Inês Apenas (feat. Malva) – Tensa (2023) (single) (ID)

Inês Apenas (feat. Malva) – Tensa (2023) (single) (ID)

INÊS APENAS lança ‘Tensa’, o primeiro single do próximo EP de originais.

Novo tema antecipa a edição de “Leve(mente)”, o segundo trabalho de originais da artista
A artista INÊS APENAS edita ‘Tensa’, o primeiro avanço do próximo EP de originais. Em parceria com Malva – cantora e rapper da dupla redoma – ‘Tensa’ é uma canção leve e descontraída, que surgiu da necessidade urgente de relaxar e de “ser abanada” para alcançar esse estado de espírito.

“Existe uma dicotomia engraçada na canção pela temática de estar ‘tensa” mas a melodia e harmonias nos levarem numa viagem tranquila e calma, a dançar ao som das coisas boas que a vida nos dá”, revela INÊS APENAS, que viu em Malva a pessoa indicada para esta “entrada grátis num spa auditivo”. Para a cantora e rapper Malva, a colaboração chegou na altura certa. “Quando a INÊS APENAS me mandou este refrão, eu estava a precisar de levar um abanão da vida ou de alguém para me sentir mais leve e o tema fez todo o sentido. Acabámos por criar os versos juntas e descobrimos a leveza que estávamos à procura”, afirma Malva. A produção de ‘Tensa’ ficou a cargo de Joana Rodrigues – a outra metade da dupla portuense redoma.

Com este primeiro single, INÊS APENAS trilha o caminho para “Leve(mente)”, o novo EP com lançamento a 5 de maio. Neste trabalho de originais – que inclui ‘Fim do Mundo’, o tema que defendeu no Festival da Canção – a cantora, compositora e pianista leiriense marca uma posição firme no Pop português e apresenta um EP visual, em que cada música habita um espaço, uma cor e um aspeto distinto, através de visualizers únicos.

“Hoje em dia tudo muda a cada segundo e vivemos num imediatismo constante. Quando escrevi estas canções libertei muita energia, dor apaziguada e um desejo por dias mais leves, felizes e cheios de ritmo: para dançarmos ao som da vida”, declara INÊS APENAS. Além de ‘Tensa’, a artista lança nas próximas quartas-feiras dois novos singles: ‘Shhinfrim’ (26/04) e a faixa-título ‘Leve(mente)’, em parceria com LEFT. (03/05).

O concerto de apresentação do novo EP de INÊS APENAS está marcado para 13 de maio, no espaço Musicbox (Lisboa), com banda e convidados especiais.

SOBRE INÊS APENAS
Pianista, cantora e compositora, INÊS APENAS nasceu em Paris e reside em Leiria desde os 3 anos de idade. Começou a sua formação musical no Orfeão de Leiria e, mais tarde, licenciou-se em Piano Clássico na ESMAE, no Porto.
Em 2019, integra a equipa de Surma no Festival da Canção como backing vocal e alcançam o 5º lugar na final. Depois desta participação, começa a descobrir-se como compositora e intérprete e, em 2021, lança ‘Tu Fazes Tão’, o primeiro tema como INÊS APENAS. Em 2022, edita o EP de estreia, “um dia destes”, que conta com mais de 100 mil streams nas plataformas digitais. No verão do mesmo ano, junta-se ao coletivo AVALANCHE, NED FLANGER e Tom Maciel e cria o tema ‘Batata Frita’, que figurou no top semanal da Antena 3 e outras rádios nacionais.
Colabora no álbum “Moods”, da cantora Aurea, assinando a coautoria do tema ‘Vou Tirar um Break’. Atualmente, prepara a edição de “Leve(mente)”, o segundo trabalho de originais composto por 6 faixas, com lançamento a 5 de maio. Entre temas a solo e colaborações com Malva, SOLUNA e LEFT., o novo EP “Leve(mente)” promete declarar INÊS APENAS como o novo nome do panorama Pop português.

Bela Noia – Para Que Voltar (2023) (single)

Bela Noia – Para Que Voltar (2023) (single) ID

A Bela Noia existe… e é vossa.

