Luca Argel & A Garota Não – Países Que Ninguém Invade (2022) (single)
A GAROTA NÃO E LUCA ARGEL LANÇAM NOVO SINGLE
“Países que ninguém invade” é o resultado da parceria entre os dois artistas, materializada após os caminhos de Catia Mazari Oliveira (A Garota Não) e Luca Argel se terem cruzado numa homenagem a Chico Buarque.
Nas palavras d’A garota não: “Aconteceu que nos cruzámos num mesmo palco, onde se homenageava Chico Buarque. Enquanto aguardávamos a nossa vez de entrar, falávamos baixinho atrás do pano sobre a vida no geral e nada em particular. E vai daí disse para o Luca: vamo fazê uma música em conjunto, menino? Ele não pareceu entusiasmado, mas foi amável como sempre é. Não voltámos a tocar no assunto, até que alguns dias depois recebi um pequeno audio cantarolado. Era o início da nossa canção”.
O tema representa “uma construção feita da matéria dos sonhos, das terras que estão por inventar e vivem dentro de nós. Onde os bens são universais, pertença de ninguém, mantidos e cuidados por todos, para todos. Onde a guerra acontece sem armas, sem lágrimas, sem morte, e os desentendimentos são tratados na palavra e na razão, não sem dor, mas para elevação coletiva”.
O vídeo conta com a realização de Pedro Estêvão Semedo, direção de fotografia de Mário Guilherme e Raquel Moreira e produção da Garagem.
Sandra Martins & Francisco Sales | Jardim De Inverno (2022) (álbum)
Os dois instrumentistas juntaram-se no verão de 2020, em Tibaldinho (aldeia perto de Viseu), para partilharem música, influências, conhecimento. Deste encontro de afinidades nasceram os 8 temas que fazem parte do primeiro álbum conjunto, “Jardim de Inverno”, editado em Dezembro de 2022. “O Canto dos Pássaros”, “Outono” ou “Manhã”, são alguns dos temas que contam esta história em jeito de diálogo, entre violoncelo e guitarra. O repertório, todo autoral, resulta da combinação de todas as motivações e vivências dos dois autores, tendo como inspiração as cores, texturas e ambientes de raíz portuguesa.
“Hover”, é o 1º single do próximo álbum de MY NOISY TWINS, músico, sonoplasta e produtor de música electrónica também conhecido como Jorge Cunha Machado.
Este 2º trabalho discográfico, que sucede ao 1º álbum editado em 2019, “Fragments of a Living City”, será lançado em 2023 e conta com o apoio à Edição Fonográfica de Intérprete da Fundação GDA.
Com mistura e masterização de José Veiga e fotografia e artwork de Bruno Martins, “Hover”, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais desde dia 28 de Novembro.
Mais informações em: https://linktr.ee/mynoisytwins
Sinopse:
“MY NOISY TWINS é um músico, sonoplasta e produtor de música electrónica também conhecido como Jorge Cunha Machado. Partindo da evidente apropriação da linguagem cinematográfica, deslocando-se por narrativas de carácter mais distópico e sombrio ligadas a um imaginário urbano conectado ao trip hop, alastra-se para uma espacialidade mais leve, luminosa e delicada associada ao nu jazz. É um organismo vivo, mutante, sinestésico, de histórias, metamorfoses e acontecimentos, de fortes contrastes, sobreposições e justaposições. De diferentes e diversas tonalidades, densidades e texturas onde o som é quase visual”.
Biografia:
“Impulsionado pelo interesse no cruzamento entre a música e outras expressões artísticas, nomeadamente as artes performativas, plásticas e visuais, cedo percebeu que queria fazer desse interesse percurso académico e, mais tarde, opção profissional. Envolvido, como músico, em projectos multidisciplinares, compõe música para teatro, dança, vídeo-arte, performance e contos infantis, colaborando em paralelo, como percussionista, com vários grupos, produtores e autores. Destaca-se a sua presença em projectos como: OCO, Cachupa Psicadélica, ATMA, UDJAT Ensemble, The Positronics, El Camino Flamenco, entre outros”.
Sardinhas com Bigodes – Sardinhas com Bigodes (2022) (EP)
Sardinhas com Bigodes – Sardinhas com Bigodes (2022) (EP).
As Sardinhas com Bogode, são uma banda de Lisboa que trabalha na procura de melodias portuguesas. Entre a tradição e o folclore constroem uma sonoridade alternativa.
Em 2017, lançaram o primeiro trabalho Anzol ao Mar, um EP com 4 músicas. Em 2018, concorrem e vencem com a música “Troca o par”, os Novos Talentos Fnac. Entretanto, em Novembro de 2022 editam um novo trabalho, um EP com 5 temas e que tem como título o nome da banda. Deste trabalho já se podia ouvir o single “Largo da Palmeira”, que foi publicado previamente com um videoclipe.
