LANA GASPARØTTI lança hoje o seu álbum de estreia “DIMENSIONS”
O álbum de estreia de LANA GASPARØTTI é o resultado da fusão de géneros usados e explorados pela artista desde o início do seu percurso a solo, desde jazz, hip-hop, drum and bass até à música eletrónica.
Em 2020, a artista vence o prémio “Melhor Concerto Super Emergente” do Festival Emergente, e em 2023, lança os seus primeiros singles “Something in my Way” e “Mar”, este segundo integra a coletânea FNAC Novos Talentos 2023. LANA GASPARØTTI apresenta-se, ainda nesse ano, ao vivo no NOS ALIVE – onde se percebeu claramente a sonoridade muito própria da artista – um concerto de LANA é uma experiência vibrante, entre o experimentalismo jazzístico e a música eletrónica.
“Este álbum significa a minha afirmação enquanto artista band leader. É também o fechar de um ciclo – a concretização deste álbum como um todo, desde o som, a imagem e a tudo aquilo que quero transmitir com ele para agora poder entregar ao mundo. ‘DIMENSIONS’ representa uma viagem introspetiva com ambientes que vão desde o acid jazz, groove e liquid drum and bass.” afirma LANA.
A artista acrescenta “Neste álbum encontram tudo aquilo que eu gosto de ouvir enquanto artista influenciada pelo meio em que vivo e tudo o que me inspira. É uma mistura complexa de muitas referências, ideias e experiências vividas sem regras ou imposições misturadas com samples pessoais e autobiográficos. Foi também fundamental encontrar as pessoas certas para trabalharem comigo e juntos criarmos a sonoridade e estética visual deste projeto.
O álbum ‘DIMENSIONS’, produzido por Rafael Correia (Sickonce) e Diogo Lima, capta a mistura distinta de paisagens sonoras de jogos vintage e influências jazzísticas de Lana Gasparotti, criando uma paisagem sonora que transcende fronteiras. Conta ainda com Sebastião Bergmann na bateria, João Segurado e Pedro Barroso no baixo e participação especial de Gijoe no scratch.
A artista prepara-se agora para apresentar o seu álbum de estreia ao vivo, já com data marcada para o Musicbox, no próximo dia 30 de março. ‘DIMENSIONS’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e promete dar-nos uma experiência única onde cada canção nos traz um universo paralelo, autobiográfico e autêntico para onde só LANA nos consegue transportar.
FICHA TÉCNICA CONCERTO LANA GASPARØTTI
Lana Gasparotti – composição, teclados, sintetizadores, voz Pedro Barroso – baixo elétrico
Sebastião Bergmann – bateria
Pedro Gerardo – técnico de som
João Quintela – técnico de luz
FICHA TÉCNICA ÁLBUM – “DIMENSIONS”
Composição, voz, teclados e synths por Lana Gasparotti
Bateria por Sebastião Bergmann
Baixo por João Segurado (Something in my way, Goji, Skit e Mar) Baixo por Pedro Barroso (Missing Files, Feel e Dimensions) Scratch por Gijoe (Goji)
Gravação no Estúdio Camaleão por Francisco Duque
Gravação no Estúdio Sickonce por Sickonce e Diogo Lima
Produção, Edição, Synth work e Programação por Sickonce e Diogo Lima Mistura por Hugo Santos, Sickonce e Diogo Lima
Masterização por Hugo Santos
Fotografia por ORELHA
Design font por Glus
Design capa por Tiago Martins Design álbum por Manuel Costa Styling por Lauren Torres Makeup por Janete Reis
Lana Gasparotti – Something In My Way (2024) (Single)
Lana Gasparotti – Something In My Way (2024) (Single)
LANA GASPARØTTI lança hoje o seu álbum de estreia “DIMENSIONS”
O álbum de estreia de LANA GASPARØTTI é o resultado da fusão de géneros usados e explorados pela artista desde o início do seu percurso a solo, desde jazz, hip-hop, drum and bass até à música eletrónica.
