Instrumentalities and Audible Volitions de Luís Bittencourt
Percussion is an art in which sonic plurality is celebrated, and the notion of a musical instrument is constantly challenged and reconfigured. Instrumentality —the potential of something to be used as a musical instrument— is a concept that permeates the original works on this album, revealing my fascination with the sound universe of materials, objects, places, and situations.
Directionlessness pays homage to the creative minds of Peter Ablinger and Morton Feldman, exploring dripping sonorities over glass objects in dialogue with the vibraphone. Memórias Líquidas features the waterphone in the rhythm of the South American dance known as “Chacarera” and the “bombo legüero”. Dark and Distant, originally composed for solo marimba, is a song without words that is presented in a new arrangement on this record. Similarly, Maurice Ravel’s mysterious piano piece Le Gibet is presented here in a multi-instrumental soloist arrangement. Finally, Juvenal is a tribute to the incomparable Naná Vasconcelos and was created from improvisations with water, gourds, and berimbau. Acknowledgments: Tatiana Vargas and Benjamin Vargas Bittencourt, Ana Bittencourt, Rodolfo Cardoso, Bárbara Santos, David Matos, Diogo Carvalhosa, Filipe Lopes, Emanuel Pereira, Carlos Lopes, Enrico Bertelli and everyone who contributed to this work.
créditos lançado em 25 de abril de 2023
Produced by Luís Bittencourt and Rodolfo Cardoso. Recorded at Arda Recorders in March 2023, Porto, Portugal. Recording Engineer: Rodolfo Cardoso Assistant Recording Engineer: Bárbara Santos Edited and Mixed by Rodolfo Cardoso and Luís Bittencourt Mastering: Rodolfo Cardoso and Miguel Pinheiro Marques Graphic Design: David Matos Original Photography: Paulo Cunha Martins Executive Producer: Tatiana Vargas Artistic Director: Luís Bittencourt Funded by Garantir Cultura, República Portuguesa. licença todos os direitos reservados
João Couto – Caixas (2023) (single) ID
João Couto – Caixas (2023) (single) ID
JOÃO COUTO APRESENTA O NOVO SINGLE “CAIXAS” E COMEÇA A DIGRESSÃO “CANÇÕES SOBRE O MEU CARRO E O MEU QUARTO”
João Couto apresenta o novo single “Caixas”, numa altura em que começa a digressão do espectáculo Canções Sobre o Meu Carro e o Meu Quarto, que tem o ponto de partida em Chaves, dia 16 de Setembro, no espaço Sala Amarela.
O novo tema, “Caixas”, é uma canção pop que fala sobre o complicado processo de deixar o passado para atrás após o fim de uma relação. Produzida por S. Pedro e com autoria de João Couto, esta canção marca um novo capítulo na carreira do músico. Segundo o músico “Foi inspirada num Verão em que testemunhei vários fins de relação no meu grupo de amigos e num dia em particular, numa mudança de casa de uma amiga, em que uma coisa que ela me disse chamou-me a atenção. Quando eu ia começar a pegar numa caixa com plantas ela disse-me “cuidado, essa é a MINHA orquídea”. A forma como ela frisou isso, como as coisas dela tinham essa importância por muito pequenas que fossem, como a personalidade e as memórias dela estavam agarradas a tudo o que estávamos a tirar daquele T0 mexeu comigo. Esta coisa de dar uma dimensão humana e pessoal aos objetos foi algo que me inspirou, e esta canção reflete sobre tudo o que levamos connosco quando algo que nos define tanto (neste caso, uma relação) acaba, e obviamente não se encerra apenas nos objetos. Comecei a tocar a canção em showcases e concertos meus e era sistematicamente das mais bem recebidas e acarinhadas e a decisão de a lançar assim foi inevitável.”
A digressão será uma viagem pelos temas mais íntimos dos discos do cantor e compositor nortenho, numa busca de sinergia e proximidade com o público. Neste espetáculo Canções Sobre o Meu Carro e o Meu Quarto, João Couto “pretende reinventar num formato intimista canções que escrevi e não só, apresentar em primeira mão música nova, sobre a premissa que todas as minhas canções (ou grande parte delas) tem uma temática comum, a do espírito de descoberta e fuga, personificado pela imagem do carro, e a intimidade e introspeção, personificada pela imagem do quarto”.