Após mostrar a sua habilidade lírica e a sua capacidade de contar histórias em projetos anteriores, o artista multidisciplinar Pedro Vieira aventura-se por um outro caminho que o leva a refletir, procurando uma solução para uma realidade que o inquieta. Tentando reinventar-se, acaba por explorar uma nova linguagem, criando assim uma série de canções que amotinam os alicerces da música pop e inquietam quem as ouve, pelo constante salto ao rock e folk, sem largar a mão do noise e do prog rock. A Bela Noia surge quase que por vontade própria, como uma necessidade de espelhar o lado não explicativo e menos racional do processo criativo de Pedro Vieira.

A Bela Noia cresce e amadurece com colaboração do músico e produtor viseense Gonçalo Alegre que acompanhou todo o processo desde o início, criando os arranjos para as canções e produzindo o primeiro disco de Bela Noia. A banda fica completa com Miguel Rodrigues, que assume as baterias e percussões do projeto, e Leonardo Outeiro, que interpreta os temas na guitarra, baixo ou teclado.

“Para quê voltar” assinala o avanço do disco de estreia de Bela Noia. Num single com fortes influências de música rock, folk e tradicional, edifica-se um hino à nostalgia, incitando uma reflexão sobre o conceito de memória. O sujeito poético grita por atenção e ajuda, procurando responder às suas dúvidas e apelando, sobretudo, à esperança, num misto de emoções que constituem esta viagem. Se recordar é viver e faz parte do que somos, então para quê querer voltar?

“Para quê voltar” é o quarto capítulo do disco Os Miúdos estão Bem, com lançamento marcado para este ano. O álbum exprime uma fase algo conturbada na vida do autor, que expõe os seus medos e turbulências emocionais. A Bela Noia procura, sobretudo, respostas para uma fase de emancipação e transição. A mudança é algo assustador e ao procurar uma resposta acaba por perceber-se que a falta dela é uma possibilidade… e está tudo bem!

A componente visual que acompanha o tema é realizada e filmada por Pedro Vieira e Leonardo Outeiro e editado por Pedro Vieira criando uma estética intima, caseira e pessoal sem grandes artifícios e recursos.

https://www.instagram.com/bela.noia/
https://www.youtube.com/@abelanoia

Matilde Fachada – Senso De Vida (2023) (single)

Matilde Fachada edita “Senso de Vida”
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MIC – Música Independente de Coimbra de 2022

Matilde Fachada edita “Senso de Vida”
No passado dia 23 de Março, Matilde Fachada editou Senso de Vida, tema produzido no âmbito do projeto MIC | Música Independente de Coimbra. 

Senso de Vida fala-nos de uma felicidade imensa que nos leva a dançar e a cantar, perto de um sentimento de euforia, que segundo a autora “devíamos procurar todos os dias da nossa vida”. 
É uma música simples, só tem voz, acompanhada à guitarra. 

O projecto MIC | Música Independente de Coimbra, da produtora Blue House, pretende descobrir novos talentos da região de Coimbra.
A iniciativa procura apoiar a criação e a promoção da música emergente, ao incentivar a profissionalização dos artistas selecionados. Os projetos escolhidos integram a programação do ‘Café Curto’, um ciclo de concertos que acontece todas as terças-feiras, no Café Concerto do Convento São Francisco.
Para além da apresentação ao vivo, os novos artistas têm, ainda, direito a uma sessão fotográfica e a oportunidade de gravar um tema original no estúdio da Blue House e de produzir o respetivo videoclipe com a realização do fotógrafo e videógrafo Tiago Cerveira.

