BEST OF MAY 2024 B&W Humanist and Street Photography Corner

Ismail “Pops” Mohamed: Blaq Spirit ElectricMelt 1996-2010, Vol. 5 (2024)

Ismail “Pops” Mohamed: Blaq Spirit ElectricMelt 1996-2010, Vol. 5 (2024)

Memória de Elefante 10/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Trovador Urbano #29

Trovador Urbano #29

Autor:

David Calderon

(episódio de 10 de Dezembro) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Manta – 112 (2024) (single)

Manta – 112 (2024) (single)

Chama a ambulância pra hoje 

Eu nem queria dizer alto isto

Mas eu sei que vai ser hoje 

Não sinto cada parte minha 

Está me a doer tudo no corpo 

Eu sei que vai ser hoje 

Chama o 112 

Como é que eu te explico isto, como é que eu desligo? 

Isto é sentimento misto, como é que eu te digo? 

Hoje eu estou somente lixo e se a minha mente diz 

Que o meu vício é ter um vício e que agora dependo disso

Nunca fui tão submisso

Será que tou possuído? 

Chama a ambulância com um padre, liga e traz um crucifixo 

Chama o 112 

A sério que eu nunca me vi tão carente 

Que a vida nunca me deixou ser tão crente 

Que agora que a vida me cai de repente 

Chapada na cara ‘tá a bater de frente

‘Tá a bater de frente e mesmo que tente 

Não tiro a razão mas não fico ciente 

E mesmo que invente

Caminhos diferentes, cabeça só mente

Estou escravo da mente

Estou escravo de que? 

Estou escravo da mente 

Estou escravo de mim, já nem faz sentido 

Mas eu estou sentido, e num só sentido 

Cuspir cá pra fora o que ficou contido 

Tão como é que te explico isto? 

Como é que eu desligo?

E se isto é sentimento misto, tão 

Chama a ambulância pra hoje 

Eu nem queria dizer alto isto

Mas eu sei que vai ser hoje 

Não sinto cada parte minha 

Está me a doer tudo no corpo 

Eu sei que vai ser hoje 

Chama o 112 

Se me passares a mão na testa vais ver quanto é que eu estou quente

Enquanto ser humano até quando é que eu aguento?

Sempre tive esta falsa dor presente 

Falso frente a frente

Cheiro a medo enquanto tento segurar tanto peso

Vou estar preso até que aprendo 

Que na verdade, nesta vida há pouco tempo 

Estou sendo no sofá as vinte e trinta 

Está tudo à minha espera e eu sem saída 

Sinto cada olhar em mim, mas ninguém imagina 

O que é viver dentro de alguém com uma alma igual à minha 

Que quando dói, dói tanto que eu nem respiro 

Chama a ambulância pra hoje 

Eu nem queria dizer alto isto

Mas eu sei que vai ser hoje 

Não sinto cada parte minha 

Está me a doer tudo no corpo 

Eu sei que vai ser hoje 

Chama o 112

Rafeiro – Medronho Feat. Malva (2024) (single)

Rafeiro – Medronho Feat. Malva (2024) (single)

RAFEIRO, o nome de guerra da banda-bando encabeçada pelo rapper e poeta Stray (Pedro de Queirós Tavares) e pelo produtor Raez (Rui Santos), apresenta o novo single “Medronho”, disponível em todas as plataformas digitais desde a passada sexta-feira, 22 de novembro. Este tema marca o primeiro avanço daquele que será o segundo capítulo do projeto, expandindo o universo inaugurado em 2021 com o lançamento do disco igualmente intitulado “RAFEIRO”.

Apresentado à época ainda como um disco de Stray totalmente produzido por Raez, “RAFEIRO” serviu de ponto de partida para a formação da banda, juntando os músicos envolvidos no processo criativo do disco-génese, nas apresentações ao vivo e no desenvolvimento dos novos temas. Assim, a formação inclui agora oficialmente o teclista Miguel Moura e o trompetista João Pedro Dias.

