Ofra Haza – Yemenite Songs (1986)

Ofra Haza – Yemenite Songs (1986)

Memória de Elefante 19/11/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Trovador Urbano #26

Trovador Urbano #26

Autor:

David Calderon

(episódio de 19 De Novembro) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Francisca – Falinhas Mansas (2024) (single)

Francisca – Falinhas Mansas (2024) (single) 

FRANCISCA EDITA SEGUNDO ÁLBUM DE ORIGINAIS COM VERSÃO FÍSICA E DIGITAL

“RECORDAÇÕES” CONTA COM PRODUÇÃO E ARRANJOS DE JOÃO SÓ

“FALINHAS MANSAS” É O SINGLE QUE ACOMPANHA O LANÇAMENTO DO NOVO TRABALHO DE ORIGINAIS DA ARTISTA DE LEIRIA

Francisca, edita hoje “Recordações”, o seu segundo álbum de originais, que conta com produção e arranjos de João Só. Depois de revelados quatro singles de avanço, o disco é finalmente relevado na sua totalidade, contando com nove faixas, já disponíveis em todas as plataformas de streaming, com edição física a chegar a todas as lojas no próximo dia 27 de outubro.

A acompanhar o lançamento do disco, Francisca revela no seu YouTube oficial o vídeo do novo single “Falinhas Mansas”, uma animação de Martins Artista – RNM ART. Este é o novo tema que chega às rádios nacionais, seguido dos já conhecidos “As Recordações”, “Vício De Te Amar”, “Ele Tem Um Dom” e “Não Sabes Nem Metade”.

“Recordações”, é o segundo trabalho de estúdio da cantora de Leiria e o legítimo sucessor do disco homónimo, editado em outubro de 2019. Este primeiro longa-duração contou com entrada direta para o Top de Vendas de discos em Portugal e o single “Dia de Bailarico” foi a canção escolhida para a banda sonora da telenovela da SIC “Terra Brava”.

Em colaboração com o músico e compositor Cláudio Duarte, que a tem acompanhado no percurso musical, Francisca tem alimentado a necessidade de contar a sua própria história através da composição de canções. A produção do novo registo de originais foi entregue ao produtor, cantor e compositor João Só, que contribuí em várias faixas com a mestria das suas guitarras e baixos.

A artista conta que “em termos musicais este novo trabalho apresenta temas com uma sonoridade que mistura uma linha mais moderna com vários sons retro, que vão desde o ruído do vinil até aos sons de órgão usados nos discos dos Beatles. Uma das coisas que adoro neste tipo de processo criativo musical é a experimentação, onde por vezes uma simples alteração do tipo de som num mesmo acorde musical pode-nos conduzir para caminhos tão distintos.

Sandrino – Ser Para Não Ser (2024) (single)

Sandrino – Ser Para Não Ser (2024) (single) Id

Com influências de MPB, Pop e Jazz, Sandrino apresenta-nos a sua primeira canção: ‘Ser Pra Não Ser’. Natural do Algarve e formado no Hot Clube de Portugal, o artista começa agora a sua carreira a solo, trazendo um single impactante e, ao mesmo tempo, que nos descansa num balanço muito aconchegante.

Com influências claras e indiscutíveis, foi na procura da sua sonoridade junto de várias referências nacionais e internacionais que Sandrino encontrou a sua identidade única e a partilhou com Meoli para juntos criarem este single de estreia. Como o artista refere – uma procura de identidade e um esforço para se encaixar que acaba anulando o verdadeiro eu “A letra deste single surgiu de reflexões constantes sobre a busca de uma identidade e de um propósito. Fala sobre o exercício de nos moldarmos às circunstâncias ao nosso redor, em detrimento do nosso próprio ser. Este balanço entre pertencer e sujeitar-nos a algo em detrimento daquilo que somos.”.

Com produção de Meoli e letra de Sandrino, este primeiro single é o mote para o seu primeiro trabalho em nome próprio, ainda sem data definida.

“Esta música é essencialmente sobre desorientação, incerteza e a procura de estímulos que nos amparem. Explora ainda a sensação de vazio e a busca por um significado mais profundo na existência.” acrescenta o cantor sobre o single.

No universo do pop alternativo, ‘Ser Pra Não Ser’ convida-nos a uma imersão que transcende a experiência musical convencional. Após ouvir a canção, sentimos que somos algo mais, transformados pelo envolvente percurso sonoro do início ao fim. A composição oferece-nos ritmos melódicos inesperados, equilibrando inovação e sensibilidade, e destaca-se como um primeiro single que marca não só pelo timbre singular de Sandrino, mas também pelo cuidado artístico na produção. 

