer e Centro Cultural Malaposta.
Ola Gjeilo – Night (2020)
Ola Gjeilo – Night (2020)
Memória de Elefante 05/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Nina R.A.E. – Noite Clara (2024) (single)
Nina R.A.E. – Noite Clara (2024) (single)
Após lançar os seus primeiros singles “Fica” e “Chama”, a artista abre o seu coração. Amar e saber deixar ir é a base do seu novo tema “Noite Clara” que estará disponivel em todas as plataformas dia 24 de Abril. Uma música sensorial e emocionante com um video igualmente intenso com a direção da artista.
A mesma prepara-se então para o lançamento do seu segundo EP, “(Ch)ama”, que nos traz desta vez R&B em português.
Nina prepara-se então para um verão cheio de novidades e terá o seu EP disponivel em todas as plataformas dia 2 de Maio.
Freddy Locks – Bring Up The Feeling (2024) (single)
Freddy Locks – Bring Up The Feeling (2024) (single)
Freddy Locks comemora 20 anos de carreira em 2024 com um lançamento especial, o álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice” são os 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para assinalar a data.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
Para celebrar este marco, e depois de fechar o ano de 2023 com uma passagem pelo festival Le Guess Who? U? (NL), Freddy Locks regressa à estrada com um novo álbum pronto para espalhar as suas vibrações positivas por todo o país.
“Bring up the Feeling” (Infinite Roots) é o novo single que antecede o álbum de celebração, uma nova versão de “Bring up the Feeling” (2006) com novos arranjos vocais e instrumentais. A música “Bring up the Feeling” saiu em 2006, impulsionando o início da carreira a solo de Freddy Locks. O single ganhou destaque na Antena 3, onde alcançou o primeiro lugar nas tabelas nacionais, e tornou-se uma presença constante na playlist da MTV Portugal.
Acompanhado pela talentosa banda Groove Missions, Freddy Locks rapidamente se destacou como um dos artistas mais promissores, sendo selecionado entre 13 artistas para tocar no 13º aniversário da Antena 3 (2007). A sua digressão subsequente, que durou até o final de 2008, incluiu performances memoráveis no Festival Med e no Festival Mestiço na Casa da Música, compartilhando o palco com nomes consagrados da música global como Amadou & Mariam, Danny Silva, Timbila Muzimba, Azagaia, Maytals, Lee Scratch Perry, Gladiators, Fat Freddys Drop, Alborosie entre outros.
A nova versão de “Bring up The Feeling” (Infinite Roots) devolve-nos a alegria de escutar um grande clássico nacional, surpreendendo com a frescura dos novos arranjos instrumentais e os suportes vocais de Loki (NL) e Anastácia Carvalho (PT/STP). “Bring up The Feeling” (Infinite Roots) reafirma o amor e o respeito de Frederico Oliveira (Freddy Locks) pela música tradicional e contemporânea de raiz africana e o compromisso com a autenticidade das palavras que ela transporta, ao ritmo das composições originais de Freddy Locks.
A produção da música ficou a cargo do baterista de Fred, Mighty Drop, e foi finalizada pelo produtor Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die). A mistura e masterização foram realizadas por Beat Laden, uma equipa notável que se une à consistência artística de Freddy Locks.
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens. Com uma carreira que se estende por duas décadas, Freddy Locks continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Infinite Roots, a editar dia 7 de junho, promete marcar um verão sem tempo e de muitas liberdades.
Para celebrar os 20 anos de carreira, Freddy regressa à estrada para espalhar suas vibrações positivas por toda a Europa: 12 de julho em La Cham (GER), 15 de julho no Tollwood Festival (GER) e 31 de agosto em Vendas Novas (PT).
Pedro Khan – Só Amado (2024) (single)
Pedro Khan – Só Amado (2024) (single)
O tema é uma visão minha mais dançante do clássico e hit “I feel love” Donna Summer.
“Pedro Khan é Pedro Espírito Santo: DJ, produtor e artista plástico de Lisboa. Com uma carreira de DJ superior a 20 anos, evoluiu naturalmente para a área de sound design que lhe permitiu a criação de uma imagem de marca.
Atualmente trabalha com marcas de reconhecida notoriedade no mercado. Presente na Paris Fashion Week e também em passadeiras nacionais, o seu contributo na moda, teatro e pistas de dança tem sido marcado pela versatilidade e originalidade da sua música. O artista formou-se em produção musical pela escola ProDJ, e trabalha ainda em conjunto com outros artistas na Diff Records.”
Papisa – Vai Passar (2024) (single)
Papisa – Vai Passar (2024) (single) Id
Brasileira PAPISA edita seu segundo disco, Amor Delírio, com um grito de afeto
Álbum tem produção musical de Felipe Puperi (Tagua Tagua), participação de Luiza Lian em faixa homónima e é um lançamento do selo espanhol Costa Futuro.
