Suzie And The Boys – You Got Them There Eyes (2024) (single)
Suzie And The Boys – You Got Them There Eyes (2024) (single)
A música de Suzie and the Boys chega do final das noites nas caves mais escondidas, do fundo dos bares clandestinos de uma Lisboa perdida entre o glamour e o desassossego. O cabaret sonoro, com que invadem os palcos por onde passam, nasce de memórias e experiências vividas por um grupo de músicos, amantes da vida e da noite, na qual ensaiam a boémia, a amizade e a música deste EP de estreia.
O encontro destes parceiros no crime — que junta músicos de Cool Hipnoise, Terrakota, Irmãos Catita, Ena Pá 2000, X-Wife, Sérgio Godinho, Fausto, Tora Tora Big Band e muitos outros — é o resultado de quase 30 anos de partilhas e trocas de ideias e muitas noites queimadas entre cinzeiros cheios e copos vazios.
Não é jazz mas tem swing, não é blues mas tem drama, não é soul mas tem alma, não é funk mas tem groove… não é fado mas tem faca na liga! O EP homónimo de Suzie and the Boys é tudo isto e muito mais!
Em «ScratchYour Luck» é o ritmo dolente de um bolero no final da noite entre os vapores do álcool e dos blues e o veludo de um cabaret enfumarado.
Em «Devil’s DirtyYellow Cadillac» é o mundo estranho de um cemitério assombrado, num blues de Halloween cinemático e «aterrorizado» pela alegria contagiante de uma banda a swingar.
Em «Tchim Tchim» é a festa e o hino à alegria que lembra jam sessions intermináveis nas noites da Bourbon Street.
Em «You Got Them There Eyes» é o balanço irresistível do bom e velho rhythm ‘n blues — conduzido por uma linha de baixo poderosa e um refrão viciante — que nos transporta para uma festa numa cave escura.
E é descida vertiginosa de uma onda gigante no poderoso e tarantiniano «Fuego!», um assombro de rock ‘n roll.
«Chills & Fever» é a única versão num disco de originais que reclama para o vinil um tema soul e blues com uma aura tão dramática que é quase celebração entre o religioso e a tragédia de bairro.
O brilho dos clássicos regressa com a balada «My Crown» que é um verdadeiro hino à resistência e à força das mulheres e que na voz e nas palavras de Miss Suzie assume o estatuto de um manifesto soul e feminino.
Este disco nasce da ideia de recriar a sonoridade típica dos cabarets lisboetas das décadas de 50 e 60. Partindo do swing, dos ritmos latinos, do rock ‘n roll e dos rhythm ‘n blues, Suzie and The Boys criaram os seus originais: uma banda sonora de um filme que se desenrola ao vivo cada noite que sobem ao palco. EP com o sabor exótico de outros tempos e que exorciza os blues e dramas de todos os dias com personagens e histórias que habitam este muito seu e único cabaret sonoro. Sejam bem-vindos, façam o favor de entrar!
Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)
Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)
EVAYA é uma produtora, compositora, letrista e cantora portuguesa. A sua música propõe uma imersão etérea dos conceitos propostos, através de instrumentais ruidosos, maquinaria pesada e uma entrega mais performativa da relação voz-música.
Em breve edita o seu disco de estreia, um trabalho que promete ser único no mundo da electro-pop portuguesa.
Single “o que acontece agora”, com lançamento a 8 março
Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single)
Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single)
O cantautor portuense Nuno Melo apresenta finalmente o seu disco de estreia “Fora de Formato”, após o lançamento dos singles “Polka Dot” e “O que Achares Melhor” (com o convidado Edu Mundo).
“Fora de Formato é um conjunto de canções que vêm sendo tricotadas há vários anos, um patchwork de géneros, estilos e ambientes. Feito com a co-producão de Edu Mundo, o músico procura além de tudo, autenticidade nas canções, nos temas e nas palavras. O disco passeia-se por diversos estilos musicais, que o público é convidado a descobrir.
Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções.
Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.
Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas, Manu Idhra na percussão e Miguel Pinto no baixo.
