Catman Plays The Blues #147

Catman Plays The Blues  #147

Recordamos esta semana  o lendário Bluesman Howlin’ Wolf escutando uma sua gravação registada em 1972 em Chicago 4 anos antes do seu desaparecimento. 

Manifesto Sonoro #54

Manifesto Sonoro #54

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, com a realização e produção de Nuno Duarte e Carlos Ramos Cleto

Para ouvir em: radiolisipo.com/

Os manifestantes desta semana foram:

Wolf Manhattan – Breathe

bombazine – Continuar Assim

Miss Universo – Ser Português

Batida feat. Mayra Andrade – Bom Bom

Lena d’Água – Sem Pressa

The Soaked Lamb "Almost a Song" Feat. Tó Trips & Pedro Gonçalves

Rita Braga – Illegal Planet

Manuel João Vieira – Dor de corno

Manuel João Vieira – Dia sim dia não

Belle Chase Hotel – São Paulo 451

Miramar · JP Simões – Thelma

Dela Marmy – Old Human

Bodhi – Fake + People

Fatspoon · Gazpa – Domingo não estou (Gazpa Remix)

Mirror People – Reckless

vaarwell – tomorrow (HOUNDTRACK remix)

Yakusa – Tuning

Zahara – Mgodi (2017)

Zahara – Mgodi (2017)

Memória de Elefante 09/11/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Human Natures – Tides (2024) (single)

Human Natures – Tides (2024) (single)

HUMAN NATURES, banda constituída por artistas emergentes nacionais e alter-ego de João Ribeiro, apresenta o seu terceiro e penúltimo single – Tides – que antecede o lançamento do álbum de estreia ELECTRIC DREAMS. Com a exploração de sonoridades mais agressivas e acelerações de dinâmicas ao longo da faixa, esta é cantada por Constança Ochoa (Líquen, Peixinhos da Horta), Francisco Frutuoso (Eigreen, Flying Cages) e João Ribeiro. A canção expressa as oscilações que fazem parte da experiência humana, com todos os seus altos e baixos que a caracterizam, procurando navegar as ondas entre a bonança e tempestades que ocorrem ao longo da nossa existência. A música foi gravada nos Estúdios da EMA (Coimbra), misturada e produzida por Buga Lopes, masterizada por Miguel Pinheiro Marques na Arda Recorders (Porto) e conta com videoclip realizado pela We Are Frames (Lisboa).

A criação de HUMAN NATURES surge a partir das ideias que João Ribeiro criou ao longo dos últimos 12 anos, encontrando na música uma forma de expressar as suas emoções, culminando com o lapidar das canções com um novo grupo de artistas provenientes de vários projetos nacionais emergentes, tais como Eigreen, Líquen, LVI, Masena, MaZela e Peixinhos da Horta, nomeadamente: Alexandre Loureiro, Carlos Serra, Constança Ochoa, Francisco Frutuoso, José Santos, Luísa Levi, Maria Roque e Vasco Faim.

Os primeiros singles The Now e The Road e The Meaning Song foram bem recebidos pelo público, rádios ibéricas e norte-americanas (Antena 1, Antena 3, RUC, RADAR, FUTURA, RUM, SBSR, esRadio, WPRK, entre outras) sendo a banda selecionada a integrar o CD de Novos Talentos FNAC 2023, a Mostra Nacional de Jovens Criadores 2023 do Gerador e ainda o Festival Emergente 2023 no Musicbox, Lisboa. Encontram-se neste momento a realizar os concertos de pré-apresentação do álbum, com concerto na Fábrica Braço de Prata (Lisboa) a 11 de Outubro, no Rádioclube Agramonte (Porto) dia 2 de Novembro e no Centro Cultural Penedo da Saudade (Coimbra) dia 1 de Dezembro.

Surge assim o LP de estreia ELECTRIC DREAMS (com lançamento no 1o trimestre de 2025), através da fusão de diversos géneros musicais – desde o dream rock, trip hop, indie eletrónica e shoegaze – tendo como principais influências nomes tais como Beach House, David Bowie, Fleet Foxes, Hania Rani, Massive Attack, Radiohead, Slowdive ou Tame Impala, onde são exploradas texturas melódicas, criadas através de guitarras elétricas, vozes e coros modulados, pianos, sintetizadores, e ainda contando com a participação do quarteto de cordas Almedina Ensemble e septeto de sopros Coimbrass Band.

