MALVA LANÇA SINGLE ‘COMO SE INÍCIO’ E ANUNCIA ÁLBUM DE ESTREIA
A cantora Malva lança esta quarta-feira, 11 de outubro, o novo single ‘como se início’, que antecede a edição do álbum de estreia, “vens ou ficas”, no final deste mês. A canção tem letra da sua autoria, produção partilhada com Joana Rodrigues – com quem forma as redoma – e mistura e masterização por Zé Poças. ”‘como se início’ foi escrita no verão de 2022, depois de um período após uma separação, que inspirou todo o álbum. A presença constante de uma ideia de recomeço foi um dos motores de criação, numa ideia de voltar a encontrar individualidade, de dizer o meu nome sem a carga que havia sido construída, precisamente como havia sido no início dessa relação. Senti muita saudade da simplicidade, da sede de saber tudo. Queria outra oportunidade, ou a mesma, talvez”, explica Malva. ”Para produzir comigo este tema convidei a Joana Rodrigues, a minha parceira de redoma, que estando tão presente na minha vida profissional e pessoal, fez-me todo sentido que fizesse parte do projeto. Esta faixa tem as suas texturas características, o toque espacial e especial que o tema precisava”, acrescenta.
Já disponível em todas as plataformas digitais, ‘como se início’ surge, também, com um videoclipe realizado por Pedro Ivan. O fotógrafo e videógrafo apresenta um visual cru, a preto e branco, dando ênfase a uma simplicidade e a um carácter emocional, tal e qual como a música pretende transmitir. “Para o videoclipe contei com o olhar sensível e atento do Pedro Ivan. Todo o processo foi muito orgânico. Queríamos algo simples e bonito, sem muita edição, mas com vários quadros. A predominância da natureza pareceu-nos logo o caminho mais congruente, uma vez que a música nos remete, constantemente, para a ideia de início e, para mim, “início” transporta-me para um lugar de essência, de origem, berço. É também um lugar de transformação, de recomeços, pois o que volta à terra irá, um dia, ser outra coisa”, afirma a artista. ‘como se início’ sucede a ‘extremidades’, canção que marcou a estreia de Malva em março deste ano. Ambos os singles antecedem o álbum de estreia, “vens ou ficas”, que será editado no dia 27 de outubro.
Carolina Viana deu-se a conhecer em redoma, dupla portuense de sonoridade rap e ritmo desconstruído e poético, que formou com a produtora Joana Rodrigues. Seguiu-se o lançamento do EP “parte”, reconhecido pelo público e pela crítica e integrando várias listas dos melhores álbuns do ano.
Em 2023, dá um passo a solo para fora da redoma, em busca de uma linguagem individual. Assume a personalidade artística de Malva e edita o primeiro single ‘extremidades’, que escreveu e produziu. A estreia em nome próprio retrata os limites do corpo e da alma e os excessos conscientes e inconscientes dessas limitações, com uma sonoridade crua e visceral como a malva, nome dado às flores que aceleram a cicatrização das feridas.
Após ‘extremidades’ colabora com INÊS APENAS na faixa ‘Tensa’, escrita por ambas e produzida por Joana Rodrigues, com entrada direta na EQUAL Global, playlist editorial do Spotify, contabilizando mais de 40 mil streams nas plataformas digitais.
Malva lança, agora, o segundo single em nome próprio, ‘como se início’, que fará parte do primeiro álbum, “vens ou ficas”, a editar no final deste mês.
Pedro Vicente – Menina De Lisboa (2023) (single)
Pedro Vicente – Menina De Lisboa (2023) (single) ID
Pedro Vicente
«Menina de Lisboa» o vibrante single que antecede o tão aguardado segundo álbum de Pedro Vicente disponível a 22 de Setembro | formato digital
«Menina de Lisboa» é uma ode à coragem e ao inconformismo. É a banda sonora de quem corre atrás dos sonhos, saboreando a alegria e a inocência de cada passo. É simplicidade, é felicidade partilhada. A talentosa amiga e cantautora Mariana Moreira foi a voz convidada para dar ainda mais cor e frescura à canção e também ao videoclipe que acompanha a história de uma jovem que se emancipa, foge da rotina e sobe a palco para cantar, numa peça cinematográfica que transborda energia e criatividade.