Café Curto & MIC | Música Independente de Coimbra
O ciclo ‘Café Curto’ convida o público a sentar-se à mesa com a música, todas as terças-feiras, às 19H30, no Café Concerto Coimbra do Convento São Francisco. Esta programação tem a curadoria da Blue House e o apoio da Câmara Municipal de Coimbra. Desde outubro de 2020 até ao final de 2022, servimos mais de 70 showcases de 30 minutos, mantendo a aposta em jovens artistas e projetos emergentes, providenciando-lhes um espaço onde podem mostrar o seu trabalho à cidade. Na última sessão de cada mês, o ‘Café Duplo’ proporciona um espetáculo de 60 minutos, fruto de um processo de sinergias e cocriação, em que dois artistas, — um local e um nacional — apresentam os seus temas separadamente, mas juntando-se em palco para duas músicas conjuntas, desenvolvidas em residência prévia, no estúdio da Blue House.

O ‘Café Curto’ integra, ainda, uma vertente de formação artística e profissional, com a convocatória ‘MIC | Música Independente de Coimbra’, em que os/as artistas selecionados/as têm a oportunidade de apresentar o seu trabalho no Café-Concerto do Convento São Francisco.

Quem é Matilde Fachada? 
Matilde Fachada tem apenas 21 anos e assume que não é música, nem cantora, e que pouco percebe de música. No entanto, tem por hábito (e prazer) pisar o palco enquanto atriz e, atrás das cortinas, criar som e canções para os espetáculos onde participa. No teatro, costuma dizer as palavras de outras pessoas e, agora, propõe-se a cantar as suas, resultado de um processo experimental em que tenta juntar e brincar com as duas formas de arte que se entrecruzam na sua vida.

Mema. – De Cabeça (2023) (single) ID

“De Cabeça” é o último single que antecipa o primeiro longa-duração de MEMA., “LeveEscuro”, com data de lançamento já na próxima semana, a 21 de abril de 2023.



Este single é uma canção assumidamente pop e electrónica, mas ainda assim despida de preconceitos de género musical, notórios nas suas pesadas guitarras eléctricas e apontamentos de RnB.

Em “De Cabeça”, MEMA. canta (com alguma ironia) sobre o seu espírito impulsivo, ansioso, mas também destemido.

“É sobre atirarmo-nos a tudo de cabeça, cometer várias vezes o mesmo erro e mesmo assim parecer não aprender a lição.” refere a artista.



O lançamento do single é acompanhado por um videoclip realizado por Luís Água, artista que também participou de algumas das canções que fazem parte de “LeveEscuro”.

Henrique – Down Again (2023) (álbum)

Biografia do Henrique:

Henrique é um artista pop independente com o sonho de alcançar sucesso internacional.
Natural do distrito de Coimbra, desde pequeno explorou as mais diversas áreas artísticas como forma de expressão, tanto nas artes plásticas como nas artes performativas.
Consciente de que a escrita é a sua melhor ferramenta para comunicar e compreender as suas emoções, começou a compor e produzir temas originais que tem vindo a lançar nas plataformas digitais.
Além de cantor e compositor, é ator e bailarino, com formação em teatro musical.
Um dos seus grandes objetivos é poder representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção.

André Marques – Dreams Die And Never Come Back (2023) (álbum)

O meu último single “DREAMS DIE AND NEVER COME BACK” estará presente no meu segundo álbum instrumental com o título “MYSTICAL BORDERS”, que será lançado no próximo dia 5 de Maio.

Bio:
Sou um apaixonado por filmes e bandas-sonoras desde que me lembro de existir, e recentemente decidi aprender e começar a compor música instrumental, tendo já aprendido bastante e com a consciência de ter ainda muito mais para experimentar e desenvolver.
No ano passado lancei o meu primeiro álbum instrumental intitulado “Nightmares”, com um ambiente mais relacionado com o tema do terror e inspirado nas sonoridades presentes em filmes desse género e de suspense.

Em 2023 irei lançar um segundo álbum “MYSTICAL BORDERS”, mais experimental e electrónico, onde exploro uma temática mais mística e ligada ao espaço/universo. O single “SINKING” foi o primeiro single, e “WE ARE ALL DUST” é o segundo single, para mostrar duas sonoridades diferentes que estarão presentes no álbum. Por fim foi lançado um terceiro e último single: “DREAMS DIE AND NEVER COME BACK”.
O álbum será lançado no dia 5 de Maio e pode ser guardado aqui: https://share.amuse.io/album/andre-marques-mystical-borders

Sempre estive ligado ao cinema e formei-me em Audiovisual e Multimédia, sendo que tenho uma página dedicada ao cinema e também escrevo argumentos.

