JAMES DOS REIS LANÇA EP DE ESTREIA “CAMADAS” E NOVO SINGLE ‘AGORA NAW’
O aguardado EP de estreia de James dos Reis já está disponível em todas as plataformas digitais. “Camadas” inclui um total de seis temas, entre eles os singles previamente editados ‘NPM’, ‘Free to B’ e ‘Oh My God’. “Sinto que o público não me conhece bem então este é o meu convite para que possam entrar no meu universo e eu, enquanto artista, possa explorar a minha arte de forma mais genuína e verdadeira. Encaro este EP com uma noção própria e consciente das camadas que tenho em mim e, pela primeira vez, quis começar a despi-las. O “Camadas” é um processo de descoberta e um passo em frente na busca da minha verdade”, confessa o artista. Sobre a sua identidade, James dos Reis acrescenta ainda que “não foi fácil chegar até aqui. Venho de uma família tipicamente portuguesa e crioula, em que os valores tradicionais, e diria também conservadores, nos moldam desde muito cedo. Sou um jovem negro do bairro, por isso, levei tempo a construir coragem e estrutura para conseguir ser eu próprio e viver a minha liberdade de forma segura e com o respeito que isso merece”. “Camadas” foi produzido por diogo seis, com produção executiva de João Máximo, e conta com as colaborações de Tyoz, Tiago Pestana e Lhast. O EP chega com o novo single ‘Agora Naw’, cuja letra foi escrita em parceria com o rapper 9 Miller.
“Este é um tema que fala sobre o fim de uma relação, sobre o amor próprio que estava adormecido e finalmente desperta e tu resolves seguir em frente”, conta James dos Reis. Acompanhado por um visualizer realizado pelo fotógrafo e videógrafo Tiago Pestana, que assina a direção criativa do EP, ‘Agora Naw’, é uma mistura de rap, R&B e pop alternativo. Além desta canção, “Camadas” apresenta, ainda, dois novos temas, ‘Luz do Dia’ e ‘Ser Amor’, e antecipa os próximos lançamentos de James dos Reis previstos para 2024. Alinhamento EP “Camadas”:
Luz do Dia
NPM
Oh My God
Ser Amor
Agora Naw
Free to B
James dos Reis nasceu em Lisboa, a 7 de março de 1993. Viveu com a mãe até aos 10 anos na Cova da Moura, passou grande parte da infância na casa dos avós paternos e morou pela primeira vez com os pais num local que descreve como “um paraíso escondido”: o Bairro Luta Pela Casa (Lupeca), em Carnaxide. Em criança, embora se dedicasse sobretudo ao futebol, sempre viveu fascinado pelo conceito de espetáculo, sobretudo de artistas norte-americanos. Cantor autodidata, James dos Reis é influenciado por artistas como Donny Hathaway, John Legend, Pharrell Williams, Lauryn Hill ou Erykah Badu, entre outros. Em 2015 mudou-se para Londres, para adquirir outras competências e com o objetivo de voltar a dedicar-se à música a tempo inteiro.
Pouco antes do início da pandemia regressa em definitivo a Lisboa e faz da música a sua principal atividade, com a edição dos singles ‘Toma’, ‘E Quê?’, ‘Pila Badju’ e ‘Pena de Mim’, entre 2020 e 2021.
No verão de 2022 lança o tema ‘NPM’, que ganhou airplay na Batida FM e, em 2023, regressou aos lançamentos com ‘Free to B’, ‘Oh My God’ e ‘Agora Naw’, que integram o EP de estreia “Camadas”, editado no início de 2024.
António Mão De Ferro – Old Times (2024) (single & Álbum)
António Mão De Ferro – Old Times (2024) (single & Álbum)
ANTÓNIO MÃO DE FERRO APRESENTA NOVO ÁLBUM “BACK” CONVIDADOS ESPECIAIS – BJ COLE, GERALD CALHOUN, ENTRE OUTROS
António Mão de Ferro apresenta o novo álbum “Back”, um trabalho que percorre vários estilos musicais e que reflecte algumas influências. Segundo o músico portuense, “é um percorrer de memórias, daí ser um disco bastante pessoal, que passa por vários momentos do meu passado. Acho que é perceptível que faz um apanhado de histórias que vivi e cada uma tem o seu momento, a sua influência, o seu estilo. Isto é o que se sente ao ouvir o disco. É quase um medley de estilos e influências! A banda sonora de memórias, histórias pessoais vividas ao longo de muitos anos. Acho que esse é o verdadeiro conceito, não é um disco de blues, folk ou rock. É um disco de momentos.”