O novo tema Tides, pertence ao Capítulo III do álbum que contará com 12 faixas, divulgando assim as músicas que farão parte dos 3 primeiros capítulos (só mais um por desvendar!). Ao longo dos próximos meses são desvendados um total de 4 singles, todos acompanhados por videoclipes criados pela filmográfica We Are Frames, com realização e produção por Laura Couto, Júlio Droguetti e Zhang Qinzhe.

Sofia Ramos – Não Sei Quantas Almas Tenho (2024) (single)

Sofia Ramos – Não Sei Quantas Almas Tenho (2024) (single) Id

Conhecida por cantar o Fado há largos anos, por encantar nos Hospitais com a sua voz e pelo seu projeto do coração “Magano”, que já conta com dois álbuns editados, Sofia Ramos lança agora o primeiro single daquele que será o seu álbum de estreia a solo.

É num poema de Fernando Pessoa que Sofia Ramos aposta o seu início de carreira a solo. “Não sei quantas almas tenho” conta com música da própria e fala-nos sobre a oposição entre sentir e pensar. “Como se quem pensa, não sentisse e quem sente, não pensasse, conjugando a pluralidade de almas que existem dentro de nós”.

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“Como se quem pensa, não sentisse e quem sente, não pensasse”

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“A importância deste single é toda e é nenhuma para mim. Não vou mudar o mundo nem despertar consciências. É um tema bastante introspetivo e vale por isso. É uma reflexão com a qual me identifico muito porque estou sempre a querer saber dos problemas do mundo mas ao mesmo tempo sinto que se não souber vivo mais feliz.” afirma a fadista.

Esta é uma música original que sabe a Fado Tradicional, e na distinta voz de Sofia,  embala-nos e abre a porta, para que nos possamos sentar com ela e questionar quantas almas temos, sem medos. É assim que nos entrega o mote para o álbum de estreia “Tudo o que não sei” que conta com Produção, Direção Musical e Arranjos de Bernardo Couto, Francisco Brito, Pedro Saltão, Francisco Guimarães e Sofia Ramos, com lançamento previsto para outubro, e edição Museu do Fado / Lisboa Cultura.

“Depois de ser mãe sentia-me muito confusa. Há muitas coisas para assimilar e muitas dicotomias para digerir. Lembro-me de encontrar esta letra num dia em que estava completamente perdida nos meus pensamentos e de ter sido importante para mim. Validou a minha confusão sentimental.” acrescenta Sofia sobre o processo de criação não só do seu primeiro single, mas também do álbum.

“Não sei quantas almas tenho” encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

SOBRE SOFIA RAMOS

Sofia Ramos começa a dar os primeiros passos no mundo do Fado, em 2014, como fdista residente no “Povo”. Desde então, a par do seu trabalho enquanto atriz, a sua área de formação, começa a cantar Fado regularmente. Em 2017 ganha o concurso “O meu Fado” da Rádio Sim e em 2020, vence o concurso “Vodafone Inéditos” com o conjunto de Guitarras da Madragoa. 

Cantou nas mais variadas Casas de Fado de Lisboa como: CaféLuso, Adega Machado, Sr. Vinho,  entre outras. Atualmente é fadista residente no Clube de Fado e no Fado ao Carmo.

Em 2024 edita o seu primeiro disco pela label do Museu do Fado “Tudo o que não sei”. O disco  reúne tudo aquilo que aprendeu nos últimos 10 anos e pretende ser uma expressão honesta daquilo que é o Fado para a artista. É composto por 12 temas que contam com a colaboração de Carlos  Leitão, João Espadinha, Marta Rosa, Teresinha Landeiro e Bernardo Couto, visitando também clássicos de Hermínia Silva, Carlos Ramos, Beatriz da Conceição, sem nunca deixar o Fado tradicional de parte.

Diz quem a ouve cantar que Sofia saboreia as palavras num timbre que lembra tempos antigos mas com uma pitada de frescura da atualidade. 

