Danny Francis – Don’t Wanna Get Lost (2024) (single)
Danny Francis – Don’t Wanna Get Lost (2024) (single)
Danny Francis edita single “Don’t Wanna Get Lost”
Daniel Ferreira acaba de lançar o seu primeiro single sob a assinatura de Danny Francis, novo nome artístico do músico portuense, que explora géneros como o Afrobeat, R&B e a Pop.
“Don’t Wanna Get Lost” representa o início de uma nova etapa de aprofundamento e descoberta artística e metaforiza o processo ao qual alguém se impõe ao esquecer outra pessoa, assim como todos os sentimentos de perda e desorientação inerentes – como se as linhas do caminho passado fossem apagadas.
Inspirado nas atmosferas sonoras da série “Stranger Things”, onde a synthwave e a synthpop têm um papel de destaque, Danny Francis aborda a complexidade, os obstáculos e os desafios das relações humanas e o seu consequente impacto, com uma pertinência bastante usual a todos nós.
“Don’t Wanna Get Lost” e o videoclipe que a acompanha já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Beatriz Almeida – Até Quando (2024) (single) Id
Beatriz Almeida – Até Quando (2024) (single)
“Até Quando” pretende ser um hino de lamento e revolta, que reflete sobre a violência contra as mulheres, a desigualdade de género e a dor que cada mulher sente, ao saber que outras sofrem.
“Até Quando” é uma melodia de resistência e uma voz inabalável contra a fragilização da Mulher, ao mesmo tempo, “Até Quando” realça a força de todas as mulheres – principalmente, quando juntas.
«O mote para a “Até Quando” surgiu em 2020, quando fui convidada para criar músicas para uma websérie sobre violência doméstica: “O Inferno não tem travesseiro”, de João Fábio Cabral.
«Agora, tenho sentido a urgência cada vez mais premente de continuar a lutar por uma sociedade justa e equitativa. Então, eu e o Miguel Galamba (co-
– compositor e produtor musical do tema) pegámos nas partes já existentes e construímos a “Até Quando”.»
Beatriz Almeida
«A produção musical desta canção teve como foco a letra, a mensagem, o grito de “basta”.
Querendo dar o destaque à voz, decidimos ser concretos e não tentar camuflar ou embelezar demasiado no arranjo.
Quisemos fazer com que o violoncelo complementasse e acompanhasse a voz quase lado a lado, e que tanto chorasse como gritasse.
O clímax da canção foi criado através de um coro de vozes femininas, cantadas e faladas, que acompanhou a letra, realçando a força de todas as mulheres – principalmente, quando juntas.»
Miguel Galamba
VÍDEO:
Realização – Raquel Tavares
Assistente de realização – Miguel Galamba Direcção de Fotografia – Pedro Sousa Produção Executiva – Jane Doe
Direção de Produção – Jane Doe
Edição e Pós Produção – Raquel Tavares Make-Up – Sara Cardoso e Marlon Calheiros Hair Beatriz Almeida – David Xavier
Interprete de Língua Gestual Portuguesa – Rita Belicha
Participação especial (por ordem de entrada) – Julyenne Pires, Gabriela Sousa, Sofia Cañamero, Cláudia Guia, Juliana Anjo, Carolina Cunha e Costa, Olinda Lopes, Nena, Siobhan Fernandes, Allia, Adelina Sousa, Carolina Passos Sousa, Matilde Canãmero e Lara Matos.
Agradecimentos – Teatro Passagem de Nível, Ana Lopes, Palinoya, David Xavier, Andreia Duraes e My Golden Girl
Yosune – Ser (2024) (single)
Yosune – Ser (2024) (single)
YOSUNE APRESENTA O SINGLE “SER”
A PRIMEIRA AMOSTRA DO EP “MADRE TIERRA” QUE SERÁ LANÇADO ESTE ANO
Yosune, compositora e intérprete de alma inquieta e espírito universal que vive em Portugal desde 2017, apresenta o primeiro single ‘SER’ do seu próximo EP, cujo lançamento será este ano: “Madre Tierra”, onde conta e canta histórias de caráter social e de protesto, inspiradas na música hispano-americana, na canção de autor e na música urbana.