No dia 16 de Setembro a digressão começa em Chaves, na Sala Amarela; o músico segue depois para Argoncilhe (Santa Maria da Feira) no dia 21 de Outubro. Em Novembro é a vez de Lisboa, onde atua no dia 17 no Auditório Carlos Paredes. Dia 3 de Dezembro o músico sobe ao palco do Novo Ático, Coliseu Porto Ageas.
Nesta digressão não vão faltar os êxitos radiofónicos do músico como “Canção Só” e “Os Meus Amigos”. Haverá espaço também para temas mais pessoais do seu álbum de estreia Carta Aberta (2018) e do aclamado sucessor Boa Sorte(2021), para além de músicas que escreveu ou partilhou com artistas de renome nacional, tais como Ana Bacalhau, Os Azeitonas, Perpétua, Samuel Úria, Tomás Adrião, entre outros.
De destacar ainda a participação de João Couto no Sofar Sounds, no dia 30 de Setembro, num concerto secreto no Porto. A Sofar Sounds é uma plataforma mundial que organiza performances em locais secretos e publica as mesmas no canal de Youtube.
O músico cujo último disco de originais, lançado em 2021, “Boa Sorte”, foi considerado um dos álbuns do ano por alguns meios de comunicação social, segue assim para a estrada com aquela que promete ser a sua digressão mais confessional e marcante até à data.
17 Novembro, 21h30 – Lisboa (Auditório Carlos Paredes) – BILHETEIRA
3 Dezembro, 19h – Porto (Novo Ático – Coliseu do Porto) – BILHETEIRA
Luísa Magrinho E Daniel Drake – Vemo – Nos Depois? (2023) (single)
Luísa Magrinho E Daniel Drake – Vemo – Nos Depois? (2023) (single)
“Vemo-nos Depois?” é a colaboração de Luísa Magrinho e Daniel Drake inspirada pelo encanto da cidade invicta
● “Vemo-nos Depois?” explora a essência do amor em cenários românticos no Porto através de um fio condutor entre a música e o cinema. ● Esta primeira colaboração faz parte do EP que a artista prepara-se para lançar já no último trimestre deste ano. Lisboa, 15 de setembro de 2023 — A cantora e compositora luso-brasileira, Luísa Magrinho, edita hoje o seu novo single “Vemo-nos depois?” em colaboração com o cantor e compositor Daniel Drake. Esta canção retrata a essência e vulnerabilidade do amor, numa jornada emocional que nos remete para os mais emblemáticos filmes de romance. Chegou esta sexta-feira, dia 15 de setembro, a todas as plataformas digitais e com estreia do videoclipe no Youtube no próximo dia 17 de setembro, já em contagem decrescente (link aqui).
Depois de ter editado o seu single de estreia “Fevereiro” e “Meu Bem”, no início deste ano, a artista traz este tema inspirado pelos cenários românticos e pitorescos do Porto. A canção desenvolve uma história de um encontro amoroso nas emblemáticas ruas da cidade.
“Queria que o conceito tivesse um fio condutor entre a música e o cinema. Pensei nas influências de filmes românticos inesquecíveis, como “Before Sunrise”, “La La Land” e “The Notebook”, quer seja através do storytelling da canção ou pelas referências de imagens no videoclipe”, refere Luísa Magrinho. O encontro dos dois protagonistas nas ruas vibrantes da cidade invicta, transporta-nos para um mundo onde cada cena é pautada pela emoção e conexão emocional, tal como acontece nas grandes telas do cinema. A harmonia entre a sensibilidade musical de Luísa Magrinho e o estilo marcante de Daniel Drake resulta numa colaboração excecional. A composição é da autoria de ambos, produção musical de Treego e mistura e masterização por Momma T.
