Tiago Chaves – A Culpa Viveu Solteira (2025) (single)

Tiago Chaves – A Culpa Viveu Solteira (2025) (single) 

“A Culpa Viveu Solteira” é a canção que desvenda e dá o nome ao próximo disco de Tiago Chaves, assinalando um novo marco na sua música, tanto por abordar temas e reflexões urgentes dos nossos dias, como pelo seu registo na língua portuguesa.

O tom sarcástico da canção introduz-nos a uma figura narcisista e manipuladora, cujo modo de vida passa pela recusa de qualquer sinal de vulnerabilidade. É na letra que se expõe a forma como este sujeito se ilude a si próprio e a quem o rodeia, mantendo uma fachada de impunidade e escondendo-se atrás da ilusão do triunfo. Aliada a esta crítica mordaz, surge ainda a ideia de que “ser feliz é ser capaz de aceitar as ironias”, o que sugere a conformação de que tudo é um inevitável castigo ao qual é impossível escapar.

Trata-se, portanto, de uma reflexão sobre a hipocrisia social, o autoengano e o mal- estar emocional de quem escolhe viver a ignorar tudo o que ameaça a sua falsa estabilidade.

Com música, letra e co-produção de Tiago Chaves, “A Culpa Viveu Solteira” contou com a produção, gravação, mistura e masterização de Rafael Fernandes, bateria tocada por André Macedo e gravada no estúdio de Cláudio Tavares e a fotografia, vídeo e design por Tó Nascimento.

Asa Cobra – Asa a Cobra (2025) (single)

Asa Cobra – Asa a Cobra (2025) (single) id

Asa Cobra é um novo projeto nascido do encontro entre a cantora e letrista Carollyne Barreira e os músicos/produtores Marco Castro e Igor Domingues. 


O trio apresenta-se com uma identidade sonora híbrida, onde o groove brasileiro se funde com batidas eletrónicas e texturas orgânicas. O single de estreia, ‘Asa à Cobra’, lançado na última sexta-feira, é um manifesto visceral e questionador, onde revolta e amor coexistem.

Victor Torpedo and The Pop Kids – Friends (2025) (single)

Victor Torpedo and The Pop Kids – Friends (2025) (single) id

Numa altura em que o mundo está literalmente ao contrário, com guerras, crises e catástrofes, as pessoas revelam o quão difícil é aprender alguma coisa com o passado. O mundo, ao invés de se ir tornando num local melhor com pessoas empáticas e humanas, está a tornar-se em algo monstruoso onde assusta viver.

As pessoas estão cada vez mais robóticas, desumanas e egoístas e as relações cada vez mais impessoais e descartáveis. Quem está certo ou errado? Nunca saberemos, mas continuaremos a remar contra o que nos parece errado e a lutar para defender os nossos ideais.

Fuck The World é mais um manifesto de Victor Torpedo, desta vez acompanhado em estúdio pelos seus Pop Kids. São 9 faixas que descrevem o nosso estado e o nosso estado em relação ao mundo alienado em que vivemos. Mostram, ainda, a revolta de nos encontrarmos assim, aqui.

Victor mantém as raízes dos anos 80 bem vincadas tanto na vertente rock, synth, new wave, pop e punk, num regresso ao passado com bom gosto e coberto de contornos modernos. Mantém um equilíbrio entre a dança e o salto, entre a elegância e o caos, entre a poesia e a revolta numa unidade sonora que tão bem caracteriza este conimbricense.

É um disco que emana calor e vontade de dançar, com sonoridades vibrantes e electrizantes que, certamente, não deixará o ouvinte imóvel.

Conta com a delicadeza forte e astuta do saxofone de Filipe Fidalgo em algumas músicas e com a belíssima voz de Bonnie Blossom em “Eisbar”.

Fuck The World é o primeiro disco gravado com os Pop Kids e vai sair em todas as plataformas no próximo dia 16 de Maio, podendo ser já adquirido fisicamente na Lucky Lux, em Coimbra. Teve como single de antecipação “Society” que saiu no dia de aniversário de Victor, dia 7 de Abril, e vai ter um segundo single, “Friends” a sair, igualmente, no dia 16 de Maio acompanhado de um vídeo.

Os Tua – Fuga da Alegria (2025) (single)

Os Tua – Fuga da Alegria (2025) (single) 

Os Tua lançam segundo single!

O novo tema da banda poveira mergulha na derrota do amor, transformando o fim de uma relação numa reflexão poética e nostálgica sobre a felicidade. “Fuga da Alegria” destaca-se pela sonoridade pop envolvente e reflete a versatilidade sonora d’Os Tua.

No mês passado, a banda estreou-se com o single “Outra Vez”, um pop-rock vibrante que marcou o início de um novo ciclo.

Muito em breve, será lançado o seu primeiro EP, “Partida.”, que promete ser uma viagem de emoções fortes e melodias marcantes.

Os Tua são Laura Costa (voz), André Regufe (guitarra), Luís Coentrão (bateria), Inês Ferreira (teclados) e Eduardo Teixeira (baixo).