O single ‘SER (Te Siento)’ é uma conversa entre a alma e o corpo. Um apelo para aceitarmos quem realmente somos. Uma introdução ambiental e misteriosa que se aprofunda no mais íntimo do ser, para dar lugar a uma batida downtempo groovy, vibe trip hop, rica em melodias e uma letra inspiradora de autodeterminação.
A canção inclui um rap, uma linguagem que Yosune encontrou, que não sendo a linguagem habitual da artista, encaixa perfeitamente na expressão do próprio sentimento sobre ser quem se é apesar das críticas dos outros.
Durante este ano vai lançar o seu novo trabalho, “Madre Tierra”, que conta com a produção de Quico Serrano e que traz um apelo à nossa liberdade mais profunda, uma celebração da vida e da nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e, uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.
O projeto apresenta-se em formato de trio com Yosune na voz e no cuatro venezuelano, o Andrés Pancho Tarabbia nas percussões e o Geraldo Gomes no violoncelo.
No início de Abril Yosune apresentará o vídeo do single “SER”.
OUVIR / DOWNLOAD SINGLE “SER”
BIOGRAFIA
Yosune, compositora e intérprete de alma inquieta e espírito universal, começou a sua aproximação à música aos 7 anos a tocar um típico instrumento de corda venezuelano, o Cuatro, cantando canções populares típicas do país.
Em 2011 ganhou uma bolsa de estudos em São Paulo, onde estudou música brasileira na EMESP, e em 2016, ainda no Brasil, lançou o seu primeiro álbum: ‘Yoyo Borobia’. Este LP foi produzido por Dj Deeplick com a participação de grandes músicos brasileiros e cubanos, um disco ecléctico que transita através de sonoridades latino-americanas, brasileiras e orientais. Com este trabalho apresentou-se em mais de 35 cidades de 10 países, entre 2015 e 2017, passando pelo Uruguai, Argentina, Brasil, Chile na América Latina e Espanha, Inglaterra, França, Portugal, Bélgica, Alemanha e Luxemburgo na Europa, participando de grandes festivais como o Glastonbury Festival (UK, 2016) e a SIM São Paulo em 2015.
Em Portugal, desde 2017, começa uma nova jornada, nutrida com novas parcerias com músicos e produtores estabelecidos. Participou da banda de rock portuguesa Serushiô, criou uma peça de teatro infantil-juvenil com Monalisa Lins (‘Gira Mundos’) e escolhida como #INESTALENT em 2021 e 2022, participando nas residências artísticas do Festival WestwayLab (2019) e Liverpool Sound Guest House em 2021.
Em 2021 edita o single ‘ Azul’, uma viagem onírica que nasce da nostalgia e da vontade de encontrar o outro, sem medo. Uma antessala do que será o próximo trabalho discográfico: ‘Madre Tierra’.
Em 2022 participou do Songwriting Camp em Guimarães organizado pelo Why Portugal e fez uma digressão pelo Cone Sul da América Latina, realizando onze concertos em 10 cidades diferentes, incluindo São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis no Brasil, e Buenos Aires, Córdoba, Unquillo, Tucumã e Salta, na Argentina, com o violoncelista português Geraldo Gomes, uma tournée apoiada pela DGArtes.
Em 2024 lança ‘Madre Tierra’, produzido por Quico Serrano, trabalhando em parceria com Pancho Tarabbia na percussão e Geraldo Gomes no violoncelo: uma celebração a vida e a nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e, uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.
Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)
Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)
Depois do lançamento de “Your Heart Is An Empty Street”, Dark Miles acaba de disponibilizar “When The Lights Go Out”, o segundo single de antecipação ao primeiro longa-duração do projeto a solo de Pete Miles.
O vocalista dos extintos MOSH apresenta ao público um tema que exalta a liberdade e a forma como esta é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, e abre caminho para a edição de “10 Miles Into The Dark”, um disco representativo de uma viagem às profundezas da alma humana.