Após revelar os singles Melhor Assim, Dores no Varal e Amor Delírio – tema que dá nome ao álbum e tem a participação de Luiza Lian –, a compositora e multi instrumentista brasileira PAPISA apresenta o disco, Amor Delírio, sucessor de Fenda (2019) e do EP Papisa (2016), com produção assinada por Felipe Puperi (Tagua Tagua). Amor Delírio é um lançamento do selo espanhol Costa Futuro, que tem em seu casting nomes como Queralt Lahoz (Espanha), Lucia Tacchetti (Argentina) ou El Culto Casero (Paraguai), entre outros. Oiça aqui.
Falar sobre o amor é a abertura de um novo caminho temático para Rita Oliva, a PAPISA, que nos trabalhos anteriores abordou elementos místicos e relativos ao inconsciente, como a morte e a ciclicidade do tempo. Conhecida por realizar shows ritualísticos e sensoriais – Rita é também astróloga e chegou a desenvolver um oráculo complementar ao disco Fenda –, e pela sonoridade dream-indie-pop que a consagrou como “uma espécie de Cat Power psicodélica” (Lúcio Ribeiro, Popload), a artista agora investiga o poderoso sentimento que move as marés humanas.
É nesta abordagem sentimental que Amor Delírio se sustenta, a passar pela sedução, pelo desejo, pelas ilusões e pelas desilusões amorosas. É também retratada a vontade e a inevitabilidade do reencontro, além da fluidez das relações e das possibilidades. Por fim, o desejo a se manifestar de várias maneiras.
“Em 2020 passei a me questionar sobre o amor romântico, e comecei a observar as minhas relações e de outras pessoas sob essa ótica. Estava tentando entender a influência da convenção social na forma como nos relacionamos, mas também investigando como o desejo e a sedução são forças motrizes importantes nas nossas conexões, sejam elas românticas ou não.
Essa forma mais objetiva de pensar no amor inevitavelmente trouxe à tona questões subjetivas das experiências que vivi ao longo dos anos, ou que presenciei pessoas próximas vivendo. Então fui me dando conta de que o disco tinha uma narrativa, retratando fases distintas que alguém pode viver dentro das relações, incluindo a excitação dos começos, a angústia da falta, o processo de ilusão e desilusão quando colocamos expectativas em uma situação e também as formas como nos ligamos e nos desligamos de algo ou alguém”, comenta a artista.
O álbum foi produzido em uma imersão de duas semanas em uma casa em São Francisco Xavier, cidade no distrito de São Paulo, e contou ainda com gravações de Alejandra Luciani, Felipe Puperi, Fabio, Fabio Pinczowski e Pepeu JC no Estúdio 12 Dólares e Sid Souza no Artsyclub Studios. A mixagem é de Tiago Abrahão e a masterização é de Brian Lucey (que já trabalhou com nomes como The Black Keys, Lizzo e Cage the Elephant).
Capão – Bruxo (2024) (single)
Capão – Bruxo (2024) (single)
Este single não se trata só de um tema, é fração integrante de um conceito repartido em duas partes, ligadas entre si, através da mensagem. “Bruxo” é a primeira música de duas que o artista lança neste mês de abril, partes diferentes de uma mesma história, início e fim de uma mensagem. Dois temas interligados entre si, que se complementam.
“Bruxo” é o primeiro single, irmão mais velho de “Blackjack”, o segundo tema a ser lançado. Com uma melodia sentida à primeira, uma estética musical agradável e um refrão forte, “Bruxo” rapidamente nos entra pela cabeça, prevalecendo a sua letra complexa e ritmada. Dois temas irmãos, que partilham entre si a sonoridade e a energia.
A ser lançado em breve, surge “Blackjack”, o irmão mais novo, porém mais complexo entre eles. Este segundo single homenageia o seu tema irmão “Bruxo”, revelando as diferenças entre si.
O single “Bruxo” foi lançado no dia 05 de abril e está disponível nas principais plataformas digitais!
Capão é natural de Comenda, no concelho de Gavião, distrito de Portalegre. Desde muito cedo descobriu o seu gosto e talento pela música, sobretudo pelo trap. Tudo começou numa noite em que com os amigos decidiu fazer uma batalha de rimas, tendo-se apercebido, como o próprio conta, “que tinha jeito para rimar”. Impulsionado por esta descoberta, procura saber mais e começa a ouvir Teto, raper brasileiro que o influencia musicalmente e o leva a apaixonar-se pelo trap.