Rick Montalvor – Psychotic Carousel (2025) (single)

Rick Montalvor  – Psychotic Carousel (2025) (single)

O ser humano constrói-se de vivências, histórias, pessoas e fantasmas. Em vários estágios da vida, há que estabelecer rituais de libertação onde ficamos com o que aprendemos e deixamos para trás o que não precisamos.

Inspirado na ecdise — o processo vital através do qual as serpentes se libertam da pele antiga, marcada por traumas e parasitas — o novo disco de Rick Montalvor ergue-se como uma metáfora poderosa sobre renascimento e cura, onde cada faixa revela uma nova camada, onde memórias, cicatrizes e desejos esquecidos ganham forma e voz.

Com uma sonoridade mais sombria e enigmática, Skinless afasta-se da energia do registo anterior, propondo-nos uma experiência imersiva e hipnótica de som, silêncio e texturas que se entrelaçam num misto de vivências sensoriais e emotivas. Trata-se de um disco bastante orgânico, como se, aquando da sua escuta, conseguíssemos tocar nas notas, nos sons, nas palavras…

Skinless revela a falta de pele mas ao mesmo tempo retrata uma certa sensibilidade à flor da pele. É uma metáfora poderosa sobre renascimento e cura!

Rick Montalvor celebra uma década de estrada com a edição do seu segundo disco. Skinless foi gravado no Bandido Sessions Studio, produzido por Rick Montalvor e Fred Garcias que também esteve a cargo da mistura e masterização, sai no próximo dia 19 de Maio com o selo da Raging Planet e da Band-it. Sai no próximo dia 19 de Maio com o selo da Raging Planet e da Band-it. Tem como single de apresentação “Psychotic Carousel” e vai ser apresentado no dia 22 de Maio no Tokyo, em Lisboa, e no dia 24 no Bafo de Baco, em Loulé.

Mais do que um disco, é um rito de passagem. Um sussurro que arde.

Uma pele deixada para trás.

Mão Cabeça – Mão Quente (2025) (single)

Mão Cabeça – Mão Quente (2025) (single) 

“Mão Quente” é uma expressão que pode significar sorte ao jogo, e neste mais recente single de Mão Cabeça é exatamente sobre o fator sorte que se propõem a refletir e a fazer pensar. Esta é também a faixa que encerra o ciclo de lançamentos do segundo EP da banda e que lhe dá nome.

Mariana Guimarães – Quarta-feira (2025) (single)

Mariana Guimarães – Quarta-feira (2025) (single)

A partir de Março 2025, Mariana começa a viagem de lançamento do seu segundo álbum. Sairá um single por mês até sair o álbum completo no Outono deste ano. A primeira canção chama-se “Perguntas Respostas” e sai no dia 14 de Março em todas as plataformas digitais. É uma música que foi escrita a chorar e com a consciência de que algo bom estava para vir, porque a vida redirecciona-nos para onde temos de estar. É uma ode à perda, à desilusão, ao não saber o que aí vem depois de tudo parecer desmoronar, mas também à confiança de que caminhando vamos descobrindo as respostas e o sentido de tudo o que acontece. Mariana Guimarães escolhe esta música pop-rock-folk, como o primeiro single do seu segundo álbum,

single este que cantou ao vivo durante o último ano e que já conquistou muitos corações.

Se o seu primeiro álbum, “Alguém me leve”, muito bem acolhido pela RTP e outros canais de media nacionais, apresentado ao vivo nas FNACs e Café da Casa da Música, “cheira a campo”, como bem disse Jorge Afonso da Antena 1, este seu segundo álbum dá voz à experiência ao longo da uma fase de radical mudança na sua vida, uma fase de reposicionamento no mundo artístico, de separação, de estar solteira e todas as experiências associadas, os tabus a desfazerem-se, a verdade a vir ao de cima, uma mulher a empoderar-se e subir no seu amor- próprio mais um nível. As canções são de uma sinceridade que harmoniza e catalisa, de um lugar de consciência que expande e inspira, escritas em transformação e abrindo espaço para

a transformação de quem a escuta e sente.

Este seu álbum vai ser promovido entre os media, nas redes sociais, em workshops, e ações de rua e os espetáculos de apresentação cruzarão a música, com a dança, com a palavra e contarão com a participação de comunidades locais e artistas convidados numa experiência

única e completamente inesquecível para público e participantes.

Filipe da Graça – Alta Classe (2025) (single)

Filipe da Graça – Alta Classe (2025) (single)

Filipe da Graça – Alta Classe

(2025, Maternidade)

Música: Filipe da Graça; Samuel Cockerton

Produção: Filipe da Graça; Samuel Cockerton

Mistura: Filipe Sambado; Michał Miegoń

Masterização:  Miguel Gomes

Fotografia: João Gambino

Design: Silas Ferreira

Ricardo Reis Soares – A Noite (2025) (single)

Ricardo Reis Soares – A Noite (2025) (single) 

Ricardo Reis Soares nasceu em Braga e vive em Lisboa. Desde o pequeno teclado Casio que recebeu pelo Natal aos quatro anos de idade, nunca a música deixou de o acompanhar. Muito novo frequentou aulas de piano e mais tarde descobriu na guitarra uma confidente ouvinte das suas histórias. Passou pela Academia Valentim de Carvalho e estudou jazz no Hot Clube de Portugal.