O futuro estará sempre ligado ao cinema e a tudo o que o envolve.

Dullmea – Lloc Comú (2023) (álbum)

Dullmea – Lloc Comú (2023) (álbum)

DULLMEA APRESENTA O NOVO DISCO “LLOC COMÚ”

Dullmea apresenta o novo disco “Lloc Comú” – um trabalho apresentado em formato de instalação sonora que explora os conceitos de comunicação, diálogo, debate e consenso, instrumentos fundamentais a uma sociedade cada vez mais participativa.
Cada peça foi co-composta e co-gravada por Dullmea e um músico convidado através de um esquema de pergunta-resposta virtual, resultando num objeto verdadeiramente coletivo e dialogado.
Dullmea contou com os músicos convidados Ricardo Pinto, pianista do Porto, um dos mais relevantes criadores de música para teatro do país; Maria João, a voz emblemática do jazz em Portugal; Rui Rodrigues e Miquel Bernat dos Drumming, grupo de Percussão do Porto que tem sido um dos principais impulsionadores da evolução da percussão erudita em Portugal; Pedro Melo Alves, figura relevante do jazz contemporâneo e membro fundador de Omniae Ensemble, The Rite of Trio; Marcelo Rúben Aires, nome de destaque da bateria a nível nacional, membro fundador de Sullen e Rei Bruxo; Guilherme Lapa, contrabaixista e membro fundador dos coletivos Grão a Grão e Sono; Daniel Martinho, que foi Jovem Residente da Casa da Música e criador do álbum “Genealogy”; Tatiana Rosa, artista audiovisual, electrónica e flautista a residir em Amesterdão; Patrícia Lestre, voz, ukulele e arranjadora de Aquilo Que Vocês Quiserem; Frederic Cardoso, clarinetista que tem conquistado vários prémios em concursos nacionais e internacionais e dedica uma parte significante do seu trabalho à música de câmara e à música contemporânea; e o músico multi-instrumentista André Lourenço, membro fundador dos coletivos Trash Panda Collective e Pinturas Negras, a residir em Amesterdão.
Ricardo Pinto foi o responsável pela mistura e masterização de “Lloc Comú”. O design gráfico é de João Pedro Fonseca (Zabra).
Dullmea é um projeto que explora as infinitas possibilidades da voz e da eletrónica. Na sua discografia contam-se os discos “Keter” (2016), “Hemisphaeria” (2019) e dʊl’mjə̯. No final de 2021 lança “Orduak”, um disco que foi aclamado pela crítica nacional e internacional. Dullmea já se apresentou ao vivo nos Países Baixos, Portugal, Espanha, Brasil, Alemanha, Dinamarca e Reino Unido. Compõe música para teatro.

“Lloc Comú” vai ser apresentado em formato de instalação sonora no Lisboa Incomum de 10 a 17 de Abril; e na Biblioteca Municipal de Felgueiras, de 13 de Maio a 3 de Junho.

Mais informação:
www.dullmea.com
https://dullmea.bandcamp.com/album/lloc-com

April Marmara – Still Life (2023) (álbum)

April Marmara, lança o seu novo disco no próximo dia 14 de abril. Deste “Still Life”, que tem o selo da nova editora Lay Down Recordings, já são conhecidos os temas “Who Knows Where the Love Goes”, “Shell” e “Dead Flowers”.

Estas 3 canções já nos introduziram e abriram um pouco da porta deste novo LP de April Marmara, mostraram-nos à ambiguidade de uma artista que observa, de forma atenta, a passagem do tempo, mas que de forma alguma se senta passivamente à sua margem, sem interagir com ele.


