1 Álbum 100 Palavras #64: Brazilian Octopus – Brazilian Octopus (1969)

1 Álbum 100 Palavras #64: Brazilian Octopus – Brazilian Octopus (1969)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Brazilian Octopus,” lançado em 1969, é o único álbum homônimo do grupo instrumental brasileiro Brazilian Octopus. A banda, formada por músicos talentosos como Hermeto Pascoal, Lanny Gordin e Cido Bianchi, experimentou uma fusão inovadora de bossa nova, jazz, samba e música psicodélica. O álbum mistura harmonias sofisticadas com ritmos brasileiros, resultando em uma sonoridade única e à frente de seu tempo. Faixas como “Aqualera” e “O Sonho” destacam a criatividade e a habilidade dos músicos, que exploram novas texturas musicais sem perder a essência da música brasileira. O disco é um marco da experimentação no cenário musical dos anos 60.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #307: Vivant Denon – Sem Amanhã (1777)

Prazeres Interrompidos #307:  Vivant Denon – Sem Amanhã (1777)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

«Balzac transcreveu «Sem Amanhã» numa obra sua, Louis Malle escolheu-o para argumento de um filme, Milan Kundera projectou a sua sombra ao longo de todo um romance.

Vivant Denon (prestigioso director do Louvre durante a glória de Napoleão) escreveu estas quarenta páginas de ficção que em tom libertino já venceram a prova do tempo. Com singularidade que suspende as veleidades da certeza de um sentido, pedido pelos leitores da sua época, através de uma onda ambígua chegou a texto de culto hoje emparedado numa edição de exemplar único, na muralha de Filipe Augusto que percorre os sub-solos do museu até uma das suas galerias: precisamente a galeria que lá se anuncia com o nome Vivant Denon.»

Filipe Furtado – Cravos (2024) (single)

Filipe Furtado – Cravos (2024) (single)

Filipe Furtado lança novo single 
CRAVOS 

Filipe Furtado volta às edições. Cravos é o primeiro avanço do segundo álbum “Como Se Matam Primaveras”, a ser editado no final do ano. 

O novo trabalho sedimenta o formato trio junto dos camaradas Filipe Fidalgo (saxofone) e Paulo Silva (bateria). Na passagem pelos muitos palcos desde da estreia de “Prelúdio” (Marca Pistola, 2022) e nos novos processos de escrita e composição, gradualmente, foram deixando a guitarra em segundo plano, para que o piano e os teclados continuassem esse universo que o single “Uma Coisa Linda Morrer” prometia. 

Os temas do novo disco abraçam sem medo o espaço, cada vez maior e assertivo, entre as letras e instrumentais do trio. As influências do jazz e do cancioneiro tradicional imiscuem-se nos universos indie e bebem de referências mais cinematográficas. Importa a viagem e cada um dos seus portos de abrigo.

“Cravos” inaugura as mundividências do álbum. Uma reflexão nostálgica do privilégio de ter nascido e viver num Portugal pós-25 de Abril e celebrar essas 50 Primaveras, com todas as suas mazelas e andares trôpegos, a manhã em que fomos mais que a soma das partes.

O exercício filosófico ou poético do título do álbum, entre o peso esotérico das estações do ano, as suas cores, luzes ou nuances semióticas, vestem-se, na verdade, de Outonos, quer pela escrita, quer pelas escolhas melódicas e harmónicas das faixas. Serão também ideais por cumprir. 

Gravado entre Lisboa e Coimbra, nos estúdios da Escola Superior de Música e da Blue House, este compêndio de novas canções envolve a relação umbilical e musical com Alexandre Furtado, irmão mais novo e conhecedor íntimo dos primeiros esboços das composições, que assume a captação, mistura, masterização e assina a produção do álbum.

Esta primeira janela de “Como Se Matam Primaveras” conta com alguns apontamentos vocais de Ana Maria Pardal, que sabe navegar naturalmente essa intemporalidade dos timbres da tradição popular. A cantora tem presença assídua noutras faixas do álbum, com particular destaque para o dueto em “Ada, Meu Ardor”, uma leitura musical sobre o romance de Vladimir Nabokov. “Cravos” faz-se canção para se deixar seguir numa viagem instrumental que termina com recortes sábios de Salgueiro Maia, figura incontornável dessa madrugada. 