O público dos dois artistas tem demonstrado um grande entusiasmo por “Vemo-nos depois?” que promete tocar no coração dos ouvintes. Esta primeira colaboração faz parte do tão desejado EP que Luísa prepara-se para lançar já no último trimestre deste ano. “Este projeto é o culminar de um trabalho de um ano e meio muito intenso. Começou bem lá atrás, na pandemia, mas foi depois de uma viagem ao Brasil que percebi que precisava de criar algo que fosse mais completo e profundo, que me permitisse colocar cá para fora tudo o que estava a sentir. Cada tema do EP define bem a passagem do tempo desde então, e quis utilizar as estações do ano como mote para marcar cada momento. Para esta canção em específico, associei o Outono por este representar a despedida de algo”, adianta a artista.
Acompanhe o trabalho de Luísa Magrinho através das suas redes sociais e das plataformas digitais de música.
Equinócio & Inês Apenas – Bem Educada (2023) (single) ID
Equinócio & Inês Apenas – Bem Educada (2023) (single) ID
EQUINŌCIO E INÊS APENAS LANÇAM SINGLE COLABORATIVO ‘BEM EDUCADA’
Os Equinōcio, dupla de Aveiro formada por Diogo Santos e Beatriz Capote, juntaram-se a INÊS APENAS para o single ‘Bem Educada’, já disponível em todas as plataformas digitais. A canção que retrata o final de um relacionamento foi produzida por Luar e conta com letra da autoria da cantautora de Leiria e música composta em parceria com Diogo Santos.
“Esta canção fala sobre a regra da etiqueta social que por vezes temos que falsificar. Ninguém quer ser mega “bem educado” e cansamo-nos das regras e do que “deve ou não ser dito” no término de um relacionamento. Esta colaboração foi um desafio super interessante que me abriu portas para outras sonoridades”, confessa INÊS APENAS. “Apesar das diferenças estilísticas, chegámos a um equilíbrio entre o pop e o alternativo. Este tema inclui elementos musicais dos Equinōcio, mas decidimos abraçar esta abordagem mais leve e animada que a Inês propõe”, revelam Beatriz Capote e Diogo Santos.
‘Bem Educada’ apresenta-se, também, com um videoclipe realizado por Sofia Calvet. Este é o primeiro de vários singles que os Equinōcio lançam em antecipação ao álbum de estreia, previsto para o próximo ano.
“A canção rompe bastante com tudo o que apresentámos até agora. Além disso, contém já certas nuances que estarão presentes nos próximos lançamentos. O videoclipe transporta-nos para dimensões do espaço e do tempo e apresenta uma alternativa à história de como nós os três nos conhecemos. As gravações aconteceram em Viana do Castelo e foram uma experiência cómica, desafiante e, sobretudo, muito gratificante”, contam os Equinōcio.
‘Bem Educada’ é o primeiro original dos Equinōcio a ser editado após o EP de estreia, “Metamorfose”, de 2022, que inclui os singles ‘Oarendê’, ‘Moreno’ e ‘Dentro de Mim’. Este último recebeu o prémio de “Melhor Performance Tradicional” na edição 2023 dos IPMA – International Portuguese Music Awards. A gala decorre nos EUA e distingue, anualmente, a música produzida por artistas de ascendência portuguesa. Este ano teve lugar no histórico Providence Performing Arts Center, em Rhode Island, com a presença de artistas como Marisa Liz, Diogo Piçarra, Plutónio, Toy, José Cid e Pedro Abrunhosa.
Equinócio
Formada por Beatriz Capote e Diogo Santos, a dupla Equinōcio lançou o EP de estreia, “Metamorfose”, em outubro de 2022. O curta duração apresenta uma fusão de estilos, com passagens pelo Jazz, Pop, Folk, Eletrónica e R&B, num total de 6 faixas originais, interpretadas em português e inglês. Beatriz Capote é cantora e violinista. Natural de Ílhavo, começou a formação musical no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Aveiro. Estudou no Porto, em Itália e formou-se mestre em Ensino de Música, em Aveiro. É ainda vocalista da banda Perpétua. Diogo Santos é pianista e compositor. Natural da Guarda, iniciou os estudos musicais em Leiria e licenciou-se e tirou mestrado em Música, na Universidade de Aveiro. Em 2020, criou o projeto Philip, no qual se dedica a arranjos clássicos de canções Pop ao piano, contabilizando mais de 11 milhões de reproduções no Spotify.
