Título: Brani, participante do Ídolos, lança EP de Estreia «Let Love Grow», em Portugal.
Brani divulga o seu primeiro EP, “Let Love Grow”, após ter se aventurado a viajar para Portugal a fim de participar do programa Ídolos, na SIC, e ter decidido ficar no país. Gravado pelo produtor Nelson Canoa, que conheceu durante o programa, “Let Love Grow” é um EP com uma pegada moderna, mas inspirada nas músicas dos anos 60 e 70. É uma música cativante e que nos acompanha em diversas fases da vida, trazendo sempre boa energia. Com um estilo único e uma voz marcante, Brani promete ser uma das grandes revelações da música portuguesa nos próximos anos.
A Performance ao Vivo é o Ponto Forte do Brani O Brani é conhecido pela sua presença calorosa e única nos palcos, sendo a performance ao vivo o seu ponto forte. Durante o Ídolos, o juri Martim Sousa Tavares referiu-se ao Brani como um animal de palco. Ele construiu um espetáculo que leva o público a uma viagem no tempo, como foi visto durante a Festa de Lançamento de Let Love Grow.
Durante o evento, Brani apresentou um show solo, um show com banda e ainda contou com a apresentação satírica da humorista Joana Marques.
A Festa de Lançamento deste EP, que ocorreu no Tokyo, em Lisboa, a 15 de Novembro, foi um sucesso absoluto, com casa cheia e um público animado, proporcionando uma experiência única de concerto. Confira o vídeo da festa e sinta a energia deste momento especial.
A mensagem do EP Let Love Grow traz uma mensagem idêntica a um dos grandes músicos portugueses – Muda de Vida, Se não Vives Satisfeito. António Variações depressa tornou-se um dos artistas portugueses favoritos do Brani, que pretende com este EP trazer uma mensagem de liberdade, de ser quem somos.
LET LOVE GROW é um EP composto por 5 músicas que falam sobre transformação, autoconhecimento e autenticidade. Cada música retrata uma parte da história de um dia em que o protagonista, Brani, decide romper com a rotina e inspira outros a fazerem o mesmo.
A mensagem principal é a procura pela liberdade e realização pessoal, encontrando o nosso próprio lugar no mundo.
Os Senhores – O Melhor De Mim (2023) (single)
Os Senhores – O Melhor De Mim (2023) (single)
A nova banda no panorama nacional que está já a conquistar algumas rádios com o single de estreia “Sonha” e cujo vídeo já ultrapassou as 200 mil visualizações, lança o seu primeiro disco de originais, “Sr. Saraiva”.
Os Senhores, que contam com dois elementos dos Amor Electro, Tiago Pais Dias e Ricardo Vasconcelos, tem como frontman David Pinheiro e ainda o músico Bruno Jardim Fernandes. É um projecto que tem como principal objectivo voltar aos elementos que caracterizaram grande parte da música dos anos 90: a honestidade, a sinceridade, a emoção. As suas canções são um regresso à importância das palavras.
“Sr. Saraiva” inclui 11 temas em português, da autoria do vocalista David Pinheiro, gravado nos estúdios da Valentim de Carvalho e conta com a produção de Tiago Pais Dias.
O nome da banda, “Os Senhores”, surgiu com o objectivo de “permitir desenvolver um conceito para que em todos os discos que viermos a fazer possamos explorar uma nova personagem sendo a primeira o “Sr. Saraiva”, que será o elo condutor de toda uma narrativa comunicacional”.
Numa primeira fase “Os Senhores” vão ser apresentados através de ilustrações feitas por Hugo Makarov e todos os seus singles vão ser acompanhados de vídeos animados por Tiago Albuquerque.
Mais informação: https://www.ossenhores.com
Negative – Alright (2023) (single)
Negative – Alright (2023) (single)
Os Negative são uma banda de rock, que teve início em Sintra no final de 1993. Em menos de dois anos, já tinham uma série de espetáculos por todo o país, com participações também em concursos de bandas e desta forma receberam a atenção da imprensa através de entrevistas em revistas, jornais e rádios nacionais.
