1 Álbum 100 Palavras #75: Cesária Evora – São Vicente Di Longe (2001)
1 Álbum 100 Palavras #75: Cesária Evora – São Vicente Di Longe (2001)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“”São Vicente di Longe”, lançado em 2001, é o oitavo álbum da cantora cabo-verdiana Cesária Évora. O álbum homenageia sua terra natal, São Vicente, e mescla mornas e coladeiras, ritmos tradicionais de Cabo Verde, com influências contemporâneas, evidenciando a versatilidade de Évora. Destacam-se “Nutridinha” que alcançou a posição 88 nas classíficas holandesas e “Tiempo Y Silencio”, uma colaboração com Pedro Guerra. O disco conta com participações de artistas renomados, incluindo Caetano Veloso e Chucho Valdés, e consolidou a posição de Cesária no cenário musical internacional, alcançando a 11ª posição nas classíficas francesas e permanecendo por 11 semanas nas classíficas suíças.”
Boa escuta
Prazeres Interrompidos #329: Óscar Lopes – A Crítica do Livro (2024)
Prazeres Interrompidos #329: Óscar Lopes – A Crítica do Livro Literatura portuguesa do século XX (2024)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
O realismo problemático de «A crítica do livro» e do seu autor protagonizaram um dos períodos marcantes da crítica portuguesa do século XX em geral, e do neo-realismo em particular. Na verdade, o pensamento e ensaísmo de Óscar Lopes não se deixam enclausurar na simples e maniqueísta visão ortodoxa nem, tão pouco, no merodesenvolvimento e aprofundamento de um critério ideológico comprometido com uma estética marxista. Porque, como anota desassombradamente Eduardo Lourenço, o «caso crítico, para só falar nesse aspecto, de Óscar Lopes, é mais complexo, o seudiscurso de historiador literário, de ensaísta, de culturólogo mesmo, não se deixa inscrever, senão com reticências infinitas, num esquema simplificador de teor marxista».
ÓSCAR LOPES nasceu a 2 de Outubro de 1917, em Leça da Palmeira, Matosinhos. Licenciado em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras de Lisboa e em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras de Coimbra. Foi professor liceal de 1941 a 1974, tendo sido nomeado, após o 25 de Abril, Presidente do Conselho Directivo e Pedagógico da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Até à sua jubilação, em 1987, pertenceu ao quadro docente desta Faculdade como catedrático de Linguística.
Publicou extensa bibliografia de estudos literários e linguísticos, onde se destacam, entre outros: História da LiteraturaPortuguesa (1955), em colaboração com António José Saraiva, Gramática Simbólica do Português – um Esboço (1971), Ler e Depois – Crítica e Interpretação Literária 1 (1969), Modo de Ler – Crítica e Interpretação Literária 2 (1969), Os Sinais e os Sentidos – Literatura Portuguesa do Século XX (1986), Entre Fialho e Nemésio (1987), Cifrasdo Tempo (1990) e A Busca de Sentido – Questões de Literatura Portuguesa (1994). Recebeu o Prémio Jacinto do Prado Coelho (1984), o Prémio P.E.N. Clube Português de Ensaio (1996) e o Prémio Vergílio Ferreira (2002). Óscar Lopes faleceu a 22 de Março de 2013
Severino Gazzelloni – Il Mio Amico Flauto (1974)
Severino Gazzelloni – Il Mio Amico Flauto (1974)
Memória de Elefante 05/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Soma Cultura
Música em Bairros
Música em Bairros brings music from diverse cultures to communities facing higher barriers for cultural participation while providing professional performing opportunities for migrant artists.
SOMA Cultura – Empowering newcomer artists
We are committed to empowering migrant artists in Portugal, enabling them to pursue their creative passions, collaborate with local artists and institutions, and build bridges within communities – strengthening the social fabric of an already diverse society.
We are committed to empowering migrant artists in Portugal, enabling them to pursue their creative passions, collaborate with local artists and institutions, and build bridges within communities – strengthening the social fabric of an already diverse society.
