Abril Belga – Velhos Amigos (2024) (single)

Abril Belga – Velhos Amigos (2024) (single) Id

Abril Belga e a ironia à adultez de “Superadultos/Velhos Amigos”, que abre caminho para álbum inédito

Os dois singles de indie rock estão permeados de bom humor, enquanto discorrem sobre nostalgia e a crise millennial

Abril Belga é o projeto musical de Gabriel Franco, artista carioca que começou a tocar violão aos 10 anos. É estrada. Por mero acaso da vida, em 2022 a ponte de seu violão quebrou e desde então Gabriel compõe tocando com as suas guitarras. A experiência resultou no disco inédito Metrô Hi-Fi que estreia no dia 01 de novembro e, vale antecipar, é dotado de uma ironia envolvente. Para abrir caminhos para a obra completa, Abril Belga apresenta o duplo “Superadultos/Velhos Amigos”, dois singles que chegam no dia 11 de outubro, uma sexta-feira, e dão o tom do que podemos esperar do álbum. Ouça nas plataformas digitais e assista ao lyric video no YouTube.

“Compor tocando guitarras é uma experiência completamente diferente. Fazer acordes com pestana e cantar por cima é libertador e muito satisfatório”, conta o artista, que mostra um trabalho diferente dos anteriores, agora bem humorado e permeado pela crise millennial.

“Superadultos” tem participação do baterista Pedro Richaid (Dibob & Jimmy & Rats) e do baixista Pedro Tambellini. A faixa é um Indie Rock com guitarras marcantes, instrumental enérgico e letra divertida, no estilo de Courtney Barnett, sobre falhar miseravelmente ao tentar aderir à não-monogamia. Já “Velhos Amigos” é uma canção nostálgica que ganhou lyric video feito pelo próprio Gabriel, ilustrando a faixa que declara a relação pessoal do compositor com a cidade do Rio de Janeiro, onde sempre viveu.

Abril Belga nasceu em 2017 como um projeto focado em canções autorais, o nome do projeto é (quase) um anagrama de Gabriel, para dar uma ideia de “embaralho” em si mesmo e em suas ideias. Como Abril Belga, Gabriel gravou dois discos, 99 (2018) e Sol de Mel (2022). Suas influências como compositor e como guitarrista sempre tiveram raízes no Indie e no Rock antigo. Os Beatles sempre tiveram um papel crucial em sua educação musical e as influências em seu jeito de tocar guitarra, passam pelo Blur, Pavement e Courtney Barnett.

Créditos: Mike Zimmermann

SUPERADULTOS | VELHOS AMIGOS | CAPA | FOTOS 

Ficha técnica

Gabriel Franco – Composições, letras, vocal principal, guitarras e teclados. 

Pedro Tambellini – Baixo, vocal de apoio, mixagem e masterização. 

Pedro Richaid – Bateria e baixo gravados no Estúdio Casa do Mato. 

Guitarras gravadas entre o Estúdio Casa do Mato e o home estúdio do Gabriel Franco. 

Vocal principal gravado no home estúdio do Gabriel Franco. 

Vocal de apoio no home estúdio do Pedro Tambellini. 

Produzido por Pedro Tambellini. 

Arte da capa por Mike Zimmerman e Gabriel Franco. 

Técnico de som da gravação na Casa do Mato – Rafael Sentoma.   

Abril Belga – Superadultos (2024) (single)

Abril Belga – Superadultos (2024) (single) Id

Abril Belga e a ironia à adultez de “Superadultos/Velhos Amigos”, que abre caminho para álbum inédito
Os dois singles de indie rock estão permeados de bom humor, enquanto discorrem sobre nostalgia e a crise millennial

Abril Belga é o projeto musical de Gabriel Franco, artista carioca que começou a tocar violão aos 10 anos. É estrada. Por mero acaso da vida, em 2022 a ponte de seu violão quebrou e desde então Gabriel compõe tocando com as suas guitarras. A experiência resultou no disco inédito Metrô Hi-Fi que estreia no dia 01 de novembro e, vale antecipar, é dotado de uma ironia envolvente. Para abrir caminhos para a obra completa, Abril Belga apresenta o duplo “Superadultos/Velhos Amigos”, dois singles que chegam no dia 11 de outubro, uma sexta-feira, e dão o tom do que podemos esperar do álbum. Ouça nas plataformas digitais e assista ao lyric video no YouTube.

“Compor tocando guitarras é uma experiência completamente diferente. Fazer acordes com pestana e cantar por cima é libertador e muito satisfatório”, conta o artista, que mostra um trabalho diferente dos anteriores, agora bem humorado e permeado pela crise millennial.