“When The Lights Go Out” surge durante a pandemia, “período onde nos vimos privados de algumas liberdades elementares, e consequentemente redescobrimos o quanto essas liberdades são frágeis”, sublinha Pete Miles, acrescentando ainda que “seja naquilo que sentimos, naquilo que fazemos, naquilo que queremos e naquilo que somos, essa liberdade é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, em que o pesadelo da guerra voltou a retirar a muita gente a dignidade humana”.
A faixa e o videoclipe que a acompanha estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
Dark Miles – Biografia
Dark Miles é o projeto a solo de Pedro Lima (a.k.a. Pete Miles), vocalista da extinta banda do Porto, chamada “MOSH”.
Os MOSH foram uma banda de rock que existiu entre 2004 e 2010. Com muita popularidade no panorama rock underground nacional, os MOSH foram convidados para tocar no palco principal do Festival Vilar de Mouros em 2005 e abriram concertos de bandas de referência, como Marilyn Manson, Ill Niño, Soulfly, etc. O seu vídeo-clip passava frequentemente na MTV Portugal, foram nomeados para Best New Act pela MTV em 2007, foram convidados pela marca de “streetwear” Volcom para tocar no evento mundial da marca em Biarritz, e durante esses anos de atividade tocaram imenso dentro e fora do País e arrecadaram um “following” de fãs bastante considerável, tanto dentro como fora de portas.
Com o final da banda, motivado por divergências musicais, veio um hiato artístico que acabou com a chegada da pandemia e com um súbito surto de criatividade, que originou um disco focado nas suas influências para além do espectro mais pesado do rock, abrangendo principalmente os anos 80 e 90.
Com influências que vão desde Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, The Sound, Psychedelic Furs, Peter Gabriel, até Mad Season, Stone Temple Pilots, Chris Cornell, Mother Love Bone, Temple of the Dog, Mark Lanegan, etc., a banda Dark Miles, do agora renomeado Pete Miles (pseudónimo de Pedro Lima), tenta com este disco homenagear essas duas décadas brilhantes da música internacional.
Gravado no estúdio de André Indiana, com exceção de 3 músicas, que foram gravadas no estúdio do produtor e engenheiro de som Mário Pereira, o disco teve a produção de Paulo Praça, a mistura de André Indiana e a masterização de Mário Barreiros. Todos os temas foram compostos por Pete Miles com a colaboração de Paulo Praça; as letras são integralmente de Pete Miles.
Para além de Paulo Praça e André Indiana (guitarras e baixo), participaram no disco Paulo Gravato (Pedro Abrunhosa) no saxofone, Eurico Amorim (Pedro Abrunhosa) nas teclas, Bruno Oliveira (Os Azeitonas) na bateria, Sérgio Silva (Expensive Soul) na bateria e Miguel Martins (Zen) na guitarra.
“10 Miles Into the Dark” é uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo.
Pedro Lima – Talkin(g) (A)bout My Generation (2024) (single)
Pedro Lima – Talkin(g) (A)bout My Generation (2024) (single)
ARTWAY NEXT APRESENTA O DISCO DE ESTREIA DE PEDRO LIMA
“TALKIN(G) (A)BOUT MY GENERATION”
INSTALAÇÃO SONORA: ATÉ 10 DE FEVEREIRO – GNRATION, BLACKBOX, BRAGA
A Artway Next apresenta Talkin(g) (A)bout My Generation, o álbum de estreia de Pedro Lima, com lançamento exclusivo em vinil e formato digital. É um disco que reúne um conjunto de obras escritas ao longo dos últimos anos e se assume como uma mediação artística sobre traços identitários de uma geração, em que os conflitos, a política, a internet, os memes, a identidade, a vida na selva digital e a (re)conquista do espaço têm sido fatores estruturantes para a definição do futuro.
Natural de Braga, Pedro Lima é um destacado jovem compositor português. Formou-se no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian e, em 2017, ingressou no Mestrado em Opera Making & Writing, na prestigiada Guildhall School of Music and Drama. Com 21 anos, estreou a primeira peça para orquestra e um ano depois, venceu o Prémio de Composição da Sociedade Portuguesa de Autores. Após uma residência na Casa da Música em 2019, escreveu Talking About my Generation (2019), peça que dá agora nome ao disco de estreia do compositor.