Um álbum de estúdio com a energia e a autenticidade de um espectáculo ao vivo. É assim que Pedro Vicente descreve o seu novo trabalho de originais, uma experiência imersiva que promete transportar o ouvinte para a primeira fila de um concerto. «2º Andar» é o título do álbum gravado a pensar nos palcos e na digressão que se seguirá ao seu lançamento. É o reflexo do melhor que os últimos anos de carreira trouxeram ao autor, especialmente pelo elenco alargado de músicos convidados que desfilam ao longo das 14 canções originais e inéditas em português. Edição digital e física com chegada prevista para o Natal de 2023.
MONiMO – The Swing Of Sonder (2023) (single)
MONiMO – The Swing Of Sonder (2023) (single)
Entro em contacto para comunicar o lançamento do single e respectivo videoclipe do projeto MONiMO, intitulado: “the swing of sonder”; agendado para esta segunda-feira, dia 2 de outubro.
A faixa, que conta com a participação de Iúri Oliveira na percussão, surge em antevisão ao disco de estreia do projeto, gravado nos estúdios Nimbo em Setúbal, pelo Diogo Arranja e pelo Sérgio Miendes (de A Garota Não).
Entre composições melancólicas e dramáticas, baterias ora potentes, ora subtis, o disco de estreia do MONiMO invoca a introdução do artista ao mundo dos sintetizadores, juntamente com guitarras acústicas, elétricas e vários tipos de piano, destacando músicas que seguem estruturas de storytelling e, ao mesmo tempo, nem sempre previsíveis. “the swing of sonder” é o tema escolhido pelo Diogo Marrafa (mentor do projeto) para a antevisão do disco e para a primeira apresentação visual e sonora do projeto.
No Verão de 2022, Diogo Marrafa juntou quatro amigos músicos com o objectivo de trazer o MONiMO aos palcos, com a seguinte formação: Diogo Marrafa – guitarra, piano, voz João David – sintetizadores Vasco Rydin – bateria Bernardo Pereira – baixo e voz João Martins – guitarra voz Depois de bastante trabalho em ensaios, o projeto está finalmente pronto para a estrada. A banda é oriunda de Setúbal e Lisboa, mas esperam viajar pelo país inteiro muito em breve, prometendo um espetáculo forte e impactante, as músicas que tocam destacam-se pelas suas atmosferas distintas e tencionam provocar no espectador a incerteza de se quer dançar, sonhar acordado ou ambos.
Little Gas & Foggy – Hanging On A Star (2023) (álbum)
Little Gas & Foggy – Hanging On A Star (2023) (álbum)
“Between the Clouds” is a Nick Drake tribute album. All songs are written by Nicholas Rodney Drake, except for “Been Smoking Too Long” written by Robin Frederick.
Recorded at home by Little Gas and Foggy in Canterbury and Lisbon smart-working on the distance using computers, between 2020 and 2023.
Additional ‘cello sections recorded at home by Aldo Ammirata in Palermo. Background sound recorded by LG in Canterbury on the hillside.
LG plays acoustic parlor guitar, classical guitar, synth, rhythms and vocals. Foggy plays electric guitar, bass, synth, rhythms, back vocals.
LITTLE GAS: https://soundcloud.com/littlegas https://littlegas.bandcamp.com
Francisco Fontes – Foge (2023) (single)
Francisco Fontes – Foge (2023) (single)
FRANCISCO FONTES LANÇA NOVO SINGLE “FOGE” CANÇÃO SAI PELA LAY DOWN RECORDINGS E ANTECIPA O ÁLBUM “COSMOPOLITA”, A SAIR A 27 DE OUTUBRO DE 2023
Francisco Fontes, cantautor e novo talento da música portuguesa, lança uma nova canção que antecipa o lançamento do seu disco de estreia. “Foge” já está disponível em todas as plataformas. Francisco Fontes é a nova grande aposta da editora Lay Down Recordings, um artista com uma sonoridade contemplativa e íntima, de quem consegue parar e observar no meio do caos da cidade. Sobre “Foge”, Francisco Fontes refere que é uma canção “sobre fugir a um medo fictício, que se mostra por vezes ser tão real ao ponto de acreditarmos que nos persegue. Tendo sido escrita durante uma perseguição, pode dizer-se que a sua estética é talvez uma forma de desafiar essa falsa crença.” ”Foge” é o tema que se segue ao lançamento da remistura de “Vagabundos”, single de apresentação do artista. Estes dois lançamentos antecipam o seu disco de estreia “Cosmopolita”, a ser editado a 27 de outubro de 2023.