Coastel – Nevoeiro (2024) (single)
Coastel – Nevoeiro (2024) (single) Id
Coastel lançou o novo single ‘Nevoeiro’, já disponível em todas as plataformas digitais. Escrito pelo cantor e compositor, o tema foi produzido por Johnny Barbosa, com quem já tinha colaborado em singles anteriores e no primeiro EP, “Back in ’01”, de 2021.
“Quando escrevi a ‘Nevoeiro’ tinha uma imagem muito clara em mente de uma pessoa que não viu a linha entre estar apaixonado e viver dependente. Alguém que, por meio de uma relação, deixou de ter os seus sonhos, as suas ambições, e passou a viver a vida da outra pessoa. A dependência fadiga a relação e é como se tudo tivesse acabado, ficou apenas o nevoeiro”, revela Coastel sobre o novo single.
‘Nevoeiro’ é acompanhado por um videoclipe realizado por Luís Água e Pedro Ivan.
concordei. Todas as paisagens e a mensagem do vídeo ficam muito mais dramáticas com a ausência de cor e criam este retrato intenso de uma pessoa que está pessoa completamente perdida”, revela Coastel.
‘Nevoeiro’ sucede a ‘Ver-te assim’, editada no final de 2023, e ambas as canções marcam uma nova etapa na carreira do músico, antecipando um novo EP, que Coastel vai lançar este ano. O próximo curta duração do artista será o primeiro inteiramente interpretado em português e o segundo do seu percurso artístico, após “Back in ‘01”.
Músico, cantor e compositor, Coastel descobre a paixão pela guitarra elétrica e acústica quando tinha apenas 10 anos. Começa, então, a cantar para se acompanhar à guitarra, encontrando também o gosto pela composição.
Em 2021 edita o EP de estreia, “Back in ‘01”, que contabiliza mais de 100 mil streams, só no Spotify. O curta duração inclui os singles ‘Evergreen’ e ‘I hate love songs’, este último com airplay na rádio Smooth FM.
No ano seguinte concorre ao The Voice Portugal e conquista todos os mentores na Prova Cega. Integra a equipa de Dino D’Santiago e surpreende o público com a sua interpretação e versões singulares de grandes êxitos. A cada apresentação impressiona os mentores e o país, chegando à final do programa com versões únicas e improváveis de temas como ‘Vestido Azul’, da novela “Floribella”, ‘A Minha Casinha’ dos Xutos & Pontapés ou ‘Sobe, Sobe, Balão Sobe’, de Manuela Bravo.
A edição de 2023 do NOS Alive marca a estreia de Coastel no Passeio Marítimo de Algés. O artista lisboeta levou ao festival um concerto em formato acústico no Palco Coreto.
Em 2024 torna-se o primeiro artista MTV Push da MTV Portugal, com destaque no canal durante todo o mês de janeiro, através de conteúdos exclusivos em TV e nas redes sociais. O single ‘Ver-te Assim’ é o tema foco e Coastel sucede a outros artistas nacionais que também participaram na iniciativa, como Papillon, EU.CLIDES, JÜRA, Pedro Mafama, Ivandro, Nenny ou MARO.
Com o cinema e a literatura como grandes inspirações, Coastel constrói a sua identidade artística e sonora através de referências musicais distintas como Eric Clapton, Bon Iver, MARO – com quem partilhou o palco na final do The Voice Portugal – ou Miguel Araújo.
Papisa – Amor Delírio Feat. Luiza Lian (2024) (single)
Papisa – Amor Delírio Feat. Luiza Lian (2024) (single)
A compositora e multi instrumentista brasileira, PAPISA, edita hoje (01) o terceiro single de seu próximo álbum. A faixa Amor Delírio, que antecipa o álbum homónimo chega acompanhada de videoclipe dirigido por Mooluscos. A canção tem produção musical de Felipe Puperi (Tagua Tagua) e participação de Luiza Lian, uma das principais vozes da música contemporânea do Brasil. Para a promoção da carreira internacional de Papisa, ela segue com o apoio do selo espanhol Costa Futuro, que tem em seu casting nomes como Queralt Lahoz (Espanha), Lucia Tacchetti (Argentina) ou El Culto Casero (Paraguai). Assista o videoclipe aqui.
