Samuel Martins Coelho – Acessible Insurence (2024) (single)
Samuel Martins Coelho – Acessible Insurence (2024) (single)
“I ERROR” É O NOVO DISCO DE SAMUEL MARTINS COELHO
MULTI-INSTRUMENTISTA E COMPOSITOR DA BANDA-SONORA DO FILME
“O PIOR HOMEM DE LONDRES”, COM ALBANO JERÓNIMO
Samuel Martins Coelho apresenta-se em nome próprio com o disco “I Error”: um conjunto de rascunhos colecionados ao longo do tempo, que refletem diferentes interesses estilísticos de um violinista que se aventura no mundo electrónico.
O compositor e multi-instrumentista tem feito um percurso de descoberta e constante reinvenção da sua linguagem musical. Com raízes na música clássica, tem vindo a desenvolver uma linguagem muito própria, utilizando diversas fontes sonoras. O seu trabalho atravessa vários géneros e universos musicais, desde a música clássica à música conceptual, experimental e à improvisação. A sua actividade artística desenvolve-se em vários projetos, tais como: Tosco, Peixe Míope, Estranhofone, Space Ensemble, Escola do Rock, Colectivo Espaço Invisível, Ondamarela, JP Coimbra, até ao mais recente I ERROR.
Com o novo disco, o músico explica que “Imagino-me imerso num espaço onde o passado e o presente se entrelaçam, refletindo as minhas diferentes fases como músico. Cada música representa diferentes momentos desse período cronológico, onde diferentes estilos e influências musicais se manifestam. Em I ERROR é um local onde tiro a rede.”
De destacar no seu percurso artístico as várias composições de bandas sonoras e a nomeação para os Óscares: em 2018 compôs uma nova banda sonora para o filme Giuseppi do realizador maltês Cecil Santariano, a qual foi apresentado ao vivo na Capital Europeia da Cultura em Malta. Colaborou na banda sonora da curta-metragem de Regina Pessoa “Tio Tomás – A Contabilidade dos Dias”. Desde a estreia internacional, em Junho de 2019, na Croácia, o filme foi já distinguido no Festival de Cinema de Annecy, em França, com o prémio especial do júri, no Festival Animamundi, no Brasil, ou nos Caminhos do Cinema Português, em Coimbra. Foi também candidato às nomeações para os Óscares e venceu a corrida para o galardão de melhor curta-metragem nos Prémios Annie Awards. Em 2024 compôs a banda sonora do filme “O Pior Homem de Londres”, realizado por Rodrigo Areias, produzido por Paulo Branco-Leopardo Filmes, com argumento de Eduardo Brito, e um elenco onde pontuam Albano Jerónimo, Edward Ashley, Victoria Guerra, Scott Coffey, Christian Vadim, Carmen Chaplin, Simon Paisley Day, e Jean-François Balmer.
MD Melo – Piece Of Paradise (2024) (single)
MD Melo – Piece Of Paradise (2024) (single)
Based in Porto-Portugal, the MAudioLabs Studio is a personal project based on the passion for audio and music as result of Manuel de Melo (MDMelo) working as a DJ in some known clubs back in the 80’s mainly in Portugal and also in the UK during university studies in Electronics Engineering.
The MAudioLabs Studio project started back in 2016 with the build-up a small home studio aimed to be used to create music. Through state of the art technology and many miles of music in the brain, the idea was to create and produce music inviting several amateur and professional artists to song writing and sing over the instrumentals composed and written by MDMelo.
Over the past 4 years a lot of experiments were perpetrated with a view to achieve perfection as much as possible in both audio quality, musicality, mixing, mastering, voicing and recording.
In order to do that, there were several audio production courses and workshops, experiences sharing, etc. up to a point in which it is believed to have reached the first big milestone with the very first production of a full EP for singer/songwriter Francis EL.
Chamo-me Frederico Gonçalves, e de momento encontro-me a promover o meu novo trabalho de originais, o álbum – LEVEZA DO VENTO – lançado no passado dia 30 de março.