Conheça Francisco Fontes:
É como baterista autodidata que Francisco Fontes inicia o seu percurso, até assumir a sua carreira a solo no início de 2021 com o lançamento do EP ‘Gravidade’. A necessidade de mostrar que as suas canções podem transcender a voz e a guitarra, preservando ao mesmo tempo o seu carácter, dá então origem ao lançamento dos singles ‘Vagabundos’ no final de 2021 e ‘Cosmopolita’ em 2022, o ano em que integra a coletânea dos Novos Talentos Fnac. Nesse mesmo ano começa a gravar o seu novo disco intitulado ‘Cosmopolita’, um acervo de canções que retratam sentimentos e histórias que acontecem no espaço urbano, através do seu ponto de vista. O álbum de estreia está previsto para Outubro de 2023 pela Lay Down Recordings.
Foge ✽ Composição — Francisco Fontes ✽ Produção e mistura — Artur Gomes da Costa ✽ Masterização — Philip Shaw Bova ✽ Voz, guitarra Acústica, bateria e percussão — Francisco Fontes ✽ Baixo e piano — Miguel Marôco
Vídeo ✽ Realização & DOP – Guilherme Proença ✽ Câmara – Guilherme Proença e Manuel Casanova ✽ Edição e cor – Tezeu ✽ Produção – Lay Down Recordings ✽ Captação de som e mistura – Artur Gomes da Costa ✽ Masterização de som – Philip Shaw Bova ✽ Voz e guitarra – Francisco Fontes ✽ Piano – Miguel Marôco
Rafael Xavier – Orion, Guide Me (2023) (single)
Rafael Xavier – Orion, Guide Me (2023) (single)
“Fecha os olhos e estás no Céu. Abre os olhos e estás no Inferno.”
É neste limbo que surge “Orion, Guide Me”, uma crítica social mordaz que contempla os sete pecados capitais numa alegoria entre o Bem e o Mal: uma passagem do cândido, da luz e do belo para uma decadência citadina intemporal.
A letra, que se faz ouvir numa fusão entre a melancolia do fado na voz e guitarra do autor Rafael Xavier e a influência folk e moderna invocada pelo violinista e compositor Eduardo Sousa, explora a nostalgia e a perda da inocência, o buliço da rotina e a busca pela purificação espiritual.
O ambiente denso, sombrio e misterioso realizado por Rafael Xavier e captado pela lente de artistatuga é uma sátira intrigante a que não é alheia uma crítica ao suborno, ao vício, à hipocrisia clerical, à política corrupta e à indiferença social, e culmina num ato sublime de redenção e libertação.
Argumento e Realização: Rafael Xavier Vídeo e Direção de Fotografia: artistatuga
Produção: Rafael Xavier, Eduardo Sousa Música: Rafael Xavier, Eduardo Sousa Letra: Rafael Xavier
Catarina Carvalho Gomes – No Cimo Da Figueira (2023) (álbum) ID
Catarina Carvalho Gomes – No Cimo Da Figueira (2023) (álbum) ID
“NOVAS CANÇÕES DA TERRA” É O DISCO DE ESTREIA DE CATARINA CARVALHO GOMES
“Novas Canções da Terra” é o projeto de estreia da Bracarense Catarina Carvalho Gomes enquanto cantautora. É um disco com uma sonoridade independente, com influências do folk, jazz, pop e fado, priorizando a escrita em português e a voz enquanto instrumento. Na elaboração do disco, colaborou com João Grilo (piano, arranjos), Pedro João (guitarra), Afonso Passos (percussão), Gonçalo Cravinho Lopes (contrabaixo), Teresa Campos (voz) e Hélder Costa (produção musical). A artista multidisciplinar interessa-se pelo trabalho de exploração vocal, aplicado ao teatro, música, pedagogia e linguística. Escreve sobre luto, fascínio, conflito geracional, património e solidão, usando algumas árvores de fruto como pretexto e âncora metafórica, estabelecendo relações entre os ciclos naturais da flora e os ciclos fisiológicos e emocionais do ser humano.