“Superadultos” tem participação do baterista Pedro Richaid (Dibob & Jimmy & Rats) e do baixista Pedro Tambellini. A faixa é um Indie Rock com guitarras marcantes, instrumental enérgico e letra divertida, no estilo de Courtney Barnett, sobre falhar miseravelmente ao tentar aderir à não-monogamia. Já “Velhos Amigos” é uma canção nostálgica que ganhou lyric video feito pelo próprio Gabriel, ilustrando a faixa que declara a relação pessoal do compositor com a cidade do Rio de Janeiro, onde sempre viveu.

Abril Belga nasceu em 2017 como um projeto focado em canções autorais, o nome do projeto é (quase) um anagrama de Gabriel, para dar uma ideia de “embaralho” em si mesmo e em suas ideias. Como Abril Belga, Gabriel gravou dois discos, 99 (2018) e Sol de Mel (2022). Suas influências como compositor e como guitarrista sempre tiveram raízes no Indie e no Rock antigo. Os Beatles sempre tiveram um papel crucial em sua educação musical e as influências em seu jeito de tocar guitarra, passam pelo Blur, Pavement e Courtney Barnett.

Créditos: Mike Zimmermann

SUPERADULTOS | VELHOS AMIGOS | CAPA | FOTOS 

Ficha técnica
Gabriel Franco – Composições, letras, vocal principal, guitarras e teclados. 
Pedro Tambellini – Baixo, vocal de apoio, mixagem e masterização. 
Pedro Richaid – Bateria e baixo gravados no Estúdio Casa do Mato. 
Guitarras gravadas entre o Estúdio Casa do Mato e o home estúdio do Gabriel Franco. 
Vocal principal gravado no home estúdio do Gabriel Franco. 
Vocal de apoio no home estúdio do Pedro Tambellini. 
Produzido por Pedro Tambellini. 
Arte da capa por Mike Zimmerman e Gabriel Franco. 
Técnico de som da gravação na Casa do Mato – Rafael Sentoma.

Vitoria Vermelho – Não Me O Dês (2024) (single)

Vitoria Vermelho – Não Me O Dês (2024) (single)

Vitoria Vermelho pinta a pop de cores intensas

“Homónimo” é o álbum de estreia da artista portuense

Vitoria Vermelho é o nome artístico de Francisca Oliveira e resulta da fusão do seu nome favorito e um sobrenome que foi deixado para trás pela sua avó. Daí, nasce uma personagem musical intensa, cheia de emoções à flor da pele. Como se quer para um disco de estreia que acaba de ser editado.

Antes de lá chegar, Francisca fez as suas primeiras atuações com a escola de Jazz do Porto e viu-se em 2021/2022 perante os palcos televisivos no programa The Voice. Em 2023, desponta na cena musical portuense enquanto Vitoria Vermelho tendo já acumulado concertos em Paris, Porto e Lisboa onde já apresentou temas do seu álbum de estreia.

“Homónimo” é fruto da junção de canções escritas ao longo do período formativo da artista e que começaram como forma de terapia. Desde 2019 quando escreveu “Always” até 2024 com o tema “Visão”, passaram vários anos entre os quais se pintaram várias linhas entrecruzadas por Vitoria, todas carregadas de emoções fortes. Cores brilhantes numa música que é capaz de entrar nos ouvidos de fininho, como de rompante: entre o delicado “Beijo”, passando pela  incontrolável “Hallway” e a orelhuda “Não me o dês”, aqui, encontramos temas de uma artista a explorar-se enquanto cavalga territórios pop e rock sem receio de se ouvir tanto em português como em inglês. Afinal, o disco intitula-se “Homónimo”, para a libertar de uma linguagem única. Sem ironia, eis um vislumbre do que é, e será, “Vitoria Vermelho”.

O álbum foi produzido por Vitoria Vermelho, João Freitas e Gabriel Valente no Estúdio Cedofeita, no Porto, e é agora editado pela Biruta Records. Já se encontra disponível para escuta em todas as plataformas digitais e no bandcamp da editora. Em breve será anunciada a edição física de “Homónimo”.

A Vitoria Vermelho tem concerto agendado para apresentação do seu disco no CAAA (Guimarães) a 23 de novembro.

Agustín Lara: Trio Los Panchos – Música De Agustín Lara (1957)

Agustín Lara: Trio Los Panchos – Música De Agustín Lara (1957)

Memória de Elefante 30/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jay Mezo – Tudo O Que Lá Vai, Um Dia Volta (2024) (single)

Jay Mezo – Tudo O Que Lá Vai, Um Dia Volta (2024) (single) Id

Depois de nos dar a conhecer “Dor de Cabeça”, “Areias do Deserto” e “Serão da Noite”, temas que alcançaram alguma notoriedade nas rádios e no digital, Jay Mezo regressa com “Tudo O Que Lá Vai Um Dia Volta”.