Funk You Brass Band – Dia D (2024) (single)
Funk You Brass Band – Dia D (2024) (single)
AMAURA, CAROLINA DESLANDES, DA CHICK, HMB, MARTA REN, RICHIE CAMPBELL, STEREOSSAURO E THE BLACK MAMBA EM DESTAQUE NO PROJETO “PT MUSIC SESSIONS” DA FUNK YOU BRASS BAND
LP JÁ SE ENCONTRA DISPONÍVEL DIGITALMENTE
A FUNK YOU BRASS BAND acaba de editar “PT MUSIC SESSIONS”, em formato digital. O LP conta com temas dos artistas Amaura, Carolina Deslandes, Da Chick, HMB, Marta Ren, Richie Campbell, Stereossauro e The Black Mamba, reimaginados pela histórica brass band portuguesa.
Depois de gravarem a versão da aclamada “Dia D” em 2016, que culminou na participação especial no concerto “A Primeira Década” dos HMB, realizado no Campo Pequeno, em Lisboa, a FUNK YOU BRASS BAND iniciou o projeto “PT MUSIC SESSIONS”, com o objetivo de promover a música portuguesa em uníssono com vários espaços culturais do distrito de Aveiro, através do lançamento, nas plataformas digitais, de versões alternativas de temas portugueses gravados em locais característicos da zona, e trazer para perto do público nacional a linha de influências associada a uma sonoridade típica das brass bands americanas de New Orleans.
Criada em 2010 e sediada em Ílhavo, a FUNK YOU BRASS BAND é composta por nove instrumentistas de sopro e percussão do distrito de Aveiro, oriundos dos mais variados backgrounds musicais, que partilham o gosto pela música funk, pop e disco.
“PT MUSIC SESSIONS” já se encontra disponível digitalmente e conta ainda com as participações especiais de Gileno Santana na trompete, João Martins no saxofone, João Sêco no trombone e Pedro Vasconcelos na bateria e percussão.
PT MUSIC SESSIONS – Alinhamento
1. Dia D – HMB
2. My Blood Diamond – The Black Mamba
3. Hold On – Stereossauro (feat. Helena Veludo)
4. EmContraste – Amaura
5. Water – Richie Campbell (feat. Slow J & Lhast)
6. Do Tha Clap – Da Chick
7. Não Me Importo – Carolina Deslandes
8. 2 Kinds Of Men – Marta Ren
PT MUSIC SESSIONS – Ficha técnica
Saxofone Alto – Marco Brandão
Saxofone Tenor & Barítono – Tiago Martins
Saxofone Barítono & Tenor – Samuel Silva
Trompete – João Pereira
Trompete & Fliscorne – Tiago Rocha
Trombone – Élson Pinho
Sousafone – Marco Freire
Bateria – Luís Fernandes
Percussão – Luís Santiago
Convidados especiais – Gileno Santana (trompete), João Sêco (trombone) e Pedro Vasconcelos (bateria e percussão)
Arranjos e Direção Musical – Samuel Silva
Produção executiva – João Pereira
Produção – Ass. Cultural Estação do Groove
FUNK YOU BRASS BAND – TOUR 2024
12 ABR – Matosinhos
18 MAI – Alqueidão de Cortes
18 MAI – Burinhosa, Alcobaça
24 MAI – Fontão, Ponte de Lima
30 MAI – Marco de Canaveses
31 MAI – Albufeira
01 JUN – Almancil
15 JUN – Monforte
04 JUL – Vila Nova de Gaia
09 AGO – Burgães, Santo Tirso
10 AGO – Évora
16 AGO – Arouca
16 AGO – TBA
17 AGO – Arouca
24 AGO – Queluz
08 SET – Vila das Aves
21 SET – Aveiro
19 OUT – Vagos
FUNK YOU BRASS BAND – Biografia
Criada em 2010 e sediada em Ílhavo, a FUNK YOU BRASS BAND é composta por nove instrumentistas de sopro e percussão do distrito de Aveiro, oriundos dos mais variados backgrounds musicais, que partilham o gosto pela música funk, pop e disco. Esta linha de influências associada a uma sonoridade típica das brass band’s americanas de New Orleans, resulta numa autêntica “sopa de boa música” e grande diversão. É conhecida por transformar grandes hits de músicos como Ray Charles, James Brown, Herbie Hancock, Stevie Wonder, Earth, Wind & Fire, Michael Jackson, Beyoncé e Bruno Mars, em grandes batidas funk. Em 2018, foi convidada especial no concerto “A Primeira Década” da conceituada banda portuguesa HMB, realizado no Campo Pequeno (Lisboa). Atualmente trabalha no projeto PT MUSIC SESSIONS, através do seu canal do YouTube, cujo objetivo passa por promover a música portuguesa e o distrito de Aveiro, através do lançamento de versões alternativas de temas portugueses gravados em locais característicos da zona.