Dia 2 de Dezembro de 2022 às 00:00, saiu à rua “Anjos”, o segundo single do futuro EP “O Acordar da Sesta” de KICU, cantor e produtor de Sintra.
Seguido de “Acordar”, este tema é um novo capítulo na sua exploração da relação homem-natureza, com todas as suas complexidades e ângulos menos bonitos de caracterizar.
Pode ser ouvida em: soundcloud.com/anjos Estará disponível em: ANJOS
Evocando os versos de António Variações – “Eu tenho um anjo da guarda / Que me protege de noite e de dia” – o tema coloca uma simples questão: “O que é feito dos anjos?”. Este sentimento de falta de fé e tristeza para com o presente mundo é acompanhado de um beat bastante eletrónico, com saturação e distorção a representar o caos e a violência por detrás da canção.
KICU é um cantor e produtor de 25 anos que escreve música portuguesa com a preocupação de trazer o seu mundo até ela, passando por todas as suas inspirações e experiências. Tendo uma grande base eletrónica, o artista tem uma grande paixão e curiosidade por experimentar e explorar elementos de diferentes géneros, o que faz sempre escrevendo sobre as suas experiências enquanto jovem LGBT português. Nomeia como suas maiores inspirações Sérgio Godinho, António Variações, Frank Ocean, Sevdaliza, FKA Twigs e Bjork.
Para entrevistas e informações, por favor contacte kicu.musica@gmail.com
Choices Made – AND THEN band (Susana Travassos, Ken Johnson, Thiakov) feat. Tony Cassanelli.
A partir de dia 14 de Dezembro 2022 em todas as plataformas digitais!
Pré-lançamento/ Audição de CD – 6 de Dezembro – Pharmácia Musical Lançamento em todas as plataformas digitais – 14 de Dezembro
CD de homenagem a Torii Johnson, o jovem australiano de 34 anos que foi executado há 8 anos no Lindt Café em Sydney, Austrália. Torii Johnson decidiu arriscar a própria vida para proteger os reféns e esse acto custou-lhe a vida. Na Austrália foi-lhe concedida uma medalha de bravura e reconhecida a nível internacional. Este CD foi gravado em Portugal e é uma colaboração de artistas visuais e músicos, com produção executiva da cantora Susana Travassos e a produção musical do produtor e músico brasileiro Thiakov. Todas as canções foram escritas por Ken Johnson, o pai de Torii. O artista plástico australiano Ken Johnson visitou Lisboa pela primeira vez em 2018 para visitar o seu amigo, o artista italiano Tony Cassanelli que escolheu Lisboa para viver. Uma noite, Ken Johnson verteu lágrimas ao ouvir a cantora portuguesa Susana Travassos cantar no Tejo Bar. Foi assim que decidiu confidenciar-lhe a história de seu filho Torii. Torii foi feito refém e executado sob a mira de uma arma por um único terrorista do ISIS num cerco que durou 17 horas. Este acto impensável foi coberto internacionalmente pelos mídia, transmitido ao vivo e tornou-se um desastre de reféns políticos altamente controversos. Os 18 meses de inquéritos que se seguiram tornaram-se uma montanha russa política afectando ainda mais a família de Torii. Ao ouvir a história de Ken, Susana Travassos que é também psicanalista, decidiu promover a gravação de um CD que ela acreditou ser uma saída para o difícil luto que Ken atravessava. Foi então que o incentivou a escrever 10 letras de canções que mais tarde foram musicadas por ela e por Thiakov. Susana Travassos convidou o produtor e músico brasileiro Thiakov para fazer a produção musical e seleccionou e convidou músicos de diferentes nacionalidades para participar do CD: Giovanni Barbieri (Brasil), Marc planells (Espanha), Carlos Cesar (Brasil), Sunil Pariyar (Nepal), Francesco Cabral (Portugal), Francesco Valente (Itália) e como convidados especiais Tony Cassanelli (Itália) e Clarita Maria ( Zambia). O resultado foi um álbum com uma sonoridade única, uma colaboração internacional entre artistas visuais e músicos que conseguiram criar uma mensagem poderosa da necessidade de amor, paz e união no mundo.