Na música, PAPISA fala de amor e faz alusão às estações do ano: “até o outono invadir o verão e o meu suspiro não ser por prazer”. Amor Delírio discorre sobre as fases cíclicas de uma paixão, desde dar-se conta do sentimento, até as angústias sentidas e o esvaziamento de tudo, com o término desse amor de verão.
PAPISA – nome artístico de Rita Oliva – vai editar o álbum logo depois de uma digressão pelos Estados Unidos, onde vai, dentre outros concertos, se apresentar no SXSW, no Treefort Music Fest e no The New Colossus Festival, em Março.
Videoclipe
No videoclipe, decorre uma aventura a partir de memórias construídas pelo amor e reconstruídas pelo delírio. Um devaneio de um intenso sentimento de saudade. “Quando a Papisa convidou-me para roteirizar e dirigir o clipe, pensamos sobre várias obras que traziam o tema do amor delírio, e a principal referência foi o filme ‘O Despertar da Mente’, de Michel Gondry. Conversamos também sobre obras de arte, como ‘Os amantes’, de René Magritte, e ‘O beijo’, de Gustav Klimt. Assim, construímos esta história composta por memórias que passeiam entre o real e o irreal”, descreve Lucas Mooluscos, diretor do vídeo.
Portugal
De ascendência portuguesa, a artista já esteve algumas vezes em Portugal e, em 2021, lançou o single “Fortuna” em parceria com o duo local HAĒMA, projecto partilhado por Susana Nunes e Diana Cangueiro. A faixa conta com um videoclipe gravado em Sintra. Veja aqui.
FICHA TÉCNICA
Música
Composição: Rita Oliva (PAPISA)
Produção Musical: Felipe Puperi (Tagua Tagua)
Gravação: Alejandra Luciani e Felipe Puperi, exceto vozes de Rita gravadas por Fabio Pinczowski | Estúdio 12 Dólares, vozes Luiza Lian gravadas por Pepeu JC | Estúdio 12 Dólares e piano elétrico gravado por Sid Souza | Artsyclub Studios
Mistura: Tiago Abrahão
Masterização: Brian Lucey (The Black Keys, Lizzo, Cage the Elefant)
Vídeo
Produtora: Mooluscos Filmes
Direção: Mooluscos
Roteiro: Mooluscos e Ana Mori
1⁰ Assist. de direção: Giulia Araújo
Produção executiva: Pedro Saviolli e Mooluscos
Produção de Set: Jota Sant’anna
Assist. Produção: João Pedro Barile
Direção de Fotografia: Pedro Saviollii
1⁰ Assist. de câmera: Desirée Vasconcelos
Gaffer: Humberto Catta Preta
Drone: Desirée Vasconcelos
Direção de arte: Ana Mori
Asist. de Arte e styling: Araíne Calegare
Maquiagem e Beleza: Bia Borghi e Ana Mori
Elenco: Papisa e Rafael Américo
Making of: Amilcar Neto
Catering: Isabela Molinari
Assist. Catering: Araíne Calegare e Bia Borghi
Edição: Mooluscos
Edição material de apoio: Juan Pablo Carrascosa
Color Grading: Pedro Saviolli
VFX: Caio Campos
Apoio: 22 Locações
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SOBRE RITA OLIVA
Rita Oliva integrou as bandas Cabana Café e Parati até lançar seu trabalho solo como PAPISA. A artista já passou por palcos de festivais brasileiros como Bananada (GO), Picnik (DF), Path (SP), Sonora (SP) e Contato (SP), além de ter apresentado seu trabalho fora do seu país de origem, no festival SXSW, em Austin (EUA); e em Portugal, onde gravou a faixa “Fortuna”. Atualmente, ela prepara turnê norte-americana.
April Marmara – Finding My Ways (2024) (single)
April Marmara – Finding My Ways (2024) (single)
A cantautora folk April Marmara, projecto a solo de Bia Diniz, está de volta com um single emocional, um ano depois do sucesso do seu último álbum “Still Life”.
“Finding My Ways” é um passo significativo no crescimento musical de Bia Diniz, demonstrando o seu percurso pessoal e artístico. A letra honesta e a instrumentação quente das guitarras, violoncelo, clarinete baixo, trompa, tuba, piano, tornam a experiência auditiva ainda mais envolvente.