Evaya – Ofereço ao Sol (2021) (single)
Evaya – Ofereço ao Sol (2021) (single)
EVAYA desvenda agora um novo videoclipe para a canção “ofereço ao sol”, depois de ter lançado na semana passada (a 5 de abril) o seu disco de estreia “Abaixo das Raízes Deste Jardim”, numa edição Saliva Diva.
“ofereço ao sol” é uma das canções que compõe o novo disco de EVAYA e que agora ganha um videoclipe que materializa em imagem uma viagem pelo peculiar universo que a artista cria na sua sonoridade.
Imagens de beleza inquietante, numa animação que causa uma estranheza muito própria e que se torna ao mesmo tempo cativante. O vídeo remete para uma jornada por um mundo artificial e não existente, mas que nele se concretiza uma harmonia entre o ser e a natureza, a lembrar um pouco as paisagens fantásticas de Hieronymus Bosch e os seus paraísos impossíveis.
O vídeo foi realizado pela artista emmy Curl e produzido por Pastoral.
FICHA TÉCNICA:
EVAYA
Abaixo Das Raízes Deste Jardim
Título: Abaixo Das Raízes Deste Jardim
Ano: 2024
Produção / Composição / Arranjos / Gravação: Evaya e Polivalente Gravação adicional: St. James Park
Letras: Beatriz Bronze (Evaya)
Interpretação: Evaya
Mistura: Zé Nando Pimenta
Masterização: Miguel Pinheiro Marques
Misturado e Masterizado nos Estúdios Arda Recorders
Foto da Capa: Carolina Marta
Este disco conta com o apoio do Fundo Cultural da SPA
EVAYA é uma produtora, compositora, letrista e cantora portuguesa, natural do Poceirão.
Em 2019 formou-se pela ETIC de Lisboa em Produção e Criação musical, uma formação de dois anos que culminou com um estágio profissional em Berlim – experiência que foi interrompida pela pandemia, mas o regresso a casa e a pausa imposta pelo contexto pandêmico valeram-lhe o seu primeiro EP “INTENÇÃO” – produzido e gravado pela artista no primeiro confinamento entre Poceirão e Lisboa e editado em outubro de 2020 de forma independente.
O seu single “doce linguagem” faz parte da coletânea FNAC Novos Talentos21. Atualmente já conta com várias performances ao vivo, nomeadamente em alguns espaços culturais da cena
Lisboeta como o Musicbox, Casa do Capitão, ZDB; foi finalista do Festival Termómetro na edição que terminou em maio de 2022; apresentou-se também noutros festivais importantes do panorama musical em Portugal como o Festival ID no limits, Nos Alive, MIL e o WestWay Lab.
Em novembro de 2022 participou na Mostra Nacional de Jovens Criadores da Gerador com o single “atenção”.
Em maio de 2023 fez parte do alinhamento de showcases do Festival Tallinn Music Week na Estónia. No final do ano participou da edição do Festival Emergente, tocando num Musicbox (Lisboa) lotado.
O formato live de EVAYA propõe uma imersão etérea dos conceitos propostos, através de instrumentais ruidosos, maquinaria pesada e uma entrega mais performativa da relação voz-música, que evidencia as fragilidades e potências da partilha da mensagem com o público.
Hadessa – Queimar Tudo E Recomeçar (2024) (single)
Hadessa – Queimar Tudo E Recomeçar (2024) (single)
No mês em que o país celebra, com um olhar atento, os 50 anos do 25 de abril, HADESSA apresenta “Queimar Tudo e Recomeçar”, refletindo sobre a dificuldade em descansar e apreciar os frutos do trabalho numa sociedade e indústria que nos pede contas a todas as horas e nos obriga a estar em direto, quase permanente, sob a ameaça de ser esquecido.
