A criação do alter ego HUMAN NATURES surge a partir das ideias sonoras que João Ribeiro criou ao longo da última década – encontrando na música uma nova forma de expressar as suas vivências e emoções, culminando com o lapidar das canções com um novo grupo de artistas provenientes de vários projetos musicais emergentes, tais como Eigreen, Líquen, Masena, MaZela, Palatine Lights e Peixinhos da Horta, nomeadamente: Alexandre Loureiro, Carlos Serra, Constança Ochoa, Francisco Frutuoso, José Santos, Luísa Levi, Maria Roque e Vasco Faim.
O single THE NOW foi bem recebido pelo público e rádios ibéricas – Antena 3, Noes FM, RUC, RADAR, FUTURA, RUM, música do dia SBSR – sendo um dos projetos selecionados para o CD de Novos Talentos FNAC 2023, para a Mostra Nacional de Jovens Criadores 2023 do GERADOR/IPDJ e o Festival Emergente 2023 no Musicbox, no seu curto espaço de existência.
Surge o LP de estreia ELECTRIC DREAMS (TBA 2024), através da fusão de diversos géneros musicais, desde o dream rock, ambient, trip-hop e shoegaze – tendo como principais influências um leque de nomes tais como Beach House, Fleet Foxes, Hania Rani, Massive Attack, Radiohead, Slowdive ou Tame Impala – onde são exploradas texturas melódicas, criadas através de guitarras elétricas, vozes e coros modulados, piano, sintetizadores, e ainda contando com a participação do quarteto de cordas Almedina Ensemble e septeto de sopros Coimbrass Band.
Ao longo de 12 músicas, escritas ao longo de 12 anos, o álbum descreve emoções repletas de amor pela vida, sentidas como um sonho vibrante e transcendente.
Gazpa – Hammock (2024) (single)
Gazpa – Hammock (2024) (single)
Hoje sai o meu novo single “Hammock”. Resultado de um kick Tech, com um pad Chill, stabs Funky e um solo de piano Jazz pelo Tito Romão aka Arctween. Assim descrevo esta track que apesar de ter uma atmosfera etérea é marcada por um ritmo groovy que faz abanar o quadril.
Marta Lima – Passos Marcados (2024) (single)
Marta Lima – Passos Marcados (2024) (single)
PASSOS MARCADOS – MARTA LIMA
Passado este tempo sem te ver, morri
Julgava que o vento levasse teu calor
O meu corpo correu às cegas
Mergulhei de cabeça com certeza
Não vale a pena
Não vale a pena
Não é que eu queira
A vida inteira assim
Passado este tempo sem falar, entendi
São só os passos marcados
Por alguém e segui
O meu corpo cedeu sem pressa
Foi a brincar com o fogo
Que encontrei a razão
Não vale a pena
Não vale a pena
Não é que eu queira
A vida inteira assim
Não vale a pena
Cantar p’ra te encantar
Não é que eu queira
A vida inteira assim
Não vale a pena
A vida inteira assim
Não vale a pena
A vida quis assim
Não vale a pena
Não vale a pena
Não vale a pena
Não é que eu queira
A vida inteira assim
Não vale a pena
Cantar p’ra te encantar
Não é que eu queira
A vida inteira assim
Não vale a pena
Não vale a pena
Não é que eu queria
A vida inteira assim
A vida inteira assim
A vida quis assim
On The Spot #11 Animal – Alma Descansada (Prod. Animal) (2024) (single)
On The Spot #11 Animal – Alma Descansada (Prod. Animal) (2024) (single)
11ª edição do On The Spot com Animal Instrumental: Animal Mix e Master: Mura Gravado na Godsize Records Filmado e Editado por : Mura
Mt. Roshi – Advogados Do Diabo (2024) (single)
Mt. Roshi – Advogados Do Diabo (2024) (single) Id
‘Advogados do Diabo’ é uma música sobre o desprendimento das questões que nos pesam. Enquanto que cada música do álbum vai relatando eventos marcantes do crescimento numa lógica de abertura e partilha, em ‘Advogados do Diabo’ relativiza-se, olhando para eles como momentos efémeros, de passagem.
É uma homenagem àquelas conversas com os nossos mais próximos, que mudam o tom de tudo o que está para trás, que vai perdendo a sua seriedade e peso. É também um apelo a olhar com leveza e jovialidade para o que vem a seguir.
Theo – Melodrama (2024) (single)
Theo – Melodrama (2024) (single)
THEO apresenta o novo álbum “Sombra”
Uma Jornada Pungente pelas Profundezas da Dor, Solidão e Perda.
