Mad Nomad – Wounded Pieces (2023) (single)

Mad Nomad – Wounded Pieces (2023) (single)

MAD NOMAD lançam single “Wounded Pieces” em antecipação ao seu segundo disco “COMMON GROUND”

Depois de terem apresentado o livro/álbum de estreia “Untamed” em 2020 e passado, recentemente, pela 5ª edição do Meajazz – Festival de Jazz da Mealhada, os MAD NOMAD editam “Wounded Pieces” em antecipação a “COMMON GROUND”, com data de lançamento prevista para o primeiro trimestre de 2024.

Este primeiro single, “Wounded Pieces”, é o tema de abertura, pleno nas referências neo soul e nu jazz e feito sobre a fértil influência do jazz contemporâneo da costa oeste dos EUA. O tema revela um reclamar pujante e simultaneamente doce do renascer emocional após uma relação abusiva. “São pedaços que se reúnem, kintsugi eterno no afirmar do amor próprio, da força de vida e da necessidade de superação e de transcendência; fala de renascimento e da plasticidade do nosso corpo orgânico em constante pulsar e recriação”, sublinha Catarina dos Santos, mentora e criadora do projeto.

Os MAD NOMAD manifestam-se, assim, como uma das bandas emergentes mais promissoras do jazz nacional, criando uma mistura entre jazz, sampling e spoken word, imbuída pelos sons de Lisboa, Londres e Nova Iorque, cidades onde Catarina dos Santos tem vivido nos últimos anos.
“Wounded Pieces” e o seu videoclipe estão disponíveis em todas as plataformas digitais a partir do dia 21 de julho.

SeBENTA – Há Dias Assim (2023) (single)

SeBENTA – Há Dias Assim (2023) (single)

Os seBENTA revelaram o novo single “Há Dias Assim”, tema que sucede a “Maré”, editado a 21 de Abril, e continua a toada de reinvenção do som de seBENTA. 

Paulecas (voz e baixo) afirma que “… este single é uma mistura entre as novas sonoridades que os seBENTA estão a criar e o rock que os seBENTA fizeram ao longo de 19 anos de existência, mas não será de admirar que o próximo single que venhamos a editar, seja completamente diferente”.
Em “Há Dias Assim” ouvem-se teclados a criar ambientes, instrumento que se instalou de vez no seio da banda. 

Na perspectiva da banda e pelas palavras de Paulecas, “a inclusão de teclados foi sempre um desejo desde o nosso início, mas acabava sempre por ficar para mais tarde e andámos assim, durante alguns anos. Hoje, não há como voltar atrás. Os seBENTA são uma banda de rock mas o estilo actual é bem diferente do que temos feito nos últimos anos. Estamos a voltar ao início dos seBENTA com asteroides e psicadelismos, assim sendo, os teclados têm uma grande importância e por isso, chamamos o nosso amigo Lúcio Vieira (Sétima Legião,Sara Tavares, Dino Santiago, etc.), a participar em algumas composições e a tocar na Tour de 2023”.

Links
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Rodrigo Lourenço – Aprendiz (2023) (single)

RODRIGO LOURENÇO LANÇA VIDEOCLIPE DO SINGLE ‘APRENDIZ’
O cantor e compositor Rodrigo Lourenço lança hoje o videoclipe do mais recente single ‘Aprendiz’. A canção tem letra da autoria de Fernando Daniel e música e produção de Luís “Twins” Pereira conta com um videoclipe realizado por Henrique Lourenço.

“O tema ‘Aprendiz’ surge de uma maquete do Fernando Daniel que me foi enviada. A partir do momento em que a ouvi percebi que precisava daquela música, quer pelo significado da letra, quer pela leveza da canção”, confessa o cantor. “A gravação do videoclipe foi um desafio que coloquei ao Henrique Lourenço, que já trabalhava com vídeo mas nunca tinha realizado um videoclipe. O resultado final foi algo simples, bonito e leve como eu desejava”, revela Rodrigo Lourenço.
‘Aprendiz’ é a faixa-título do EP de estreia do vencedor do The Voice Portugal 2021, que inclui um total de quatro temas.