‘Ser Pra Não Ser’ destaca-se também por combinar texturas e nuances que nos tocam o lado mais emocional, enaltecendo uma profundidade que diferencia o estilo do artista no panorama musical português. É nesta angústia existencial mas refrescante que Sandrino apresenta a sua sonoridade ao mundo. Disponível em todas as plataformas digitais. 

Compay Segundo – Yo Vengo Aquí (1996)

Compay Segundo – Yo Vengo Aquí (1996)

Memória de Elefante 18/11/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #68: Quincy Jones & His Orch. – Big Band Bossa Nova (1962)

1 Álbum 100 Palavras #68: Quincy Jones & His Orch. – Big Band Bossa Nova (1962)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Big Band Bossa Nova,” lançado em 1962, é um álbum icônico de Quincy Jones com a sua orquestra, onde o jazz norte-americano encontra a bossa nova brasileira. Gravado durante o auge da popularidade do gênero, o álbum explora ritmos brasileiros com arranjos jazzísticos sofisticados e cheios de energia. Faixas como “Soul Bossa Nova” tornaram-se clássicas, combinando metais vibrantes e percussão envolvente, enquanto outras, como “Desafinado,” reinterpretam composições de bossa nova com um toque orquestral. Este disco ajudou a popularizar a bossa nova fora do Brasil e destacou a versatilidade de Quincy Jones como arranjador e produtor no cenário musical internacional.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #315: Marc Eliot – Steve McQueen: A Biography (2011)

Prazeres Interrompidos #315: Marc Eliot – Steve McQueen: A Biography (2011)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Steve McQueen is one of America’s legendary movie stars best known for his hugely successful film career in classics such as The Magnificent Seven, The Great Escape, The Thomas Crown Affair, Bullitt, and The Towering Inferno as well as for his turbulent life off-screen and impeccable style. His unforgettable physical beauty, his soft-spoken manner, his tough but tender roughness, and his aching vulnerability had women swooning and men wanting to be just like him. Today—nearly thirty years after he lost his battle against cancer at the age of fifty—McQueen remains “The King of Cool.” Yet, few know the truth of what bubbled beneath his composed exterior and shaped his career, his passions, and his private life.  

Now, in Steve McQueen, New York Times bestselling author, acclaimed biographer, and film historian, Marc Eliot captures the complexity of this Hollywood screen legend. Chronicling McQueen’s tumultuous life both on and off the screen, from his hardscrabble childhood to his rise to Hollywood superstar status, to his struggles with alcohol and drugs and his fervor for racing fast cars and motorcycles, Eliot discloses intimate details of McQueen’s three marriages, including his tumultuous relationships with Neile Adams and Ali MacGraw, as well as his numerous affairs. He also paints a full portrait of this incredible yet often perplexing career that ranged from great films to embarrassing misfires. Steve McQueen, adored by millions, was obsessed by Paul Newman, and it is the nature of that obsession that reveals so much about who McQueen really was. Perhaps his greatest talent was to be able to convince audiences that he was who he really wasn’t, even as he tried to prove to himself that he wasn’t who he really was.

With original material, rare photos, and new interviews, Eliot presents a fascinating and complete picture of McQueen’s life.

MaZela – Fuga Habita No Meu Quarto (2024) (single)

MaZela – Fuga Habita No Meu Quarto (2024) (single)

O projeto, iniciado em 2020 pela albicastrense Maria Roque, apresenta o aguardado EP de estreia, do qual já conhecemos as canções “Naveguei”, “Luz no Escuro” e mais recentemente “Entre Amor e Ódio”, que conta com a participação de A Garota Não.

‘Desgostos em Canções de Colo’ é uma colheita de incertezas, dores e transformações, celebradas e amparadas através de canções e da voz doce de Maria Roque. Totalmente escrito pela compositora de Castelo Branco, o EP conta com a produção e mistura de Alexandre Mendes.

Além da edição digital nas plataformas de streaming, o EP tem ainda edição física em CD, e os singles ‘Entre Amor e Ódio’ e ‘Naveguei’ fazem parte de uma edição muito limitada em vinil 7”, ideal para colecionadores. Ambas as edições estão disponíveis aqui.

