The Orange Buzz Band são uma banda de rock de Setúbal que pega no som intemporal do rock dos anos 60 e 70 e lhe dá uma nova vida.
O grupo é composto por Chico, na voz e guitarra ritmo, Alca, na bateria, Gonçalo Silva, no baixo, e Manga na guitarra solo.
Inspirados pela música de uma era em que a irreverência, a inovação e a liberdade reinavam, os Orange Buzz Band trazem para o cenário musical português uma viagem auditiva marcada pelo seu som psicadélico e enérgico.
Com uma atitude e presença inigualáveis, os Orange entregam uma performance transcendente e prometem pôr qualquer plateia a dançar.
O seu álbum de estreia, ‘Electric Kiss’ saiu dia 21 de junho e está disponível em todas as plataformas. Este álbum não só demonstra o som vibrante da banda, mas também reflete sobre temas como política, paixão, sensualidade, vício e moralidade. É uma experiência obrigatória para todos os amantes de música.
Catman Plays The Blues #148
Catman Plays The Blues #148
Novos lançamentos de John Greyhound Maxwell
e de Zac Harmon marcam o programa desta semana. Oportunidade ainda para congratularmos o pianista Whistlin Alex Moore na passagem do seu aniversário.
Susie Ibarra – Talking Gong (2021)
Susie Ibarra – Talking Gong (2021)
Memória de Elefante 15/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Freddy Locks – Freedom Is My God (2024) (single)
Freddy Locks – Freedom Is My God (2024) (single)
A digressão “Infinite Roots” celebra os 20 anos de carreira de Freddy Locks e é um reflexo da sua evolução como músico e compositor. Cada concerto é único, marcado por uma entrega total, onde todos os músicos vibram ao som do groove e da mensagem intemporal das composições de Freddy Locks. Para além de apresentar o novo álbum, serão revisitados muitos dos temas mais icónicos da sua carreira, uma experiência única para os fãs do “Roots Reggae” que acompanharam a carreira do artista ao longo de duas décadas. Mais do que simples concertos, são momentos de verdadeira cumplicidade e partilha, uma viagem musical que alimenta a alma e conecta corações.
Freddy Locks apresenta-se ao vivo nos próximos meses pelo país: 25 de Outubro no 7Arte em Castro Verde, 26 de Outubro no Rock da Baixa-Mar em Tavira, 12 de Novembro no Bang Venue em Torres Vedras e 20 de Dezembro no Tokyo em Lisboa.
A acompanhar o anúncio destas novas datas ao vivo, Freddy Locks lança o novo single “Freedom Is My God” (Infinite Roots). Compôs esta canção no seu diário aos 18 anos, em 1995, mantendo-a guardada na sua intimidade até 2012, quando a gravou pela primeira vez, numa versão acústica, para o álbum Rootstation. “Freedom is My God” renasce, 20 anos depois, com novos arranjos e uma abordagem renovada, celebrando a sua carreira no álbum Infinite Roots. Esta canção é a expressão pura da essência musical de Freddy Locks, refletindo uma mensagem intemporal de Liberdade. Hoje, essa mensagem ganha ainda mais relevância ao ser associada à luta pela independência da Palestina.
A celebração dos 20 anos de carreira este ano foi assinalada com o lançamento do álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice”, 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para este disco.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens, continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Tsunamiz – Bad Wolves (2024) (single)
Tsunamiz – Bad Wolves (2024) (single)
Tsunamiz, nome artístico de Bruno Sobral, lançou «Bad
Wolves», o novo single do seu próximo álbum “Behold
the Man”, que sai dia 6 de dezembro.
«Bad Wolves» é um protesto contra a histeria anti-imigração que parece invadir atualmente as mentes demuitas pessoas e exibe sonoridades que lembram osDead Combo e Dick Dale misturados com ritmos latinos,música electrónica e um refrão contagiante.A música encontra-se disponível nas principaisplataformas digitais.O álbum “Behold the Man” será apresentado ao vivo nodia 7 de dezembro no Roterdão Club, em Lisboa. Estenovo disco promete trazer uma diversidade desonoridades, mantendo o estilo único e eclético quecaracteriza o artista.
Radio Is A Foreign Country #17 – Afghan Records (067)
Radio Is A Foreign Country #17 – Afghan Records (067)
A killer mix of 60’s & 70’s Afghan records selected by Naujawanan Baidar (N.R. Safi), the artist behind the phenomenal label Radio Khiyaban, which features 1970s Afghan cassette culture filtered through a labyrinth of buzzing drones, tape manipulation, and fuzz-drenched percussion. In this mix, Naujawanan Baidar presents a treasure trove of Afghan records influential to his own music.