Em 2020, a artista vence o prémio “Melhor Concerto Super Emergente” do Festival Emergente, e em 2023, lança os seus primeiros singles “Something in my Way” e “Mar”, este segundo integra a coletânea FNAC Novos Talentos 2023. LANA GASPARØTTI apresenta-se, ainda nesse ano, ao vivo no NOS ALIVE – onde se percebeu claramente a sonoridade muito própria da artista – um concerto de LANA é uma experiência vibrante, entre o experimentalismo jazzístico e a música eletrónica.
“Este álbum significa a minha afirmação enquanto artista band leader. É também o fechar de um ciclo – a concretização deste álbum como um todo, desde o som, a imagem e a tudo aquilo que quero transmitir com ele para agora poder entregar ao mundo. ‘DIMENSIONS’ representa uma viagem introspetiva com ambientes que vão desde o acid jazz, groove e liquid drum and bass.” afirma LANA.
A artista acrescenta “Neste álbum encontram tudo aquilo que eu gosto de ouvir enquanto artista influenciada pelo meio em que vivo e tudo o que me inspira. É uma mistura complexa de muitas referências, ideias e experiências vividas sem regras ou imposições misturadas com samples pessoais e autobiográficos. Foi também fundamental encontrar as pessoas certas para trabalharem comigo e juntos criarmos a sonoridade e estética visual deste projeto.
O álbum ‘DIMENSIONS’, produzido por Rafael Correia (Sickonce) e Diogo Lima, capta a mistura distinta de paisagens sonoras de jogos vintage e influências jazzísticas de Lana Gasparotti, criando uma paisagem sonora que transcende fronteiras. Conta ainda com Sebastião Bergmann na bateria, João Segurado e Pedro Barroso no baixo e participação especial de Gijoe no scratch.
A artista prepara-se agora para apresentar o seu álbum de estreia ao vivo, já com data marcada para o Musicbox, no próximo dia 30 de março. ‘DIMENSIONS’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e promete dar-nos uma experiência única onde cada canção nos traz um universo paralelo, autobiográfico e autêntico para onde só LANA nos consegue transportar.
FICHA TÉCNICA CONCERTO LANA GASPARØTTI
Lana Gasparotti – composição, teclados, sintetizadores, voz Pedro Barroso – baixo elétrico
Sebastião Bergmann – bateria
Pedro Gerardo – técnico de som
João Quintela – técnico de luz
FICHA TÉCNICA ÁLBUM – “DIMENSIONS”
Composição, voz, teclados e synths por Lana Gasparotti
Bateria por Sebastião Bergmann
Baixo por João Segurado (Something in my way, Goji, Skit e Mar) Baixo por Pedro Barroso (Missing Files, Feel e Dimensions) Scratch por Gijoe (Goji)
Gravação no Estúdio Camaleão por Francisco Duque
Gravação no Estúdio Sickonce por Sickonce e Diogo Lima
Produção, Edição, Synth work e Programação por Sickonce e Diogo Lima Mistura por Hugo Santos, Sickonce e Diogo Lima
Masterização por Hugo Santos
Fotografia por ORELHA
Design font por Glus
Design capa por Tiago Martins Design álbum por Manuel Costa Styling por Lauren Torres Makeup por Janete Reis
Isabel Rato – Era Um Redondo Vocábulo (2024) (single)
Isabel Rato – Era Um Redondo Vocábulo (2024) (single)
Para as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Isabel Rato, pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa, um dos nomes femininos mais destacados do panorama do Jazz Português dos últimos anos, lança o seu novo álbum “Vale das Flores” (Nischo), o quarto disco da pianista em nome próprio, apoiado pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), Antena 1 e Antena 2, inteiramente dedicado à música portuguesa. Numa homenagem à Liberdade, a compositora traz para este novo disco autores da música portuguesa de todos os tempos e vitais na luta pela liberdade, como José Afonso, Sérgio Godinho, Pedro Abrunhosa, entre outros. Traz também algumas das canções tradicionais portuguesas do nosso património universal das melodias intemporais. Nas suas músicas cria também uma ligação natural com o Jazz, de onde vem o seu percurso. Este disco conta com a participação de artistas convidadas de enorme relevância do nosso panorama da música portuguesa, nomeadamente a cantora Ana Bacalhau, a cantora Cuca Roseta e a guitarrista Marta Pereira da Costa (guitarra portuguesa). Destacam-se os seus dois discos anteriores “Histórias do Céu e da Terra” de 2019 e “Luz” de 2022, da Editora Nischo, que foram considerados como melhores discos de Jazz nacionais dos seus anos respectivos pela revista de renome jazz.pt. Este quinteto liderado por Isabel Rato, leva o público a viajar pelo som do nosso País, conjugando a música portuguesa com o Jazz e a improvisação, reflectindo o carácter Universal das canções numa perspectiva singular e única.
