Marta Lima está de volta com o novo single ‘Postal em Branco’, já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade que une a pop à música tradicional portuguesa, afro e funk, este é o tema título do próximo EP da cantora e compositora, a editar no dia 9 de janeiro.
“‘Postal em Branco’ é uma canção introspetiva que explora a dificuldade em expressar emoções. A letra reflete o peso de guardar esses sentimentos não verbalizados, como uma carta nunca enviada. A frase ‘escreverei em mim’ simboliza, precisamente, essa repressão emocional”, conta Marta Lima. “Através de uma linguagem poética e simbólica, o tema transmite a sensação de prisão interior e o desejo de libertação. A metáfora do ‘postal em branco’ capta o conflito de quem tem muito para dizer, mas que, por medo ou incompreensão, guarda tudo para si. O sujeito poético procura uma forma de lidar com os sentimentos reprimidos e alcançar o bem-estar emocional”, diz ainda a cantautora.
Gravada e produzida nos Great Dane Studios, ‘Postal em Branco’ marca o início de uma fase criativa mais profunda para Marta Lima, com novas canções e colaborações. A melodia foi composta pela artista com Afonso Lima e a letra foi coescrita pela dupla com Ben Monteiro, o produtor do tema, com quem a cantora e compositora já tinha colaborado no single anterior, ‘Passos Marcados’.
Arturo Sandoval: Irakere – Cuba Libre (1980)
Arturo Sandoval: Irakere – Cuba Libre (1980)
Memória de Elefante 06/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Líquen parte do imaginário e da expressividade de Constança Ochoa, cantora natural de Coimbra, que unindo a voz à poesia e às polifonias vocais, assume um projecto com uma identidade fluída, circulando através do pop, o jazz, a MPP e outras influências.
A co-criadora de Peixinhos da Horta e membro de Human Natures abraça agora composição a solo, e mergulha numa estratégia colectiva de produção das suas canções, aliada aos três músicos e produtores Buga Lopes, Leonardo Patrício e Pepas.
Enquanto organismo simbiótico, um líquen representa a metáfora perfeita à identidade do projeto: uma simbiose entre diferentes géneros musicais, preferências pessoais e sonoridades de caráter electro-acústico.
Art Garfunkel: Simon & Garfunkel – Sounds Of Silence (1966)
Art Garfunkel: Simon & Garfunkel – Sounds Of Silence (1966)
Memória de Elefante 05/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #24
Trovador Urbano #24
Autor:
David Calderon
(episódio de 05 De Novembro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Jorge Cruz – Passou Tanto Tempo (2024) (single)
Jorge Cruz – Passou Tanto Tempo (2024) (single)
‘Passou Tanto Tempo’ é o single de estreia de Jorge Cruz, o jovem alentejano, natural de Beja, conhecido do grande público pela sua passagem pelo The Voice Portugal 2023.
Começou muito cedo a ouvir as histórias do seu avô, que tinha uma casa de Fados em Queluz por onde passaram nomes como Alfredo Marceneiro, Fernando Farinha e até o grande guitarrista Carlos Paredes, e essas histórias sempre o fascinaram. Com apenas 10 anos, este avô que tanto o influenciou, começou por lhe ensinar algumas modas do cancioneiro alentejano na guitarra e desde então a música começou a ganhar asas nas suas mãos e mais tarde na sua voz.
A par das aulas de guitarra de Jazz, do Rock e da guitarra clássica autodidata, o artista depressa percebeu que junto aos instrumentos podia vir aquilo que herdou da família libertando os sentimentos na voz. Entre modas alentejanas com amigos nos cafés, nos intervalos da escola, começou a perceber que de facto havia uma fusão mágica naquilo que era o instrumento e a sua voz.
Participa no THE VOICE PORTUGAL e é então, depois de virar quatro cadeiras a cantar “O meu nome é saudade” canção original de Luís Trigacheiro, seu conterrâneo (Beja), que percebe que o seu caminho é na música e muito mais do que imaginava. É nesta fase que começa a criar a sua identidade artística.
“Passou Tanto Tempo” surge no meio de tantas canções que começou a coleccionar, mas esta tem a particularidade de conter na letra palavras escritas pelo avô que lhe deu asas para começar neste caminho que é agora o sonho.
Este é o primeiro single de Jorge Cruz, que conta com letra de Jorge Cruz e uma quadra do seu avô, vozes de Bandidos do Cante e Jorge Benvinda, e produção de Eduardo Espinho.
“Passou tanto tanto tempo, que de tanto fica pouco.
Passando tanto assim tão louco, não sobra mais que um momento”.
“Escolhi esta canção para primeiro single em parte porque tem um toque especial do meu avô. Houve um dia que ao jantar com a minha família ele começou a declarar a quadra do refrão, perguntei logo ao meu avô se a podia usar numa música minha e decidi escrever o resto da letra à volta desta quadra, esta canção carrega para mim um valor sentimental muito grande” afirma Jorge Cruz sobre o single de estreia.
