André Marques lança o novo EP “sailingspaceships”, uma viagem introspetiva e musical em busca de calma e refúgio
O músico e produtor André Marques apresenta o seu mais recente trabalho, o EP “sailingspaceships”, composto por cinco faixas que refletem um período de intensa introspeção e necessidade de tranquilidade. Este projeto nasce de uma fase pessoal em que o caos do quotidiano levou o artista a encontrar na música um escape, resultando num conjunto de composições que remetem para uma atmosfera de paz e recolhimento. Descrevendo este EP como uma viagem musical, André Marques explica que as faixas foram pensadas para criar uma experiência sensorial e contínua, onde as extensas durações e a ambiência crua transportam o ouvinte para um estado de serenidade e contemplação. A unidade sonora e visual do EP, desde a tonalidade das faixas até à capa, constituem uma proposta imersiva, oferecendo um refúgio musical que agora partilha com o público.
André Marques é um apaixonado por filmes e bandas sonoras desde sempre, o que o levou, há alguns anos, a aprender e a compor música instrumental. Em 2022, lançou o seu primeiro álbum instrumental, “Nightmares”, com uma ambiência ligada ao universo do terror e inspirada nas sonoridades presentes em filmes de suspense. No ano seguinte, em 2023, apresentou “MYSTICAL BORDERS”, um álbum mais experimental e eletrónico, explorando uma temática mística e ligada ao espaço. Em 2024, colaborou com a cantora Nora Jankovic no EP “Our Freedom”, em janeiro. Mais tarde, lançou a compilação “Half of Zero”, em duas partes, um projeto com 30 faixas que explora influências de synth wave, synth pop, dark synth e EDM.
Ao longo deste percurso, André Marques tem vindo a expandir as suas habilidades em produção musical, explorando diferentes instrumentos e géneros, e atualmente também produz para outros artistas em estilos que vão do Indie e Pop ao R&B e Rap Contemporâneo. A sua música mantém-se fortemente ligada a uma estética cinematográfica, fruto do seu background em Audiovisual e Multimédia. O EP “sailingspaceships”, disponível em todas as plataformas digitais, reflete este lado introspetivo do músico, proporcionando uma experiência de audição profunda para quem procura tranquilidade e evasão através da música.
Coffee Breakz #95 – Knockin’ Off All Weak MC’s
Coffee Breakz #95 – Knockin’ Off All Weak MC’s
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. 070 Shake & Courtney Love — Song to the Siren
2. Yo La Tengo — Leaving Home
3. Kim Deal — Nobody Loves You More
4. Awon — Learn to Love (prod. by J Brom)
5. Stephan & Chester Watson — Rendezvous
6. Dubkasm X Tricky — Concrete Flowers
7. Kendrick Lamar — Reincarnated
8. 2Pac — Made Niggaz (ft. Tha Outlawz)
9. Kendrick Lamar — Heart Pt. 6
10. SWV — Use Your Heart
11. TV Girl & George Clanton — Everything Blue
12. Homicide — Phenen
13. Shiho Yabuki — Ki No Nagare
14. Al Green — Everybody Hurts
Jim “Kimo” West – Ka Honua Maluhia (Peaceful World) (2021)
Jim “Kimo” West – Ka Honua Maluhia (Peaceful World) (2021)
Memória de Elefante 18/12/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
José Valente – O Circo (2024) (single)
José Valente – O Circo (2024) (single)
“A música é uma coisa espiritual”
Fela Kuti
José Valente está de volta com um novo e, claro, surpreendente trabalho.
“Quem é o José Valente” traduz-se numa autêntica carta de amor dirigida à música. Mas é também uma auspiciosa combinação de possibilidades ilimitadas, onde o compositor portuense torna a levar a viola d’arco a diferentes patamares. Uma posição artística que continua a gritar por liberdade e a reforçar o espírito transgressor embutido no seu percurso.