O ‘Still Life’ é um álbum escrito com tempo. São canções escritas sobre a contemplação da natureza, a sensibilidade da passagem do tempo e sobre as histórias que vou descobrindo e escrevendo. São também sobre o exílio e os meus pensamentos. Foi durante as gravações deste álbum que me apercebi do poder, da energia que é fazer música e do buraco enorme que esta preenche na minha vida. “Still Life” é a minha afirmação como artista. É um álbum que embarca tantas pessoas que o ajudaram a remar em frente e que o suportam.”
Nas palavras de April Marmara.

Este novo álbum é um mergulho profundo no isolamento, na solidão, na qualidade das relações humanas e, acima de tudo, na relação de alguém com a natureza e seu próprio lugar neste mundo. É um amadurecimento em relação ao trabalho de estreia “New Home” (2018), tanto a nível espiritual quanto artístico. “Still Life” é uma coleção de 8 faixas repletas de paisagens sonoras cinematográficas e letras pictóricas.
Ao ouvir somos imediatamente convidados a entrar num calmo transe, que ganha forma nos riffs hipnóticos da guitarra, apenas para ser ocasionalmente interrompido pelo conforto de uma bela melodia de violoncelo ou clarinete. E, claro, a qualidade sempre estranha e única da voz de Beatriz Diniz.

Todas as 8 canções foram criadas pela própria April Marmara e os arranjos foram escritos e produzidos em colaboração com Afonso Cabral (You Can’t Win Charlie Brown; Bruno Pernadas; Minta & The Brook Trout). O álbum foi mixado por Eduardo Vinhas entre os Estúdios da Estrela e os Namouche em Lisboa. Os toques finais vieram do Canadá com masterização de Philip Shaw Bova (Angel Olsen; Andy Shauf; Bahamas).


April Marmara expande continuamente os limites do significado da música folk, misturando influências de artistas folk ingleses como Nick Drake ou Vashti Bunyan com heróis do folk português como Fausto Bordalo Dias. Com uma gama de instrumentos globalmente diversos como a guitarra acústica, o adufe (percussão tradicional portuguesa), e até as tablas e harmónio indianos. 


“Still Life” é editado a 14 de abril pela Lay Down Recordings. Disponível em todas as plataformas de streaming e numa impressionante edição em vinil nessa mesma data.

Yamandu Costa E Martín Sued & Orquestra Assintomática – Suíte Ameríndia (2023)(single)

Suíte Ameríndia é composta de 3 movimentos, o primeiro homenageia a cultura cubana, o segundo movimento se encaminha mais para América Central, e o terceiro homenageia o litoral Argentino, por isso esse nome: uma mistura de América do Sul e Caribe. Nessa versão, com a super participação de Martín Sued & Orquestra Assintomática. Suíte Ameríndia: I. La Brisa II. Galope III. La Reunión Composição: Yamandu Costa Arranjo e orquestração: Martín Sued Violão de 7 cordas | 7 strings guitar: Yamandu Costa

Violinos |
Violins: Denys Stetsenko (https://www.instagram.com/denys.stets…,
João Silva (https://www.instagram.com/joaosilvavi…,
Marian Yanchik (https://www.instagram.com/marianyanch…,
Gustavo Cabrera (https://www.instagram.com/jedumgc/),
Jennifer Davila (https://www.instagram.com/mafalda_san…)

Violoncello: Sandra Martins (https://www.instagram.com/sandramarti…)

Contrabaixo | Contrabass: Francesco Valente (https://www.instagram.com/mofrancesco/)

Guitarra | Guitar: Franco Dall’amore (https://www.instagram.com/francodalla…)

Piano: Ariel Rodriguez (https://www.instagram.com/arielrodrig…)

Trompete e Flauta | Trumpet and flute: Diogo Duqe (https://www.instagram.com/diogotrompete/)

Oboé: Nazaré Pinto Leite (https://www.instagram.com/nazarepinto…)

Fagote | Bassoon: Gonçalo Pereira

Bandoneón: Martín Sued Arte da capa |

Cover art: Pedro Strukelj (https://instagram.com/pedro_strukelj/)

Violão | Guitar : Vicente Carrillo (http://vicentecarrillo.com/yamandu/)
Gravação e edição | Recording and editing: João Corteze (https://www.instagram.com/manjubafilmes/) e Gil Costa (https://www.instagram.com/gil_costa_/)