“É um EP sobre amor, que vive essencialmente da dor e da saudade e, ainda, sobre cada experiência ser uma aprendizagem, e daí chamar-se ‘Aprendiz’”, explica Rodrigo Lourenço. O artista refere, ainda, que estas canções “foram surgindo com o tempo. Músicas pedidas a outros compositores, outras sugeridas e, ainda, uma música minha que, com algum receio, arrisquei em partilhar com o público”.
Além de ‘Aprendiz’, o EP inclui o primeiro single ‘Amor Quase Perfeito’, com letra de Marisa Liz, ‘Máscara’, da autoria de Tiago Machado, e ‘Desejo de Voltar’, escrita pelo próprio Rodrigo Lourenço.
Rodrigo Lourenço nasceu a 7 de dezembro de 2004 e cresceu em Castelo Branco. Desde muito cedo que se interessou por música e começou a ter aulas de guitarra aos 6 anos. Após ter terminado os estudos no Conservatório Regional de Castelo Branco, escolhe Lisboa para prosseguir com a sua formação musical.

Em 2021 concorre ao The Voice Portugal, na equipa de António Zambujo, e vence o programa com apenas 16 anos. Gisela João – com quem cantou o tema ‘Louca’ na gala final do programa -, Pablo Alborán e Pablo López são algumas das suas maiores referências musicais.
Em março de 2023, Rodrigo Lourenço estreia-se com a edição do EP “Aprendiz”, que inclui canções da autoria de Marisa Liz, Tiago Machado e Fernando Daniel.

Lika – Música Da Barragem (2023) (single)

Lika – Música Da Barragem (2023) (single)


LIKA REGRESSA COM O SEU PRIMEIRO SINGLE EM PORTUGUÊS: 
“MÚSICA DA BARRAGEM”


A cantora, guitarrista e compositora LIKA, originária do Cazaquistão e que vive em Portugal, está de regresso com o seu primeiro single cantado em português.


“Música Da Barragem” foi composta e produzida pela artista, e gravada com a colaboração da sua banda e de músicos convidados: Miguel Barrosa na guitarra, Bernardo Fesch no baixo, João Colaço na bateria, na secção de sopros: Ricardo Pinto, António Bruheim, Eduardo Lála.
A mistura e masterização foram feitas em Los Angeles por Mehdi Hassine, professor do Berkeley College of Music, que já trabalhou com nomes como Dennis Chambers, Dave Weckl, Stanley Clark, entre outros.


Segundo LIKA, “O novo tema fala sobre a importância de podermos parar o tempo e desfrutar o momento, as emoções, a amizade, o amor e a viagem que é a vida. Foi daí que ela nasceu, numa viagem sem relógio, num dia quente, algures na Barragem de Montargil. A essência da música, a letra e o ritmo, a capa do single, foram inspirados pela constante corrida do tempo. A frase-chave da música revela a mensagem principal – “Faz parar o tempo!”

My Deer Watson – 12 Our Colors Are Getting Darker (2023) (single)

My Deer Watson – 12 Our Colors Are Getting Darker (2023) (single)


Descrição:
“Our Colors Are Getting Darker” – Um tema sobre o amadurecimento e a perda da inocência, sobre o olhar infantil, brilhante e colorido, que se perde após longos contactos com a realidade adulta. O resultado de um regresso às origens dos membros da banda.

Napa – Gigantes (feat. Beatriz Pessoa) (2023) (single)

Napa – Gigantes (feat. Beatriz Pessoa) (2023) (single)


“Gigantes”, terceiro single e videoclip do novo disco Logo Se Vê dos NAPA, é uma balada servida em duas partes. A dualidade percorre a espinha da canção no eixo gigantes/ formigas, alegre/ triste, forte/ fraco. Uma música de amor sobre a dor da distância que assombra dois amantes destinados um ao outro. A saudade habita em todas as divisões deste mundo nesta que é a primeira faixa colaborativa do álbum. A voz da Beatriz Pessoa intercala com a do Guilherme em forma de conversa, trazendo uma dinâmica muito peculiar à canção.


