Lil Green – I Got The Blues (1996)

Lil Green – I Got The Blues (1996)

Memória de Elefante 22/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #195

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #195

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Danyart New Quartet → Love Nature

MTB: Brad Mehldau Mark Turner Peter Bernstein Larry Grenadier Bill Stewart → Angola

Out/Into: Joel Ross Gerald Clayton Kendrick Scott Matt Brewer Immanuel Wilkins → Ofafrii

Jakob Bro → Haiti 

Stan Kenton → Interlude 

Metronome All Stars → How High The Moon

Billy Bauer → Lullaby Of The Leaves

Steve Grossman Quartet → Body and Soul

Arooj Aftab  → Autumn Leaves

Elomar – Na Quadrada Das Águas Perdidas (1979)

Elomar – Na Quadrada Das Águas Perdidas (1979)

Memória de Elefante 21/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tainá Ambar – Caminhante (2024) (single)

Tainá Ambar – Caminhante (2024) (single)

Tainá lança “Caminhante”, o quarto single do novo álbum “Âmbar”

Tainá, cantora e compositora brasileira de ascendência indígena residente em Portugal, continua a fazer o seu caminho na música com o lançamento de “Caminhante”, uma ode à jornada de autoconhecimento e conexão com a natureza. 
Este single faz parte do segundo álbum de originais, “Âmbar”, editado em outubro de 2024, produzido pelo aclamado Marcelo Camelo e composto por 11 faixas, conta com as participações de Tiago Nacarato e da cantora brasileira Roberta Campos, trazendo uma fusão autêntica de influências brasileiras com a harmonia universal da música contemporânea.

“Caminhante” é o quarto single a ser revelado deste álbum, que já apresentou temas como “Menina da Praia”, a etérea abertura deste projeto, “Vaga-lumes”, um manifesto com Tiago Nacarato, e a faixa-título “Âmbar”, uma bossa nova de cadência marítima que convida a um mergulho na sua essência.

Em breve, estes recentes lançamentos serão acompanhados por um documentário produzido e realizado por Nuno Dias em que Tainá partilha, em primeira pessoa, as suas raízes e o processo criativo por detrás deste trabalho tão pessoal e ainda, a viagem ao Brasil da artista.

quem é Tainá
Tainá é uma cantora e compositora brasileira de ascendência indígena que encontrou em Portugal o palco para a sua arte. Aos 27 anos, e com uma ligação profunda à natureza e às suas raízes, reflete essas inspirações em cada composição.

Em Lisboa, e por acaso, conhece Erlend Øye, dos Kings of Convenience, quando, na Bica, cantou, para o seu grupo, o imortal tema “Corcovado” de António Jobim. Impressionado com o seu talento, Erlend convidou-a para atuar nos seus concertos em Portugal. 

Desde então, Tainá brilhou em palcos como o MEO Sudoeste, Super Bock em Stock e Marés Vivas, e colaborou com artistas como Ana Moura, Dino D’Santiago, Carolina Deslandes, Gal Costa e António Zambujo. O seu primeiro álbum, “Tainá” e lançado em 2019, incluiu o single “Sonhos”, que lhe valeu o Prémio Lusofonia nos Play – Prémios da Música Portuguesa, em 2020. 

Em 2021, destacou-se no Festival RTP da Canção com a música “Jasmim”, composta e interpretada por si, e lançou ainda o single “Peito Dividido”. O ano de 2022 trouxe o lançamento de “Rio”. 
Em 2024, Tainá apresenta o seu segundo álbum, “Âmbar”, produzido por Marcelo Camelo. O disco inclui 11 faixas e colaborações com Tiago Nacarato e com a cantora brasileira Roberta Campos.

Slowburner – Daydreaming (2024) (single)

Slowburner – Daydreaming (2024) (single)

A música é, talvez, a arte que melhor capta a matéria indefinível de que são feitos os sonhos. Por exemplo, Élvio Rodrigues, mais conhecido por Slowburner. Senta-se ao piano e aquilo sai-lhe quase naturalmente. Uma gravidade emocional colocada ao serviço de uma música generosa que parece captar esses estados liminares quando o dia dá lugar à noite, ou quando desejamos que um sonho se prolongue, como se não quiséssemos acordar para a mundanidade, ou quando um rumor emocional que vem de dentro se dilui no som, luz ou nas formas abstratas da água em movimento. 

É assim “Daydreaming”, o novo e terceiro single, que é também videoclipe, do projeto Slowburner. É um tema instrumental para piano e ambientes, retirado do álbum “Life Happens In The Interim”, lançado no mês de Setembro. É um tema que serve também para comunicar que vêm aí as primeiras datas de apresentação do disco em palco, que irão acontecer em 2025.  Em Janeiro e Fevereiro será realizado um circuito de apresentação por várias FNAC, sempre às 17 horas. A 11 de Janeiro, Colombo, e a 12, em Oeiras. Em Fevereiro, a 8, será a vez do Chiado, enquanto a 9, Almada, a 22, Alfragide e 23, Vasco Da Gama.  A 13 de Fevereiro, a Casa do Comum, ao Bairro Alto, pelas 19h, também vai receber o piano de Slowburner. Mais tarde serão reveladas novas datas por outros pontos do país.

Não é fácil categorizar a música encantatória de Slowburner, ou seja, Élvio Rodrigues, algures entre a sensibilidade clássica, melodias e ambientes mais pop, e a omnipresença de um piano insinuante, imprevisível e misterioso.  Antes do álbum, já havia lançado o EP “Before I Return To Dust” (2017) e a mixtape “Sunday Mornings Are For Piano” (2019), mas dir-se-ia que, este ano, é como se estivesse a recomeçar tudo de novo, apostando numa música contemporânea delicada, com atenção a noções como tempo, espaço e atmosfera, partilhando nesse campo algumas afinidades com figuras europeias de afirmação global como Nils Frahm, Ólafur Arnalds ou Max Richter. Depois do álbum e singles, segue-se a prova dos palcos.

