FeMa.- HOMNiA (2024) (single) Id

FeMa.- HOMNiA (2024) (single) Id

FeMa. EDITA EP HOMNiA

NOVO DISCO É UMA EXPLORAÇÃO ABRANGENTE DE TODAS AS FACETAS DO SER HUMANO

Depois do lançamento de “Vontade, vontadinha”, single que surgiu em antecipação, FeMa. acaba de editar o EP “HOMNiA”.

Este novo trabalho do artista emergente natural de Alcobaça é uma jornada que percorre tanto os recantos mais obscuros e escondidos nas profundezas da essência interior quanto aqueles mais visíveis no comportamento quotidiano e geral da humanidade, culminando na exploração abrangente de todas as facetas do ser humano.

Escrito em ambientes naturais e industriais, “HOMNiA” aspira a ser um momento de pausa e conexão, mas principalmente uma oportunidade de mudança: constituído por seis temas, cada um abordando diferentes tópicos, convidando à audição ativa e estimulando a mente imaginativa, FeMa. explora sonoridades que vão desde a eletrónica aliada à natureza até à música tradicional portuguesa, passando pela pop, hip-hop e a música de intervenção.

“HOMNiA” representa, acima de tudo, uma reflexão sobre o mundo interno e externo do ser humano, uma busca pela mudança e, no seu cerne, proporciona uma oportunidade para a introspeção pessoal e para o posicionamento no mundo que nos rodeia, tanto a nível humano como natural.

A acompanhar o lançamento do EP, surge o single homónimo e que encerra o novo trabalho de FeMa. com um apelo à ação e à mudança. O tema é uma marcha física que começa pelo pensamento sobre o mundo atual e termina com um grito pela mudança. Num ano que marca os 50 anos do 25 de abril e inserido no contexto atual do mundo, onde temas como guerra, falta de liberdade, privação de direitos e romantização do ódio são recorrentes, “HOMNiA” nasce da necessidade de mudança e do ímpeto de luta por um mundo mais empático, livre e comum. Entre sonoridades que misturam o shoegaze, a música de intervenção e o noise, este single procura evocar um sentimento desconfortante, aliando-o às palavras de esperança de FeMa.

“HOMNiA” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e será apresentado ao vivo em Leiria, nos dias 13 de abril no Stereogun e 24 de maio no Texas Bar; 16 de abril no Café Curto em Coimbra; e 17 de abril no Musicbox em Lisboa.

Bad Bad Mary – Forget About It (2024) (single)

Bad Bad Mary – Forget About It (2024) (single)

“Forget About It”  aborda a autossabotagem no amor, bem como na vida, aproveitando a sinceridade que uma letra clara e descomplicada permite. Os Bad Bad Mary abrem assim as portas a novo estilo de composição, assumindo o rock como o último elemento a antecipar este segundo EP. 

Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (Single)

Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (Single)

Vergonha”

“Risinhos de Vergonha” é o título do primeiro “single” lançado por Carolina, nome artístico de uma jovem caldense que, apesar da sua formação em gestão, pretende vir a seguir exclusivamente a carreira musical.

A produção desta música, disponível no Spotify e noutras plataformas musicais, foi possível depois de uma série de workshops em que a cantora participou no “Creative Studio No Filters”, em Lisboa.

Uma dessas formações foi com o cantor João Só, proprietário do “Estúdio Zeco”, onde acabou gravar a sua primeira música original.

A letra da música e melodia é da sua autoria, e os acordes são de João Eiró, com produção de João Só.

“Decidi que os ‘Risinhos de Vergonha’ fossem o primeiro single a ser produzido, porque queria que fossem uma carta de apresentação”, contou ao JORNAL DAS CALDAS.

A canção, uma mistura de pop com jazz, é inspirada no filme de animação “Divertida-mente”, da Disney, onde as emoções são as protagonistas.