Entre 1993 e 1998, os Negative gravaram mais de 20 canções em estúdio, consolidando a sua presença no cenário musical português. Em 1998, o vocalista António Cassapo participou no programa televisivo da Sic “Chuva de Estrelas”, chegando à final, o que aumentou a sua visibilidade.
No mesmo ano, a banda realizou uma grande digressão, onde dividiu o palco com outras bandas conhecidas no cenário nacional, como Hands on Approach, Rui Veloso, Belle Chase Hotel e Silence 4.
Após 1998, os membros da banda seguiram caminhos individuais em projetos musicais, mas 2023 marcou o ano do reencontro.
Atualmente, os Negative estão em estúdio a trabalhar num novo álbum repleto de novas canções.
O primeiro single “Alone,” uma música com cerca de 25 anos, foi regravado com uma nova abordagem e já conquistou o público. Este tema, está disponível em todas as plataformas digitais e já roda em várias rádios nacionais.
O segundo single, “Alright,” com um som único, tem a sua estreia marcada para o último trimestre de 2023. A expectativa é que seja bem recebido pelo público.
É um ano especial para a banda, que marca o seu regresso após uma longa pausa.
André Murraças – Dança Dos Perdidos (2023) (single)
André Murraças – Dança Dos Perdidos (2023) (single)
Este é o single que antecipa o primeiro álbum em nome próprio de André Murraças, que sairá em Março do próximo ano. No meio de um universo Jazz com diversas influências, como o Rock ou o Drum and Bass, surge esta balada intimista que, de uma forma natural, viria a merecer algum destaque.
Dança dos Perdidos cria um paralelo entre a música e a vida, onde todos, em algum ponto, nos encontramos “perdidos”. A dança torna-se uma metáfora para a jornada humana, destacando a experiência compartilhada de enfrentar desafios e incertezas. Na vida, a música une-nos na compreensão de que, ao nos perdermos, descobrimos uma conexão profunda uns com os outros, transformando a vulnerabilidade em uma dança coletiva de resiliência e compreensão mútua.
O tema conta com a participação de João Carreiro (guitarra), Francisco Brito (contrabaixo) e Luís Candeias (bateria). A gravação ficou a cargo de Hugo Valverde, mistura e masterização de Luís Candeias.
Apresenta-se também com um videoclipe, realizado por John Wolf e com a produção da Underworld Productions. Participação de Maribel Márquez, Bruno Schiappa e André Murraças.
André Murraças é licenciado em Saxofone Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, passou pelo Conservatório de Caldas da Rainha, Escola de Jazz do Hot Club de Portugal e Conservatorium Van Amsterdam.
É professor de saxofone nas escolas United International School Of Lisbon, Musicentro – Salesianos do Estoril e New Music School.
No seu percurso, tem feito parte de diferentes projetos, participando em concertos nos principais festivais, clubes nacionais e internacionais, com alguns dos músicos mais relevantes do panorama musical.
Colaborações com, Nelson Cascais, Gonçalo Marques, Jeffrey Davis, Pedro Moreira, João Cabrita, Pedro Abrunhosa, Aurea, Orquestra de Jazz do Hot Club de Portugal, Brainstorming, Churky, Cacique 97, Gume, Sérgio Carolino, Benny Golson, André Fernandes, António Loureiro, Ricardo Pinto, Victor Zamora, Isabel Rato, Guillermo Klein, Desidério Lázaro, Zé Eduardo, entre outros.
Mito Urbano – Fora De Horas (2023) (single)
Mito Urbano – Fora De Horas (2023) (single)
“Fora de Horas”, obra registada na SPA e associada ao seguinte código ISRC: PT-7UJ-23-00004.
Mito Urbano – Rockeiro Vendido (2023) (single)
Mito Urbano – Rockeiro Vendido (2023) (single)
Mito urbano (@mitourbanobanda) • Instagram photos and videos
Rafa – A Gente Canta (2023) (single)
Rafa – A Gente Canta (2023) (single)
“a gente canta.”, single de estreia de rafa., escrita pelo próprio e composta em conjunto com o produtor Tom Oakley, responsável pela mistura e masterização do tema. Com uma sonoridade Dance-Pop e toques de ritmo funky, “a gente canta.” apela a que a gente vá, cante, dance e grite dando confiança ao ouvinte: “no meio do ruído, acredita, tu vais ser ouvido”!