Este novo single é o derradeiro tema de “FORTUNA” e a primeira de duas novas canções adicionadas ao disco de estreia da artista, lançado em 2023, e que será editado em CD e Vinil, numa reduzida edição de autora, neste verão. “Queimar Tudo e Recomeçar” é também uma despedida da Era Fortuna, fazendo-se acompanhar de um videoclipe que referencia a própria artista e adota uma postura iconoclasta, levando quem vê e ouve a esquecer tudo o que pensava saber sobre a HADESSA.
A canção puxa ao movimento ritmado corporal, cruzando, numa pop eletrónica, elementos de música popular portuguesa da última década com influências de música cowboy e western. Produzida por Momma T, conta com a colaboração de Catarina Branco nos arranjos e gravação e foi misturada por Guilherme Simões.
“Queimar Tudo e Recomeçar” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
HADESSA – Biografia
HADESSA estreou-se em 2023 com o opulento e misterioso álbum de estreia FORTUNA. A infância passada a ouvir Fado, a juventude a descobrir as músicas tradicionais e a curiosidade pelas músicas do mundo são audíveis no seu trabalho, que não é alheio às influências blues, jazz, hip-hop, rock, pop. Cada canção é única e reflete uma faceta diferente da artista, que não se enquadra em apenas um género musical.
A música de HADESSA é o veículo das suas palavras. No princípio é o verbo e a sua mensagem. Os poemas das suas composições abrangem as inquietações e alegrias do coração e da vida, e cada canção é um planeta. Fala-nos de maternidade, sexualidade, precariedade, desigualdade e clandestinidade, mas também de abandono, relações tóxicas e doença mental em intricadas mas tangíveis fábulas. “Escrevo sobre o que conheço, o que vivo, o que observo e o que imagino. Cada capítulo da minha vida tem mil finais alternativos que me levam, na minha imaginação, porém invariavelmente, à destruição. Sinto necessidade de contemplar as possibilidades trágicas da vida para reconhecer a minha existência feliz e pacífica, como se apenas conhecendo a dor profunda, pudesse também conhecer o zénite do prazer”, diz-nos HADESSA.
André Júlio Turquesa – O Bobo (2024) (single)
André Júlio Turquesa – O Bobo (2024) (single)
Four years after the release of ORGÔNIO considered by Blitz as one of the 50 best national albums in 2020, André Júlio Turquesa, singer-songwriter, composer, and multi-instrumentalist musician, also known for his soundtrack compositions, now presents his new album titled DISCO DE RECLAMAÇÕES.
The album consists of 11 tracks with compositions and lyrics by Turquesa, and features the collaboration of various national and international artists, in a fusion of Indie Folk, Traditional and World music.
The release concert is scheduled for May 17th at the Auditorium of CCOP Porto, with Teresa Costa (flute and vocals), Laura Felício (keyboards and vocals), Filipe Louro (bass and vocals), Iúri Oliveira (percussion and vocals), Gonçalo Ribeiro (drums), and some special guests such as José Valente (viola), among others. Most likely, we will all dance.
Sérgio Onze – Sapatinhos (2024) (single)
Sérgio Onze – Sapatinhos (2024) (single)
O fadista Sérgio Onze disponibilizou o novo single ‘Sapatinhos’. Com letra e música da autoria de CONAN OSIRIS e produção de AGIR, o tema antecede o álbum de estreia “NÓS”, com lançamento marcado para 12 de abril.
“Por estranho que possa parecer, especialmente por ser um tema que não é um Fado – mas que lhe dá alegremente o braço -, ‘Sapatinhos’ é das canções mais autobiográficas do disco”, revela Sérgio Onze. O fadista confessa que o tema “descreve a forma indelével como enfrento o mundo: no meio do caos, sei que há luz”, numa dança “na interseção entre os dois universos em que me movo: a música e o styling. Um cruzamento quotidiano que, com o tempo, se foi diluindo até se tornar num só”. A canção surgiu da “impulsividade de não ter nada a perder, convidar o CONAN OSIRIS para compor um tema para o “NÓS” e receber um sim”.
‘Sapatinhos’ sucede a ‘Canto Ainda Por Alguém’ e ambos os singles antecipam o álbum de estreia de Sérgio Onze, intitulado “NÓS”. O disco foi produzido por Ricardo Ribeiro e AGIR e inclui temas da autoria de CONAN OSIRIS, Joana Espadinha, AGIR e Teresinha Landeiro.