Próximos concertos:

19 outubro 2024 | Filipe Furtado Trio Guimarães | CAAA | 22h00

20 outubro 2024 | Filipe Furtado Trio | FNAC NorteShopping |16h30

15 novembro 2024 Filipe Furtado Trio Cascais Cascais Jazz Club 21H00

16 novembro 2024 Filipe Furtado Trio | FNAC Almada | 16h30

16 novembro 2024 Filipe Furtado Trio |  Lisboa Village Underground | 22h30

17 novembro 2024 Filipe Furtado Trio | FNAC Leiria | 16h30

quem é filipe furtado

Nascido e criado na lindíssima cidade de Ponta Delgada, Filipe Furtado trocou as ilhas pela cidade de Coimbra, em 2010, para prosseguir estudos na área do jornalismo. Por lá ficou, mas a paixão pela música falou mais alto e, terminada a licenciatura, ingressou no curso de jazz da Tone Music School. Com a guitarra como companheira, começa a escrever, a experimentar, a musicar alguns poemas e a ganhar coragem para cantar em público.

Apreciador musical eclético, ainda para mais sendo radialista amador, faz-se acompanhar pelo baterista Paulo Silva e o saxofonista Filipe Fidalgo. O seu trio viaja por vários territórios, passando pelo jazz e deixando-se influenciar pelo rico cancioneiro português. O seu disco de estreia “Prelúdio”, que vem mostrando desde 2021, foi gravado nos estúdios da Blue House e lançado pela editora açoriana Marca Pistola, no final de 2022. Em preparativos finais, o seu segundo álbum “Como se matam Primaveras”, gravado em trio, será editado no final de 2024.

Marta Bettencourt & João Miguel – Só A Lua Sabe (2024) (single)

Marta Bettencourt & João Miguel – Só A Lua Sabe (2024) (single)

A cantora e compositora Marta Bettencourt acaba de lançar o seu primeiro single ‘Só a Lua Sabe’, em colaboração com o seu grande amigo João Miguel, que já está disponível em todas as plataformas digitais.

Esta canção, que une a jovem açoriana e o jovem de Baião, foi o primeiro tema com letra em português da compositora sendo, por isso, muito especial para a mesma. Marta fala-nos sobre a canção “Gosto de escrever sobre coisas bonitas. E acho que não há sentimentos mais bonitos do que o amor e a amizade. ‘Só a Lua Sabe’ junta estas duas emoções numa canção feliz, leve e divertida, com ajuda dos ritmos brasileiros presentes na mesma”.

A letra fala-nos sobre uma confissão de amor a um amigo que é representado pela lua. “A lua representa cada um de nós e representa os nossos amigos” conta João Miguel sobre o seu primeiro single, “soa bonito, soa a amizade, soa a cumplicidade, soa a amor”.

A canção de Marta Bettencourt, produzida por Luís Twins Pereira, é o primeiro single que integrará o seu primeiro EP, a ser lançado no próximo ano de 2025. ‘Só a Lua Sabe’ promete trazer felicidade aos ouvintes e trazer uma certa frescura à indústria da música portuguesa.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #186

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #186

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Amina Figarova → Suite for Africa Part 1 (Spirit Africa, Spirit Liberia)

Nubya Garcia → Solstice

Dizzy Gillespie → Gillespiana: Prelude

Kirk Knuffke → Smile

Paul Desmond → You Go To My Head

Gerry Mulligan, Chet Baker → Walkin’ Shoes 

Carla Bley 4 + 4 → Blues in 12 Bars

Michel Godard → Visite

Dinah Washington → Mad About the Boy 

Marie Daulne: Zap Mama – Adventures in Afropea 1 (1993)

Marie Daulne: Zap Mama – Adventures in Afropea 1 (1993)

Memória de Elefante 20/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #185

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #185

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Franco D’Andrea → Caravan

Enrico Pieranunzi → Valse Pour Une Pavane (D’après Pavane Op. 50)

Paolo Fresu → Platino

Stefano Di Battista & Enrico Rava → Stars

Charlie Haden & Liberation Music Orchestra → Dream Keeper Part II e III

Gretchen Parlato & Lionel Loueke → I Miss You

Sun Ra Arkestra directed By Marshall Allen → Marshall’s Groove

Albert Ammons → Boogie Woogie Stomp

Gene Ammons → Hittin’ The Jug

Isaiah Collier & the Chosen Few  → LOVE

Catman Plays The Blues #144

Catman Plays The Blues #144

Autor:

Manuel Pais

Partimos esta semana à descoberta do Blues feito na Estónia através do guitarrista Andrés Roots e tb de um estilo musical denominado Delta crush, criado pelo músico do Mississippi Chainsaw Dupont.