BIOGRAFIA: Catarina Carvalho Gomes nasceu em Braga, 1997. É artista multidisciplinar e interessa-se pelo trabalho de exploração vocal nas áreas da música, teatro, pedagogia e linguística. Formou-se como atriz, na Academia Contemporânea do Espetáculo, e licenciou-se em Ciências da Linguagem, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É professora de Voz Falada na ACE Famalicão, aliando conhecimentos da Fonética e da Fonologia ao trabalho técnico e criativo do intérprete. Colaborou com os serviços educativos da Orquestra de Jazz de Matosinhos, da Casa da Música e da Braga Media Arts. Foi locutora da Rádio Estação, do Museu da Cidade, e diseuse nas Quintas de Leitura do Teatro Municipal do Porto. Trabalhou com diversos encenadores e companhias tais como Gonçalo Amorim [TEP], Marta Bernardes, Joana Providência, Maria do Céu Ribeiro [Teatro do Bolhão], João Cardoso [ASSéDIO], Nuno Carinhas, Nuno M Cardoso [TNSJ], Circolando, Visões Úteis, Teatro da Didascália e Plataforma do Pandemónio. Dirigiu o musical “Intervalo”, no Theatro Circo, uma produção do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, e encenou o espetáculo “Não Sou Como a Figueira”, da PELE. Em 2021, criou o espetáculo monologal “Diacrítico”, com Pedro Galiza, uma coprodução ASSéDIO e Grua Crua, do qual foi intérprete. Integrou o Ensemble Caleidoscópio, dirigido por Bruno Pernadas, e fez parte do projeto “Frestão” de João Grilo. Gravou voz para o disco “Talkin(g) (A)bout My Generation” de Pedro Lima. Em 2023, lança o disco “Novas Canções da Terra” enquanto cantautora, produzido pela Feto-Espada, estrutura da qual é diretora artística.
Albatroz – Ricardo Vignini & O Gajo (2023) (single) ID
Albatroz – Ricardo Vignini & O Gajo (2023) (single) ID
TERRA LIVRE
ALBATROZ – Primeiro Single
Albatroz é o nome da maior ave marinha que consegue viajar grandes distâncias atravessando continentes e oceanos. É essa travessia que liga a Viola Campaniça do GAJO e a Viola Caipira de Ricardo Vignini. “Albatroz” é também o nome do primeiro single do álbum “Terra Livre” desta dupla Luso Brasileira. A parceria começou em 2022 através do convite d’O Gajo a Vignini para uma participação na faixa “Jangada” do seu álbum “Não Lugar”, a parceria deu certo e os músicos decidiram gravar um álbum inteiro juntos, com a previsão de lançamento para novembro de 2023. Os concertos de lançamento de “Terra Livre” irão acontecer em Dezembro no Brasil na cidade de São Paulo e em Fevereiro em Portugal na cidade de Lisboa.
Fatspoon – Na Feira (feat. Edu Mundo, Bruna Moreira) (2023) (single)
Fatspoon – Na Feira (feat. Edu Mundo, Bruna Moreira) (2023) (single)
Fatspoon teve a típica génese de uma banda de amigos que partilhava o gosto por música instrumental (2018). No espaço de um ano, este trio duplicou-se e começou assim a aproximar-se da sua identidade atual, porém, esta formação acabou por fragmentar-se, o que transformou o processo criativo da banda. Este passou a ser mais conceptual, baseado nas maquetes compostas por Miguel Pinto (baixo). Posteriormente polidas na sala de ensaio por Gonçalo Palmas (teclado) e Zandré Dinis (bateria), foi complementado por Pedro Nadais (guitarra) e Tiago Pinto (guitarra) (2020).
Por influência de André Indiana (2021), que viria a ser o produtor do álbum, esta visão alargou passando a contemplar canções e letras. Desta necessidade nasce a sinergia com Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel), e da mesma forma se acolheu o contributo vocal da Helena Neto (Expensive Soul).
Esta base acabou por definir o processo de produção deste segundo álbum, que se dividiu em temas que individualmente pediam contribuições especificas. Foram beber à irreverência de David Bruno, ao tropicalismo de Tiago Nacarato, aos conceitos de Edu Mundo e à entrega de Jake Miagra. Da mesma maneira incorporamos a energia de Helena Neto, o timbre de Bruna Moreira e a perícia de Zé Nuno.
O álbum desenvolvido ao longo dos últimos dois anos é composto por oito faixas, sendo duas destas instrumentais. Para além das participações já mencionadas, conta ainda com um solo de Hammond de João Salcedo, um quarteto de cordas e uma secção de sopros composta por Samuel Silva, João Seco e João Sousa (Marta Ren).
No ano de 2020, a banda editou somente em formato fisico, um disco de música instrumental, “Mushgrooves”.
Neste momento, Agosto de 2023, conhecem-se quatro singles de Fatspoon. O primeiro, “James Jamon” foi lançado em 2020.