THEO lança hoje o seu mais recente álbum “Sombra”
Este álbum é um mergulho nas profundezas da alma. Mergulha nas trevas da depressão e na dor da perda em quase todos os temas. Cada faixa deste álbum é um relato angustiante, uma jornada através de paisagens emocionais desoladoras. “Sombra” é mais do que apenas um disco; é uma experiência emocional devastadora, uma reflexão dolorosa sobre a natureza efémera da vida e a dor insuportável da perda.
O single “Melodrama” narra a história de um amor impossível, pintando um retrato vívido do refúgio encontrado na música e na solidão.
Este quarto lançamento segue-se a: Sinner, The World is not The same e Estilhaços e ainda uma série de apresentações bem-sucedidas em diversos locais proeminentes, incluindo o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, no Holograma da Casa da Música, Sala Jagger (ES), Maus-Hábitos e Clav.
Este disco será apresentado no CAAA Guimarães no dia 7 de Junho.
BANDA:
Pedro Conde – composição e guitarra
Cristina Castro – vozes e teclados
João Pedro Madeira – Baixo
Pedro Andrade – Bateria
Video
Realizado por Coalblur
Art work capa CD: Filipa Moreira.
Fotografia: Paulo Ribeiro.
quem é THEO
Theo é o heterónimo de João Gonçalves, que se tem dedicado a burilar canções entre o Rock Alternativo balanceado com Indie e inspirado no Grunge e para quem a música é a forma mais fluente que encontra para comunicar. Antes de se lançar como Theo passou por vários projetos, que tinham sempre o rock como linha condutora. Parte de uma geração que criou o vibrante movimento rock na vila de Caldas das Taipas, no concelho de Guimarães, terra que é um berço de música e de músicos.
Hércules – Dose Sustentável (2024) (single)
Hércules – Dose Sustentável (2024) (single) id
HÉRCULES Novo Single “Dose Sustentável” editado pela Cuca Monga
Hércules acabam de editar o seu mais recente single “Dose Sustentável” que serve de mote para aquele que será o novo caminho da banda. Depois de, em 2022, lançarem o segundo álbum de originais “Clube de Recreio” que inclui os singles “Só Quero”, “Tás A Ir Bem” e “Ok Poser”, a banda traz-nos agora a “Dose Sustentável” que precisávamos para dar continuidade àquilo de que melhor podemos fazer: escutar o bom indie rock português. Este novo single conta com música e letra de Allez e foi gravado, produzido e misturado por Diogo Rodrigues aka Horse. Como sempre contamos com a voz de Allez, na guitarra Pedro Puccini, com Dusmond no baixo, Humberto Dias na bateria, e David Simões nos teclados e coros, e cordas de Ana Eduarda (violino) e Bruna de Moura (violoncelo).
“Esta canção fala-nos acerca do conflito interior, da dosagem dos consumos, da alienação e da passagem do tempo. É um single solto e livre que combina um pouco do Clube de Recreio com outras coisas novas: temáticas, sons e arranjos.” diz-nos o vocalista da banda, Allez.
Na realização do videoclipe de “Dose Sustentável”, a banda contou com André Mascarenhas Barreto e direção de fotografia por Guilherme Proença.
Para o dia 28 de março, no Musicbox, Hércules preparam não só uma visita aos temas de “Clube de Recreio” e de “Tarefas Modernas”, como apresentar este novo single ao vivo pela primeira vez. Este concerto contará com a abertura da artista emergente A Sul e os bilhetes já se encontram disponíveis nos locais habituais.
Por agora, podemos desfrutar do novo single da banda, num pop dançável com groove e alguma imersão lírica – “Dose Sustentável” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Jau Mur – O Carmo E A Trindade (ft. Yara Mara) (2024) (single)
Jau Mur – O Carmo E A Trindade (ft. Yara Mara) (2024) (single)
O músico, cantor e compositor Jau Mur lança hoje o álbum de estreia “Mundano”. Marcado por uma sonoridade indie-rock, o disco foi inteiramente composto, escrito e produzido pelo artista natural de Santa Maria da Feira. “Mundano” é descrito pelo próprio como um conjunto de canções que exploram temáticas ligadas a situações do quotidiano, às quais dá um toque dramatizado.