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Charles Lloyd → Defiant, Tender Warrior
Christie Dashiell → Influence
Mary Halvorson → Collapsing Mouth
Joel Ross → Central Park West
Vijay Iyer → Overjoyed
Katherine Windfeld → First Speech
Tyshawn Sorey → Peresina
Kenny Barron → The Nearness of You
Samara Joy → You Stepped Out Of A Dream
Catman Plays The Blues #155
Catman Plays The Blues #155
Voltamos esta semana ao baú das memórias e descobrimos dois excelentes álbuns de nomes menos conhecidos mas nem por isso menos valiosos : o guitarrista Steve James e a banda de Kansas City Blues da dupla Jeannie e Jimmy Cheatham.
Waxahatchee – Tigers Blood (2024)
Waxahatchee – Tigers Blood (2024)
Memória de Elefante 04/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Moré – Divina Quimica (2024) (single)
Moré – Divina Quimica (2024) (single)
Com produção vibrante de Donatinho, Morê convida ao balanço do amor na faixa-clipe “A DIVINA QUÍMICA”
Debut do disco “POUCO TEMPO E MATÉRIA” marca investida solo do músico e chega acompanhado por audiovisual do diretor de clipes Matheus Fractal.
Morê é o nome de palco de Thiago Val, músico à frente de projetos como as bandas “laranja oliva” e o “bagaço”, que o levaram à Virada Cultural Paulista, Circuito Sesc, SIM São Paulo, além de festivais como Locomotiva, Grito Rock e R.U.A. Após uma longa jornada de reflexões e movimentos pela cultura popular, o artista viu sua poesia renascer e, com ela, nasceu novo nome e disco, o ainda inédito POUCO TEMPO E MATÉRIA. Com produção assinada pelo talentoso produtor Donatinho, a faixa que inicia esse percurso, A DIVINA QUÍMICA, chega às plataformas de música no dia 18 de Dezembro, acompanhada por videoclipe dirigido por Matheus Fractal, que assina produções como as de ÀIYÉ e Francisco, el hombre – ouça.
Última música a surgir dentre as cinco faixas, somadas a um interlúdio, que integram POUCO TEMPO E MATÉRIA, A DIVINA QUÍMICA foi a primeira a ser gravada e ganhou espaço para virar single a partir do processo de produção do disco. Do primeiro encontro com Donatinho, Morê tirou sensações que reafirmaram esse novo passo dado na carreira: “Ouvimos música, dançamos, cantamos, compartilhamos alguns gostos em comum por timbres de teclado velho. Na volta pra casa, feliz da vida por aquele dia incrível e certo de que havia encontrado a linguagem musical que eu procurava para produzir, fiquei refletindo sobre os encontros mágicos da vida e me maravilhei ao perceber como tudo se arranja bem quando há amor e disposição”.
Extasiado com o arranjo universal de todas as coisas – desde a organização atômica de uma molécula de carbono até a mais sublime das engenharias que é a vida humana – o músico compôs uma faixa leve, pra dançar e cantar junto, com foco nos prazeres e cuidados dessa máquina viva que é o corpo. Gravada em apenas duas sessões, A DIVINA QUÍMICA recebeu bateria diretamente da Austrália, pouso do parceiro e músico Marcelo Bonin (Bona). Os metais foram arranjados no estúdio de Donatinho, “ali na hora mesmo”, e executados por Bruce William (trompete) e Glaucio Santana (trombone), resultando numa faixa pop com bateria, baixo, guitarra, muitas linhas de teclado e sintetizadores e ataques precisos de metais.
Sobre o videoclipe produzido para a faixa, com direção assinada por Matheus Fractal, Morê conta que a ideia era mostrar a beleza do corpo humano em movimento e nas suas mais variadas formas e cores; por isso a constituição de um elenco plural: “O foco era a dopamina, hormônio liberado em atividades simples como uma caminhada, um treino de academia, um abraço genuíno. Mas também incluímos a endorfina com cenas de total prazer com a comida. Dessa ideia de movimento e bem estar surgiu a possibilidade da dança, de um clipe todo coreografado e aí eu chamei a Domi que foi quem pensou e dirigiu de maneira fantástica nosso elenco, que era composto metade por bailarinos e metade por pessoas dispostas (risos)”.
POUCO TEMPO E MATÉRIA é o primeiro trabalho solo do artista, que propõe em grooves soltos e poesia minimalista a ideia de que tudo que temos à nossa disposição para chegar ao lugar desejado é matéria atômica arranjada na forma dos nossos corpos, e um breve recorte no espaço-tempo do universo. Por isso, é necessário pensar bem em como investimos nossa energia: relações humanas ou telas digitais? Autodestruição ou autocuidado? É preciso agir, e agora – essas são as diretrizes do álbum de estreia de Morê e sua primeira faixa é a celebração do privilégio de viver, regido por algo inominável que agora se define como sendo tão grande, e somente, A DIVINA QUÍMICA do amor.