Numa fusão de géneros e estilos musicais, mantendo-se sempre fiel às suas raízes e essência artística, o que Jay Mezo já nos tem vindo a habituar, este novo single fala-nos sobre o término de uma relação mas na perspetiva em que existe uma reflexão sobre o crescimento individual e a possibilidade – ou não – de uma reconexão futura. 

O artista traz-nos um single fresh onde funde elementos do hip-hop com influências brasileiras, que vem abrir portas a um novo capítulo e um novo projeto que surgirá em 2025.

“Deixa-me 

Sair sem trancar a nossa porta 

Porque tudo o que lá vai um dia volta 

Tudo o que lá vai um dia volta”

“Tudo O Que Lá Vai Um Dia Volta” parece-nos uma lenga-lenga, um ditado popular ou até um troca-línguas, mas é o certo de que tudo o que damos, um dia poder retornar. Este single foi produzido por Jay Mezo mas depressa passou para as mãos de Bmywingz que lhe aplicou a sua produção sofisticada ao pormenor, e foi masterizado por Mic Ferreira.

“Musicalmente, sinto que mais uma vez consegui inovar-me sem deixar a minha essência para trás. Tentei trazer uma pequena parte da minha raiz brasileira, mas sem entregar tudo que ainda tenho para dar desse meu lado. Estou entusiasmado por partilhar esta música e espero que a mensagem de auto reflexão possa fazer o seu efeito, porque o que é verdadeiro encontra sempre o seu caminho de volta.” afirma Jay Mezo.

O novo single do artista já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. 

SOBRE JAY MEZO

Jay Mezo, nascido em 5 de fevereiro de 1998, conhecido por Jay Mezo, é um jovem músico, compositor e produtor independente, com uma vasta versatilidade musical. Concluiu o curso de produção e criação musical na ETIC em 2023 onde alargou o seu conhecimento na área da produção e da indústria da música. Atualmente, o artista divide o seu tempo entre a produção e composição no seu estúdio.  A sua música é influenciada por variados géneros musicais desde o Pop, Hip-Hop, passando pelo Pop-Rock, até ao MPB e Funk brasileiro, sendo as suas letras sempre inspiradas na sua vida tanto no Brasil, a sua terra natal, como em Portugal, para onde emigrou com os seus pais ainda em criança.

Sofia Hoffmann – In Love (2024) (single)

Sofia Hoffmann – In Love (2024) (single)

Sofia Hoffmann apresenta o single “(In)LOVE”

Novo álbum, produzido por Ivan Lins, disponível a 8 de Novembro

Ao vivo:

8 Novembro, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

13 de Dezembro, “Christmas Jazz by Sofia Hoffmann”, Auditório Carlos Paredes, Lisboa

Sofia Hoffmann está de regressao com “[In]LOVE”, o primeiro single do seu terceiro álbum de estúdio com o mesmo título, e que conta com a produção do cantor, pianista e compositor Ivan Lins – vencedor de inúmeros prémios internacionais e do Grammy Latino para “Melhor Álbum”, e com alguns dos nomes mais proeminentes do jazz e da música em Portugal.

“[In]LOVE” é o prelúdio deste novo disco que pretende explorar o conceito do Amor nas suas várias vertentes, com uma linguagem musical mais simples mas sempre sofisticada, transparecendo as experiências musicais que Sofia Hoffmann reuniu ao longo dos últimos anos e transformou em temas cujo o gênero musical navega entre o jazz, os blues, a bossa nova e a música do mundo. 

A sitar tocada pela própria artista – instrumento espiritual e simbólico na India – marca presença neste tema como complemento da voz e como solista instrumental, enaltecendo ainda mais a mensagem que o single transmite. 

A parceria com o veterano Ivan Lins no novo álbum, resultou da visão que ambos têm sobre o papel da música nas emoções e no bem estar das pessoas, nas mensagens que a mesma tem a capacidade de transmitir, com a esperança de se acrescentar valor ao mundo, e torná-lo melhor.