O vídeo animado pela Teresa Arega ilustra a história com grande sensibilidade realçando a ideia de dualidade que pulsa no decorrer da canção. Frame a frame, Teresa Arega deposita a sua emoção crua num estilo muito próprio, dando uma vida nova e um habitat visual onde a música pode morar.


DISCO LOGO SE VÊ


Logo Se Vê é segundo álbum de originais dos NAPA. Depois da estética crua e genuína do álbum de estreia, ainda sob o nome antigo Men On The Couch, os NAPA decidiram rumar à descoberta de novas sonoridades e formas de compor. Neste novo álbum a banda leva o pop rock ao limite, trazendo uma visão inovadora sobre a tradicional música de 3/4 minutos. 


O novo álbum é composto por 11 faixas todas cantadas em português e foi gravado novamente no BlackSheep Studios. A relação estabelecida entre a banda e o estúdio nas gravações do primeiro álbum foi decisiva para o desenvolvimento deste novo projeto. Dispensadas as apresentações e formalidades, foi a vez da amizade e o respeito mútuo potenciarem as canções ao seu máximo. 


Na exploração de novas sonoridades, surgiu a necessidade natural de colaborar com outros artistas. O álbum conta com a participação de um quarteto de cordas, um trio de sopros, um coro e uma rica secção de percussão que vão surgindo pontualmente ao longo do álbum, numa sintonia muito pertinente com os elementos originais da banda. O disco conta também com a participação de duas artistas emergentes, Beatriz Pessoa e Silly, em duas faixas distintas. A voz delicada da Beatriz e a poesia incisiva da Silly trouxeram ar fresco às canções e elevaram-nas para um patamar onde seria impossível chegar apenas com a banda. 


À semelhança do álbum anterior, todas as canções têm um cunho autobiográfico muito forte, onde o autor procura o equilíbrio entre o seu lado racional e o seu lado emocional. As letras das canções abordam maioritariamente um ponto de conflito e decisão tanto a nível pessoal como profissional, próprio da idade em que nos apercebemos que a juventude não é uma garantia vitalícia.


My Deer Watson – Graduation Day (2023) (single)

My Deer Watson – Graduation Day (2023) (single)


Descrição: 
“Graduation Day” – Um ponto de partida ou a linha de chegada? Uma reflexão sobre a conclusão de uma etapa através de uma dualidade de sentimentos. Êxtase e apatia perante o término de um ciclo. Uma introdução ao que a vida adulta nos reserva.

Mallina – So Many Ways (2023) (single)

Mallina – Fuso (2023) (single) ID


Mallina edita o novo single ‘FUSO’, uma canção sobre desencontros amorosos, inspirada no R&B e Hip Hop dos anos 90. O tema foi composto e produzido por Miguel Ferrador e Mallina, que também assina a letra e melodias, em parceria com André Matos e João Nicolau Quintela.
“Este ‘FUSO’ fala sobre estar mal de amores, sobre não acertar o tempo com quem se ama, como se nunca acertassem o ponteiro. Quando dois corações estão em fusos diferentes, amam-se, mas sabem que nunca acabarão juntos e está tudo bem com isso”, revela a artista. “Para mim, esta canção serviu para expressar esse mesmo sentimento de aceitar que por mais que se goste, não estamos sempre em sintonia nem no timing certo da outra pessoa”, acrescenta Maliina.
Este novo tema sucede a ‘ASTROLOGIA’, single de estreia editado por Mallina em março deste ano. ‘FUSO’ é acompanhado por um videoclipe realizado pela cantora e o irmão André Matos. Estas canções antecipam o EP de estreia de Mallina, com edição prevista para o final de 2023. 