O novo single rearma a poesia de escaramuça e o groove pantanoso que têm vindo a definir o projeto mas indicia também novos imaginários musicais. Inspirando-se na misticante aguardente de medronho — fruto que cresce espontaneamente nos solos pobres —, o conjunto constrói uma metáfora para a atração bravia e pantanosa que tantas vezes nos enovela sem pedir licença.

A música conta ainda com a colaboração da maviosa MALVA, numa cantoria à volta da fogueira que parece talhada no rap alternativo e destilada em ritmos de saltimbanco e sons de conjuração.

Segundo a banda, a sonoridade do projeto continua — crucialmente — sob bênção de Nossa Senhora do Osso. 

Joaquín Turina: Fabio Montomoli – Oracion (2000)

Joaquín Turina: Fabio Montomoli – Oracion (2000)

Memória de Elefante 09/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #71: Ry Cooder -Paris, Texas – Original Motion Picture Soundtrack (1985)

1 Álbum 100 Palavras #71: Ry Cooder -Paris, Texas – Original Motion Picture Soundtrack (1985)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

A trilha sonora de “Paris, Texas”, composta por Ry Cooder e lançada em 1984, é uma obra-prima minimalista que captura a melancolia e vastidão emocional do filme de Wim Wenders. Inspirada por temas de música folk americana e blues, a trilha é ancorada pela icônica slide guitar de Cooder, que evoca o isolamento e a introspecção do deserto texano. O tema principal, baseado na canção tradicional “Dark Was the Night, Cold Was the Ground” de Blind Willie Johnson, tornou-se um clássico cinematográfico. A trilha complementa perfeitamente o tom do filme, tornando-se uma das colaborações mais memoráveis entre música e cinema.

Boa escuta!

1 Álbum 100 Palavras #72: Pino Daniele – Nero A Metà (1980)

1 Álbum 100 Palavras #72: Pino Daniele – Nero A Metà (1980)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“”Nero a Metà” (1980) é um dos álbuns mais icônicos do cantor e compositor italiano e napolitano Pino Daniele. O título reflete a mistura cultural e musical presente em sua obra, unindo blues, jazz, música napolitana e soul. As faixas exploram temas de amor, sociedade e identidade, com letras profundamente poéticas e melodias envolventes. Canções como “Quanno Chiove” “A Me Me Piace ‘o Blues” e A Testa in giù” destacam a sua habilidade em mesclar ritmos modernos com raízes tradicionais. Este disco consolidou Daniele como um dos grandes inovadores da música italiana, marcando um ponto alto em sua carreira artística.”

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #321: Evie Woods – A Livraria Perdida (2023)

Prazeres Interrompidos #321: Evie Woods – A Livraria Perdida (2023)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Numa rua tranquila de Dublin, uma livraria perdida está à espera de ser encontrada. Opaline, Martha e Henry parecem não ter nada em comum além de terem sido, durante demasiado tempo, personagens secundárias nas suas próprias vidas. Opaline tem de fugir de Londres para não ser obrigada a casar-se, Martha parece inevitavelmente presa numa relação tóxica, e Henry está noivo de uma mulher que não ama. É em Ha’penny Lane, uma pacata rua de Dublin, que os caminhos destas personagens se cruzam. Era ali que devia estar a livraria fundada por Opaline, onde Henry entrou uma noite, pouco depois de chegar à Irlanda… mas não só não está, como também não há registos capazes de provar que alguma vez tenha existido. Seguindo o pouco que sabem sobre a incrível vida desta misteriosa mulher, Henry e Martha tudo farão para encontrar a livraria perdida e descobrir os seus segredos. Por entre os ramos de uma árvore que teima em crescer numa cave da capital irlandesa, páginas que sussurram, mistérios literários desvendados e livros que aparecem em prateleiras sem que alguém os tenha posto lá, as histórias destas três personagens que o destino põe à prova serão reveladas, mostrando que até a vida mais banal pode tornar-se tão fascinante como as que se encontram nas páginas dos melhores livros.