“Back” conta com alguns convidados como o guitarrista emblemático BJ Cole, que já tocou com artistas como Elton John, David Gilmou, Roger Waters, Procol Harum, Joan Armatrading, Cat Stevens, R.E.M, Depeche Mode, entre outros; Gerald Calhoun, baixista e produtor, membro da aclamada “KSB” (Kashmere ‘Thunder Soul’ Stage Band), que já colaborou com músicos icónicos como os Temptations, Patti LaBelle, Herbie Hancock, Kool and the Gang, Stevie Ray Vaughan, entre outros; Fernando Nascimento, guitarrista que marcou a história do rock nacional na banda Arte & Ofício.
António Mão de Ferro conta também com os músicos Bernardo Fesch (baixo), Diogo Mão de Ferro (guitarra “slide”), Diogo Santos (teclado) e Leandro Leonet (bateria).
A primeira amostra do novo trabalho foi apresentada em 2023, o single com o mesmo título do álbum, “Back”, e que conta com a participação de BJ Cole. O tema foi masterizado nos lendários estúdios Abbey Road, em Londres, e conta com um vídeo filmado no rio Douro, realizado pelo galardoado Paulo Ferreira, produtor e realizador de vídeo e fotógrafo de natureza.
De destacar também a capa do álbum, da autoria do pintor Manuel Sousa Falcão, e que é um tributo ao rio Douro, uma das inspirações de António Mão de Ferro para o novo disco.
A acompanhar o lançamento do novo álbum, o músico apresenta o segundo single, “Old Times”, com um vídeo realizado por Alberto Almeida.
“Back” foi gravado, misturado e masterizado no MasterLab Studio.
BIOGRAFIA:
António Mão de Ferro nasceu no Porto, a 25 de Junho de 1976. A sua relação com a música começou aos 11 anos e a guitarra foi muito cedo a sua referência, influência do pai, Joaquim Cardoso empresário e músico conceituado da famosa banda dos anos 60, “Tártaros”. Tornou-se num autodidata da guitarra, e aprendia sobretudo, através da sua dedicação sob a orientação do pai. Integra a primeira banda aos 13 anos, “Sociofobia”, de rock sinfónico. Criou um estilo próprio tendo por base os Blues. Aos 17 anos esta sonoridade ganhou definitivamente um espaço importante na sua vida musical, com a banda “Funk, Soul and Blues”, onde foi acumulando, por bares e clubes de jazz de todo o país, a experiência e a consolidação do guitarrista e do músico. Um ano mais tarde, participa pela primeira vez numa edição discográfica, e nesse mesmo ano integra a Minnemann Blues Band, uma das mais consagradas e antigas bandas do género em Portugal, constituída por músicos reputados: Wolfram Minnemann, Manuzé, Rui Ferraz e Rui Azul. Participou em diversos festivais de Jazz e Blues (Funchal Jazz; Simply Blues, Viana do Castelo e Seia Jazz, Douro Blues).
Em 1998, com 22 anos, integra a conhecida banda portuguesa GNR (Grupo Novo Rock), ao lado de nomes como Rui Reininho e Toli Machado. Grava Popless e o Lado dos Cisnes em 2002, sendo este disco um dos mais famosos da banda. Foram inúmeras as atuações na televisão e em concertos no país e no estrangeiro, culminando em 2006 com a comemoração dos 25 anos dos GNR, no mediático festival Rock In Rio, em Lisboa. Mão de Ferro fez parte dos GNR durante 9 anos, como guitarrista. Em 2004 é convidado pelo baixista Jerrel Lamar, um dos elementos dos “Platters”, e que tocou com Gino Vanelli, Herbie Hancock e Stevie Ray Vaughan, para participar no seu projecto a solo. Em 2005 grava 4 faixas do projecto deste conhecido músico norte-americano, onde também participaram: Gregg Bissonette, Marcio Montarroyos, Ney Matogrosso e Alcione. Para além destes nomes, Mão de Ferro continua a surpreender tudo e todos como guitarrista e compositor e no seu currículo destacam-se mais colaborações em vários projetos com notáveis nomes da música internacional e portuguesa: Mable John (Raelettes – Ray Charles), Zakyia Hooker (filha do lendário John Lee Hooker), Kátia Guerreiro e Rui Veloso. Em 2007, inicia a sua carreira a solo com o seu primeiro disco “Karma Train” que acaba por ser lançado em 2010. Compõe, canta, toca guitarra e constitui simultaneamente a sua banda. Grava os seus primeiros originais no Estúdio Vale de Lobos de Rui Veloso. Este disco tem um sentimento muito especial para o músico, pois para além de ser o seu primeiro disco a solo, é dedicado em memória do seu pai. O disco “Karma Train” teve uma ótima aceitação por parte do público e dos media. Mais recentemente lançou “Lunatic”, que foi apresentado na Casa da Música e teve uma edição ao vivo também.
