Prazeres Interrompidos #309: Valerie Hemingway – Running with the Bulls (2004)
Prazeres Interrompidos #309: Valerie Hemingway – Running with the Bulls (2004)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A chance encounter in Spain in 1959 brought young Irish reporter Valerie Danby-Smith face to face with Ernest Hemingway. The interview was awkward and brief, but before it ended something had clicked into place. For the next two years, Valerie devoted her life to Hemingway and his wife, Mary, traveling with them through beloved old haunts in Spain and France and living with them during the tumultuous final months in Cuba. In name a personal secretary, but in reality a confidante and sharer of the great man’s secrets and sorrows, Valerie literally came of age in the company of one of the greatest literary lions of the twentieth century.
Five years after his death, Valerie became a Hemingway herself when she married the writer’s estranged son Gregory. Now, at last, she tells the story of the incredible years she spent with this extravagantly talented and tragically doomed family.
In prose of brilliant clarity and stinging candor, Valerie evokes the magic and the pathos of Papa Hemingway’s last years. Swept up in the wild revelry that always exploded around Hemingway, Valerie found herself dancing in the streets of Pamplona, cheering bullfighters at Valencia, careening around hairpin turns in Provence, and savoring the panorama of Paris from her attic room in the Ritz. But it was only when Hemingway threatened to commit suicide if she left that she realized how troubled the aging writer was–and how dependent he had become on her.
In Cuba, Valerie spent idyllic days and nights typing the final draft of A Moveable Feast , even as Castro’s revolution closed in. After Hemingway shot himself, Valerie returned to Cuba with his widow, Mary, to sort through thousands of manuscript pages and smuggle out priceless works of art. It was at Ernest’s funeral that Valerie, then a researcher for Newsweek , met Hemingway’s son Gregory–and again a chance encounter drastically altered the course of her life. Their twenty-one-year marriage finally unraveled as Valerie helplessly watched her husband succumb to the demons that had plagued him since childhood.
From lunches with Orson Welles to midnight serenades by mysterious troubadours, from a rooftop encounter with Castro to numbing hospital vigils, Valerie Hemingway played an intimate, indispensable role in the lives of two generations of Hemingways. This memoir, by turns luminous, enthralling, and devastating, is the account of what she enjoyed, and what she endured, during her astonishing years of living as a Hemingway.
Raquel Santos – Losing (2024) (single)
Raquel Santos – Losing (2024) (single)
“LOSING” É O SEGUNDO SINGLE DE RAQUEL SANTOS
RAQUEL SANTOS LANÇA “LOSING”, UM CONFRONTO INTERNO ENTRE O AMOR E A FÚRIA
Raquel Santos, uma das vozes mais promissoras da nova geração de Soul e R&B, lança hoje o seu aguardado single “Losing”, um tema que resulta do confronto interno entre o amor e a fúria, materializada nas personagens de Raquel e Kelly (alter ego de Raquel). Este lançamento revela uma narrativa intensa e crua, onde Raquel se desdobra numa representação visceral de sentimentos conflitantes.
“Losing” não é uma típica história de amor encantado. É um retrato emocionalmente carregado de uma paixão que, apesar de fervorosa, está destinada ao fracasso. Neste enredo, Raquel ama alguém que sabe desse amor, mas o relacionamento nunca se concretiza. Não há lugar para finais felizes, mas sim para a verdadeira essência do que é estar apaixonado: uma mistura de ira, paixão, revolta e uma intensidade quase insuportável.
A canção é uma poderosa fusão de ritmos que complementam a letra profundamente pessoal, onde as emoções transbordam em cada nota e em cada verso. Raquel, com a sua voz inconfundível, conduz-nos por esta jornada emocional, enquanto Kelly emerge como a voz interna que desafia e questiona as decisões do coração.
Com “Losing”, Raquel Santos continua a sua missão de deixar uma marca indelével no panorama musical atual. A sua capacidade de transformar experiências pessoais em arte ressoa com os ouvintes, criando uma ligação íntima e poderosa. Este single não só cativa pela sua sonoridade envolvente, mas também pela narrativa forte e autêntica que promete ressoar com quem já experienciou a dor de um amor que nunca encontrou o seu caminho.
Sobre Raquel Santos
Nascida nas vibrantes ruas de Lisboa e inspirada por lendas como Aretha Franklin, James Brown e Alicia Keys, Raquel Santos oferece em “Losing”, o seu segundo single que sucede a “Bills”, uma performance que transcende fronteiras, confirmando o seu lugar como uma das artistas mais genuínas e cativantes do momento.
“Losing” já está disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado de um visualizer que reflete a dualidade entre Raquel e Kelly, criando uma experiência visual que é tão intensa quanto a música que a inspira. Preparem-se para se perderem nas facetas deste amor impossível!