Jorge Cruz é atualmente o substituto de Luís Aleixo, em guitarra e voz, na banda do Buba Espinho, que somou mais de 70 concertos este ano. Este tem sido o projeto que, para o artista, lhe tem dado a “maior bagagem de palco e uma experiência única”.
Por agora podemos ouvi-lo no YouTube e em todas as plataformas digitais com o seu primeiro de muitos singles num registo Pop com muitas influências de Cante Alentejano, aquele que carrega consigo e se orgulha de levar pelo país.
Jeremy Pelt – Jeremy Pelt The Artist (2019)
Jeremy Pelt – Jeremy Pelt The Artist (2019)
Memória de Elefante 04/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Fushi – Luz (2024) (single)
Fushi – Luz (2024) (single)
A banda FUSHI, formada pelo guitarrista André Fernandes, a cantora Sara Badalo e o baterista Alexandre Frazão, acaba de lançar o single “Luz”, que antecipa o lançamento do seu álbum de estreia, a ser editado em novembro pela Timbuktu Records. “Luz” distingue-se pela fusão entre uma sonoridade futurista e eletrónica, com uma letra introspetiva que reflete sobre o desenvolvimento humano, a liberdade de expressão e a busca pela autenticidade.
A letra evoca imagens poéticas, como corpos que se transformam em templos e telas, sugerindo uma jornada de crescimento pessoal. A frase “Entre os muros movem-se na luz” ilustra essa evolução e a complexidade das experiências humanas. A música celebra a luz interior de cada ser e convida os ouvintes a refletirem sobre a sua própria trajetória.
André Fernandes, um dos mais conceituados músicos de jazz em Portugal, construiu uma carreira sólida, marcada por colaborações de relevo com figuras como Bernardo Sassetti, Mário Laginha e Maria João. Além disso, tem explorado outros géneros musicais, integrando projetos de rock, como The Spill, e eletrónica, em parceria com artistas como Kalaf, João Gomes e Dmars. Sara Badalo, que já fez parte de vários projetos musicais, como Rádio Royale, The Happy Mess, The Spill, Sam Alone & the Gravediggers e STORM & the Sun, é atualmente a vocalista de The Legendary Tigerman. Alexandre Frazão, um dos bateristas mais requisitados do panorama musical português, tem colaborado com bandas como Dead Combo, Mário Laginha Trio e Led On. Juntos, oferecem uma sonoridade singular e envolvente, que foge a qualquer rótulo convencional.
A faixa foi gravada nos Timbuktu Studios, em Lisboa, por Ricardo Riquier e André Fernandes, com mistura e masterização também a cargo de André Fernandes. O álbum de estreia será apresentado ao vivo no Tokyo, em Lisboa, no dia 27 de novembro, data em que será lançado oficialmente.
O visualizer que acompanha “Luz” foi realizado por Mike Ghost, que também assumiu a direção de fotografia e edição. A direção de arte e o styling ficaram a cargo de Sara Badalo, enquanto a maquilhagem foi feita por Tânia Doce.
O single “Luz” e o visualizer já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
1 Álbum 100 Palavras #66: Tinariwen – Elwan (2017)
1 Álbum 100 Palavras #66: Tinariwen – Elwan (2017)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Elwan,” álbum de 2017 dos tuaregues Tinariwen, foi gravado em meio ao deserto de Joshua Tree, na Califórnia, e no Marrocos. “Elwan,” que significa “elefantes” em Tamashek, é uma metáfora para as forças opressoras que impactam a terra e o povo tuaregue. O álbum traz o som característico do assouf, o blues do deserto, com guitarras hipnotizantes e letras sobre exílio, resistência e saudade. Faixas como “Sastanàqqàm” e “Ténéré Tàqqàl” revelam a tristeza e a resiliência dos músicos. “Elwan” foi aclamado pela crítica por sua autenticidade e por continuar a missão de Tinariwen em preservar e transmitir a cultura tuaregue.
boa escuta!
Gustavito – E Se Vier (2024) (single)
Gustavito – E Se Vier (2024) (single) Id
“E Se Vier”, novo single de Gustavito, chega nas plataformas de música no próximo
dia 18 de outubro, antecedendo a chegada do seu novo e aguardado disco, com
previsão de lançamento para 2025. A canção de autoria de Camila Borenstain em
parceria com o cantautor mineiro poderia ter como principal sinônimo a palavra
“delicadeza”. Na gravação, Gustavito convida Tainá para um dueto cuja doçura e
suavidade têm o poder de envolver o ouvinte numa profunda sensação de
acolhimento. Tainá, cantora e compositora brasileira radicada em Portugal, tem
vivido uma ascensão no cenário internacional, e acaba de lançar “Âmbar”, seu novo
disco sob produção de Marcelo Camelo.