DISCOGRAFIA: 2010 – Karma Train 2015 – Somewhere 2017 – António Mão de Ferro 2020 – Lunatic 2022 – Lunatic (Live at Casa da Música) 2024 – Back
Gustavito – Princesa Dos Ciganos (feat Luiza Brina) (2024) (single)
Gustavito – Princesa Dos Ciganos (feat Luiza Brina) (2024) (single)
ASSOPRO é um disco que já está pronto faz alguns anos e esteve na gaveta durante muito tempo por questões da vida que fizeram outros trabalhos passarem na frente e agora eu resolvi lançar ele pro mundo!!!
Já está disponível em todas as plataformas digitais deixo aqui o link do Spotify:
Esse álbum possui uma formação inusitada, inspirada no rock psicodélico e pela primeira vez na vida eu troquei o violão pela guitarra elétrica e estou acompanhando pelos músicos Yuri Vellasco (bateria) Paulim Sartori (baixo elétrico) e Rafael Martini (teclados). Tem também 3 convidados muito especiais dividindo os vocais comigo: Ná Ozzetti, Luiza Brina e André Prando. A arte é da Jojo Hissa e mixagem de Kiko Klaus. Henrique Staino participa na programação em uma das faixas!
As canções são composições antigas e possivelmente se você me acompanha há algum tempo poderá reconhecer algumas que costumava tocar em meus shows antigamente.
Outras são completamente inéditas tendo sido pouquíssimas vezes apresentadas publicamente.
De toda forma ele está sendo lançado agora como um presente de natal pra quem sentir de ouvir e apreciar e se você sentir de me compartilhar um Feedback da sua escuta vou ficar muito feliz!
Feliz ano novo pra todes!
O Marta – Inferno (2024) (single)
O Marta – Inferno (2024) (single)
“Inferno” é o segundo single d’O Marta que antecipa o novo álbum “Casta Brava”, a sair dia 22 de março.
Neste canção, o artista revisita algumas das sonoridades já escutadas na sua música, como os coros polifónicos, as intensas percussões tradicionais e as guitarras distorcidas que se juntam agora a uma base de produção bastante mais eletrónica.
“Já não arde mais / nem no Inferno ele arde / o meu coração desfeito”, é o verso que inspira o título deste novo single. Cantado por um coro polifónico maioritariamente masculino, transporta-nos para um mundo tribal e grotesco, onde o artista reflete, tal como no single anterior “Rapaz”, sobre as suas inquietações, desta vez mascaradas de uma paixão que, apesar de ardente, é baseada no sofrimento, na guerra e na dor, numa paixão incapaz de encontrar sossego.
“Inferno” é também uma crítica sobre a necessidade de existir sofrimento para a arte nascer e os versos “eu sorri / com a faca no peito” refletem isso mesmo, o nosso tão português orgulho das dores pelas quais passamos e ultrapassamos. A melodia e a letra levam-nos para este mundo obscuro, transportando-nos para o sentimento do artista na sua incapacidade em estar satisfeito e no sofrimento pela procura da sua paixão.
O Marta, prepara-se para lançar o novo disco em 2024, mais precisamente a 22 de março. “Casta Brava” é apresentado ao vivo pela primeira vez nos concertos de apresentação que passam por Lisboa, Porto e Viseu.