“Quis explorar e concentrar numa canção os espectros dos meus traços (no filme as emoções são as protagonistas). Depois, queria que a melodia casasse com as palavras e foi o que consegui”, adiantou a cantora.

A canção já tem videoclipe (youtube.com/watch?v=Kx5wwlAqa-8), da autoria da designer Ruby.

Carolina Fidalgo nasceu no Luso porque os pais trabalhavam na altura trabalhavam no Palace do Buçaco, mas toda a sua família é da região e o seu percurso escolar, do infantário ao ensino secundário, foi feito nas Caldas da Rainha.

Há 10 anos terminou a sua licenciatura em Gestão na Universidade Nova, em Lisboa, e depois de terminar o mestrado e uma pós-graduação no mesmo estabelecimento de ensino, rumou ao Luxemburgo para trabalhar numa consultora.

“Escolhi este caminho na altura porque não acreditava que música pudesse ser uma opção”, explicou.

No entanto, a música, que sempre fez parte da sua vida, tem vindo a ganhar cada vez mais protagonismo nos seus planos.

“Lembro-me de ser pequena e de andar no ‘Lugar da Música’, que viria a ser o Conservatório das Caldas”, recorda.

Recorda-se também de frequentar no infantário umas sessões de música, com a professora Maria João Veloso, “onde construíamos os próprios instrumentos, com feijões e embalagens de iogurte ou com copos”.

A partir dos seis anos começou com aulas de piano no Conservatório, tendo terminado no 5º grau. “Experimentei um ou dois anos de piano jazz e depois vi que gostava mais de cantar. Tive mais um ano de técnica vocal e quando tirei a licenciatura estive um ano no Hot Clube”, contou.

Ainda teve aulas de canto jazz com a professora Cláudia Franco, mas “achava que não conseguia ou que não seria bem aceite enveredar por este caminho e tinha imenso medo de começar um percurso musical mais profissional”.

Esteve dois anos na academia “Vocal Emotion” onde “o conceito de limites vocais e de performance foi mais desconstruído e obtive bagagem mais técnica”.

Participou em dois concertos no Casino Estoril, um de músicas dos anos 80 e outro de tributo aos Trovante, onde Luís Represas também esteve presente.

“Tive também a oportunidade de fazer dois concertos gravados no Atlantic Blues em Oeiras, com eles coloquei no Spotify uma primeira canção, um cover da música ‘City of Stars’, tocada pelo professor Manuel Rebelo”, referiu.

A partir desta primeira experiência, conseguiu bons feedbacks e construiu uma base de seguidores naquela plataforma.

Entretanto, participou num workshop intitulado “Mix With The Masters”, com o produtor Jeff Bhasker, em Avignon (França).

“Vieram pessoas do mundo inteiro e muitas já com provas dadas. Todas acreditaram no meu projeto, o que é ótimo”, adiantou.

Ao longo destes anos tem vindo a realizar concertos e no ano passado criou o “Carolina Jason Jazz Duo”, tendo atuado em vários locais do Luxemburgo.

Quanto ao futuro “está a ser preparado”, garante, tendo como foco principal a gravação de um álbum de covers, com uma ou duas músicas originais. Pretende também continuar a investir na sua formação musical e a realizar concertos.

Liquen – Brisa Corcunda (2024) (single)

Liquen – Brisa Corcunda (2024) (single)

A Brisa Corcunda é revolta interna contra a maré de desordem.

Um lamento pelas entranhas do que há de desolador no mundo, das correntes opressivas à ausência de compaixão. A revolta, áspera e incómoda, nasce do confronto com o que se considera errado, um embate moral com as trevas. A Brisa almeja ser um antídoto às trevas, que apesar de emergir dessa mesma escuridão, anseia incansavelmente pelo o que é belo e justo.