Segundo Sofia Hoffmann, “[In]LOVE” foi escrito para todos, pois todos precisamos de Amor, e cada vez mais, de viver em Amor. “

Biografia:

Sofia Hofmann é uma artista luso-alemã, que vive em Portugal. Sofia iniciou a sua formação musical com o estudo e execução da guitarra clássica/acústica durante 4 anos com Walter Lopes. A sua formação vocal foi iniciada pela cantora lírica e professora vocal Maria do Rosário Coelho. Juntamente com uma banda no liceu, Sofia começou a escrever as suas próprias canções e a partilhá-las nos palcos de Lisboa e do Algarve aos 20 anos. Mais tarde, em Milão, Sofia fez um mestrado em jazz com a cantora de jazz Laura Fedele, continuando os seus estudos em Lisboa com a cantora de jazz portuguesa Maria João. Nesse mesmo momento, Sofia conheceu o pianista e compositor Nuno Tavares, com quem trabalhou num repertório de standards de jazz, apresentando-o maioritariamente em Portugal.

Em 2014, Sofia conheceu o seu professor indiano de música clássica e meditação, o falecido Acharya Roop Verma (discípulo de Ravi Shankar e Ali Akbar Khan, e também Mestre de Yoga), que a inspirou profundamente e impactou o seu desenvolvimento como musicista e como pessoa. Após o falecimento do seu guru, Sofia escreveu canções originais que foram apresentadas ao público durante os 4 concertos que produziu durante os anos de 2017 e 2018 em Lisboa. Estas músicas originais fizeram parte do seu primeiro álbum, ONE SOUL, lançado em 2019, que Sofia produziu e interpretou em conjunto com alguns dos melhores músicos de jazz em Portugal, ocupando a 14ª posição no ranking nacional de lançamentos de álbuns.

Depois de conhecer um dos seus professores, o músico clássico indiano Gaurav Mazumdar (discípulo do falecido Pandit Ravi Shankar), Sofia desenvolveu não só as suas capacidades de sitar, mas também progrediu no estilo vocal clássico indiano. Sofia também estuda este instrumento com o sitarista internacional Arjun Verma, filho do seu guru e discípulo de Ali Akbar Khan.

Com a notoriedade do álbum de estreia, Hoffmann trouxe para o seu segundo álbum “Rebirth”, lançado em 2022, uma mistura eclética de músicos nacionais e internacionais: o pianista, arranjador e produtor americano vencedor do Grammy John Beasley, o nomeado para o Grammy (e discípulo direto de Ravi Shankar) o sitarista Gaurav Mazumdar, e dois dos nomes mais icónicos da música portuguesa, Rui Veloso e Rão Kyao.

O próximo álbum, “[In]LOVE”, que será lançado no final de 2024, conta com o prestigiado músico Brasileiro Ivan Lins na produção e “convida-nos a resgatarmos o melhor que há em nós a nível de qualidades humanas, e a olharmos para o mundo com mais amor – o tal que nos permite sermos melhores connosco e com os que nos rodeiam”.

Omara Portuondo – Omara Portuondo (2000)

Omara Portuondo – Omara Portuondo (2000)

Memória de Elefante 29/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Objeto Quase – Fim Da Paciência (2024) (single)

Objeto Quase – Fim Da Paciência (2024) (single)

Após o lançamento do single “Licença Para Morrer”, os Objeto Quase, banda emergente do indie rock português, apresentam o seu primeiro EP, intitulado “Falsa Partida”. Este novo trabalho marca uma fase importante na trajetória do grupo, que surgiu em 2022 e se consolidou ao longo do último ano.

Previsto inicialmente para uma data anterior, “Falsa Partida” viu o seu lançamento adiado por diversos imprevistos e obstáculos, incluindo os desafios naturais enfrentados por uma banda que edita pela primeira vez um trabalho de estúdio. Apesar do adiamento, o quinteto — composto por João, Miguel, Duarte, Rodrigo e Gonçalo — acredita que este tempo extra beneficiou o processo criativo, permitindo refinar ideias e alcançar um resultado final que reflete a sua visão artística.

O nome “Falsa Partida” surge, assim, como uma alusão aos percalços que a banda enfrentou no caminho até ao lançamento, refletindo as vezes em que, no seu percurso, se precipitaram, tentando acelerar o processo. É também um espelho do início da banda, que se formou ainda em tempo de pandemia, com uma formação diferente, até encontrar a sua atual configuração.

O EP abre com “Licença Para Morrer”, já conhecida do público e representativa dos temas mais introspetivos da banda. Seguem-se quatro faixas que exploram diferentes emoções e momentos, mantendo uma identidade sonora que oscila entre a introspeção e a energia explosiva. “Chuva” traz uma abordagem sentimental e lírica, enquanto “O Gajo do Costume” explora o isolamento causado pela melancolia. “O Fim da Paciência”, uma das músicas mais conhecidas pelo seu público ao vivo, destaca-se pelo tom irreverente, e “Quasimodo”, a faixa que encerra o EP, apresenta-se como um momento intimista e despojado.