“É com esta música que nos vão ouvir” são as palavras cantadas que tencionam sublinhar várias questões que muitas vezes são silenciadas, mas que segundo rafa. “com a música, o cantar e o dançar qualquer mensagem pode ser transmitida de forma divertida, tranquila e ser ouvida”.
“Esta canção foi escrita quando, numa das minhas notas perdidas no telemóvel, encontrei a frase “os meus dias andam cinzentos”. Um sentimento muito díspar do que sentia no momento em que a reli. Comecei a escrever o que diria ao meu “eu” antigo, o que mudou na minha vida, o que conquistei, e a música foi a grande diferença, também deixei de dar ouvidos ao “que é suposto fazer”, às vozes que diziam para eu não inventar muito… tinha uma rotina que já não me saciava, fiz uma pausa na profissão de Médico Veterinário e dei, então, ouvidos ao Rafa de 6 anos que sempre quis partilhar arte em Portugal. Olhei para mim e comecei a ser mais feliz.” revela o cantautor.
Traz Os Monstros – Manifesto II (2023) (single)
Traz Os Monstros – Manifesto II (2023) (single)
Durante a primeira maratona de concertos, continuou a necessidade de evoluir, a necessidade se encontrarem como projeto e o seu objetivo. Com isso continuaram a procurar novas formas de expressão, quer liricamente quer instrumentalmente, voltarem algumas das sonoridades dos primeiros EP’s com uma nova fome de ser mais cru com a letras e com a composição instrumental, e dai surgiu a proposta de fazer o segundo álbum do projeto, novamente com a Pé em Triste. “Diferente, mas necessário…” é o que descrevem deste segundo álbum denominado de “UNTO”, mais visceral na sonoridade, voltam ao sintetizadores dos primeiros EP’s mas desta vez com uma camada de overdrive “eletrificante”, dar um novo papel a desempenhar aos teclados neste álbum, enquanto a guitarra desempenha outras funções em contrapartida, para procurar as texturas mais “excêntricas” e outras formas de expressão. A percussão é criada de raiz, à base de samples gravados pela banda, de vários objetos, metais, vidro entre outros elementos sobre superfícies com diferentes tipos de atrito. “UNTO” é,…será na sua coletividade é uma procura enorme de sobrevivência na nossa atualidade e até de uma certa maneira, profética aos tempos que virão. Liberdade social e pessoal, paradoxos políticos e injustiças, a demolição da “cultura demasiado séria” e os seus falsos pretextos para aproveitamento próprio e económico, em defesa dos incompreendidos pervertidos, estes e outros temas são alvos abstratos da lírica presente do álbum. O single “Manifesto II” é um excelente resumo dessa nova sonoridade que irá predominar no álbum, uso dos instrumentos, como a guitarra elétrica, de forma pouco convencional e tradicional para criar texturas e padrões de ruídos que remontam para influências industriais, “dance noise” e post punk”. A percussão do álbum foi samplada pela banda com objetos do quotidiano à procura de sons revigorantes e diferentes, e tem um caracter eletrónico, mecânico e “repetitivo” como a música eletrónica contudo imprevisível devido as suas camadas e variedade sonora, incentivando o “pézinho de dança” ao ouvinte enquanto a forte lírica acerta no “nervo”, provocante, pesada, abstrata e entregue a obscuridade da realidade da sociedade.