African Roots #58

African Roots #58

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Bola Johnson – Lagos Sisi

2 – Tulipa Negra – N´pensa Na Bó Cabo Verde

3 – Intombi Zephepha – Ingoina Le Nyathi

4 – Roger Damawuzan – Baba na ayele

5 – Wells Fargo – Bump Bump Babe

6 – Arp Frique – Minina Bem Li

7 – Americo Brito – Sabe Na Panamá

8 – Akofa Akoussah – Sumga Ma Bacci

9 – Minguito – N’Gandala Ku Uganhala O Fuma

10 – Artur Nunes – Dito Zé

11 – Dele Sosimi – E Go Betta

12 – Vaudou Game – Pas Contente

13 – C.K Mann & His Carousel 7 – Do Me Ma Mondo Wo Bi

14 – Franco – Baninga Tokola Balingaka Ngai Te

15 – Akofa Akoussah – Sumga Ma Bacci

16 – The Mgababa Queens – Maphuthi

Roy Wood: The Electric Light Orchestra – The Electric Light Orchestra (1971)

Roy Wood: The Electric Light Orchestra – The Electric Light Orchestra (1971)

Memória de Elefante 08/11/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Micro Audio Waves – Neon Gods (2024) (single)

Micro Audio Waves – Neon Gods (2024) (single)

MICRO AUDIO WAVES – “Neon Gods” – 3.º single do Glimmer anuncia a 2.º parte da tour de “Glimmer”

“Neon Gods” é o 3.º single retirado de “Glimmer”, disco/espectáculo que marca o regresso da banda em 2024

Os Micro Audio Waves voltam a fazer reluzir “Glimmer” apresentando “Neon Gods”, o 3.º single do álbum que marca o regresso de Cláudia Efe, Flak, C.Morg e Francisco Rebelo às edições em 2024.

Este é o novo capítulo da narrativa utópica/distópica multidisciplinar da banda que teve início com os viciantes “Liquid Luck” e “The Day We Left Earth”. A electrónica envolvente e o groove marcante continuam a explorar as tensões entre humanidade e tecnologia, reflectindo directamente sobre o papel das novas divindades que parecem definir a modernidade — a tecnologia, o consumo e a interconectividade.

Intensificando essa narrativa, os Micro Audio Waves fazem-se acompanhar de cúmplices de várias áreas artísticas — como Gaya de Medeiros, André e. Teodósio, Daniel Matos, Paulo Lisboa, Máximo Francisco, entre outros —, para tomar as ruas da Lisboa noturna no videoclipe que acompanha o single. Realizado por Stella Horta, “Neon Gods” é uma poderosa e cintilante manifestação que tem tanto de diversidade como de esperança.

“Neon Gods” já está disponível em todas as plataformas digitais!

Micro Audio Waves ao vivo

“Glimmer” é também um surpreendente espectáculo performático que junta a banda com a bailarina Gaya de Medeiros, sob a orientação do coreógrafo Rui Horta. Prepara-se para uma segunda volta por várias cidades onde promete uma experiência imersiva de som, imagem e performance

Próximas datas confirmadas:

12 de Outubro – Centro de Artes de Águeda
19 de Outubro – Casa das Artes, Famalicão
26 de Outubro – Cine-Teatro Curvo Semedo, Montemor-o-Novo
31 de Outubro – Casa da Música, Porto
16 de Novembro – Teatro Municipal de Bragança
21 a 23 de Novembro – Teatro São Luiz, Lisboa

Bilhetes à venda!

Sofia Cecilio & Dannii – Quando O Sol Se Poe (2024) (single)

Sofia Cecilio & Dannii – Quando O Sol Se Poe (2024) (single) Id

“Quando o Sol Se Põe”  é o sexto original da artista Sofia Cecílio, que se junta a Dannii para esta colaboração. A canção é uma mensagem de resiliência e esperança, lembrando que, mesmo quando tudo parece desmoronar, ainda há força e beleza a serem encontradas. Reflete sobre a perda, o medo e a incerteza, sugerindo que, mesmo diante da escuridão, ainda há espaço para a mudança.

“Foi das canções mais rápidas que fizemos. Após começarmos a tocar uns acordes, de forma improvisada surgiu a letra. Em duas horas tínhamos a demo completamente fechada.”

Francisco Ganchinho, responsável pela gravação e composição das guitarras, traz ao tema um cariz acústico e envolvente.

Produzida por Dannii e Alexandre Carvalho e misturada e masterizada nos Slowbreak Music estúdios.

Analog Dakar Club #12 – Anoma anntu a, ogyina ho – Highlife

Analog Dakar Club #12 – Anoma anntu a, ogyina ho – Highlife

It’s a one hour trip to Ghana with a selection of highlife tunes from late 60’s and 70’s, only vinyl.

Cover art is attached.