Check out Radio Khiyaban’s bandcamp page here: radiokhiyaban.bandcamp.com
Check out our 24/7 radio platform here: www.radioisaforeigncountry.org/
John Henry Barbee – Blues Masters, Vol. 3 (1991)
John Henry Barbee – Blues Masters, Vol. 3 (1991)
Memória de Elefante 14/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Prazeres Interrompidos #314: Antony Beevor – D-Day: The Battle for Normandy (2009)
Prazeres Interrompidos #314: Antony Beevor – D-Day: The Battle for Normandy (2009)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
The Normandy Landings that took place on D-Day involved by far the largest invasion fleet ever known. The scale of the undertaking was simply awesome. What followed them was some of the most cunning and ferocious fighting of the war, at times as savage as anything seen on the Eastern Front. As casualties mounted, so too did the tensions between the principal commanders on both sides. Meanwhile, French civilians caught in the middle of these battlefields or under Allied bombing endured terrible suffering. Even the joys of Liberation had their darker side. The war in northern France marked not just a generation but the whole of the post-war world, profoundly influencing relations between America and Europe. Making use of overlooked and new material from over thirty archives in half a dozen countries, “D-Day” is the most vivid and well-researched account yet of the battle of Normandy. As with Stalingrad and Berlin, Antony Beevor’s gripping narrative conveys the true experience of war.
Peculiar – Mão Morta (2024) (single)
Peculiar – Mão Morta (2024) (single)
Não só de nome é PECULIAR, também o estilo musical que nos apresenta se distingue de qualquer outro no panorama musical português. Numa época em que todos estamos cansados da monotonia e da repetição, o artista arrisca mais uma vez numa sonoridade própria, já característica dele, disruptiva e singular. Talvez emane a estranheza à primeira escuta, mas torna-se imediatamente viciante daí em diante – Já dizia Fernando Pessoa “Primeiro estranha-se depois entranha-se”.
‘Mão Morta’ é o mais recente single de Peculiar, que pretende dar a conhecer através da sua arte, a história por detrás da Mitologia Popular Portuguesa, essa que muita gente desconhece. Todos ouvimos falar dos Deuses Romanos, do Olimpo e dos Reis, mas e o que está escondido na nossa história? Existem Seres por explorar e Histórias por contar, ‘Mão Morta’ abre o véu a esse caminho, abordando a Morte e o caminho divino que é explorado na nossa Mitologia.
Depois de um primeiro EP ‘Lágrima de Pérola’ aclamado pela Indústria, de uma nomeação nos Prémios Play da Música Portuguesa como melhor videoclipe do single ‘Escura Noite’ e ainda vários concertos, um deles na FATACIL sendo o concerto de abertura para Ivandro, Peculiar apresenta-nos o início daquele que será o seu próximo projeto, um segundo EP cheio de mitos, lendas, histórias reais e cultura portuguesa num misto de sonoridades tanto vulneráveis como transformadoras.
Uma manhã fria, e uma campa vazia são o berço da vida que tinge o campo com flores. ‘Mão Morta’ parece saída de uma noite de Halloween, mas apesar da sua sonoridade sombria e misteriosa (semelhante a “Unholy” de Sam Smith) possui uma mensagem de esperança relembrando-nos que é o Fim que traz novos começos e o crescimento que dá sentido à vida.
Peculiar procura expandir os limites da Pop Portuguesa misturando a tradição e cultura portuguesa com a realidade da atualidade, seguindo pelo caminho irreverente de artistas internacionais como Rosalia, Stromae e Mahmood.
Na faixa que dá início ao seu 2º EP conta-nos através de uma lengalenga de crianças a história da Morte, uma das personagens menos compreendidas da Mitologia Popular Portuguesa. Esta, tal como um agricultor na colheita, cria espaço para a vida, mantendo o equilíbrio e trazendo, sem discriminar, consolo a todas as almas no momento da sua passagem.
“Um dos meus maiores receios desde criança é a Morte e o mistério insondável que a envolve. Seja a morte da minha família, o medo de ficar sozinho, ou a minha própria morte, antes de conseguir alcançar os meus sonhos e objetivos. A personificação da Morte na Mitologia Popular Portuguesa e todas as histórias que lhe estão associadas, contadas de gerações em gerações, permitiram-me entender a importância de sabermos que o nosso tempo é limitado. Permitiu-me deixar de ver a Morte como algo negro e triste e passar a vê-la como o que dá sentido à nossa vida. Sabemos que independentemente de quem somos ou do que fizemos, a “Mão Morta” há de sempre vir bater à nossa porta. São histórias como estas que nos ensinam a ser humanos outra vez.” afirma o artista.