“E Se Vier” foi produzida por Fabio Pinczowski (produtor de “Belezas São Coisas
Acesas por Dentro”, de Filipe Catto) e teve direção musical de César Lacerda
(compositor já gravado por nomes como Gal Costa e Maria Bethânia). O arranjo de
cordas é de Felipe Pacheco Ventura (que já trabalhou com nomes como Elza
Soares, Tim Bernardes e Nando Reis).
Gustavito
Gustavito é um cantautor brasileiro, de Minas Gerais, com doze anos de carreira. Circulou em
diversos estados do país e também em festivais pelo mundo em países como Canadá, México, Itália,
República Tcheca e Portugal. Seu som é marcado pela presença dos ritmos brasileiros em seu estilo
característico ao violão. Gustavito canta em diferentes línguas trazendo mensagens de notória
sensibilidade. A experiência de suas apresentações ao vivo leva o público numa jornada por ritmos e
melodias, sempre convidando as pessoas a participar com vocalizações, danças e visualizações.
Nos últimos tempos, realizou alguns lançamentos envolvendo diversas vertentes de seu trabalho. Os
mais notórios dentre eles foram “O Destino do Clã”, álbum em parceria com Nanan e Luizga, que foi
lançado em 2023 com 2 digressões passando por 6 capitais do Brasil e 7 concertos entre Portugal e
Galiza; “Mahàtupã”, EP de sonoridade eletroacústica produzido em parceria com o DJ português
Mushina, pelo selo “Resueño”, que tem sede na Guatemala; e o álbum duplo de música medicina
“AHO AHA”, com 3 videoclipes. Dentre os festivais onde Gustavito já se apresentou destacam-se
Embodiment Festival (Guatemala 2023), Transcendence Festival (México 2023), Sacredsoul Fest
(Portugal 2023/22), Medicine Festival (UK 2023), MUMI – Musicas do Minho (Galiza 2023), Vibrant
Ecstatic Gathering (Portugal 2023), Mundo Sol (Brasil 2022/19), Virada Musical Xamânica (Brasil
2022), Kiva Fest (Itália 2022), FMM Sines – Músicas do Mundo (Portugal 2017), Sunfest (Canadá
2017), Ollin Kan (México 2017).
Tainá
Tainá aterrou em Portugal vinda do seu Brasil natal, onde estudou música à revelia da família,
trabalhando na escola para pagar o seu curso. Com 21 anos gravou um disco de estreia em Lisboa,
quando se propunha gravar apenas uma maquete. O talento transbordante não cabia numa demo,
nem sequer num EP, pelo que urgia registar toda aquela música cheia e prístina, até à última nota, à
derradeira palavra, ao silêncio final… Passeava Tainá pelas ruas de Lisboa, quando se juntou
espontaneamente a uma jam de um grupo de músicos e foi desafiada a cantar “Corcovado”, de Tom
Jobim. No final soube que se tratava da banda de Erlend Øye, dos Kings of Convenience, que no dia
seguinte actuava a solo no Capitólio, em Lisboa. Convidada a assistir ao concerto, Tainá cantava à
porta do Capitólio quando Erlend Øye a ouviu e se lhe juntou e, impressionado, propôs-lhe actuar na
primeira parte dos seus dois concertos seguintes em Portugal. Mas estes e outros factos
transformam-se em histórias fascinantes quando relatados por Tainá, exímia contadora, cantora e
compositora, que em “Sonhos” revela apenas o primeiro capítulo de uma estreia notável. O namoro
oficial da artista com o público português começa hoje e continua ao longo de todo o verão, em
vários concertos de norte a sul do país, com datas e locais a revelar em breve, que antecipam a
edição do disco prevista para meados de Setembro. Porque há paixões de verão que se transformam
em amores de uma vida.
Prazeres Interrompidos #311: Robin Vose – The Index of Prohibited Books (2022)
Prazeres Interrompidos #311: Robin Vose – The Index of Prohibited Books: Four Centuries of Struggle over Word and Image for the Greater Glory of God (2022)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
The first comprehensive history of the Catholic Church’s notorious Index , with resonance for ongoing debates over banned books, censorship, and free speech .
For more than four hundred years, the Catholic Church’s Index Librorum Prohibitorum struck terror into the hearts of authors, publishers, and booksellers around the world, while arousing ridicule and contempt from many others, especially those in Protestant and non-Christian circles. Biased, inconsistent, and frequently absurd in its attempt to ban objectionable texts of every conceivable description—with sometimes fatal consequences—the Index also reflected the deep learning and careful consideration of many hundreds of intellectual contributors over the long span of its storied evolution. This book constitutes the first full study of the Index of Prohibited Books to be published in English. It examines the reasons behind the Church’s attempts to censor religious, scientific, and artistic works, and considers not only why this most sustained of campaigns failed, but what lessons can be learned for today’s debates over freedom of expression and cancel culture.