Desde a edição de “Still Life”, lançado em 2023 pela recente Lay Down Recordings, April Marmara tem recebido positivas críticas de jornalistas e fãs de música, conquistando um lugar em várias das listas de melhores-de-2023 como no Expresso, SBSR.fm, Mindies, Rádio Futura, BLITZ, and Revista Sound e outros.
A inspiração para este novo single chega-nos pelas palavras da própria Bia Diniz: “Escrita ainda no curso do “Still Life”, a Finding My Ways é sobre uma luta interior constante: a procura da inspiração mas sem certas barreiras; é sobre a evolução do artista, do seu tempo e da necessidade do seu espaço para a criação.”
“Finding My Ways” está agora disponível em todas as plataformas de streaming.
Bia Diniz — Composição, letra, co-produção, guitarra e voz
Afonso Cabral — Co-produção e piano
Martim Teixeira — Guitarra eléctrica
Ricardo Ribeiro — Clarinete baixo
Carolina Rodrigues — Violoncelo
Ana Conceição — Violoncelo
Gil Gonçalves — Tuba
Nuno Cunha — Trompa
Eduardo Vinhas — Captação e mistura
Miguel Vilhena — Masterização
Elisa Azevedo — Fotografia de capa
Mariana Matos — Styling
Pip Marinho — Vídeo
Lay Down Recordings — Editora
Mt. Roshi – Antes De Ires (2024) (single)
Mt. Roshi – Antes De Ires (2024) (single)
Texto descritivo: ‘Antes de Ires’ é uma música sobre seguir em frente, andar por andar, com ou sem destino. Inspirado nas paisagens da serra de Sintra, este tema é um convite ao movimento perpétuo, e àquela promessa de voltar a um lugar onde nos conhecemos e sabemos com quem contar.
Tag: @mt.roshi
@atoms.mgmt
André Louro – Chuva (2024) (single)
André Louro – Chuva (2024) (single)
“‘Chuva’ é o novo single de André Louro”
André Louro, o cantor e compositor lisboeta com raízes cabo-verdianas, acaba de lançar o seu mais recente trabalho “Chuva” onde bem nos mostra as suas influências culturais em composições soulful e letras sinceras.
Lançou o seu primeiro single “Dias Bons Para Nascer” em 2022, e em 2023 lança “O Vento Que Tu Sopras”, “Moon” e “Sem Demora”. ‘Chuva’ é o novo single do artista e antecipa o seu EP de estreia “Bonança”.
O EP foi criado como “um processo de terapia” para o artista, e o novo single surge em agosto de 2023 depois de uma onda de calor na Europa, no dia em que finalmente choveu. “Aprendi a observar com calma a natureza e, de certa maneira, senti-me muito inspirado para escrever esta canção. Sentia-me muito relaxado nesse dia, acabei por agarrar a guitarra e sentar-me debaixo do alpendre. No momento em que a chuva chegou, eu já tinha terminado de escrever a canção, acabei por passar o dia naquele alpendre a ouvir o som da Chuva.” acrescenta o artista.
“Chuva” foi produzida por João Sampayo no BairroUp Studios, e conta com backvocals de Diaza e Raquel Pinto. O novo single de André Louro já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Sebenta – Bem, Pensando Assim (2024) (single) Id
Sebenta – Bem, Pensando Assim (2024) (single) Id
seBENTA reeditam primeiro single
“Bem, Pensando Assim” é a primeira novidade no ano que assinala os 20 anos de carreira da banda de Lisboa
“No ano em que comemoramos os 20 anos de seBENTA quisemos reeditar o primeiro single, “Bem, Pensando Assim”, com nova masterização. Este tema abriu o caminho para duas décadas de carreira e ainda hoje faz parte do alinhamento em concerto. É um dos grandes singles dos seBENTA e que obteve um grande airplay de rádio, através da Antena 3, que foi quem estreou o single, entrando igualmente em séries televisivas de grande audiência, tornando-se rapidamente num hino em todos os espetáculos. Assim foi, assim será… “Bem, Pensando Assim” apresenta-se bem e recomenda-se, abrindo mais uma vez um novo ciclo dos seBENTA, que decerto trará outras novidades neste ano de 2024!”