African Roots #64
African Roots #64
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Dawda Jobarteh – Nakano
2 – Hailu Mergia – Addis Nat
3 – Ngozi Family – Hi Babe
4 – WITCH – Stop The Rot
5 – Afous d’Afous – Tarhanine Tegla
6 – Kakai Kilonzo & Les Kilimambogo Brothers – Baba Mkwe, Pt. 1.
7 – DOTTi The Deity – Ololufe Mi Owon
8 – Anaïs Cardot – Élodie
9 – Kavita Shah – Sodade
10 – L’orchestra Super Mazembe – Bwana Nipe Pesa
11 – Nicole Mitchell – Doname
12 – Tal National – Tenere
13 – Jon K – Asafo
14 – Victoria Kings Jazz Band – Pamisah No. 2
Marc Ysaÿe: Machiavel – Jester (1977)
Marc Ysaÿe: Machiavel – Jester (1977)
Memória de Elefante 03/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Mónica Teotónio e Tiago Nogueira – Parece Que Foi Hoje (2024) (single)
Mónica Teotónio e Tiago Nogueira – Parece Que Foi Hoje (2024) (single)
‘Parece Que Foi Hoje’ junta Mónica Teotónio e Tiago Nogueira
Depois do sucesso ‘Todos os Dias’ e da colaboração com Latte em ‘Se Me Vens Salvar’, Mónica Teotónio junta-se a Tiago Nogueira (vocalista dos Quatro e Meia) neste ‘Parece Que Foi Hoje’, uma canção envolvente, onde melodias suaves e cativantes se entrelaçam, deixando um eco irresistível que nos acompanha depois de a escutarmos.
Este novo single é assumidamente uma balada emocional que aborda o amor perdido e o passar do tempo. Com letra de Mónica Teotónio e João Só, a canção mergulha nos sentimentos de saudade e arrependimento que surgem após o fim de uma relação.
‘Parece Que Foi hoje’ aborda a forma como encaramos as relações nos dias de hoje, “Chegamos em metades, estamos constantemente a medir o que devemos ou não dar, e a ilusão de que somos uns dos outros, mas nunca na totalidade. Transporta-nos para a sensação de que, por mais que nos entreguemos, nunca é suficiente.” afirma Mónica.
Tiago Nogueira acrescenta: “Foi hoje? Parece. O tempo é a matéria mais oscilante das memórias. Faz-se muito e faz-se pouco, consoante a quantidade de nostalgia que lhe dá significado.”Parece Que Foi Hoje” leva-nos à deriva pelos dias vazios, com a melancolia da solidão a ecoar nas paredes da casa, depois do bater da porta. As palavras da Mónica e do João ganham vida na melodia que não sai da cabeça, desde o dia em que a ouvi pela primeira vez. Parece mesmo que foi hoje.”
Esta canção conta ainda com a produção de João Só, que deixou a sua inconfundível marca, à qual já nos habituou.
Mónica Teotónio reflete sobre como foi importante surgir esta colaboração: “Em dois dos meus primeiros concertos, onde nunca tinha cantado num palco, muito menos partilhado o espaço com nomes que tanto admiro, acabei por cantar com o Tiago Nogueira. A escolha da canção para esse concerto foi imediata, e, quando a cantámos juntos, fez todo o sentido que, se um dia a lançasse, fosse com ele.”.
Nascida no seio de uma família de artistas, Mónica Teotónio encontrou na música o palco perfeito para dar vida aos textos que guardava em silêncio. Mas o seu talento não se limita à música: a artista também brilha como produtora, dedicando-se tanto à criação de videoclipes quanto à publicidade. Com o seu novo single, Mónica reafirma que o seu Pop único e o timbre distinto chegaram para marcar presença e conquistar o seu lugar no panorama musical português.
A nova canção que junta Mónica a Tiago Nogueira, ideal para momentos de introspeção, captura a experiência universal da perda, ressoando com todos os que já se questionaram sobre o que poderia ter sido, se fosse. ‘Parece Que Foi Hoje’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.