Inês Apenas
Pianista, cantora e compositora, INÊS APENAS nasceu em Paris e cedo mudou-se para Leiria. Em 2021 lançou o primeiro single, ‘Tu Fazes Tão’, ao qual se seguiu o EP de estreia, “um dia destes”. Em 2023 é selecionada como concorrente do Festival da Canção, através da livre submissão aberta ao público, com a música ‘Fim do Mundo’, alcançando a final; colabora no álbum “Moods”, de Aurea, com o tema ‘Vou Tirar um Break’. Em maio edita o segundo trabalho de originais, o EP “Leve(mente)”, no qual reforça a escrita Pop e explora novas sonoridades como o R&B, Reggaeton ou o Drum&Bass. O EP reúne 6 canções, entre elas ‘Shhinfrim’, Menção Honrosa dos Novos Talentos FNAC 2023 com airplay na RFM e as colaborações ‘La Nena’, com SOLUNA, ‘Tensa’, com Malva, e ‘Leve(mente)’, com LEFT, que ganhou airplay na Rádio Comercial.
Entre Os Dedos Das Mãos – Filipe Sambado (2023) (single)
Entre Os Dedos Das Mãos – Filipe Sambado (2023) (single)
FILIPE SAMBADO LANÇA “ENTRE OS DEDOS DAS MÃOS” 5.ª CANÇÃO DE “TRÊS ANOS DE ESCORPIÃO EM TOURO”
Este é o quinto vídeo deste álbum visual que antecede e apresenta o disco “Três Anos de Escorpião em Touro”. Conta a história de uma casa devoluta, inabitada, protegida por panos que voam por entre um grupo de pessoas que a ocupam e a vivem em conforto e felicidade. Esta família é vigiada por uma Eva, um protótipo de IA que tenta interpretar a troca sensorial do que a rodeia.
Realizado por Diego Bragá (artista transdisciplinar para quem Sambado produziu alguns temas do seu último trabalho “Super Puta”) e Miguel Afonso Carranca (realizador da “Jóia da Rotina” e do filme “Cenas duma Vida Amorosa” protagonizado por Sambado) filmado em Vila Franca de Xira na Quinta de S. José (que está para venda).
“A canção propõe uma liquidificação temporal através da ideia do slowmotion e num arrastamento contrário à ditadura do horário circadiano. Os aspectos lânguidos da produção e da composição da canção, misturam-se com a percussão musculada e austera, a caixa mirandesa e a distorção. Um contraste que acentua a tortura do tempo que se perdeu e perderá.” Filipe Sambado
Ensinou os dedos de rameira Remexendo em tudo muito embora Seja sem prazer que tudo queira Trinque e deixe a meio e deite fora. O tempo de dizer a vida é breve O tempo de viver há quem o diga Só espera que o diabo que o leve O tempo tem mais olhos que barriga. (Félix, 1999)
Caminhamos a passos largos para o lançamento de “Três Anos de Escorpião em Touro”, que acontece já no próximo dia 29 de setembro.
O mais íntimo longa-duração de Filipe Sambado, um reflexo das várias mudanças significativas que aconteceram na vida pessoal e profissional da artista. O lançamento do seu novo disco é o derradeiro passo na apresentação do universo “Três Anos de Escorpião em Touro”, quando se tornar disponível na sua forma completa a todas as pessoas.