Mary Ann – Pressure (2024) (single)
Mary Ann – Pressure (2024) (single)
A vencedora do Hollywood Independent Music Awards 2023,
Mary Ann, lança novo single “Pressure”. Novo single de pop-rock alternativo da cantora-compositora portuguesa se concentra nas duras expectativas estabelecidas pela sociedade hoje e a busca incessante pela perfeição como uma utopia.
– A vencedora do Hollywood Independent Music Awards 2023, Mary Ann,
anunciou o lançamento de um novo single,“Pressure”. Esta nova faixa será lançada no dia 17 de fevereiro. em todas as plataformas de streaming.
Mary Ann é uma artista independente natural do Porto, Portugal. Ela esteve envolvida em várias facetas da música ao longo de sua vida,
incluindo programas de televisão e muito mais. Mary Ann estudou teatro musical e marketing e durante a pandemia começou a trabalhar no seu projeto a solo com o amigo e produtor Mike More.
Seu single de estreia, “Wake Up Call”, preparou o cenário para um olhar explorador sobre o consumismo e a superficialidade entrelaçados com elementos de mitologia grega e património português. Isto ressaltou um tema central para Mary Ann, no qual mensagens sociais significativas são transmitidas através de sua música.
Em “Pressure”, Mary Ann aborda a dualidade e as pressões sociais na sociedade atual. Expectativas irrealistas estabelecidas através de meios como
as redes sociais levam a uma necessidade constante de sermos perfeitos, levando a uma pressão constante, à deterioração da saúde mental e ao declínio do bem-estar. Em “Pressure”, Mary Ann capacita os ouvintes a assumirem o controle e a se libertarem desse fardo, concentrando-se em si mesmos. “Pressure” é uma faixa de pop-rock alternativo profundo e cru com letras como “deixe-me inspirar você a ver seu eu superior” em meio a sintetizadores, teclados e guitarras distorcidas.
Mary Ann aproveita seu timbre aveludado de uma forma nova e inesperada para o single, dando aos ouvintes uma mistério e misticismo. dose de mistério e misticismo.
O objetivo de Mary Ann com “Pressure” e todas as suas músicas é deixar um legado e transmitir mensagens autênticas e significativas. Com paixão e desejo de inspirar outras pessoas, ela é uma artista emergente a ser observada no espaço alternativo da música indie pop/rock. Ela cita influências como Amy Winehouse, Maria Brink, Lana Del Ray, Billie Eilish e Florence + the Machine. Mary Ann está envolvida com música desde a juventude e não mostra sinais de desaceleração, especialmente com sua recente vitória no HIMA.
“Pressure” estreará em todas as plataformas de streaming no dia 17 de fevereiro. Mantenha-se atualizado com as últimas novidades de Mary Ann seguindo-a nas redes sociais.