Líquen é um projeto que surge da união entre

a voz e a poesia. Nasce a partir de diversas influências, da música popular portuguesa ao indie pop, e é a primeira expressão individual da cantora conimbricense Constança Ochoa, após a co-criação do grupo Peixinhos da Horta. Em Líquen, abraça a oportunidade de escrever e compor inteiramente para si, da melodia aos arranjos, e de se estrear a produzir os seus próprios temas, em parceria com o Buga Lopes, músico e produtor. Ao projeto junta-se Pepas, também músico e produtor residente no Porto,

cujo foco é essencialmente a eletrónica. Um líquen, enquanto organismo simbiótico, funciona como metáfora perfeita para aquilo que se pretende criar: uma simbiose entre a voz e as diferentes influências sonoras; entre o acústico e o eletrónico; e a manifesta vontade de expressar emoções humanas fundamentais na forma de música.

Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)

Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)

Após colaborar em mais de 200 álbuns de outros artistas e ainda de bandas das quais fui membro fundador ou parte da banda (Palmares, Banda Desenhada, Valdez e as Piranhas Douradas, A Fúria do Açúcar, N’Goma Makamba, D’Alambre, Couple Coffee & Band, Samadhi, entre outros), chegou agora a hora de lançar um álbum em nome próprio.

Mestiço Atlântico – Um sonho pensado por mim e partilhado com outros grandes músicos, compositores e autores. Um álbum que vibra com influências e inspirações profundas, onde está presente muita da minha experiência cultural atlântica, formada pelo triângulo Angola-Brasil-Portugal. 

Angola – país onde nasci e vivi até aos 13 anos e que teve um papel determinante na minha descoberta do ritmo e do início da minha vida como músico e compositor; Brasil – onde vivi toda a fervilhante adolescência, absorvendo a riqueza e variedade musicais infindáveis deste país; Portugal – onde estão as minhas raízes familiares e onde me sinto em casa, como pessoa e como músico profissional, respirando através da sua forte e maravilhosa cultura.

Para este álbum conto com colaborações e participações de grandes músicos e autores: Rão Kyao, Paulo de Carvalho, Luanda Cozetti, Norton Daiello, Luiz Caracol, Sandra Martins, José Fialho Gouveia, Ciro Bertini, António Pinto, Ivo Costa, Gustavo Roriz, Nanã Sousa Dias, Marta Coutinho, Múcio Sá, Beto Bertolini, Chris Wells, Guto Lucena, Biru e ainda a participação da minha filha Maiara Rebordão num dos temas. A todos eles o meu eterno obrigado por emprestarem a sua arte a este disco, um processo longo que está finalmente disponível para o mundo.   

As composições são na sua grande maioria originais, de minha autoria. As restantes, de outros autores ou parcerias, tendo apenas uma das canções sido gravada e editada anteriormente (de autoria de Milton Nascimento e Fernando Brant). 

A produção musical deste álbum é do músico/compositor/produtor Ciro Bertini, amigo de longa data, com quem tenho também partilhado palco ao longo de vários anos, sendo a co-produção musical de minha autoria.

Espero que se sintam tão cheios de vida e energia quanto eu ao sabor desta música mestiça, deste mestiço atlântico. Boas viagens.

Garajau – Sal & Lima (2024) (single)

Garajau – Sal & Lima (2024) (single) 

Depois de ‘O Amor Não Se Abrevia’, o álbum de estreia da banda natural do Porto, Garajau trazem-nos a solução para vários males: ‘Sal & Lima’, o mais recente single.

Em 2023, a banda composta por André Pires Costa e Tiago Luz, apresenta-se com um álbum Pop-Rock/Indie-Rock com sabor a desamores tanto no Rock, como no Pop como até numa balada acústica, onde cada canção nos apresenta uma variante do desamor mas também uma solução. Também ’Sal & Lima’ é solução para esta nova fase da banda, não só no campo do amor mas, como referem “O sal e a lima são essenciais para muitos contextos, para dar ou cortar sabor às bebidas, limpar o organismo e até para afastar o azar e o mau olhado.”.