Gravação, mixagem e masterização | Recording, mix and mastering: Jorge Cervantes Yamandu usa cordas Savarez | Yamandu uses Savarez strings (https://www.instagram.com/savarez_str…) •

SIGA | FOLLOW • Instagram: https://www.instagram.com/yamandu.cos…
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ESCUTE | LISTEN • Spotify: https://spoti.fi/3t5hlw5
Deezer: https://www.deezer.com/br/artist/126379
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Booking – booking@yamandu.com.br





Fatspoon – Erótico & Sensual (feat. David Bruno) (2023)(single)

Erótico e Sensual é o tema que junta Fatspoon a David Bruno!

Da analogia da confecção de comida à criação de música surge Fatspoon.
“A criação de musica é um processo com bastantes semelhanças ao da preparação de comida, desde a escolha de ingredientes ao tempo de maturar, ou à forma como é servido.”

Fatspoon lançam novo single com David Bruno, “Erótico e Sensual” que nos traz a irreverência do artista convidado e a sonoridade jazz característica da banda, num alternativo indie bastante sensual, passemos a redundância. 

Fatspoon teve a típica génese de uma banda de amigos que partilhava o gosto por música instrumental (2018). Depois de definida a identidade da banda, o processo criativo passou a ser mais conceptual, baseado nas maquetes compostas por Miguel Pinto (baixo). Posteriormente polidas na sala de ensaio por Gonçalo Palmas (teclado) e Zandré Dinis (bateria), foi complementado por Pedro Nadais (guitarra) e Tiago Pinto (guitarra). Em 2020, a banda editou somente em formato físico, um disco de música instrumental.

Por influência de André Indiana (2021), que é o produtor do novo álbum, esta visão instrumental alargou passando a contemplar canções e letras. Desta necessidade nasce a sinergia com Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel), e da mesma forma se acolheu o contributo vocal da Helena Neto (Expensive Soul). 

Esta base acabou por definir o processo de produção do novo álbum, que se divide em temas que individualmente pediam contribuições específicas. Foram beber à irreverência de David Bruno, ao “tropicalismo” de Tiago Nacarato, aos conceitos de Edu Mundo e à entrega de Jake Miagra. Da mesma maneira incorporam a energia de Helena Neto, o timbre de Bruna Moreira e a perícia de Zé Nuno. 

O álbum desenvolvido ao longo dos últimos dois anos será composto por oito faixas, sendo duas destas instrumentais. Para além das participações já mencionadas, conta ainda com um quarteto de cordas, um solo de Hammond de João Salcedo e uma secção de sopros composta por Samuel Silva, João Seco e João Sousa (Marta Ren).

Neste momento, março de 2023, conhecem-se dois singles de Fatspoon. “James Jamon” lançado em 2020 e “Erótico & Sensual” em colaboração com David Bruno, lançado recentemente.
Fatspoon trazem-nos ainda um novo single antes do lançamento do seu segundo conjunto de canções, que sairá em meados de maio de 2023.

Lindu Mona – Kalunga (2023) (álbum)