Ficha Técnica: Composições e Pré-produção at “ Fruitbox Studio” by “ AND THEN band ….” Sintra Portugal Gravado no Estúdio Atlantico Blue “ Oeiras/ Portugal Técnico de Som Nuno Oliveira( in memorium) e Joao Pedreira Assistente de Gravação – André Tavares Edição e Mixagem ” Estudio Motor” Belo Horizonte- Brasil por Ygor Rajao Masterizado por Joe Carra no estúdio “ Crystalmastering “ Melbourne Australia Produção Executiva – Susana Travassos Pordução Musical – Thiakov Co-produção musical Susana Travassos Videos e fotografias – Eni Sunalita e Ken Johnson CD art cover – Susana Travassos – Australia Graphic Design – Susana Travassos
Bore Dome – Nothing Ever Happens (2022) (single)
De Lisboa para o mundo: Diogo Rosa, Hugo Arco, João Cortesão e Ti Ar trazem uma sonoridade que mistura o velho e o novo, com letras melancólicas e emotivas, vestidas com a estrutura simples da música pop. Os Bore Dome são quatro pessoas muito diferentes com um objetivo muito igual: o de fazer boa música.
The Cordovox Project – Second Coming (2022) (álbum)
The Cordovox Project é David Polido Nascido em Novembro de 1961, os seus primeiros contactos com a música começaram desde tenra idade, quando o seu irmão, 15 anos mais velho punha a tocar no gira-discos coisas como os The Kinks, Beatles, Yadbirds, Rolling Stones…
Para ele, a música não é só uma paixão. Para ele, música é vida. Ainda em criança, quis aprender a tocar bateria, mas nunca teve grande oportunidade. Mas, nos finais dos anos 90, conseguiu juntar uns amigos e formou uma banda. Infelizmente, nunca saíram da sala de ensaios.
Nos anos 2000, começou-se a interessar em fazer produção musical em casa, sozinho, tendo experimentado vários softwares de producção musical, até encontrar o Cubase. No início de 2006, começou a trabalhar no que seria o seu primeiro trabalho, de nome “About Time”, que lhe durou 7/8 meses a fazer, recorrendo a samples, loops, VST’s e kits de construção. Todo o “trabalho de estúdio” foi também feito por ele.
Ao fim dum hiato de 16 anos, voltou ao trabalho e em Maio de 2022, começou o seu 2º disco, de nome (apropriado) “Second Coming”, mais uma vez usando samples, VST’s e kits de construção e fazendo sozinho todo o trabalho de estúdio.
Este seu 2º disco foi editado pela distribuidora ONErpm e saiu internacionalmente dia 07/12/2022 nas mais variadas plataformas de streaming e digital download.
Maria Kopke – The last song (2022) (single)
A artista luso-brasileira Maria Kopke lançou no passado dia 28 de Novembro o seu novo single, “The last song”, com letra e música de sua autoria.
O arranjo e a produção ficaram a cargo de Treego, também responsável pela produção do EP de estreia da artista, “Jenny”, lançado no ano passado. O tema conta ainda com a colaboração do músico afegão Fawad Murad, na sitar.
“The last song” conta a história de uma despedida dolorosa e inevitável. A letra, acompanhada por piano, percussão e sitar, faz-nos um convite: uma última canção, uma última dança, e depois, o esquecimento. Se por um lado, “The last song” difere muito, na sonoridade e na temática, dos temas em “Jenny”, é por outro lado uma proposta de desfecho: Jenny dialogava com um fantasma que a assombrava, e agora, esse fantasma despede-se de vez.
“The last song” está disponível nas habituais plataformas digitais de streaming.
Link: https://onerpm.link/347482550266
Redes sociais dos artistas: @mariafkopke @treegotunes @fawad__murad_music
Manuel Fúria – Os Perdedores (2022) (álbum)
Perder é a Glória dos Bravos
“Eu sinto uma disposição/ Eu sinto uma inclinação/ Para falar, ouvir falar/Daquilo que amo”. “Prece 909”, Os Perdedores
O disco mais pessoal de Manuel Fúria – ele que só sabe edificar uma arte assente na biografia. O passado quer-se arrumado em cima da cama como o vestuário que já não serve. Fúria decide catalogar a memória e arriscar a reinvenção. Ao banho de uma nostálgica melancolia, como aconteceu em périplos anteriores, prefere tentar uma catarse antes da luz.
Para isso, assume a dor da perda e a religião. Lembra mártires, denuncia massacres, nomeia a brevidade de tudo, homenageia um chão. Coloca na montra das lojas que já morreram destroços, raízes, o rosto de pessoas que foram decisivas, paisagens que determinam vidas.
“Os Perdedores” é o disco de uma banda de quem já teve uma banda. É nessa contradição que se cumpre e se transcende.
Reúne um punhado de canções de um rockeiro que adere à electrónica para dizer o tempo das guitarras. Uma electrónica sem heroísmos, que, ela própria, homenageia um cânone. Quase como um paradoxo, o sentido é o de densificar e convocar sombras. Para depois voltar a uma possibilidade, assente na glória de perder.