Maria Mazzotta – La Furtuna (2024) (single)
Maria Mazzotta – La Furtuna (2024) (single)
“ONDE”, THE NEW ALBUM BY MARIA MAZZOTTA: THE VITAL FORCE OF PEASANT TRADITION THROUGH CONTEMPORARY INSTRUMENTS WITH A SUBURBAN FLAVOR
Produced by the Record Label Zero Nove Nove, Friday February 23th it’s released “Onde”, the new awaited album by Maria Mazzotta. Maria Mazzotta’s visceral interpretation meets the electric sounds of Post-Rock, creating an original and profound blend. The title of the new album is Onde (Waves), an album in which Maria Mazzotta has chosen for the first time in her twenty-year career to express the outspoken and vital force of peasant tradition through contemporary instruments with a rural flavor to its essence.
Since 2020, the year her solo debut album Amoreamaro was published, she has covered thousands of kilometers non-stop performing in over 200 concerts in more than 25 countries across Europe, Latin America, and Asia. Through this traveling, she has gained an awareness of how she is able to push towards the true expression of her own experience of folk music with courage and freedom. It is a woman’s journey of traveling from one great European capital to another such as from Paris to Barcelona, all the way to some major world metropolises like Jakarta and Bogota, all the while presenting herself on stage accompanied by all her fragilities and strength in equal measure.
Onde is the result of encounters and influences and of emotions and reflections on modern society. The song “La Fortuna” (“Luck”) opens the album and is the one in which Maria Mazzotta’s trio affirms its sound and message. An arrangement steeped in Psychedelic Rock was created for this folk song from the Salento tradition, evoking the sensation of waves rolling in and gaining force until an all-out storm at sea forms. The verses tell the story of encountering “luck”, a luminous and desperate figure who cries in the open sea for the wrongs and injustices suffered by those who cross it, and he faces the waves in search of a better destiny and instead finds his tomb. The sea has become a cemetery of sinking boats and ships not permitted to dock in ports. Accustomed as we have become by now to these macabre news stories, to the point that we are almost used to them, this song, however, shouts out a message of humanity, acceptance,and sharing.
The invitation to share is still protagonist in “Sula nu puei stare” (“You cannot be Alone”), with the participation of the first of two international guests: Bombino, an exceptional guitarist and singer-songwriter from Niger and one of the major exponents of the global success of “Desert Blues”. Tracing a route from Salento, with the classic expression of song and dialect, to Andalusia, with the rhythm strongly inspired by the Flamenco Bulería style, the trio arrives in North Africa where the rhythm remains as always in triplets which is at the same time quite close to how Salento pizzica pizzica is. With Bombino the result is a propitiatory ‘good luck’ rite made of intertwining guitar strings, a Macedonian tapan drum groove, and percussion that encourages dance and dialogue without prejudice; an invitation to show solidarity towards others by putting aside individuality.
Onde is a story about continuous change, in which the sea resonates everywhere, from the gentle movement that can lull before it transforms into a tidal wave that destroys, making a clean sweep. It holds within itself numerous metaphors and multiple states of mind that, like sea waves, can take on thousands of forms.
While all water moves, changing shape and force, each song lets sounds pass through it within a sea of frequencies in which Cristiano della Monica’s percussion and Ernesto Nobili’s guitars guarantee Maria Mazzotta’s song the possibility to navigate onward. The voice shoves off and sets sail, allowing itself to be hurled far away, sinking before returning to the surface and, finally, finding rest. For the three musicians who, from Lecce and Naples, have always had the sea in their minds and eyes, this album tells the story of the movement of the sea, from the torment that navigating it entails to the relief that, in the end, each landing offers.
Emotions are contrasting in “Pizzica de core (Malencunia)” (“Pizzica of the Heart (Melancholy)” and in its prelude “Nanna core” (“Heart Lullaby”), which came about suddenly during a concert through the flow of energy created between the musicians on stage and the audience in the bleachers.