Três das composições presentes no disco de Pedro Lima foram gravadas na Capela da Imaculada Conceição, em Braga. Recorrendo a uma técnica de posicionamento de microfones, Hugo Romano Guimarães foi capaz de captar não só os instrumentos, mas também as vicissitudes e a forma como o som viaja através deste espaço. Nesta instalação poderemos ouvir as idiossincrasias sonoras presentas nestas gravações, quase como se tivéssemos dentro da capela.
Analogue Music Project – The Knight Rider (2024) (single)
Analogue Music Project – The Knight Rider (2024) (single)
Analog Music Project apresentam o terceiro disco “Loyalty and Respect”: uma mistura de composições originais e reinterpretações de bandas-sonoras de filmes e séries.
No novo trabalho pode escutar-se faixas-título de clássicos como “The Knight Rider”; “Das Boot; “Crocket’s Theme” (de Miami Vice) e Waltz #2 (de Eyes Wide Shut).
As composições originais “Linux”, “In The Pocket” e “Stars” desenvolvem ainda mais a experiência auditiva através de grooves edificantes.
Analog Music Project inclui músicos como JP Coelho nos teclados e vibrafone, Jorge Moniz na bateria, Vinícius de Magalhães no trombone e Hernan Castilho no baixo elétrico. Têm como foco a construção de um palco sonoro coerente, utilizando músicos, instrumentos e técnicas analógicos.
“Loyalty and Respect” vai ser apresentado ao vivo no dia 5 de Abril, no espaço Dual, em Lisboa (Rua D. Luís I, 22).
BIOGRAFIA
O AMP – Analog Music Project, é um acto musical que se foca na construção de um palco sonoro com músicos, instrumentos e técnicas analógicas. Da Electro-Bossa ao Cosmic-Swing, o projecto revive e reinventa géneros clássicos, dando-lhes um toque moderno mas orgânico.
Fundado em 2012 na Ericeira, editou o seu primeiro disco “Odyssey” em 2015 que mereceu distribuição internacional e integrou a lista dos discos do ano da Rádio Oxigénio.
O segundo disco do projecto: “Shinobi III – Return of the Ninja Master”, editado em 2019, apresentou novos arranjos tocados ao vivo, dos temas do video jogo homónimo, originalmente lançado para a consola Sega Mega Drive em 1993.
A Mansão – Casa Grande (2024) (single)
A Mansão – Casa Grande (2024) (single)
“Casa Grande” é o primeiro single da banda “A Mansão”, um projeto musical que é resultado da paixão, da perseverança e da colaboração entre três músicos: Luís Palha, José Maria Freitas e José Guilherme Saraiva Lima. Este primeiro single surge em colaboração com M1KE, também conhecido como Miguel Coimbra, vocalista e produtor da banda D.A.M.A.
Esta primeira canção nasce de uma vontade maior de mostrar ao mundo algo inédito criado pelos três músicos, que encontraram na dificuldade uma oportunidade para inovar. É no palco do Miradouro da Senhora do Monte, diante do vasto público que vão tendo, onde vão construindo, em direto, as suas canções, e acabam por concluir que a melhor casa é onde juntos podem criar.
Foi assim que nasceu a colaboração com o produtor M1KE. O produtor veio trazer à Mansão uma nova roupagem, com elementos pop e digitais característicos das suas produções, criando assim uma atmosfera especial que resulta na Grande Casa que criaram – o primeiro single daquele que será o EP de estreia.
Dos miradouros ao ESPAÇO MOCHE, a Mansão teve casa cheia, na passada quinta-feira, no seu concerto de apresentação.
Ainda assim, é no Miradouro da Senhora do Monte e no Miradouro da Graça, que podemos encontrar a banda a encantar Lisboa. A Mansão é casa grande onde cabe sempre mais um, castelo andante onde se faz música sobre as coisas. De repente, essas coisas ficam maiores, quando se compõe junto. Simples e sustentável. Música portátil, fiel às raízes dos miradouros, onde ergueu paredes e tectos. É lá que as canções ganham as cores de quem se quiser juntar. Que a Mansão seja sempre aconchego e pão para quem o encontra na simplicidade.