SOBRE MALLINA 
Conhecida entre a família como Moça Malina, mulher de força, feitio e raça fortes, Mallina cresceu entre o litoral do Alentejo e o Algarve. A música não foi algo imediato e só depois de terminar a universidade decidiu explorar aquilo que, até há pouco tempo, era “apenas” um hobbie e estudar produção musical. 
Para Mallina a música é o seu porto seguro e aquilo que mais a conforta, com uma aposta forte em compor e produzir canções assumidamente pop, influenciadas por vários ritmos e artistas, entre eles Ana Moura, Bárbara Bandeira, Doce, D’Alva, Madonna, Bad Bunny, Charli XCX ou Tove Lo. Além da música, a cultura pop, a moda e o cinema são também algumas das suas grandes referências artísticas.
Com uma identidade visual própria, Mallina propõe-se a ser uma cantora e performer que apresenta uma roupagem inovadora e disruptiva, através de canções e videoclipes singulares e cativantes.

Birds Are Indie – So Many Ways (2023) (single)

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Birds Are Indie – So Many Ways (2023) (single)


BIRDS ARE INDIE
So Many Ways – novo single e vídeo do LP Ones & Zeros
instagram | bandcamp | spotify


Os Birds Are Indie assinalam o início do verão com um novo single. “So many ways” é o segundo tema retirado do mais recente álbum, “Ones & Zeros”, e é um autêntico banger de pista de dança.


O trio de Coimbra volta a apresentar-se com o rasgo demonstrado em “21st Century Heroes” – o primeiro single – , onde a sua pop é salpicada pelo fuzz das guitarras, entre o nervo e a catarse. Contudo, em “So many ways”, desce uma bola de espelhos e Joana Corker, Ricardo Jerónimo e Henrique Toscano montam uma matiné dançante. Os sons quentes dos sintetizadores e o passo marcado pela drum machine são agora o motivo perfeito para mexer o esqueleto. Apesar do irresistível convite, Joana, co-adjuvada por Jerónimo na voz, canta sobre um sentimento de não-pertença, insatisfação e sem rumo à vista, que vai de encontro à narrativa monocromática e dicotómica de “Ones & Zeros”. Mas, como os próprios Birds Are Indie explicam, “para fugir a melancolias, resolvemos juntar-lhe o ritmo mais disco sound que conseguimos”.


Hossam Hilal – Cidade De Mil Caras (2023) (álbum)

Hossam Hilal set to release new album “Cidade de mil caras (Live at Zaratan)”
The Egyptian multi-instrumentalist mixes the oriental and African elements with the psychedelic and ambient ones. In his new album, recorded live in Lisbon, he explores the common origins of traditional Arab and Portuguese music; in his own way.
The idea behind the album set to be released on July 15th started with fado guitar tracks on some Arab vocals and evolved into a journey of mixing influences and traditions. Hilal -who composed the music, performed percussion and electric guitar, as well as recorded and produced the record- collaborated with the Portuguese poet Dinis Lapa to translate the lyrics of three Arabic songs -sung by Mohamed Abd el wahab and Fairouz- and two parts of a poem entitled by the Algerian writer Dalila Si Larabi about her relationship with Cairo to Portuguese. He then worked with three Portuguese musicians; Joao Madeira on double bass, M-Pex on fado guitar and Patricia Domingues on vocals to create an experimental mix between both cultures.
“Bateu-me à porta do peito is a great trip. The vocals are really nice, the singer is reminiscent of Leila Bounous, it sounds like Hilal’s project is nicely taking shape, really good work,” said Jason Kohnen (Bong-Ra)

The process:
Hilal was an artist in residence during September and October 2022 at Zaratan arte contemporana in Lisbon, Portugal. The concept is based on Fado music origins, which include several Arabic references, especially in the vocals and the way lyrics are written; and also the Fado guitar, which is a direct descendant of the Oud. The Arab tracks that he chose,
which are “Daket ala sadry” (Bateu-me à porta do peito) and “Law kan qalbi mai” (E nem aceita a culpa) by Fairouz, and “Hann el wed” (Ouvi dizer) by Mohamed Abd el Wahab are already heavily inspired by Andalusian music. When making the initial trials for the tracks by
adding Fado guitar pieces that are performed in similar keys and styles, it was evident how well the timbre of the instruments and the broken rhythms mix together.
He worked on composing the tracks, using the same maqams as their respective Arab tracks, with intended spaces left for improvisation.
The two tracks based on the poem entitled “Cairo 90” are meditations on themes, one of them is composed by Hilal (Almas asfaltadas) and the other is an ode to the track “a singer’s childhood” (Cidade de mil caras). The last track “ Não creio que o zombo fará diferença” is the Encore of the concert, it is the only fully improvised track in the album.