It sounds like a lullaby for your heart, for taking yourself into your arms, and cradling yourself and rocking like sea waves. It starts slowly then gets faster and faster, leading to one being able to let them self be carried away by the intertwining of overlapping voices accompanied by the guitar until it turns into the pressing rhythm of Taranta music. All this within the story told of a dreamed-of love as precious as corals and mother-of-pearls, which unfolds in the depths of the sea in distressing anticipation. It is a love without gender distinction, representing the lifeline for defeating the type of melancholy that holds the heart hostage, but is one which society often still does not accept.
Surrendering to music to free the mind means letting the vibrations and sensations created by sound and rhythm run through you, then the externalization of them that occurs when attempting to reach the trance state through the “Pizzica de core” is what leads to a deeper consciousness. With the quote “Dance every one of you, dance heartily, because Taranta is alive and not dead”, Maria Mazzotta pays homage to Daniele Durante, founder of the Canzoniere Grecanico Salentino group and a reference figure in his approach to and research of traditional Salento music.
Another important homage can be found in “Damme la manu” (“Give me your Hand”), one of the best-known pieces of the Salento tradition which Mazzotta interprets for the first time, dedicating it to the late Gigi Chiriatti (intellectual and scholar of Tarantism), son of singer Lucia De Pascalis, who gave this song to the historical archives. The layers of circular guitar loops convey the choral image of multi-voiced singing, a riff that has a cradling feeling to it, a prayer to sing while holding hands.
Electromagnetic waves, which represent the electricity the trio possesses, propagate sound and emotional energy. In physics, a wave transmits energywithout moving matter, an image that reflects what happens live between Maria and her audience, when her voice manages to scratch skin or delicately caress the heart.
The new sound, imbued with the expressive power of Ernesto Nobili’selectric guitar with his personal effects research, and Cristiano Della Monica’s customized percussion, contains and carries with it traces of the urban metropolis while preserving the deep and solid roots of the Southern Italian tradition.
“The South has something rough and sanguine about it, often even the sweet melodies of lullabies, which can be heard in historical archives, are sung with raspy, hoarse voices; for me, this is the equivalent of distortions in rock music. I’m sure that if Rosa Balistreri were alive in 2024 she would be singing with an electric guitar hooked up to an amplifier, it would be the perfect combination for her expressive and communicative power” – says Mazzotta.
“Terra ca nun senti”(“Land that does not Hear) is an homage to Rosa Balistreri, a pillar of Italian popular culture, an example of virtue, courage, and power both on stage and in her private life. Musically “rough” to underline the harshness of a condemnation of one’s land – “Land that does not hear, that does not want to understand, that does not say anything when you see me dying. Land that does not detain those who want to leave and gives nothing to make them return” – it is a dedication to all the people forced to emigrate in search of a better future.
With “Marinaresca” instead comes the tribute to Maestro Roberto De Simone and his fundamental research which allowed the general public to get closer to traditional music. Post-Rock minimalism also imbues this arrangement by the trio, with a tinge of Indie. The search for this sound has roots in the past, and it comes from listening to this music in adolescence and from the passion for a musical genre that for years the Apulian singer thought could never enter into and become part of her record production. “After having performed mainly in a duo for the last 10 years – says Mazzotta – I felt a strong need within me to have a powerful sound on stage. In the past I joined Canzoniere Grecanico Salentino as soon as I was 18, performing with dreadlocks and chains around my neck, I was passionate about traditional music and at the same time, I took a train to go to Florence to see CSI, one of the hottest bands in alternative rock in the 90’s. Groups like CCCP and CSI, Üstmamò, and Marlene Kuntz have been a source of inspiration, even before my search for a sound, in my attempt to eliminate every barrier and fear around expressing what I feel represents me best today. So I asked myself why not combine my songs and the world that I have always sung and practiced with my voice, with everything that my ears have always listened to and sought: distorted guitars, drums, and such powerful sounds”.