“Casa Grande” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – O Homem Que Falava Demais (2024) (single)
Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – O Homem Que Falava Demais (2024) (single)
Conduzido por coros de sopros e vozes, o novo single de Vasco Ribeiro & Os Clandestinos passeia por dualidades inerentes ao ser humano. A voz distinta do vocalista dá início à história contada em “O Homem Que Falava Demais”: “a vida é a incompreensão de tudo aquilo que existe. Cada um escolhe a verdade com que melhor se sente”. Sem o peso de anunciar quaisquer certezas, o letrista Vasco Ribeiro constrói, em ritmo crescente, os cenários que conduzem o tema. “Esta música fala dos extrovertidos e dos introvertidos. Sobre os que falam demais quando estão bem e saudáveis, e sobre os que por necessidade ou feitio, falam de menos. Sobre o que escuta, e também sobre o que quer ser ouvido”, explica. Assista ao visualizer aqui – a banda também registou a canção num concerto no BOTA Anjos, em Lisboa – veja aqui.
É neste espaço de narrar o quotidiano que a banda encontra o seu terreno mais fértil. “Em um panorama musical que tende cada vez mais para um certo minimalismo e repetição de letras, pretendemos renovar os movimentos canto-autorais nascidos sobretudo na década de 1970, onde a palavra tinha e têm um papel preponderante, contando histórias, umas mais fictícias, umas mais reais”, comenta Vasco Ribeiro.
Com toques mais próximos da música pop, o single integra o disco “Formas de Estar”, cujo lançamento está previsto para este ano. A produção musical é assinada por Bernardo Centeno em parceria com a banda, atualmente formada por Francisco Nogueira (baixo e contrabaixo), Rafael Castro (guitarra elétrica e segundas vozes), Henrique Rosário (teclas e acordeão) e António Gonçalves (bateria e percussões). Para a gravação da canção, o grupo cresceu com a participação de Carlota Loureiro, Constança Branco e Gabriel Pepe nas vozes; e Steven Gillon, um dos membros fundadores do projeto, que gravou o shaker que se ouve ao longo de toda a canção.
Capa
A ilustração da capa – que no Youtube pode ser vista em versão animada – foi feita pelo artista Daniel Arthur. “As duas caras de perfil, uma com boca grande e orelha pequena, e outra com boca pequena e orelha grande, servem para realçar a ideia da dualidade. Há quem fale muito e quer ser ouvido, não tendo por vezes grande coisa a dizer; e há quem fale pouco, e que no silêncio e na escuta, vai fortalecendo o pensamento”, explica Vasco Ribeiro.
FICHA TÉCNICA
Composição, Letra, Voz e Guitarra Acústica: Vasco Ribeiro
Guitarra Elétrica: Rafael Osório de Castro
Baixo: Francisco Nogueira
Teclados: Henrique Rosário
Bateria e Percussões: António Gonçalves
Shaker: Steven Gillon
Saxofone Alto: André Monteiro
Saxofone Tenor: João Arez
Trompete: Samuele Lauro
Segundas Vozes: Gabriel Pepe
Coro: Carlota Loureiro, Constança Branco
Captação, Mistura e Masterização: Bernardo Centeno
Produção: Vasco Ribeiro & Os Clandestinos/Bernardo Centeno
Estúdio: Namouche
Capa: Daniel Arthur
Carlos Cavallini – Nem Todo Mundo (2024) (single)
Carlos Cavallini – Nem Todo Mundo (2024) (single)
Carlos Cavallini mede O Tamanho do Tempo em músicas banhadas pelo mar
Medindo, em música, O Tamanho do Tempo, o disco é também um exercício introspectivo, pessoal: “As músicas foram todas escolhidas pensando muito nisso, daí a minha demora em fazer o disco. Fala muito de mim e era preciso que eu estivesse muito à vontade para isso.” Em termos de influências musicais, elas vêm muito do já citado triângulo Rio-Minas-Bahia: “Cresci com muito samba e também com muita MPB. A minha família admirava muito os grandes nomes da MPB, Chico Buarque, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, e eu lembro-me de ser uma criança que sabia cantar músicas do Chico, Gal, esses assim, o que não era muito comum entre os meus amigos, que já estavam noutra fase, a do rock brasileiro. Isso me influenciou muito, além do rock alternativo e, mais recentemente, essa nova MPB, geração que foi até o tema da minha tese [título provisório: Pensar a nova MPB no Brasil e a nova música brasileira em Portugal]. É engraçado que eu olhava para o Domenico e o Ricardo de uma perspectiva académica a acabei por gravar com eles.”