Já englobados no lançamento do novo disco “Pensei ser Sensei”, foram lançados “Erótico & Sensual” em colaboração com David Bruno, “Domingo não estou” com participação de Helena Neto nas vozes, e “Na Feira” com participação de Edu Mundo e Bruna Moreira.
Fatspoon trazem-nos assim o seu segundo longa duração, “Pensei ser Sensei” que sairá nos próximos meses.
Fatspoon – Domingo Não Estou (feat. Helena Neto) (2023) (single)
Fatspoon – Domingo Não Estou (feat. Helena Neto) (2023) (single)
Fatspoon teve a típica génese de uma banda de amigos que partilhava o gosto por música instrumental (2018). No espaço de um ano, este trio duplicou-se e começou assim a aproximar-se da sua identidade atual, porém, esta formação acabou por fragmentar-se, o que transformou o processo criativo da banda. Este passou a ser mais conceptual, baseado nas maquetes compostas por Miguel Pinto (baixo). Posteriormente polidas na sala de ensaio por Gonçalo Palmas (teclado) e Zandré Dinis (bateria), foi complementado por Pedro Nadais (guitarra) e Tiago Pinto (guitarra) (2020).
Por influência de André Indiana (2021), que viria a ser o produtor do álbum, esta visão alargou passando a contemplar canções e letras. Desta necessidade nasce a sinergia com Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel), e da mesma forma se acolheu o contributo vocal da Helena Neto (Expensive Soul).
Esta base acabou por definir o processo de produção deste segundo álbum, que se dividiu em temas que individualmente pediam contribuições especificas. Foram beber à irreverência de David Bruno, ao tropicalismo de Tiago Nacarato, aos conceitos de Edu Mundo e à entrega de Jake Miagra. Da mesma maneira incorporamos a energia de Helena Neto, o timbre de Bruna Moreira e a perícia de Zé Nuno.
O álbum desenvolvido ao longo dos últimos dois anos é composto por oito faixas, sendo duas destas instrumentais. Para além das participações já mencionadas, conta ainda com um solo de Hammond de João Salcedo, um quarteto de cordas e uma secção de sopros composta por Samuel Silva, João Seco e João Sousa (Marta Ren).
No ano de 2020, a banda editou somente em formato fisico, um disco de música instrumental, “Mushgrooves”.
Neste momento, Agosto de 2023, conhecem-se quatro singles de Fatspoon. O primeiro, “James Jamon” foi lançado em 2020.
Já englobados no lançamento do novo disco “Pensei ser Sensei”, foram lançados “Erótico & Sensual” em colaboração com David Bruno, “Domingo não estou” com participação de Helena Neto nas vozes, e “Na Feira” com participação de Edu Mundo e Bruna Moreira.
Fatspoon trazem-nos assim o seu segundo longa duração, “Pensei ser Sensei” que sairá nos próximos meses.
Mariana Guimarães – Espera (2023) (single) ID
Mariana Guimarães – Espera (2023) (single) ID
Mariana Guimarães apresenta álbum de estreia “Alguém me leve” é revelado dia 6 de Outubro
género: fado, pop, cantautor, música do mundo
“Vou apresentar o meu álbum de estreia, ‘Alguém me leve’. Este disco foi chegando depois de um longo percurso a trabalhar em intervenção social e desenvolvimento pessoal que me levou a entregar-me por inteiro à arte como casa e como asas para explorar um mundo mais feliz. ‘Alguém me leve’ é uma viagem às entranhas da alma e do ser humano. Um abrir de uma gaveta que afinal é porta, seguir em frente e deixar que os sonhos nos levem pela mão. Sem limites de idade, as canções, com influências pop, música portuguesa e do mundo, dão sentido ao que parece não ter, agradecem, celebram, e despertam para a substância da vida.” – Mariana Guimarães
A anteceder a edição do álbum, no dia 29 de Setembro Mariana Guimarães dá a conhecer o single “Espera”. “Alguém me leve”
Ficha técnica Mariana Guimarães (letras, músicas, e voz); João Só e Suave (Contemplei, Espera, Fado Liberdade, Magia da Vida, Eu estou aqui, Alguém me leve: gravação, produção, instrumentos, mistura); Manel Ferreira (Do Mar para a Terra: composição, guitarras, coros, gravação e produção); Iúri Oliveira (Do Mar para a Terra: composição, percussão, coros, gravação, e produção); Paulo Lourenço (Do Mar para a Terra: mistura e masterização); John Jesus (Bora e Casa: gravação, produção, mistura e masterização no Rebirth Studio; Bora: guitarra, baixo, percussão; Casa: bateria, baixo, guitarra, teclas); Nuno Gabriel (Bora: piano), Kerry Edwards (Bora: bateria), Pedro de Faro (Casa: guitarra portuguesa), João Nero (Casa: congas); Loud Mastering (masterização do álbum)