“Cada faixa é um nó fortalecido pelo laço e o seu desenlace – tanto desafio como processo, tanto pergunta como resposta. São “NÓS” que ligam produções tão antagónicas como Ricardo Ribeiro e AGIR, e é no seu centro que coexistem composições tradicionais e poemas clássicos ao lado das visões estelares de compositores contemporâneos”, afirma o artista. “”NÓS” existe em mim há muito tempo e tem sido cantado e desatado, de alguma forma, em todos os lugares. Mas agora é real”, conta ainda.
“NÓS” marca a estreia discográfica do fadista Sérgio Onze. O álbum é editado a 12 de abril, pelo Museu do Fado | EGEAC.
Sérgio Onze começou a cantar aos seis anos. Venceu vários concursos nacionais – entre eles a Grande Noite do Fado, em 2003 -, estudou guitarra clássica no Conservatório de Setúbal porque a voz ainda não tinha amadurecido tanto como as suas ambições e aos 17 anos começa a viver de noite, nas Casas onde ainda se sente Fado. Passou pelas Jovens Vozes de Lisboa no São Carlos, atuou no Belém Art Fest e já pisou palcos como o Campo Pequeno, o CCB, o Salão Preto e Prata, o São Luiz, o São Jorge e o Tivoli. Internacionalmente, já fez espetáculos na Alemanha, França, Finlândia, Itália e Roménia. Em simultâneo, cultivou a sensibilidade artística na Faculdade de Belas Artes e explora a multidisciplinaridade da Moda enquanto stylist, concretizando uma elevada consciência conceptual e a exigência de um propósito em tudo o que faz.
Sérgio Onze não vem do Fado, não carrega um legado ancestral nem antepassados para honrar. O Fado foi, por isso, uma decisão. Uma escolha que pareceu intrínseca, natural, como se tivesse sido encontrado, ou nele se encontrasse. Como se só a noite, a vulnerabilidade e o espanto soubessem a casa. Começar a cantar desde cedo e construir-se em contacto direto com os grandes mestres fez com que se deslumbrasse por todos os mundos que cabem dentro do Fado tradicional. Com o Fado enquanto fim para um meio e uma voz profunda e retumbante, cheia de certezas mesmo quando só se pergunta, Sérgio Onze entrega-se ao precipício que é cantar sem deixar os pés em terra firme. Na viagem, leva-nos a todos com ele com tanta firmeza que, quando nos vemos de volta ao cais, temos o corpo virado do avesso e sentimo-nos, finalmente, inteiros.
Fader – Serotonina (2024) (single)
Fader – Serotonina (2024) (single)
O artista FADER observa apresenta o single “Serotonina” após o lançamento da música “Chillin’ in Celorico”.
O single “Serotonina” surge como uma nova fase do artista, representando uma visão e predisposição mais otimista daquilo que o rodeia e do seu quotidiano.
FADER observa assume a faceta de beatmaker e produtor com inspirações dentro do Hip Hop, Lo-fi, Jazz, Neo-soul, numa viagem musical à volta da sua perspetiva marginal do quotidiano suburbano.
Todas as ligações através de: https://fanlink.tv/faderobserva
Renato Chantre – Meio Tuston Li Ka Tem Troku (2024) (single)
Renato Chantre – Meio Tuston Li Ka Tem Troku (2024) (single)
Renato Chantre, músico-compositor e produtor cabo- verdiano, lança novo single “Meio Tustom Li Ka Tem Troku” com a participação especial de Prétu, uma referência do hip hop nacional.
Depois do single de estreia “Animal inna Carnival”, Renato Chantre transmite neste novo trabalho outras influências musicais numa fusão de Funaná e Reggae.
“Este foi um daqueles temas que me deu imenso gozo a compor e produzir, sobretudo pela parceria com o meu brother Chullage, amigo de longa data. Com a letra, a música ganhou logo outra dimensão, tem uma mensagem de resiliência que transmite que unidos somos mais fortes, e que temos de lutar pelos nossos direitos… muitos chicharros juntos têm mais força que um tubarão!” – comenta Renato Chantre.
Neste single participam ainda Cau Paris na bateria, David Pessoa no ferrinho, Mike Simões na captação, mistura e masterização e co-produção, Machine na realização do videoclipe, e a produção executiva ficou a cargo da agência MARY GROOVE.