Ficha técnica – Entre os Dedos
Filipe Sambado – Entre os Dedos das Mãos
Lua e Júpiter em Aquário ♒️ na 3ª casa
Produção e Arranjos Filipe Sambado, Bejaflor e Rodrigo Castaño
Styling e Guarda Roupa Sara Soares cest.fantastique Agradecimentos veehana
Make up, Cabelo e Caracterização 420bombshell
Consultoria e Exploração de Ideias Filipe Sambado Cecília Henriques Diego Bragà Duarte Coimbra Miguel Afonso Carranca Nat Loyola
Agradecimentos
SPA GDA Altafonte Ao Sul do Mundo Myth Agency Maternidade
Fred Menos – Mais do Menos (2023) (álbum) (entrevista)
Fred Menos – Mais do Menos (2023) (álbum) (entrevista)
Entrevista com: Fred Menos Autor: Francesco Valente
FRED MENOS E DISCO MAIS DO MENOS
Na incerteza de quem ainda hoje vive entre o urbanismo (Urbanista, Professor na Universidade de Aveiro e na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto) e a música, a certeza que sempre permanece é a da vontade de fazer canções! De contar, de cantar histórias!
Fred Menos faz canções como forma de acordar sentidos e coração, sendo que o confinamento e toda a incerteza/inquietação destes últimos anos, foi libertadora da vontade de agarrar com mais força o caminho da música! Deu para “tirar o pó” a muitas das canções que estavam na gaveta e para construir outras, que deram outro/ algum sentido àquele eterno “2020” coletivo! Agora, mais ao longe, está certo que foram uma forma de viajar, de viver a música e de sair da vida de gaiola!
Estudou música, 4 anos de guitarra, e teve vários projetos musicais, mas foi só no final de 2021 que, pela primeira vez, foi para estúdio para construir e gravar o primeiro EP Digo-te uma coisa! A expressão é comum, simples e revela a vontade de partilha que marca o seu percurso na música… é a forma como a dizemos (entoamos, cantamos), que nos diz tudo o resto! Foi uma edição de autor, muito intimista, em torno de 6 canções muito autobiográficas (estão disponíveis em todas as plataformas digitais).
Entretanto, em 2023, decidiu voltar a estúdio e gravar, com banda (amigos do peito e coração: Fragoso, Sanches, Neves, Maia, Loja, Joana, Carolina, Marta, entre outros), um novo projeto, um novo álbum, Mais do Menos. Estão 10 originais criados e prontos a crescer!
Os últimos tempos têm sido de ensaios, arranjos e criação conjunta. É este novo projeto, apoiado pela GDA e com produção executiva e distribuição da Turbina, que vai ser editado dia 29 de Setembro de 2023!
Até ser fisicamente lançado, o Mais do Menos vai sair à rua, andar pela estrada e ganhar mundo. A ideia é fazer vários concertos, mais pequenos, intimistas, antes da apresentação pública do álbum no Passos Manuel em Outubro… quer-se cantar, partilhar e sentir ao vivo o mais possível o Mais do Menos. Os concertos já confirmados são dia 11 de Agosto no Teatro Experimental de Lagos, 12 de Agosto no Ciência Viva em Lagos e 28 de Outubro no Passos Manuel no Porto.
Maria João & Carlos Bica Quartet – Woodstock (2023) (single)
Maria João & Carlos Bica Quartet – Woodstock (2023) (single)
Novo disco de Maria João & Carlos Bica Quartet lançado esta sexta-feira em todas as plataformas digitais
Disco será apresentado em Sintra e Oliveira do Hospital
O disco que junta Maria João e Carlos Bica será apresentado no dia 16 de Setembro às 19h30, no Jazz em Monserrate, em Sintra e no dia 17 de Setembro às 19h00, na Aldeia dos Dez em Oliveira do Hospital, inserido no XJazz. “Close to you” estará disponível nas principais lojas e serviços de streaming, esta semana. Passados mais de 35 anos sobre os primeiros encontros, Maria João e Carlos Bica voltam a partilhar um projeto musical, desta feita com a cumplicidade de alguns dos mais talentosos músicos de uma nova geração na cena portuguesa, como o João Farinha, o Gonçalo Neto e o André Santos.