Farid Al Atrache – Taqacim El Oud (2017)

Farid Al Atrache – Taqacim El Oud (2017)

Memória de Elefante 19/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Mão Cabeça – A Cigarra E A Formiga (2024) (single)

Mão Cabeça – A Cigarra E A Formiga (2024) (single)

André Boa-Nova, Frederico Nogueira, Pedro Castro e Gonçalo Gil apresentam-se como “Mão Cabeça”, banda dos arredores da capital, feita de amizades antigas, que se juntaram em 2021 depois de uma vontade pós-pandémica de criar música nova.

Os “Mão Cabeça” escrevem e compõem músicas originais em português e apresentam, não só, uma sonoridade que viaja entre a melancolia do quotidiano e o prazer de estar vivo mas também mensagens universais em forma de poesia cantada na nossa língua Lusófona.

Em 2023 deram a conhecer “Nódoa” e “Alecrim”, os seus primeiros singles, que viriam, mais tarde nesse ano, a encontrar morada junto de três outros temas no EP de estreia “Onde Moram os Casos Perdidos”.

Desde então tiveram já presenças em palco, com destaque para o concerto no Titanic Sur Mer, onde mostraram ao público, não só as cantigas já editadas a ganhar uma nova vida, como também algumas das suas sucessoras composições mais recentes, tendo ainda mais concertos confirmados este ano.

Mão Cabeça – Nódoa (2024) (single)

Mão Cabeça – Nódoa (2024) (single)

André Boa-Nova, Frederico Nogueira, Pedro Castro e Gonçalo Gil apresentam-se como “Mão Cabeça”, banda dos arredores da capital, feita de amizades antigas, que se juntaram em 2021 depois de uma vontade pós-pandémica de criar música nova.

Os “Mão Cabeça” escrevem e compõem músicas originais em português e apresentam, não só, uma sonoridade que viaja entre a melancolia do quotidiano e o prazer de estar vivo mas também mensagens universais em forma de poesia cantada na nossa língua Lusófona.

Em 2023 deram a conhecer “Nódoa” e “Alecrim”, os seus primeiros singles, que viriam, mais tarde nesse ano, a encontrar morada junto de três outros temas no EP de estreia “Onde Moram os Casos Perdidos”.

Desde então tiveram já presenças em palco, com destaque para o concerto no Titanic Sur Mer, onde mostraram ao público, não só as cantigas já editadas a ganhar uma nova vida, como também algumas das suas sucessoras composições mais recentes, tendo ainda mais concertos confirmados este ano.

Mão Cabeça – Alecrim (2024) (single)

Mão Cabeça – Alecrim (2024) (single)

André Boa-Nova, Frederico Nogueira, Pedro Castro e Gonçalo Gil apresentam-se como “Mão Cabeça”, banda dos arredores da capital, feita de amizades antigas, que se juntaram em 2021 depois de uma vontade pós-pandémica de criar música nova.

Os “Mão Cabeça” escrevem e compõem músicas originais em português e apresentam, não só, uma sonoridade que viaja entre a melancolia do quotidiano e o prazer de estar vivo mas também mensagens universais em forma de poesia cantada na nossa língua Lusófona.

Em 2023 deram a conhecer “Nódoa” e “Alecrim”, os seus primeiros singles, que viriam, mais tarde nesse ano, a encontrar morada junto de três outros temas no EP de estreia “Onde Moram os Casos Perdidos”.

Desde então tiveram já presenças em palco, com destaque para o concerto no Titanic Sur Mer, onde mostraram ao público, não só as cantigas já editadas a ganhar uma nova vida, como também algumas das suas sucessoras composições mais recentes, tendo ainda mais concertos confirmados este ano.