Video > www.youtube.com/watch?v=GGGLUPw9EtE
Spotify > Bem, Pensando Assim (onerpm.link)
“Bem, Pensando Assim” (Remastered)
Música – Paulecas, Doc e Carlos
Letra – Paulecas
Gravado em 2005 por Joel Conde nos Virtual Estúdios e nos Escalar Estúdios
por seBENTA
Misturado por Cajó nos Estúdios Bebop
Produzido por seBENTA
Remasterizado por Hugo Valverde nos estúdios Cão Andaluz em 2024
Artwork – rui a. Pereira
Data de Lançamento – 16 de Fevereiro de 2024
Links
Sebenta | Spotify
www.youtube.com/@seBENTA_official
www.facebook.com/seBENTA.official
www.instagram.com/sebenta_official
www.tiktok.com/@sebenta_official
Dj Blytz – Come & Move (Nanana) Id
Dj Blytz – Come & Move (Nanana) (2024) (single)
“Come & Move”.
É um tema enquadrado nos estilos House e Eletrónica. Foi lançado no passado mês de Novembro e já conta com quase 4000 reproduções em todas as plataformas digitais.
Deixo em baixo alguns links úteis onde podem acompanhar o meu trabalho.
DJ Blytz / LINKTREE
Meses Sóbrio – Acordar A Sonhar (2024) (single)
Meses Sóbrio – Acordar A Sonhar (2024) (single)
Depois dos singles “Tudo faz o Ser” e “Meio Sonho”, “Lua Nova”, é o segundo disco de estúdio de Meses Sóbrio, o culminar de um renascimento musical da banda Lisboeta.
Durante a inusitada pausa nos concertos que a vida nos impôs em 2020, Miguel Rosa e Manuel Perdigão arregaçaram as mangas e deram início à jornada de criação do seu mais recente disco. Ao contrário do trabalho anterior, onde as notas ecoaram pelas salas de ensaio, este álbum nasceu do rigor e preciosismo do estúdio, transformando o som antes “simples” numa intricada tapeçaria sonora.
“Lua Nova” não é apenas um título escolhido ao acaso, é um renascimento, um capítulo inexplorado na história sonora da banda. Durante todo o processo, Meses Sóbrio imbuiram-se da energia dream pop/rock australiana esculpindo uma sonoridade ousada que reverbera como uma poesia musical que consideram completamente inédita a nível nacional. Este disco propõe mais do que a sua simples audição: É um convite para nos perdermos numa vasta paisagem de sons, onde cada nota é uma estrela cadente, aparecendo e desaparecendo, sem limites temporais ou espaciais, entre o sonho e a realidade.
O fio condutor que tece todas as faixas é o paradoxo do mundo em que vivemos. Enquanto aspiramos a sonhar e ser livres, agarramo-nos ao conforto ilusório da realidade que meticulosamente construímos. Sobre esta temática a banda acrescenta ainda: “Procuramos atenção sem sermos plenamente vistos, perseguimos constantemente “algo mais” que, no fundo, nunca preenche o vazio. Uma busca incessante num labirinto de emoções, sem direção certa, confiando somente no universo.”
O álbum, disponível em todas as plataformas de streaming a partir de dia 23 de Fevereiro, não é apenas uma coleção de canções, mas uma viagem musical que celebra a liberdade criativa de Meses Sóbrio. Toda a composição, gravação e produção ficou a cargo da banda, contanto com pós-produção por Metamito mistura por Pedro Ferreira e masterização por Hugo Valverde. A banda tem ainda encontro marcado com o público lisboeta, dia 2 de Maio, no Musicbox.
Sobre o artista:
Meses Sóbrio são Miguel Rosa e Manuel Perdição. Nasceram em Lisboa e em 2018 lançaram o primeiro EP “Folha”, onde foram comparados a The Doors, Pink Floyd e Tame Impala e tiveram a oportunidade de tocar no Festival Termómetro e em salas como Sabotage, Music Box e Titanic Sur Mer. Com o Longa Duração “Amanhã é noite” a surgir já no final de 2019 e bem aclamado pela crítica, juntaram-se à programação do Super Bock in Stock. Após a paragem inesperada de concertos em 2020, começaram o trabalho de estúdio no novo álbum “Lua Nova”. Em Junho de 2023 lançam o single “Tudo Faz o Ser” e em Outubro do mesmo ano o tema “Meio Sonho”.