Nas palavras de Jau Mur, este é “um álbum que fala não só de peripécias e acontecimentos da minha vida que senti que davam uma boa história mas, também, de situações do dia-a-dia de outras pessoas que chamaram a minha atenção. Assim surgiu o nome do álbum, nessa ironia de encontrar relevância no que é mundano”. O artista acrescenta que “gosto de pensar que o álbum convida o ouvinte a desfrutar de um outro ângulo sobre o que é vulgarizado, seja este um ângulo mais leve, mais atento, mais contemplativo, ou mais nostálgico”.
Nesta estreia discográfica, o músico conta com várias colaborações, que dão voz a algumas das músicas, como Yara Mara, letrista e vocalista da banda Calamar, e Filipa Pinto.
“Este é um trabalho de parcerias, contando com a participação de diversos intérpretes e instrumentistas que enriquecem a palete de timbres a cada nova faixa”, refere Jau Mur. “Tal como cada música pede os instrumentos que a deverão constituir, o mesmo acontece com as vozes. Não tenho interesse em cantar todas as minhas músicas, por isso, desde o timbre até à proximidade com o tema, são várias as razões que me levam a escolher quem deverá cantar o quê. Felizmente, tenho a sorte de estar rodeado de excelentes artistas que aceitaram dar voz a este álbum, como Yara Mara, Maria Moura, Filipa Pinto e Zé Moreira”, conta ainda.
“Mundano” foi antecipado pelos singles ‘O Carmo e a Trindade’, interpretado por Yara Mara, ‘Crias e Progenitores’ e ‘−£10,000’. Formado em cinema, o cantor e compositor realizou os visuais que acompanham cada um dos três temas, disponíveis no YouTube. O álbum de estreia de Jau Mur já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Alinhamento de “Mundano”:
1. O Carmo e a Trindade (com Yara Mara) 2. Crias e Progenitores 3. Em Contratempo 4. Dar-te Música (com Yara Mara) 5. Sinestesias (com Yara Mara e Zé Moreira) 6. Tempo para um Grito (com Filipa Pinto e Maria Moura) 7. −£10,000 8. Anfitriã
Jau Mur é músico, cantor, compositor e realizador. Ligado à música desde cedo, é natural de Santa Maria da Feira, onde reside atualmente. Formado em cinema, uma das suas grandes paixões a par da música, e com particular interesse por escrita e realização, já compôs, também, bandas sonoras para curtas metragens.
A sua experiência no universo cinematográfico leva-o a realizar os videoclipes das própias músicas e também para canções de outros artistas. Dessas colaborações visuais surgiu a possibilidade de contribuir com arranjos para outros músicos, nomeadamente para Mauro Ramos (Amor Electro, Tiago Bettencourt, Expensive Soul, entre outros).
O ano de 2024 marca a estreia discográfica de Jau Mur com o álbum “Mundano”, que inclui os singles ‘O Carmo e a Trindade’, ‘Crias e Progenitores’ e ‘−£10,000’.
Sérgio Onze – Canto Ainda Por Alguém (2024) (single)
Sérgio Onze – Canto Ainda Por Alguém (2024) (single)
á está disponível em todas as plataformas digitais ‘Canto Ainda Por Alguém’, o novo single de Sérgio Onze. O tema foi produzido pelo fadista Ricardo Ribeiro e tem por base o poema com o mesmo título, da autoria de Manuel de Andrade.
“Este poema de Manuel de Andrade não é nostálgico e muito menos triste: é duro e aberto como a vontade que temos de ter, tanto para o cantar, como para continuar, sempre. E materializá-lo no Fado Menor, o pai e superior de todos os fados, tornou-se na única forma possível de começar”, afirma Sérgio Onze. O fadista acrescenta que “não há muito espaço para racionalidade numa crença. Acreditar nos nossos mundos – passados, presentes e futuros – tem sempre uma disponibilidade superior. Esse alguém que sabemos que existe, que sabemos que somos nós, mas que às vezes parece mais distante e menos definido que Plutão”.
‘Canto Ainda Por Alguém’ conta com a participação dos músicos Bernardo Romão (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola) e Daniel Pinto (viola baixo). A canção é acompanhada por um videoclipe realizado por Cláudia Barros e Tiago Ribeiro.
O novo tema de Sérgio Onze antecipa o álbum de estreia, “NÓS”, com lançamento previsto para o próximo mês de abril. Editado pelo Museu do Fado | EGEAC, o disco foi produzido por Ricardo Ribeiro e AGIR e inclui várias participações, a anunciar brevemente.