Ghetthoven – Letters (2024) (single)

Ghetthoven – Letters (2024) (single)

Ghetthoven encerra um ciclo com o lançamento de double single 

Ghetthoven, cantor, compositor e produtor oriundo do Porto, apresenta o seu mais recente trabalho, um double single composto por “New Day” (Lado A) e “Letters” (Lado B). Este lançamento, disponível nas plataformas digitais, marca o encerramento de uma fase romântica e introspectiva na trajetória do artista, assinalando a transição para uma nova era musical.

Com produção de Taseh, Saloio e Liquid, e uma forte componente lírica e métrica assinada pelo próprio Ghetthoven, este double single reflete as experiências e os sentimentos que moldaram o último capítulo da sua carreira. “New Day” surge como um hino ao renascimento e à superação de tempos sombrios, enquanto “Letters” é uma ode ao amor, apresentada sob a forma de uma carta destinada a todas as pessoas apaixonadas. Ambas as faixas mantêm a atmosfera soul e onírica que tem caracterizado a música do artista, mas apontam para o desfecho de uma etapa criativa que o viu explorar profundamente a sua expressão romântica.

“Este lançamento é o desfecho de uma season, um hiato da minha fase romântica. É também uma ode ao amor e ao renascer, uma forma de reagir aos tempos negros que atravessamos,” explica Ghetthoven, acrescentando que o futuro da sua música será marcado por uma abordagem mais ativista. 

Desde a sua estreia em 2014 com “By My Side”, Ghetthoven tem vindo a afirmar-se no panorama nacional, integrando projetos como os Crisis e colaborando em produções de artistas como Moullinex, Voxels e Cut Slack.

“New Day” e “Letters” são um marco nesta trajetória, encerrando um ciclo que deu origem a obras como “Magical City”, lançada no início de 2023, um single descrito pelo artista como “um hino à esperança e à luta”. Ghetthoven, que escreve, interpreta e orquestra os seus trabalhos, sublinha que este lançamento simboliza não só um momento de reflexão e renovação, mas também o ponto de partida para um novo capítulo na sua música, onde temas sociais e interventivos ocuparão o centro do seu processo criativo.

Paulo Tó – Mudam- Se Os Tempos (2024) (single)

Paulo Tó – Mudam- Se Os Tempos (2024) (single) Id

O músico e compositor brasileiro Paulo Tó edita o single Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, releitura de José Mário Branco, a 22 de novembro. O tema apresenta o projeto Cantos da Revolução (ybmusic), que presta homenagem às canções do repertório de protesto que marcaram o período de luta contra a ditadura em Portugal, entre 1926 e 1974. A ideia para o disco foi inspirada por uma temporada em que o artista viveu no país. O single divulgado agora remonta à canção editada originalmente em 1971 por José Mário Branco, ícone da luta contra o fascismo português. Nesta releitura, o tema ganha sotaque e musicalidade brasileiras por meio da participação do saxofonista Thiago França e do duo de instrumentistas de sopro Os Bicudos. Integra também a música o violonista português Afonso Albuquerque. Oiça aqui.

“Essas canções, algumas feitas durante o processo revolucionário, carregam uma vitalidade poética e musical, além de revelarem os sonhos, as raivas e as alegrias de uma geração de artistas que viveram no exílio por anos e que, ao regressarem, participaram ativamente da revolução”, diz Paulo Tó. 

No final de 2018, quando viveu em Portugal, Paulo Tó passou a conhecer o repertório que agora integra o disco. “Comecei a ouvir essas músicas por indicação de amigos e fiquei impressionado com a potência poética das canções, completamente desconhecidas no Brasil. Na época tive o privilégio de conhecer pessoalmente dois grandes compositores portugueses desta safra: José Mário Branco e Fausto Bordalo Dias, com quem me encontrei algumas vezes e estabeleci mais contacto”, completa. Neste mês de novembro, completam-se cinco anos da morte do cantor José Mário Branco.

O álbum a ser lançado no próximo ano conta também com as participações de Siba, Jéssica Areias, Cauê Silva, Eugénia Melo e Castro e Arthur de Faria.

Ray Shulman: Gentle Giant – Octopus (1972)

Ray Shulman: Gentle Giant – Octopus (1972)

Memória de Elefante 08/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.