African Roots #63

African Roots #63

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Pierre Akendengue – Ompung’ilendo

2 – Ekuka Morris Sirikiti – Nyegenye Oyomo Yii Jo

3 – John Chibadura – Chiiko?

4 – Jally Kebba Susso – Justice

5 – Amandio Cabral – Cutch Cutch

6 – Sangazuza – Luiza Anté Kedja

7 – Ahemaa Nwomkro – Yebre Ma Owuo

8 – The Psychedelic Aliens – Blofonyobi Wo Atale

9 – The Hygrades – Keep On Moving

10 – Sèyfu Yohannès – Mèla ùèla

11 – Alostmen – Kologo

12 – Thomas Frempong – Odo Pa

13 – Musa Mboob – Gamo Gi

14 – Elisio Vieira – Tchon Di Somada

15 – Aïcha Kone – Narda

Camané – Horas Vazias (2022)

Sol Hoopii – Master Of The Hawaiian Guitar (Volume I) (1980)

Memória de Elefante 19/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Erika P. David – Pai (2024) (single)

Erika P. David – Pai (2024) (single)

O meu nome é Erika P. David, sou cantora e compositora das minhas próprias músicas, e escrevo para apresentar o meu projeto musical, que nasce de uma paixão genuína pela música e pela sua capacidade de tocar corações.

A minha motivação principal vem das histórias que carrego e das emoções que transformo em melodias e letras. Acredito que a música é uma ponte que nos conecta ao outro, independentemente de fronteiras ou barreiras, e espero contribuir para essa conexão por meio das minhas canções.

Telmo Pires – Voz Amália De Nós (2024) (single)

Telmo Pires – Voz Amália De Nós (2024) (single)

TELMO PIRES anuncia EP em homenagem a António Variações para Março de 2025. “Voz-Amália-de-Nós” é o primeiro single a ser lançado já no próximo dia 3 de Dezembro, dia em que se comemoram os 80 anos do nascimento do ícone da musica portuguesa, falecido em 1984.

Este tema, como todo o EP, conta com a produção e arranjos de Tiago Machado e marca assim a primeira colaboração entre estes dois músicos da atualidade. Escrita e originalmente gravada por António Variações em 1983 no álbum “Anjo da Guarda“, esta canção tem aqui uma leitura contemporânea onde as guitarras (com o destaque para a guitarra portuguesa de Luís Guerreiro) e as programações se entrelaçam de forma natural, sem esquecer os evocativos apontamentos corais.

Mais de trinta anos depois da versão feita pelos Resistência e apenas quatro depois da interpretação de Lina e Raül Refree, Telmo Pires criou uma versão de “Voz- Amália-de-Nós“ muito diferente com o seu cunho pessoal e influências do Fado, onde a alegria e a melancolia se fundem. Como na vida de António Variações. Como nas vidas de todos nós.

Fumaça #19: Maria Dally e Siwar Assili sobre ser da Palestina no Estado israelita (Entrevista)

Fumaça #19: Maria Dally e Siwar Assili sobre ser da Palestina no Estado israelita (Entrevista)

ENTREVISTAS

PALESTINA

MARIA DALLY E SIWAR ASSILI SOBRE SER DA PALESTINA NO ESTADO ISRAELITA

Siwar Assili e Maria Dally nasceram num lugar a que chamam territórios de 48. Ocupados em 1948. Ou Israel, como reconhecido por uma maioria dos Estados. Identificam-se como palestinianos, mas o seu passaporte é israelista. Moram a 30 quilómetros de Tel Aviv e aos olhos do Estado são israelitas árabes. Então, o que é ser uma pessoa palestiniana aqui? E o que significa viver com o seu opressor?

BANDA SONORA – Bernardo Afonso

EDIÇÃO DE TEXTO – Bernardo Afonso e Ricardo Esteves Ribeiro

ENTREVISTA – Margarida David Cardoso

SOM – Bernardo Afonso

Sol Hoopii – Master Of The Hawaiian Guitar (Volume I) (1980)

Sol Hoopii – Master Of The Hawaiian Guitar (Volume I) (1980)

Memória de Elefante 19/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #324: Teresa Veiga – Vermelho Delicado (2024)

Prazeres Interrompidos #324:  Teresa Veiga – Vermelho Delicado (2024)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Num muito aguardado novo volume de contos, Teresa Veiga consolida a sua inabalável posição de mestre da narrativa breve e a sua capacidade única para raspar o verniz da normalidade e revelar as fendas profundas que se abrem em qualquer superfície humana. É o regresso do seu poderoso universo de vozes femininas e ambientes góticos, rendilhado por programas rápidos da máquina de lavar, promessas de alegria primaveril, impulsos para

caminhar sem rumo ou os contrastes entre centro e margem, memória e verdade, invisibilidade e evidência, deixar o passado para trás ou seguir destemidamente ao seu encontro, como quem vai sempre murmurando este poema pendurado na parede de um dos contos: «Do fundo da escuridão até à verde luz brilhante do sol. Do nada até todas as coisas. De cada coisa até ao esquecimento.»

«Afinal, que grandes diferenças pode haver na vida de duas pessoas circunscritas ao mesmo local, rodeadas da mesma gente, submetidas aos mesmos estímulos, aos mesmos ritmos? As diferenças só se podem encontrar ao nível da cabeça, encerradas num espaço interior que esse é só nosso e, bom ou mau, é o nosso único tesouro.»