SKUD & SMARTY RECORDS | MAZELA – DESGOSTOS EM CANÇÕES DE COLO

Os primeiros concertos de apresentação de ‘Desgostos em Canções de Colo’ acontecem já este fim de semana. Sexta-Feira, dia 15 de Novembro, MaZela sobe ao palco do Maus Hábitos, no Porto, e no dia seguinte, sábado, 16 de Novembro, estará em Lisboa, no BOTA, num espectáculo que contará com A Garota Não, como convidada especial. No fim de semana seguinte, a 22 de Novembro, será a vez do Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, e da Blackbox do CAAA, em Guimarães, no dia 23. Para encerrar o mês, a 30 de Novembro, estará no Lúcia-Lima, em Cadima, e já em Dezembro, no dia 7, na S.H.E., em Évora.

Ficha Técnica:

Música e Letra: Maria Roque

Produção, Gravação, Mistura e Masterização: Alexandre Mendes Voz, Guitarra Clássica e Guitarra Eléctrica: Maria Roque

Guitarra Eléctrica, Sintetizadores e Percussões: Alexandre Mendes

Gravado entre Julho 2023 e Setembro de 2024 em Castelo Branco, Setúbal e Pedrogão Pequeno.

Guitarra clássica, ‘Naveguei’, gravada por João Veludo e Tomás Camacho no estúdio da ESART, Castelo Branco

Fotografias: Tiago Cardoso Design: Ema Oliveira

Produção Executiva: Rodolfo Matos Skud & Smarty Records 2024

Imrat Khan – Raga Marwa (1992)

Imrat Khan – Raga Marwa (1992)

Memória de Elefante 17/11/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #190

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #190

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Quincy Jones → Soul Bossa Nova

Lionel Hampton → Kingfish

Art Farmer → Mau Mau 

Clifford Brown → Wail Bait

Quincy Jones → Sermonette

Sarah Vaughan → Misty

Ray Charles → One Mint Julep

Quincy Jones → Ghana

Les Double Six → Meet Benny Bailey

Miles Davis → Boplicity

Amy Winehouse → It’s My Party

Frank Sinatra → The Shadow Of Your Smile

Carolina Parra: CSS – La Liberación (2011)

Carolina Parra: CSS – La Liberación (2011)

Memória de Elefante 16/11/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Gatos Bomba – Maldita Espera (2024) (single)

Gatos Bomba – Maldita Espera (2024) (single)

Gatos Bomba lançam o single “Maldita Espera” após a edição do álbum de estreia

A banda Gatos Bomba, composta por Tiago Inácio (acordeão), João Pedroso Antunes (voz e guitarra), Edgar Gama (baixo) e João Messias da Silva (bateria), acaba de lançar o single “Maldita Espera”, que segue o lançamento do seu álbum de estreia, “A Alegria de Estar Desaparecido”, editado a 27 de outubro. Oriundos do Barreiro, os Gatos Bomba misturam música popular portuguesa com a energia do punk, criando uma sonoridade crua e expressiva.

“Maldita Espera” combina letra poética e sonoridade visceral para expressar uma profunda desilusão com o mundo e o tédio existencial: “Já não leio os jornais / E já não, já não me interessam os demais”. A história reflete uma personagem que, após uma amarga experiência, vagueia por Lisboa em busca de refúgio e entrega-se ao ciclo repetitivo da espera e dissolução, reiterado pela repetição de “Nesta maldita espera”.

O nome Gatos Bomba possui uma história peculiar e é inspirado numa tática militar experimental dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, onde gatos armados com explosivos eram enviados ao mar com o intuito de atingir navios inimigos. A imagem de um ser deslocado e confuso em meio a uma guerra que lhe é alheia serve de metáfora à banda, que expressa através da música sentimentos de deslocamento e contestação.

A banda escolheu “Maldita Espera” como o single principal por encapsular a sua proposta musical em toda a extensão, permitindo que os ouvintes capturem a essência dos Gatos Bomba em pouco mais de um minuto e meio. A faixa reflete a intensidade e melancolia do fado, combinada com a vitalidade do punk e influências de cúmbia villera que surgem na sua introdução.

Concebida num momento espontâneo de inspiração, “Maldita Espera” tornou-se um “amuleto” musical, pois foi em torno dela que se desenhou a identidade e estética musical do grupo. A canção explora a relação entre queda e ascensão e aborda o tempo de maneira cíclica e inexorável, transmitindo movimento contínuo e inevitável entre destruição e regeneração.

Os Gatos Bomba referem que cada faixa é um “pequeno filme” criado a partir de sons e palavras, esperando que o ouvinte se deixe envolver pelas imagens e emoções. Assim, “Maldita Espera” transforma-se numa experiência sensorial profunda, apelando à reflexão e à catarse de quem, talvez, já tenha sentido esse peso nunca antes ouvido ou expresso.

O single “Maldita Espera” está disponível em todas as plataformas digitais.