Here’s the track list :

ADC for Radio Olisipo November 2024 

Ghana Highlife Special

“Anoma anntu a, ogyina ho” (“If a bird does not fly, it remains standing.”)

Sir Victor Uwaifo and His Melody Maestros : Akwete (Philips – 13409PRL)

African Brothers International Band of Ghana : Yekp Yemma (Executive – LPEX 13)

The Sweet Talks : Womma Yenyi Ewuradze Aye (Philips West African Record – MEZ 100)

Kyerematen Stars : D.K. Nyarko (Ambassador LPAM 026)

Kyeremateng Stars : Never Follow Woman  (Sacodis LS 64)

Christie Azuma and the Uppers International Dance Band : Ja Wenle ( Superfly Records – SRLP011)

Collins Oke and His Odoligie Nobles : ERejuwowoju (Supremedisk – SDP 105B) 

Dr K. Gyasi & His Noble Kings : Non Stop Sikyi Medley Yede Aba – Mene Menua Mienu – Sabarima – Ebia Nie (Dix – EBL6117)

Addai’s Band : Obiara Nkyene Buo (Tinpoum – TKCLP007)

Dan Boadi and the Z.S. : Odo Anywhere Me (May MAY01LP)

Awieama Little John : Nyamenle A Amanda Mea (Discoboa DKP01)

Papa Yankson :Analog Dakar Club #12 – Anoma anntu a, ogyina ho – Highlife

It’s a one hour trip to Ghana with a selection of highlife tunes from late 60’s and 70’s, only vinyl.
Cover art is attached.
Here’s the track list :

ADC for Radio Olisipo November 2024
Ghana Highlife Special
“Anoma anntu a, ogyina ho” (“If a bird does not fly, it remains standing.”)

Sir Victor Uwaifo and His Melody Maestros : Akwete (Philips – 13409PRL)
African Brothers International Band of Ghana : Yekp Yemma (Executive – LPEX 13)
The Sweet Talks : Womma Yenyi Ewuradze Aye (Philips West African Record – MEZ 100)
Kyerematen Stars : D.K. Nyarko (Ambassador LPAM 026)
Kyeremateng Stars : Never Follow Woman (Sacodis LS 64)
Christie Azuma and the Uppers International Dance Band : Ja Wenle ( Superfly Records – SRLP011)
Collins Oke and His Odoligie Nobles : ERejuwowoju (Supremedisk – SDP 105B)
Dr K. Gyasi & His Noble Kings : Non Stop Sikyi Medley Yede Aba – Mene Menua Mienu – Sabarima – Ebia Nie (Dix – EBL6117)
Addai’s Band : Obiara Nkyene Buo (Tinpoum – TKCLP007)
Dan Boadi and the Z.S. : Odo Anywhere Me (May MAY01LP)
Awieama Little John : Nyamenle A Amanda Mea (Discoboa DKP01)
Papa Yankson : Yaa Yaa Nkoba (Kalita LP 011) (Kalita LP 011)

Maria Teresa De Noronha: T.S.Carvalho / H.Tavares / Maria Teresa de Noronha – Fado Em 3 Tons (1977)

Maria Teresa De Noronha: T.S.Carvalho / H.Tavares / Maria Teresa de Noronha – Fado Em 3 Tons (1977)

Memória de Elefante 07/11/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #312: Shirley Jackson – Sempre Vivemos no Castelo (1962)

Prazeres Interrompidos #312: Shirley Jackson – Sempre Vivemos no Castelo (1962)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

«Chamo-me Mary Katherine Blackwood. Tenho dezoito anos e vivo com a minha irmã Constance. É frequente pensar que se tivesse tido um pouco de sorte poderia ter nascido lobisomem, porque o anular e o dedo médio das minhas mãos têm o mesmo comprimento, mas tive de me contentar com aquilo que tenho. Não gosto de me lavar, nem de cães ou barulho. Gosto da minha irmã Constance, de Ricardo Coração de Leão e do Amanita phalloides, o cogumelo da morte. Todas as outras pessoas da minha família estão mortas.» Assim inicia Shirley Jackson o seu último romance, de 1962, considerado pela crítica uma das obras-primas da literatura norte-americana. Neste, atinge o auge a sua perícia narrativa de tornar real ao leitor um mundo inverosímil, conseguindo ao mesmo tempo convencê-lo de que a loucura e o mal habitam os cenários mais comuns.