MirAnda – Cacilheiro (2024) (single)
MirAnda – Cacilheiro (2024) (single)
Falar sobre este disco é discutir a Lisboa contemporânea, abordando uma interpretação inclusiva e reflexiva da cidade e suas áreas circundantes, bem como suas conexões atlânticas, europeias e suburbanas através da migração.
À voz de MirAnda, juntam-se uma viola de fado e uma guitarra eléctrica de alcance universal, que viajam pelos ritmos do fado, dos blues tuaregue, os bailes italianos, de funáná e cumbia argentina. Após anos de experimentação acústica, MirAnda incorpora elementos da música electrónica pela primeira
Novo disco a solo de MirAnda ex vocalista dos OqueStrada
(…) Há regressos que valem como novidades, quase estreias.
Mas significam mais quando percebemos que a ausência pública” foi, afinal, um período de pesquisa, de trabalho, de engrandecimeto.
Se MirAnda já era a componente mais inquietante e sedutora dos Oquestrada, em “Uma Mulher
na Cidade” vamos descobri-la a assumir a condução plena do que se passa. E não é pouco…” João Gobern
vez, combinando-os com texturas orgânicas. Com ela está Alê Siqueira, multipremiado com 3 Grammys e produtor de artistas como Caetano Veloso, Os Tribalistas ou Elza Soares e uma diversidade de artistas de diferentes origens, incluindo Simone Carugati, um guitarrista italiano residente em Lisboa e seu parceiro na construção sonora do repertório, Luís Guimarães, mestre da viola em casas de fados de Alfama, assim como o convidado especial Kimi Djabaté da Guiné Bissau, Denys Stetsenko ucraniano, Mbye Ebrima da Gâmbia entre outros músicos habitantes da cidade.
seleção do repertório divide-se entre fados e composições originais, num total de 10 temas.
No fado, MirAnda deu destaque aos compositores e à diversidade de estilos, como Alain Oulman e Artur Ribeiro, que representam duas estéticas e linhagens distintas dentro deste género musical.
Os restantes temas foram descobertos por MirAnda nas ruas de Lisboa e interpretados por músicos de diversas partes do mundo, unidos pela sua paixão pela cidade. MirAnda carinhosamente chama esse grupo de “Os Amantes de Lisboa”, fazendo uma referência ao filme “Os Amantes do Tejo” de 1955, estrelado por Amália Rodrigues.
Zé Menos E Pedro O Mau – Arena (2024) (single)
Zé Menos E Pedro O Mau – Arena (2024) (single)
Após 5 anos desde o seu álbum de estreia, zé menos está de volta com novo single “arena”. O artista gaiense junta-se agora ao produtor Pedro, o Mau (parte integrante do projeto ALMA ATA) para um EP colaborativo intitulado “quatro partos”, que tem data de lançamento agendada para 24 de maio e que é composto por 6 faixas produzidas por Pedro, o Mau; escritas e interpretadas por zé menos.
Esse interregno criativo não significou menos atividade para zé menos: enquanto músico, tem acompanhado os projetos de MONA LINDA e de Riça ao vivo; enquanto engenheiro de som e diretor criativo participou na construção de trabalhos discográficos de artistas como redoma, ALMA ATA, joão não, Sien, Riça ou MONA LINDA.
Se no seu estreante e aclamado disco “o chão do parque”, editado em 2019, a agulha musical revelou novos traçados para o hip hop nacional, num registo outonal e exploratório, criado inteiramente por si, da escrita à composição, agora, em “arena”, zé menos caracteriza-se enquanto cantautor contemporâneo, servido dum instrumental eletrónico de cadência lenta, a espaços com o alvoroço das suas palavras, que lembram da importância de cuidarmos das conquistas de Abril de há 50 anos.
“A vontade de a escrever veio no rescaldo das presidenciais de 2021. Os cravos enquanto flor/conquista que precisa de manutenção e que não a tem tido, só sendo regada por água salgada. Suor do trabalho, lágrimas.” – zé menos
Disponível a partir de 5 de abril, a música “arena” conta também com vídeo realizado por José Magro, imagem de Tiago Carvalho, arte de Ana Meleiro e figuração de Isabel Caliano, Rui Correia, António Ribeiro, Ana Meleiro, Diana Queirós e Zé Poças.