A 21 de março o artista sobe ao palco do Musicbox em Lisboa, já no dia de lançamento do disco apresenta-o nos Maus Hábitos no Porto, por fim a 23 de março atua no Carmo’81 em Viseu, a sua cidade natal.
Os bilhetes para todos os espetáculos de apresentação já estão à venda nos locais habituais.
“Inferno”
Disponível em todas as plataformas
Letra e Música:
Guilherme Marta
Produção, arranjos e gravação:
Guilherme Marta e Tomé Silva
Assistência de gravação:
Leonardo Patrício
Mistura:
João Bessa
Masterização:
Miguel Marques
Baterias e percussões:
Tomé Silva
Bombos:
Luís Sousa
Ricardo Pereira
Tomé Silva
Guitarra elétricas e acústicas:
Guilherme Marta
Sintetizadores:
Tomé Silva
Flauta Transversal:
Francisca Tadeu
Vozes:
Guilherme Marta
Tomé Silva
Francisca Tadeu
Coro:
Pedro Novo
Ruben Dias
Guilherme Marta
Tomé Silva
Leonardo Patrício
Sara Machado
Mariana Costa
Francisca Tadeu
Isabella Rollim
Basalto – Blunt Knives (2023) (single)
Basalto – Blunt Knives (2023) (single)
SINGLE “BLUNT KNIVES”
“Blunt Knives” é o terceiro single de Basalto, do seu EP de estreia, que propõe um mergulho um tanto sombrio nos meandros da tristeza. É uma música sobre o peso da incerteza no amor, as mágoas e medos que ela origina e o poder que tem sobre projeções e idealização do futuro. Uma voz (ou mais) acompanhada por um piano, num tom trágico, tão dramático quanto frágil.
Escrita e composta por Basalto, produzida com Sofia Ribeiro (LINCE, We Trust), “Blunt Knives” é uma música que nasce de um momento mais solitário e auto-reflexivo, mas que se manifesta como (mais) uma carta de amor – inspiração latente na composição dos restantes temas do EP.
Guilherme de Sousa nasceu em Viana do Castelo em 1994 onde concluiu o 5º grau de clarinete e formação musical. Ingressou na ACE no Porto (2009) e continuou a estudar teatro na ESMAE (2013). Em 2016, frequentou a Pós-Graduação em Dança Contemporânea, promovida pela ESMAE e pelo Teatro Municipal do Porto. Em 2019 fundou, com Pedro Azevedo, a associação cultural BLUFF, com quem trabalha em dupla criativa desde 2016.
Dark Miles – Your Heart Is An Empty Street (2024) (single)
Dark Miles – Your Heart Is An Empty Street (2024) (single)
DARK MILES EDITA SINGLE DE ESTREIA “YOUR HEART IS AN EMPTY STREET”
“Your Heart Is An Empty Street” aborda a temática da libertação pessoal, depois de uma vida de abusos físicos e psicológicos e de uma existência violenta que chega ao fim com a mesma violência que a caracterizou.
O single, que surge em antecipação ao primeiro disco a solo de Pete Miles (Pedro Lima), vocalista dos extintos MOSH, é o culminar de um súbito surto de criatividade do artista portuense durante a pandemia e que originou um novo trabalho focado nas suas influências para além do espectro mais pesado do rock, onde podemos reconhecer nomes que marcaram a história da música internacional como Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, Mark Lanegan, entre outros, abrangendo principalmente os anos 80 e 90.
“10 Miles Into the Dark”, com lançamento agendado para os primeiros meses de 2024, é um disco que pretende homenagear essas duas décadas, e num registo intimista e bastante característico, conta a história de uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo.
“Your Heart Is An Empty Street” e o videoclipe que acompanha a faixa estão disponíveis a partir deste dia, 19 de janeiro.
Also – Water Lilies (2024) (single) ID
Also – Water Lilies (2024) (single)
ALSO lançam novo single “water lilies”
water lilies é o primeiro single do tão aguardado álbum de estreia dos ALSO – ‘water lilies and other stories’ – programado para ser lançado em 2024. É uma viagem às memórias das histórias de vida dos avós de Alex e Sofia, membros do duo.
A canção é um mergulho nas recordações da juventude da avó de Sofia, que encontrou a sua felicidade em Porto Covo, lugar onde nasceu e cresceu cercada pelo mar e pela natureza. A canção, com uma produção calma e orgânica, revela as experiências vividas e a forte ligação com a sensação de liberdade e aconchego que esse local especial lhe proporcionava.