In “Canto e Sogno” (“I Sing and I Dream”), the most intimate and profound song of the entire album, Maria Mazzotta puts herself on the line by writing the lyrics, the only one in Italian on the album, together with Silvia Guerra. It recounts events and people that come and go in everyone’s life, of being ready to welcome and knowing how to let go, with the same love and good energy even when it hurts, aware of having within oneself the cure to heal the wounds. As an antidote to evil, enter the second international guest, trumpeter Volker Goetze who with poetry and grace draws sinuous melodies that transport the listening experience into other dimensions.
The profound and penetrating way she performs is a rare and precious experience for the audience and this has made Maria Mazzotta one of the most intense voices on the European World Music Scene: Onde is a show to be experienced fully, as you let yourself be accompanied and guided by this unique performer.
Zé Vargas – Francisca (2024) (single)
Zé Vargas – Francisca (2024) (single)
Estás no Jardim do torel
Mas Vês a torre Effiel esperas um anel
Queres Dormir num hotel
Panquecas com mel
E Retratos a pincel
Ele Sabe onde moras
Chegas sempre a horas
Mas ele já se esqueceu
Das Flores que adoras
Enquanto devoras
A Nutella que ele não te deu
Francisca, já não há faísca
De volta pra casa
Já Noite fechada
Ver o instagram
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Fotos de um brunch
à espera do crush
Ele Sabe onde moras
Chegas sempre a horas
Mas ele já se esqueceu
Das Flores que adoras
Enquanto devoras
A Nutella que ele não te deu
Francisca, já não há faísca
Ele há de aparecer
E a terra tremer
Quando acontecer
Mas Francisca hoje não há faísca
Ele Sabe onde moras
Chegas sempre a horas
Mas ele já se esqueceu
Das Flores que adoras
Enquanto devoras
A Nutella que ele não te deu
Francisca, já não há faísca
hmhmhm
Francisca, já não há
Ficha técnica
Letra: Zé Vargas
Composição Música/Instrumental: Zé Vargas
Produtor: Ned Flanger
Gravação: Zé Vargas/ Ned Flanger
Mistura: Johnny Barbosa
Masterização: Johnny Barbosa
Terra Livre – Light Farmer (2024) (single)
Terra Livre – Light Farmer (2024) (single) Id
Os TERRA LIVRE são Adriano Dias Pereira no clarinete, flauta, teclados e eletrónica, Gonçalo Sarmento na kora, guitarra, saxofone e voz, Leonardo Marsh na voz e guitarra, Fernando Sarquis no baixo, Rodrigo Cordomar na voz, guitarra, teclados e percussões, e Tiago Santos na bateria.
Editaram o seu primeiro álbum, “Seeds, Roots, Flowers and Fruits” no princípio de 2019, contando com a participação de Manu Chao e outros ilustres. Uma viagem eclética que parte da World Music para descobrir aquilo a que soa a “Música da Terra”.
A influência de uma Lisboa multicultural é evidente quando se ouve um Reggae Jamaicano com melodias que tanto podem ser dos Balcãs como da Etiópia ou Eritreia, um Blues do deserto com sabor a Funk Americano e Folk Indiano, ou ainda um Gnawa Marroquino com traços da canção Portuguesa e experimentalismo do Rock .
No entanto, há uniformidade: a pureza da mensagem, a harmonia estética e o próprio respeito pela diversidade são valores que norteiam todo o trabalho, e os vários estilos são explorados com a honestidade de quem foi beber à raiz para encontrar as várias faces do todo. No fundo, uma ancestral herança portuguesa: olhar os oceanos não como uma barreira mas sim como uma ponte que nos deixa não só descobrir os outros como também, e acima de tudo, saber quem somos.
Jacaréu – Senhorio (2024) (single)
Jacaréu – Senhorio (2024) (single)
JACARÉU APRESENTA “SENHORIO”, UMA CRÍTICA À SITUAÇÃO DA HABITAÇÃO!