“Cada faixa é um nó fortalecido pelo laço e o seu desenlace – tanto desafio como processo, tanto pergunta como resposta. São “NÓS” que ligam produções tão antagónicas como Ricardo Ribeiro e AGIR, é no seu centro que coexistem composições tradicionais e poemas clássicos ao lado das visões estelares de compositores contemporâneos”, afirma o artista. “”NÓS” existe em mim há muito tempo e tem sido cantado e desatado, de alguma forma, em todos os lugares. Mas agora é real. É final. Um final que é mais um ponto e vírgula do que uma coisa definitiva”, conta ainda.
“NÓS” marca a estreia discográfica do fadista Sérgio Onze. O álbum é uma edição Museu do Fado Discos e é apresentado, em antemão, esta quinta-feira, dia 7 de março, no Centro Cultural de Belém, pelas 21h00. O concerto integra o ciclo Há Fado no Cais, coproduzido pelo Museu do Fado | EGEAC e pelo CCB desde 2012. Com o apoio da Antena 1, o concerto terá interpretação em Língua Gestual Portuguesa e os bilhetes estão à venda nos locais habituais e na Ticketline.
Cruzamente – Bichos (censurada) (2024) (single)
Cruzamente – Bichos (censurada) (2024) (single)
Alicerçado no rock, o espírito dos .cruzamente não é saudosista, mesmo que venerem os antepassados e confiem na fraca memória que possuem como prova da intemporalidade de algo. De igual modo, também não procuram o futuro. Volta e meia, apercebem-se dele, vêem-se nele envolvidos, quando erguem o olhar até então preso aos seus instrumentos. Nem tampouco se procuram a eles mesmos, pelo menos enquanto grupo. Talvez seja isso, quando juntos, são. Sem buscas, sem querer. O que faz com que, a quem passa, pareçam crianças, numa bolha a esvoaçar sem nunca tocar no tempo. Afinal, têm uma pretensão, que essa bolha possa carregar o máximo de gente e de lugares com eles, e flutuar sem tempo e sem rumo.
Os .cruzamente são uma banda de Vila do Conde, composta por Francisco Rodrigues (voz) Pedro Cardoso (saxofone e harmónica) Carlos Loureiro (guitarra) Rodrigo Aroso (baixo) e Guilherme Magalhães (bateria). Os temas são originais e em português com uma base pop/rock, incluindo vários elementos funk, sem restrições.
Dão os seus primeiros passos na música em 2012, quando atuaram pela primeira vez ao vivo em Mindelo – Vila do Conde. Desde então, tocaram em vários espaços de música ao vivo de Norte a Sul do país, queima das fitas do Porto, Festa do Avante, Festivais de Verão e espetáculos comunitários. Durante este percurso lançaram três EPs: CruzaMente (2015); agitado (2019) e doninha (2020)
O seu primeiro álbum um bicho como nós irá ser editado no dia 10 de Maio e será apresentado ao vivo no próximo dia 18 de Maio no CCOP no Porto.
Produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.
Poucos de nós terão vivido tempos tão polarizados como estes. A amplitude torna-se tão reduzida, que é difícil percepcionar quem está do outro lado e é fácil, por isso, reduzi-lo à grandeza da nossa imaginação. Sim, porque cada bicho é um bicho e não sabemos se é possível imaginar um, uno e inteiro, sem que ele seja uma parte de nós. Até um bicho como nós mesmos é difícil de imaginar de forma plena, teríamos de nos conhecer muito bem. Possível ou não, é um bom exercício, o do auto-conhecimento. Sobretudo quando nos leva a partes que nunca antes tínhamos encontrado. Ficamos mais fortes, também porque nos apercebemos da falibilidade dos nossos sistemas de avaliação. Se falhamos connosco, também falhamos com os outros e isso obriga a que a nossa constante redescoberta passe pela reavaliação do outro, cada vez mais, até que a amplitude aumente e nos apercebamos que do outro lado está um bicho como nós. Tão feio quanto bonito, tão forte quanto fraco. Vivo, falível.
“bichos” é o single de estreia do primeiro LP dos .cruzamente, um bicho como nós, e promete trazer intensidade às playlists atuais.
Bichos há muitos. De várias formas e em vários lugares. E nós, que somos um, também os temos por dentro, do intestino à cabeça. Imaginários ou não, os sintomas são claros: visão toldada, forças enfraquecidas, vontades distorcidas… Queremos que os bichos saiam de nós e sair com eles!
O vídeo que acompanha o single foi escrito e realizado por Alberto Almeida e tem como inspiração “Mago”, conto escrito por Miguel Torga, pertencente à colectânea Bichos. Sentimos que este conto tem uma grande relação com a canção e que sobressairia entre um dos inúmeros cenários possíveis para a descrever. O Mago é um gato que se sente aprisionado no conforto do lar que o adoptou, mas não é fácil libertar-se. Será que consegue? Será que conseguimos?