Firmino Pascoal aka Lindu Mona lançou no dia 31 Janeiro o seu Novo álbum como Lindu Mona de seu nome «Kalunga» nas plataformas digitais e na Loja da Zoomusica em Vinil. Este disco conta com o apoio á edição fonográfica por parte da GDA.
Lindu Mona nasce no conceito musical criado por Firmino Pascoal nos finais dos anos 80 para dar a conhecer e evoluir temas de influências étnicas de Angola misturadas com electrónica, jazz e blues. Com Lindu Mona, o regresso a África é Espiritual e Físico. Assim sendo, na sua música sentimos os Pássaros e os filhos da Floresta, o tambor e os Passos de Dança, os Nzumbi (almas dum Outro Mundo), o dialecto e os Instrumentos de música tradicional como o Kissange.
Em Maio de 2021, Lindu Mona juntamente com a Mainha Irene e o Dj e Engenheiro de Som Pedro Cardoso iniciaram esta viagem ancestral e espiritual da música angolana. Com fortes inspirações do álbum outrora trabalhado por Lindu Mona – Bantu – a sonoridade de Kalunga remete-nos para uma experiência cultural afro-brasileira, que arrebata pelo trabalho da percussão e pelas harmonias que a acompanham. Neste sentido, Kalunga é uma viagem discográfica a Angola marcada pelos batimentos da percussão de Tiago Tocha, das guitarras do Dasoul e Rui Pais, dos baixos ritmados do Diogo Antunes e Jorge Silva e do canto de Tristany, Trista e Ritta Tristany que casa com as melodias do Dj Pedro Cardoso. Ao piano contamos com o João Oliveira e Octávio Salles no saxofone.
Pode-se dizer também que a homenagem à Natureza Africana que Lindu Mona profetiza nos seus temas reflete-se não só nas composições rítmicas como também na forte presença sonora da fauna e flora, que nos transporta à imensidão e grandeza de Kalunga. Kalunga tem origem a partir do quimbundo de Angola que significa “mar”. Durante a escravatura, para se referirem aos negros no Brasil, os brancos chamavam Calungas aos escravos trazidos de Angola. Por outro lado, os negros utilizavam este nome para se referirem ao Deus dos brancos, pois consideravam-no vago como a imensidão do mar. Para Lindu Mona, Kalunga é o lugar tanto físico quanto espiritual onde o mar, a imensidão e a grandeza se encontram. Kalunga é Terra, Kalunga é casa.  

Para mais informações:

https://www.instagram.com/lindumona/ 

https://www.youtube.com/@lindumonaoficial5341 

https://zoomusica.pt/artistas/lindu-mona/kalunga-press/

April Marmara – Dead Flowers (2023) (single)

April Marmara – Dead Flowers (2023) (single)

APRIL MARMARA ESTREIA NOVO SINGLE “DEAD FLORWERS”

NOVO DISCO “STILL LIFE” EDITADO A 14 DE ABRIL

Beatriz Diniz, conhecida como a cantora e compositora April Marmara, apresenta o seu novo single “Dead Flowers” em antecipação ao novo disco de longa-duração, “Still Life” com edição a 14 de abril e com o selo da nova editora Lay Down Recordings.

”Dead Flowers” é a terceira canção a ser relevada do segundo disco de April Marmara, depois de “Who Knows Where The Love Goes” e “Shell” é uma canção que acrescenta ao universo de quieta inquietude que a artista está a criar para este disco, sempre com uma sonoridade marcadamente folk.  

Tendo um cariz muito cinematográfico a música de April Marmara, este single é também acompanhado por um vídeo. Realizado por Martim Braz Teixeira e que nos mostra imagens das gravações do disco “Still Life” em Lisboa.

O seu segundo e futuro LP, “Still Life”, será lançado pela Lay Down Recordings e é um mergulho profundo no isolamento, na solidão, na qualidade das relações humanas e, acima de tudo, na relação de alguém com a natureza e seu próprio lugar neste mundo. É um avanço definitivo em relação ao trabalho de estreia de April Marmara, “New Home” (2018), tanto espiritual quanto artisticamente.

”Dead Flowers” já está disponível em todas as plataformas.

Conheça April Marmara:

April Marmara é o solitário projeto folk cantado e composto pela Beatriz Diniz, artista lisboeta. Com uma invulgar serenidade nos dedos e na pose, e com um registo vocal cuidado e arrepiante, April Marmara apresenta-nos as suas negras canções de amor. 

São canções sem espinhas ou gorduras desnecessárias que ora lembram as noites de vendaval vistas pela janela do quarto, ora lembram os passeios ao sabor da brisa das pálidas manhãs de outono. Imagens e mais imagens, que Beatriz Diniz canta sem qualquer pudor. Uma coragem fora de série, que é friamente catapultada para os ouvidos de quem ouve, e reconhece a nostalgia, a solidão e a universalidade de quem escreve canções folk assim. Sim, tudo isto é folk, e é como folk deve ser, solitário, bem cantado, e que podia não ter língua nem terra.