Afirmação ou pergunta, “Quem é o José Valente” gera vários resultados. “Deve ser um artista qualquer”, responde o título da faixa de abertura do álbum a ser editado esta semana, a 24 de Outubro. Seguem-se outras teorias, ouvidas ao longo do mesmo tema: “uma autêntica enciclopédia no que toca aos sítios para comer as melhores francesinhas do Porto”, “artista plástico”, “médio centro”, “poeta galego”. “O Valente da viola” é a que mais se aproxima da verdade, num disco cuja pintura da capa, da autoria de Marco Mendes, ilustra algumas das suas referências, como José Mário Branco, Frank Zappa, Fela Kuti ou Ludwig van Beethoven.
Através de 9 peças, José Valente acerca-se de uma série de músicos convidados que enriquecem a paleta sonora deste inovador registo em que a voz é um dos elementos predominantes: João Geraldo (violoncelo e baixo eléctrico), José Silva (percussão), António Ribeiro (voz falada), João Diogo Leitão (viola braguesa), Luís Bittencourt (percussão e berimbau), Patrícia Costa (voz cantada) e Tiago Manuel Soares (percussão).
Os concertos de apresentação acontecem já esta quinta-feira, dia 24 de Outubro, no Maus Hábitos, no Porto, e domingo, dia 27 de Outubro, no Festival Instrumensal, em Coimbra. Duas oportunidades especiais para se escutarem, em estreia absoluta ao vivo, a inquietação e a intensidade emocional dos temas de “Quem é o José Valente”, longa- duração com todas as músicas e letras da autoria do violetista.
Depois de “Trégua” (2021), em colaboração com a Orquestra Filarmónica Gafanhense, e de “Águas paradas não movem moinhos” (2022), aqui a liderar o colectivo 6 Violas, numa homenagem à obra de José Mário Branco, “Quem é o José Valente” foi gravado em casa, pelo próprio, e misturado e masterizado no Estúdio de Som Musibéria, por André Espada. Tem edição da Respirar de Ouvido e o apoio da Antena 2.
“Josés há muitos”, atira alguém na primeira faixa, mas este é José Valente, um impressionante artista que, munido do seu instrumento de cordas e das suas partituras, derruba barreiras musicais, seja a partir dos discos ou das prestações únicas que protagoniza nos palcos mundiais.
O álbum está disponível a 24 de Outubro de 2024, nas principais plataformas digitais e numa edição física em CD.
Zaina Woz – Boneca De Porcelana (2024) (single)
Zaina Woz – Boneca De Porcelana (2024) (single)
Em clima de balé eletrônico – uma espécie de caixinha de música clubber – Zaina Woz apresentou ontem o single Boneca de Porcelana, o primeiro a antecipar o disco de estreia. O tema conta com produção musical da artista em parceria com Arthur Kunz (Strobo, Os Amantes), e traz uma temática feminista abordada pela letra de Zaina sobre uma relação tóxica. “A imagem da boneca de porcelana, que é rígida e inanimada, possibilitou-me explicar o que eu sinto como uma pessoa que relaciona-se afetivamente, e que muitas vezes sente-se como um objeto na mão do outro”, conta Zaina. A música chega com videoclipe inspirado no desfile de alta costura da Maison Margiela deste ano, e tem direção de Marilia Curtolo. A direção criativa e o figurino são assinados pela própria artista, que tem formação em Design de Moda. Oiça a música aqui e assista o clipe aqui.
Para expressar a mensagem da música no videoclipe, Zaina quis dar vida às duas bonecas de porcelana que cruzaram sua vida: uma bailarina de caixinha de música (vista em um porta joias de sua mãe) e uma Coquette Doll (herdada de sua avó paterna). Ambas são bonecas de porcelana levadas para o sul do Brasil por imigrantes alemães, e que ganharam popularidade na década de 1960. Para isso, a dançarina e coreógrafa (além de diretora do clipe), Marilia Curtolo, guiou a artista pela jornada de interpretar esses objetos. “As bonecas que interpreto e que enfim se rebelam, parecem-me ter um futuro muito mais colorido e rico em experiências do que as que ficam nas caixas e nos pedestais. Mas a passagem para esse outro lado pode ser dolorida e cheia de raiva”, divide Zaina.