Decidido que queria fazer da música a sua vida, dedica bastante do seu tempo a rimar e a aperfeiçoar-se enquanto raper e artista, trabalho que culmina com o lançamento da sua primeiro música, intitulada “Lágrimas”, em janeiro de 2023. Estava dado o primeiro passo de um percurso ainda jovem, mas cheio de talento. Apostando toda a sua dedicação e esforço para tornar a sua música cada vez melhor, seguiu-se o lançamento do tema “Vida Controversa” e, logo de seguida, foi apresentado “Sopro”. Em agosto foi o momento de mais um lançamento, novo tema de Capão, desta vez com maior impacto do que os temas anteriores. O single “Série” atingiu os 7 mil streamings no Spotify, tornando-se no seu tema de maior sucesso. Capão fechou o ano com o lançamento do seu primeiro EP, intitulado “Dupla Personalidade”, num trabalho íntimo e muito pessoal. O rapaz que queria ser ciclista, deixou esse sonho pela música, na procura pela perfeição naquilo que mais gosta de fazer, rimar.
SLR – Never Just Friends (2024)(single) Id
SLR – Never Just Friends (2024)(single) Id
Depois do lançamento de “No Time To Cry”, tema com energia contagiante e um refrão que fica na ponta da língua, os SLR acabam de disponibilizar o single “Never Just Friends” em antecipação ao seu próximo EP, agendado para o dia 7 de maio (EP de estreia, “Losing”, foi editado em 2022).
“Never Just Friends”, tema que volta a juntar Bruno Moreira e Luís Água a Rui Paiva na composição, surge com uma sonoridade melancolicamente energética e remete-nos para uma relação que vive no limbo, sem compromisso para que seja namoro, mas certamente mais do que uma simples amizade, assumindo que, quando começaram a trabalhar no segundo EP, o duo nortenho tinha o objetivo de compor músicas mais positivas e com as quais fosse possível dançar: “Quando começamos a compor, sabíamos que nos queríamos desafiar e tirar da zona de conforto, mas não queríamos deixar de escrever sobre as nossas vivências, e assim nasceu este novo single; juntamos páginas de diários, misturamos com referências de filmes que nos apaixonam e temos um amor proibido que nos dá vontade de dançar”, sublinha Bruno Moreira, sobre a temática de “Never Just Friends”, acrescentando ainda Luís Água que “Explorando essa relação definida somente pelo desejo e o momento, foi-nos claro que a brincadeira entre secções mais ritmadas e secções mais calmas seria a forma mais fácil de retratar este sentimento. Tão depressa a adrenalina dispara e avançamos a passos largos, como ficamos quase a pairar no ar, perdidos em pensamentos e sensações”.
Sabendo os SLR que o que sentiram para escrever esta música não lhes é exclusivo, decidiram, sem medo, usar os seus sentimentos para criar uma história de amor com a qual muitos se podem identificar: “o sentimento de querer estar amorosamente com alguém que nos é proibido, mesmo que recíproco”, e a “vontade de não largar a outra pessoa e aceitar que não será mais do que um momento”.
Essa tensão de manter em segredo, de estar limitado ou até de ser “proibido”, levou os SLR a escreverem o tema. Luís Água assina a produção como água em parceria com oputovitor, trazendo referências do drum & bass e da pop eletrónica juntando-as à melancolia típica do R&B que os SLR já nos habituaram.
Para o videoclipe que acompanha “Never Just Friends”, os SLR juntam-se a Pedro Ivan e, entre imagem em movimento e fotografia analógica, conta-nos a história de um amor sem limites. A banda volta a convidar Rita Ferreira para protagonizar um dos seus vídeos, desta vez ao lado dos membros em frente às câmaras. Mostram-nos uma amizade jovem, genuína e descomprometida. Envolvidos numa adrenalina provocada pela paixão, os SLR arriscam, neste vídeo, invadir uma casa e divertirem-se livremente como se a mesma fosse deles. É um vídeo focado em memórias, em recortes, em lembranças de um momento que todos idealizamos viver e que ilustram a letra de um amor não convencional.
“Never Just Friends” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
SLR – Biografia
Os SLR são uma banda com sonoridade Pop eletrónica e um toque R&B. O duo é composto por Bruno Moreira e Luís Água, ambos naturais do norte do país. Iniciaram o seu percurso em 2018 com o single If you leave me, que captou a atenção dos media nacionais e internacionais. Em 2022 lançaram o EP de estreia, Losing, que abriu a conversa sobre o cuidado pela saúde mental. Em 2023, renovam a sua sonoridade com No Time To Cry ao trazer um tema com energia contagiante e um refrão que fica na ponta da língua. Agora, com Never Just Friends abrem 2024 revelando mais um tema do EP com lançamento previsto para o próximo mês de Maio.