Nuno Pacheco, Público
SINGLE “NEM TODO MUNDO”
Já com Lisboa no coração pelos 15 anos de residência na cidade, Carlos Cavallini lança agora “Nem Todo Mundo”, segundo single de seu disco de estreia O Tamanho do Tempo, produzido por Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti, que será lançado dia 1 de Março.
Em “Nem Todo Mundo”, o dedilhar com assinatura de Davi Moraes abre espaço para a voz e a letra de Carlos Cavallini, que desforra muito daquilo que construímos utopicamente sobre nós e os outros, discutindo questões sobre convivência e cotidiano – “nem todo mundo entende, nem todo mundo aprende”. Segundo o cantautor, “a canção foi feita durante as gravações e eu tive muita vontade de que ela entrasse para o álbum por estar ligada aos tempos que correm”.
O disco vai ser apresentado ao vivo no dia 22 de Março no Samambaia em Lisboa num concerto partilhado com Sam Nóbrega.
DISCO O TAMANHO DO TEMPO
Atento ao que nos faz bem
Em seu disco de estreia “O Tamanho do Tempo”, Carlos Cavallini contempla a imensidão do tempo e do mar com minimalismo do eu, enaltece os horizontes dos infinitos amores e nos oferece amizade por todo o percurso da obra.
Imenso céu e sempre mar.
Infinitos desertos, ondas e caminhos em que estaremos de alguma forma no tempo. A primeira viagem de Carlos Cavallini em disco é muito do mundo, do eu; condensa bastante de experiências dos sons e sentimentos que viveu, afinal o primeiro disco é sempre um apanhado de composições e experiências de épocas diversas que levaram o artista até uni-las em estúdio. Há beleza de muitos momentos e sabores a cada faixa, numa obra que se abre com o mar e sua imensidão. O mar para Carlos começou em Vitória, onde nasceu no Brasil e virou cais em Lisboa, onde resolveu aportar há 15 anos.
Ao longo da obra que nos cria, recria e nos mergulha em mares tranquilos, o tempo é protagonista em um cenário para audição de um disco que nos conecta com tantos abraços. No ar, no espaço, nas pessoas e na natureza. As 12 faixas são 12 elos entre si e entre quem as ouve.
Agradecimento e contemplação à beira de águas intermináveis abrem “O Tamanho do Tempo”. Apresentar-se como chuva, obediente ao vento, e se reconhecer como muito do que parece ao ouvinte, é começar o percurso do disco já a dizer um pouco sobre sua alma. Em “Sempre Mar”, Carlos não esconde o ‘eu’, ao contrário, nos oferece a face mais interior do seu sentimento e criatividade. A doçura de apreço nas palavras namora com os sons enquanto sintetizadores e as guitarras de João Erbetta nos transportam de Lisboa às paisagens sonoras e tranquilas do Ceará.
Referências com sopros suaves nos lindos arranjos de trompete e flugelhorn do talentoso Aquiles Moraes enlaçam “Natureza” (segunda faixa do disco). A sequência sonora doce entre influências do Cidadão Instigado às baladas Soul de Cassiano traz reconexões poéticas entre parte de um todo humano à sua mistura com a natureza. ‘Ser capaz de estocar amor pra depois distribuir’ é promessa da segunda faixa que se cumpre na audição e nas canções subsequentes.
A produção musical e os arranjos de Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti são delicados, criativos e multiplicam os significados das canções para seguir o seu enlace. Essa linguagem não-verbal sensível da dupla é fundamental para a compreensão da narrativa de ‘O Tamanho do Tempo’.