Edição: 6 de Outubro 2023 Mariana Guimarães vai apresentar o disco ao vivo 28 Setembro, Biblioteca Operária Oeirense – “Para além do óbvio: pré-lançamento conversado do disco Alguém me leve” 14 Outubro, 17h00 | FNAC Almada 15 Outubro, 17h00 | FNAC Oeiras 21 Outubro, 17h00 | FNAC Vasco da Gama 22 Outubro, 17h00 | FNAC Alfragide 29 Outubro, 17h00 | FNAC Évora 26 Novembro, 18h00 | Teatro Ibérico em Lisboa
Kumpania Algazarra – Olhó Burro (2023) (single)
Kumpania Algazarra – Olhó Burro (2023) (single)
O novo single dos Kumpania Algazarra chama-se “Olhó Burro” e é inspirado na história de um mundo em que os valores se vão perdendo. Neste tema, o animal surge como sátira às relações entre as pessoas, que umas vezes enganam e outras são enganadas. A certa altura, o “burro” passa a usar fato e gravata, tem uma maior preocupação com a imagem, mas não deixa de representar uma perda de confiança crescente que nos rodeia a todos.
Este tema conta com a participação especial de Rui Carvalho, amigo de longa data do colectivo, que é também cantor, acordeonista, teclista e compositor. A banda decidiu desafiá-lo a participar neste tema, com raízes mais populares, mas onde facilmente encontramos a energia contagiante dos Kumpania Algazarra.
A música do coletivo Algazarra sempre viajou pelos quatro cantos do mundo e nunca teve receio de se misturar com géneros e sonoridades diferentes. O novo single representa mais uma dessas viagens, desta vez mais perto de casa, com Rui Carvalho como convidado.
DISCO HISTÓRIAS E RAÍZES
Os Kumpania Algazarra estão de volta com um novo disco, que dá o mote para as celebrações dos seus 20 anos de carreira, que se assinalam em 2024. Histórias e Raízes é o décimo disco do coletivo Kumpania Algazarra e é um álbum que conta diversas histórias, algumas comuns a todos nós, outras vividas pela banda ao longo da sua já preenchida carreira.
Este novo disco está também ligado às “nossas” raízes, no sentido multicultural do termo. Os temas mostram que não há barreiras para os Kumpania Algazarra, que viajam entre o tradicional e o hip hop, o fado e a música popular, o balkan e o rock, sem nunca abdicar do cunho particular que os caracteriza.
Histórias e Raízes conta com a participação de vários convidados, que representam uma diversidade sonora, como o rapper do Zimbabué, Synik, JP Simões, Célia Ramos, Estraca e Jaqueline Carvalho nas vozes, Tiago Morna na guitarra portuguesa, Rui Carvalho nas vozes e acordeão, Carlos Godinho na guitarra, Marcelo Almeida na gaita de foles, Nuno Salvado no acordeão, o sérvio Dejvid Bajramovic e o macedônio Isidor Zecirovic nos trompetes. Esta mescla de participações resulta num disco multicultural que assinala a maturidade de uma banda com 20 anos de história.
Os concertos de apresentação do novo álbum arrancam na Finlândia, onde nos dias 20 e 21 de Outubro a banda marca presença no Oktoberfest, que se realiza em duas cidades diferentes. Em Portugal, a estreia do álbum ao vivo acontece em Lisboa, a partir das 22h do dia 26 de outubro, no B.Leza e os bilhetes podem ser comprados aqui.
Os Kumpania Algazarra são uma das bandas portuguesas mais festivas, seja em palco ou nas ruas. Já viajaram várias vezes pelo mundo e o seu trabalho é representativo dessas vivências. A sua formação eclética reflete-se na sonoridade que lhes é tão própria. Acima de tudo, o coletivo Algazarra é conhecido pela energia inesgotável e contagiante em que se envolvem nos seus concertos, partilhando sempre as suas mensagens em modo de celebração.
A tour que agora começa com o lançamento de Histórias e Raízes assinala os 20 anos de carreira dos Kumpania Algazarra, que prometem continuar a criar histórias em inevitáveis regressos e novos encontros!