Todos nós temos um sítio ou um momento da nossa vida que guardamos com um carinho especial e saudade. Esta música é para quando essa saudade desperta.
Sofia Costa, cantora e licenciada em Jazz e música moderna pela Universidade Lusíada começou a cantar aos 15 anos tendo em 2021 participado no programa “the voice” chegando à fase das batalhas na equipa de Diogo Piçarra.
Alex Sweeney, guitarrista e produtor, também licenciado em jazz e música moderna tendo já tocado com artistas como y.azz, Luís Fernandes,Clara e Luís Braz Teixeira.Toca ao vivo no projeto de Inês Monstro desde 2023.
Mili Vizcaino & Ustad Fazel Sapand – Que Me Quema (2024) (single)
Mili Vizcaino & Ustad Fazel Sapand – Que Me Quema (2024) (single)
LA BARCA APRESENTA
“VERDE MI SANGRE, ROJO TUS HOJAS”
O pianista Rui Filipe (Lisboa) e a cantora Mili Vizcaíno (Badajoz), irão lançar o seu segundo álbum em Setembro de 2023. Este é o resultado de dois anos pesquisando, compondo, poetizando e colaborando para a defesa da biodiversidade. A partir de Outubro, terá início a turné de apresentação desta nova rota de La Barca, que começará em Espanha e Portugal.
La Barca zarpou há seis anos. Em 2021 apresentou o seu primeiro
álbum, “Materia Mestiza”, levando-nos numa viagem por
experiências e emoções variadas na primeira pessoa. Agora, no seu
segundo álbum, “Verde mi Sangre, Rojo tus Hojas”, o “eu” dissolve-se no “nós”, envolvendo mais do que humanos, dando voz a abelhas, rios, árvores, pássaros, aranhas, lobos, ervas… levando-nos pela mão a descobrir a beleza dos seres e dos ecossistemas, os nossos desafios ambientais e algumas reflexões que nos levam a sentir um pouco mais fundo que “nós” somos a própria Natureza.
No ecossistema deste novo álbum encontramos algumas colaborações poéticas de Johnny Galvão (Portugal), Julio Majadas (Espanha) e Fazel Sapand (Afeganistão). Este trabalho inclui ainda colaborações musicais como Cristóbal Sánchez (bateria/ percussão, Espanha), Sandra Martins (violoncelo, Portugal), Edu Miranda (bandolim, Brasil), José Barros (viola braguesa, Portugal) e Fazel Sapand(Afeganistão).
Mas talvez o mais característico deste álbum sejam as colaborações recitadas de naturalistas dos vários ramos do activismo ecológico em Espanha e Portugal, como Arantza Leal Nebot, Eduardo Barba,
Maria Ilhéu, Raúl Alcanduerca ou Joaquín Araújo que, como uma lâmpada essencial, vão guiando os nossos passos pela biodiversidade que povoa este disco. Gravado no estúdio Barqueiro de Oz (Portugal) entre 2022 e 2023.
Assinam a arte visual do álbum, Manuel Acedo Lavado e María del Mar Jiménez.
“Mili e Rui convidam à reação, ao mutualismo, à colaboração, à mudança de atitude, a abraçarem- se como as raízes se abraçam e se ligam através de fios tão subtis, belos e eficazes como os de uma teia rendada de seda, uma das matérias-primas deste álbum, na qual ficam presas as pessoas empenhadas, que trabalham com amor, convicção, paixão e luta nos vários aspectos da natureza. E eles também foram apanhados! Sem exaltação, nem estridência, nem propagandas, mas com as suas armas poderosas: a voz, a melodia, a beleza que há em ambos, o amor pela terra que habitam e a vontade firme de contagiar, porque felizmente não há nada que cative e contagie tanto quanto a beleza”. (Isabel Castaño, 2023)
Merai – Quando A Tempestade É Forte Eu Mergulho Em Ti (2024) (single) ID
Merai – Quando A Tempestade É Forte Eu Mergulho Em Ti (2024) (single)
O Conceito do EP Inverno de Dentro, de Merai
Tal como o ano e a Natureza, nós humanos também temos estações. Este EP é sobre o Inverno de Dentro. As folhas caem no Outono porque as árvores retiram-lhes nutrientes para sobreviverem ao Inverno.