Se em muitos momentos a obra se enlaçará com o contemplar da natureza, em outros se mostrará cosmopolita com a doçura poética de estar atento, mesmo nas grandes cidades e suas dinâmicas mais complexas, aos detalhes mais delicados sobre as relações e sentimentos humanos. Isso se reflete em violões das referências interioranas do Brasil até as baterias e arranjos a la Strokes e Weezer.
sús – Cicatriz (2024) (single)
sús – Cicatriz (2024) (single)
sús continua a sua narrativa intimista envolta numa sonoridade que habita os subúrbios da pop, num distrito rodeado pelo folclore, eletrónica e experimentalismo no seu novo single “Cicatriz” que conta com a participação de Femme Falafel.
Susana Nunes, artista portuguesa e residente na Dinamarca, tem um vasto percurso musical e académico onde tem articulado a sua expressão artística: em 2018, deu-se a conhecer com o projeto HAĒMA e desde então colaborou com artistas como Baiuca (ES), Papisa (BR) e Àiyé (BR). Atualmente, é membro de Guarda-Rios, Kitchen Talks, LAVA, Néboa (ES), entre outros; Em 2021, concluiu em Copenhaga o mestrado em Performance Musical no Rhythmic Music Conservatory, tendo como tutoras algumas figuras femininas de grande relevância no panorama experimental como Søs Gunver Ryberg (DK), Jenny Hval (NO) ou Laurel Halo (US).
Em 2023, apresentou-se a solo como sús com o tema “Primavera Deserta” tendo integrado a coletânea Novos Talentos Fnac ‘23. Agora, prepara-se para lançar o seu álbum de estreia, “Entre”, em Maio.
“Cicatriz” é uma canção sobre feridas e pequenas dores, mazelas e outras coisas que nos aleijam. Vem de alguma forma de uma visão das feridas enquanto potência e lugar de transformação. Uma das ideias melódicas deste tema surgiu de um arquivo de notas que a artista vai registando no seu dia-a-dia. A estrutura final do tema foi concretizada numa residência artística na ilha dinamarquesa de Samsø. De forma simbólica esta música que fala sobre fins e novos começos foi o último tema do álbum a ser acabado.
Joana Alegre – Lógica Astral (2024) (single)
Joana Alegre – Lógica Astral (2024) (single)
JOANA ALEGRE ANTECIPA NOVO ÁLBUM “LUAS” COM O SINGLE ‘LÓGICA ASTRAL’
Joana Alegre anunciou o lançamento do novo álbum “LUAS”. Com todas as letras e músicas da sua autoria e produção de Choro, o terceiro disco da cantora e compositora será editado no próximo dia 22 de março, sendo antecipado pelo novo single ‘Lógica Astral’.
“’Lógica Astral’ é no título e na canção um quebra-cabeças, uma ironia que faço sobre a fuga à realidade e a vontade de encontrar magia na ciência do que se é e no que se faz. Brinco como sinto que devemos fazer na vida, porque ninguém deve levar-se demasiado a sério. A busca está lá sempre e ainda bem. As respostas umas vezes vêm outras não, vão-se simplesmente integrando, com ou sem rituais, tal como a canção é fluída e pode ser um super poder, um encantamento que encontro para fugir ao enguiço da normalidade”, afirma Joana Alegre.
“LUAS” tem como conceito central as fases lunares: as principais – Nova, Crescente, Cheia e Minguante – e as intermédias – Quarto Crescente, Crescente Gibosa, Minguante Gibosa e Quarto Minguante. Cada canção do álbum representa uma das fases, como nos singles já revelados ‘Nó’ (Minguante Gibosa ), ‘Ciclotímica’ (Quarto Crescente ), ‘Rosa Carne’ (Lua Cheia ), ‘Copo Cheio’, dueto com Mikkel Solnado (Crescente Gibosa ) e ‘Lógica Astral’ (Lua Crescente ).
Todos estes temas farão parte do novo disco, juntamente com mais canções e duetos surpresa, ainda por revelar. Sob direção musical de Joana Alegre, a produção de “LUAS” ficou a cargo de Choro, nos Great Dane Studios. Os companheiros de estrada da cantautora, Emiliana Silva (violino) e Vicente Palma (piano), também colaboram no disco.