O clipe é marcado por teatralidade, com presença de um corpo de baile interpretando outras bonecas, e iluminação que tem como referência o filme Cisne Negro (2011). “Optei por elementos cênicos que trouxessem significado ao invés de cenários. Como a cama, por exemplo, que é uma das primeiras cenas do clipe (e também a minha preferida). Mesmo quebrada, a boneca está ‘impecável’”, conta Marília Curtolo.
A música de electropop experimental foi inspirada por um sample de electro house que levou Zaina Woz a criar a linha de baixo, um dos pilares de construção do tema. A partir disso, o baterista e produtor Arthur Kunz fez a base do beat eletrônico e a partir daí a dupla deu forma à música. “Chamamos o Rodrigo Coelho (grassmass) para interagir com a música com os sons submundanos de seus sintetizadores modulares. Ele trouxe uma série de arpeggios analógicos lindos, pôs meus vocais num sintetizador de delay e criou vários ecos de coros em melodias aleatórias, muito elegante”, comenta Zaina.
Fontayne – Voa (2024) (single)
Fontayne – Voa (2024) (single)
Depois do lançamento do seu EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo” na primeira metade do ano, fontayne apresentou os singles “Tem Calma” e “Sem Ti”, continuando o seu percurso artístico, numa procura pela perfeita forma de expressão e de transmissão dos seus sentimentos, preocupações e angústias.
Artista de sentimentos fortes, foi assim que surgiu “Voa”, o seu mais recente single.
Este novo tema fala-nos de um passado menos feliz do artista, de uma relação sofrida da qual o próprio se quer desprender, sabendo que está errado, apesar de não o querer admitir. Numa procura por fugir ao passado e a um love onde sofreu, fontayne agora só quer voar em direção a um novo capítulo, numa dualidade de sentimentos que batalham entre si, o querer esquecer ou o querer voltar às boas memórias do passado.
“Voa” é a história do que foi, mas já não é, ou do que ainda poderá voltar a ser. Amor, desilusão, sofrimento ou liberdade, voa. Voa para longe daqui.
O single “Voa” combina emo-rap, trap e pop, numa perfeita união de ritmos e sonoridades, resultando num tema contagiante e que fica no ouvido, impossível de não gostar. Encontra-se disponível em todas as plataformas digitais!
Ikue Mori – Ikue Mori, Brian Marsella & Sae Hashimoto – Archipelago X (2021)
Ikue Mori – Ikue Mori, Brian Marsella & Sae Hashimoto – Archipelago X (2021)
Memória de Elefante 17/12/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #30
Trovador Urbano #30
Autor:
David Calderon
(episódio de 17 de Dezembro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
A Sul – Tela (2024) (single)
A Sul – Tela (2024) (single)
A SUL acaba de lançar o seu novo single ‘Tela’
‘Tela’ é o mais recente single de A SUL, a artista que nos brindou com o inesquecível ‘Gin’ e momentos memoráveis no seu projeto anterior. Desta vez, oferece-nos uma nova canção, uma autêntica pintura sonora, onde cada nota se transforma em cor e emoção, e nos envolve de uma forma muito particular. Canção esta que fará parte do seu próximo projeto.
A SUL é o nome do projeto musical de Cláudia Sul, também compositora e produtora das canções que integram a sua obra. Em 2022, lançou o seu EP de estreia ‘Já Agora’ composto por cinco faixas. No ano seguinte, apresentou o single ‘Gin’, e ganhou os Novos Talentos FNAC com a canção ‘Bleba’, retirada do seu primeiro curta-duração.
A arte de A SUL é distinta ao ponto de, mesmo sem vídeo, de olhos fechados, ser possível imaginar a tela, na janela, na mão dela. Ainda assim, o tema conta com um videoclipe também idealizado por Cláudia Sul.
“A Tela, está junto à minha janela
Mas que bem que bate a luz na mão dela”
Dentro dos temas mais escuros, da finitude, do luto com uma aura de mistério e de melancolia, A SUL transmite-nos em melodias indie e relaxantes o que conseguiu extrair de uma residência artística que decidiu fazer em casa dos seus avós, em Viseu.