Com este single, Garajau apresentam-se numa sonoridade ainda mais up beat, num estilo “feel good hit” para cantar em todo o lado e até dançar – quase como solução para os problemas e stress do dia-a-dia – “Hoje é noite de atirar a semana para trás das costas (…) Soma Sal & Lima, cura a minha sina”.

“Esta música nasceu de um rascunho de uma música escrita na pandemia sobre estarmos fechados e precisarmos de sair. O assunto ficou batido e achamos que não ia resultar. Mudamos então o foco desse mesmo assunto. A vida hoje em dia é tão frenética que ter uma noite de festa torna-se essencial.” afirma a banda sobre o novo single.

Também acrescentam “É um passo em frente em relação à sonoridade do nosso primeiro disco. Portugal precisa de música cantada em português dançável nas rádios.”

A letra de ‘Sal & Lima’ é da autoria de Tiago Luz e André Pires Costa, a produção ficou a cargo de Leonardo Pinto e a masterização conta com Mário Barreiros. André Malta, que assumiu a produção do álbum, ficou desta vez a cargo da bateria.

O novo tema de Garajau promete deixar a boa disposição em quem o escutar, no trânsito, numa festa, ou até em casa – ‘Sal & Lima’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

Sús – Além Do Tempo (2024) (single)

Sús – Além Do Tempo (2024) (single)

“Além do Tempo” antecipa LP de estreia

Depois do lançamento de “Primavera Deserta” e de “Cicatriz”, sús disponibiliza “Além do Tempo”, terceiro e último single em antecipação ao seu disco de estreia, “Entre”, agendado para maio.

“Além do Tempo” é uma canção do fim do inverno a chamar pela primavera e relaciona-se diretamente com o primeiro single, “Primavera Deserta”, numa espécie de encontro com a calma no fim da tempestade. Se “Primavera Deserta” é um tema que fala sobre a primavera em abril, num contexto gelado e de desabrochar tardio, e sobre o encontro da artista com a precisão relativa das palavras, que é tão dependente do seu contexto, “Além do Tempo” é o passo anterior, o encontro com os timings fora do lugar, as síncopes, o autocarro que chega na hora certa, e o sujeito poético que chega na hora errada.

A artista portuguesa, residente na Dinamarca, contextualiza “Além do Tempo”, através da estrutura e organização nórdica que não permite, segundo sús, muito espaço ao espontâneo, especialmente no inverno, como se a matriz do tempo fosse feita em betão.

Este novo e último single, que surge em antecipação ao seu disco de estreia, “Entre”, aborda também a saúde mental, especialmente o stress, a ansiedade e a forma como a realidade urbana e as pressões da vida moderna se manifestam no corpo e no pensar. É uma jornada em busca da calma na sua própria ansiedade, um processo de transformação e descoberta. A introdução com a referência ao tema “Estou Além”, foi uma escolha que, para sús, fez todo o sentido encaixar no início da viagem que “Além do Tempo” se tornou, realçando a singularidade deste “hino” intemporal de António Variações.

A faixa, e o visualizer que a acompanha, já se encontram disponíveis digitalmente.

JP Simões – Cada Dia São Cem (feat. Ruca Rebordão, Nuno Ferreira, Márcio Pinto, Pedro Pinto) (Carta Ao Remetente) (2024) (single)

JP Simões – Cada Dia São Cem (feat. Ruca Rebordão, Nuno Ferreira, Márcio Pinto, Pedro Pinto) (Carta Ao Remetente) (2024) (single)

Como uma transfusão de sangue, creio que comecei a sentir-me cada vez mais próximo da música de José Mário Branco à medida que a fui tocando e cantando, sempre que a oportunidade surgia. Como se a espessura ética e poética das suas canções fosse progressivamente ocupando e fortalecendo um lugar onde antes havia insegurança e incerteza, à medida que as fui cantando e cantando e acreditando cada vez mais no que cantava. 