BIOGRAFIA DA BANDA Em 2021, Traz os Monstros surgem como “filhos da quarentena”, na mesma altura do surto que passamos nesse ano, por Fábio Matos e Xavier Sousa, que com os anos de amizade e de noites de jams insensatas e irresponsáveis por Coimbra, enquanto lá estudavam, nascem os Traz os Monstros numa altura em que havia mais necessidade de expressar e talvez a melhor altura para apresentar ao mundo o que queriam e querem fazer,”(…)resultado de uma esquizofrenia coletiva, entre mais condimentos existenciais(…)”,. Lançam ao mundo o seu primeiro trabalho, o EP “Demos para o Papá e a Mamã Vol. I”. Um ano depois sai o segundo EP “Demos para o Papá e a Mamã Vol.II”, desta vez já só com Xavier a continuar o projeto. Mal após o lançamento do segundo EP foram convidados a gravar o seu primeiro álbum com a Pé Em Triste (@pe.em.triste), a ser produzido, masterizado e promovido pelos mesmos. Surge então, em Novembro de 2022, o primeiro álbum “Porcelana Boa da Avó”, do qual participaram Rui Bastos nos teclados e backvocals e Saulo Oliveira no baixo. 2023 foi o ano de estreia dos Traz dos Monstros nos concertos por Portugal, vestidos de velhas a promover o seu primeiro álbum em vários palcos como, Maus Hábitos (Vila Real), Espaço Compasso (Porto), Em Direita (Viseu), Fabrica de Alternativas ( Algés), Cave Avenida (Viana do Castelo), Tokyo (Lisboa), Bota Anjos (Lisboa), etc… Atualmente a banda é formada por três membros: Xavier de Sousa na guitarra, piano e voz, Rui Bastos nos teclados e vozes e Rafael Borges no baixo.
Carlos Cavallini – Sempre Mar (2023) (single)
Carlos Cavallini – Sempre Mar (2023) (single)
SINGLE “SEMPRE MAR”
A morar há 15 anos em Lisboa, o cantor e compositor capixaba Carlos Cavallini apresenta “Sempre Mar”, single de seu primeiro álbum O Tamanho do Tempo, produzido por Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti, que será lançado em janeiro de 2024.
“Sempre Mar” é uma composição que nasceu da necessidade de celebrar a ligação profunda que tenho com o mar. Estou sempre perto do mar porque o levo em mim. A frase presente no livro ´Desato´, de Viviane Mosé, foi uma das inspirações para esta música: ´Queria me mudar para bem perto do mar. Pensei. Mas o mar é aqui. Queria me mudar para bem perto daqui´”, conta Carlos.
DISCO O TAMANHO DO TEMPO
Atento ao que nos faz bem
Em seu disco de estreia “O Tamanho do Tempo”, Carlos Cavallini contempla a imensidão do tempo e do mar com minimalismo do eu, enaltece os horizontes dos infinitos amores e nos oferece amizade por todo o percurso da obra.
Imenso céu e sempre mar.
Infinitos desertos, ondas e caminhos em que estaremos de alguma forma no tempo. A primeira viagem de Carlos Cavallini em disco é muito do mundo, do eu; condensa bastante de experiências dos sons e sentimentos que viveu, afinal o primeiro disco é sempre um apanhado de composições e experiências de épocas diversas que levaram o artista até uni-las em estúdio. Há beleza de muitos momentos e sabores a cada faixa, numa obra que se abre com o mar e sua imensidão. O mar para Carlos começou em Vitória, onde nasceu no Brasil e virou cais em Lisboa, onde resolveu aportar há 15 anos.
Ao longo da obra que nos cria, recria e nos mergulha em mares tranquilos, o tempo é protagonista em um cenário para audição de um disco que nos conecta com tantos abraços. No ar, no espaço, nas pessoas e na natureza. As 12 faixas são 12 elos entre si e entre quem as ouve.
Agradecimento e contemplação à beira de águas intermináveis abrem “O Tamanho do Tempo”. Apresentar-se como chuva, obediente ao vento, e se reconhecer como muito do que parece ao ouvinte, é começar o percurso do disco já a dizer um pouco sobre sua alma. Em “Sempre Mar”, Carlos não esconde o ‘eu’, ao contrário, nos oferece a face mais interior do seu sentimento e criatividade. A doçura de apreço nas palavras namora com os sons enquanto sintetizadores e as guitarras de João Erbetta nos transportam de Lisboa às paisagens sonoras e tranquilas do Ceará.
Referências com sopros suaves nos lindos arranjos de trompete e flugelhorn do talentoso Aquiles Moraes enlaçam “Natureza” (segunda faixa do disco). A sequência sonora doce entre influências do Cidadão Instigado às baladas Soul de Cassiano traz reconexões poéticas entre parte de um todo humano à sua mistura com a natureza. ‘Ser capaz de estocar amor pra depois distribuir’ é promessa da segunda faixa que se cumpre na audição e nas canções subsequentes.