Os caminhos de João e Bica cruzaram-se muito cedo (década de 80), tendo ficado esses encontros registados em trabalhos discográficos como Conversa (1986) e Sol (1991). Depois de 10 anos a tocarem juntos e muitos concertos pelo mundo fora, os seus caminhos separaram-se. Carlos Bica: “Quis o destino que a Maria João e eu nos tivéssemos encontrado no início das nossas vivências musicais. Juntos fizemos as nossas primeiras incursões musicais pela Europa, o que na altura (finais de anos 80’) era uma verdadeira proeza. Tocámos juntos em várias formações lideradas pela Maria João, mas a determinada altura, cada um de nós sentiu uma vontade mais forte de partir para a descoberta de si próprio e foi então que os nossos caminhos tomaram rumos diferentes, eu fui viver para a Berlim, onde nasceu o meu primeiro projecto como líder (o trio Azul) e a Maria João deu na altura início a uma longa parceria com o Mário Laginha.” Maria João: “Este reencontro começou depois do Carlos ir ver um concerto meu no Hot Clube. Numa conversa de amigos, tentámos chegar ao que pensamos ser aquilo que seria a música que faríamos juntos, neste momento. Com o crescimento que cada um de nós teve ao longo dos anos, às vezes é difícil pensar como nos devemos encontrar na música. Acabamos por encontrar esta ideia de fazer musica que (talvez) reflita aquela altura em que nós conhecemos e nos demos muito. Ou de algo que está mais próximo dessa ideia.” Carlos Bica: “Trinta anos mais tarde voltámos a encontrar-nos e a vontade de fazermos de novo algo juntos foi mais forte. Foi então numa conversa de amigos que surgiu o nome de Burt Bacharach, por quem ambos temos uma enorme admiração, e que serviu de motivo para fazer nascer um novo projecto, em que com grande liberdade criativa revisitamos algumas das mais incríveis canções do cancioneiro anglo-saxónico, às quais mais tarde juntámos alguns originais da nossa autoria.” O feliz reencontro acontece com temas escolhidos a dedo, resultado de vários concertos que foram gravando e que agora estão reunidos em disco, com edição da JACC Records, de Coimbra.
_ TRACKLIST 1 – Woodstock (Joni Mitchell) 2 – Norwegian Wood (Lennon/McCartney) 3 – Close To You (Burt Bacharach, Hal David) 4 – Oh My Love (John Lennon, Yoko Ono) 5 – Valsa B (Carlos Bica) 6 – Iceland (Carlos Bica, Carsten Daerr, W.B. Yeats) 7 – Acute Angles (João Farinha, Maria João) 8 – What a Wonderful World (George David Weiss, Bob Thiele)
FICHA TÉCNICA
Maria João – voz Carlos Bica – contrabaixo João Farinha – piano, teclados Gonçalo Neto – guitarra (em Norwegian Wood, Valsa B, Iceland, Acute Angles, What a Wonderful World) André Santos – guitarra (em Woodstock, Close to You, Oh My Love)
Nuno Melo – Polka Dot (2023) (single) ID
Nuno Melo – Polka Dot (2023) (single)
Nuno Melo apresenta o novo single “Polka Dot”, um tema que nas palavras do músico “veste-se com ritmos lusófonos e adorna-se de linguagem pop. É uma canção que sugere a vontade de transcender por alguém, sabendo-o impossível.”
“Polka Dot” é o single de avanço do primeiro trabalho a solo de Nuno Melo, o álbum “Fora de Formato”, que está previsto para o início de 2024.
Participam na gravação do tema os músicos Edu Mundo, Tomás Marques, Pedro Pinheiro, Manu Idhra, Klénio Barros e Gonçalo Palmas. Foi gravado entre o estúdio da Aguda de Quico Serrano e o estúdio de Nuno Melo, onde foi também misturada a canção.
O vídeo foi idealizado por Nuno Melo e Alberto Almeida e almeja enaltecer tanto a ideia de um amor terno e perene como o sofrimento em que a sua falta se traduz.
Biografia Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções. Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado. O trabalho que materializou foi manufaturado conjuntamente com Edu Mundo, num ano de certa clausura pandémica, os dois músicos foram gravando as canções que farão parte de “Fora de Formato”, o disco de estreia do artista. Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas e Miguel Pinto no baixo. O disco passeia-se por diversos estilos musicais, porém, pelo seu medo de dogmas e rótulos, não nos diz quais são. Será portanto necessário ouvi-lo.