Músicas de quem já foi “o maior” e quer purgar a soberba e outros deslumbres. Canções de quem aceitou a escultura do tempo e procura formas de salvação possível ao gritar o nome dos amigos naufragados ou ao lembrar a infância, dividida entre a cidade e as serras, de “um menino de seu pai”.
“Os Perdedores” é o melhor título para um álbum musical-conceptual concretizado num tempo em que o triunfo mentiroso é o fetiche dominante. A autoria é apagada para dar lugar ao escândalo do anonimato.
Bravo gesto de quem se despede, acerta contas, paga dívidas, acorda noutra manhã. Que é como quem diz: de quem alinha os escombros e abre, com o destemor da fragilidade, as portadas do futuro.
The Voice Project – “Imprisoned For Art” #3
“Freedom of Expression—it’s easy to take it for granted until it’s gone. We speak up for those who speak out, for those imprisoned around the globe for having raised their voice in dissent. We have to stand up for each other, no matter the distance, no matter the borders. You never know when you’ll need the same in return” (Peter Gabriel, 2016) (link: https://petergabriel.com/news/imprisoned-for-art/).
No dia 17/11/2016, Peter Gabriel lançou a campanha “Imprisoned For Art”, para defender artistas de todo o mundo que foram presos por se oporem aos seus governos através de sua arte.
Esta campanha parte da iniciativa chamada The Voice Project. O objetivo é defender a liberdade de expressão, aumentar a conscientização e angariar fundos para apoiar e libertar dissidentes e presos políticos. Para apoiar esta campanha, podem visitar o seguinte link: http://voiceproject.org
Hoje vamos ouvir uma seleção de artistas que estão atualmente presos em prisões de vários países do mundo. Segue a tracklist:
Sherine – Daafy شيرين – ضعفي
Hozan Canê Mihemedo
Ferhat Tunç – Vay Aslanım Vay Civanım (1989)
Eliyaas kifluu Seenaa Solomoon Heenook Joorji Fi Keeyeroon Darajjee new Oromo music (2015)
Valtònyc – El món explotarà
Vice Meets Valtònyc (entrevista)
Valtònyc – Bailar en Tiempos de Guerra
André Santos – Embalo (2022) (álbum)
Neste Embalo, o guitarrista madeirense André Santos decidiu gravar um conjunto de sete canções sozinho à guitarra (e ao cordofone madeirense, Rajão, numa das faixas), apenas com uma excepção: convidou o seu amigo Salvador Sobral para dar voz à canção que encerra o disco – Jobim – uma ode à música brasileira, com música de André Santos e letra de Salvador Sobral. Todos os temas são originais excepto Veneno de Moriana, um tema tradicional madeirense, para o qual André Santos fez novo arranjo.
«Este disco é um retrato fiel do músico que me sinto hoje em dia, fruto das muitas experiências musicais que vivi nestes últimos 6 anos desde que regressei de Amesterdão e gravei o meu último disco.
Logo à partida, no contacto mais profundo com a música tradicional madeirense e os seus cordofones, no projecto MUTRAMA; nos discos que gravei em parceria com o meu irmão Bruno, no projecto Mano a Mano e em muitos outros desafios, como guitarrista e director musical de vários projectos.
Para este disco, gravei bem mais que 7 temas, e depois fui selecionando, retirando, reduzindo ao essencial. Meia-hora de música, em prol da cronologia deste Embalo.»
O disco estará disponível para venda e nas plataformas digitais do músico, a 7 de dezembro. O VIDEOCLIPE sai a 3 de dezembro.
ANDRÉ SANTOS
Mano a Mano · duo de guitarras com o irmão, Bruno Santos 4 discos MUTRAMA · direção musical do projeto onde reinterpreta o cancioneiro tradicional da madeira Salvador Sobral · Quinta das Canções · Paris, Lisboa, 2019 e BPM, 2021 António Zambujo, homenagem a MAX · direcção musical e guitarra Maria João e Carlos Bica, quarteto Cantigas de Maio · Com João Neves, Bernardo Moreira e Ricardo Dias Joana Alegre · homenagem Manuel Alegre, com Camané, Jorge Palma, Agir, Ana Bacalhau, Cristina Branco – direcção musical e guitarra Rita Dias · direção musical e guitarra
Outras participações (em disco e ao vivo): Carminho, António Zambujo, Joana Alegre, Diogo Picão, Teresinha Landeiro, Júlio Resende, Ricardo Toscano, Rita Redshoes, João Mortágua, Magano, Ana Moura, entre outros