Depois de uma muito considerável quantidade de concertos centrados no seu trabalho, que foram afinando essa proximidade, surgiu um convite para -porque não?- fazer um registo que lhe fosse inteiramente dedicado. É uma voz agora oportuna e necessária a de José Mário Branco? É pungente e transborda beleza e coragem? Sem dúvida. E aqui estamos. E o mais intrigante para mim é lançar um disco onde pela primeira vez sou exclusivamente intérprete das canções de outra pessoa e sentir que é talvez o disco mais íntimo que alguma vez produzi. Cabe-me agradecer ao autor este privilégio de me sentir mais completo e menos só, aqui na casa que ele construiu para todos. 

JP Simões

Tomás De Papel – Casa De Alguém (2024) (single)

Tomás De Papel – Casa De Alguém (2024) (single)

Single abre caminho para o disco de estreia

“Casa de Alguém” marca a estreia de Tomás de Papel e abre caminho à edição do LP “Desconcertante Modo de Vida”, agendado para 10 de maio.

Tomás de Papel dá início à sua jornada a solo num registo intimista e profundo, influenciado pelas sonoridades indie rock, pop folk e clássico contemporâneo. Deixa, nos seus poemas escritos na língua mãe, as perguntas e resoluções, os conflitos e as paisagens de um auto-intitulado observador, pensador, sofredor de amor que procura as respostas para ser feliz.

O tema escolhido para se revelar ao público é este “Casa de Alguém”, que retrata uma recordação de um momento frágil que só pode ser observado ao longe. “Algo próximo do pensamento, mas longe no mundo tangível e assim é pelo melhor; sabendo que, se for tocado, ou se parte ou não é real”, sublinha o artista emergente natural de Coimbra.

Gravada nos Blacksheep Studios pelo Francisco Dias Pereira, a faixa foi produzida pelo Tomás de Papel e pelos músicos que o acompanham: Carlos Bb (Keep Razor Sharp) na bateria, Luís Judícibus e Francisco Dias Pereira (Them Flying Monkeys) no baixo, teclas e guitarra. “Casa de Alguém” e o respetivo videoclipe já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.

Perpétua – Em Vão (2024) (single)

Perpétua – Em Vão (2024) (single) 

“Em Vão” é o novo single de Perpétua

A banda da Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, regressa com música nova depois da participação no Festival da Canção.

O novo álbum é apresentado no dia 31 de maio, na Casa da Cultura de Ílhavo.

Já se pode ouvir “Em Vão”, o primeiro single de antecipação do segundo álbum de originais de Perpétua. A banda finalista do Festival da Canção 2024, regressa com uma balada que “parece ter estado em infusão lenta nos anos 80”.

Depois de “Bem Longe Daqui” – música que o quarteto levou ao Festival da Canção 2024 – “Em Vão” “parece um movimento de 180 graus, porque torna o lugar da energia e jovialidade apresentadas no festival numa atmosfera mais introspetiva e desacelerada. A banda escolhe marcar cada vez mais uma estética retro, algo que lhes é reconhecido pelo público, quer de um ponto de vista sonoro, quer de um ponto de vista estético, como se pode comprovar pelo videoclipe que acompanha este single, cuja inspiração pode ser encontrada nos clássicos dos anos 80, como David Bowie ou Cocteau Twins.

“É um momento de viragem e a inauguração de uma nova fase para a banda. Não podia estar mais orgulhoso deste esforço conjunto.” – Diogo Rocha

“Este single é a primeira página de um novo capítulo. Queremos muito mostrar-vos o que aí vem!” – Beatriz Capote

“Não podia estar mais contente por ser esta a música, uma balada, que vem dar continuidade ao que trouxemos na “Bem Longe Daqui”” – Rúben Teixeira

“Adoro a energia melodramática que conseguimos com esta música. Fico feliz por podermos contribuir para o panorama da música romântica portuguesa” – Xavier Sousa

Em Vão já está disponível em todas as plataformas digitais. Perpétua irá subir ao palco da Casa da Cultura de Ílhavo no dia 31 de maio para apresentar o novo álbum. Toda esta espera não foi em vão.