Canalzero – Popstar (2023) (single) ID
Canalzero – Popstar (2023) (single)
canalzero deseja ser uma “Popstar”
Bernardo Ramos tem um desejo: ser uma estrela. De rock e não só. Para isso, assume-se como canalzero – seu nome de utilizador de sempre no Instagram -, persona que reflete todo o seu percurso até ao momento.
O single de estreia, “Popstar”, que já se encontra disponível para escuta em todas as plataformas digitais, é uma amalgamação de momentos e sonoridades que marcam a carreira do músico lisboeta. É uma cantiga ruidosa, marcada por guitarras distorcidas, mas também por sintetizadores partidos, pelo rompimento entre aquilo que tanto pode ser interpretado como real ou fictício. É por meio destas linhas indefinidas onde canalzero pretende traçar o caminho para se tornar uma popstar.
Sobre “Popstar”
“Desde que aprendi a gravar música no computador, quando andava no secundário,
que experimentei com várias ideias, mas nunca achei que estivessem suficientemente fixes para lançar”, conta Bernardo sobre o caminho que o levou a “Popstar”.
Com a chegada da pandemia, em 2020, a quarentena funcionou como pretexto para Bernardo regressar às tentativas de criação a solo, que é como quem diz, só ele e o seu o computador. “Dessas semanas, resultaram três músicas, incluindo a ‘Popstar'”, indica o músico.
“O processo de criação da ‘Popstar’ foi muito à base de experimentação”, relata Bernardo. “Começou pelo sound design, com sintetizadores ou a manipular gravações que tinha guardadas ou áudios de vídeos que recolhi das muitas horas de binge watching no Youtube”, explica o músico sobre o processo criativo por trás de “Popstar”. “Só depois de chegar a um elemento sonoro que me interessasse é que comecei a trabalhar na canção, mas precisei desse trigger para desbloquear o resto”, conclui.
A canção antecipa o EP de estreia de canalzero, com data de lançamento marcada para o início de 2024.
O teledisco de “Popstar” foi realizado por Diana Matias.
canalzero é a persona musical que Bernardo Ramos escolheu assumir para apresentar-se a solo. Para chegar a este momento, a carreira do músico lisboeta tem sido construída por etapas, cada uma a acrescentar uma camada de maturidade que lhe permite agora assumir esta nova etapa.
Entre 2015 e 2017, por entre os estudos, Bernardo começou experimentar com alguns métodos de gravação DIY com bandas que integrava na altura, o que o levou a desenvolver um interesse particular pelas áreas do som e produção em musical.
Em 2018, com dois colegas de faculdade, funda a Chinfrim Discos, editora, agência e promotora independente, de onde surgiram artistas como Bia Maria, RAKUUN, Biloba ou Ana Lua Caiano.
Desde então que Bernardo Ramos divido o seu tempo entre múltiplas funções, assumindo a sua polivalência como cartão de visita na música portuguesa. Toca guitarra com Chinaskee (desde 2017), é o técnico de som ao vivo e colaborador de artistas como Vaiapraia, bbb hairdryer ou xtinto, e responsável pela gravação, mistura e master de diversos artistas, incluíndo Ana Lua Caiano, Bonança, Polivalente ou Bergalgo.
Desde 2022, Bernardo desempenha o papel de formador na Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra, no curso de Produção Musical. Agora, a partir de 2023, Bernardo é também canalzero, estrela pop.
Francisca Borges – O Problema (2023) (single)
Francisca Borges – O Problema (2023) (single)
Aos 22 anos, Francisca Borges apresenta novo single “O Problema Sou Eu”.
Passados três meses do lançamento de “Ocupada”, Francisca Borges regressa com uma canção de amor introspetiva sobre a culpa que temos nas nossas relações falhadas.