Neste próximo trabalho, Joana Alegre promete “muita harmonização vocal, os instrumentos que continuam a acompanhar a expressão final de cada canção, como o violino, a guitarra e o ukelele, a juntar aos diversos elementos da produção única do Choro e toda a esfera de vontades e emoções que entreguei ao longo destas LUAS que em breve serão vossas”.
“LUAS” sucede a “Centro”, álbum produzido por Luísa Sobral, editado em 2021 e eleito pelo público da BLITZ/Expresso um dos Melhores Discos do Ano.
Cantautora de formação Clássica e Jazz em Portugal, Estados Unidos e Itália, Joana Alegre apaixonou o público português com a sua voz em 2014, no tema ‘E Agora?’, dueto com Mikkel Solnado, que viria a produzir o seu primeiro disco, “Joan & The White Harts”, com o qual foi semifinalista no International Songwriting Contest, nos EUA, em 2016 e em 2019.
Em 2019/20 participou no The Voice Portugal, conquistando o 3º lugar, e em 2021 foi finalista do Festival da Canção com ‘Joana do Mar’, tema da sua autoria. No mesmo ano lançou o segundo disco de originais, “Centro”, produzido por Luísa Sobral e eleito pelo público da revista BLITZ/Expresso como um dos Melhores Álbuns de 2021. Por esta altura assina a curadoria do espetáculo “Um Só Dia”, uma homenagem à poesia cantada de Manuel Alegre, que deu origem ao disco com o mesmo nome já editado. Este projeto contou com Direção Musical de André Santos, o apoio da Antena 1 e as participações de Ana Bacalhau, Jorge Palma, Agir, Camané, Cristina Branco e Vicente Palma. Durante 2022 percorreu o país e não só, tocando em São Francisco (EUA,) e Cabo Verde, numa digressão de mais de 30 concertos.
No final de março de 2024, Joana Alegre edita o terceiro álbum de estúdio, “LUAS”, que inclui os singles ‘Nó’ (airplay Antena 3), ‘Ciclotímica’ – nomeada para “Canção do Ano” nos IPMA 2024 – International Portuguese Music Awards -, ‘Rosa Carne’, ‘Copo Cheio’ (airplay Rádio Comercial e Antena 1) e ‘Lógica Astral’.
Rogério Botter Maio – Riscos (2024) (single)
O 7º disco de Rogério Botter Maio, marca seus 40 anos de trajetória musical.
Lançado em 15 março de 2024, tem no repertório somente suas composições inéditas em que o contrabaixista (acústico e elétrico), compositor, arranjador e produtor explora mais uma vez sonoridades surpreendentes.
Na faixa de abertura “Riscos” por exemplo, conta com a participação de cordas, oboé, clarone e a voz de Giana Viscardi na sua instrumentação.
A maioria das faixas são acústicas tendo como como base piano, violão, contrabaixo e percussão (além do oboé em algumas delas).
Outras faixas exploram o toque mais vibrante, com guitarra, piano elétrico e baixo elétrico além de uma abordagem rítmica diferente de seus álbuns anteriores.
“SEM PALAVRAS”
The 7th album of the bass player composer, arranger and producer Rogério Botter Maio, celebrates his 40th year in the music.
Released on March 15th 2024, it contains only his own original compositions which once again explores surprising sonorities.
The opening track “Riscos” for instance, includes also strings, bass clarinet, oboe and the voice of Giana Viscardi.
Most of the tracks are acoustic – piano, acoustic guitar, acoustic bass and percussão (plus the oboe in some of them).
Other tracks, explore a more vibrant atmosphere, with the use of electric guitar, electric piano, electric bass and a different rhythmical approach compared to his prior albums.
Musicians:
Catherine Santana – oboé
Dô de Carvalho – bass clarinet
Elisa Monteiro – viola
Emílio Martins – percussion
Fábio Leandro – acoustic piano and electric piano
Giana Viscardi – voice
Leandro Fortes – acoustic guitar
Micaela Marcondes – violin
Renato Lanza – drums
Rogério Botter Maio – acoustic bass and electric bass
Thiago Lourenço – acoustic and electric piano
Vinícius Gomes – acoustic guitar and electric guitar