“Não, não foi em vão”

As ambiguidades e trocadilhos parecem fazer parte do léxico de Perpétua. Apesar do que o título da música possa parecer indicar, a canção de desamor, introspeção e de rememoração, começa logo por afirmar que “Não, não foi em vão”. Liricamente, é um exercício transversal a toda a gente “naquelas alturas em que parece que o chão nos desaba”.

Catarina Branco – A Minha Saia Velhinha (2024) (single)

Catarina Branco – A Minha Saia Velhinha (2024) (single)

“A Minha Saia Velhinha”, da Catarina Branco, agendado para dia 19 de abril. O tema surge em antecipação ao EP “Não me peças mais canções”.

Depois de ter editado em 2019 o EP de estreia “Tá Sol” e em 2022 o álbum “Vida Plena”, a artista natural das Caldas da Rainha edita “Não me peças mais canções”. O disco é uma homenagem ao Grupo Coral e Musical de música popular do hospital das Caldas da Rainha, onde os pais da artista tocam e trabalham. A ideia deste novo EP é, além de celebrar as raízes de Catarina Branco, estender os limites de géneros musicais e alargar os extremos da electro synth-pop, a folk e o tradicional.

Composição: Autor desconhecido (Popular da região do Minho)

Letra: Autor desconhecido

Vozes: Catarina Branco

Sintetizadores: Catarina Branco

Beat: Catarina Branco

Shaker: Catarina Branco

Viola Amarantina: Catarina Branco

Mistura: Cláudia Sul 

Masterização: Rafael Silva

Beatoven – Slow Down (feat. Jimmy P & Phedilson) (2024) (single)

Beatoven – Slow Down (feat. Jimmy P & Phedilson) (2024) (single)

Beatoven apresenta “SLOW DOWN’’, single de “ALGO(ritmo)” 

Beatoven acaba de apresentar ‘’SLOW DOWN’’, com a colaboração dos ilustres Jimmy P e Phedilson, como 1º single do seu projeto “ALGO(ritmo)”. O produtor admira a união de bandeiras e junção de diferentes tradições em prol de crescimento. 

‘’SLOW DOWN, remete a uma travagem, uma consciência do nosso modo automático e intenção de viver mais o que realmente é importante – família, sanidade, nosso círculo, entre outros aspectos. ’’, explica Beatoven. 

‘’Por vezes estas músicas conscientes estão associadas a instrumentais sem sal, com pouco groove, e a intenção principal deste projecto é fazer com que o humano consiga ouvir uma música com essa narrativa, mas funky/mexida em locais onde esta não está associada. Nós somos aquilo que consumimos’’ 

Beatoven ficou mais de 2 anos sem lançar originais, derivado a um período de autoconhecimento, clarificando a sua direção e entendimento do que queria acrescentar no mundo e na cultura. 

‘’Estamos numa era muito delineada pelo algoritmo, onde o humano precisa de uma consciência do seu uso e entender as vantagens e desvantagens desta ferramenta. A intenção deste Ep é conseguir fazer uma ”WAKE UP CALL” na sociedade de um modo leve e dançável. 

Algo(ritmo) é um marco de mudança tanto de sonoridade artística como do branding do mesmo. “Black Tropical House” é como o produtor nomeia o gênero musical , mas também podemos encontrar Uk House, Jersey e Kuduro nesta renovação musical do produtor. O primeiro volume conta ainda com colaboração de Carla Prata, Mar, Jimmy P, Sleepy The Prince, Phedilson, Dj Lycox e One O One. 

O visual de SLOW DOWN é da responsabilidade do ilustrador Fakie, que conseguiu quebrar a barreira de distância dos artistas. O disco conta com masterização de Mixedwinesse e artwork de Flav ferreira. Este é o projeto que antecipa o seu EP de originais, “ALGO(ritmo)”, que será lançado no primeiro semestre de 2024 com o cunho Universal Music Portugal na sua distribuição.