Krzysztof Sadowski: Grupa Organowa Krzysztofa Sadowskiego – Na Kosmodromie (1972)
Krzysztof Sadowski: Grupa Organowa Krzysztofa Sadowskiego – Na Kosmodromie (1972)
Memória de Elefante 08/12/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catman Plays The Blues #152
Catman Plays The Blues #152
Apresentamos esta semana a transmissão parcial de um concerto efectuado em Abril deste ano em Chicago do jovem talento de apenas 17 anos de idade Harrell Davenport (Young Rell).
Yvonne Mwale – Free Soul (2020)
Yvonne Mwale – Free Soul (2020)
Memória de Elefante 14/12/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Luís Braz Teixeira – Só A Mim (2024) (single)
Luís Braz Teixeira – Só A Mim (2024) (single)
Luís Braz Teixeira acaba de editar o novo EP “estaca zero”, já disponível em todas as plataformas digitais. O primeiro curta duração inteiramente em português do cantor e compositor documenta as várias fases de uma relação e o processo de recomeço mental e emocional que se segue ao final da mesma. Com uma sonoridade Pop e R&B, “estaca zero” foi escrito, composto, produzido e gravado pelo próprio artista.
Nas palavras de Luís Braz Teixeira, este lançamento representa “o voltar ao início, o reset mental e emocional que normalmente acontece quando termina uma relação e nos despedimos de alguém que amámos. Ao longo de todo o EP é desenvolvida uma linha cronológica que tem início na fase de insegurança do começo de um relacionamento, seguindo-se as adversidades e, no tema final, o regresso à estaca zero”.
Neste que é o seu segundo curta duração, Luís Braz Teixeira apresenta um total de seis temas. Ainda que o processo de composição tenha sido solitário, o cantor e compositor contou com as colaborações de Duarte Carvalho, Mike Apollo, Sara Megre, Fred Irie, Paulo Araújo e André Barreto para finalizar “estaca zero” nos Cozy Music Studios. O EP foi antecipado pelos singles ‘só a mim’, ‘sonhos’ e o mais recente, ‘coração trancado’.
“estaca zero”, é o terceiro EP Luís Braz Teixeira. O curta duração sucede a “First Take”, de 2021, e “GETAWAY”, de 2023. Este último é uma parceria com o cantor, compositor e músico lisboeta Diogo Fonseca.
Perpetua – Quarto Azul (2024) (single)
Perpetua – Quarto Azul (2024) (single)
Perpétua lança nova música: Quarto Azul
A banda Perpétua, oriunda da Gafanha da Nazaré, apresenta “Quarto Azul”, o segundo single do aguardado álbum “Celeste”, previsto para 2025. Esta nova faixa reflete a maturidade renovada do grupo, num registo que promete definir a identidade sonora do segundo trabalho de originais da banda.
“Quarto Azul” oferece uma fusão única entre a melancolia e a energia dançante, evocando um casamento nostálgico entre a Pop dos anos 80 e a música Disco. A nível lírico, a canção explora a tentativa — talvez frustrada — de encontrar momentos de desaceleração num mundo acelerado e caótico.
O videoclipe do single, gravado no 23 Milhas, mais precisamente na Casa da Cultura de Ílhavo, no dia 31 de maio de 2024, reforça o vínculo especial entre a banda e os seus fãs. Num formato participativo e inovador, foram os próprios fãs que assumiram o papel de operadores de câmara, cedendo imagens para a montagem final do clipe. O resultado celebra não apenas a música, mas também o espírito de comunidade que caracteriza Perpétua.
“Quarto Azul” já está disponível em todas as plataformas digitais.
quem são os perpétua
O Diogo, o Rúben e o Xavier conhecem-se numa escola de música na Gafanha da Nazaré, Ílhavo, onde se inicia o percurso musical de cada um, bem como uma amizade que viria a ser a semente de onde germinaria a Perpétua. O Diogo conhece a Beatriz no ensino secundário, última pétala desta flor.
Lançam o seu primeiro single, “Condição”, em setembro de 2020, estreando-se logo em novembro do mesmo ano ao vivo, na abertura de um concerto de André Henriques. Em março de 2021, lançam o seu álbum de estreia Esperar Pra Ver e com ele o single “Perdi a Cor” que os deu a conhecer às lides nacionais. A propósito de uma parceria com a Câmara Municipal de Ílhavo, reinventam cinco canções do vencedor do Festival da Canção de 1981, Carlos Paião, também ele músico da terra, com o EP Muito Mais. Subiram ao palco do Festival da Canção em 2024, com o tema “Bem Longe Daqui”, tendo chegado à final do Festival. 2024 é, também, o ano em que revelam o seu segundo álbum de originais.
Acima de tudo, Perpétua procura pintar novas paisagens musicais, cantando a tristeza alegremente, de forma leve e demorada, como se cuida de um jardim.
African Roots #62
African Roots #62
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Letta Mbulu – Mahlalela
2 – Adhanet Equar – Gumaye
3 – Dumisani Maraire – Hande Kubasa
4 – Oliver Mtukudzi & The Black Spirits – Cheka Ukama
5 – Magic System – Papitou s’amuse
6 – Os Tubaroes – Djonsinho Cabral
7 – Longino – Bô Ingratidão
8 – Banda Maravilha – Xicola
9 – Paul Ngozi – Ngozi Nyo
10 – Rikki Ililonga – Sansa Kuwa
11 – Orchestre Lipua-Lipua – Distingue
12 – Lulas da Paixão – Nga Antónia
13 – Rim Kwaku Obeng – Nothing Is Free
14 – Cheb Bakr – Rjana Lamta
15 – Aziza Brahim – Sensación del Tanque
16 – Africa Negra – Chiguno zunta
Carlos Montoya – Spanish Guitar Master (2024)
Carlos Montoya – Spanish Guitar Master (2024)
Memória de Elefante 13/12/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Atalhos – Ayer Morí (2024) (single)
Atalhos – Ayer Morí (2024) (single)
Atalhos, natural de Birigui, interior de São Paulo, e conhecido pelas pontes que traça entre Brasil e Argentina e entre música e literatura, apresenta “Ayer Morí”, faixa que sucede o ótimo single “Atlanta” e abre caminho para a chegada do quinto disco da banda – um lançamento do selo espanhol Costa Futuro, totalmente produzido por Gabriel Soares. A canção melancólica chega acompanhada por videoclipe a ser disponibilizado no canal da banda no YouTube dia 06 de dezembro, uma sexta-feira. “Ayer Morí” também pode ser ouvida nas principais plataformas digitais.