“Curiosamente, levei comigo um livro de contos do Edgar Allan Poe, que é conhecido precisamente por ter um estilo de escrita bastante expressivo e até mórbido. Levei porque sabia que podia ser útil para me inspirar pois senti que estava no mesmo campo criativo que eu pretendo enaltecer no meu primeiro disco.” acrescenta A SUL.
Os singles ‘Gin’ e ‘Tela’ fazem parte do primeiro álbum de A SUL, ‘QUER, QUER, QUER’ com data prevista para o primeiro trimestre de 2025.
Depois de duas datas em Vila Real e Fafe, A SUL apresenta-se com Marta Fonseca, no Bota, em Lisboa já no próximo dia 11 de dezembro, onde poderemos escutar a ‘Tela’ pela primeira vez ao vivo, depois da sua estreia.
Com produção da própria e de Miguel Marôco, mistura e masterização de Nuno Simões, ‘Tela’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, uma edição Cuca Monga.
Mariza – Transparente (2005)
Mariza – Transparente (2005)
Memória de Elefante 16/12/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
A Mansão – Rapariga (2024) (single)
A Mansão – Rapariga (2024) (single)
A MANSÃO acabam de lançar EP de estreia e novo single ‘Rapariga’
Depois de ‘Respirar’, o mais recente single lançado por A Mansão, chega o aguardado EP de estreia, intitulado ‘Casa Grande’, nome também do primeiro single da banda.
Este EP ‘Casa Grande’ “nasce da vontade de passar tempo de qualidade com bons amigos” nas palavras de Luís Palha, um dos elementos d’A Mansão, que acrescenta “Dá sempre bom fruto, o encontro de talentos, e se for sustentável, faz bem ao mundo!”.
Para além do artista, também José Maria Freitas e José Guilherme Saraiva Lima fazem parte da banda que lança agora o primeiro curta duração e o single ‘Rapariga’ como foco principal.
‘Rapariga’ é uma canção cheia de autenticidade diante das cativantes expectativas alheias, fala sobre entrega feliz e inteira, caminho de apego até à liberdade, passando pela necessária e difícil dor de largar.
A banda refere ainda que “A Rapariga representa assim tudo aquilo de que gostamos e em que colocamos o nosso afeto. Tudo é bom, contando que nos aproxime de nós mesmos. Se o apego fizer com que um se perca, então é preciso largar.”.
“Tanta canção está por cantar,
E eu tenho mais que escrever,
Estejas tu onde estiveres.”
A Mansão canta para a Rapariga, como quem canta saudades de algo que ainda não tem. E é neste embalo que, neste EP de estreia, a banda nos presenteia com letras que abordam temas como a conexão com as raízes, o amor tranquilo, a saudade e a esperança. Este EP ‘Casa Grande’ acaba por transmitir uma mensagem de união e resiliência. “Cada canção toca no que é pertencer a uma casa, família, tribo, e nos desafios e alegrias que vêm de ser quem somos e estarmos onde estamos.” acrescenta a banda.
São cinco as faixas que compõem o resultado final deste primeiro projeto, esta ‘Casa Grande’ que celebra a beleza e a complexidade das relações. A banda quer com este lançamento entreter, inspirar e, quem sabe, conectar pessoas. Todas estas canções são fruto da amizade e colaboração d’A Mansão com M1ke (Miguel Coimbra, produtor e vocalista dos D.A.M.A).
‘Casa Grande’ terá casa cheia sexta-feira dia 6 de dezembro no Camones, local onde vai ser apresentado o EP ao vivo, pelas 20h30.
O EP de estreia d’ A Mansão e o single ‘Rapariga’ já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #194
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #194
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Bill Charlap → Sometimes I’m Happy
Ben Wendel → On the Trail
Thumbscrew → Orange Was the Color Of Her Dress, Then Blue Silk
Charles Mingus → My Jelly Roll Soul
Jelly Roll Morton → King Porter Stomp
Howard Mcghee → Willow Weep for Me
Barry Harris → Cats in My Belfry
Fabio Tullio → Don’t Forget
Marquis Hill → Life Days
Jazzmela Horn → You’re Getting to Be a Habit with Me