Tudo pára no Inverno. Os animais, as plantas e as árvores dormem, as noites são mais longas. Simbolicamente, o Inverno é sobre frio, dureza, regeneração, fecharmo-nos e encararmos as nossas fragilidades, descanso, pois a seguir vem o recompormo-nos e prosseguir com a atividade. Este Inverno de Dentro é sobre dar de caras com certas fragilidades numa relação e o frio e solidão que trás percebermos que temos que continuar um caminho sozinhos. Com a aceitação do sentimento, uma pessoa rende-se às circunstâncias e só aí pode avançar.
Um pequeno “faixa-a-faixa”
No início do EP somos apresentados à pessoa escura em “Escuro Amor”. Em “Quando a tempestade é forte eu mergulho em ti” compreendemos quanto custa largarmos uma pessoa com quem já nos tínhamos fundido e que se tornou a nossa paz, de uma maneira ou de outra. A canção “Inverno de Dentro” é uma tempestade. Esta canção é já num tom de memória, os verbos estão no passado. É a fase depois de tomar a decisão de deixar algo que nos faz mal – a caminhada pela tempestade que é sermos firmes com a nossa decisão. Em “Não me ames…” temos um tom mais terno, é o apercebermo-nos das coisas boas e de reconhecer também as nossas falhas. Neste caso a pessoa que canta, por não se amar não sabe escolher relações saudáveis. A última canção “Anzol (ou sol de inverno)” é uma canção sobre ensinamentos recebidos e dados pela família, um outro tipo de amor. É uma luz no meio da escuridão e uma forma de lembrar que tudo passa com tempo e paciência. Estamos aqui para experienciar tudo.
Manwill – Don T Go (Fly Over) (2024) (single)
Manwill – Don T Go (Fly Over) (2024) (single)
O músico Guilherme Minnemann (manwill)
apresenta “Dont’ Go (Fly Over)”, o single de avanço do álbum do seu novo projeto chamado “Friends Will”.
A ideia por trás deste projeto foi pegar em composições que acabriam por se tornar “beats” (eletrónicos) e tocá-las em banda de forma a captar o fator humano e orgânico, gravado em live take. Começou este projeto em Fevereiro de 2023 e está na altura de o por cá fora. O nome Friends
Will aparece pela banda ser feita de amigos (António Tocas, Diogo Caldas, João Rato) e pelo mote: “If you Won’t, Friends Will’. Obrigado!
Instagram e Twitter: @manwillonly Instagram: @friends.will
Inês Barros – Respira (2024) (single)
Inês Barros – Respira (2024) (single)
Inês Barros é cantora, compositora e violetista.
Foi concorrente do Factor X em 2014 e do The Voice Portugal em 2023. Atuou na abertura dos Globos de Ouro ao lado da Luciana Abreu e Vanessa Silva em 2015 e colaborou com o Berg no seu álbum “Tempo” em 2016.
Em 2019 integra a Orquestra Sem Fronteiras de Martim Sousa Tavares e em 2021 completa a licenciatura em música na Escola Superior de Artes Aplicadas.
No ano de 2023 atua ao lado de João Pedro Pais no Festival “Montepio – Às Vezes o Amor”, toca com Andrea Bocelli, Cuca Roseta e a Orquestra das Beiras no Altice Arena e com a Mariza e a Orquestra do Algarve na FATACIL.
Estreia-se como cantautora em 2024 com o single “Respira”.
A sua primeira canção integra o EP “Poesia”, que irá lançar em abril de 2024.
Neste projeto a solo, é cantora, compositora e violetista, criando uma fusão entre vários géneros musicais e uma sonoridade única.
André Marques – The Fear (2024) (single)
André Marques – The Fear (2024) (single)
O EP “Our Freedom” representa um trabalho em conjunto com o produtor musical André Marques e a cantora e liricista Nóra Jankovic, onde temas como o amor, perda, solidão e esperança são abordados numa balada musical baseada no piano, com sonoridades pop à mistura. Os singles “Two Little Birds” e “Beautiful Life” antecederam o lançamento deste EP, sendo que o single “The Fear” está agora a ser promovido como single.