Barre Phillips – End To End (2018)
Barre Phillips – End To End (2018)
Memória de Elefante 27/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #187
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #187
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Peter Bernstein → No Problem
Tyshawn Sorey → Peresina
Aaron Diehl → Organic Consequence
Art Farmer, Benny Golson, The Jazztet → I Remember Clifford
Clifford Brown & Max Roach → Jordu
Max Roach → Filide
Quatre: E. Rava F. D’Andrea M. Vitous D. Humair → Flee Jazz
George Wallington → Hyacinth
Manhattan Transfer → Killer Joe
Catman Plays The Blues #145
Catman Plays The Blues #145
Autor:
Manuel Pais
Uma homenagem á cantora Odetta prestada pela banda Misty Blues em forma de concerto e a evocação do guitarrista Benny Turner na passagem do seu aniversário constituem o programa desta semana.
Manifesto Sonoro #53
Manifesto Sonoro #53
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, com a realização e produção de Nuno Duarte e Carlos Ramos Cleto
Para ouvir em: radiolisipo.com/
Os manifestantes desta semana foram:
Ana Lua Caiano – Deixem o Morto Morrer (A Colors Show Edit)
Karetus – Laurinda
Paraguaii – Waiting in the Mountains
Mirror People & OITO⧸⧸OITO – Howard
Carne Doce – Passarin (Siso Remix)
Luta Livre – O Problema é o Sistema
Hugo Costa – A Escolha
Hugo Costa – Uma Aventura
Noiserv – Sempre Rente ao Chão (Stereossauro Remix)
Pedro Gonçalves · Maria Inês Gonçalves · Vaiapraia – Outro Tempo (Dance Mix)
St. James Park – Eu Caio (com Bia Maria)
Beautify Junkyards – Somersaul
Milton Nascimento – Geraes (1976)
Milton Nascimento – Geraes (1976)
Memória de Elefante 26/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Sophia & Os Senhores Roubados – Patinho Feio (2024) (single)
Sophia & Os Senhores Roubados – Patinho Feio (2024) (single) id
“Patinho Feio” é o segundo single do álbum que será lançado em breve.
Sophia & Os Senhores Roubados destacam-se pela fusão de World Music e Pop, criando uma sonoridade única que reflete as diversas influências dos seus membros.
“Uma revelação. Do nada surgiu uma luz na penumbra. O momento descrito cobriu o manto negro da noite e a eloquência refletiu-se num todo. Um enleio”.
Sophia (voz)
Marco Cesário (baixo, percussão, programações, 2as vozes)
José M. Afonso (guitarras, programações, 2as vozes, percussão).
“Patinho Feio” foi produzido pelos Três, misturado e masterizado por José M. Afonso no Joy Enabled HomeStudio.
Roberto Menescal: Nara & Menescal – Um Cantinho, Um Violão (1985)
Roberto Menescal: Nara & Menescal – Um Cantinho, Um Violão (1985)
Memória de Elefante 25/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Kiko & The Blues Refugees – Ghosts (2024) (single)
Kiko & The Blues Refugees – Ghosts (2024) (single)
Kiko and The Blues Refugees apresentam o novo álbum “Ghosts”: uma profunda exploração das complexidades da condição humana, navegando por temas de isolamento, passagem do tempo, memórias e a luta pela autenticidade num mundo dominado por interações digitais e pressões sociais. Através de uma combinação poderosa de blues, letras introspetivas e narrativas emocionais, o álbum captura a essência de um mundo onde o medo e a desconfiança são omnipresentes, e a verdade é frequentemente suprimida.
Gravado no início de 2024, “Ghosts” foi produzido por André Indiana e conta com a participação especial de artistas como BJ Cole, AG Weinberger, Telmo Marques, Eduardo Cardinho, Patrícia Silveira e Patrícia Antunes, entre muitos outros convidados. O grupo mantém a sua formação original, com Kiko Pereira na voz e composição, António Mão de Ferro nas guitarras, Jorge Filipe Santos nos teclados, e Carl Minnemann e João Cunha no baixo e bateria. As canções do álbum cruzam ambientes musicais distintos, que vão do blues ao funk, passando pelo soul e pelo rock’n’roll.
O novo disco apresenta 9 temas originais e é, acima de tudo, um convite à reflexão sobre o que significa viver com autenticidade num mundo em que o real e o virtual se misturam, onde o isolamento emocional é tanto uma escolha quanto uma consequência. Kiko and the Blues Refugees desafiam o ouvinte a enfrentar os seus medos, a valorizar as conexões verdadeiras e a partilhar suas histórias antes que seja tarde demais.
O single “Wise Old Man”, é a primeira amostra do novo disco e conta com a contribuição da guitarra vibrante de AG Weinberger.
De destacar que Kiko and the Blues Refugees conquistaram o 3º lugar na edição de 2024 do European Blues Challenge, um dos mais prestigiados concursos de blues da Europa.
A capa é da dupla de designer MainWell e Celestino Fonseca com foto de Anabela Trindade.
Psychophono #6: Kozmik Baklava – A Turkish Psychedelic Explosion
Psychophono #6: Kozmik Baklava – A Turkish Psychedelic Explosion
Here is our new journey into the psychedelic music of a few decades ago. This time we go to Turkey for a selection of cosmic songs with various psychedelic folk, disco, funk and rock influences. Enjoy our cosmic baclava!
Giovanni Sollima – Works (2005)
Giovanni Sollima – Works (2005)
Memória de Elefante 24/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.