Mão Morta, Mão Morta, vem bater à minha porta!
Este novo single foi escrito na íntegra por João Nicolau Quintela e produzido por Cozy e Peculiar. Os visuais não são exceção e são também eles peculiares e esclarecedores daquela que é uma cultura escondida e que Portugal precisa de conhecer.
As novidades não tardam em chegar e a Mitologia Popular Portuguesa ficará certamente na ponta da língua do povo português com todos os ensinamentos que Peculiar nos trará em todas as suas canções e produções.
‘Mão Morta’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
“A ideia da morte, ou o mistério insondável que a envolve, constitui para o homem, desde sempre, a sua maior obsessão. Por se tratar de um momento único, em que todos os anseios e ilusões terminam e todas as luzes se apagam para sempre, não admira que a morte tenha também um lugar personificado na mitologia popular.” Alexandre Parafita
Miho Hazama’s m_unit – Beyond Orbits (2023)
Miho Hazama’s m_unit – Beyond Orbits (2023)
Memória de Elefante 13/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Canções Do Sofá – Fome De Paz (2024) (single)
Canções Do Sofá – Fome De Paz (2024) (single)
Canções do Sofá lançam novo single “Fome de Paz”
Canções do Sofá, com origem em Santa Maria da Feira, acabam de lançar o seu mais recente single, “Fome de Paz”, um apelo urgente à humanidade e à necessidade de encontrar soluções pacíficas em tempos de incerteza e conflito. Esta faixa, marcada por uma sonoridade visceral, reflete sobre o custo da guerra e a responsabilidade coletiva de agir em defesa da paz.
O refrão da canção é um grito à guerra em nome da paz, convidando todos a refletir sobre como a violência tem sido usada como resposta às divergências e ambições individuais. “Fome de Paz” pretende inspirar uma mudança de paradigma, promovendo o respeito pela vida humana e a busca por soluções que evitem o sofrimento de inocentes.
Este lançamento insere-se na linha de música de intervenção característica da banda, que explora temas como a sociedade, educação e valores humanos. O projeto, liderado por Cristina e Paulo, tem raízes em experiências pessoais e conversas profundas, que resultam em canções que misturam influências world, retro-pop e indie, com uma forte base de autor.
Canções do Sofá lançaram o seu primeiro single em 2023 e o EP, “Datilograma”, em 2024, trazendo ao público temas de intervenção social e referências à música portuguesa dos anos 90. A banda cita influências de projetos como Clã, Três Tristes Tigres, Rádio Macau e GNR, numa combinação de sonoridades que continuam a marcar a sua identidade musical.
Com “Fome de Paz”, a banda reafirma o seu compromisso com uma música que leva à reflexão, sendo um manifesto sonoro em prol da paz e do entendimento entre os povos.
O single e o videoclipe que acompanham a faixa já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
Virgem Suta – Cantar Até Cair (2024) (single)
Virgem Suta – Cantar Até Cair (2024) (single)
“Cantar até cair” é o terceiro single extraído do novo álbum dos Virgem Suta que será lançado a 25 de outubro. O tema, originalmente escrito por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo para o álbum do Rancho de Cantadores de Vila Nova de São Bento, é agora recuperado e re-arranjado para integrar No céu da boca do lobo, o novo álbum dos Virgem Suta.
“Esta canção é um tema circular, uma espécie de ladaínha e, simultaneamente, um hino ao amor, que vai crescendo de intensidade à medida que se estende no tempo”. Na sua gravação, para além de Jorge Benvinda nas vozes e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, o tema contou com a participação de JP Coimbra nos sintetizadores e produção, Jorge Costa na bateria e percussões, João Martins nos coros, Pedro Santos no baixo e João Salcedo no acordeão.
No céu da boca do lobo é o quarto álbum de originais dos Virgem Suta, composto por nove temas originais, recheados do habitual humor sagaz em torno da vida quotidiana, passando por paisagens e rotinas do Alentejo profundo e histórias de amor que chegam a público no ano em que a banda assinala 15 anos de existência.
Os primeiros concertos de apresentação do álbum serão a 12 de novembro, em Lisboa, no Teatro Maria Matos, a 21 de novembro, na Casa da Música do Porto e a 22 de novembro na Casa das Artes de Felgueiras. Nestes concertos a banda propõem uma viagem sonora com passagem obrigatória por novos temas, clássicos incontornáveis e temas já editados, nunca antes apresentados em concerto. Ao vivo, além de Jorge Benvinda na voz e guitarra e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, a banda contará com Bruno Vasconcelos nas guitarras, programações e coros, Hélder Morais no baixo, sintetizador e coros e Jorge Costa na bateria, percussões e programações.