Retimbrar – Do Mesmo Cordão (2024) (single)
Retimbrar – Do Mesmo Cordão (2024) (single)
O ano de 2024 traz aos Retimbrar, formação renovada e a promessa de agarrar novas criações. Apuram-se as palavras, os timbres, os arranjos e desvendam-se pistas para o que há de ser um novo disco, mais de um ano após o lançamento do seu segundo álbum, Levantar do Chão.
Os 8 músicos voltam à estrada, estão à escuta e dão o salto, a bordo daquilo que são os sonhos, desafios e inquietações de uma humanidade veloz e voraz.
E é de inquietações que nasce uma primeira canção, “Do Mesmo Cordão”, composta e escrita por mulheres, numa colaboração desenvolvida com as Suspiro – coro jovem do Orfeão de Ovar composto por 19 mulheres entre os 14 e os 20 anos. O coro das Suspiro surge de uma vontade colectiva de não perder o contacto com a música. Todas ex-alunas da Academia de música do Orfeão de Ovar, fundem as suas vozes em projetos seus e em parcerias com artistas e músicos portugueses. Com o seu curto percurso (surge em Maio de 2023), o coro já partilhou o palco com Rodrigo Leão, Retimbrar e Jimmy P e encontra-se actualmente a criar o seu concerto a solo com releituras e originais.
“Do Mesmo Cordão” é um desabafo feito canção, com letra e música de Sara Yasmine (Retimbrar) e Suspiro, que, a 8 de Março, irrompe a várias vozes com o desejo de soltar amarras e exprimir o interior de uma mulher em chamas que assiste à expansão de um universo feminino que é seu, debaixo de constantes adaptações: com ideias por concretizar e lutas para apaziguar. Lutas que são de todes, que dependem de um compromisso e que não se esgotam num dia. Assim o dirão aqueles que puderem, no dia 8 de Março, juntar-se às marchas e manifestações que vão percorrer as ruas do país de norte a sul, muitas delas sob orientação da Rede 8 de Março.
O videoclipe é realizado por Adriana Romero e traz para a luz do dia, a atmosfera noturna da música, entre caniçais e pântanos do Lugar da Moita, em Ovar, que vai do Rio Cáster à Laguna de Aveiro. Assiste-se ao debate de mulheres consigo mesmas que se repercutem em acções coletivas e vice-versa. Mulheres que entre a intimidade de uma confidência e a urgência de libertar, arrastam consigo a comunidade de que, juntas, são capazes.
De uma natureza que se impõe, emergem figuras escultóricas que lembram a contraditória relação com representações antigas que o tempo se encarrega de desconstruir. E da relação entre a imaterialidade e o concreto, nasce o que a própria natureza humana trata de descodificar, projetando sonhos que encerram a “trama” com um encontro.
Carlos Raposo – Interstellar Caravan (2024) (single)
Carlos Raposo – Interstellar Caravan (2024) (single)
A música de Carlos Raposo projecta dois universos distintos, propondo uma simbiose entre a música tradicional portuguesa, com referências no folk, fado e nas guitarradas de Carlos Paredes – que ganham vida na Viola Campaniça – e a música electrónica, que é sustentada por sintetizadores clássicos das décadas de 70 e 80 como o Mini Moog e o Juno 106.
A viagem neste universo sonoro é marcada pelos tons melancólicos e melodias da Viola Campaniça e os sons electrónicos, que nos guiam numa experiência por vezes psicadélica sem nunca sairmos da Portugalidade e da tradição. Dancemos a Chula 2.0.
Agenda 2024
4 Fev – Fnac GaiaShopping
10 Fev – Fnac Sta Catarina, Porto
18 Fev – Fnac Marshopping, Matosinhos
29 Fev – Casa da Música do Porto
2 Mar – Fnac Alameda, Porto
17 Mar – Fnac NorteShopping, Porto
22 Mar – Centro de Artes de Águeda / Outonalidades
30 Mar – Mavy, Braga
6 Abr – Fnac Braga
14 Abr – Fnac Guimarães
25 Abr – Route66 Freamunde
1 Mai – Festival Santos da Casa / RUC, Coimbra
4 Mai – Casa da Cultura de Setúbal
11 Out – Portalegre
12 Out – Guarda
Carlos Raposo [viola campaniça e electrónica] www.instagram.com/carlos____raposo/