Pre-save the album here
For more information about the artist: hossamhilal.com
For more information, album artwork, photography or to request interviews with the artist, contact hossamhilalmusic@gmail.com

Os Sabugueiros – Boa Sorte (2023) (single)

Os Sabugueiros – Boa Sorte (2023) (single)

Inspirados na floresta do Alto Alentejo, este leque de músicos viajantes conheceram-se em Marvão, onde se juntaram para criar e misturar melodias vindas de várias regiões do mundo. Oferecem um concerto interativo cheio de energia, humor, histórias e de ritmos variados criando um som próprio e sólido como a paisagem serrana do interior.
As suas letras transmitem uma clara mensagem de esperança e resistência e recordam-nos a necessidade de retornar aos ritmos naturais de outrora num mundo onde cada vez mais é necessário recuperar os valores ancestrais que a Mãe Terra nos ensinou.

Juan Abalos – voz, guitarra e timbales
Zé Conde – baixo, harmónio e hammond
Agostino Aragno – voz, violino, percussão
Andrea Versè – congas, cajon e percussão

Próximas datas:

15/07 Folk Ancas

18/07 Festival do Teatro de Almada

Duque Província – Prato Da Casa (2023) (single) ID

Duque Província – Prato Da Casa (2023) (single)


DUQUE PROVÍNCIA REGRESSAM COM ‘PRATA DA CASA’


Os Duque Província regressam com o novo single ‘Prata da Casa’. A banda composta por Henrique Gonçalves (voz, guitarra), António Horgan (teclados), Philippe Keil (baixo) e Francisco Cunha (bateria) aventura-se pela primeira vez no universo da produção e apresenta uma nova sonoridade. ‘Prata da Casa’ é uma música fresca e nostálgica,  fortemente influenciada pela synth pop e a new wave da década de ‘80 com a leveza, frescura e descomprometimento típicos do verão.


“O que começou por ser uma música acústica, com mais tendências indie rock do que outra coisa, acabou por transitar para uma canção upbeat em que substituímos as guitarras pelos sintetizadores. O processo de gravação foi ar fresco para nós porque nos aventuramos no universo da produção. É um ângulo muito diferente de ver a música mas é, sem dúvida, mais recompensador”, afirma o vocalista Henrique Gonçalves. 


‘Prata da Casa’ abre caminho para a estação mais quente do ano, que será recheada de surpresas, nomeadamente, a estreia da banda no festival Sol da Caparica, no dia 19 de agosto. 


“Esperamos muito deste Verão, mas sabemos que a cereja no topo do bolo será o Sol da Caparica. Depois do ano passado nos termos estreado nas Festas do Mar, em Cascais, dar agora este passo para um festival com ainda mais renome é absolutamente fantástico”, promete a banda. 
O novo tema sucede ao álbum de estreia “2032”, editado em setembro de 2022, que inclui os singles ‘Cai-me a Ficha’, ‘Chuva’, ‘Entretive a tua Insónia?’, ‘Silhueta’ e ‘Tempo Sem Ti’.




SOBRE OS DUQUE PROVÍNCIA
Naturais de Cascais e Lisboa, é na escrita de canções originais que os Duque Província encontram um lugar no panorama musical português, unidos pela boa energia e amizade. O projeto conta com influências vindas particularmente dos anos ’60, ’70 e ‘80.


Com a abordagem fresca das sonoridades indie-pop-rock, a banda fundada no final de 2018 começa a gravar o primeiro disco em 2021. Incluído nos Novos Talentos FNAC 2022 e presença assídua no top A3.30 da rádio Antena 3, o tema ‘Cai-me a Ficha’ veio desenhar a ambição crescente da banda.


No primeiro dia de setembro de 2022 pisaram o palco principal das Festas do Mar, em Cascais, e no último dia do mesmo mês lançaram o álbum de estreia, “2032”, produzido por António Vasconcelos Dias (Benjamim, Flak, MONDAY).