“Falsa Partida” já está disponível em todas as plataformas digitais, e a banda promete surpreender tanto os seus seguidores como novos ouvintes com este conjunto de temas que combina melancolia, humor e a autenticidade do rock.

Sana – Só Não Te Sei Dizer Que Não (2024) (single) Id

Sana – Só Não Te Sei Dizer Que Não (2024) (single) Id

A dupla multi instrumentalista do norte, conhecida pelos temas “black velvet”, “my love can’t”, “hello, love” e “someone else”, apresenta-se agora com o primeiro tema em português num prolongamento da sonoridade que a distingue.

‘não te sei dizer que não’ é o primeiro single do EP ‘Rua de Rassagem’ que tem lançamento marcado para breve. “Esta é uma música que procura explorar os sentimentos que já todos sentimos de não pertencer àquele lugar/amor e não o conseguir  largar, nem deixar ir, mesmo sabendo que já não nos cabe, que já não pertencemos lá” afirma a dupla sobre o novo tema.

Não só neste novo single mas também no EP que chegará, SANA pretenderam juntar ao já característico indie pop alternativo, sons mais experimentais, numa tentativa de elevar ainda mais a intensidade e a emoção das suas canções. 

SANA significa SOM, e SANAR significa SARAR, CURAR e é nesse mote que a sonoridade do duo pretende assentar. 

A banda é composta por Diana Mendes e Rita Lima, ambas multi instrumentistas, e todas as canções são resultado da sua união e da criação das letras em conjunto, bem como as melodias que nos transmitem a alma intensa que já nos têm habituado. 

Sendo este o primeiro single de SANA, em português, a banda pretende mostrar que para além das canções em inglês também é possível termos indie em português nesta sonoridade de cura e aconchego, que mexe com as emoções de quem escuta. ‘não te sei dizer que não’ conta com produção de Foque, e masterização de Birou.

‘não te sei dizer que não’ conta com um visual único que ficou a cargo de Free Your Soul e já pode ser visto no canal das artistas.

Bob Andy – Bob Andy’s Dub Book – As Revealed To Mad Professor (1989)

Bob Andy – Bob Andy’s Dub Book – As Revealed To Mad Professor (1989)

Memória de Elefante 28/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #65: Jaco Pastorius – Jaco Pastorius (1976)

1 Álbum 100 Palavras #65: Jaco Pastorius – Jaco Pastorius (1976)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“O álbum homônimo “Jaco Pastorius,” lançado em 1976, marcou a estreia solo do virtuoso baixista Jaco Pastorius e revolucionou o papel do baixo elétrico no jazz. Combinando jazz fusion, funk, e elementos de música clássica e latina, o álbum destacou a impressionante técnica de Pastorius, o uso inovador de harmônicos e sua habilidade com o baixo fretless. Faixas como “Donna Lee” (um arranjo de Charlie Parker) e “Portrait of Tracy” mostram seu virtuosismo e sensibilidade musical. Com contribuições de Herbie Hancock e Wayne Shorter, o disco tornou-se um clássico instantâneo, consolidando Jaco Pastorius como um dos maiores baixistas da história.”

Boa escuta!

Bruno Pereira – Ainda Espero Que Me Escrevas (2024) (single)

Bruno Pereira – Ainda Espero Que Me Escrevas (2024) (single) Id

“Nascido a 8 de Setembro de 1995, Bruno Pereira deu os seus primeiros passos na música com apenas 7 anos, ao integrar as fileiras de um grupo coral no município mais a norte de Portugal (Melgaço), projeto no qual permaneceu durante 14 anos.

Em 2016, iniciou um percurso em formato acústico, onde realizava covers em concertos para diferentes públicos, num trajeto em crescendo a solo ou em companhia de amigos que teve como momento de maior destaque a sua participação num concerto de António Zambujo em Agosto de 2019. 

Em Março de 2024 apresenta “Ainda Espero Que Me Escrevas”, o primeiro tema original que nasceu através de um poema da autoria de Joana Malheiro, em jeito de homenagem a alguém que partiu cedo de mais. 

Gravada nos míticos BoomStudios (Vila Nova de Gaia, Portugal) a 3 de janeiro de 2024, esta canção contou com a produção e arranjo de cordas de Rui Paiva (produtor nos BoomStudios) e com a colaboração do Quarteto de Cordas Viana D’Arcus (Viana do Castelo, Portugal), composto por Jean-Philippe (Violino I), Joana Viana (Violino II), Pedro Alves (Viola D’Arco) e Susana Lima (Violoncelo).”