Paulo Praça – A Vida Começa Agora (2024) (single)
Paulo Praça – A Vida Começa Agora (2024) (single)
PAULO PRAÇA APRESENTA O NOVO DISCO “A MEIAS” DUETOS COM GRANDES VOZES FEMININAS DO PANORAMA NACIONAL E INTERNACIONAL
O cantautor e multi-instrumentista Paulo Praça apresenta um projeto muito especial: um disco de duetos, “A Meias”, que conta com alguns nomes sonantes da música nacional e internacional, no feminino. “A Meias” apresenta versões de algumas canções do músico Vilacondense cantadas por vozes como Sónia Tavares (The Gift), Mónica Ferraz (Mesa), a inglesa Nicky Wells (conhecida pela colaboração com Nitin Sawhney), Ana Deus, Joana Amendoeira, Lika (cantautora do Cazaquistão que vive em Portugal), Xana Abreu, Cat, Diana Martinez, a galega Uxía, Patrícia Antunes e Patrícia Silveira.
O cartão de visita do novo disco foi lançado em 2023, “Baloiço”, com Sónia Tavares, e conquistou várias rádios. Um tema composto em parceria por Paulo Praça e Gisela João. A par com o lançamento do disco, o músico apresenta o single “A Minha Terra”, com a participação da cantora galega Uxía.
“A Meias” inclui novas versões de temas que marcaram a carreira de Paulo Praça, como “A Vida Começa Agora”, “A Mesma Canção”, “Diz a Verdade”, “Arquitetura da Ecologia”, entre outros.
O disco conta com a produção de Eurico Amorim e Paulo Praça, mistura por João Bessa e masterização por Mário Barreiros. O design é de Hélder Luís.
De sublinhar a colaboração do escritor Valter Hugo Mãe, que é o autor de algumas letras do disco (“A vida começa agora”, “Diz a verdade”, “À força da nossa voz”, “Arquitetura da Ecologia”, “A Ladaínha”), assim como é o responsável pelo desenho da capa do novo trabalho de Paulo Praça.
BIOGRAFIA Paulo Praça, cantautor, compositor, multi-instrumentista e produtor tem colaborado com grupos e artistas como 3 Tristes Tigres, GNR, Pedro Abrunhosa e The Gift. Foi fundador dos grupos Turbo Junkie, Grace e Plaza. A solo editou 4 álbuns: “Disco de Cabeceira”, “Dobro dos Sentidos”, “Um Lugar Pra Ficar” e “Onde”. A maioria dos poemas das suas canções são da autoria de Valter Hugo Mãe. Protagonista do projeto “Amália Hoje”, que vendeu mais de 100,000 discos. Gravou mais de 20 álbuns em todos os projetos que integrou. Atuou em todos os continentes, tendo passado por países como Austrália, Canadá, EUA, Rússia, China, Brasil, Macau, Marrocos, Espanha, França, Itália, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Holanda entre outros e atuado em locais míticos como Central Park em Nova Iorque, ou Olympia em Paris. Foi nomeado 3 vezes para os Globos de Ouro tendo vencido em 2010 o Globo de Ouro na categoria de “Melhor Canção” com os Amália Hoje. Partilhou o palco com artistas como Stevie Wonder, Elton John, Bruce Springsteen, The Cure, Radiohead, Arcade Fire entre outros em Festivais de Verão. Já trabalhou com alguns dos maiores produtores mundiais, como Ken Nelson (Coldplay, Gomez, Kings of Convenience), Brian Eno (David Bowie, Talking Heads, U2,etc.) numa aventura que durou quase 2 anos.
DISCOGRAFIA: 2024 – “A Meias” 2020 – “Onde” 2019 – “Um Lugar Pra’ Ficar 2010 –“Dobro dos Sentidos” 2007 –“Disco de Cabeceira”