Músico, compositor, traz para as suas canções as suas vivências, fragilidades, a sua interpretação do mundo através dos detalhes e seus personagens reais e fictícios. Prepara o seu primeiro EP Contra tempo que conta, na produção, com o músico Miguel Mâroco.

Neste primeiro projeto, Ricardo dá a conhecer a sua escrita através da forma como compreende o que o rodeia, da sua sensibilidade na observação das coisas mais simples do dia a dia.

Depois da canção “Diz-me quanto tempo” lançada em novembro de 2024, “A noite” é o segundo single a ser revelado do seu EP de estreia. O single foi gravado no estúdio Cuca Monga, no estúdio do Chico, no estúdio de Marvila e em casa, produzido e misturado por Miguel Marôco e masterizado por Gonçalo Bicudo. A canção fala da dificuldade que pode existir em atravessar a noite, principalmente quando a solidão aparece de mãos dadas com o apagar da luz. Os locais mais silenciosos podem tornar-se ensurdecedores. A nossa companhia pode tornar-se a mais inconveniente. Esta canção fala sobre esse sentimento. Sobre a necessidade de fugir do silêncio enquanto as ruas de uma cidade adormecida são percorridas.

O vídeo com letra demonstra precisamente essa viagem noturna pelas ruas da cidade de Guimarães. O vídeo tem fotografia de Vitor Martins, tem realização e edição de Luís Castro e teve Margarida Soares como assistente de produção.

Ao vivo, Ricardo Reis Soares apresenta-se tanto a solo como com a sua banda. Neste momento estão a ser fechadas algumas datas para breve onde irá apresentar não só os dois singles já editados, mas também dará a conhecer as outras canções que vão fazer parte do EP. Uma das datas pode já ser partilhada, um concerto a solo na Cossoul, em Lisboa, no próximo dia 19 de Julho.

Caravananana – Lonely Bird (2025) (single)

Caravananana – Lonely Bird (2025) (single)

Os CARAVANANANA apresentam os seus novos singles: LONELY BIRD / TEQUILA. Já disponíveis nas plataformas digitais.

Entre concertos, tours e tocar na rua, os Caravananana fizeram uma breve paragem em Lisboa no Estúdio Roma 49 para gravar estes dois singles. Entre os quais Lonely Bird, que tem um videoclipe gravado entre o Porto e a sua cidade natal de Setúbal. Para partilhar estes singles os Caravananana embarcaram numa tour de 3 meses rumo à Inglaterra!

Pedro Venceslau na voz e guitarra, João Figueiras na bateria, Mauro no baixo e participação especial de José Zambujo na flauta transversal e saxofone. Este é o power trio que certamente vos vai pôr a mexer!

Sid Saint – Lisboa Menina e Moça (feat. Vânia Fernandes & Pedro Gouveia) (2025) (single)

Sid Saint – Lisboa Menina e Moça (feat. Vânia Fernandes & Pedro Gouveia) (2025) (single) 

Tributo a Carlos do Carmo com colaboração da Vânia Fernandes (Festival da Canção e Operação Triunfo 2008), em 2022 abri o concerto da Elisa (minha conterrânea e vencedora do Festiva da Canção 2020)

No ano passado lançou o primeiro álbum “Quem?” No festival Aqui Acolá, a abrir para o Legendary Tigerman e nesse mesmo ano abri o concerto do Bispo no Festival A’NORTE.

Democrash – Important People (2025)(2025) (single)

Democrash – Important People (2025)(2025) (single) 

Com Important People, os Democrash ampliam o seu universo distópico e confrontacional, mergulhando mais fundo nas estruturas invisíveis que moldam a nossa percepção de identidade, de valor e de realidade.

Cada faixa é um episódio desse colapso moderno, onde o reconhecimento se torna moeda, o corpo se torna um símbolo e a linguagem é uma armadilha. O single “The Concept of Clothing” despe-nos da pertença e “Important People” questiona o véu do estatuto social, enquanto que o resto do álbum continua esse percurso de desprogramação, entre sistemas manipulados, escolhas impostas e verdades disfarçadas.

Da alienação urbana ao hacking emocional, da memória que se desfaz às relações que nunca se concretizam, o disco não oferece respostas. Tenta apenas expor o ruído, o vazio e as sombras do tempo em que vivemos.

Important People é um grito para um espelho partido. É uma denúncia musical e estética do colapso lento do “eu” no meio de algoritmos, distrações e falsas utopias, com a urgência de dizer o que importa.

Antes que o silêncio nos substitua.

O segundo LP da banda tem data de lançamento marcada para o dia 12 de Maio com o selo da Raging Planet e Vinil Experience e vai ser apresentado no dia 16 de Maio no Tokyo em Lisboa.