A produção musical e os arranjos de Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti são delicados, criativos e multiplicam os significados das canções para seguir o seu enlace. Essa linguagem não-verbal sensível da dupla é fundamental para a compreensão da narrativa de ‘O Tamanho do Tempo’.
Se em muitos momentos a obra se enlaçará com o contemplar da natureza, em outros se mostrará cosmopolita com a doçura poética de estar atento, mesmo nas grandes cidades e suas dinâmicas mais complexas, aos detalhes mais delicados sobre as relações e sentimentos humanos. Isso se reflete em violões das referências interioranas do Brasil até as baterias e arranjos a la Strokes e Weezer.
José Rego – Cidade dos Lobos (2023) (single)
José Rego – Cidade dos Lobos (2023) (single)
Da introspeção negra à descoberta fora de si, e no contraste entre a cidade e a natureza, é assim que José Rego, compositor e guitarrista Alentejano baseado em Lisboa, se estreia a solo com a “Cidade dos Lobos”. Na sua génese um EP que tem como base a sua guitarra acústica, apresenta-se como muito mais que isso. Um diálogo entre o instrumento de nylon que produz som por si e a máquina que manipula a forma do som, na busca da harmonia entre o sintético e o natural, a máquina e a natureza, o limite do instrumento que cria som e infinidade de cores que a máquina consegue criar.
Neste caos disciplinado inspirado entre o Alentejo e a cidade bem como pela troca de vivências no mundo da música Portuguesa, Rego apresenta 6 faixas que fustigam o ouvinte a perpetrar memórias ou a sonhar acordado, no ritmo do pensamento e usando da nostalgia produzida pelo dedilhar acústico de uma guitarra que ora soa amiga ora desafiante e a entrar por lugares escuros.Na essência está a certeza da humanização e a fronteira entre o que a música faz sentir e o real.
“São composições feitas pelas pessoas com quem me cruzei e cruzo no dia a dia, entre as viagens de autocarro e as luzes dos candeeiros durante as noites longas Lisboetas e Alentejanas. Vai desde o estridente som do elétrico no Largo do Camões ao agressivo, tremendo e natural das quedas de água do Pulo do Lobo. Do cante alentejano às manifestações aos sábados. Da urgência de querer explodir enquanto olho para as pontes romanas que me aparam a inquietação”
Produzido por João Galvão (sonoplasta que também acompanha José Rego em palco) e José Assunção (que dedicou horas extra a gravar as guitarras), este é um projeto que se vê interdesciplinar e explorador do encontro das artes. Com um primeiro passo nesse sentido com a apresentação na Galeria Zé dos Bois no passado dia 4 de Fevereiro, onde se testemunhou de um cruzamento largo com a sonoplastia de João Galvão, Rego procura partilhar palcos com todo e qualquer artista que se identifique como um humano que procura acrescentar algo ao projeto, artistas plasticos, poetas, bailarinos, sonoplastas, técnicos de luz. “É um instrumento de trabalho, de expressão, de vivência. Uma experiência extrasensorial, onde a música se transforma a cada interpretação, nunca sendo igual mas um instrumento de fomento para outras artes”.
Sobre José Rego: Um astronauta alentejano que deambula no cosmos das sensações. Na procura eterna de quem é e quer ser, muitas vezes perdendo o caminho mas sempre a arranjar novos meios para que qualquer descoberta tenha um propósito contributivo para o si e para todos os que o rodeiam. Formado no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, José Rego é um vivente do contraste entre o Alentejo e Lisboa onde no meio nocturno alternativo tem também actuado como técnico de som em múltiplas casas e membro integrante de projetos em que contracena com muitos outros músicos.