“É uma canção marcada por uma atmosfera nostálgica, com um beat evocativo de drum machine e acordes melódicos de violão que atravessam a letra, cantada em português e espanhol, e desembocam numa torrente de guitarras distorcidas e bateria transformadora”, comenta Gabriel a despeito da sonoridade da faixa. “Ayer Morí” traz em sua ficha técnica Gabriel Soares na composição, produção musical, bateria, vozes e guitarras; Conrado Passarelli, nas guitarras, piano e teclados; e Ives Sepúlveda no baixo e sintetizadores. A música acompanha um clipe dirigido pelo duo Cinza, com roteiro e edição de Gabriel Soares, e imprime, num filme P&B, a melancolia que a faixa transmite. O delicado trabalho audiovisual mostra Atalhos em ação, entre a estrada e o palco, solidão e som.
Atalhos tem mais de uma década de estrada e o desejo de estreitar sua relação não só com os países latino americanos, mas também com a língua espanhola: daí o selo do qual a banda faz parte, Costa Futuro, ser de Barcelona. Com “Ayer Morí” a banda inaugura uma nova fase e prepara o lançamento de seu quinto álbum de estúdio, sucessor de “A Tentação do Fracasso” (que lhes rendeu uma turnê mundial em 2022 com mais de 50 shows no Brasil, Argentina, EUA e Europa), a ser lançado em 2025.
Além de Joana Alegre e Elisa Rodrigues, o vídeo realizado pelo fotógrafo e videógrafo Edgar Keats conta com a participação da violinista Emiliana Silva. Com letra e música da autoria de Joana Alegre, ‘Perfeita’ é uma das faixas do terceiro disco da cantautora, “LUAS”, cuja edição em formato vinil está disponível em pré-venda a partir de hoje.
“Neste álbum “LUAS” cada tema corresponde a uma fase da lua. De minguante a crescente, as oito canções completam uma narrativa dinâmica de altos e baixos, sobre a nossa natureza cíclica. O disco aceita e acolhe essas marés e, no universo noturno de mãe artista independente, celebra a força e magia de ser mulher”, afirma Joana Alegre.
O terceiro disco da artista – do qual fazem parte os singles ‘Nó’, ‘Ciclotímica’, ‘Rosa Carne’, ‘Copo Cheio’ (dueto com Mikkel Solnado), ‘Lógica Astral’ e ‘Desdita’ – dá o mote para a apresentação em Montreal, no Canadá, na 37ª Conferência Anual da Folk Alliance International, no próximo mês de fevereiro. Antes disso, a cantora apresenta-se na sala Novo Ático do Coliseu do Porto, já no dia 8 de dezembro, pelas 19h30, e no B.Leza, em Lisboa, a 9 de janeiro, pelas 22h00. Os bilhetes para os dois concertos em Portugal já se encontram à venda nos locais habituais.
mix sem nexo em português, é um encadeamento de faixas por vezes desconcertante resultando numa das misturas mais originais e frescas que alguma vez produzi”.
Mixtape track List:
Mtume – To Be Or Not To Bop That Is The Question (Whether We Funk Or Not)
West Street Mob – I Can’t Stop (12” Mix)
Buckley Borland – The Red Road (feat Phoenix Pearle) Dub Mix
Christabelle and Lindstrøm – Baby Can’t Stop
Irakere – Chekere Que Som
Aaron Broomfield – The Polyphase (Instrumental Version)
Idjut Boys & Quakerman – Radio Rage (Mix [2015 Remaster])
Rotaciv – Downside Up (Original Mix)
Emahoy Tsege Mariam Gebru (2022)
Emahoy Tsege Mariam Gebru (2022)
Memória de Elefante 12/12/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Prazeres Interrompidos #323: Vasco Pulido Valente – A Revolução Liberal (1834-1836) – Os «Devoristas» (1993)
Prazeres Interrompidos #323: Vasco Pulido Valente – A Revolução Liberal (1834-1836) – Os «Devoristas» (1993)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
«Na história portuguesa, o ‘liberalismo’ não foi uma ruptura, foi um prolongamento. Pior ainda: foi um prolongamento que aumentou a centralização e a omnipotência do Estado e enfraqueceu as raras instituições independentes ou semi-independentes dele (a Igreja e a Universidade). Dali em diante, como se sabe, esse processo não parou. A República, a Ditadura e a democracia ‘europeia’ de hoje ‘aumentaram’, não diminuíram, o peso do Estado sobre a sociedade. Com uma diferença. Em 1834, a esmagadora maioria da população vivia da agricultura, o que lhe dava por natureza uma certa autonomia. A presença do Estado era sentida nas cidades e em algumas vilas particularmente importantes. Excepto pelo imposto, pelo recrutamento militar e, de longe em longe, pela justiça, não era sentida no país rural. Quando o grosso da população se transferiu para a «indústria» e os «serviços», mesmo essa forma acidental de liberdade acabou.»