O novo single “O Problema Sou Eu” flutua entre os géneros Pop e Indie Pop, e fala sobre assumir responsabilidade pelas coisas que não deram certo na nossa vida a nível amoroso. Francisca conduz-nos, por uma viagem introspetiva e libertadora, numa divertida música de amor. O novo single conta também com um videoclipe animado e girly produzido pelo videografo Duarte Lapa, que já participou ativamente em projetos com Alexandre Mesquita Guimarães (Locutor da MegaHits), Miguel Maninho (Influencer) e FAC (Federação Académica de Coimbra). A música foi produzida por Tomás Costa (@tommasmusic) que também trabalhou para artistas como Gama, xtinto e Kappa Jotta. Gravada, masterizada e mixada por Prisma Rec. (prisma.rec), conhecido pela sua execução em vários trabalhos com Domingues, TREX, Bispo e Gama. Na entrevista feita por Indeota Mag, Francisca revela que seria um sonho vir a conquistar um público que sentisse as suas músicas como se lhes pertencessem. Do género, vir a pensar “eu podia ter escrito isto”. Isto é apenas o início para a nova princesinha do pop, que já tem prometido um EP de seis temas para o Inverno de 2024. Sobre a Artista: Francisca Borges, a cantora de 22 anos, mergulha nas complexidades do amor na sua música. Conectar-se com o público é essencial para ela. Sempre sentiu que tinha algo a dizer e cantar as canções dos outros nunca lhe foi suficiente. Divertindo-se com os desafios e encantos amorosos, numa nova vaga de estilo visual, traduz em melodias a liberdade, alegria, melancolia e paixão. Com composições autênticas, Francisca une corações e convida a entregarem-se à intensidade do amor através de sua música, imersa num estilo estético especial e girly, destacando o poder das mulheres na área amorosa.
Riça – Canção Das Maias (2023) (single) ID
Riça – Canção Das Maias (2023) (single) ID
“Diabos m’ Elevem” marca a estreia do Riça no formato longa-duração. Após o EP “Bicho com Mau Gosto” (2016) e alguns singles pelo caminho – “Dragão IV” (2019) e “Napoleão Precário” (2020) – o artista leva-nos agora por um universo cuidadosamente criado ao longo de 11 faixas – incluindo a já editada “Canção das Maias” -, onde a sua própria estória se funde com o imaginário popular português com o qual o artista cresceu: cantigas, provérbios, superstições, fábulas e lendas. Este álbum, que cruza o rap com a música tradicional, foi integralmente escrito e produzido por Riça.
“Diabos m’ Elevem” conta também com Zé Poças na gravação, mistura, masterização e co-produção; Chuaga na guitarra elétrica; Luís Capela na viola braguesa; Ricardo Martins no baixo; e participações de zé menos, Kass, Rokelhe e Maçã. A edição é da Biruta Records.
A 19 de outubro ocorre o concerto de apresentação no Maus Hábitos (Porto). A formação ao vivo inclui zé menos no controle de instrumentais e vozes adicionais, e cenografia criada por Diana Queirós. Neste evento especial estarão presentes também os convidados do disco.
Twin Carrots Army – The River (2023) (single) ID
Twin Carrots Army – The River (2023) (single)
Novo projeto musical independente português “Twin Carrots Army” lança o seu single de estreia
“The River” é o single de estreia do mais recente projeto musical independente em solo nacional. Esta faixa funde elementos do post-punk dos anos oitenta, liderado por bandas como “Joy Division” e “Talking Heads” com elementos do shoegaze e goth-rock. A música, cantada inteiramente em inglês, tem cerca de três minutos de duração cheios de guitarras e reverbs que enchem qualquer sistema de som e criam um ambiente nostálgico e desconcertante. Este é apenas o primeiro single, pelo que se pode esperar muito mais música em tempos próximos. Este é um projeto de pura paixão pela música e pela arte, todo o trabalho tanto musical como de marketing e publicidade é feito por uma pessoa só. O objetivo do projeto é, acima de tudo, espalhar algo feito com toda a dedicação para o publico que esteja interessado, e se possível criar memórias no ouvinte e transmitir a paixão que o artista sente pela música.