André Seravat & Blacci – Conflito (2023) (single) ID
André Seravat & Blacci – Conflito (2023) (single)
André Seravat edita hoje o aguardado EP de estreia “Pontos Finais”. O lançamento composto por 6 canções é uma reflexão sobre a vida do artista, uma fase terapêutica de autodescoberta, em que encontrou resiliência e equilíbrio emocional, entre as lutas, triunfos e perdas que foi enfrentando. “O EP “Pontos Finais” não é apenas sobre o encerramento de capítulos, mas também sobre a libertação e a cura que vêm com a aceitação. Exploro uma variedade de temas desde relações e inseguranças até ao peso do passado e a necessidade de seguir em frente”, revela o cantor. “Através de sonoridades distintas, desde baladas pop, canções R&B e até produções dance-pop, cada música tem uma narrativa profundamente pessoal, servindo como um testemunho da minha jornada interior, do meu crescimento enquanto pessoa e da afirmação da minha própria identidade”, diz ainda. Entre os colaboradores de André Seravat em “Pontos Finais” estão Gonzalo Tau, Riic Wolf e Tyoz e os produtores Hits Mike e Diogo Costa. O EP chega com o novo single ‘Conflito’, dueto com a luso-brasileira Blacci.
“A faixa ‘Conflito’ fala sobre uma relação que acabou e cada um de nós conta o seu lado da história, destacando os desafios, ciúmes e discussões que muitas vezes persistem, mesmo após o final de um relacionamento. A forma como a Blacci canta e escreve inspira-me muito”, afirma o cantor. “Participar nesta música com o André Seravat foi muito especial, não só pela sua energia mas também pelo tema incrível. Escrever este verso foi como um desabafo e acho que a nossa música vem para somar ao panorama pop nacional”, diz Blacci. O tema ‘Conflito’ é disponibilizado com um visual realizado por António Medeiros, que acompanhou a narrativa imagética das novas canções de “Pontos Finais”. Além do novo tema, o primeiro EP de André Seravat inclui os singles ‘Sala de Espera’, editado no final de outubro, a canção dance pop ‘Fora da Lei’, que já ultrapassou os 100 mil streams, e ‘Alguém’, que contabiliza mais de 200 mil streams nas várias plataformas digitais, entrou nas 50 Canções Virais no Spotify Portugal e ganhou airplay diário na RFM e noutras rádios nacionais. O EP de estreia de André Seravat será apresentado ao vivo, com banda, a 11 de novembro, pelas 18h30, na FNAC Santa Catarina, no Porto.
Natural de Vila Nova de Gaia, o cantor, compositor e ator André Seravat participou na mais recente temporada do The Voice Portugal com o grupo Good Habits, integrando a equipa de Diogo Piçarra.
Depois do programa de televisão, editou o single a solo ‘Alguém’. Composta em parceria com Tyoz – cantor e compositor português que já trabalhou com nomes como Bárbara Bandeira, Blaya, SYRO, Anitta e Madonna, a canção apresenta uma mistura de sonoridades Pop e R&B, com um refrão viciante e um videoclipe realizado por Diogo Costa, o produtor da faixa. Seguiu-se o tema ‘Fora Da Lei’, uma viragem para a sonoridade dance pop, acompanhado por um videoclipe com a participação da influencer digital portuguesa Mariana Bossy, e os mais recentes ‘Sala de Espera’ e ‘Conflito’, este último um dueto com Blacci.
Com influências variadas no mundo da música, como Lil Nas X, Miley Cyrus e Freddie Mercury, o artista André Seravat é, também, um sucesso no online, com mais de 50 mil seguidores nas redes sociais e mais de 4 milhões de visualizações no TikTok.
Mendel – Moonliht Talks VF (2023) (single)
Mendel – Moonliht Talks VF (2023) (single)
Sebastião Pinto dos Santos aka Mendel, é um jovem músico em ascensão e em busca de afirmação no panorama nacional.
Mendel, cresceu envolto num ambiente musical, tendo começado com 5 anos a aprender piano, instrumento que está na génese de todas as suas composições!
Jazz, R&B e Pop são alguns dos seus estilos favoritos, o que reflete o seu gosto diversificado que ultrapassa as barreiras entre os diferentes estilos.
O jovem artista procura focar-se na criação de uma identidade musical que toque em pessoas de todas as idades, tentando em cada canção partilhar um bocadinho da sua visão sobre o mundo.
Nesta sequência, nasceu “Moonlight Talks ”, o quarto single do artista que com uma sonoridade suave e introspectiva termina um ciclo de “love songs” lançados no último ano e meio!
Nome do projeto artístico : Moonlight Talks Nome da pessoa : Sebastião Pinto dos Santos (Mendel) Redes Sociais : Instagram – @sebastiaoo_25/ TikTok – @mendelpds