Jacaréu é um artista movido pela grande necessidade de intervenção e pela abordagem de temas importantes e preocupantes para a sociedade. Nesta sua nova música, o artista apresenta uma dura crítica ao atual estado da habitação no nosso país, num verdeiro flagelo que afeta milhares de famílias. Senhorio é uma reflexão crítica sobre as dificuldades com que hoje em dia nos debatemos por uma habitação, seja na compra ou até no aluguer, seja-se jovem ou mais velho, a verdade é que se torna cada vez mais difícil ter uma casa digna ou, até mesmo, ter casa.
Numa perfeita combinação de rap, folk e poesia, como o próprio artista define, “Senhorio” pretende ser uma chamada de atenção para a grave crise no setor da habitação que o nosso país atravessa, um murro na mesa contra as atuais políticas, lobbies e dificuldades que tantos milhares de jovens e famílias enfrentam.
Jacaréu apresenta uma letra forte e repleta de duras críticas, numa mensagem pela necessidade de mudança!
“Ter casa é um luxo que tão poucos podem.”
Jacaréu
Rara – A Janela (2024) (single)
Rara – A Janela (2024) (single)
RARA LANÇAM ‘REMENDA-ME AS FERIDAS À MÃO’ ‘Remenda-me as feridas à mão’ é o nome do novo EP dos RARA. Um disco que quer ser a banda sonora da dança da vida, sempre pronta a acontecer. O novo álbum nasce da urgência da banda em partilhar o gosto pela liberdade do improviso, marcado pela criatividade instrumental, em que o som e os timbres – perfilhados pela guitarra, baixo, bateria e voz – apurados em estúdio, resultam num trabalho em que o rock progressivo, sendo uma inspiração óbvia, se propõe ir mais além. Cada música reflete, naturalmente, a clara intenção de assumir dinâmicas difusas que, para fugir aos clichés sonoros, explora direções precisas, em busca de um som que usa a escala de volume, indo do pianíssimo ao fortíssimo, para convocar ambientes e estimular sensações, fazendo-se, para isso, acompanhar da voz profunda e sentida de Andreia Carreiras. O tema ‘Fios de Cobre’, single que antecipou o lançamento do EP e que está disponível no digital desde Novembro do ano passado, é um desses singulares momentos, em que o rock alternativo se cruza com as memórias esfumadas do grunge dos anos 90. O passado e o futuro têm, afinal, um presente em comum. E isso, é coisa rara de se ouvir. Para quem gosta da energia do som ‘sujo’, mas não prescinde da surpresa e do prazer de ouvir em 2024, músicas tocadas por músicos tão virtuosos quanto intensos, o som dos RARA em ‘Remenda-me as feridas à mão’ é o disco a ver e sentir também ao vivo.
Patrícia Torres Jornalista
Rafa – Ponto. (2024) (single)
Rafa – Ponto. (2024) (single)
O músico e cantautor rafa. lança novo single “ponto.”.
Música escrita pelo próprio, contando com a colaboração do seu guitarrista John Sousa na composição, de Luís Almeida na produção e da Next Level Productions na masterização, rafa. assume, mais uma vez, a sonoridade pop-dance e influências disco.
“Ponto.” fala sobre a conquista da liberdade do “eu”, conceito que se mantém transversal aos temas já publicados do artista – “a gente canta.” e “voa.”. Numa perspetiva autobiográfica, rafa. diz que “o objetivo desta música é inspirar outros a abraçarem os seus sonhos não convencionais”. Para o cantor esta canção é a prova de que a persistência, o trabalho e a vontade são ferramentas chave para tornar os sonhos reais.
Com 5 meses desde o lançamento do seu primeiro single, rafa. é um dos nomes confirmados para o Festival-Concurso Termómetro deste ano, no qual promete uma atuação vibrante e alegre, já no dia 02 de Março, no Sabugal.